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Harry Potter Wizards Unite: “podiam ter esperado mais”

Recentemente a Niantic (Pokémon Go) lançou o jogo Harry Potter: Wizards Unite, que utiliza a mesma tecnologia de realidade aumentada do game dos monstros de bolso e alcançou enorme sucesso entre os fãs do mundo bruxo. Entretanto, nem todos estão convencidos do potencial do game mobile. De acordo com Fernando Rodrigues de Oliveira, diretor de arte digital, o Fernando 3D, um dos principais nomes no universo do design gráfico digital no Brasil, acredita que o título ficou devendo em alguns aspectos.

Após testar o game por um mês, o profissional fez uma análise do desempenho do game e pontuou alguns aspectos que poderiam ser melhorados (ou melhor pensados) para tornar o game ainda mais bem sucedido. Abaixo você confere algumas críticas sobre Harry Potter: Wizards Unite:  e fez uma análise do jogo ao longo deste 1 mês, testando o novo produto em diversos quesitos:

Adesão ao jogo

A primeira CRÍTICA É EM Relação a pouca adesão do game por parte dos jogadores. O desenvolvedor faz uma comparação com o desempenho dos primeiros dias de Harry Potter e Pokémon, visto que as duas franquias são fenômenos de público e audiência.

“Pode dizer-se que este novo jogo da Niantic é um sucesso, embora em relação a adesão inicial esteja ainda longe dos números alcançados pelo Pokémon GO na sua estreia. O jogo alcançou nos Estados Unidos 400 mil downloads nas primeiras 24 horas, já o Pokémon GO atingiu no mesmo período 7,5 milhões de downloads. A razão disso pode ter uma explicação simples: a comunidade do Pokémon é muito maior. Embora Harry Potter seja uma saga de sucesso mundial, Pokémon enquanto franquia é não apenas mais extenso como sempre teve maior foco em jogos.

Marketing

O especialista também aponta falhas no marketing: “Na minha visão, o jogo “Harry Potter: Wizards Unite” faltou um marketing mais preciso. Enquanto Pokemon GO atacou por tudo quanto é lado no marketing, o “Harry Potter: Wizards Unite” teve poucas menções, tendo como público alvo mais os fãs dessa saga e menos o público em geral.

Visual e gráficos

A tecnologia de renderização com a realidade aumentada ainda não é 100% natural. Ao contrário do Pokémon GO, estamos lidando com fisionomias humanas e não de “animais imaginários” como são os Pokemons, em que já se espera que pareçam não naturais. Mas mesmo assim, os animais ‘imaginários’ de Pokémon não fazem você mergulhar no jogo e comprar totalmente a ideia da realidade aumentada, não te dá a sensação de estar dentro do jogo de fato.

Os gráficos de Harry Potter: Wizards Unite estão bem acabados, seja para as artes dos personagens que aparecem no diálogo e que já são conhecidos do público, ou para os modelos 3D que surgem durante as missões. No entanto, isso também é dependente de ter um aparelho que suporte as especificações máximas do jogo.

Jogabilidade

“O jogo tem personalidade própria e é bem fiel ao conteúdo original dos livros e filmes já lançados do bruxo, mas a jogabilidade deu o que falar, pois deixou a desejar. Uma certa complicação na interação com as batalhas e também decepcionou muita gente. O jogo é bem lento para abrir, e até certos ponto isso é influenciado pela velocidade da conexão à internet até em país com a internet de primeiro mundo. Imagina aqui no Brasil…

A Niantic procurou ir além do Pokemon GO e fazer muito mais. Em Harry Potter Wizards Unite você não interage apenas no mapa, enquanto captura criaturas e luta contra bruxos das trevas, também há muitas outras atividades a se fazer no menu. O jogo já vem com suporte a lista de amigos, perfil completo para personalizar, inclusive com foto e filtro que pode ser aplicado em sua imagem. Há missões, coleções de adesivos, entre outros elementos interativos que te permitem ir além de apenas andar pelo mapa usando o GPS do jogo e a interatividade da realidade aumentada, mas repito, deixou a desejar porque nem sempre essas interações do usuário com o jogo são fluidas”.

