Arquivo da tag: games

Fórum Acadêmico de Estudos Lúdicos abre edital para o VI FAEL

Atenção, produtores de jogos e aficionados por jogos independentes: a Rede Brasileira de Estudos Lúdicos, a Cidade do Conhecimento e a Games For Change América Latina irão organizar um grande evento voltado para a produção de jogos nacional. O Concurso Rebeldias e o VI Fórum Acadêmico de Estudos Lúdicos estão com inscrições abertas para pesquisadores de todos os níveis, bem como criadores de jogos e outras manifestações lúdicas.

Os trabalhos selecionados serão apresentados no VI FAEL, que irá ocorrer entre os dias 28 a 30 de novembro de 2019, no Departamento de Cinema, Rádio e Televisão da USP – Escola de Comunicações e Artes. Todos estão convidados a apresentar seus projetos lúdicos, basta submeter seu projeto até a data limite.

De acordo com a organização do evento, os convidados poderão esperar por:

  • Sessões técnicas – textos submetidos gratuitamente e aprovados pelos pareceristas
  • Oficinas – abertas à comunidade
  • Mesas-redondas – convidados especiais para encontros inusitados Cultura lúdica ● Exposição de jogos e brinquedos – do Concurso Rebeldias
  • Torneio de jogos – dos nossos parceiros
  • Performance – apresentações selecionadas por nossa curadoria

 

São quatro modalidades no concurso, sendo elas: Brinquedos; Histórias em quadrinhos; Jogos digitais e Jogos de sociedade (“jogos analógicos”, “jogos de mesa” etc.). Os projetos podem ser submetidos na forma de protótipos ou produtos finalizados e podem ter o propósito de entretenimento ou serem voltados a arte, educação ou treinamento. Lembrando que uma obra só pode ser submetida ao concurso uma vez.

 

Fique atento nas datas de submissão:

Texto (artigo completo; resumo expandido; relato de desenvolvimento): 9 de setembro;

Brinquedos; jogos de sociedade; jogos digitais; histórias em quadrinhos: 16 de setembro.

 

O CONCURSO REBELDIAS é um espaço para divulgação, exposição e testes de produtos lúdicos, voltados para produções acadêmicas, produções da indústria e iniciativas independentes. Você pode inscrever seu trabalho através do site do evento.

Diversão Offline – evento dedicado a board game que mais cresce na América agora é anual

Existe quem pense que os jogos de tabuleiro não estão com nada, mas eis que um evento dedicado a este segmento demonstra grande força e crescimento invejável. Criado em 2015 por três jovens, a Geek Carioca Produções surgiu do desejo de reunir o público nerd e gamer em um espaço comum para diversão. Desde então a produtora organizou seis eventos chamado Diversão Offline e outros espaços em outros eventos do Rio de Janeiro, incluindo o Expo Geek 2016, e também um PPTQ (Preliminary Pro Tour Qualifier) de Magic: The Gathering, em 2017. Este último foi considerado pela Wizards o maior torneio regional realizado na América Latina, na época, com 120 jogadores simultâneos.

Após despertar o interesse de público e parceiros interessados no cenário nacional de jogos de tabuleiro e RPG, o Diversão Offline chegou em São Paulo em 2018 batendo recordes de visitantes. A última edição, ocorrida em abril deste ano, chegou a reunir nada menos que 6 mil pessoas e 32 expositores. De acordo com os produtores do evento, as seis edições do evento movimentaram, juntas, mais de 2 milhões de reais, com um público de mais de 18 mil pessoas.

Os produtores do evento pretendem expandir ainda mais os negócios. Para isso, foi anunciado que a partir das próximas edições o Diversão Offline passa a acontecer anualmente, apenas na capital paulista, permitindo à Geek Carioca investir em ativações diferenciadas e pontuais no Rio de Janeiro e ao redor do país.

“Nosso objetivo principal agora é correr o país com eventos que levem a cultura dos jogos de tabuleiro a quem ainda não conhece. Queremos influenciar gerações e alimentar cada vez mais o mercado brasileiro. Para isso, foi necessário dar um passo para trás e centralizar nossos esforços em São Paulo. E o crescimento que isso irá representar nos dará a oportunidade de alcançar novamente o público carioca e muitos outros com força total”, declarou Fernanda, sócia-fundadora da Geek Carioca Produções.

