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Legend of the Skyfish é o novo título da MGaia Studios inspirado na franquia Zelda

A MGaia Studios já é bem conhecida dos jogadores e é justamente deles que vamos falar hoje. O estúdio de Bauru, SP acaba de publicar seu novo game na Steam em busca de sinal verde da plataforma para o lançamento global para PCs. Trata-se de Legend of the Skyfish, um título de ação e aventura repleto de puzzles e inimigos desafiantes. Aqui você ajuda a improvável heroína Ganchinho Vermelho e sua mentora Moonwhale em uma missão para derrotar o vilão Skyfish.

Na breve trama você é Ganchinho Vermelho, uma garota que integra um grupo de pescadores que inadvertidamente desperta a ira de uma espécie de seres violentos que habita as profundezas do oceano. Sob a liderança do terrível Skyfish, esses seres submetem os pescadores e a única sobrevivente é Ganchinho Vermelho, que é resgatada pela baleia Moonwhale. Agora cabe a dupla descobrir uma forma de conter as forças de Skyfish e restabelecer a paz no mundo da superfície.

Legend of the Skyfish tem um estilo bem parecido com Legend of Zelda, ou seja, você vai explorar um mundo de fantasia com variadas dungeons e resolver quebra-cabeças enquanto enfrenta estranhos chefões. Ao invés de espadas, a Ganchinho Vermelho usa uma vara de pesca, uma arma que combina com a ambientação do jogo (o oceano). Durante a aventura o jogador vai aprimorar a vara de pesca, dando-lhe novas funções e usos para vencer os desafios.

Um dos elementos que mais salta aos olhos é o estilo visual de Legend of the Skyfish, que é inspirada no estilo da folk art, pintada à mão. Cada uma das 45 fases promete tirar o fôlego do jogador tal como a principal fonte de inspiração é capaz. A trilha sonora também é original e foi composta por Sean Beeson, ou seja, apesar de beber da fonte de Zelda este game tem identidade própria.

Até o momento não há uma data definida de lançamento para o título, mas a expectativa é que chegue por meados de 2017 para PCs. Por enquanto o estúdio procura o sinal verde na Steam, então toda a ajuda será bem vinda. Faltou apenas mencionar que o game é uma colaboração com o estúdio Crescent Moon, os mesmos desenvolvedores por trás de Jewel Road.

Abaixo você confere o trailer de Legend of the Skyfish:

Top 10: os jogos mais aguardados para 2017

O ano de 2016 ainda não terminou, mas já estamos com nossos radares acionados para o que nos espera para o próximo ano. Muitos jogos estão por vir e a maioria deles sequer foi revelada ainda. A E3 2017 promete ser uma das mais emocionantes, pois a Nintendo e a Microsoft devem preparar terreno para o lançamento de seus novos consoles, ao passo que a Sony deve investir pesado em novos jogos matadores.

As perspectivas são tão altas pois a atual geração está finalmente amadurecida e os estúdios já podem tirar o máximo proveito dos hardwares. Seja como for, já sabemos da existência de muitos games que devem ser sensação em 2017 e listamos 10 dessas preciosidades que são extremamente aguardadas pela comunidade.

Confira abaixo dez dos mais aguardados jogos para 2017:

 

For Honor

For Honor é mais uma nova IP da Ubisoft que tem tudo para se tornar um marco da indústria. Para quem não conhece, trata-se de um hack ‘n slash ambientado em um mundo de fantasia medieval. Neste mundo os jogadores enfrentam batalhas com samurais, cavaleiros e vikings pela supremacia no campo de batalha. A intenção da Ubisoft parece ser priorizar o multiplayer ao invés do singleplayer, o que pode ser uma má decisão. Entretanto, a estrutura inspirada em jogos de tiro pode ser uma boa opção para tornar os combates mais empolgantes. Mas não se preocupe ainda, o singleplayer já está confirmado, mas a Ubisoft não parece dar muito destaque para a história. Também pudera, uma história que reúna samurais, vikings e cavaleiros não deve ser levada tão a série mesmo. Quem sabe seja essa mistura louca que a comunidade precisa?

