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Legacy of Horus: game de RPG e aventura reconta lendas do Egito Antigo

O destaque da vez é o game Legacy of Horus do desenvolvedor indie Carlos Júnior. O game era conhecido pelos jogadores como Projeto Hórus e chamou a atenção por sua ambição e trama envolvente.

No game você controla um garoto de nome Yey que sai em uma missão no antigo Egito a fim de ganhar forças e habilidades que servirão para impedir as forças terríveis  do soberano Persa Seth, que escravizou e dominou as terras do Egito. O game é de estilo aventura com elementos de RPG com um mundo aberto. De acordo com os desenvolvedores, ele tem influências fortes da franquia Legend of Zelda.

Toda a aventura é pontuada por diversos puzzles e descobertas que ajudam a desvendar mistérios do Egito antigo. A trama é bastante densa e envolvente, de modo que ocupa bastante tempo do jogador até chegar ao seu final.

Legacy of Horus está em fase de produção e necessita de apoio da comunidade para ser concluído, de acordo com o desenvolvedor. Mais informações no site do game.

Trailer oficial de Legacy of Horus:


Mono Studios lança primeira demo de InSomnia

A divulgação de hoje vai para o jogo InSomnia da produtora Studio Mono, uma developer russa formada por profissionais de diferentes nacionalidades como Malásia, EUA, Japão, Holanda, entre outros. O jogo está no Kickstarter e já conseguiu metade do orçamento necessário e tudo indica que conseguirá o dinheiro necessário para viabilizar o projeto. Para comemorar o feito, a produtora disponibilizou a primeiro demo jogável.

“A equipe e eu estamos impressionados com o nível de expectativa demonstrado pelos jogadores para o nosso jogo. É realmente emocionante conseguir 50% de financiamento em dez dias”, disse Anatoliy Necrasov – desenvolvedor líder no Studio MONO. “Para comemorar esta marca e para mostrar a nossa gratidão, nós decidimos lançar a primeira demo jogável como um grande obrigado a todos os nossos apoiadores!”, finalizou o produtor.

InSomnia é um RPG de ação tática que coloca o jogador em um futuro distópico no meio de uma estação espacial. Neste futuro, vivenciamos a saga da humanidade em busca de um novo planeta para chamar de lar. Na trama, sobreviventes chamados Noman embarcam na nave Ark a fim de escapar da sangrenta batalha entre a República Noma e o Regime SORG. O problema é que não há local seguro no futuro.

O game será um sandbox grandioso: a produtora promete entre 15 a 20 horas de jogo quando estiver pronto. Mas isso não é tudo: haverá atualizações constantes e lançamento de DLCs. Pelo menos são esperados 20 DLCs gratuitos após o lançamento do jogo, sendo que cada um deve conter entre 3 a 6 horas de jogo.

A produtora esforçou-se por criar um jogo escuro, com uma trama envolvente e mecânica de jogo simples, mas divertida. Os ambientes fazem uso inteligente de efeitos de luz e sombra que ajudam a tornar o game mais sombrio, além disso, a perspectiva isométrica ajuda a dar uma identidade ao título. Além do modo singleplayer, haverá a possibilidade de jogar em co-op com os amigos.

Apesar de ser um chamado RPG pelos produtores, o game quebra o paradigma de sistemas de aumento de níveis, classes de personagens, etc. Além disso, o jogo apresenta suas missões sem linearidade e com múltiplas possibilidades de soluções. Porém nem tudo dos RPGs foi abandonado: além da clássica perspectiva isométrica, o jogo também permite customização de personagens. A Mono Studios tem um projeto ambicioso nas mãos e por isso a campanha no Kikcstarter está sendo bem sucedida. Esperamos que o jogo consiga entregar a experiência prometida. O lançamento é previsto para 2015 nas plataformas PC, Mac e Linux com suporte aos idiomas francês, alemão, inglês, polonês e russo.

Abaixo tem um vídeo conceito de customização de personagens do projeto InSomnia:

The Witcher 3: Wild Hunt será distribuído no Brasil pela NC Games

The Witcher 3: Wild Hunt é provavelmente um dos jogos mais esperados para 2015 e a expectativa também é grande em terras brasilis. Tanto é que a CD Projekt RED, produtora da franquia, anunciou há algum tempo que o game terá localização em português. Ciente dessa demanda, a distribuidora NC Games tratou de firmar um acordo para distribuir o game exclusivamente no Brasil.