A cada ano, novas parcerias e iniciativas de ajuda social têm sido agregadas aos eventos realizados pela produtoras. Atualmente, o Diversão Offline é parceiro do grupo Jogarta e da REBEL (Rede Brasileira de Estudos Lúdicos), além de uma longa parceria com a Casa Ronald McDonald, tanto do Rio de Janeiro quanto de São Paulo, para onde são doados os alimentos arrecadados através da “meia entrada solidária”. Em abril deste ano, o evento bateu a marca de 700 mil quilos de alimentos arrecadados. Você pode conhecer mais sobre o Diversão Offline no site do evento.

O vídeo abaixo mostra um pouco do que foi o Diversão Offline:

Como os Serious Games podem ajudar na educação, política, saúde e na prática corporativa

Já algum tempo que os videogames são levados a sério e se consagraram como uma das maiores indústrias  do mundo. Hoje vamos falar um pouco sobre os Serious Games e sua relação com educação, política e na prática corporativa. O artigo a seguir foi escrito por Vicente Mastrocola, publicitário, graduado e pós-graduado em comunicação e marketing pela ESPM, que resolveu exemplificar como os jogos eletrônicos podem impactar positivamente alguns assuntos sérios.

Para quem não conhece o termo, serious games são jogos capazes de engajar o usuário de modo que estes possam realizar um projeto ou propósito definido que não seja apenas entretenimento puro. Talvez seja possível dizer que os serious games possuem situações reais como combustível criativo que ajudam a materializar suas interfaces.  Alguns exemplos parecem se encaixar nesta categoria e que nos ajudam a visualizar o uso mais claro desta nos games.

 

1 – Educação

Na área de educação há um exemplo interessante sobre o uso de mecânicas lúdicas: trata-se da escola pública de Nova York chamada Quest to Learn, que transmite conhecimento aos seus alunos de seis a 12 anos por meio de jogos analógicos, video games e outras atividades lúdicas. A Quest to Learn, inclusive, estimula que seus alunos criem seus próprios jogos para apresentar como solução para problemas e tarefas.

Esta escola parte do princípio de que as crianças podem aprender melhor se estiverem imersas em um ambiente lúdico e divertido. Os pedagogos e game designers envolvidos na criação deste projeto acreditam que a formação da identidade de seus alunos pode ser moldada hibridizando os conceitos de educação tradicional com role playing e jogos das mais variadas naturezas.

A escola existe desde 2009 e está ganhando grande repercussão pelo mundo nos últimos tempos por se basear na ideia de que aprender se divertindo pode ser uma experiência positiva para seus alunos. Para entender melhor o curriculum, conteúdo e metodologia de ensino deste projeto, vale a visita no site da Quest to Learn que se encontra no site especial.

 

2 – Causas sociais

No que tange as causas sociais temos muitos exemplos extremamente interessantes de games baseados em evidências do mundo real. O game Phone Story foi baseado em evidências de uso de trabalho escravo para produção de smartphones de uma famosa marca do mercado.

Segundo a definição dos criadores do game, Phone Story é uma experiência que busca conscientizar as pessoas sobre o lado obscuro da manufatura de determinados aparelhos telefônicos, e mostrar como determinados produtos eletrônicos chegam através de duras condições de trabalho até seus usuários.

A interface do jogo possui uma voz eletrônica que vai contando alguns dados baseados em fatos sobre abuso nesta cadeia de trabalho. Em uma das fases, o jogador deve apontar armas para trabalhadores para que estes não parem de trabalhar e extrair matéria bruta para fabricação dos aparelhos.  O site MolleIndustria possui conteúdo que utiliza mecânicas de jogos e interfaces lúdicas para mostrar denúncias e causas controversas da contemporaneidade.

 

3 – Política

O uruguaio Gonzalo Frasca é um dos principais promotores do uso de games em contextos políticos. Frasca trabalhou na primeira campanha de Barack Obama e possui em seu portfólio algumas peças polêmicas como o jogo “September 12th”, que mostra uma resposta aos ataques de 11 de setembro aos Estados Unidos.