 

Shenmue 3

Shenmue nunca foi um sucesso comercial e a ideia original de Yu Suzuki de criar uma trilogia parecia fadada ao fracasso. Mas graças ao Kickstarter, uma ajudinha da Sony e à união de milhares de fãs parece que Shenmue 3 sairá do papel. Você assume o papel de Ryo Hazuki que busca descobrir os responsáveis pelo assassinato de seu pai. Apesar de carregar o peso de uma franquia famosa, Shenmue 3 deve ser bem diferente dos antecessores, pois a tecnologia deu um grande salto desde a derrocada do Dreamcast. Deste modo, esperamos uma espécie de GTA ambientado em pequenos vilarejos japoneses.

 

Injustice 2

O primeiro Injustice foi bastante aclamado pela crítica e pela comunidade de jogadores. Com a Warner/DC investindo pesado em seus heróis para a temporada 2017 no cinema, faz todo o sentido uma sequência para o game de luta. Batman, Superman e muitos outros heróis e vilões retornam para mais pancadaria com direito a reutilizar a mesma engine de Mortal Kombat X. Há quem possa torcer o nariz e dizer que o game é muito sombrio ou que é apenas outro Mortal Kombat com personagens da DC, mas a verdade é que Injustice 2 tem a ambição de ser o maior jogo de luta da próxima temporada.

 

Halo Wars 2

Sim, sabemos que Halo Wars 2 não é exatamente o título Halo que todos esperam. Mas Halo 6 sequer foi anunciado ainda e seu lançamento deve demorar um bocado. Até lá podemos curtir o universo expandido de Halo através desta improvável continuação do RTS que agitou o Xbox 360. Os acontecimentos deste game são imediatos após o fim de Halo 5: Guardians e retrata a tripulação da UNSC tendo de lidar com uma facção alienígena extremamente hostil chamada Banished. Tal como no primeiro Halo Wars, aqui vamos ter bastante estratégia e combates intensos, porém de maneira simplificada para atrair jogadores pouco acostumados com RTS.

 

Marvel vs Capcom Infinite

E se os heróis da DC farão seu retorno em 2017 através de um jogo de luta, o mesmo pode ser dito dos heróis da Marvel. A Capcom já apresentou muitas coisas sobre Marvel vs Capcom 4 e o que foi revelado é promissor: guerra pelas gemas do infinito, combate dois contra dois, combos, modo história e a introdução de muitos personagens novos. Ainda não temos confirmação se os X-Men ficarão mesmo de fora da pancadaria devido aos desacordos entre a Marvel e os detentores dos direitos de imagem dos mutantes. Se não tiver acordo, o jogo perde uma gama de personagens icônicos, mas a esperança é que os produtores conseguirão a participação de todo o roll de personagens criados pela Marvel.

 

Horizon Zero Dawn

Horizon Zero Dawn tem tudo o que fãs de RPGs de ação em mundo aberto podem querer, ou seja, universo único, enredo épico, temáticas envolvendo destino e identidade, combates intensos etc. O mais interessante é que os inimigos são dinossauros-robôs, algo pouco usual em qualquer jogo eletrônico. Mas é justamente essa liberdade criativa e o mundo pós-apocalíptico que faz com que tantos jogadores fiquem interessados neste game. Se a empreitada for bem sucedida, podemos apostar que Horizon Zero Dawn se tronará uma franquia.

 

God of War

O panteão grego foi totalmente exterminado por Kratos em sua sede por vingança, fato que levou todos os jogadores a acreditar que a franquia estava definitivamente acabada. Mas os produtores da Santa Monica deram um jeito bem interessante de trazer Kratos de volta: leva-lo até a mitologia nórdica para dar cabo de novos monstros, criaturas e deuses. Pelo que a Sony apresentou, os combates seguem um ritmo mais desacelerado do que nos jogos anteriores e muito do gameplay deve envolver o filho de Kratos. Ainda que a Sony não tenha confirmado nenhuma data de lançamento, a expectativa é que o novo game chegue às lojas ainda em 2017.

 

Mass Effect Andromeda

A história do Comandante Shepard já terminou, mas isso não quer dizer que a Bioware não tenho boas ideias para sua franquia estelar. É essa aposta de que ainda tem muitas histórias para contar que impulsiona este novo capítulo, então não espera que Andromeda seja mais do mesmo. Ate onde se sabe, o argumento central do game será encontrar uma nova casa para a decadente raça humana. Essa busca irá levar a nova tripulação por lugares inóspitos e violentos, então podemos esperar por momentos tão épicos quanto os da trilogia original. Ah e podemos esperar também que as mecânicas de conversação, romances e tiroteios estarão de volta.

