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Bandai Namco confirma Digimon All-Star Rumble para novembro no Ocidente

A Bandai Namco anunciou que as Américas receberá em novembro o jogo Digimon All-Star Rumble. O título dos monstros digitais chega às plataformas Xbox 360 e Playstation 3 no dia 11 de novembro. O título foca-se em batalhas multiplayer em arenas envolvendo os conhecidos Digimons, que já apareceram em animes, filmes, mangás, brinquedos etc.

No game, o Digimundo está em uma era de paz após diversas guerras e crises, entretanto os habitantes desse mundo ainda precisam batalhar para digi-evoluir. Por isso, os digimons criam o primeiro “Torneio Digimon Evolution” para determinar quem é o mais forte de todos. Nesta competição temos 12 digimons à escolha, sendo que com as formas evoluídas, consegue-se 32 formas diferentes para controlar.

Entre os mais conhecidos, é possível controlar alguns dos mais adorados como Agumon, Gabumon, Dorulumon, Shoutmon, entre outros. Esses digimons compreendem as temporadas televisivas de Digimon Adventure até o mais recente Fusion. Pena haver somente 12 personagens habilitáveis na tela de seleção, afinal existem muitos digimons que os fãs gostariam de controlar

O multiplayer é para quatro jogadores e os jogadores enfrentam-se no modo Versus Battle, que lembra os combates vistos no clássico Digimon Rumble Arena do Playstation 1. De acordo com  a Bandai, os combates não são apenas esmagar de botões, mas contam sim com uma dose de estratégia. É necessário escolher o momento certo para evoluir seu Digimon, bem como utilizar ataques especiais ou ficar na defensiva é tão importante quanto lançar-se ao combate franco.

Abaixo tem um trailer do game Digimon All-Star Rumble:

Time de Curitiba representará o Brasil na Imagine Cup 2014

Alguns dedicados desenvolvedores brasileiros foram selecionados para as finais da Imagine Cup 2014, um concurso de jogos independentes organizado pela Microsoft que vai eleger o melhor dentre os games participantes. O destaque é que os curitibanos Eduardo Schildt, Luiz Henrique Gomes Monclar, Rhandros Dembicki e Robson Keidy Sewo são os únicos representantes brasileiros na final mundial da Imagine Cup. São todos estudantes de Pós-Graduação em Aplicativos para Jogos Digitais da Universidade Positivo.

Tal feito foi alcançado com o jogo Liaison, que foi desenvolvido para as plataformas PC e Xbox Live. Trata-se de um game que retrata a amizade de um menino e seu cachorro que foram presos em um calabouço e devem encontrar a saída do castelo resolvendo complicados puzzles espalhados por diversos cenários. O game foi desenvolvido para ser jogado tanto no Xbox 360 quanto no Xbox One.

Liaison baseia-se na premissa que o menino e o cachorro possuem habilidades diferentes e precisam trabalhar juntos para vencer os desafios. O ideal é que eles trabalham sem se distanciar, pois quanto mais distante, mais sombrio o cenário fica e surgem novos inimigos. O título foi desenvolvido em Unity 3D e seu estilo plataforma/puzzle tem tudo para agradar em cheio jovens jogadores e adultos.

“O jogo é focado na resolução de quebra-cabeças e problemas, mas também possui elementos que requerem destreza e agilidade por parte do jogador”, diz o estudante Luiz Henrique Gomes Monclar, um dos autores do projeto.

A final da Imagine Cup será realizada em Seattle, nos EUA, entre 10 jogos, incluindo Liaison. De acordo com dados da Positivo, na fase inicial haviam 34 países na disputa e o quarteto brasileiro é o único finalista na competição, o que torna o fato ainda mais impressionante. A Imagine Cup ocorre desde 2007 e tem como um dos objetivos reconhecer inovações tecnológicas produzidas por estudantes de todo o mundo.

Se os brasileiros vencerem a competição, levaram o prêmio de US$ 50 mil e a chance de divulgar seu jogo durante o PAX (Penny Arcade eXpo), um festival que passa pelas cidades de Seattle, Boston e Melbourne. Se depender da qualidade do jogo, o time Liaisontem boas chances. Vamos ficar na torcida!

Dez Momentos vergonhosos da atual geração que não queremos rever no PS4 e Xbox One

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Em apenas algumas semanas a Sony e a Microsoft irão lançar seus novos videogames, o Playstation 4 e o Xbox One, para alegria dos amantes de tecnologia e games foto realistas. Nada como uma nova geração para aquecer a indústria, certo? Assim como analistas de mercado, ficamos nos perguntando o que será das empresas em alguns anos, que tipo de jogos estaremos jogando e quais os adventos da nova geração?

Ainda em clima de despedida da atual geração (viu nosso top dos jogos que marcaram a geração?), resolvemos eleger dez momentos que não queremos que se repita com o PS4, Xbox One e Wii U, afinal eles tem muito potencial pela frente e odiaríamos ver as fabricantes e produtores fazendo bobagens homéricas como as vistas no post abaixo. Tem um pouco de tudo: problema de arquitetura, produtor pagando mico, jogos não lançados, etc.

 

O preço de lançamento do PS3

ps3_priceQuando o Playstation 3 foi revelado oficialmente ao público no distante dia de 16 de maio de 2005 o mundo ficou assombrado, porém no mal sentido. Quem acompanhava as notícias em portais e revistas estava entusiasmado com o poder da nova máquina e com os gráficos que ela poderia gerar, porém o pessimismo era grande graças ao preço absurdo estipulado US$ 499 na versão de 20 GB e US$ 599 na versão de 60 GB (a imagem ao lado ilustra uma queda de preço dos respectivos bundles). Uma verdadeira paulada!

Como se não bastasse o preço, o controle revelado na ocasião era muito estranho. A comunidade gamer fez diversas piadas sobre o formato do controle bumerangue. A arrogância da empresa era digna de nota – a propaganda adotada pela companhia conclamava aos quatro ventos que o console simplesmente fazia tudo. Assim, o aparelho ganhou o incômodo status de artigo de luxo, destinado apenas aos jogadores mais almofadinhas. No Brasil há quem diga que se encontrava o aparelho por módicos R$ 6.000,00!

Aos poucos a vantagem de um ano do Xbox 360 em relação ao Playstation 3 foi começando a fazer diferença. Hoje em dia as duas plataformas estão praticamente em pé de igualdade em número de vendas, sendo que o console da Sony recuperou uma desvantagem tremenda. Isto ocorreu pela mudança de postura da empresa, queda nos preços, lançamentos de qualidade, etc.