As magias são feitas com toques na tela e gestos com o próprio celular, que fazem com que seus poderes de bruxos sejam ativados. Nem todas as funções estão disponíveis no lançamento.

Avaliação final de Harry Potter Wizards Unite 

Fernando 3D acredita que o jogo ainda tem muitos pontos a melhorar para ser excelente e que o lançamento apressado pode ter prejudicado a jogabilidade:

“Poderiam esperar mais um pouco para o lançamento e melhorar alguns pontos cruciais para um jogo. Do jeito que está, ele não tem tanto apelo ao usuário a ponto de o tornar viciante, e nem muito menos se sentir integrado com a realidade aumentada”.

“A Niantic poderia ter revisto a questão da jogabilidade e do ‘peso’ do jogo, que carrega lento muitas vezes. Quiseram trazer pra “realidade” o mundo do Harry Potter, mas o mundo de Harry Potter e a sua história teve que ser explicado em 8 filmes. Agora imagina explicar todo aquele mundo em apenas um jogo só e tudo de uma vez? Complicado. Logo é um jogo mais voltado para fãs do bruxo e que estão familiarizados com o universo de Harry Potter do que o público em geral, o que explica uma adesão inicial muito menor”, conclui.

Tencent Games divulga calendário para a 3ª temporada da Valor Series de Arena of Valor

Essa é para os fãs do MOBA mobile Arena of Valor: após o sucesso do evento Valor Series realizada em novembro de 2018 e que consagrou os times Nova e-Sports (campeã) e a brasileira Geo e-Sports (vice), a Tencent Games, organizadora do evento decidiu preparar uma segunda edição.

De acordo com a Tencent, o novo calendário vai reunir equipes da América Latina, América do Norte e Europa na busca por até U$ 65 mil em prêmios em dinheiro. A premiação total desta edição da Valor Series é de U$ 200 mil.

O formato permanece o mesmo das últimas temporadas: os times inscritos participam de uma classificatórias online, que começa no próximo final de semana, dias 19 e 20 de janeiro, e continua no seguinte, dias 26 e 27. É nesta etapa que serão selecionados os seis melhores times. A partir daí, as seis equipes competirão durante oito semanas consecutivas na modalidade de melhor de dois.

As partidas brasileiras serão transmitidas pela página oficial de Arena of Valor Brasil, aos sábados e domingos, em confrontos duplos, de 2 de fevereiro até 24 de março. As quatro melhores equipes de cada região avançam para os playoffs regionais. O local para os playoffs (semifinais e finais) ainda serão divulgados, porém acontecerão nos dias 6 e 7 de abril.

Algumas equipes já estão confirmadas nas classificatórias online, tais como a atual campeã latino americana, Nova e-Sports, paiN Gaming, INTZ, GeO e-Sports, ACE1. A inscrição é gratuita e aberta ao público. As equipes da América Latina já podem se inscrever no site do evento.

Pesquisa da Kantar revela maior interesse das mulheres na tecnologia

Neste dia Internacional das Mulheres, a Kantar Brasil Insights realizou uma pesquisa que aponta maior participação do público feminino em todos os ramos da tecnologia, como games, serviços de straming e smartphones. O tema da disparidade de gênero tem feito parte de reuniões de negócios, estratégias de contratação, posicionamentos de marca e até debates em grandes eventos, como foi o caso recente da Mobile World Congress, que através da programação Women4Tech levantou debates que provocavam sobre a necessidade de mais inclusão feminina na indústria de tecnologia móvel.

Na semana do dia internacional da mulher, é interessante ver que aos poucos o mercado também vai refletindo essas mudanças, especialmente dentro do setor de tecnologia. Dados da Kantar mostram que no Brasil as mulheres têm se interessado mais por vídeo games nos últimos 3 anos, segundo dados do estudo Connected Life.