Segundo Frasca (2001), os games possuem o potencial de representar a realidade não apenas em uma junção de imagens e textos, mas como um sistema dinâmico no qual o utilizador pode intervir e aprender. Frasca criou uma experiência interessante para o partido Frente Amplio do Uruguai, trata-se do jogo Cambiemos (mudemos em português). O jogo procurava envolver os eleitores em uma atmosfera colaborativa utilizando a interface de um puzzle onde cada eleitor tinha que colocar uma peça para construir imagens de prosperidade.

 

O objetivo aqui não era transformar uma pessoa em um cientista político, mas baseado na evidência de que o eleitor queria conhecer a ideia central dos partidos, Frasca criou esta experiência.

A indústria de games está provando, cada vez mais, ser um espaço privilegiado de mediação, construção de narrativa e consumo de serviços e bens (materiais e simbólicos). Pela primeira vez é possível perceber com bastante clareza um caminho amplo a ser explorado estrategicamente, usando o entretenimento como combustível e moeda de troca.

De uma maneira mais ampla, precisamos aprender como usar o lúdico para criar conteúdos cada vez mais relevantes para os consumidores/usuários. As marcas, produtos, serviços e empresas estão cada vez mais dispostas a usar estas estratégias em suas interfaces.

7 games inspirados nas histórias em quadrinhos

Um dos formatos de entretenimento mais antigo do mundo, as histórias em quadrinhos são um sucesso mundial, principalmente os personagens icônicos da Marvel e da DC Comics. É claro que com o advento da tecnologia esses quadrinhos foram adaptados para diversas mídias como o cinema, as animações, e é claro, os videogames. Nessa lista nós trazemos 7 jogos inspirados por personagens de histórias em quadrinhos, seguindo uma ordem cronológica pra você acompanhar um pouco da história dos videogames.

Era 8 Bits:  Superman (Atari 2600)

Superman dispensa apresentações. De quadrinhos ele virou a herói de cinema, desenhos animados, brinquedos de todos os tipos e até kit de Bingo do Superman (como pode ver na imagem abaixo). Nem mesmo o universo das apostas e de Bingo (hoje, comumente jogado em sites online) podem se distanciar do homem de aço.

O maior ícone dos super heróis, considerado o pai dos Super Heróis, Superman de Atari foi lançado em 1979, e foi o primeiro jogo de videogames baseado num personagem em quadrinhos. O jogo foi um dos primeiros jogos single player do console, foi também o primeiro game a usar várias telas para montar uma fase. Foi um dos pioneiros a ter uma função de pausa, e é considerado um jogo a frente do seu tempo. Na história, Lex Luthor destruiu uma ponte e soltou alguns criminosos, você deve reparar a ponte, prender os criminosos, e voltar para o seu trabalho no planeta diário.

Homem Aranha (Atari 2600)

Em 1982, o amigo da vizinhança ganhou o seu primeiro jogo, para o já não tão badalado Atari 2600. O jogo que foi desenvolvido pela empresa de brinquedos Parker e Brothers, consistia em ter que escalar prédios e desativar bombas plantadas pelo Duende Verde. Por maior que fosse a limitação técnica do Atari 2600, o game trazia uma fidelidade visual ao Aranha, e trazia uma interessante mecânica de Web Swing.

Era 16 bits: Teenage Mutant Ninja Turtles: Turtles in Time (Super Nintendo)

Lançado primeiro nos Arcades em 1991, mas chegando ao Super Nintendo no ano seguinte, Turtles in Time é um dos melhores Beat em’ Up já lançados. O jogo teve uma excelente recepção no seu lançamento e é lembrado e jogado até hoje por muita gente. Com possibilidade de jogar para até 4 pessoas no Arcade, e para 2 pessoas no Super, é diversão na certa descer a porrada no Clã do pé.

X-Men: Mutant Apocalypse (Super Nintendo)

Lançado em 1994, Mutant Apocalypse é um dos jogos mais elogiados dos mutantes até hoje. Produzido pela Capcom, que havia acabado de lançar o Children of Atom para os arcades, Mutant Apocalypse é um Beat em’ Up com 5 personagens. Ciclope, Wolverine, Fera, Gambit, e Psylocke. Na história, os 5 foram enviados pelo Professor Xavier para invadir Genosha e investigar a possibilidade de envolvimento de Apocalypse. No fim das contas os mutantes precisam enfrentar Magneto e sua turma. Infelizmente não somos como o Gambit e podemos energizar cartas de baralho, mas podemos usar o Betway para jogar umas partidas online de pôquer e aliviar o estresse.

