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Vai comprar TV 4K? Veja quais detalhes mais importantes na hora de escolher

Os aficionados por tecnologia já sabem: as TVs 4K dominarão o mundo! Afinal de contas esses eletrônicos são capazes de providenciar a mais alta definição e qualidade para imagens, com uma riqueza de detalhes que outras TVs são incapazes. Basicamente as TVs 4K – conhecidas também como Ultra HD – são televisores cuja resolução de pixels são cerca de 8.3 milhões de pixels.

O nome 4K é proveniente de sua capacidade de resolução quando comparadas às TVs Full HD (2 milhões de pixels), ou seja, as TVs 4K possuem resolução 4 vezes superior. Mesmo para olhos destreinados a diferença é brutal: a TV 4K é capaz de exibir imagens com riqueza de detalhes, cores mais vivas e textos mais nítidos. Além disso, em produções filmadas com câmeras 70 mm são capazes de exibir até mesmo imperfeições na pele dos atores.

Se você pretende aproveitar o melhor da tecnologia para assistir filmes, jogar videogames ou ver seu time de coração e ainda não comprou a sua TV 4K, fique atento nestes detalhes para obter a melhor experiência! É um velo ponto de partida, caso você pretenda aproveitar a Black Friday para comprar um novo aparelho.

Tamanho

A primeira coisa que você deve prestar atenção é no tamanho da TV. É possível encontrar opções no mercado que vão de 40 até 86 polegadas. Os preços são proporcionais ao tamanho da TV – é possível encontrar modelos de R$ 1.500,00 até R$ 30.000,00. Seja qual o tamanho, a qualidade da imagem não é afetada por isso. Neste quesito você deve se atentar mais ao espaço onde irá colocar o televisor.  Se pesquisar direitinho, é possível encontrar boas promoções de TVs 4K.

LED vs OLED vs QLED

Outro detalhe importante é o tipo de tela: LED, OLED ou QLED. Esses são os padrões mais comercializados. A TV LED é a mais barata e sua tecnologia é composta por pequenas lâmpadas LED em sua tela, tornando a imagem mais iluminada e as cores mais vibrantes. Já o padrão OLED é ainda superior, uma vez que sua qualidade de contraste e nitidez é maior, principalmente em imagens escuras. Isto porque as pequenas luzes LED da tela se desligam automaticamente quando aparecem imagens pretas na tela.

A intenção é tornar a imagem da tela mais parecido com o que vemos na vida real. Além disso, por apagar as pequenas lâmpadas LED da tela, o padrão OLED é mais econômico. É um pouco mais trabalhoso encontrar uma TV OLED, pois elas têm um custo mais elevado e sua baixa longevidade. Isto ocorre porque as luzes são alimentadas por componentes orgânicos que se deterioram com o tempo. O “X” da questão é definir quanto tempo vai ficar com o televisor e o quanto se incomoda com brilho e contraste.

Por fim, temos as TVs QLED, que são conhecidas por exibir 100% das cores das imagens. Isto porque elas utilizam a tecnologia HDR, a mesma utilizada por Hollywood. As TVs QLED também são famosas por sua “inteligência”, pois elas não deixam com que outras fontes de luz atrapalhem a imagem, pois elas aumentam as cores da tela automaticamente. Esta tecnologia é mais cara que as demais, mas é possível encontrar algumas promoções no site da Promobit.

Tela plana ou curva?

Este aspecto é completamente subjetivo e depende da preferência do usuário, contudo há um consenso em alguns aspectos. Um deles é que TVs com tela plana são mais suscetíveis e reflexos, enquanto que o formato côncavo possui melhor contraste e amplitude maior de tela. Além disso, o formato curvo é capaz de tornar a experiência mais imersiva, pois a tela neste molde é capaz de trazer efeito de profundidade e facilitar o efeito 3D.

Além disso, as telas curvas oferecem maior campo de visão, pois passam a sensação de que a imagem é mais ampla do que a verdadeiramente exibida em uma tela plana. Por fim, outra vantagem é que as telas curvas produzem cerca de quase 2x mais contraste que uma tela plana. Isto ocorre porque elas concentram melhor a imagem nos olhos do espectador.