 

Resident Evil 7

Resident Evil 6 foi um erro terrível e a Capcom sabe disso. Não nos interprete mal: o jogo não é injogável, mas a ação é tão recorrente que não deveria ter o nome de Resident Evil na capa. Resident Evil 7, por outro lado, promete reviver a sensação de puro horror que marcaram os primeiros games da franquia. A Capcom, aliás, parece estar disposta a ir além dos jump scares para abraçar de vez uma forma mais psicológica de terror (talvez inspirado em Silent Hills). As demos apresentadas até agora assombraram os jogadores (de forma positiva), então mal podemos esperar para ver se o novo capítulo da controversa série voltará a ser sinônimo de medo.

 

The Legend of Zelda: Breath of the Wild

A franquia Legend of Zelda é provavelmente a mais amada e respeitada de toda a história dos videogames. Afinal, ao longo dos trinta anos em que esteve ativa não podemos nos lembrar de um único Zelda ruim (bem, talvez aqueles licenciados para a Panasonic). De qualquer modo, Breath of the Wild tentará elevar a franquia para ares ainda não explorados graças a um mundo aberto e colorido a ser explorado. Ainda não temos detalhes sobre o enredo, mas o fato de que ele está em desenvolvimento desde 2013 é um sinal de que a Nintendo quer lançar um game impecável.

 

E para você, quais outros games são aguardados para o próximo ano?

Top 10: Games do Wii U que você deve jogar

Deixe-me adivinhar: você comprou o Wii U tão logo teve a oportunidade, pois tal como milhares de jogadores, esteve empolgado com as promessas da Nintendo de que este seria um console competitivo e que receberia amplo suporte das desenvolvedoras third parties, certo? Conforme a história mostrou, o Wii U está longe de ser um megassucesso e menos ainda de ser uma unanimidade entre a comunidade de jogadores. Entretanto, isto não quer dizer que você não pode se divertir com o console da Big N.

Ao longo dos seus quatro anos de existência, o Wii U recebeu alguns dos melhores jogos da geração. Alguns, inclusive, seriam facilmente apreciados por usuários de outras plataformas. Infelizmente a maior parte desta lista de obrigatórios são jogos da própria Nintendo, evidenciando qual foi o grande problema do sistema (pouco apoio de third parties).

Abaixo você confere os dez games que todo usuário do Wii U deveria conhecer:

 

Super Mario 3D World

super_mario_3d_worldSuper Mario 3D World surgiu em um período em que a comunidade começava a questionar a criatividade da Nintendo. Não podia ter saído em melhor hora: o título é tão atrativo e divertido quanto qualquer outro Mario da EAD Tokyo. A mistura da linearidade dos jogos 2D com a liberdade dos jogos do Mario em 3D funcionou perfeitamente, assim como o novo power up Super Bell, que transforma os protagonistas em gatos. Não bastasse a criatividade, o título ainda tem 114 fases e cinco personagens jogáveis: um prato cheio para os fãs do Mario, que nem sequer reclamaram o fato de que o jogo que eles queriam mesmo era Super Mario Galaxy 3.

 

The Legend of Zelda: The Wind Waker HD

wind-waker-hdPara quem não teve a oportunidade de jogar o Wind Waker no GameCube, a Nintendo tratou de relançar o game com novas características a jogabilidade, gráficos com 1080p de resolução, um novo sistema de iluminação, e outras pequenas modificações. O resultado é um prato cheio visual e um dos melhores games Zelda de todos os tempos. Vale destacar que em 2003, Wind Waker quase passou despercebido pela comunidade por causa de seus traços cartunescos. . O relançamento em HD significou uma segunda chance para um game tão bem produzido.

 

Splatoon

splatoon_wii_u_gameplay_screenshotEntão você ficou surpreso quando a Nintendo anunciou que produziria seu próprio shooter competitivo, certo? E que grata surpresa foi Splatoon, um game cheio de personalidade e divertido ao extremo, provando que a Big N ainda não perdeu o jeito para criar novas IPs. Não apenas os visuais são a cara da Nintendo, mas também a ideia central: pintar cenários e inimigos para definir quem vence. Pena que a rede online da Nintendo não é nada comparada aos dos consoles rivais, mas dentro de suas limitações, a Nintendo conseguiu criar uma comunidade dedicada e bastante fértil para Splatoon se tornar um sucesso e uma compra obrigatória para todos os usuários do Wi U.