Era 32 Bits: Shadow Man (PC/Nintendo 64/PSX/Dreamcast)

 Lançado em 1999, e baseado nos personagens em quadrinhos da Valiant Comics, Shadow Man é um game de aventura e ação que foi sucesso de crítica e vendas, alavancando até mesmo a não tão conhecida história em quadrinhos do personagem. O jogo recebeu uma média de notas 8 e 9 na época, e ficou marcado na memória de quem pode jogar.

Spider-Man 2: Enter Electro (PSX)

Lançado em 2001, como continuação do game do ano anterior, Spider-Man 2 melhora em tudo o que o game anterior fez, como a possibilidade de andar nas ruas, novas roupas, e uma história maior. Antes dos jogos baseados nos filmes do Homem Aranha, esse é seu game mais famoso, e é o melhor jogo baseado em Super Heróis da era 32 bits. O jogo sofreu algumas modificações e adiamento de lançamento por causa do incidente das torres gêmeas, que faziam parte de um dos cenários do jogo.

Era Moderna: Batman Arkham (PC/Xbox 360/Xbox One/Wii U/PS3/PS4)

Se tornou difícil falar sobre jogos sobre personagens em quadrinhos sem citar a série Batman Arkham, lançado em 2009 com Batman Arkham Asylum, e depois seguido pelas sequências Arkham City, Arkham Origins, e Arkham Knight. Os jogos pegam diversas referências dos quadrinhos do Batman, e cria seu próprio universo de histórias, trazendo uma trama de alta qualidade, gráficos excelentes e uma jogabilidade incrível. Conseguindo mesclar o Batman detetive, o Batman lutador, e é claro, apresentando a sua galeria de vilões com maestria, incluindo seu grande arqui inimigo, Coringa.

Menções Honrosas: The Death and Return of Superman, Adventures of Batman and Robin, Asterix, X-men Reign Apocalypse 1 e 2, os jogos do Homem Aranha baseados nos filmes do Sam Raimi, Marvel Ultimate Alliance, Injustice 1 e 2, Captain America and The Avengers, The Punisher, e muitos outros jogos baseados em personagens dos quadrinhos e não couberam na lista.

Feira estudantil do CIEE aproximará os jovens com o mercado de Games

Mais uma boa novidade envolvendo jogos eletrônicos: o CIEE, Centro de Integração Empresa Escola, promove entre os dias 23 a 25 de maio mais uma edição de sua tradicional feira de estágios. A novidade para este ano é que o maior evento estudantil da América Latina irá aproximar os jovens estudantes dos videogames. Essa é a primeira vez que o CIEE irá aproximar os jogos digitais de atividades ligadas ao meio profissional, mostrando que mesmo no mundo corporativo os videogames são bem vistos.

De acordo com o CIEE, o evento contará com cerca de 70 palestras, sendo que algumas delas irão justamente dissertar sobre o tema videogames, além de carreira, educação financeira etc. Como se não bastasse, o Playstation contará com uma mega arena gamer, em que os visitantes poderão interagir com os consoles e relaxar um pouco entre uma palestra e outra. O objetivo do evento é mostrar como os games estão transformando a tecnologia e o modo como as pessoas interagem no século XXI.

A grande vedete do evento será a Arena Gamer e a ação “Playstation na Estrada”. Basicamente os jogogadores encontrarão um caminhão equipado com cinco estações de jogos e mais uma de óculos de realidade virtual. Quem passar por lá poderá testar grandes títulos, tais como VR Worlds, PES 2019, Spider Man, Horizon Chase, GT Sport e o Spyro. Horizon Chase, aliás, vale mencionar que é um game nacional, mostrando que jovens dedicados podem entrar de cabeça no mundo dos games e se tornar empreendedores de sucesso.