A empresa fica responsável pela distribuição e promoção do jogo no país.  Vale lembrar que o título chega para as platformas PC, PS4 e Xbox One em fevereiro de 2015 com o preço sugerido de R$ 199,90 para consoles e R$ 99,90 para PC. A distribuidora já adiantou que pretende um lançamento especial para marcar a chegada do game inspirado na obra do escritor polonês Andrzej Sapkowski.

“Estamos muito felizes com a parceria e preparados para este que deverá ser um dos maiores lançamentos do próximo ano”, afirma Claudio Macedo, fundador e presidente da NC Games & Entertainment.  Vamos esperar mais informações e novidades desse que parece ser um dos melhores RPGs já criados!

Confira o vídeo de game The Witcher 3: Wild Hunt

Aclamado RPG de Ação Path of Exile tem promoção de lançamento no Brasil

O UOL Boa Compra lançou no esta semana no Brasil o popular jogo de RPG de Ação Path of Exile. Para quem não conhece, o jogo foi produzido na Nova Zelândia sob a batuta do estúdio Grinding Gear Games. O game é gratuito com microtransações in-game, mas sem o manjado sistema de pay-to-win.

Disponível para PC, Path of Exile permite que o jogador escolha entre 7 classes de personagens (Shadow, Witch, Marauder, Templar, Ranger, Duelist e Scion). Esses peronagens foram banidos em um mundo chamado Wraeclast, uma terra sombria povoada de criaturas macabras e violentas.

Para comemorar o lançamento no Brasil, a equipe do Uol Boa Compra preparou uma promoção inédita para os primeiros jogadores registrados no país. Quem fizer a inscrição entre os dias 2 a 9 de julho vai ganhar um pacote de cash e itens no valor de R$ 89,00. Este pacote compreende 400 Path of Exile Coins, 1 Royal Green Frog, 1 Divine Sign, 1 Back Attachment e 1 Premium Stash Tab.

Os grandes trunfos do game são o seu alto grau de personalização de personagens, com variadas possibilidades de combinação de poderes, talentos e habilidades. Além disso, o game possui um sistema de geração de calabouços de forma aleatória, tornando que cada exploração seja diferente da anterior. O título ainda tem um sistema de ranking online para disputas entre os jogadores em torneios massivos de PVP. Por fim há integração com a Steam e o Twitch.

“Nós temos uma incrível base de jogadores no Brasil, mas estamos muito empolgados em finalmente podermos introduzir a experiência completa do Path of Exile para uma nova audiência neste país,” declarou Chris Wilson, produtor na Grinding Gear Games.

Abaixo tem um vídeo do game Path of Exile:

Painters Guild: game indie brasileiro retrata período da Renascença

Games e arte. Aí está uma discussão antiga que já deu muito o que falar. Nosso game do dia tenta aproximar os jogos digitais de uma forma de arte reconhecida: a pintura. Painters Guild é um game indie que coloca o jogador no controle do jovem Leonardo Da Vinci, que está dedicado a ganhar a vida com quadros, pintando-os, vendendo-os e sendo reconhecido entre os grandes mestres da Renascença.

A primeira versão do game mostra os primeiros anos da carreira de Da Vinci, ainda quando era um mero aprendiz de Verrocchio. Entretanto há planos para que novas versões sejam lançadas contando um pouco da vida de outros artistas. Além de criar quadros, o game permite que o jogador customize seu ambiente de trabalho, escolhendo papel de parede, decoração, etc. Além disso, é possível se relacionar com outros personagens do jogo, até mesmo formar relacionamentos amorosos.

Painters Guild é um RPG que tenciona mostrar o cenário artístico parisiense do século XVI. O título é criação do desenvolvedor gaúcho Lucas Molina, que resolveu contar a História da Arte através dos videogames para um trabalho de mestrado da UFRGS. A previsão é que o jogo chegue a sua versão final à Steam em agosto deste ano, mas antes disso há a possibilidade dele dar as caras no BIG Festival em maio.