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Em 2015, 30% das mulheres no Brasil que possuem acesso à internet tinham um console de games, enquanto 9% declaravam ter intenções de comprar um vídeo game no futuro. Dois anos mais tarde, 40% das brasileiras possuem um vídeo game em casa, enquanto 15% pretendem comprar um.

“O aumento do interesse das mulheres por games e tecnologia, em geral, está muito associado ao incentivo”, explica Aline Pereira, jornalista e editora do coletivo MinasNerds. Para ela, esses setores sempre foram dominados por homens e as mulheres nunca foram encorajadas a descobri-los. “Os coletivos, como o MinasNerds, ajudam a mostrar que elas não estão sozinhas, que existem milhares de outras garotas que enfrentam as mesmas dificuldades, mas que apoiamos umas às outras”, defende ela.

Além disso, grupos e comunidades de games e de tecnologia com foco no público feminino incentivam o diálogo, a troca de ideias e experiências e o empoderamento. A própria indústria de tecnologia e games acaba precisando rever seus posicionamentos.

“A boa notícia é que ao longo dos últimos anos as mulheres têm ficado menos tolerantes [ao sexismo] e mais conscientes em relação à estereótipos que inferiorizam as mulheres, o que faz com que a indústria gradualmente passe a investir em histórias e personagens que fogem de preconceitos de gênero”, conclui Pereira.

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O mesmo tipo de mudança também pode ser percebido com a tecnologia móvel, como smartphones e tablets. Hoje, 91% das mulheres do Brasil possuem um smartphone e 49% pretendem comprar (ou atualizar os seus) smartphones. Tablets também estão nas mãos de 48% das brasileiras, um bom crescimento se comparado aos 27% de 2015.

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Ao comparar mulheres dos principais mercados globais, como EUA, Reino Unido, França, China, Espanha, Malásia e Cingapura, as brasileiras estão entre as que mais se interessam em comprar equipamentos tecnológicos como tablets, console de games, smartphones, smartwatches, dispositivos de realidade virtual e serviços de streaming online, um comportamento bem similar ao de outros mercados em desenvolvimento, como China e Malásia. Entre estes países, o Brasil aparece entre os top 3 onde as mulheres mais possuem smartwatches e serviços de streaming online.

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Em termos de consumo de mídias digitais, mulheres e homens no Brasil tem comportamentos muito parecidos. Não existem diferenças significantes entre os gêneros em termos de acesso a redes sociais ou ao tempo gasto em sites/aplicativos como Twitter, Facebook e Linked In, ou até mesmo em sites de entretenimento, como Netflix ou Spotify, segundo dados do Target Group Index da Kantar IBOPE Media. Além disso, 41% das brasileiras declaram se manter em dia com os avanços tecnológicos e 59% dizem fazer a maior quantidade possível de buscas antes de comprar um equipamento eletrônicos.

No entanto, ainda se percebe uma disparidade de comportamento entre os gêneros no Brasil no modo como as mulheres acompanham as novidades de tecnologia ou no comportamento de compra de aparelhos tecnológicos. Elas ainda estão menos propensas a visitar sites de tecnologia (23% das mulheres versus 28% dos homens) e também estão menos propensas a pedir conselho aos amigos na hora de comprar um equipamento eletrônico (23% das mulheres versus 30% dos homens).

Always Jumping é o Infinite Runner 3D do estúdio indie Type Games

Always Jumping é um game feito sob medida para quem busca desafio e diversão para plataformas mobile. Desenvolvido pelo estúdio Type Games, o game é do gênero Infinite Runner com perspectiva 3D. A movimentação é livre podendo-se ir para qualquer direção desejada, bastando inclinar o celular para o local desejado, ou seja, inclinando o aparelho para a direita o personagem obedece o comando. A intenção foi criar um game amigável para usuários de qualquer idade.