O CIEE está em sintonia com as mudanças que se vê atualmente no mercado de jogos: o 2º Censo da Indústria Brasileira de Jogos Virtuais, realizado pelo Ministério da Cultura, mostrou que em apenas 5 anos o Brasil viu o número de empresas de jogos eletrônicos saltar de 142 para 375, gerando novos empregos e oportunidades de negócios com outros países. Ainda de acordo com o, nos últimos dois anos foram produzidos cerca de 1.718 jogos no Brasil.

“Cada vez mais os jovens estão conectados com as novas dinâmicas do mundo do trabalho. Até pouco tempo atrás era inimaginável possuir uma carreira sólida na área de games. Hoje é um mercado promissor, faz parte inclusive do dia a dia do ambiente corporativo e publicidade”, diz Alexandre Altenfelder, Supervisor de Feiras do CIEE.

 

Fique de Olho! Vagas na feira CIEE

A feira de estudante disponibilizará 9 mil oportunidades de estágio e aprendizagem. São cerca de 7 mil vagas para estágio, a maior parcela está localizada na capital, região metropolitana de São Paulo e baixada santista, alcançando um total de aproximadamente 4 mil vagas. As 3 mil restantes estão espalhadas pelo interior paulista.

As vagas de aprendizagem também se concentram na capital e região metropolitana com 1.000 oportunidades, além de 325 vagas para o Centro-Oeste Paulista (São José do Rio Preto, Ribeirão Preto, Presidente Prudente e Bauru), 350 vagas na região de Campinas e mais de 300 vagas nas regiões de Sorocaba e São José dos Campos.

Além de ficar por dentro das principais novidades sobre o mundo do trabalho, a EXPO CIEE 2019 apresenta o CIEE Lab, espaço dedicado ao universo das startups com curadoria da FAAP, IBM e Voe sem Asas. Os cerca de 50 mil visitantes esperados nesta edição também terão acesso a conteúdos em palestras e atividades práticas como a segunda edição do Hackathon EXPO CIEE, que neste ano terá o patrocínio da InovaBRA, braço digital do Bradesco.

 

Serviço: 22ª Edição Expo CIEE 2019

Dias 23, 24 e 25 de maio

Das 09h às 19h

Bienal do Parque Ibirapuera.

As inscrições podem ser feitas no site.

GRATUITO

Você conhece a ordem cronológica de “The Legend of Zelda”?

The Legend of Zelda surgiu há mais de 30 anos anos atrás e, desde então, tem sido um dos jogos de maior sucesso mundialmente.
O protagonista é o jovem herói Link cuja missão é proteger o reino de Hyrule e a Triforce, a relíquia deixada pelas Deusas criadoras do mundo, capaz de realizar desejos trazendo ao mundo uma era de harmonia e prosperidade, mas que também poderia destruí-lo caindo em mãos erradas.

Cada um dos triângulos tem uma virtude diferente, sendo elas, Coragem, Sabedoria e Poder. O principal antagonista da série é Ganon (Ganondorf Dragmire). Porém conforme o tempo que os jogos foram evoluindo, se estabeleceu na mitologia, uma grande guerra contra o mal, trazendo novos vilões a tona.

A cronologia sempre foi um ponto de debate entre os fãs e, em 2011, a Nintendo finalmente revelou a cronologia oficial no livro “Hyrule Historia”. A revelação mais interessante é a divisão das linhas do tempo. Já se imaginava que após Ocarina of Time, o tempo sofreria uma ruptura e a história seguia por dois caminhos distintos, mas agora sabemos que acontece uma divisão tripla. A série acaba se dividindo em tantos episódios que fica difícil jogar na ordem cronológica (até porque também existe a diferença de consoles), mas a própria Nintendo deixa bem claro que a série é atemporal.

Você pode ver a cronologia oficial de The Legend Of Zelda no infográfico abaixo, disponibilizado pela equipe da NET Telefone, e aproveitar ainda mais essa história clássica que conquistou milhões de fãs ao redor do mundo.

REBEL – Carta aberta sobre o massacre de Suzano

A REBEL solidariza-se com as vítimas do crime em Suzano. Infelizmente, mais uma vez os jogos aparecem como bode expiatório em um caso complexo, por isso a REBEL oferece sua resposta.