Quantidade e tipos de entradas

Ter um aparelho com um número razoável de entradas USB ou conexões é garantia de possibilitar o uso da TV para mais coisas. A tendência para o futuro é ter cada vez mais aparelhos conectados. Deste modo, você pode até utilizar a TV para jogar videogame, como monitor de computador, controlar outros equipamentos etc. TVs com processador dual-core são o mínimo que você vai querer, pois são mais rápidas para responder os comandos e evitarão as fatídicas travadas. Além disso, você vai querer que a TV possua ao menos três portas HDMI (para conectar múltiplos aparelhos) e conexão wi-fi para facilitar a conexão com a Netflix, Youtube e outros aplicativos. Se a TV tiver porta ethernet, melhor ainda, caso precise de uma conexão por cabo mais estável.

Sistema Operacional

Assim como nos smartphones, é necessário estar atento qual OS vai te atender melhor antes de escolher qual a TV levará para casa. As TVs costumam utilizar o Tizen, enquanto a LG conta com o webOS, a Panasonic tem a Firefox OS, e a Sony tem o Android TV. O Tizen é o mais popular atualmente, seguido do webOS. Ambos estão consolidados no mercado, pois as emissoras de TVs nacionais e internacionais investiram bastante em apps para esses sistemas, além de serviços de transmissão como a Netflix e conexão com celulares.

Apesar do Android TV ser bastante promissor, a adaptação do que é feito com celulares para a TV ainda não vingou, mas especialistas apostam que logo o Android TV irá virar o jogo e se tornar o número 1 entre os sistemas operacionais para TVs. A ideia básica é que o smartphone pode estar completamente conectado a TV, de modo que controlar o que se assiste fique a algumas Cabe ao usuário fazer uma aposta para o futuro ou optar pelo que já está estabelecido. O que a comunidade tecnológica idealiza é que Smart TVs e smartphones ficarão em completa simbiose, inclusive para acessar funções do celular através da TV e vice-versa.

Conexão com o videogame

Não se trata de uma função específica das TVs 4K, mas sim a configuração que torna a imagem otimizada para jogos. A maioria dos modelos tem opções prontas para escolher o modo “jogos”, que deixam a imagem com o contraste e brilho específico para jogos eletrônicos. Afinal de contas, essas configurações tendem a utilizar cores menos berrantes que um desenho animado ou uma partida de futebol. Como de não bastasse, vale lembrar que tanto o Xbox One quanto o PS4 possuem configurações específicas para uso em TVs 4K.

No PS4, por exemplo, você deve ativar o suporte TV 4K ou HDR (no caso de utilizar o PS4 Pro). Para isso, basta ir até o menu configurações”, “Som e tela”, “Configurações de saída de vídeo”; selecionar as opções “automático” nos menus “resolução” e “HDR”. Assim seu videogame estará pronto para proporcionar a melhor definição possível.

Já no Xbox One, a tarefa é igualmente simples, basta pressionar o botão “home” (o botão central do controle); ir até a opção “sistema”; “configurações”; “tela e som”. Após isso, basta ir até a opção “saída de vídeo” e selecionar a opção “4K UHD” no menu “resolução da TV”. Contudo, vale lembrar que nos dois consoles a definição somente fará efeito nos jogos desenvolvidos em 4K, ou seja, jogos mais antigos e aqueles que não foram otimizados não sofrerão mudanças na resolução. Se a intenção é usar a TV para jogar, vale a pena pesquisar no App de desconto da Promobit.

Guia: Como escolher o smartphone ideal

Já imaginou comprar um smartphone e, horas depois de chegar da loja, bater aquele arrependimento? Qual aparelho vai te atender melhor: um Xiaomi RedMi 9t ou um Samsung A80? Acredite, dificuldade para escolher um aparelho é mais comum do que parece. Afinal, existem tantas opções no mercado com preços tão similares, que é comum elevar as expectativas acerca de um smartphone e, no final, sair com um abacaxi nas mãos. O problema é que a maioria das pessoas não leva em consideração alguns fatores, antes de decidir qual modelo comprar.

Pensando nisso, e com a proximidade da Black Friday, decidimos apontar os principais pontos a serem analisados na hora de comprar um aparelho celular. 

