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Harry Potter Wizards Unite: “podiam ter esperado mais”

Recentemente a Niantic (Pokémon Go) lançou o jogo Harry Potter: Wizards Unite, que utiliza a mesma tecnologia de realidade aumentada do game dos monstros de bolso e alcançou enorme sucesso entre os fãs do mundo bruxo. Entretanto, nem todos estão convencidos do potencial do game mobile. De acordo com Fernando Rodrigues de Oliveira, diretor de arte digital, o Fernando 3D, um dos principais nomes no universo do design gráfico digital no Brasil, acredita que o título ficou devendo em alguns aspectos.

Após testar o game por um mês, o profissional fez uma análise do desempenho do game e pontuou alguns aspectos que poderiam ser melhorados (ou melhor pensados) para tornar o game ainda mais bem sucedido. Abaixo você confere algumas críticas sobre Harry Potter: Wizards Unite:  e fez uma análise do jogo ao longo deste 1 mês, testando o novo produto em diversos quesitos:

Adesão ao jogo

A primeira CRÍTICA É EM Relação a pouca adesão do game por parte dos jogadores. O desenvolvedor faz uma comparação com o desempenho dos primeiros dias de Harry Potter e Pokémon, visto que as duas franquias são fenômenos de público e audiência.

“Pode dizer-se que este novo jogo da Niantic é um sucesso, embora em relação a adesão inicial esteja ainda longe dos números alcançados pelo Pokémon GO na sua estreia. O jogo alcançou nos Estados Unidos 400 mil downloads nas primeiras 24 horas, já o Pokémon GO atingiu no mesmo período 7,5 milhões de downloads. A razão disso pode ter uma explicação simples: a comunidade do Pokémon é muito maior. Embora Harry Potter seja uma saga de sucesso mundial, Pokémon enquanto franquia é não apenas mais extenso como sempre teve maior foco em jogos.

Marketing

O especialista também aponta falhas no marketing: “Na minha visão, o jogo “Harry Potter: Wizards Unite” faltou um marketing mais preciso. Enquanto Pokemon GO atacou por tudo quanto é lado no marketing, o “Harry Potter: Wizards Unite” teve poucas menções, tendo como público alvo mais os fãs dessa saga e menos o público em geral.

Visual e gráficos

A tecnologia de renderização com a realidade aumentada ainda não é 100% natural. Ao contrário do Pokémon GO, estamos lidando com fisionomias humanas e não de “animais imaginários” como são os Pokemons, em que já se espera que pareçam não naturais. Mas mesmo assim, os animais ‘imaginários’ de Pokémon não fazem você mergulhar no jogo e comprar totalmente a ideia da realidade aumentada, não te dá a sensação de estar dentro do jogo de fato.

Os gráficos de Harry Potter: Wizards Unite estão bem acabados, seja para as artes dos personagens que aparecem no diálogo e que já são conhecidos do público, ou para os modelos 3D que surgem durante as missões. No entanto, isso também é dependente de ter um aparelho que suporte as especificações máximas do jogo.

Jogabilidade

“O jogo tem personalidade própria e é bem fiel ao conteúdo original dos livros e filmes já lançados do bruxo, mas a jogabilidade deu o que falar, pois deixou a desejar. Uma certa complicação na interação com as batalhas e também decepcionou muita gente. O jogo é bem lento para abrir, e até certos ponto isso é influenciado pela velocidade da conexão à internet até em país com a internet de primeiro mundo. Imagina aqui no Brasil…

A Niantic procurou ir além do Pokemon GO e fazer muito mais. Em Harry Potter Wizards Unite você não interage apenas no mapa, enquanto captura criaturas e luta contra bruxos das trevas, também há muitas outras atividades a se fazer no menu. O jogo já vem com suporte a lista de amigos, perfil completo para personalizar, inclusive com foto e filtro que pode ser aplicado em sua imagem. Há missões, coleções de adesivos, entre outros elementos interativos que te permitem ir além de apenas andar pelo mapa usando o GPS do jogo e a interatividade da realidade aumentada, mas repito, deixou a desejar porque nem sempre essas interações do usuário com o jogo são fluidas”.

As magias são feitas com toques na tela e gestos com o próprio celular, que fazem com que seus poderes de bruxos sejam ativados. Nem todas as funções estão disponíveis no lançamento.