NOTA DA DIRETORIA DA REDE BRASILEIRA DE ESTUDOS LÚDICOS – 14 DE MARÇO DE 2019

A diretoria da Rede Brasileira de Estudos Lúdicos apresenta, por meio desta nota, seu repúdio à associação entre jogos eletrônicos e comportamento violento. Em voga nos meios de comunicação e nas redes sociais de políticos menos esclarecidos, a opção de identificar o jogo como bode expiatório é um desvio de problemas sérios relacionados a criminalidade e cultura.

Sem prejuízo das pesquisas sérias que visam identificar bons e maus potenciais dos jogos em geral, o que a REBEL quer combater é uma mistificação que simplifica problemas multifacetados. Não surpreende que existam criminosos que joguem, afinal os usuários de jogos eletrônicos no Brasil são mais de 75 milhões (Newzoo, 2018).

Muitos fatores pessoais e sociais afetam o comportamento dos indivíduos. Se a culpa do comportamento violento for mesmo de algum artefato cultural, então é preciso lembrar que a cultura da violência está presente num ambiente muito mais abrangente: filmes, literatura, telenovelas, trânsito, redes sociais são terreno em que historicamente se cultiva o conflito.

A disponibilidade de armas de fogo é uma condição e a cultura belicista em que estamos inseridos é um incentivo à resolução trágica de questões pessoais, seja por entusiastas dos jogos, maridos ciumentos, justiceiros etc.

O jogo ensina a encarar o outro como adversário ou parceiro, não inimigo. A REBEL defende regras melhores para o jogo da vida. Reações irracionais às tragédias do cotidiano podem ser péssimas jogadas.

São Paulo, 14 de março de 2019

Top 5: acontecimentos que incentivaram a criação de games nacionais

Podemos dizer que o mundo dos games hoje em dia está fervendo e crescendo de maneira extraordinária. Todos os dias vemos os grandes estúdios de criação de games apresentarem incríveis jogos com gráficos ultrarrealistas e mecânica que aproximam os personagens próximos a realidade.

É notável também a força dos produtores independentes, que de certa forma estão bastante encorajados a criar jogos, mesmo que sem grandes recursos financeiros ou um patrocinador. Seja como for, o mercado de games nacional se desenvolveu muito bem.

Mas alguns anos atrás as coisas não eram assim, pois era raro encontrar algum desenvolvedor de games independente, pois apenas os grandes estúdios e distribuidoras lançavam games. Os gamers então passaram por cima e quebraram esse paradigma, e após algum tempo o mercado foi só crescendo e crescendo, como era previsível.

Trouxemos alguns acontecimentos dentro da indústria dos games que ajudaram a evoluir o mercado, assim como podemos ver hoje. Alguns mais recentes, outros nem tanto, confira:

 

5 – Lançamento dos primeiros games indies

 

Ah, os Games Indies! Talvez você desconheça a importância que estes jogos criados por poucas pessoas (ou até mesmo uma) tem sobre o mercado de desenvolvimento de games no mundo e aqui no Brasil.

Os primeiros games independentes foram lançados no início da década de 90, e só ganharam relevância e popularidade com o tempo, chegando hoje em dia a títulos tais como Minecraft, pois acredite, ele foi criado por apenas uma pessoa.

Infelizmente não sabemos exato qual foi o primeiro jogo independente que foi lançado e nem a sua repercussão e aceitação dos players que jogaram, mas sabemos que este incentivou e mostrou que nem sempre é necessário ter grandes recursos para criar um game do zero.

Com certeza foi um bom incentivo para a atual geração de programadores, certo?

 

4- Steam abre portas para os produtores independentes

 

Erinia, um dos primeiros jogos brasileiros de longo alcance.

A Steam é referência na venda de games em mídia digital para PC e possui um catálogo gigante de games e muitos usuários ativos diariamente. Em agosto de 2012, a companhia decidiu apoiar fortemente os programadores e lançou o Steam Greenlight.

Os programadores podem enviar vídeos de algumas partes do jogo que está sendo desenvolvido e o mesmo participará de um processo de votação, se obter votos suficientes ele poderá ser publicado e divulgado dento da plataforma. Apesar da concorrência que o produtor poderá enfrentar, a popularidade da plataforma fala mais alto e ainda incentiva que o desenvolvedor dê o seu máximo e apresente uma boa proposta do jogo que está criando.