Armazenamento

Antes de comprar um celular, você deve responder a seguinte pergunta: qual será o maior uso que darei a ele? Tem gente que adora carregar toda a discografia do U2. Soma-se a isso, que o usuário pode querer instalar aplicativos e jogos, além de não dispensar ter à mão todas as fotos de sua infância, vídeos de gatos fofinhos, ebooks e todo tipo de parafernália que encontrar na internet. Um aparelho com boa memória será indispensável. Se antes os modelos com 8GB de armazenamento interno eram suficientes, hoje em dia um modelo com 32GB já parece pouco. Vale lembrar que, diferente de qualquer outra fabricante, os aparelhos da Apple não permitem expandir a memória através de cartões de memória.

É bem verdade que há serviços de armazenamento através da nuvem. Mas, para quem quer praticidade e velocidade, um aparelho com boa memória é indispensável. Felizmente, é possível encontrar opções a preços razoáveis, com capacidade de armazenamento de 64GB e entrada para cartões de memória. 

Memória RAM

Outro fator indispensável é a memória RAM, o cérebro do seu smartphone. Quanto maior a memória, melhor o desempenho. Se o seu aparelho tiver pouca memória RAM, é fatal que ocorrerão travadas e lentidões constantes. É até possível que alguns aplicativos mais pesados não abram, como jogos mais novos como PUBG, Asphalt 9 ou Free Fire.

Obviamente que, se a sua necessidade é acessar e-mails ou tirar fotos, não vai precisar de um processador poderoso, até por que este é um dos fatores que mais encarecem o aparelho. Para quem quer manter um aparelho durante alguns anos e aproveitar as novidades do mundo dos games, o ideal é comprar um celular octa-core. Mas, se o seu uso será intermediário e não quer gastar muito, um aparelho com 6GB de RAM estará mais do que satisfatório.

  • Facebook e WhatsApp – 4GB de RAM
  • Games pesados – 6GB de RAM
  • Acessar de tudo e realizar trabalhos do Office no celular – 8GB de RAM

OS e loja online

O sistema operacional é responsável por gerenciar os recursos do sistema (definir qual programa recebe atenção do processador, administrar a memória, criar um sistema de arquivos, etc.), fornecendo uma interface entre o aparelho e o usuário. Atualmente, existem duas opções prioritárias no mercado: Android e iOS. Há quem acredite que o iOS da Apple é melhor, por ser otimizado para o aparelho a que se destina, evitando engasgos durante a utilização. Outros acreditam que o Android é mais benéfico, pois a loja Google Play tem maior liberdade de utilização.

Na prática, as diferenças entre os sistemas são poucas, se o usuário desconsiderar questões estéticas e o layout. O Android é bastante customizável, enquanto que o iOS é mais restrito, porém com uma segurança maior – já que a Apple tem uma política rígida para disponibilização de aplicativos em sua loja.

Talvez mais do que a interface, a briga entre iOS e Android se deva mesmo ao que é disponibilizado nas lojas online (Google Play e App Store). De acordo com levantamento da appFigures, o Google Play possui maior número de aplicativos na loja, contudo os principais aplicativos como Facebook e Whatsapp estão disponíveis para os dois sistemas operacionais. Entre um e outro, depende do gosto do usuário. Só não vá cometer o engano de comprar um Windows Phone, pois a Microsoft acaba de anunciar que a loja será encerrada em dezembro deste ano. 

Tamanho de tela

O tamanho da tela pode não parecer grande coisa a se levar em consideração. Mas, na prática, quem quer usar o celular para jogos ou leitura vai querer uma tela maior, pois ela representa mais conforto e espaço para utilização. Uma tela de 4 polegadas (sim, ainda é possível encontrar) pode te fazer forçar a vista e causar desconforto. Há sempre a opção de se comprar um tablet, porém o tamanho excessivo pode ser um problema, principalmente para carregar no bolso.

Pesquisa da DeviceAtlas, em 2018, demonstra que as preferências dos usuários estão para celulares com, pelo menos, 5 polegadas. E por falar em tela, é importante também ficar de olho na resolução, pois se a intenção é assistir vídeos em alta resolução ou jogar jogos, é bom ter uma tela de alta performance. Telas Full HD são capazes de exibir vídeos e games em alta resolução e, se o celular for otimizado, os resultados poderão ser surpreendentes. O problema é o preço que pode ser proibitivo. Não por acaso, a maioria das pessoas opta por telas HD (720p).