OBS: Parece que a Sony aprendeu a lição (pelo menos lá fora)! O PS4 foi anunciado oficialmente pelo preço de US$399,00. Porém a Sony do Brasil não entendeu o ponto: o novo videogame chega por essas bandas pela bagatela de R$4 mil, o preço de uma moto popular e quase o dobro do preço do concorrente Xbox One.

 

Controles imperfeitos

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Um grande problema dessa geração foram os controles. Sim, sabemos que o controlador do Xbox 360 é possivelmente o melhor já produzido por qualquer empresa e que o do PS3 não fica muito atrás. Também sabemos que o controle do Wii foi uma revolução e tanto, porém eles podiam ser melhores, em especial o do Xbox e do Wii. Pilhas!? Nada mais incômodo do que estar naquela parte decisiva de um game especialmente complicado e ver seu querido jogo ser pausado por causa da ausência de pilhas. É um aborrecimento e tanto! Melhor para os donos de PS3 que não sofre desse mal.

 

The Last Guardian – The Tales of an Unreleased Game

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Um dos games mais aguardados desde seu anúncio foi The Last Guardian. Também pudera: o título é uma das obras de Fumito Ueda, o cara por trás de pérolas como Ico e Shadow of the Colossus. O design do game e seu estilo artístico davam a clara sensação de que algo extraordinário chegaria ao mercado, o tipo de game que venderia consoles.

Porém não foi o que aconteceu: desde seu anúncio em 2007, o título nunca foi lançado, passou tanto tempo em produção que os gráficos considerados lindos de morrer na época já parecem batidos. O game passou muito tempo fora do circuito dos grandes eventos, incluindo a E3, o que fez muita gente especular que o título havia sido cancelado. Até mesmo Fumito Ueda deixou de fazer parte da folha de pagamento da gigante japonesa.

Recentemente o presidente da Sony veio a público para revelar que o game segue firme e forte, ainda com a diretriz criativa de Ueda. As apostas são de que ele será lançado para o Playstation 4, algum dia.

 

Kinect – Uma enganação divertida

Mentiras, tudo o que a Microsoft mostrou do Kinect foram mentiras naquela E3 2010. A impressão é que a empresa de Redmond estava lançando um aparelho verdadeiramente revolucionário, muito à frente de seu tempo, capaz de simular roupas para o usuário antes dele se vestir ou de trocar as skins do skate de um game. E o que o aparelho se mostrou? Uma câmera prioritariamente para games de dança e outros títulos party.

Não vamos ser hipócritas a ponto de dizer que o aparelho é ruim. Nada disso. Ele funciona, de fato. E podemos ver sim que ele possui uma tecnologia bastante complexa de todo modo. Porém se analisarmos o vídeo abaixo fica claro que a idealização do Kinect foi estupidamente exagerada e só serviu para enganar os potenciais compradores.

O Kinect 2.0 do Xbox One parece uma clara evolução do que já foi feito e não há dúvidas de que ele será largamente explorado por produtores. Felizmente a Microsoft teve o bom senso de segurar um pouco o pessoal de marketing para que não voltemos a ver enganações como essa:

 

A sinalização da Morte

 

3rlComo não falar das decepções da atual geração de consoles sem mencionar as famigeradas luzes vermelhas da morte, as 3rl. Como disse um amigo certa vez, a impressão que se tem é que os engenheiros querem colocar tanta parafernália dentro de uma caixa sem se preocupar com a ventilação, que é fatal que o sistema inteiro se torne uma fornalha infernal.

O sistema simplesmente não suporta tantas tarefas ao mesmo tempo e acaba superaquecendo. No caso do Xbox 360 isso não seria um problema se ele simplesmente fizesse o shutdown, desligasse o videogame pedindo um descanso, mas o que ocorria era a morte instantânea de um aparelho caro. A internet foi tomada de reclamações e a gigante americana nada pôde fazer a não ser estender a garantia do console, desembolsando bilhões de dólares.

Ao longo dos anos a arquitetura do console foi melhorada até que chegássemos ao modelo Slim que é muito seguro mesmo, porém o estrago já estava feito: a credibilidade da empresa foi arranhada. Não sei vocês, mas irei esperar alguns meses antes de pegar um Xbox One, nesse tempo vou acompanhar a recepção do público. Todavia, parece que este é um aparelho robusto e bem ventilado.

 

Edições HDs que não superam as versões “retrô”

Uma epidemia assolou as produtoras de games nos últimos anos: a epidemia do HD. Toda empresa que se preze acabou lançando uma versão em HD de um game das antigas para alegria dos fãs mais nostálgicos. Não vejo nada de errado em edições remasterizadas, afinal elas acabam trazendo mais do que gráficos tunados. Nesses anos vimos relançamentos muito bem vindos como Ocarina of Time para 3DS e Halo para o Xbox 360, pois esses sim trouxeram um ar de novidade a jogos tão adorados no passado.

O problema é que algumas empresas perderam a mão e acabaram por lançar edições HD totalmente descartáveis, como foi o caso de Silent Hill HD Collection da Konami. O game não só não traz mudanças gráficas significativas como chegou recheado de bugs inexistentes na versão original de Playstation 2, ou seja, um relançamento apenas para caçar níqueis. Isso para não mencionar outros fiascos em HD tais como Okami HD, Castle of Illusion HD e DBZ: Budokai HD Collection (esses não foram ruins em termos de qualidade, mas decepcionaram nas vendas).

Na indústria de cinema costuma-se dizer que os produtores estão sem idéias, por isso vemos diversos reboots e remakes de filmes antigos. Será que no futuro a indústria dos games sofrerá uma crise de criatividade também?

 

Please Insert Disc 2

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Anos atrás os jogadores de Playstation 1 precisavam trocar de disco se quisessem terminar games como Final Fantasy VIII, Heart of Darkness, Breathe of Fire, entre outros. Então veio a era Playstation 2 e esse costume foi totalmente abolido da indústria graças a capacidade de armazenamento maior dos DVDs em relação aos CDs. E por fim veio o Playstation 3 com o Bluray com espaço de armazenamento mais que o suficiente para os produtores de games. Achava-se então que aquele velho costume de trocar a mídia no meio da partida era coisa do passado. Só que não.

O Xbox 360 adotou os DVDs de dupla camada como mídia padrão, o que o deixou em desvantagem em relação ao Playstation 3. Assim, quando um game grande era lançado para as duas plataformas era fatal que a versão de Xbox viesse com mais de uma mídia, tais como Mass Effect, L.A Noire, GTA V, entre outros. Muitos podem dizer que isso não é um incômodo tão grande assim, mas a quem estão tentando enganar? Até mesmo produtores gabaritados como Hideo Kojima já mostrou que não é muito fã do “Insert Disc 2”. Na nova geração a prática deve ser abandonada de vez, visto que os três consoles possuem o Bluray como mídia padrão. Nosso sedentarismo agradece.