Avaliação final de Harry Potter Wizards Unite 

Fernando 3D acredita que o jogo ainda tem muitos pontos a melhorar para ser excelente e que o lançamento apressado pode ter prejudicado a jogabilidade:

“Poderiam esperar mais um pouco para o lançamento e melhorar alguns pontos cruciais para um jogo. Do jeito que está, ele não tem tanto apelo ao usuário a ponto de o tornar viciante, e nem muito menos se sentir integrado com a realidade aumentada”.

“A Niantic poderia ter revisto a questão da jogabilidade e do ‘peso’ do jogo, que carrega lento muitas vezes. Quiseram trazer pra “realidade” o mundo do Harry Potter, mas o mundo de Harry Potter e a sua história teve que ser explicado em 8 filmes. Agora imagina explicar todo aquele mundo em apenas um jogo só e tudo de uma vez? Complicado. Logo é um jogo mais voltado para fãs do bruxo e que estão familiarizados com o universo de Harry Potter do que o público em geral, o que explica uma adesão inicial muito menor”, conclui.

Tapps Games abre vaga para game designer

Eis a chance de trabalhar em um dos maiores estúdios de jogos da América Latina: a Tapps Mobile Games está com vaga aberta para Game Designer Pleno em São Paulo para auxiliar na produção de jogos já existentes e em jogos novos. De acordo com a empresa, o novo profissional será responsável por projetar, balancear, documentar sistemas e mecânicas de level design para diversos jogos mobile.

A Tapps Mobile Games já conta com 5 anos de história e é totalmente dedicada a jogos mobile, já tendo lançado mais de 400 títulos e a marca de 600 milhões de downloads em cerca de 180 países. Os novos profissionais poderão contar com um ambiente de trabalho bem sofisticado e colegas de trabalho experientes.

De acordo com o anúncio da vaga, a Tapps procura profissionais capacitados a projetar e documentar sistemas de progressão, economia, monetização e mecânicas de jogos mobile de alto impacto para os jogadores e para a Tapps; Projetar e criar levels para jogos mobile casuais; Mapear oportunidades de sistemas de Live Ops para alavancar engajamento de curto e longo prazo; Criar e integrar conteúdo nos jogos; Analisar dados e métricas de desempenho dos jogos, trazendo propostas de oportunidades a serem atacadas; Testar funcionalidades do jogo e reportar bugs; etc.

Para participar do processo seletivo é necessário possuir formação superior, boas noções de economia e monetização em jogos freemium mobile e estar familiarizado com os conceitos psicológicos de motivação e didática.

Tapps Games

Importante:

  • Paixão por trabalhar em equipe e de liderar o esforço de criar um senso de ownership de toda o time em relação ao game design do jogo;
  • Entender a importância da boa documentação de decisões de projeto e de funcionalidades técnicas;
  • Postura de ownership em relação aos jogos e está sempre em busca de oportunidades para melhorar sua experiências e jogabilidades;
  • Forte capacidade de criar experiências engajantes através de sistemas, regras, desafios e recompensas;
  • Ótimas habilidades de comunicação e escrita em inglês;
  • Boas pinceladas de conhecimento de produto e metodologia design thinking;
  • Facilidade em mediar conflitos em um ambiente altamente criativo;
  • Conhecimento técnico em Unity é um grande plus!

Benefícios

  • VR, VT, plano de saúde e muito amor;
  • Participação nos lucros e resultados;
  • Horário flexível;
  • Escritório próximo ao metrô;
  • Liberdade para propor novas atividades, processos e metodologias;
  • Ambiente (e dress-code) descontraído;
  • Os melhores happy-hours da sua vida.

Novos jogos Pokémon a caminho

Os fans da saga de jogos de Pokémon vão poder finalmente usufruir de uma nova série e jogos. Ou melhor, de duas novas séries.

Notícias sobre a estreia dos Pokémon Sword e Pokémon Shield apontam para este outono como a data provável da sua estreia. Detalhes sobre esta versão têm sido revelados, como o nome dos Pokémon lendários Zamazenta e Zacian, bem como pormenores técnicos sobre o funcionamento dos jogos.

