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Opinião: games como Guitar Hero e Rock Band estão levando a molecada para o estudo de música

guitar_hero_smash_hits_300 Ao contrário do que artistas de grandes bandas afirmam, jogos como Guitar Hero e Rock Band não afastam jovens da música de verdade.

Pelo menos é o que acha o professor Bo Moore, da Pensilvânia, Estados Unidos, que viu nos últimos dois anos o número de alunos para os quais leciona aumentar em 35%.

Hoje, são mais de cem aspirantes a “herói da guitarra de verdade”, que ele acredita terem sido levados em grande parte pelos populares títulos musicais.

Moore trabalha em uma escola de música, e afirma que nem tudo são rosas e que os outros instrumentos parecem estar sendo menos procurados, o que poderia ser mudado com a entrada de outros games rítmicos.

E para você? Qual instrumento você acha que deveria ser abordado em um game?

[Via Joystiq]

Opinião: os desafios da criação de games independentes

gr-kentacho Você sabia que 90% dos games indies que começam a ser desenvolvidos não são concluídos? É isso que afirma uma pesquisa japonesa divulgada durante um debate sobre desenvolvimento independente de games no Japão.

Para o desenvolvedor independente Kenta Cho, que mantém sozinho a Aba Games, são três motivos principais para as desistências: falta de boas idéias, cansaço depois de muito tempo investido na criação de um game e descobrir que o jogo não era tão bom quanto foi imaginado no começo do projeto.

No debate também foi abordado o alto custo de criação de um game indie, que pode levar entre seis meses e um ano para ser desenvolvido. Também problemático é o crescente desafio de programação, uma vez que hardware e software ficam cada vez mais complexos.

O outro desafio é que, paralelamente ao avanço rápido na complexidade de hardware, está o avanço na qualidade dos jogos, ofuscando lançamentos mais modestos.

[Via Canned Dogs]

Opinião: EA acredita que não haverá nova geração de videogames tão cedo

consoles_300 A geração atual de videogames não tem data para acabar. Ao menos é o que acha John Riccitiello, CEO da Electronic Arts. O executivo acredita que essa será uma geração longa, e não há necessidade de novo hardware tão cedo.

É certo que a recessão é uma das responsáveis pelo resfriamento de diversos setores, e pode ser o motivo pelo qual as empresas começarão a segurar a onda e deixarão de investir em novos lançamentos de plataformas.

Mas, será que vai demorar tanto assim? Em fim de abril, Yves Guillemot, CEO da Ubisoft, explicou que a empresa já estava se preparando para novos hardwares, embora não tenha especificado quais seriam.

Riccitiello comentou, explicando que podem acontecer novos portáteis e periféricos, que justificariam um investimento em nova tecnologia de produção de games, mas que não acreditava que fosse acontecer uma mudança de geração em breve.

Será que isso é ruim? Digamos que fiquemos presos a uma geração pelo dobro de tempo. O que acontecerá? Veremos mais e mais fórmulas cansadas ou os estúdios precisarão pensar sem considerar o lucro certo e encontrar formas arriscadas e criativas para manter os jogadores?

O que você, leitor, acredita que acontecerá com uma geração mais prolongada?

[Via GamesIndustry.biz]

Opinião: Square Enix acha que mercado japonês precisa de sangue novo

gr-squareenix A Square Enix adquiriu recentemente a Eidos, uma fusão de uma das principais desenvolvedoras orientais com uma importante representante ocidental, detentora de franquias como Tomb Raider. Mesmo mantendo Eidos como uma marca independente e seus funcionários, entre eles o presidente, a idéia da Square é se expandir para o mercado do Ocidente.

Yochi Wada, CEO da Square, explicou que a indústria japonesa virou vítima de seu sucesso e precisa de sangue novo e novas idéias. “Do lado de desenvolvimento, a indústria japonesa de games se tornou tão bem sucedida que não recrutamos novatos. Então hoje, se você olhar para os principais criadores de games, eles já estão no fim de seus trinta anos”, comentou Wada, que acha que o cenário é diferente em outros mercados, como os Estados Unidos.

A idéia de Yochi, que também é diretor da CESA (Computer Entertainment Suppliers’ Association), é promover troca de informações entre diferentes indústrias, como TV e filmes, modelo usado até a exaustão nos Estados Unidos atualmente, e também a troca com o mercado internacional.

O que você acha que pode vir daí? Qual seu modelo preferido de games? O Ocidental ou o Oriental?

[Via GamesIndustry.biz]