 

PSN Hackeada

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Quem se habituou a jogatina online sabe o martírio que é ficar privado da internet. Os jogadores de Playstation 3 são testemunhas de que uma rede online que fica no modo offline é uma lástima, principalmente se você paga pelo serviço. Em 20 de abril de 2011 os serviços da PSN ficaram fora do ar devido a um ataque por hackers, uma vergonha tão grande que os próprios diretores da Sony pediram desculpas pela grande mancada que ocorreu. Alguns jogos como Double Dragon e Bionic Command ficaram indisponíveis, pois necessitam de autenticação online antes de serem jogados. Além disso, a Sony (que já não tinha tanta saúde financeira) teve de amargar um baita prejuízo que alcançou a faixa dos 120 milhões de dólares.

Como se não bastasse, os autores dos ataques tiveram acesso às contas dos usuários, incluindo dados de cartões de crédito. Imaginem o desespero dos jogadores e da própria Sony com o caso. Com certeza foi um episódio nada engraçado e que não deve se repetir nunca mais, principalmente na próxima geração, onde se espera que os consoles sejam ainda mais seguros.

 

Apresentação da Konami na E3 2010

Ah, a E3. Palco dos grandes anúncios da indústria de games e oportunidade única de pagação de mico. A Konami foi uma das empresas que se tornaram alvo de piadas após uma apresentação ruim. N3 II foi um jogo merecedor do rótulo “fracasso justo”, pois nem se enquadra na categoria dos “injustiçados” de tão ruim que o jogo é, mas antes de chegar às prateleiras ele tornou-se notícia com seu anúncio estapafúrdio na E3 2010.

Taki Fuji, o produtor do jogo, foi ao palco da maior feira de games do mundo com a simples missão de dizer o porquê seu jogo era sensacional e os jogadores deveriam comprá-lo até o esgotamento. O resultado não foi o esperado: esta foi seguramente uma das mais vergonhosas apresentações da E3 (superando até o circo de soleil da Microsoft), pois a única pessoa que poderia levantar a moral do jogo perdeu moral em poucos minutos. Como não nos esqueceremos da célebre frase repetida à exaustão por Taki Fuji “one million troops”.

Desde então a Konami decidiu-se por fazer apresentação por vídeos pré-gravados a fim de evitar novos momentos de vexame, uma decisão acertada do ponto de vista do marketing, mas muito triste para quem espera se divertir muito na E3. Por fim, podemos dizer que a primeira impressão foi a que ficou nos espectadores, pois N3 II teve uma recepção muito fria da critica e dos consumidores.

 

A fonte gigante do Xbox 360

xbox 360 fontAs primeiras versões do Xbox 360 vinham com uma fonte de alimentação desajeitada: nada menos que 1.80 Kg. Tudo bem que ela ficava meio escondida na sala dos jogadores e não atrapalhava tanto, mas a estética da fonte era realmente muito incômoda. Os consoles concorrentes vinham com uma fonte menor ou interna, o que evidenciava que o time de engenheiros da Microsoft não pensaram nas melhores soluções para o hardware mesmo.

Ao menos, se serve de consolo, a fonte não era interna. Imaginem algo daquele tamanho emanando calor dentro do videogame. Além do console ganhar mais volume e peso ele seria mais suscetível a problemas de aquecimento ainda. Na geração atual o Xbox One possui uma fonte bem mais compacta, o que se torna um alívio e comprovam que os engenheiros de produção aprenderam bastante com seus erros.

 

O Processador Cell e seus os multiproblemas

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Muita gente costuma dizer que o Xbox 360 e o PS3 são basicamente a mesma coisa, mas a verdade é que não é bem assim. A primeira vista pode parecer que um game que roda nas duas plataformas são exatamente iguais, mas quem tem um “olho de thundera” consegue ver além do alcance e acaba notando certos detalhes em jogos multiplataforma.

Uma das provas “vivas” é o hit Skyrim da Bethesda, que consegue ser um ótimo jogo no PC e um bom jogo no Xbox 360 e no PS3. Na plataforma da Sony, porém as coisas não são só rosas: ele sofreu para ser desenvolvido para a plataforma devido à complexidade da arquitetura do processador Cell. Resultado: bugs além do normal, queda de frames, entre outros.

Skyrim foi só um exemplo claro de que os desenvolvedores comeram o pão que a Sony amassou para conseguir levar seus jogos ao sistema. O Cell é sempre descrito como menos amistoso e difícil de trabalhar em comparação com a arquitetura do Xbox 360 e PCs. Na prática todo jogo multiplataforma sofre um pouco mais no PS3. Por outro lado, os estúdios da Sony conseguiram de algum modo tirar o máximo proveito do sistema, resultando em games que a concorrência gostaria de ter como Heavy Rain e The Last of Us, por exemplo.

De acordo com a Sony e de diversos outros produtores a arquitetura baseada em PC do Playstation 4 tornou a tarefa de desenvolver para o sistema muito menos complicada. Então podemos esperar que os jogos multiplataforma sejam mais uniformes na nova geração.

 

Wii é cachorro abandonado

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Assim que um videogame novo chega ao mercado é comum que as empresas o abandonem para priorizar o novo brinquedinho. Vimos isso acontecer com o Xbox original: a quantidade de games lançados para o sistema simplesmente caiu absurdamente assim que o Xbox 360 começou a ganhar as atenções do público e da imprensa. Infelizmente para os 100 milhões de compradores do Wii, a Nintendo fez o mesmo assim que os trabalhos com o Wii U começaram.

De 2010 pra cá o Nintendo Wii não recebeu quase nenhum jogo de respeito, claro tivemos Super Mario Galaxy 2 e The Legend of Zelda Skyward Sword, e graças a fãs com algumas petições, a Big N liberou Xenoblade para o ocidente além de Pandora Tower, mas se dependesse apenas da empresa o game jamais iria atravessar o mar. Poxa Nintendo!

Atualmente o Wii não recebe nenhum jogo 1st party. O foco da empresa é o Wii U (com razão, é claro) e o 3DS. Talvez o pior de tudo é a cara de pau da empresa de lançar outra versão do Wii, intitulada Wii Mini. Não nos entenda mal, o console é bem simpático e tem um preço atraente, mas qual a finalidade de lançar uma nova versão de um console que ninguém (nem a própria fabricante) dá atenção. Faz-nos recordar a Tec Toy que nunca parou de lançar novas versões do Master System, apesar do videogame estar obsoleto há anos. Será que a Nintendo não podia utilizar o dinheiro gasto no Wii Mini para lançar mais uns dois jogos novos para o Wii?