Um dos novos sistemas é o sistema de raid, que perimirá vários jogadores combinar esforços para superar desafios especiais. Uma outra diferença, e grande, é que ao contrário do que acontecia com gerações anteriores, o transporte de Pokémon de outros títulos para os Pokémon Sword e Pokémon Shield. Somente os que estão disponíveis na nova Galar Pokedex poderão ser transferidos. Por isso, não será possível “apanha los todos”. E também indica que surgirão novos títulos na série para preencher as lacunas deixadas.

Mas ainda antes de podermos jogar os Pokémon Sword e Pokémon Shield, ainda este verão será disponibilizado outro jogo Pokémon: o Pokémon Masters. Este jogo estará disponível ainda este verão, e poderá ser jogado nos sistemas iOS e Android, e poderá ser descarregado de forma gratuita. Contudo, haverá um mercado para comprar itens para o jogo. Quais itens, ainda não se sabe precisamente, e de que forma poderá impactar o jogo e o equilíbrio entre quem os compra e quem não o faz.

A história deste jogo passa-se na inteiramente nova região, a ilha de Pasio. Aqui, os treinadores de Pokémon se juntam para competir no torneio Master League. A história desenrola-se em caminhos semelhantes a títulos anteriores, com o jogador a colecionar crachás em vários pontos da ilha, até poder desafiar o título da Master League. Contudo, uma diferença significativa surgirá neste título. O jogador não controlará um treinador, mas sim até 3. Contudo, cada treinador apenas poderá carregar um Pokémon consigo, constituindo aquilo a que se chama um “sync pair”.

Inicialmente começaremos com um treinador (o nosso alter-ego no jogo) e com o avançar do jogo poderemos recrutar mais dois treinadores. Depois, poderemos engajar em combates de Pokémon 3v3.

Existem inúmeros “sync pair” famosos que fizerem história em títulos anteriores da série, ou nos animes. Como exemplo, poderemos recrutar Blue e o seu Pigeot, Brock e o seu Onix ou Red e o seu Charizard.

As batalhas serão diferentes, contudo, uma vez que ao contrário do sistema tradicional de batalha por turnos, as batalhas em Pokémon Master serão em tempo real. Cada Pokémon terá um barra de movimento que vai preenchendo com o tempo, e quando cheia, poderá executar um ataque. O uso de poções e outros itens por parte dos treinadores também será em tempo real.

Em conclusão, teremos três novos jogos na série Pokémon este ano, no verão e outono. Relativamente aos Pokémon Sword e Pokémon Shield aguardaremos por mais novidades sobre os mesmos. Já quanto ao Pokémon Masters, esse teremos acesso mais cedo, e veremos de que forma a nova dinâmica de combate, bem como a presença de uma loja de itens irá influenciar a jogabilidade e a receção do jogo.

Conheça Timo: The Game, o novo lançamento da Webcore Games para mobile

Hoje você vai conhecer Timo: The Game, um Point & Click extremamente premiado e que tem conquistado milhares de fãs em pouco tempo. Basicamente você vai viajar com o personagem que dá nome ao jogo em uma série de mundos fantásticos inspirados em livros de fantasia e usará esses livros para resolver puzzles de diversas maneiras. O título é vencedor do Edital da Spcine K.O. HQ de 2017 e conta com cenários em pixel art estilizados.

No jogo, o personagem Timo mergulha num livro e se vê perdido entre cinco mundos literários. Para que possa voltar ao mundo real, Timo precisa reunir os pedaços de um medalhão mágico que foi quebrado. Assim, ele parte numa aventura para encontrar a saída, desbravando diferentes universos por cada livro que visita. Nesse caminho, Timo encontrará muitos desafios e inimigos, mas também grandes companheiros e aliados.

00O primeiro dos mundos é uma realidade distópica, onde a leitura é coisa do passado e viagens para universos literários são incomuns, nosso protagonista, na companhia de seu pai, tenta sobreviver entre o real e o extraordinário. Os dois primeiros livros compõem a parte gratuita do jogo. Para jogar os outros três livros, o jogador precisa comprar a versão completa do jogo. De acordo com a desenvolvedora Webcore Games, os mundos que compõe Timo: The Game são das temáticas Medieval, Jurássico, Detetive, Fantasia e Pirata.