 

Bayonetta 2

bayonetta-2Quem gostou do primeiro jogo não teve do que reclamar ao jogar esta sequência: Bayonetta é tudo o que os fãs poderiam esperar, ou seja, rápido, visceral, divertido, explosivo. Yusuke Hashimoto, Atsushi Inaba e Hideki Kamiya fizeram mágica com o hardware do Wii U, pois o game é capaz de apresentar efeitos visuais impressionantes e momentos de ação incessantes. Se você é fã de jogos ao estilo Devil May Cry e chegou a jogar o primeiro game, não há motivos para não experimentar Bayonetta 2. Tudo que o primeiro título fez de bom, Bayonetta 2 melhorou, seja mecânicas, efeitos visuais, jogabilidade, armas, habilidades etc.

 

Pikmin 3

pikmin-3-wallpaper-11Esta sequência pode até ser chamada de mais do mesmo. Mas o que não pode ser dito é que o jogo é ruim. Na verdade Pikmin 3 introduz um sistema co-op execelente, além de modos competitivos bastante instigantes. A campanha também não é nada mal e conta com boas nove horas em que os jogadores utilizam os pequenos Pikmins de maneira estratégica para derrotar diversos tipos de inimigos e obstáculos. Se você nunca jogou nenhum título da série, podemos comparar (em menor escala), como uma fusão de elementos de StarCraft e Command e Conquer, porém com criaturas coloridas e fofinhas.

 

Super Mario Maker

super-mario-makerTodos gostam do Mario, isto é uma máxima. E ao passo que a popularidade do bigodudo nunca está em queda, pode-se esperar novos jogos do mascote a cada nova temporada. Os games 2D do Mario estão entre os melhores jogos jamais criados e foi pensando nisso que a Nintendo criou o Mario Maker, uma ferramenta que permite a qualquer um criar seus próprios níveis. O resultado final não poderia ser diferente: milhares de cenários dificílimos e horas de diversão sem fim. Se você não tem paciência para criar cenários, pode se divertir apenas jogando os cenários criados pela comunidade. E se prepare para se frustrar bastante.

 

Mario Kart 8

mario-kart-8Mario Kart 8 não tem nada de inovador. Dito isto, deve dizer também que este é um dos melhores games do Wii U. Trata-se apenas de reutilizar a fórmula da franquia, dar uma polida gráfica e acrescentar cenários loucos e viciantes. Toda a diversão proporcionada pelo multiplayer do game do Wii foi mantida em MK8. Uma pena que a Nintendo não leve a sério a ideia de transformar Mario Kart em um eSport, pois imaginamos que seria um dos títulos mais disputados do cenário mundial.

 

Donkey Kong Country Returns: Tropical Freeze

tropical-freezeTropical Freeze é um presente para os fãs da amada série criada na geração 16 bits. Afinal temos o retorno de Diddy e Dixie, fases aquáticas, músicas de David Wise e design de fases que priorizam a diversão ao invés da dificuldade. Como se não bastasse, Tropical Freeze é o primeiro game da série em alta definição. Muitos jogadores nem colocaram as mãos neste game e a justificativa é que ele não é tão épico quanto a trilogia do SNES. Seja como for, Tropical Freeze é superior ao seu antecessor e um dos games mais divertidos e encantadores do Wii U. Em algumas horas será como relembrar os áureos tempos do SNES.

 

Super Smash Bros.

super_smash_bros-_wii_uTal como nos demais jogos da franquia Smash Bros. este aqui é uma das mostras de que a Nintendo ainda tem algumas cartas na manga. Afinal, quem poderia imaginar um embate entre o cachorro de Duck Hunt e o treinador do Wii Fit? A tela de seleção é a maior de toda a franquia, contando com quase todos os personagens de todos os demais games Smash Bros. Não fosse o suficiente, esta versão tem vários bônus, segredos desbloqueáveis e um combate divertidíssimo.

 

Monster Hunter 3 Ultimate

wiiu-monster-hunter-3-ultimateMonster Hunter 3 Ultimate é considerado por muitos como o maior e melhor game da franquia da Capcom. São centenas de criaturas para enfrentar e um clima de mundo aberto gigantesco. São criaturas para enfrentar em diversos ambientes, tais como oceanos, geleiras, cavernas e florestas. Os controles inovam graças à tela sensível ao toque e as habilidades e armas são bastante divertidas de utilizar. O game traz centenas de missões e subquests para completar. Se você é do tipo aventureiro e gosta de fazer centenas de coisas, Monster Hunter 3 é um prato cheio.