A versão final deverá ser um sandbox em que a aristocracia francesa encomenda quadros de artistas em ascensão. O jogador controlará uma guilda de artistas nesse cenário, e é aí que surgem problemáticas como disciplinar seus artistas ou vender seus bens para salvar a carreira de um artista que é talentoso, mas está ficando cego. As decisões do jogador influenciarão o desenrolar do jogo.

Os gráficos do game são em pixel art, o que confere um ar retro/indie ao produto. O interessante é que, com exceção da trilha sonora, todo o jogo é criação de Molina. Outra curiosidade é que o game entrou para o Steam Greelight com ampla aceitação do público, mostrando que ainda existe interesse de muitas pessoas pela História da Arte. Enquanto a versão final não chega, veja o vídeo abaixo.

Confira o trailer de Painters Guild:

Conheça o jogo indie North Wind: Trill of Consciouness

O game indie da vez é chamado North Wind: Trill of Consciouness, um jogo bastante incomum com mais cara de retro que você já viu. Nele acompanhamos a história de Dir, um garoto selvagem que foi criado por uma Amazona em segredo. Para garantir que o garoto possa sobreviver sozinho, a mulher que o cria propõe um desafio: colocá-lo em uma caverna a fim de derrotar um morcego. Porém as coisas não ocorrem como esperado.

A missão não será fácil, pois haverá uma missão de inimigos a serem derrotados. A dinâmica do jogo se resume a explorar e coletar mapas, reordenando-os a fim de descobrir novas localidades. Para conseguir mais mapas, o jogador deve coletar energias roxas.

Existem oito mapas que podem ser combinados, gerando um total de 512 combinações possíveis. Os cenários variam de templos, à cavernas e florestas, conferindo boa variedade na hora da exploração. Na verdade, o game tem elementos de RPG e adventure, lembrando por vezes jogos como Metroid, por exemplo.

É difícil explicar como funciona, mas a ideia é a troca de partes do mapa por partes de outro mapa, a fim que eles se integrem e liberem novos caminhos.

O game é inspirado em livros infantis, porém tem um nível de dificuldade elevado. A ideia é que o jogador sobreviva aos desafios neste puzzle cheio de personalidade. O game já está disponível para download na App Store e tem versão em português. North Wind: Trill of Consciouness esteve em desenvolvimento desde setembro de 2012 pelo game designer Henry Gosuen.

Abaixo você confere o trailer do game North Wind: Trill of Consciouness:

South Park The Stick of Truth é lançado oficialmente no Brasil

Um dos games mais divertidos da temporada, South Park The Stick of Truth, acaba de ser lançado oficialmente no Brasil. A Ubisoft disponibilizou o game para as plataformas Xbox 360 e Playstation 3 nesta semana para as principais lojas de jogos eletrônicos do país. Ambas as versões chegam ao mercado por R$149,90.

O game foi desenvolvido em parceria com os criadores do desenho, inclusive com roteiro e dublagem de Matt Stone e Trey Parker. O objetivo foi criar o game definitivo para os fãs de Cartman e sua turma. Para isso, foram inseridos diversos elementos do universo do desenho e piadas de humor negro.

Na aventura, os garotos se unem em um RPG para derrotar os Gnomos das Cuecas, hippies e demais forças do mal a fim de se tornarem garotos maneiros. O protagonista do game deve encontrar o graveto da verdade se quiser fazer parte do grupo de Cartman. No caminho até lá haverá dúzias de piadas e muita ação. Se o protagonista falhar, nunca deixará de ser um babaca.

O game conquistou boas notas entre os sites especializados e boa recepção dopúblico e fãs da série animada. Confira o vídeo com 13 minutos de gameplay do jogo.

South Park The Stick of Truth

Conheça Cangaço RPG, o novo game da Sertão Games

Cangaço RPG

Quem não se lembra do Cangaço Wargame, o jogo estratégico mais brasileiro dos últimos tempos? Pois bem, nossos amigos da Sertão Games passaram os últimos meses ocupados com um novo jogo, também ambientado na época do Cangaço. Trata-se de Cangaço RPG, em miúdos uma evolução do que foi feito com Wargame.