A Microsoft disse que continuará apoiando o Xbox 360 até 2013 e a Sony também disse ter intenções de manter o PS3 ainda vivo, mas é de se desconfiar que eles vão resistir após 2014…

 

Colaboração: Victor Cândido

Far Cry 3 tem preço reduzido em quase 40%

Far Cry 3

É provável que você ainda não saiba, por isso vamos divulgar! Um dos melhores (senão o melhor) game de 2012 teve redução no preço: Far Cry 3 passa a custar R$ 99,00 nas redes varejistas. A queda de preço equivale a cerca de 40% do preço anterior (R$ 159,00). De acordo com a Ubisoft, o novo preço é válido para as versões Xbox 360 e Playstation 3. Com este corte no preço a Ubisoft esperar alavancar ainda mais as vendas do título e dar a oportunidade para quem ainda não conheceu o game de desfrutar de um jogo imperdível.

“Estamos muito felizes por levar a um público ainda maior um dos grandes sucessos da Ubisoft. Far Cry 3 é um jogo com ótima história, personagens envolventes e cenários lindíssimos”, disse Bertrand Chaverot, diretor da Ubisoft no Brasil e América Latina. “O jogo foi muito bem avaliado pelos fãs e mídia especializada e essa é uma ótima oportunidade para quem ainda não conhece a franquia dar os primeiros passos na série”, completou.

O shooter  da empresa francesa coloca o jogador na pele de Jason Brody, um jovem que se vê isolado em uma ilha tropical. Neste paraíso tropical o protagonista deverá sobreviver a ataques de animais selvagens e a loucura do vilão Vaas. A violência e a ilegilidade são recorrentes durante a aventura e sobreviver é o único desafio.

Abaixo você confere o trailer do game de Far Cry 3:

 

Xbox One: conheça o console de nova geração da Microsoft

Xbox One

Xbox One! E por fim a nova geração de videogames ganha um rosto! Nesta terça-feira (21 de maio de 2013) a Microsoft cumpriu o prometido e revelou para todo o mundo o sucessor do Xbox 360. Ao contrário da Sony, a empresa de Redwood não se fez de rogada e decidiu mostrar o tão aguardado videogame, além disso, o evento serviu para apresentar os primeiros jogos do aparelho, especificações técnicas e os planos da companhia para agarrar os jogadores.

Xbox One é o nome do novo videogame da Microsoft, que batizou o aparelho visando torná-lo o eletrônico número “um” da sua sala. Em outras palavras, “um” aparelho para suprir todas as suas necessidades, seja assistir TV, acessar a internet, ouvir música, assistir filmes, falar com a galera e, logicamente, jogar. Resumidamente: o aparelho tudo em “um”.

A apresentação do aparelho em si, foi praticamente focada em mostrar o design e o novo controle, além do Kinect renovado. A intenção era mostrar à comunidade que a Microsoft não tem o que esconder, aspecto esse muito criticado na coletiva da Sony. Se pararmos para analisar, veremos que a apresentação da Microsoft foi inversa à da Sony: enquanto que a empresa japonesa focou suas atenções nos jogos e pouco falou do console, a Microsoft falou muito do aparelho, mas muito pouco sobre os jogos.

De acordo com a empresa americana, há 15 títulos exclusivos em produção para o console, sendo que oito são novas IPs. Onde esses títulos estão só a Microsoft pode dizer, pois o evento de revelação só mostrou três novos jogos: Forza Motorsport 5 que destilou gráficos impressionantes, Quantum Break da Remedy (famosa pelo game Alan Wake) e o Call of Duty: Ghosts da Activision que até ganhou um trailer.

Além destes, a EA também anunciou uma parceria para trazer FIFA 14, Madden 25, UFC e NBA Live. A Ubisoft não apareceu no evento, mas já divulgou para a imprensa que os títulos Assassin’s Creed IV: Black Flag e Watch Dogs farão parte da biblioteca do Xbox One, além de outros seis jogos não revelados. A Square-Enix também já afirmou que Thief também estará na plataforma, assim como Destiny da Bungie, que já havia sido confirmado para o Playstation 4.

Sobre as definições técnicas do Xbox One: Uma CPU 8-Core AMD, Memória RAM 8GB DDR3 (sendo 5GB dedicado a games), HD de 500 GB, entrada e saída HDMI e o esperado player Blu-Ray. Com estas definições, os analistas dizem que não haverá muita diferença entre o Xbox One com o rival Playstation 4. O evento da Microsoft também serviu para desfazer um rumor que vinha ganhando força nos últimos meses: não, você não precisará mantê-lo conectado 24 horas na internet para jogá-lo. Apesar do alívio, o site Eurogamer informou que a Microsoft cobrará uma taxa dos jogadores que estiverem com games usados, além disso, parece que os jogadores terão a obrigação de acessar a Xbox Live pelo menos uma vez ao dia com o aparelho. Como isso vai ocorrer ainda é um mistério.

Xbox One Kinect

Outra novidade da Microsoft ficou por conta do Kinect, que ganhou novo design e aprimoramentos. Aparentemente o sensor de movimentos está mais sensível, reconhecendo de forma mais precisa os movimentos do jogador, além disso, o uso da voz será o suficiente para escolher se você quer jogar, assistir algum filme ou ouvir música. Ah e o melhor: o Kinect estará no bundle do novo Xbox.

O design do aparelho é bem simples. Nada de curvas sinuosas como na primeira versão do Xbox 360 ou algo mais arrojado como o modelo S. O Xbox One é bem quadrado e, sendo que as aberturas de ventilação são o “charme” do aparelho. Até mesmo o logo parece meio simples demais. O Kinect mantém a linha para combinar com o aparelho. O destaque mesmo é o controle, que manteve a ergonomia do controle do 360, porém com melhorias. Agora ele vem com uma bateria embutida, gatilho com impulso e direcional em cruz para maior precisão.

O Xbox One terá capacidade para executar várias tarefas de uma vez, sem perda de desempenho, segundo a Microsoft, por causa de sua arquitetura parruda. Por falar em aprimoramentos, a Xbox Live também será melhorada: agora serão 300 mil servidores em detrimento aos 50 mil atuais. A intenção é que os usuários possam desfrutar de serviços na nuvem sem dores de cabeça.