Ah, o canal Versus o Mundo também selecionou alguns games do Wii U que merecem destaque, confira abaixo:

Top 5: Jogos para melhorar o seu inglês

Provavelmente você já ouviu falar de alguém que aprendeu ou aperfeiçoou o nível de inglês ou outros idiomas jogando videogames, certo? E não é por acaso: os jogos já não são mais considerados apenas passatempos, além da diversão inerente eles passaram também a ter função de relaxar e aprender. Hoje é muito comum as pessoas assistirem séries, filmes e novelas com objetivo de aprender um novo idioma ou aperfeiçoar o que já sabem. Nas gerações passadas isso era ainda mais comum, pois jogos em português eram extremamente raros e esses serviços de localização geralmente eram feitos por fãs em versões não oficiais.

“Sabemos que apenas jogar para ganhar já não é mais o objetivo das pessoas. Os jogos estão ganhando um espaço relevante dentro das casas, empresas e, principalmente escolas que usam tanto jogos de tabuleiro quanto de plataformas eletrônicas, para ensinar, relaxar e disciplinar alunos”, destaca a CEO da Minds Idiomas, Leiza Oliveira.

Pensando em como é importante se relacionar com pessoas de outras nacionalidades, viajar para outros países, e saber um novo idioma para uma possível vaga de emprego, listamos alguns jogos que podem incentivar sua caminhada até fluência do idioma.

Confira abaixo cinco games que podem melhorar seu idioma inglês:

 

The Legend of Zelda

characters_ocarina_of_time_3dO jogo conta com diálogos curtos e simplificados, o que facilita muito para os iniciantes. Os jogos de RPG mais antigos são boas opções para aprender inglês, pois eles foram desenvolvidos para crianças entre 8 a 12 anos. Além disso, a trama é muito bacana e o jogador vai querer entender os casos passados pelos NPCs. Ajuda o fato de Link ser mudo, de modo que as reações do Link são semelhantes ao que o jogador teria de acordo com o que os NPCs falam.

 

BioShock

bioshockBioshock não tem muitos diálogos, mas ele ganha pontos por associar o inglês de uma maneira bastante visual. Ou seja, durante a campanha você vai ver diversos cartazes espalhados pelos ambientes e a partir deles acaba associando determinadas palavras com objetos. A última versão (Infinite) trabalha este conceito de maneira ainda mais ampla. Alguns temas são bem obscuros, então os jogadores mais jovens dificilmente vão se dedicar a este game, mas para os pré-adolescentes é um prato cheio.

 

Silent Hill

kill-the-last-boss-in-silent-hill-step-5O primeiro jogo do Playstation tem uma trama instigante e muitas das descobertas são feitas através de documentos encontrados pela cidade. Várias pistas para resolver puzzles também  são encontradas em anotações. Deste modo, você vai precisar ler bastante e se concentrar para sair da cidade enevoada.

 

Yu Gi Oh Tag Force series

157657-yu-gi-oh_gx_tag_force_2_usa-5Os jogos da franquia Yu Gi Oh para o PSP utilizam as regras oficiais do card game, de modo que você vai precisar ler as descrições a fim de realizar jogadas eficientes. Não basta apenas selecionar a carta mais forte para jogar, tal como no conhecido Forbiden Memories do PS1. Aqui você deve conhecer os efeitos das cartas para bolar estratégias vencedoras.

 

World of Warcraft

wow-bem-razinQualquer MMO serve para ilustrar a situação de WoW: milhares de jogadores espelhados pelo mundo interagindo entre si. Como a maioria são gringos, o idioma “oficial do jogo” acaba sendo o inglês. Logo você vai precisar se habituar a gírias e frases em inglês para se comunicar adequadamente com seus colegas de jogatina.

Retrô! The Legend of Zelda: A Link to the Past

O mês de novembro de 2013 trouxe um dos games mais esperados do ano para os jogadores do Nintendo 3DS. Trata-se de The Legend of Zelda: A Link Between Worlds. Explicar a importância da série para a indústria dos games é desnecessário, visto que ela possui milhões de fãs pelo mundo e não rendeu um único game ruim desde que foi criada na era do NES. Ao invés disso, vamos explicar o porquê tanta expectativa foi gerada ao redor de Between Worlds.

O game é a continuação direta de A Link to the Past do SNES, um dos jogos mais aclamados da plataforma e o favorito entre muitos dos fãs de Link. O mítico game chegou às prateleiras em 1992 (no ocidente) e instantaneamente tornou-se um dos jogos mais vendidos e bem conceituados da história.