Com visão por cima, e os gráficos em pixel art, o game lembra bastante clássicos dos 16 bits, tais como a franquia Zelda, sendo que a diferença está na mecânica de jogo, focada no point & click. A aventura de Timo é bastante cativante e os cenários são belíssimos. O game já está disponível para iOS e Android.

Abaixo você confere o trailer de Timo: The Game:

Top – Jogos que levam referências do mundo real para o virtual

De Pac-man a Mario Bros., você certamente já viu referências de jogos eletrônicos na cultura pop em diversos veículos, certo? Mas já parou para pensar que os videogames também fazem diversas referências do que vemos na vida real? Pois é justamente esse aspecto que Felipe Oliveira, gerente de produtos da 2A.M., marca de notebooks e desktops gamers, quis mostrar ao listar alguns jogos que resolveram referenciar a vida real.

Abaixo você confere cinco jogos listados por Felipe Oliveira que fazem referências ao mundo real em seus gameplays por meio de selfies, memes, dancinhas e até pedidos de casamento:

 

5 – Mortal Kombat X

Uma das séries mais famosas da indústria dos games, Mortal Kombat entrou na onda das selfies em 2015, quando a personagem Cassie Cage ganhou um fatality em que, logo após finalizar seu adversário com um golpe brutal, pegava o celular, tirava uma foto e postava em suas redes sociais. É possível, inclusive, ver os comentários de outros lutadores do jogo na postagem de Cassie.

 

4 – Marvel’s Spider Man

Um dos mais famosos super-heróis de todos os tempos também se mostrou adepto das selfies. Em Marvel’s Spider Man, de 2018, os jogadores podem aproveitar os cenários incríveis do jogo e utilizar o “Modo Foto” para registrar cada momento. Também é possível caprichar nos filtros, incluir efeitos, alterar a intensidade da luz e até mesmo mudar a expressão do personagem.

“Outra referência de Marvel’s Spider Man ao mundo real viralizou como ‘o Easter Egg mais triste do mundo’. Isso porque um fã da série pediu aos desenvolvedores, via Twitter, que colocassem no jogo um pedido de casamento seu para a namorada, Maddie. O pedido foi atendido, mas, poucos dias antes do lançamento do jogo, Maddie decidiu encerrar o relacionamento”, conta Felipe.

 

3 – Fortnite

Lançado em 2017, o jogo do gênero battle royale fez muito sucesso pelo seu gameplay, mas também por suas “dancinhas”, inspiradas em filmes, memes e vídeos da internet. No game, os jogadores podem comemorar as vitórias com várias coreografias famosas, como as chamadas Reanimated, Ride The Pony e Disco Fever, inspiradas, respectivamente, em coreografias de Michael Jackson, Psy e do filme “Os Embalos de Sábado à Noite”.

“Em fevereiro deste ano, Fortnite também foi palco para uma apresentação virtual do Dj Marshmello. O show teve duração de 10 minutos e chegou a ter 10 milhões de jogadores simultâneos”, disse Felipe.

 

2 – Zueirama

O jogo brasileiro ainda nem foi lançado oficialmente e já chamou a atenção do público por inúmeras referências a memes, músicas e personagens reais. Repleto de humor, faz uma sátira ao atual momento político do país e tem como protagonista Zoinho, um menino que precisa acabar com o vilão Sargento Sádipo.

 

1 – APEX Legends

Recém-lançado, Apex Legends se tornou um grande sucesso em muito pouco tempo. O jogo do gênero battle royale se passa em um ambiente futurista, mas também apresenta referências ao mundo real, como quando um personagem comemora a vitória com uma dança bastante parecida com o famoso passo Moonwalk, de Michael Jackson.

The Queen’s Race – jogo promove a diversidade enquanto te desafia a ser a rainha das passarelas

O game de hoje é inspirado na ideia de luta pela igualdade de gêneros. Desenvolvido pela equipe da Checkpoint Studios, The Queen’s Race coloca o jogador no comando de drags em corridas bem peculiares. Trata-se de um aplicativo em que o jogador cria seu avatar, o personaliza e corre contra outras corredoras em provas e minijogos bem casuais.

Antes de se lançar na corrida o jogador deve escolher etnia, biótipo etc. A possibilidade de personalização é bem grande. O objetivo é fazer com que sua drag prove ter as habilidades necessárias para prosseguir na disputa e desfilar nas passarelas virtuais e ser coroada a maior drag queen do mundo.