Abaixo, há uma tabela que ilustra qual a melhor qualidade e o tamanho de tela recomendados para sua utilização:

Utilização para pacote office 5’’ ou superior – HD
Multitarefa 5’’ ou superior – Full HD
Vídeos e Jogos eletrônicos 6’’ ou superior – Full HD
Uso básico 4’’ ou superior – Full HD

 Bateria

A maioria das pessoas tem um problema em comum: sair cedo para trabalhar e voltar apenas à noite. Nesse meio tempo é impossível não fazer uso do celular, seja para trabalhar ou entrar em contato com algum familiar ou amigo. Infelizmente, a maioria dos aparelhos celulares não conta com boa autonomia de bateria, deixando seu usuário obrigado a utilizar Power Banks ou ter de levar carregadores pra todo lado. Deste modo, um dos requisitos mais importantes na hora de escolher um aparelho é a autonomia da bateria.

Basicamente, o que determina a durabilidade da carga das baterias é a capacidade de retenção da carga (medida em mAh – milliampères/hora). O que você deve ficar de olho é a quantidade que a bateria suporta- quanto mais mAh de potência ela tem, mais energia o aparelho armazena. A maioria dos aparelhos possui média de 3.000 mAh de potência, o que representa autonomia aproximada de 10 horas de uso moderado. O problema é que, se o usuário faz uso acentuado do aparelho, a autonomia não dura mais que 6 horas. Atualmente, existem duas tecnologias para fabricação de baterias: íons de lítio e Li-Polymer (polímero de lítio). A primeira é mais popular, porém pode sofrer problemas de superaquecimento, enquanto que a segunda é mais compacta. A composição química é a mesma, então essas especificações não são essenciais aos usuários. O importante mesmo é ficar atento na medida de mAh. Há baterias que chegam a 10.000 mAh. Portanto,se o seu uso for intenso, uma bateria a partir de 7.000 mAh deve durar o dia todo, como o ASUS Zenfone Max. 

Câmera

Quanto à câmera, é um ponto complicado de definir qual a melhor. Foi-se o tempo em que apenas a quantidade de Megapixels ditava qual aparelho tinha a melhor câmera. O que as fabricantes levam em conta mesmo é a abertura da lente, nitidez, exposição de luz, etc. Esses aspectos técnicos costumam interessar mais os grandes aficionados por fotografia. O iPhone X, por exemplo, possui “apenas” 12 megapixels, mas está entre as mais elogiadas das últimas décadas.

Para quem curte tirar selfies, uma ótima aquisição é o aparelho Galaxy A8, que possui duas câmeras de 16MP e outra de 8 MP. Um dos recursos é a ferramenta que embeleza as fotos do usuário.

Guia – Como divulgar seu game indie de forma efetiva

A frase pode parecer clichê, mas retrata muito bem a realidade do mundo dos negócios: a propaganda é a alma do negócio. Não adianta investir tempo, dinheiro e esforços para criar um jogo indie extraordinário se ninguém ficar sabendo de sua obra. E é aí que entra a parte publicitária da indústria de games: fazer com que o máximo de pessoas percebam seu projeto e o disseminem para mais pessoas.

Diferente de grandes publishers, é improvável que um estúdio indie tenha recursos financeiros para comprar espaços publicitários em grandes veículos. Pensando nessa dificuldade que limitam o sucesso de jogos promissores, elaboramos este mini-guia para promover seu game de maneira rápida e eficiente. Se você seguir uma ou duas destas dicas, pode ser que que seu game ganhe a visibilidade tão almejada.

 

Seu game tem de possuir algum diferencial

Brothers: A Tale of Two Sons não tem uma história perfeita, nem gráficos realistas, mas sua mecânica é muito diferentona.

Jogos nascem e morrem todos os dias, o que diferencia expoentes de sucesso do mercado indie como FEZ, Braid ou Undertale do resto dos jogos que surgem todos os anos é a alma do projeto. Você os joga em poucos minutos e sabe que são pérolas no meio de bijuterias. Seu game não tem de apenas ser bom, ele tem de ser diferente de todo o resto. Sim, é difícil pensar em algo único sem se inspirar em outros jogos, mas é possível fazer algo que se destaque mesmo utilizando fórmulas já consagradas.

Não há nada mais frustrante do que ver dúzias de games indie que se limitam a apenas mudar a skin de algum projeto já famoso, tal como ocorreu após o apogeu de Flappy Bird. Se você se propõe a ser um desenvolvedor e quer viver deste meio, crie games com a sua identidade. Seja um artista autoral e tão logo seu game esteja disponível, a própria comunidade vai fazer a propagando boca a boca apontando os motivos de porquê seu game deve ser visto.