Infelizmente o Steam Greenlight  foi substituído pelo Steam Direct, que se tornou uma plataforma paga e cara, mas que produtor não quer ter o seu jogo dentro da Steam?

 

3 – Primeira Game Jam

 

Brasil Game Jam – hoje em dia ela é assim, não lembrando nada a precariedade das primeiras game jams nacionais.

Uma coisa é fato: os Gamers gostam muito e estão participando cada vez mais de eventos, prova disto é a BGS, CCXP, etc..  Apesar destes eventos citados serem apenas de entretenimento, existe uma parte de gamers e desenvolvedores que colocam a mão na massa com o objetivo de criar um game em até 72 horas (ou menos)

Em meados de 2002, um grupo de jovens programadores de games se uniram para criar uma Engine que suportassem várias animações sem comprometer na qualidade e no processamento dos componentes do game. Após o período de desenvolvimento da engine, os desenvolvedores convidaram um pequeno grupo de programadores para que eles criassem vários games com o motor gráfico construído, e assim aconteceu o primeiro evento de Game Jam da história.

 

2 – Lançamento da plataforma itch.io

 

Se você é familiarizado com games indies, provavelmente conhece a plataforma itch.io, lançada em março de 2013, que permite que pequenos desenvolvedores de games publiquem seus jogos independentes para venda e download.  Hoje em dia a plataforma possui mais de 40.000 jogos em seu catálogo e ainda é possível participar de games Jam através dela.

A distribuição do game é um fator muito importante para qualquer programador, pois a plataforma de distribuição pode definir o sucesso ou o fracasso de um game, e com o crescimento e aceitação dos games indie, a itch.io está cada vez mais popular entre os gamers.

Visto que o Steam Greenlight não está mais entre nós, a melhor opção totalmente gratuita para publicação de games fica com a Itch.io

 

1 – Primeira engine comercial

 

A Blender Game Engine era assim.

Outro grande acontecimento que fez com que as pessoas tivessem curiosidade e interesse na criação de games, foi o lançamento da primeiro motor de jogo liberado para a criação de games. E isso se deve pela comodidade que o programador tem, visto que já não é necessário ter um imenso trabalho para criar uma Engine do zero, ela simplesmente já está pronta, simples assim.

Também não se sabe ao certo qual foi a primeira Engine Comercial lançada, mas acreditamos que seja a Blender Game Engine, em que foi lançado o software de código aberto após a falência da empresa, estando disponível para download até nos dias de hoje.

Texto por: Samuel Almeida

Gostou? Compartilhe!

Abertas as inscrições do Programa Launch 2019 da Playbor

Se você quer ter a oportunidade alavancar aquele seu projeto gamer bacana, eis a oportunidade: estão abertas as inscrições da 3ª edição do Programa Lauch da Raja Ventures. Neste ano o programa vai ser gerenciado pela Playbor, primeira pré-aceleradora com foco em games do mundo. Para participar seu projeto deve ser identificado como jogo digital ou aplicativo gamificado; ter foco nas plataformas mobile e estar em estágio inicial. A temática é livre.

O programa visa ajudar empreendedores do mercado de games na criação de empresas a partir de ideias ou projetos inovadores, apoiando no desenvolvimento da versão demonstrativa de seu jogo digital ou aplicativo gamificado, na validação de problema e solução e no lançamento da startup para os clientes no mercado. O objetivo é impulsionar o mercado de jogos mobile no Brasil e revelar novos talentos. Para se inscrever, clique aqui.

Basicamente os interessados no Programa Launch devem preencher a ficha de inscrição no site e aguardar a avaliação do júri. Os projetos selecionados passarão por 1 mês de aceleração, em que submeterão suas ideias e projetos inovadores à metodologia de 3 fases do programa, sendo elas a Game Jam, a Pré-aceleração e a Demoday. O período de inscrições está aberto e vai até o dia 07/04/2019.

De acordo com a Playbor, a Game Jam segue o programa básico, ou seja, uma maratona de desenvolvimento de jogos com 48 horas de duração, com a finalidade de concepção ou aprimoramento dos jogos digitais e aplicativos gamificados selecionados. Após isso será dado início a fase de Pré-aceleração – uma série de eventos online – com possibilidade de participação presencial – que consistem em mentorias, workshops, acompanhamentos e avaliações com profissionais que compreendem intelectual e metodologicamente sobre aspectos inerentes ao empreendedorismo no mercado de games mobile.