A trama começa com Link despertando ao ouvir o pedido de socorro da Princesa Zelda. A princesa conta que o rei foi morto por um terrível mago chamado Agahnim, que tomou o controle de Hyrule e ordenou que os guardas capturassem as mulheres descendentes dos Sete Sábios que haviam selado o mal do mundo. Vale nota, leitor: de acordo com o Hyrule History, o antigo mal é uma analogia a Ganon, nesta linha do tempo Link falha na missão de Ocarina of Time e os Sete Sábios se unem para selar o mal. O objetivo de Agahnim é romper o selo.

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O tio de Link sai e diz para o herói ficar em casa, porém Link desobedece e vai atrás de seu Tio em meio a uma noite tempestuosa. Ao encontrá-lo à beira da morte, Link recebe o escudo e a espada. De acordo com seu tio, as esperanças de Hyrule estão depositadas no herói que deve usar de força, coragem e sabedoria para derrotar o terrível feiticeiro Agahnim. Ao resgatar a princesa das masmorras, Link é acusado de sequestro e passa a ser caçado pelos soldados do vilão e mal visto pelos habitantes de Hyrule.

A partir daí, nosso herói deve pegar a Master Sword, uma espada lendária capaz de derrotar de uma vez as forças do mal. Mas para isso, Link precisa reunir primeiro três pingentes mágicos que estão espalhados em diferentes partes do mundo. O resto já dá para imaginar: Link sai numa aventura atravessando dungeons repletas de quebra-cabeças e monstros perigosos.

O enredo de A Link to the Past por si só já é um dos melhores entre os games lançados para o SNES. Mas o que o tornou perfeito foi a manutenção da fórmula vista no primeiro jogo Zelda, com melhorias em todos os sentidos. Zelda II não era um jogo ruim, mas rompeu com tudo o que o os jogadores haviam conhecido da primeira aventura. Já o Link to the Past esqueceu a jogabilidade em side-scroll em prol da câmera por cima e exploração de dungeons (aspecto que permaneceu intocado em todos os títulos posteriores que não fossem em 3D).

Além do enredo cativante, o game também tinha como trunfo a introdução do Dark World, uma dimensão paralela onde habitavam outras pessoas. Tal dimensão era praticamente igual à Light World, porém com alguns ajustes e uma paleta de cores bem mais escura. O Dark World tornou-se um dos elementos corriqueiras da franquia, e o Link Between Worlds inclusive conta com o retorno dessa dimensão.

Os cenários eram um show à parte: bosques, florestas, masmorras, vilas, enfim. Tudo no game era construído com esmero e a trilha sonora de Koji Kondo fora muito melhorada. A trilha sonora, aliás, merece muito destaque, pois os arranjos conseguidos por Kondo no SNES eram primorosos. Arrisco-me a dizer que somente Koji Kondo e David Wise (Donkey Kong Country) fizeram o “algo mais” em se tratando de música no SNES. Essas melhorias técnicas se deviam ao poder do SNES. Era como se todo o conceito do primeiro Zelda fosse realizado no SNES, mas as limitações do NES impediram que o primeiro título fosse tão épico quanto LttP.

Uma curiosidade: Link to the Past seria originalmente um título de NES, porém Miyamoto e seu time perceberam que o console de 8 bits da empresa era limitado demais para rodar tudo o que eles tinham em mente. Após muito tempo em desenvolvimento, o game empacou. A solução encontrada por Miyamoto foi esperar o próximo console da empresa ser lançado ao mercado, e assim, A Link to the Past chegou ao SNES cerca de 1 anos após o lançamento da plataforma.

O game vendeu mais de 4 milhões de unidades e conquistou a ovação da crítica e dos jogadores. Para dizer a verdade, este foi o game que colocou a franquia Zelda entre as mais reconhecidas entre o público. O primeiro game sofreu reclamação pela simplicidade e Zelda II foi criticado pelo esquema em progressão lateral, mas Linkt to the Past não recebeu muitas queixas.

Hoje em dia o game pode parecer batido, frente às evoluções de hardware que vivenciamos através dos anos, mas saiba que ele é sem dúvidas um dos melhores games Zelda já lançados. Ele trouxe inovações técnicas para o SNES e foi um dos primeiros games com o conhecido chip de gravação. O espaço de memória ocupado pelo jogo era consideravelmente maior que a maioria dos jogos do console. Se você pretende jogar A Link Between Worlds, a recomendação é que jogue primeiro Link to the Past, afinal o game é ótimo e só tem a agregar aos jogadores.

Se você não jogou The Legend of Zelda: A Link to the Past, não perca mais seu tempo e corra atrás do prejuízo!

Fãs criam Live Action de Majora’s Mask

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Alguns fervorosos fãs da franquia Zelda criaram um vídeo live action para homenagear o lendário Legend of Zelda: Majora’s Mask. Os efeitos especiais não são dos mais elaborados, mas o que vale é a intenção, que garantiu uma das homenagens mais bacanas que já vimos. Além dos figurinos, os ávidos fãs se preocuparam em utilizar as músicas do game e até os cenários vistos. Apesar das limitações técnicas, já dá para sonhar como ficaria uma superprodução feita por algum grande estúdio de Hollywood.

Confira o breve trailer live action abaixo:

Banda Gameboys toca fabuloso medley de Zelda

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Provavelmente uma das nossas bandas dedicadas em GameMusic favoritas são Os Gameboys. Já assistimos várias apresentações desses garotos e nunca nos cansamos de ver como eles transformam cada tema dos videogames em um espetáculo. O repertório deles é vasto e passa por jogos lendários como Mario Bros., Donkey Kong, Sonic, entre outros. Mas nosso favorito mesmo é quando eles tocam os temas da franquia The Legend of Zelda.

Na última edição da Brasil Game Show (2013), por exemplo, os espectadores se surpreenderam com a musicalidade da banda e com a participação surpresa de um cosplay de Link. Foram momentos valiosos para os fãs da mítica franquia da Nintendo. Recentemente o grupo publicou um vídeo com uma apresentação dedicada tão somente ao jogo retro mencionado. Se você jamais viu Os Gameboys ao vivo, ao menos pode conferir em vídeo o porque gostamos tanto dessa banda:

 

Sugestões de compras para gamers no fim de ano

 

 

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Já estamos em dezembro e como de costume temos de pensar nos presentes de Natal, certo? Hoje o GameReporter tem algumas sugestões bem bacanas que acabaram de chegar ao mercado. Se você tiver bala na agulha não tema, seus filhos irão adorar os presentes. Caso não queira gastar muito, não tem problema: tem coisas baratas também.

Legend of Zelda: A Link Between Worlds: Até hoje não existe um único game da franquia Zelda que seja ruim. Felizmente para os fãs da série, Between Worlds é um dos melhores games do ano e um dos obrigatórios do Nintendo 3DS. O game recebeu notas altíssimas em reviews de sites mundo afora e os jogadores que compraram rasgaram elogios ao game. Como se não bastasse a qualidade do jogo em si, vale lembrar que o game é continuação direta do mítico A Link to the Past. Se você tem um 3DS ou possui um parente que detém o portátil, compre o game. É satisfação garantida!

Xbox-OneXbox One: O Xbox One é seguramente o console que vai fazer mais sucesso no Brasil por causa do preço ligeiramente menor que o concorrente. Os games lançados até agora não são lá o primor que se espera da nova geração de videogames, mas o Playstation 4 sofre do mesmo mal momentâneo. Se você quer se presentear, é muito fã de videogames e não consegue conter a ansiedade para colocar as mãos em uma nova geração, vá de Xbox One. Mesmo que ele ainda não tenha um game “must buy”, é questão de meses até que as produtoras lancem um killer app. O preço do One no Brasil é 2.299,00.

Playstation 4: Este aqui é indicado para os endinheirados ou para quem estiver viajando/comprando por sites gringos, pois no Brasil o Playstation 4 é um absurdo financeiro. Se você não liga para algo tão trivial quanto o dinheiro e é sonysta, embarque de cabeça, pois o novo console é um sistema muito poderoso e capaz de rodar games incríveis. Assim como seu concorrente, ainda não tem nenhum jogo obrigatório, mas se você quiser jogar Uncharted 4 e o próximo game da Quantic Dream, então vai precisar deste console.

arkham-originsBatman Arkham Origins: Os games do morcegão são legais, pelo menos os da geração PS360. Arkham Origins não revoluciona em nada e é apenas mais do mesmo, o que não quer dizer que o jogo é ruim, muito pelo contrário. A Warner teve o bom senso de manter as melhores coisas que a Rockstead fez nos jogos anteriores, além disso, o roteiro de Origins é um pouco melhor que o de City. Pode pegar sem medo. Só não espere um game revolucionário.