Para alcançar a fama e a glória o jogador deve passar por minijogos, passatempos, e muitos outros desafios. A cada desafio vencido, você ganha pontos e dinheiro do jogo para editar ainda mais o personagem. Os minigames de The Queen’s Race não seguem uma linearidade, de modo que o jogador fica livre para decidir qual desafio pretende enfrentar primeiro, entretanto é necessário ganhar os pontos para seguir na aventura.

Há alguns momentos bem pitorescos em The Queen’s Race, como a temida fase Lip Sync for Play. Basicamente trata-se de um karaokê em que o jogador deve realizar uma série de comandos para manter sua drag cantando. Isto ocorre sempre que há uma vergonhosa derrota na fase. O jogador pode voltar à corrida do ponto que parou, mas antes terá de enfrentar o Lip Sync a fim de convencer os jurados que você merece uma segunda chance no desafio.

O objetivo do game é promover a luta e os movimentos LGBT de maneira divertida, mostrando que todos podem se divertir e merecem seu espaço ao sol. Você pode obter mais informações sobre The Queen’s Race na página do Facebook.

Abaixo tem um trailer de The Queen’s Race:

 

Bem Vindo ao Game Design – livro busca mostrar todas as etapas da criação de um jogo eletrônico

Quem nunca jogou um game e ficou se perguntando como se deu a sua produção? Pois é justamente sobre as etapas de um game design que se propõe a falar o livro “Bem Vindo ao Game Design”, do Prof. João Victor, fundador da escola de programação One Day e criador do canal One Day Code. A obra pleiteia mostrar como é produzido um título desde seus estágios iniciais até seu derradeiro lançamento, de modo que o leitor irá perceber o que diferencia um game de sucesso, de outro relegado ao ostracismo.

De acordo com o Prof. João, o livro “Bem Vindo ao Game Design” possui linguagem fácil para completos iniciantes, de modo que o leitor interessado em entrar de cabeça no mundo da produção de jogos possa transformar um HOBBY em uma PROFISSÃO, sejam quais forem suas habilidades.

O livro ainda não está finalizado, pois seu idealizador não conta com o apoio de uma grande editora – tudo está sendo feito pelo empenho do autor. Para finalizar o projeto e publicar o livro foi aberto uma campanha de crowdfunding a fim de arrecadar R$ 7.500,00 a fim de garantir a impressão, uma revisão esperta, diagramação etc. De acordo com João, o projeto nasceu após analisar que há muitas pessoas interessadas em produção de jogos, mas que não encontram materiais de pesquisa que tornem sua saga mais fácil.

“No mercado de jogos, existe uma grande falta de profissionais capacitados, e ao mesmo tempo um excesso de pessoas tentando criar jogos, sem saber como começar, gerenciar um projeto, organizar suas ideias e escolher o melhor meio de monetizar e progredir no mercado. O que acontece é que na maioria das vezes, as pessoas miram muito alto e ao tentar criar um “Grande MMORPG Battleroyale 3D” acabam se frustrando, nunca terminando o projeto e desistindo no meio do caminho”, diz o Prof. João Victor.

O livro “Bem Vindo ao Game Design” pode ser considerado um miniguia, ensinando passo a passo como gerenciar um projeto de jogo, quais são as áreas em que você pode se encaixar, recomendações de softwares e materiais de estudo e exercícios práticos sobre Design de Jogos. Você pode experimentar uma prévia da obra baixando o primeiro capítulo aqui.

Um dos capítulos mais interessantes é o que fala sobre as carreiras de game designer, pois é aqui que o leitor fica ciente de que pode atuar em diferentes ramos do designer de um game, tal como arte, música, programação, negócios etc. A ideia de “Bem Vindo ao Game Design” é mostrar que mais do que escrever linhas de programação, a produção de jogos abraça diferentes perfis de profissionais. Além disso, a obra fala sobre como é trabalhar em pequenos e grandes estúdios, além de pincelar um pouco como é o panorama do mercado nacional de jogos.