Os mapas são gerados infinitamente com ordem aleatória seguindo mapas criados, conforme sua distância aumenta mapas novos e mais difíceis irão começar aparecer. Em outras palavras, este é um game que você não vai terminar tão cedo. Durante a correria o personagem pode coletar moedas para gastar comprando um baú surpresa que vem com um novo personagem para sua jogatina.

De acordo com o desenvolvedor Gustavo Ribeiro, não há necessidade de conexão à internet para continuar jogando. Deste modo, você pode continuar Always Jumping em qualquer lugar. Outra atração do game é a quantidade de personagens jogáveis, que são bem variados e fazem homenagem a personagens da cultura pop como o Papai Noel e o quase esquecido Bomberman.

Os gráficos são bem simples, deixando claro que o estúdio valorizou o gameplay aos visuais. Ainda assim, Always Jumping tem cenários bastante coloridos e funcionais. A Type Games ainda está melhorando o jogo e é bastante importante que a comunidade contribua com sugestões, críticas e relatos de bugs via email. Se você está nessa, basta baixar o game na Google Play.

Abaixo tem o trailer de Always Jumping:

Grupo Nexon anuncia parceria com a NAT Games e o lançamento do RPG HIT

A Nexon já tinha experiência no mercado de jogos free-to-play online e mobile, mas a companhia quer estender ainda mais sua participação no mercado através de parcerias estratégicas. A divisão Nexon Korea anunciou nova parceria com a produtora de jogos mobile NAT Games. O objetivo é publicar jogos mobile da NAT Games em diferentes mercados. O primeiro jogo desta parceria será HIT (Heroes of Incredible Tales).

Nenhuma das duas empresas são muito conhecidas da grande massa, mas vale destacar que a NAT Games é uma companhia de jogos mobile liderada por Yong-Hyun Park, que desenvolveu os populares MMORPG para PC Lineage II e TERA. O primeiro jogo da NAT Games para mobile é HIT, um RPG de ação 3D no qual os jogadores tornam-se cavaleiros para salvar um mundo coberto em escuridão.

O game faz uso da Unreal Engine 4 e oferece gráficos de qualidade para disponíveis mobile e um sistema de habilidades personalizáveis. O sistema de habilidades de HIT oferece um combate com combos aéreos, golpes de arremeço, e takedowns. O título oferece modo história, uma arena free-for-all para até seis jogadores e raids massivas. Na ocasião de seu lançamento, HIT tornou-se o jogo mais vendido do Google Play e App Store.

“Estamos entusiasmados por fortalecer a nossa relação com a NAT Games, reconhecida pelo seu talento extraordinário no desenvolvimento de jogos,” disse Jiwon Park, o Chief Executive Officer da Nexon Korea. “HIT alcançou um notável sucesso regional, e estamos ansiosos para continuar o nosso trabalho com a NAT Games com HIT para aumentar o sucesso e atingir um lançamento global.”

Fazia algum tempo que uma empresa coreana não lançava um jogo no Brasil. Está será uma oportunidade de vermos o quanto o mercado free to play está aquecido. De acordo com a companhia, HIT já acumula mais de cinco milhões de downloads desde seu lançamento em terras asiáticas. O game já está disponível gratuitamente para Android.

Abaixo tem um trailer do jogo HIT:

Paraíso dos Doces: novo puzzle para smartphones da Gameloft

O mais novo game da Gameloft é um título de puzzle chamado Paraíso dos Doces. O game está disponível para smartphones iPhone, iPad, iPad Touch, Android, Windows Phone 8 e Windows 8! O game é gratuito e coloca o jogador no controle de Hannah, uma chefa especializada em doces que deve impedir o vilão Moelleux de disseminar o mundo com suas tortas de lama e brigadeiros enlatados.

O game se passa em um universo fictício e a grande sacada é vencer Moelleux e seus capangas em concursos de chef. A dinâmica e os desafios se dão através de combinações de “peças” mesclado com um sistema de turnos. O jogador pode mover os doces em qualquer direção (inclusive na diagonal), de modo que o game passa a ser de reflexos e estratégia. A jogabilidade é simples e lembra jogos como Candy Crush e Bubble Poke.