Call of Duty: Ghosts: Sim, nós sabemos que CoD: Ghosts não é o melhor Call of Duty já lançado. Também sabemos que a Activision deu uma baita mancada em praticamente copiar/colar cenas e mapas de jogos anteriores. De qualquer modo, se você quiser continuar jogando online com seus amigos é fatal que terá de migrar para Ghosts. Se serve de incentivo, o game está repleto de ação e o modo multiplayer é tudo o que fãs da franquia esperam. Preço sugerido: R$ 199,90.

Skylanders Swap Force: Uma sugestão para jogadores mais jovens é Skylanders Swap Force, a terceira edição da franquia. O game vem com bonecos e um “Portal of Power” para jogar. A grande sacada de Swap Force é que agora os bonecos podem ser divididos ao meio e usados com partes de outros personagens para dar novas habilidades ao herói. Com esse intercâmbio de peças, o game possui cerca de 256 combinações possíveis. O game é para Xbox 360 e Playstation 3 e tem preço sugerido de R$ 299,90. Sim, comprar os bonecos sai caro, mas eles podem ser usados nas duas plataformas e são belas peças de decoração para quando o console estiver desligado.

Angry Birds Star Wars: Angry Birds é sem dúvidas um dos games mais divertidos dos últimos anos, e o crossover com Star Wars é o mais interessante da franquia (em todos os sentidos). No capítulo, os jogadores ajudam os pássaros mal-humorados a enfrentar o império dos porcos. O legal é que, além da história, a própria jogabilidade é cheia de referências dos filmes criados por George Lucas. O título conta com mais de 200 fases (20 exclusivas para os consoles). O game ainda tem suporte a Kinect e ao Playstation Move. O game é indicado para todos os públicos e tem um preço mais camarada; R$ 159,90.

G27 Racing WheelsG27 Racing Wheel: Este é um supervolante para quem curte games de corrida (terrestre e aéreo). O G27 tem rotação de 900 graus e sua tecnologia é tão alta que ele transmite as condições da pista como buracos e colisões diretamente para às mãos do jogador. Além disso, o volante é equipado com um câmbio de seis velocidades, pedais em metal e um acabamento de luxo. O preço é alto, mas justifica-se pela alta tecnologia: R$ 1.199,90. Se você é do tipo que gosta do bom e do melhor, sem culpa ou receio de gastar para desfrutar, pegue este volante. Só não vai ficar ostentando para seu amigo que pegou um volante genérico hein, não é nada bonito!

Super Mario 3D World: Para os usuários do Wii U, a dica é Super Mario 3D World, pois o game esbanja alta qualidade. É um dos melhores jogos já lançados para a plataforma e certamente é O jogo que coloca o Wii U como uma opção de compra neste natal frente aos lançamentos do Xbox One e Playstation 4. Se por acaso a Sony e Microsoft ainda não têm um killer app, a Nintendo já tem pelo menos dois (o outro é Legend of Zelda: Wind Waker).

 

Conhece o musical Zelda? Não? Chegou a hora de conhecer…

Musical Zelda

Conhece o musical Zelda? Não? Chegou a hora de conhecer… Muito frequente que os temas de Legend of Zelda são interpretados por orquestras, como na Video Games Live ou por fãs de games que toquem música clássica pois é uma das franquias com as músicas mais marcantes do mundo dos games.

No entanto o vídeo abaixo traz uma versão muito interessante de Zelda: um musical! É o musical Zelda. Não só a letra é sensacional, como também os gráficos que mesclam muito bem o 2D com o 3D e fazem referências a vários jogos dá série.

Musical Zelda

O mais irônico é que o protagonista da série é mudo… ou será que não?! Mas diga, o que achou do vídeo?

( via Topless Robot , Kotaku )

Confira a apresentação musical realizada na Nintendo World

Durante o evento Nintendo World, onde foi mostrado o DS, a Big N promoveu a execução da trilha sonora de alguns de seus games mais icônicos.

O show oferecido aos participantes foi registrado e disponibilizado na web em forma de clipes. São três clipes, onde são reproduzidas os temas de Donkey Kong Country (primeiro vídeo), Animal Crossing e Super Mario Bros (segundo vídeo) e The Legend of Zelda (último vídeo).

Confira abaixo e tenha o gostinho do que os visitantes presenciaram.
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