Você pode descobrir mais sobre o livro “Bem Vindo ao Game Design”, clicando aqui ou assistindo o vídeo abaixo:

Abertas as inscrições do Programa Launch 2019 da Playbor

Se você quer ter a oportunidade alavancar aquele seu projeto gamer bacana, eis a oportunidade: estão abertas as inscrições da 3ª edição do Programa Lauch da Raja Ventures. Neste ano o programa vai ser gerenciado pela Playbor, primeira pré-aceleradora com foco em games do mundo. Para participar seu projeto deve ser identificado como jogo digital ou aplicativo gamificado; ter foco nas plataformas mobile e estar em estágio inicial. A temática é livre.

O programa visa ajudar empreendedores do mercado de games na criação de empresas a partir de ideias ou projetos inovadores, apoiando no desenvolvimento da versão demonstrativa de seu jogo digital ou aplicativo gamificado, na validação de problema e solução e no lançamento da startup para os clientes no mercado. O objetivo é impulsionar o mercado de jogos mobile no Brasil e revelar novos talentos. Para se inscrever, clique aqui.

Basicamente os interessados no Programa Launch devem preencher a ficha de inscrição no site e aguardar a avaliação do júri. Os projetos selecionados passarão por 1 mês de aceleração, em que submeterão suas ideias e projetos inovadores à metodologia de 3 fases do programa, sendo elas a Game Jam, a Pré-aceleração e a Demoday. O período de inscrições está aberto e vai até o dia 07/04/2019.

De acordo com a Playbor, a Game Jam segue o programa básico, ou seja, uma maratona de desenvolvimento de jogos com 48 horas de duração, com a finalidade de concepção ou aprimoramento dos jogos digitais e aplicativos gamificados selecionados. Após isso será dado início a fase de Pré-aceleração – uma série de eventos online – com possibilidade de participação presencial – que consistem em mentorias, workshops, acompanhamentos e avaliações com profissionais que compreendem intelectual e metodologicamente sobre aspectos inerentes ao empreendedorismo no mercado de games mobile.

Por fim, será organizado o Demoday, um evento presencial voltado para apresentação das equipes participantes por meio de um pitch de negócios e ainda apresentação do jogo digital ou aplicativo gamificado desenvolvido para o público participante. Esta é a chance de o projeto ganhar destaque entre o público e imprensa nacional.

 

CALENDÁRIO – PROGRAMA LAUNCH

04/02/19 a 07/04/19: Inscrições Abertas

30/03/19: Launch Games Summit

08/04/19 a 22/04/19: Avaliação das Inscrições

03/05/19 a 05/05/19: Game Jam

13/05/19 a 07/06/19: Pré-Aceleração

15/06/19: Demo Day

 

Sobre o Projeto Launch

A iniciativa Projeto Launch terá a parceria da Consultoria Playbor e do fundo de investimentos Raja Ventures, que possui 38 startups investidas, das quais apenas 8% sofreram write-offs, investimento em 8 pools de investimento. A Raja conta com um orçamento de R$ 1 milhão já previsto para investimento em startups em 2019 e está presente em mais de 6 estados brasileiros e internacionalmente: MG, SP, RN, RS, RJ, SC e Boston.

 

Widow Games lança versão de Banco Imobiliário com realidade aumentada

Quem nunca passou boas horas com a família e com os amigos se divertindo no clássico Banco Imobiliário? Pois é pensando no espírito de nostalgia que a Widow Games, startup especializada no desenvolvimento de versões digitais de jogos de tabuleiro, resolveu atualizar um pouco a forma com que as pessoas poderão jogar este clássico. A empresa acaba de lançar ao mercado uma versão mobile nomeada Banco Imobiliário GEO (B.I.G.), que tem como grande destaque o uso da geolocalização e realidade aumentada.

A Widow Games buscou inspiração em Pokémon Go nesta empreitada , de modo que os jogadores terão a oportunidade de explorar locais reais para cumprir missões e desafios ingame. Com a essência de um jogo multiplayer, o game permite aos participantes comprar, vender, ofertar e fazer contrapropostas relacionadas às propriedades de outros usuários, com o objetivo de alcançar o topo do ranking dos melhores jogadores.

“O Banco Imobiliário GEO é um game para smartphone que vai muito além da tela do celular, pois utiliza mapas reais, com o uso da câmera e da realidade aumentada, permitindo que o jogador compre propriedades ao redor do mundo, além de interagir com outros milhões de jogadores”, destaca Martin Spinetto, fundador e CEO da Widow Games.