Por fim, será organizado o Demoday, um evento presencial voltado para apresentação das equipes participantes por meio de um pitch de negócios e ainda apresentação do jogo digital ou aplicativo gamificado desenvolvido para o público participante. Esta é a chance de o projeto ganhar destaque entre o público e imprensa nacional.

 

CALENDÁRIO – PROGRAMA LAUNCH

04/02/19 a 07/04/19: Inscrições Abertas

30/03/19: Launch Games Summit

08/04/19 a 22/04/19: Avaliação das Inscrições

03/05/19 a 05/05/19: Game Jam

13/05/19 a 07/06/19: Pré-Aceleração

15/06/19: Demo Day

 

Sobre o Projeto Launch

A iniciativa Projeto Launch terá a parceria da Consultoria Playbor e do fundo de investimentos Raja Ventures, que possui 38 startups investidas, das quais apenas 8% sofreram write-offs, investimento em 8 pools de investimento. A Raja conta com um orçamento de R$ 1 milhão já previsto para investimento em startups em 2019 e está presente em mais de 6 estados brasileiros e internacionalmente: MG, SP, RN, RS, RJ, SC e Boston.

 

Campus Party 2019 realiza Liga Nacional de e-Sports Amador

Em fevereiro a cidade de São Pualo sediará a A Campus Party Brasil 2019, maior imersão tecnológica em Internet das Coisas, Blockchain, Cultura Maker, Educação e Empreendedorismo do mundo, em parceria com a eRabbitbt e a Rádio Geek. O evento será realizado no Expo Center Norte e tem como chamariz ser a primeira etapa da liga amadora de eSports dos jogos DOTA e Counter Strike: Global Offensive.

De acordo com os organizadores, as competições terão etapas regionais, com a final nacional no início do próximo ano na #CPBR13. O vencedor da final nacional é classificado automaticamente para disputar a final mundial da liga amadora na Campus Party Estados Unidos.

“Se antigamente o sonho da garotada era ser jogador de futebol, hoje, o jovem quer ser jogador de eSport. E por ter total relação com a Campus Party, decidimos realizar uma liga amadora em que temos como objetivo torna-la a maior do país. Vamos aproveitar as edições regionais para a realização de seletivas, com a grande final acontecendo no próximo ano em São Paulo”, explica Tonico Novaes, diretor geral da Campus Party Brasil.

Os dois jogos que terão campeonatos nacionais são: DOTA2 e Counter-Strike: Global Offensive. As inscrições vão até quarta-feira 30 de janeiro no site. Na edição nacional, que ocorrerá entre 12 e 17 de fevereiro, em São Paulo, ainda ocorrerão disputas de ARTIFACT.

Campeonatos com etapas online

Serão realizadas duas qualificatórias para o campeonato de CS:GO. Uma no dia 2 de fevereiro e outra no dia 3 de fevereiro. O campeonato presencial ocorre nos dias 13, 14, 15 e 16, na área OPEN – espaço aberto ao público e gratuito da #CPBR12.

 

Palestras e atividades sobre games

Além das atividades, a Campus Party conta com a Arena, espaço dedicado para quem comprou ingresso para a Campus Party Brasil, os apaixonados por games encontrarão um palco com palestras voltadas para esse universo. Além disso, na Academia Gamer, ocorrerão os painéis, com palestras e workshops especialmente voltados a quem trabalha ou deseja trabalhar com games, nas mais diferentes funções como design, desenvolvedor, marketing, entre outros. E para quem quer apenas se divertir, a área Free Play terá computadores, televisores e videogames para quem quer apenas se divertir! Para conferir a agenda completa de palestras.

Os ingressos para a Campus Party já estão disponíveis na plataforma. O valor do ingresso para todos dias é de R$ 350,00.  Para interessados em ingresso e camping individual, o valor é de R$ 430,00. Para ingresso e camping duplo o valor é de R$ 440,00 por pessoa.

 

Serviço Campus Party Brasil – 12ª edição

Arena: de 12 a 17 de fevereiro

Open Campus: de 13 de a 16 de fevereiro

Local: Expo Center Norte