Um fator interessante é que o Xbox One irá instalar os jogos no HD, deste modo o disco não se fará necessário, bastando o jogador instalar o game uma vez e jogar. É por este motivo que haverá a tal taxa para games usados no novo console. Um ponto negativo ficou por conta da não retrocompatibilidade com os jogos do Xbox 360. A Microsoft não comentou muito sobre o assunto.

De acordo com a Microsoft, o novo aparelho chega ao mercado no final do ano, ainda sem preço definido. A E3 servirá para mostrar os games da plataforma.

Abaixo você confere o teaser do Xbox One, o novo videogame da Microsoft:

 

Xbox 720: o que esperar do novo console da Microsoft?

xbox 720

Neste exato momento todos nós já devemos estar mais do que ansiosos para a próxima geração de videogames. Afinal já foram dados os primeiros movimentos de como serão os videogames do futuro: o Wii U já foi lançado nos EUA e o Playstation 4 deixou de se tornar um rumor, restando à Microsoft dar sua resposta. Ninguém duvida que a revelação do sucessor do Xbox 360 se dê a qualquer momento, restando apenas nos perguntarmos o que a empresa de Redmond está a preparar para manter a marca Xbox viva e forte.

Ao passo em que a revelação do novo videogame de Bill Gates se aproxima os rumores vão se aglomerando nas redações voltadas ao jornalismo de games e, infelizmente, é quase impossível separar os rumores quentes dos frios. Sendo assim, só nos resta apanhar esses rumores e fazer um exercício de futurologia para nos prepararmos melhor para o futuro. Após ver um artigo no Eurogamer, resolvi também pensar em algumas coisas que seriam legais no Xbox 720, nome adotado pela imprensa, e algumas outras coisas que não gostaria na nova plataforma.

 

O que eu gostaria de ver no Xbox 720:


Retrocompatibilidade

Sejamos francos: a biblioteca de jogos do Xbox 360 e do Xbox original são muito vastas e oferecem tantos jogos de tão alta excelência que é difícil pensar em ter de abandoná-los ao chegar de uma nova plataforma. Além disso, quando o novo videogame da Microsoft for lançado sua biblioteca de jogos estará restrita a tão poucos jogos que é difícil que alguém tenha um bom motivo para comprá-lo logo no lançamento. Mas a figura muda de imagem quando pensamos que se a nova plataforma oferecer retrocompatibilidade teremos uma nova plataforma com tantos jogos disponíveis logo no lançamento.

E se pensarmos ainda no ponto de visto mercadológico, a retrocompatibilidade (mesmo que apenas via conteúdo digital), sempre garante boas vendas para a plataforma: veja os casos do PS2 e do Wii, por exemplo. O único empecilho para que o novo Xbox não tenha esta função seria no caso da Microsoft tentar manter o 360 vivo por mais alguns anos, enquanto dá suporte às duas plataformas. Mas essa estratégia pode ser um doloroso e feio tiro no pé, visto que os olhos da comunidade estarão voltados ao novo videogame, mesmo que nós possuidores da Caixa X fiquemos órfãos e desamparados do dia para a noite.

Melhoras na Xbox Live

A Xbox Live Gold é um dos grandes atrativos do Xbox e há quem escolha a plataforma por causa das funcionalidades e mimos advindos dessa assinatura. Entretanto, há outra corrente de jogadores que acreditam que a cobrança da funcionalidade já não é mais justificável, visto que seus concorrentes diretos são gratuitos, ainda que não tenham a mesma qualidade e segurança oferecido pela Live.

Grande parte da comunidade espera que a assinatura da Live não seja mais cobrada na próxima geração, pois há milhares de jogadores desconectados pelo simples fato de não poderem dispor de dinheiro para manter suas contas. Balela, eu digo. Com mais de US$ 1 bilhão entrando nos cofres da Microsoft todos os anos e a adição de mais de 30 milhões de usuários pagantes em 41 países no mundo, seria ingenuidade acreditar que a Microsoft estaria disposta a acabar com um negócio tão lucrativo apenas para agradar os jogadores.

Na verdade acredito no inverso, é bem capaz de a concorrente Sony passar a cobrar alguma taxa para assinantes da PSN, afinal esses serviços disponibilizados têm um preço e a lógica é que alguém que não seja a própria empresa pague por eles. Na nova Xbox Live, espero que ela seja tão eficaz e divertida quanto o é hoje e não tenha medo de copiar a ideia do botão “Share” do PS4.

Novas IPs exclusivas

Se existe um fantasma que assombra os usuários do Xbox é a ausência de franquias exclusivas em número tão grande quanto têm os possuidores do Playstation 3. Halo, Gears of War, Forza Motorsport à parte (que são de qualidade inegável), é fato que a Sony detém mais estúdios e franquias próprias. Para a Microsoft não é fácil criar uma centena de exclusivos do dia para a noite, afinal isso demanda investimento e tempo. Felizmente para nós jogadores, a detentora do Xbox tem ambos à sua disposição no momento.

Encomendar exclusivos é uma tacada arriscada, visto que depende da disponibilidade dos estúdios e o quanto eles quererão lucrar com seus serviços. Assim sendo, o ideal é que os estúdios internos e secundários façam o trabalho pesado ou que a Microsoft abra novas produtoras (um processo muito delicado e nada barato por sinal), mas o fato é que algo deve ser feito.

Afinal nunca se sabe quando uma franquia de peso como Halo pode acabar perdendo o impacto que causa nos jogadores (Final Fantasy e God of War são exemplo de franquias que estão caindo com tantas continuações). Com o advento de uma nova plataforma, surge a oportunidade de dar aos jogadores o gostinho de novidade e games capazes de mostrar do que a plataforma é capaz. Deu certo com Gears of War, porque não daria certo com uma IP nova em um sistema novo?

Hardware semelhante ao Playstation 4

Com certeza os vídeos de demonstração do Playstation 4 não me impressionaram muito, mas isso não quer dizer que o novo aparelho da Sony é fraco ou decepcionante. Muito pelo contrário: a máquina da Sony já está sendo apelidada de supercomputador por diversos analistas entendedores de hardware, sendo assim, só nos resta esperar que daqui alguns anos a plataforma possa nos proporcionar gráficos tão complexos e detalhados que nem podemos imaginar.

Se tivesse de apostar, diria que a demo da Fox Engine apresentada por Hideo Kojima é uma bela mostra do que o Playstation 4 poderá fazer. Obviamente o Wii U não tem um hardware tão forte quanto o que a Sony oferecerá, mas e a Microsoft? Com certeza será mais do que primordial para o novo sistema ter um poder de fogo tão grande, ou talvez maior, que o Playstation 4.