Tal como na versão de mesa, em Banco Imobiliário Geo você deve investir em propriedades para depois vendê-las mais caro, a fim de se tornar figura hegeônica financeiramente. A diferença é que com o advento das funções AR, você pode se deparar com outros jogadores e ganhar uma grana extra.

A expectativa é atrair entusiastas por boardgames, fãs do Banco Imobiliário e toda uma nova gerção de aficionados por jogos eletrônicos. Vale dizer que esta não é a primeira vez que a Widow forma aliança com a Estrela: no passado as empresas se uniram para o lançamento de versões digitais de Jogo da Vida e Genius.

Abaixo você confere um trailer de Banco Imobiliário GEO:

Top 5: acessórios para mobile gamers

Tem quem torça o nariz para jogos mobile, desdenhando da capacidade e o alcance que jogos menores tem. O que essas pessoas não se dão conta é que são justamente os jogos mobile àqueles que mais movimentam dinheiro no grande negócio dos jogos eletrônicos e são justamente eles que mais possuem adeptos ao redor do mundo. Justamente por isso dezenas de empresas mundo afora investem pesado em jogos e acessórios para tornar a jogatina móvel mais prazerosa.

Foi justamente pensando nisso que a Gorila Shield elaborou uma pequena lista de cinco acessórios ideiais para quem curte jogos para dispositivos mobile. Tem um pouco de tudo: de headset a gamepad. Dá para transformar seu smartphone em um console portatil bem estiloso e confortável.

“A indústria sempre foi muito focada no público masculino. A verdade é que se trata de uma atividade que muitas meninas também têm interesse, e a popularidade de jogos para smartphone entre elas ajudou a comprovar essa ideia”, diz Michelle Martins, da GorilaShield. Com o objetivo de tornar a experiência das mulheres geeks ainda melhor, a loja virtual fez uma seleção de acessórios imprescindíveis:

1. Gamepad

Os filhos dos anos 1990 e 2000 cresceram com os controles dos famosos consoles e portáteis Nintendo ou Sony em mãos, intuitivos e fáceis de manusear, diferentemente dos celulares, que exigem muita habilidade para executar as ações nos jogos com o toque na tela. Para criar uma experiência mais confortável, recomenda-se um gamepad, como o Red Knight ou o Pirate, que podem ser utilizados por usuários Android e iOS.

 

2. Suporte de pescoço

Assistir inúmeros vídeos de gameplay e descobrir os segredos e técnicas necessárias para zerar um jogo difícil pode ser uma tarefa exaustiva. Para que as meninas não deem mal jeito no pescoço ou fiquem com dor nas costas enquanto desvendam os mistérios dos seus apps favoritos, a Gorila Shield selecionou os suportes para smartphones, que podem ser utilizados em casa e no transporte público e são muito úteis também em longas viagens, sejam elas de carro, ônibus ou avião.

3. Headphones

Imergir no universo de fantasia, aventura e combates é parte importante dos jogos e, para criar essa atmosfera, os sons são indispensáveis. Para que a experiência seja completa, adquirir fones de ouvido de qualidade é essencial. Geralmente, os mais confortáveis e potentes são os headphones, como o Headset Tank; para quem prefere um modelo mais compacto, o Dual Tank entrega igual qualidade sonora. Ambos se conectam aos celulares via bluetooth, prevenindo que as pessoas se enrosquem nos fios.

4. Carregador portátil

Com tantos dispositivos – gamepads, headphones, os próprios celulares –, é preciso ter um carregador que reponha a bateria de mais de um deles por vez, sem abusar das tomadas de casa ou deixar o usuário na mão quando estiver na rua, em meio à correria do dia a dia. O Turbo Dual Shock resolve o problema e mantém os equipamentos vivos o dia todo com suas duas saídas USB.

5. Organizadores

Em meio aos diferentes gadgets, evitar que os fios enrosquem ou que alguma peça seja perdida é importante para não os inutilizar ou ter que gastar na compra de um novo. A Necessaire Organizadora Guardian ajuda a manter os dispositivos alinhados e seguros por meio de sua estrutura semirrígida, fabricada com material termomoldado.