 

Utilize as redes as sociais

Mesmo as grandes players do mercado como Ubisoft, Sony e Microsoft não podem se dar ao luxo de ignorar o alcance das redes sociais, então não faz sentido remar contra a maré. Com seus mais de 100 milhões de usuários, o Facebook é uma vitrine de alcance global para qualquer projeto. O primeiro passo para promover seu game é garantir que seu estúdio tenha uma identidade visual e um canal de contato com seus futuros consumidores, qual melhor ferramenta que a rede social do momento?

Crie uma página, poste artes, vídeos, interaja com a comunidade, mostre seu game de maneira bem humorada e única. As chances de uma publicação humorada viralizar são grandes, então use isto a seu favor. Além disso, é bem interessante ações promocionais ligados ao seu game, quem sabe distribuir chaves de acesso ou outros brindes não sejam o estopim inicial para dar visibilidade ao seu game?

Não fique restrito ao Facebook, aproveite as capacidades de cada uma das redes a seu favor. No Twitter, por exemplo, tente utilizar as hashtags de maneira esperta; No Instagram, tire fotos maneiras relacionadas ao seu estúdio ou as artes do seu game; Já o Reddit e o 9Gag são ideais para promover seu game para outros países.

 

Esteja em grupos de desenvolvedores

Ainda sobre redes sociais, um dos calcanhares de Aquiles nos primórdios do Facebook era a total ausência de comunidades, tais como àquelas que tornaram o Orkut famoso em sua época. Atualmente a rede social do Zuckerberg possui comunidades e é justamente elas que mais tem aproximado desenvolvedores. Procure grupos de desenvolvedores independentes, pois é bem possível que você faça amizades verdadeiras e parcerias interessantes.

Outro benefício de estar envolvido em comunidades é que vez ou outra os desenvolvedores podem te dar dicas para melhorar seu game e até oportunidades de divulgação gratuita. Um dos melhores grupos atualmente é o Boteco Gamer, que reúne quase 7 mil pessoas entre desenvolvedores, jornalistas e jogadores aficionados por jogos independentes.

 

Entre em contato com sites, blogs e youtubers – mandar prévias

Sites grandes de jogos geralmente vivem de anúncios, mas para capturar anúncios é necessário conteúdo interessante. Uma maneira bem eficaz de colocar seu game nas páginas de sites e blogs é entrar em contato com os responsáveis por esses veículos através de email. Mande um release dizendo o que é seu jogo, quando será o lançamento, imagens em alta definição, link do seu site e um trailer que mostre a jogabilidade e os conceitos utilizados. Não sabe onde começar a divulgar seu game? A página Camaleão Digital elaborou uma lista de veículos dedicados a publicar jogos independentes.

Outra maneira de divulgar seu indie game, menos tradicional, mas com alcance maior é o Youtube. Entrar em contato com os produtores de conteúdo e apresentar seu game pode se tornar um caminho rápido para o sucesso, principalmente se ele gostar de seu jogo. Basta lembrar o quão longe Slenderman: The Eight Pages conseguiu ir após aparecer no canal do PewDiePie. Não é fácil entrar na lista de grandes youtubers, de modo que o ideal é tentar algum espaço com youtubers em começo de carreira.

 

Se puder investir, invista!

Se você tiver algum capital para anunciar, mesmo que seja pouco, invista. Você bem pode pagar por anúncios no Facebook e no Google AdSense por poucos reais. O alcance pode ser maior do que você imagina, uma vez que seu game vai entrar na linha do tempo de muita gente. Na plataforma Facebook, aliás, é até possível definir qual a faixa etária você quer alcançar e o tipo de público desejado. Como se não bastasse, a rede social estreou há pouco tempo o Facebook Gaming, que promete ajudar as pessoas a descobrir novos jogos.

 

Participe de eventos

BIGHá algum tempo os jogos indie não conseguiam espaço nos eventos de jogos brasileiros, mas as coisas mudaram com a criação do BIG Festival e o advento do espaço indie na BGS. Há outros eventos nacionais que abrem espaço para produtores nacionais como a SBGames e a Brasil Game Cup. Outro caminho é seguir as Game Jams, maratonas que desafiam desenvolvedores a criar jogos em poucas horas. Esses eventos são ideais para fazer contato com outros produtores e melhorar suas habilidades.

 

Coloque seu game em plataformas reconhecidas

Por fim, este é de praxe: poste seu game nas maiores plataformas possíveis como a Google Play e a App Store, se seu produto for mobile. Nestas plataformas é difícil ganhar destaque, portanto capriche nas etapas anteriores se quiser ter visibilidade nas lojas mais famosas do mundo.

Se seu indie game é para PCs, não deixe de postar o produto na Steam, na GOG, itch.io, Windows Store etc. Afinal essas lojas contam com uma base de usuários enorme e bem dedicados. É nessas lojas que muita gente recorre quando está a procura de algo novo, barato e atraente. Tenha certeza de aplicar um preço condizente e atraente o bastante. As lojas Playstation Store e Xbox Live são igualmente importantes para novos produtores, então mãos na massa!

Claudio Prandoni lança guia completo dos pro players de League of Legends no Brasil

Para quem ama o eSport, uma grata novidade? O jornalista Claudio Prandoni destrinchou a modalidade esportiva que mais cresce no mundo. Basicamente é um mega guia de League of Legends, o jogo de MOBA mais famoso de todos os tempos, contando sobre o jogo e sobre as maiores lendas entre os cyberatletas mundiais. O lançamento é uma cortesia da editora Panda Books e é uma ode para quem acompanha os pro players brasileiros desde que LoL se popularizou no Brasil.

Aqui você encontra tudo sobre os maiores pro players brasileiros, além de dicas preciosas para quem quer se tornar um jogador profissional. Seja você apenas um fã curioso ou um Invocador já experiente, a obra é uma referência para todos que curtem o jogo da Riot Games. O leitor encontrará tudo sobre os maiores jogadores profissionais de games (os pro players) brasileiros da atualidade, desde o início de suas carreiras até atingirem o status de estrelas do eSport.

São capítulos dedicados a nomes nacionais como brTT, Kami, Leko, Lep, Minerva, Mylon, Revolta, Takeshi, Tockers e YoDa, além de um perfil do fascinante coreano Faker, o melhor jogador de League of Legends de todos os tempos. O autor também explica como funciona uma Gaming House – ambiente que serve como uma espécie de casa, lugar de concentração e centro de treinamento para a equipe –  e ensina as siglas malucas utilizadas pela galera da comunidade, como GG WP (“good game well played”, ou “bom jogo bem jogado”) e AFK (“away from keyboard” ou “longe do teclado”).

O ponto alto está no capítulo que revela 10 dicas preciosas para quem quer se tornar um jogador profissional. Uma delas é não ser “tóxico”, palavra que, no ambiente dos games, se refere àqueles jogadores com comportamento negativo. Por sinal, para aqueles que querem entender melhor a linguagem do mundo do LoL, o autor preparou um dicionário com dezenas de verbetes para falar fluentemente o idioma. Seja você apenas um fã curioso ou um Invocador já experiente, esta obra é uma referência para todos que curtem esse jogo épico.

Para quem não conhece, League of Legends conta com um elenco cheio de criaturas fantásticas, e combina reflexos rápidos com táticas complexas. Cada jogador escolhe um personagem com habilidades únicas para enfrentar o combate na arena. O que se vê ao longo da partida é um embate eletrizante, marcado por olhares atentos nos monitores e dedos com reflexos rápidos nos mouses e teclados. Apelidado de LoL, o jogo tem milhões de fãs e campeonatos oficiais por todo o globo. A final do Mundial de 2016 teve uma audiência global de 43 milhões de espectadores, ultrapassando de longe as 30 milhões de pessoas que assistiram às finais da NBA no mesmo ano.

O Autor

Claudio Prandoni nasceu em Santos e é formado em jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero, em São Paulo. Já escreveu sobre games para o jornal Folha de S.Paulo, para a revista Rolling Stone Brasil e para publicações especializadas. Atualmente é editor-assistente do UOL Jogos, área de games do portal UOL.

 

Guia League of Legends

Claudio Prandoni | 80 pp. | 17 X 24 cm | R$ 28,90

Editora: Panda Books | ISBN: 978-85-7888-683-7 | CB: 9788578886837

Peso: 0,180 kg | Capa: Cartão C1S 250g | Acabamento: Laminação fosca | Miolo: Offset 90g