É claro que gráficos e o número de personagens na tela não significa necessariamente diversão, entretanto as produtoras 3rd Parties precisam se sentir confortáveis o bastante para lançarem games multiplataforma com a mesma qualidade em todas as plataformas que forem lançadas. Assim sendo, não será saudável se Watch Dogs, por exemplo, tiver um desempenho muito inferior no Xbox em comparação com a versão de PS4. Além disso, os exclusivos poderão dizer melhor qual plataforma se sai melhor. Heavy Rain é um marco para o PS3, mas em contrapartida os donos de Xbox podem se orgulhar dos gráficos de Gears of War, por exemplo. O ideal é que as duas plataformas sejam igualmente poderosas.

Lançamento neste ano

Apesar do Playstation 4 já ter sido anunciado, a Sony escondeu a data de lançamento a sete chaves, obviamente no intuito de esperar pela revelação do Xbox. No atual momento as duas empresas estão criando uma série de projeções e estudando uma à outra para descobrir quando será o melhor momento de lançar seus sistemas. Ninguém quer chegar atrasado.

Veja a atual geração: o Xbox 360 chegou 1 ano antes do Playstation 3 e graças a isso conquistou uma bela base de jogadores antes que a Sony chegasse ao mercado, além disso, o tempo de antecedência serviu para amenizar os problemas de fabricação do console. Imagine o que teria acontecido se o Playstation 3 tivesse chegado ao mercado no mesmo período que o Xbox 360. Provavelmente a guerra dos videogames teria um desfecho diferente do que estamos vendo agora.

Logo, as duas empresas esperam não ter seus novos aparelhos chegando ao mercado muito depois da concorrência, pois isso faz uma tremenda diferença, principalmente se sua plataforma tiver menos títulos exclusivos que o concorrente.

Leitor de Blu-Ray

No início dessa geração haviam dois grupos formados por diversas empresas que apostavam suas fichas no novo padrão de alta definição em substituição ao DVD. De um lado estavam os apoiadores do Blu-Ray e de outro os apoiadores do HD-DVD. A Sony foi uma das primeiras e principais companhias a apoiar o formato Blu-Ray, enquanto que a Microsoft até ensaiou um apoio ao HD-DVD. Como todos sabem, o disco azul saiu predominante na disputa e o HD-DVD caiu no ostracismo. O resultado obviamente se deu pela alta capacidade de armazenamento do Blu-Ray.

Já que o disco Blu-Ray é o padrão mais querido da atualidade tanto para filmes como para games, esperamos que o novo videogame da empresa americana se renda ao que virou padrão. Afinal de contas, alguém espera que o novo console da Microsoft não seja um centro de entretenimento completo? Além disso, os games estão cada vez maiores para continuarem sendo lançados em DVDs, ou mesmo outra mídia. E mesmo que os rumores que apontam que o próximo Xbox não precisará rodar os games pela mídia, mas sim pelo HD, tem um monte de gente que vai utilizar o aparelho para rodar filmes sem a necessidade de instalá-los na máquina. Simplesmente não faria sentido se a Microsoft não apostar no Blu-Ray.

 

E o que eu não gostaria no Xbox 720:

 

Exploração forçada do novo Kinect

Muita gente adora o Kinect, fato! Não por acaso ele se tornou o periférico mais vendido da história dos videogames com o impressionante número de 20 milhões de usuários ao redor do mundo. Entretanto, a contragosto de vários leitores, eu não gosto do Kinect e não vejo grande utilidade no acessório. É claro que vez ou outra surgem alguns games interessantes como Dance Central e Star Wars Kinect, mas sempre que analiso o periférico a fundo vejo que 90% dos títulos de Kinect são fracos e vergonhosos e servem mais para entreter convidados em festas sociais ou para a prática de exercícios do que para jogar de verdade, do tipo “terminar um game”. Não é o tipo de acessório que o gamer hardcore vá exibir com orgulho aos amigos.

Por outro lado, a tecnologia do Kinect é de fato impressionante, mas está muito longe do que a Microsoft prometia quando revelou o brinquedinho há algumas E3 atrás. Além disso, está claro para mim que os desenvolvedores de jogos não têm ideias muito criativas, salvo raras exceções, para utilizar o eletrônico.

É claro que seria muita ingenuidade achar que o novo Xbox não terá uma versão do Kinect integrada, afinal as verdinhas angariadas pelo aparelho não é pouca coisa. Então como faz? O ideal é que a Microsoft lance sim uma versão do Kinect para o próximo Xbox, mas sem tentar nos forçar o aparelho goela abaixo dos jogadores com seus vindouros games exclusivos, ou seja, não se esquecer dos tradicionais usuários de controles analógicos.

Mudança drástica no controle

Muita gente costuma entrar na briga se o controle do Playstation é melhor que o do Xbox, e vice-versa. Para mim, ambos são exemplos de boa arquitetura e comfortabilidade. A Sony já se antecipou e mudou a cara do seu Dual Shock, e a Nintendo radicalizou de vez com o GamePad. Em menor e maior proporção, respectivamente, os dois controladores têm um ponto em comum: tela (ou no caso do Dual Shock 4, um painel), sensível ao toque. Será que a Microsoft seguirá o fluxo?

Francamente eu espero uma renovação do controle, mas não uma mudança brusca, pois considero a ergonomia do controlador do 360 ideal. Além disso, não creio que um painel sensível ao toque ou mesmo uma tela inteira façam muito sentido na proposta de um substituto do Xbox 360 por duas razões: um sensor táctil é nada menos que pouco usual; uma tela inteira certamente vai colocar a Microsoft no posto de copiadora da tecnologia alheia (uma batalha que o marketing da empresa não terá como vencer contra a Nintendo). Sendo assim, espero apenas que o novo controle descarte de vez o uso de pilhas em prol de baterias mais duradoras e que ele tenha alguma função integrada com o inevitável Kinect renovado.

Obrigatoriedade de estar sempre conectado

Eu fui um dos que mais foram contra a ideia de ter um videogame permanentemente conectado à internet, pois a velocidade de conexão aqui no Brasil é uma piada, isso quando o serviço de internet está disponível na localidade. Veja bem, o que nós pobres jogadores faríamos se o sinal da internet fosse interrompido por qualquer motivo como uma chuva mais forte ou o estagiário da operadora de telecomunicações aperte um botão errado? Ficaríamos privados de ligar nossos videogames e desfrutar de uma mera partida singleplayer. Isso para não contar que o serviço de internet não está disponível em todos os lugares do Brasil, imagina no resto do mundo?