Neste novo título que relembra a era dos cangaceiros, a ambição de trazer uma experiência divertida da época do sertão brasileiro foi levada aos limites. A ideia é que as escolhas feitas pelo jogador decidirão o destino que o bando terá até o desfecho da obra, seja o grupo formado pelos Cangaceiros ou pela Volante.

Os jogadores são desafiados a enfrentar duras batalhas pela sobrevivência no sertão. Para sobreviver em ambiente tão hostil os jogadores devem escolher bem suas habilidades e fazer bom uso de itens como armas e plantas medicinais. Além disso, há a opção de “rezar”. Tudo é válido para não ser vencido em combate.

O game mantém a pegada estratégica de Cangaço Wargame, além disso, o time de desenvolvimento trabalha arduamente para tornar o modo campanha singleplayer bastante divertido. Entretanto, os jogadores mais competitivos poderão desafiar os amigos no modo multiplayer em rede social ou pela internet.

untitledO modo de campanha é composto de uma história retratada no ponto de vista de três heróis – cujas tramas podem se desenrolar em sequência ou em paralelo (algo que deve lembrar o recente GTA V). Para entender toda a história é recomendado jogar as três campanhas. Já as batalhas são em tempo real, deste modo o jogador deve utilizar-se de estratégia e atenção simultaneamente se não quiser deixar os inimigos ganharem vantagem.

A ambientação do jogo é digna de nota, afinal Cangaço RPG recebeu consultoria de um historiador de renome em cangaço. Espere então ver roupas, itens e acessórios muito fiéis à época do cangaço. Até mesmo a trilha sonora do game é um fator especialmente produzido para levar à tona o sentimento cangaceiro: a trilha e os efeitos sonoros são criados com instrumentos da região.

Além disso, os temas das músicas e os narradores também são oriundos da região da caatinga. Há até um cordel (poesia original) criado especialmente para o título por um cordelista. Tal poesia será recitada durante as cut-scenes antes das batalhas que compõe o game. A OST completa conta com cerca de 25 músicas próprias, que garante mais um pouco de originalidade ao título.

Uma das pessoas que tiveram acesso ao Cangaço RPG foi o Renato Degiovani, criador do clássico Amazônia e colunista aqui do GameReporter. “Ouvi uma das músicas composta por Carlos Pazuzu, especialmente para o jogo. Eu não tinha visto o jogo ainda, mas ver as texturas e, pelos screenshots, como elas ficariam na modelagem, sob o afeito daquela música maravilhosa foi o suficiente para perceber que estava diante não de um jogo, mas de um grande jogo verde e amarelo. Um game pra brasileiro nenhum se sentir diminuído no cenário da produção de jogos”, disse Degiovani.

Os gráficos do game é outro ponto de destaque, pois foi empregado um processo inédito chamado de “arte analógica”. Neste método, todas as texturas e elementos GUI são feitos à mão, com o emprego de desenhos em nanquim e pintura com lápis de cor. Com certeza esse método é trabalhoso, mas atribui ao game um design único e bastante criativo.

cangaço rpg

Assim que os desenhos são finalizados eles são imediatamente digitalizados em alta resolução para serem aplicados nos modelos 3D do game. Com isso, não espere que o visual do jogo seja nem sequer parecido com o eu se faz em outros estúdios. “Quando ouvi o Erick comentar sobre as texturas do jogo e como eram feitas à mão, pintadas com lápis de cor, acendeu uma luz de alerta na minha cabeça. Vício de designer, afinal, as implicações que essa técnica poderia ter no resultado visual do jogo eram, por assim dizer, instigantes por natureza”, declarou Degiovani.

Cangaço RPG é concebido por uma equipe de 25 pessoas e de acordo com a produtora, os resultados alcançados demonstram um potencial maior do que o projetado inicialmente. O game ainda não está pronto, todavia. Na verdade ele está em fase Alpha, onde os testers podem conferir algumas das funcionalidades do game.

Conforme lembra Degiovani, hoje em dia os games nacionais estão ganhando o mercado mundial, algo que era impensável anos atrás. Cangaço Wargame e o novo Cangaço RPG são exemplos de games brasileiros que têm tudo para conquistar sucesso e credibilidade, não apenas por sua qualidade, mas também por sua temática. É um game com cara de Brasil. Mais informações sobre a produção podem ser acessadas no site oficial.