Paraíso dos Doces já está disponível na App Store, Google Play e Windows Store. Além do modo principal, há desafios extras como eventos diários, fazer bolos, servir clientes etc. Por fim, o game tem um feeling social, permitindo que o jogador desafie amigos pela supremacia do ranking ou desbloqueie novos mapas com a ajuda dos amigos.

Assista ao trailer de Paraíso dos Doces:

Kriophobia: o survival horror brasileiro para smartphones

São poucos os jogos do gênero survival horror a serem desenvolvidos por brasileiros. Um dos poucos a quebrar essa máxima é o game Kriophobia do estúdio indie Firagames de Brasília. O game chegou ser apresentado durante a Brasil Game Show deste ano em um estande próprio e cativou quem o viu. O game é uma grande homenagem aos jogos clássicos do gênero, como Silent Hill, Alone in the Dark e Resident Evil.

A grande diferença é que Kriophobia não tenta apenas seguir a cartilha do que deu certo nesses jogos, mas sim criar uma identidade própria. Os combates são mais focados na estratégia do que na ação. Deste modo, alguns embates são vencidos mais pelo raciocínio do que pelo poder de fogo. Neste ponto, o game da Firagames foge do que suas inspirações mais evidentes têm feito nos últimos anos.

A trama narra a história da cientista russa Anna, que está em uma expedição com sua equipe em uma região de geleiras que é assolada por constantes abalos sísmicos. Enquanto realizam seus trabalhos, a equipe é pega de surpresa por um terremoto que acaba soterrando-os. Ao acordar, Anna se vê em uma estranha construção subterrânea abandonada. A partir dali a tarefa é encontrar uma saída do ambiente com vida. Entretanto isto não será fácil.

A produtora se esforça em criar um ambiente de puro horror psicológico e sustos, tal qual ocorria nos games clássicos da geração 32 bits. Entre os elementos “emprestados” de jogos clássicos, estão a câmera fixa, diversos puzzles, pouca ação,

Outro ponto que torna o game único é seu estilo visual, que é em estilo cartoon, como em Borderlands. O resultado é digno de destaque e é um dos pontos mais interessantes da obra. O resultado foi possível através de uma técnica baseada em pré-renderização e pintura digital. De acordo com a desenvolvedora, a escolha por este tipo de arte contribui para a criação de um ambiente macabro e assustador.

“Nossa equipe têm trabalhado duro para incluir novas mecânicas e técnicas de renderização inétidas que vão levar o jogador a um nível de imersão profundo na história do game. Pela primeira vez um jogo usará iluminação dinâmica em cenários pré-renderizados. A aplicação da tecnologia nos rendeu o interesse de empresas como Sony, Microsoft e Intel no projeto. A criação do ambiente de terror tem inspiração no estilo das comic clássicas, como Marvel, DC Comics e outros”, diz o site da produtora.

Kriophobia está em desenvolvimento para plataformas iOS e Android e deve ser lançado somente em 2015. A desenvolvedora não descarta uma versão para Windows Phone ou para PCs e consoles. Só nos resta torcer.

Abaixo está o vídeo do game Kriophobia:

Filme Isolados ganha duas versões em games

O filme Isolados – A Fuga  é um dos grandes destaques do mês de setembro, pois é um dos pouquíssimos filmes nacionais de grande porte, contando com atores reconhecidos como Bruno Gagliasso, Regiane Alves e José Wilker. O filme lança em 18 de setembro e para acompanhar a onda, a Media Bridge, produtora do longa, anunciou o lançamento de uma adaptação do filme para jogos exclusivamente para dispositivos Android, iOS e Facebook.

A produtora irá lançar dois games: “Isolados – A Fuga” e “Isolados – A Experiência”. O primeiro será um runner em que o jogador deve controlar os personagens Lauro e Renata, protagonistas do filme, que devem correr em alta velocidade através de uma floresta e desviar de obstáculos como pedras e árvores. A velocidade vai aumentando conforme o jogador desvia dos obstáculos, de modo que a dificuldade vai evoluindo. Ao longo do trajeto o jogador vai coletando Power ups como invencibilidade e pilhas que devem ser coletadas para que a lanterna dos personagens não apague.

Já o segundo jogo “Isolados – A Experiência” é mais voltado para o terror, lembrando o clássoco “Slender”. O título possui uma jogabilidade investigativa e elementos para colocar os nervos do jogador à flor da pele, graças a efeitos sonoros e o surgimento de fatos estranhos. A ação ocorre em grande parte dentro de uma casa (a mesma vista no filme) e conta a história de um casal que esteve no local cinco anos antes dos protagonistas do filme. Eles devem procurar objetos espalhados pela casa se quiserem sobreviver. O objetivo foi trazer uma experiência genuinamente de terror e suspense.

Os games já estão disponíveis na Google Play e App Store. Você também pode conferir a versão de Isolados – A Fuga que já está no Facebook.

Trailer do game do filme Isolados – A Fuga:

Flux Game Studio lança Forca Futebol Mundial para smartphones

Copa do Mundo é  a pauta do momento, inclusive na área de jogos eletrônicos. Se você é apaixonado por futebol e é do tipo que decora nomes de jogadores e conhece todas as seleções do torneio, o estúdio paulista Flux Game Studio lançou Forca Futebol Mundial.

Trata-se de um game para smartphones que desafia os jogadores no tradicional jogo da forca, a diferença é que ao invés de palavras aleatórias, o jogador deve acertar os nomes dos 732 jogadores que vieram para a Copa do Mundo no Brasil. Se errar seis letras, é fim de jogo.

No começo é fácil acertar nomes como Neymar ou Messi, mas experimente ter de descobrir nomes de estrangeiros como Papastathopoulos, o Azubuike Egwuekwe, ou o Ghoochannejhad. Para facilitar as coisas, o game oferece dicas valiosas como país, posição, clube e idade. Além disso, é possível comprar letras certas através de moedas de jogo que são obtidas no próprio game.

Vale destacar também que o game possui um álbum de figurinhas digitais com todos os atletas que o jogador já tenha acertado. Este álbum conta com a ficha técnica dos jogadores, servindo como um guia para quem vai acompanhar o torneio pela televisão.

O game saiu para o Google Play gratuitamente, porém com publicidade entre as partidas. Pode-se jogar nos idiomas português, inglês e espanhol.

Corrupção Free: game indie conviada jogador a combater políticos corruptos

Ano de eleições no Brasil. Quer um país ou época melhor para criar um game que critique a política? Um desenvolvedor indie chamado Danilo Carlessi criou um jogo chamado Corrupção Free. O título é do mesmo criador do jogo Rolezinho Ascenção Social 2.

O game coloca o jogador no controle do ministro Joaquim Barbosa em uma saga contra políticos corruptos. De acordo com a descrição do jogo “(…) apenas um herói pode nos salvar da tirania dos Corruptos”.  Porém há a advertência de que não será fácil livrar o país dos corruptos.

A versão gratuita do game conta com 5 fases, 4 personagens inimigos, uma jogabilidade simples e uma trilha sonora que promete envolver os jogadores. O objetivo é capturar 3 mapas do Brasil em cada um dos cenários. Além dos mapas, é importante coletar também moedas da justiça espalhadas pelos cenários. Essas moedas são o pagamento do que é certo para os justos e as moedas deixadas para trás ficam com os corruptos.

Independente da sua inclinação política, o jogo trás uma crítica social bastante pertinente e possui uma jogabilidade funcional. Em tempos de eleição é bom que surjam jogos eletrônicos que divirtam e passem alguma mensagem social. O título pode ser encontrado no Google Play.