De qualquer forma que se analisa a questão parece mal negócio obrigar os jogadores estarem conectados, certo? Mas daí comecei a ver a questão por outro ângulo. Ora, quantas unidades foram vendidas de Diablo III no ano passado? Quantas pessoas não estão jogando a nova versão de Sim City? Muita gente, com certeza. Ambos os games exigem conexão permanente e tiveram sérios problemas em seus respectivos lançamentos, entretanto não deixaram de ser comprados pelos jogadores. A razão de isso ocorrer é muito simples e com certeza a Microsoft pensou nisso muitas vezes: qual o ponto forte do Xbox? Multiplayer.

Com a Xbox Live e os lançamentos constantes de games que elevam a jogatina online para outro nível (coloque na cesta Halo, Call of Duty, Left 4 Dead), além daqueles que ganham novos conteúdos com lançamentos de DLCs como os casos de Mass Effect, Batman Arkham City ou Assassin’s Creed, fica fácil entender o porquê o Xbox é a plataforma dos amigos. Todo mundo quer estar por dentro e jogar com os amigos relembrando os tempos de infância quando reuníamos os amigos em frente à TV para jogar. A Xbox Live trouxe essa sensação de volta. Então quantas pessoas que se interessariam em um Xbox de nova geração ainda não estão conectadas? Muito poucas, essa é a verdade.

Vamos colocar da seguinte forma: a Microsoft sabe que ao dar-se ao luxo de eliminar uma parte dos potenciais compradores de um Xbox ela garantirá que muitos de seus fãs seguirão firmes e fortes com a nova geração, rendendo lucros exponenciais e acabando com a pirataria de uma vez por todas. A única coisa que a Microsoft pode não estar levando em consideração é que os EUA não são o mundo todo.

Mudança de nome

Com quase doze anos na indústria de games a Microsoft conseguiu algo que muitas empresas tentaram, mas não conseguiram: criar uma marca reconhecida em todo o mundo. O Xbox virou sinônimo de videogame, assim como Playstation, SEGA e Nintendo. Simplesmente não faria sentido mudar o nome do aparelho após ganhar tanta identificação com a comunidade de jogadores. Então porque a cada dia surge um nome diferente para o sucessor do Xbox, como Durango, Loop, Infinity?

Apesar de alguns desses codinomes serem bem legais, com certeza nenhum deles vai chegar com uma marca tão forte quanto já é o Xbox. A expectativa é que a Microsoft mantenha o nome de sua estação de jogos. O marketing da companhia vai agradecer com certeza.

Problemas com a primeira leva

Se havia um motivo para fazer os consumidores do Xbox 360 pensar duas ou três vezes antes de comprar a plataforma foram as notícias de aparelhos estragados graças ao problema das “3rl” que se disseminou rápido demais pela internet. Conheço muitos amigos que tomaram muitas providências antes de comprar o aparelho com medo de perder o dinheiro investido.

Infelizmente para a Microsoft, o problema inicial do Xbox 360 marcou a companhia negativamente muito mais do que ocorreu com o Playstation 3 e o 3DS. Então é óbvio que já tem jogadores pensando em esperar o lote inicial sair e ver o que a comunidade diz antes de comprar o aparelho que sequer foi anunciado oficialmente. A esperança é que a Microsoft tenha aprendido a lição e lance uma plataforma mais confiável no futuro, só isso. Ninguém vai perdoar se a empresa lançar mais um videogame com problemas graves de fabricação.

Preço muito alto

Uma vez que o Wii U já está no mercado e o Playstation 4 ainda não tem preço definido, a Microsoft terá de definir um preço razoável para o novo Xbox. Ele terá obrigatoriamente de ser tão poderoso tecnologicamente quanto o PS4 e superior ao Wii U, ou seja, mais caro que o console da Nintendo, mas não muito diferente do PS4. Analistas apostam que o próximo videogame da Sony chegará ao mercado por US$ 400. É difícil precisar se será isso mesmo, mas é imprescindível para a Microsoft ter um preço competitivo para agarrar os jogadores menos afortunados. Eu aposto no padrão de US$ 300 numa versão mais simples.

Claro que no Brasil não há a menor possibilidade de um aparelho de nova geração chegar por menos de R$ 1.500,00, mas não custa torcer para que o preço não seja muito aviltante. Muitos de vocês podem não lembrar, mas no lançamento do PS3 a máquina era comercializada por aqui por R$ 3.000,00 tornando-se uma utopia para muitos jogadores ansiosos. Esperamos que não apenas o Xbox 720, mas também o PS4 não chegue arrebentando o bolso dos jogadores.

E você, o que gostaria de ver no Xbox 720?

Batalha dos Games promete agitar a capital paulista em agosto

batalha dos games

Marque com um grande “X” no calendário nos dias 24 e 25 de agosto de 2013, pois esses dias estão reservados para um dos maiores campeonatos de games independentes a ocorrer no Brasil, o Batalha dos Games (BDG). O evento é tem como objetivo trazer o lúdico de volta para os campeonatos de videogames, dando a oportunidade de todos jogarem, não apenas os cyberatletas profissionais.

De acordo com a organização, o evento terá vagas limitadas para participantes divididos entre jogadores, visitantes e os tradicionais cosplayers. Os torneios terão prêmios que chegam na casa de R$ 200 mil. O esquema é o seguinte: serão 14 arenas com batalhas eliminatórias (mata-mata, copa e morte súbita), sendo que os campeões levarão videogames como prêmios e os segundo colocados terão direito a um jogo. Os melhores de todas as arenas se enfrentarão no último dia de evento num conflito especial chamado Guerra das Galáxias que decidirá os pêmios especiais.

Para participar dos campeonatos, os jogadores poderão se inscrever nos mais populares games de console, PC, mobile e card da atualidade, além de jogar em fliperamas e consoles clássicos, como Atari, Super Nintendo e Mega Drive, que farão parte do Momento Nostalgia, uma arena que estará à disposição de todos os participantes.

Além dos torneios, o evento contará ainda com campeonato cosplay, que premiará os melhores com um Xbox 360 por dia. O evento parece tão promissor que algumas figuras da internet como o Guilhjerme Gamer e o Mauricio Cid já confirmaram presença, além disso, já tem patrocinadores de peso como a Cooler Master.

O evento contará com nada menos que 22 consoles Xbox 360 e 22 PS3, além de 40 fliperamas clássicos e outras plataformas clássicas como Atari e Super Nintendo. Entre os jogos disponíveis nos torneios MK 9, KOF XIII, Super Street Fighter IV – Arcade Edition, Tekken Tag Tournament 2, Rock Band 3, entre outros.