Abaixo tem o trailer oficial:

Adventura Saga – um RPG oldschool para Windows Phone

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O game de hoje chama-se Adventura Saga, um título altamente recomendado para fãs do gênero RPG de ação. O visual do game é old-school, prestando homenagem aos jogos da geração 8-16 bits. Entretanto, somente os gráficos são datados, pois a produtora fez o possível para deixar  o game o mais moderno possível em outros aspectos.

A jogabilidade, por exemplo, é através da tela de toque do celular (o comando é utilizado tanto para atacar quanto para defender). A trama acompanha 12 gerações de guerreiros de uma mesma família que estão numa batalha para proteger o mundo de Adventura das mazelas de uma criatura maligna e muito poderosa. Essa criatura está chegando para devastar todo o mundo e apenas os esforços de bravos guerreiros pode conter o horror que ela representa.

Os cenários são típicos de RPGs épicos, ou seja, há dragões, monstros e magia no mundo de Adventura. O mundo de Adventura é retratado com muitas cores e criaturas gigantes. Ao todo são 12 fases, sendo que cada um representa uma das gerações de guerreiros.

Ao contrário das outras devs brasileiras, o time de desenvolvimento optou por levar Adventura Saga para o Windows Phone, a versão mobile do OS mais utilizado nos PCs. De acordo com André Nunes, desenvolvedor do game, o título está muito indo muito bem. “Adventura Saga foi lançado há um mês e já conta com mais de 70 mil downloads na Windows Phone Store”, comemorou André. Ah, o game é gratuito.

O Desafio dos Deuses: ajude a tornar realidade o primeiro game baseado em Tormenta

O Desafio dos Deuses

Fãs de RPG devem conhecer o nome Tormenta, afinal este é base de um dos sistemas RPGs mais conhecidos em nosso país desde que surgiu em 1999 na extinta Dragão Brasil, sendo o cenário brasileiro de RPG mais antigo ainda em publicação. Como o jogo conta com milhares de fãs espalhados pelo país e já inspirou diversas obras como Holy Avenger, Crônicas da Tormenta, O Inimigo do Mundo,  Ledd, entre outros,  um grupo de pessoas bastante dedicadas resolveu transformar o sistema em um game eletrônico.

A iniciativa surgiu com a mobilização da Jambô Editora em parceria da Universidade Feevale de Novo Hamburgo, RS,  e agregando vários talentos da própria universidade como o professor e ilustrador Eduardo Muller do Laboratório de Jogos Digitais. O projeto está em processo adiantado de desenvolvimento e denomina-se O Desafio dos Deuses. Basicamente é um game de aventura e ação ambientado no mundo de Arton, local onde transcorrem muitas das histórias de Tormenta.

De acordo com os responsáveis, a versão digital terá semelhanças com velhos clássicos como Golden Axe e Shadow over Mystara, porém com elementos dos RPGs modernos. Será um jogo de beat ‘em up, ou se preferir, hack ‘n slash ambientado numa terra de fantasia. O game já possui uma versão demo, criada com recursos dos próprios profissionais envolvidos e a ajuda da própria Universidade.

Entretanto, para chegar a uma versão completa, o projeto Tormenta necessita de auxílio, que está a ser angariada através uma campanha de financiamento coletivo. A meta é alcançar R$ 60 mil até o dia 15 de abril de 2013. Se essa meta for alcançada dentro do prazo, a produção de O Desafio dos Deuses será iniciada no segundo semestre com previsão de lançamento para o início de 2014.

Os investidores serão lembrados nos créditos, ou em conteúdos exclusivos, cópias digitais ou físicas, ou ainda como personagens do game. Os criadores do projeto esperam que Tormenta torne-se, assim como o jogo original, um exemplo e inspiração para outros desenvolvedores brasileiros.

Os jogadores poderão esperar por muitas aventuras em um mundo coberto de magia e conflitos. Cabe ao jogador enfrentar os males que se escondem no mundo e encontrar-se com alguns dos maiores heróis de Arton. A campanha já está disponível no site Catarse e espera por sua colaboração.

Abaixo você confere o vídeo do projeto Tormenta: O Desafio dos Deuses