Os ingressos já estão disponíveis para compra através do PagSeguro, incluindo ingressos de inteira e meia entrada para um ou os dois dias. O evento promete ser um dos melhores voltados aos jogos eletrônicos da temporada. Quem viver, verá!

Serviço: 1ª Batalha dos Games

Data: 24 e 25 de agosto de 2013

Horário: das 8h30 às 21h30 (sábado) e das 8h30 às 20h (domingo)

Local: Espaço Apas – Centro de Convenções

Endereço: Rua Pio XI, 1.200, Alto da Lapa, São Paulo – SP

Ex-Gerente de Xbox no Brasil vai liderar núcleo de marketing e games da Hive Digital e a Sioux

 Hive / Sioux / Guilherme Camargo

A Hive Digital, proeminente desenvolvedora de games no Brasil e a Sioux, empresa dedicada na criação de sistemas personalizados, anunciaram uma parceria para a criação de um novo núcleo de negócios voltado no desenvolvimento de plataformas interativas e soluções de marketing com foco em gamificação e entretenimento digital. O núcleo será liderado por uma cara muito conhecida dos jogadores e imprensa de games nacional: Guilherme Camargo, que atuou como gerente geral da marca Xbox no Brasil.

O executivo chega assumindo o posto de sócio da Sioux e já tem um baita desafio pela frente: elevar o lucro das duas empresas em 50% até o final do ano. Antes disso, porém, Guilherme assumirá a função de docente na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) no inédito curso de Game Marketing, que iniciará em março.

A perspectiva é que Guilherme ajude as duas empresas a trazer e apresentar as principais tendências mercadológicas na área de games, além de expor dinâmicas aplicadas em negócios atuais como gamificação, jogos sociais e advertising games. “Temos um segmento muito dinâmico, porém, precisamos apresentar aos departamentos de comunicação as novas práticas em plataformas de entretenimento e educação digital, além das convencionais”, avalia Guilherme  Camargo.

Em poucas palavras, Guilherme ajudou a Microsoft a tornar a marca Xbox popular no país e elevar a indústria de games para um negócio sério. Espera-se que em sua nova empreitada multiplique-se o número de profissionais que levam os games à sério!

Fez 2013: o indie game será produzido para novas plataformas

Fez

O jogo Fez, exclusivo da para a plataforma Xbox 360, acabou sendo um dos jogos mais elogiados de 2012 e levou muitos anos para ser desenvolvido. Inclusive, ele é um dos jogos citados no documentário Indie Game: The Movie.

Fez é produzido pela Polytron e está querendo sair do mundo indie o quanto antes, para assim ganhar espaço também em sólidas plataformas de jogos, tanto de consoles como de outros dispositivos móveis. Phil Fish, um dos desenvolvedores do game, veio a público comentar sobre os novos planos para 2013:

“2012 foi uma loucura. Mas e agora?

2013 vai ser um ano interessante também.

Para começar, FEZ finalmente será portado para outras plataformas. É isso mesmo. Nós ouvimos vocês, dúzias de pessoas mandando e-mails todos os dias dizendo como eu sou idiota por não portar FEZ para tudo.

Nós também temos planos empolgantes para a trilha sonora, e alguma coisa sobre uma franquia [da empresa] nos EUA?” – escreveu Fish no blog da Polytron.

Sobre a jogabilidade de Fez

Por meio dos botões superiores do joystick, você consegue fazer movimentos de rotação do cenário e explorar assim novas perspectivas para o personagem. Em primeiro momento, talvez seja um pouco confuso esse tipo de jogabilidade. Mas depois de alguns minutos jogando, você já se adapta facilmente ao novo universo e percebe que explorar o cenário, com recursos em 3D, é possível criar uma nova visão para os jogos de plataforma 2D.

Para jogar Fez, não basta apenas sair correndo pelo cenário e pulando pelos objetos, no melhor estilo Mario. Muitas vezes se faz necessário ficar parado no cenário para pensar nos novos caminhos. Com o giro do cenário é possível coletar novos itens durante a fase, habilitar novos objetivos e abrir passagens secretas no cenário.

Mas e aí, em quais plataformas você gostaria de jogar o Fez: PC, PS3, Android ou iOS? Será que essa jogabilidade funcionaria também em telas touchs? Bom, é esperar para ver!

Sabertooth Elite Gaming: Razer lança joystick para Xbox 360 com tela OLED

Sabertooth Elite Gaming

A proeminente fabricante de hadware Razer anunciou há poucos dias no Brasil um novo controle para o Xbox 360. Batizado de Sabertooth Elite Gaming, o controle permite que o jogador configure as funções do controle da maneira que achar mais conveniente, além disso, ele possui uma tela de OLED para facilitar na hora de modificar os botões de deixar o controle do seu jeito.

O jogador é livre para reorganizar as funções de cada botão de ação e a sensibilidade dos botões analógicos. Além disso, o controle conta com dois botões removíveis na parte traseira que podem ser configurados para substituir qualquer outro botão do controle.  O grande destaque do controle é a sua pequena tela de OLED posicionada na frente do controle e que foi desenvolvida especialmente para facilitar a vida do jogador quando for atribuir novas funções aos botões já que as modificações ficam visíveis na tela.

De acordo com a Razer, o controle foi criado visando os aficionados por e-sports, pois alguns times como o Team Epsilon, Quantic Gaming e Team Prophecy participaram dos testes do controle a fim de atestar a qualidade do produto. “Estamos dando um passo adiante com o Razer Sabertooth e seus botões multifuncionais remapeáveis e display de OLED que dão mais opções de controle do que qualquer outro dispositivo.” comemorou Min-Liang Tan, cofundador da Razer.

A Razer ainda garante que o Sabertooth foi desenvolvido visando o conforto do jogador e maior precisão na hora da jogatina, e tudo isso com uma resistência notável para quem gosta de encarar verdadeiras maratonas de jogo. O Sabertooth vem com um cabo que é destacável, uma minibolsa de viagem para que o jogador possa guardá-lo quando necessário e uma chave de fenda para intercambiar os botões traseiros.

Como se não bastasse tudo isso, o design dele também bastante elegante, graças aos botões iluminados e a superfície emborrachada antideslizante. Também vale dizer, que ele mantém o design original do controle do X360. O Sabertooth tem previsão de lançamento para março de 2013 com o preço estimado de R$ 379,00. Para mais informações confira o site da Razer.

Abaixo você vê o vídeo introdutório do controle: