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Top 10: os jogos mais aguardados para 2017

O ano de 2016 ainda não terminou, mas já estamos com nossos radares acionados para o que nos espera para o próximo ano. Muitos jogos estão por vir e a maioria deles sequer foi revelada ainda. A E3 2017 promete ser uma das mais emocionantes, pois a Nintendo e a Microsoft devem preparar terreno para o lançamento de seus novos consoles, ao passo que a Sony deve investir pesado em novos jogos matadores.

As perspectivas são tão altas pois a atual geração está finalmente amadurecida e os estúdios já podem tirar o máximo proveito dos hardwares. Seja como for, já sabemos da existência de muitos games que devem ser sensação em 2017 e listamos 10 dessas preciosidades que são extremamente aguardadas pela comunidade.

Confira abaixo dez dos mais aguardados jogos para 2017:

 

For Honor

For Honor é mais uma nova IP da Ubisoft que tem tudo para se tornar um marco da indústria. Para quem não conhece, trata-se de um hack ‘n slash ambientado em um mundo de fantasia medieval. Neste mundo os jogadores enfrentam batalhas com samurais, cavaleiros e vikings pela supremacia no campo de batalha. A intenção da Ubisoft parece ser priorizar o multiplayer ao invés do singleplayer, o que pode ser uma má decisão. Entretanto, a estrutura inspirada em jogos de tiro pode ser uma boa opção para tornar os combates mais empolgantes. Mas não se preocupe ainda, o singleplayer já está confirmado, mas a Ubisoft não parece dar muito destaque para a história. Também pudera, uma história que reúna samurais, vikings e cavaleiros não deve ser levada tão a série mesmo. Quem sabe seja essa mistura louca que a comunidade precisa?

 

Shenmue 3

Shenmue nunca foi um sucesso comercial e a ideia original de Yu Suzuki de criar uma trilogia parecia fadada ao fracasso. Mas graças ao Kickstarter, uma ajudinha da Sony e à união de milhares de fãs parece que Shenmue 3 sairá do papel. Você assume o papel de Ryo Hazuki que busca descobrir os responsáveis pelo assassinato de seu pai. Apesar de carregar o peso de uma franquia famosa, Shenmue 3 deve ser bem diferente dos antecessores, pois a tecnologia deu um grande salto desde a derrocada do Dreamcast. Deste modo, esperamos uma espécie de GTA ambientado em pequenos vilarejos japoneses.

 

Injustice 2

O primeiro Injustice foi bastante aclamado pela crítica e pela comunidade de jogadores. Com a Warner/DC investindo pesado em seus heróis para a temporada 2017 no cinema, faz todo o sentido uma sequência para o game de luta. Batman, Superman e muitos outros heróis e vilões retornam para mais pancadaria com direito a reutilizar a mesma engine de Mortal Kombat X. Há quem possa torcer o nariz e dizer que o game é muito sombrio ou que é apenas outro Mortal Kombat com personagens da DC, mas a verdade é que Injustice 2 tem a ambição de ser o maior jogo de luta da próxima temporada.

 

Halo Wars 2

Sim, sabemos que Halo Wars 2 não é exatamente o título Halo que todos esperam. Mas Halo 6 sequer foi anunciado ainda e seu lançamento deve demorar um bocado. Até lá podemos curtir o universo expandido de Halo através desta improvável continuação do RTS que agitou o Xbox 360. Os acontecimentos deste game são imediatos após o fim de Halo 5: Guardians e retrata a tripulação da UNSC tendo de lidar com uma facção alienígena extremamente hostil chamada Banished. Tal como no primeiro Halo Wars, aqui vamos ter bastante estratégia e combates intensos, porém de maneira simplificada para atrair jogadores pouco acostumados com RTS.

 

Marvel vs Capcom Infinite

E se os heróis da DC farão seu retorno em 2017 através de um jogo de luta, o mesmo pode ser dito dos heróis da Marvel. A Capcom já apresentou muitas coisas sobre Marvel vs Capcom 4 e o que foi revelado é promissor: guerra pelas gemas do infinito, combate dois contra dois, combos, modo história e a introdução de muitos personagens novos. Ainda não temos confirmação se os X-Men ficarão mesmo de fora da pancadaria devido aos desacordos entre a Marvel e os detentores dos direitos de imagem dos mutantes. Se não tiver acordo, o jogo perde uma gama de personagens icônicos, mas a esperança é que os produtores conseguirão a participação de todo o roll de personagens criados pela Marvel.

 

Horizon Zero Dawn

Horizon Zero Dawn tem tudo o que fãs de RPGs de ação em mundo aberto podem querer, ou seja, universo único, enredo épico, temáticas envolvendo destino e identidade, combates intensos etc. O mais interessante é que os inimigos são dinossauros-robôs, algo pouco usual em qualquer jogo eletrônico. Mas é justamente essa liberdade criativa e o mundo pós-apocalíptico que faz com que tantos jogadores fiquem interessados neste game. Se a empreitada for bem sucedida, podemos apostar que Horizon Zero Dawn se tronará uma franquia.

 

God of War

O panteão grego foi totalmente exterminado por Kratos em sua sede por vingança, fato que levou todos os jogadores a acreditar que a franquia estava definitivamente acabada. Mas os produtores da Santa Monica deram um jeito bem interessante de trazer Kratos de volta: leva-lo até a mitologia nórdica para dar cabo de novos monstros, criaturas e deuses. Pelo que a Sony apresentou, os combates seguem um ritmo mais desacelerado do que nos jogos anteriores e muito do gameplay deve envolver o filho de Kratos. Ainda que a Sony não tenha confirmado nenhuma data de lançamento, a expectativa é que o novo game chegue às lojas ainda em 2017.

 

Mass Effect Andromeda

A história do Comandante Shepard já terminou, mas isso não quer dizer que a Bioware não tenho boas ideias para sua franquia estelar. É essa aposta de que ainda tem muitas histórias para contar que impulsiona este novo capítulo, então não espera que Andromeda seja mais do mesmo. Ate onde se sabe, o argumento central do game será encontrar uma nova casa para a decadente raça humana. Essa busca irá levar a nova tripulação por lugares inóspitos e violentos, então podemos esperar por momentos tão épicos quanto os da trilogia original. Ah e podemos esperar também que as mecânicas de conversação, romances e tiroteios estarão de volta.

 

Resident Evil 7

Resident Evil 6 foi um erro terrível e a Capcom sabe disso. Não nos interprete mal: o jogo não é injogável, mas a ação é tão recorrente que não deveria ter o nome de Resident Evil na capa. Resident Evil 7, por outro lado, promete reviver a sensação de puro horror que marcaram os primeiros games da franquia. A Capcom, aliás, parece estar disposta a ir além dos jump scares para abraçar de vez uma forma mais psicológica de terror (talvez inspirado em Silent Hills). As demos apresentadas até agora assombraram os jogadores (de forma positiva), então mal podemos esperar para ver se o novo capítulo da controversa série voltará a ser sinônimo de medo.

 

The Legend of Zelda: Breath of the Wild

A franquia Legend of Zelda é provavelmente a mais amada e respeitada de toda a história dos videogames. Afinal, ao longo dos trinta anos em que esteve ativa não podemos nos lembrar de um único Zelda ruim (bem, talvez aqueles licenciados para a Panasonic). De qualquer modo, Breath of the Wild tentará elevar a franquia para ares ainda não explorados graças a um mundo aberto e colorido a ser explorado. Ainda não temos detalhes sobre o enredo, mas o fato de que ele está em desenvolvimento desde 2013 é um sinal de que a Nintendo quer lançar um game impecável.

 

E para você, quais outros games são aguardados para o próximo ano?

Top 10: Games do Wii U que você deve jogar

Deixe-me adivinhar: você comprou o Wii U tão logo teve a oportunidade, pois tal como milhares de jogadores, esteve empolgado com as promessas da Nintendo de que este seria um console competitivo e que receberia amplo suporte das desenvolvedoras third parties, certo? Conforme a história mostrou, o Wii U está longe de ser um megassucesso e menos ainda de ser uma unanimidade entre a comunidade de jogadores. Entretanto, isto não quer dizer que você não pode se divertir com o console da Big N.

Ao longo dos seus quatro anos de existência, o Wii U recebeu alguns dos melhores jogos da geração. Alguns, inclusive, seriam facilmente apreciados por usuários de outras plataformas. Infelizmente a maior parte desta lista de obrigatórios são jogos da própria Nintendo, evidenciando qual foi o grande problema do sistema (pouco apoio de third parties).

Abaixo você confere os dez games que todo usuário do Wii U deveria conhecer:

 

Super Mario 3D World

super_mario_3d_worldSuper Mario 3D World surgiu em um período em que a comunidade começava a questionar a criatividade da Nintendo. Não podia ter saído em melhor hora: o título é tão atrativo e divertido quanto qualquer outro Mario da EAD Tokyo. A mistura da linearidade dos jogos 2D com a liberdade dos jogos do Mario em 3D funcionou perfeitamente, assim como o novo power up Super Bell, que transforma os protagonistas em gatos. Não bastasse a criatividade, o título ainda tem 114 fases e cinco personagens jogáveis: um prato cheio para os fãs do Mario, que nem sequer reclamaram o fato de que o jogo que eles queriam mesmo era Super Mario Galaxy 3.

 

The Legend of Zelda: The Wind Waker HD

wind-waker-hdPara quem não teve a oportunidade de jogar o Wind Waker no GameCube, a Nintendo tratou de relançar o game com novas características a jogabilidade, gráficos com 1080p de resolução, um novo sistema de iluminação, e outras pequenas modificações. O resultado é um prato cheio visual e um dos melhores games Zelda de todos os tempos. Vale destacar que em 2003, Wind Waker quase passou despercebido pela comunidade por causa de seus traços cartunescos. . O relançamento em HD significou uma segunda chance para um game tão bem produzido.

 

Splatoon

splatoon_wii_u_gameplay_screenshotEntão você ficou surpreso quando a Nintendo anunciou que produziria seu próprio shooter competitivo, certo? E que grata surpresa foi Splatoon, um game cheio de personalidade e divertido ao extremo, provando que a Big N ainda não perdeu o jeito para criar novas IPs. Não apenas os visuais são a cara da Nintendo, mas também a ideia central: pintar cenários e inimigos para definir quem vence. Pena que a rede online da Nintendo não é nada comparada aos dos consoles rivais, mas dentro de suas limitações, a Nintendo conseguiu criar uma comunidade dedicada e bastante fértil para Splatoon se tornar um sucesso e uma compra obrigatória para todos os usuários do Wi U.

 

Bayonetta 2

bayonetta-2Quem gostou do primeiro jogo não teve do que reclamar ao jogar esta sequência: Bayonetta é tudo o que os fãs poderiam esperar, ou seja, rápido, visceral, divertido, explosivo. Yusuke Hashimoto, Atsushi Inaba e Hideki Kamiya fizeram mágica com o hardware do Wii U, pois o game é capaz de apresentar efeitos visuais impressionantes e momentos de ação incessantes. Se você é fã de jogos ao estilo Devil May Cry e chegou a jogar o primeiro game, não há motivos para não experimentar Bayonetta 2. Tudo que o primeiro título fez de bom, Bayonetta 2 melhorou, seja mecânicas, efeitos visuais, jogabilidade, armas, habilidades etc.

 

Pikmin 3

pikmin-3-wallpaper-11Esta sequência pode até ser chamada de mais do mesmo. Mas o que não pode ser dito é que o jogo é ruim. Na verdade Pikmin 3 introduz um sistema co-op execelente, além de modos competitivos bastante instigantes. A campanha também não é nada mal e conta com boas nove horas em que os jogadores utilizam os pequenos Pikmins de maneira estratégica para derrotar diversos tipos de inimigos e obstáculos. Se você nunca jogou nenhum título da série, podemos comparar (em menor escala), como uma fusão de elementos de StarCraft e Command e Conquer, porém com criaturas coloridas e fofinhas.

 

Super Mario Maker

super-mario-makerTodos gostam do Mario, isto é uma máxima. E ao passo que a popularidade do bigodudo nunca está em queda, pode-se esperar novos jogos do mascote a cada nova temporada. Os games 2D do Mario estão entre os melhores jogos jamais criados e foi pensando nisso que a Nintendo criou o Mario Maker, uma ferramenta que permite a qualquer um criar seus próprios níveis. O resultado final não poderia ser diferente: milhares de cenários dificílimos e horas de diversão sem fim. Se você não tem paciência para criar cenários, pode se divertir apenas jogando os cenários criados pela comunidade. E se prepare para se frustrar bastante.

 

Mario Kart 8

mario-kart-8Mario Kart 8 não tem nada de inovador. Dito isto, deve dizer também que este é um dos melhores games do Wii U. Trata-se apenas de reutilizar a fórmula da franquia, dar uma polida gráfica e acrescentar cenários loucos e viciantes. Toda a diversão proporcionada pelo multiplayer do game do Wii foi mantida em MK8. Uma pena que a Nintendo não leve a sério a ideia de transformar Mario Kart em um eSport, pois imaginamos que seria um dos títulos mais disputados do cenário mundial.

 

Donkey Kong Country Returns: Tropical Freeze

tropical-freezeTropical Freeze é um presente para os fãs da amada série criada na geração 16 bits. Afinal temos o retorno de Diddy e Dixie, fases aquáticas, músicas de David Wise e design de fases que priorizam a diversão ao invés da dificuldade. Como se não bastasse, Tropical Freeze é o primeiro game da série em alta definição. Muitos jogadores nem colocaram as mãos neste game e a justificativa é que ele não é tão épico quanto a trilogia do SNES. Seja como for, Tropical Freeze é superior ao seu antecessor e um dos games mais divertidos e encantadores do Wii U. Em algumas horas será como relembrar os áureos tempos do SNES.

 

Super Smash Bros.

super_smash_bros-_wii_uTal como nos demais jogos da franquia Smash Bros. este aqui é uma das mostras de que a Nintendo ainda tem algumas cartas na manga. Afinal, quem poderia imaginar um embate entre o cachorro de Duck Hunt e o treinador do Wii Fit? A tela de seleção é a maior de toda a franquia, contando com quase todos os personagens de todos os demais games Smash Bros. Não fosse o suficiente, esta versão tem vários bônus, segredos desbloqueáveis e um combate divertidíssimo.

 

Monster Hunter 3 Ultimate

wiiu-monster-hunter-3-ultimateMonster Hunter 3 Ultimate é considerado por muitos como o maior e melhor game da franquia da Capcom. São centenas de criaturas para enfrentar e um clima de mundo aberto gigantesco. São criaturas para enfrentar em diversos ambientes, tais como oceanos, geleiras, cavernas e florestas. Os controles inovam graças à tela sensível ao toque e as habilidades e armas são bastante divertidas de utilizar. O game traz centenas de missões e subquests para completar. Se você é do tipo aventureiro e gosta de fazer centenas de coisas, Monster Hunter 3 é um prato cheio.

Ah, o canal Versus o Mundo também selecionou alguns games do Wii U que merecem destaque, confira abaixo:

E se… a Nintendo não fabricasse mais consoles?

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Por décadas a Nintendo tem sido sinônimo de videogames e sua importância na indústria é muito maior do que a de suas concorrentes Sony e Microsoft, ainda que muitos discordem. Personagens como Link, Samus, Pokémons e Kirby são altamente reconhecidos mesmo entre as pessoas que não são fãs de videogames. Poxa, não existe um ícone maior na história dos videogames do que o Mario!

Aceitemos o fato, mesmo que nem todos sejamos nintendistas, é fato que a Nintendo moldou a indústria de videogames como a conhecemos hoje. Pense em quantas não foram as contribuições da empresa para o público gamer. Desde alavancas analógicas até controles sensíveis ao movimento ou jogar com canetas: foi tudo por causa desses japoneses. Nós devemos muito para a Nintendo.

Hoje em dia a empresa não está na melhor das situações: o Wii U amargou um ano péssimo nas vendas e os concorrentes estão prestes a lançar suas plataformas (que acreditam os analistas, irão superar com folga o console da Big N). Tal cenário nos remete ao ano de 2002-2003 quando a Nintendo estava numa situação muito precária com seu GameCube, sem qualquer assistência de 3rd Parties para alavancar as vendas do console. Naqueles anos especulavam-se muito nos bastidores que a Nintendo estava seguindo o trágico caminho da SEGA, ou seja, deixaria de fabricar consoles para se dedicar exclusivamente em criar jogos.

Obviamente tal hipótese está longe de acontecer, certo? CERTO? Mas ainda assim vamos especular como a indústria de jogos eletrônicos e os jogadores reagiriam em um cenário que a Nintendo deixasse de existir.

Vamos conjecturar nessa viagem digna de chá de cogumelos:

Os game designers iriam para outras empresas

 

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Ora, de todos os cenários possíveis este é o mais óbvio. Afinal, caras como Shigeru Miyamoto, Yoshiaki Koizum, Eiji Aonuma e Katsuya Eguchi não ficariam desempregados nem se quisessem. Empresas como Sony, Microsoft, Square-Enix (ou quem sabe a Apple?) pagariam rios de dinheiro se pudessem contar com esses talentos em seus times de criação. Então mesmo que esses caras não trabalhassem mais com Mario ou Zelda, é certo que eles criariam coisas de qualidade em outras empresas. Imaginem como Fable ficaria melhor sob a direção de Aonuma ou como Sonic seria com os (caros) serviços de consultoria de Miyamoto?

Neste cenário perderíamos a Nintendo, mas as produtoras de games concorrentes ganhariam muito talento.

O fim dos jogos plataforma como conhecemos

Hoje em dia o gênero de jogos plataforma vive sob a sombra gigantesca de Mario. Outros games até têm seu espaço como Sonic, Rayman e Kirby, mas se existe uma franquia que movimentou e ainda movimenta este gênero é Super Mario.

Num cenário em que a franquia simplesmente deixasse de existir, fica claro que o gênero iria perder a força que tem. Iria perder tão rápido a força que em dois ou três anos ninguém mais iria investir em jogos plataformas. Talvez um ou outro desenvolvedor tentasse alguma coisa, mas iria cair em descrédito rapidamente e amargaria vendagens pífias. Goste ou não, Mario ainda é a grande fonte de inspiração de quem se mete em jogos do gênero.

Sony perde sua “fonte de criatividade”

sony-vs-nintendoAqui vai nosso tópico mais polêmico. A Nintendo introduziu o Wii Mote + Nunchuck e logo a Sony lançou o kit PS Move. A Nintendo criou o controle do SNES e em seguida vimos como o controle original do Playstation era parecido. Depois a Nintendo colocou uma alavanca analógica no controle do N64, a Sony colocou duas no joystick do Playstation. O Nintendo 64 tinha entrada para 4 controles, então veio o adaptador Multitap do Playstation 2. Playstation All-Stars Battle Royale é nada menos que uma cópia de Super Smash Bros. E por aí vai…

Sim, é verdade que a Nintendo não inventou todas essas coisas. A alavanca analógica, por exemplo, já existia na era do Atari 5200, por exemplo. Mas foi a Nintendo que popularizou cada um dos itens acima graças a um cuidado para garantir a qualidade muito maior do que os reais inventores originais. Após a Nintendo mostrar que as ideias podem dar certo, a Sony invariavelmente lança produtos semelhantes ou soluções que supram a deficiência de seus hardwares, a fim de torná-los mais competitivos com os produtos Nintendo. O próprio Gamepad do Wii U nem é tão inovador assim, mas nenhuma outra empresa teria a audácia de transformar um “tablet” no controle de seu videogame de mesa.

Num cenário em que uma empresa “corajosa” como a Nintendo deixe de existir, é possível que a Sony não se arriscasse tanto. O resultado disso é óbvio: a indústria dos videogames seguiria um caminho de previsibilidade irritante. Faltaria aquela companhia a investir pesado e tentar algo diferente do que já foi feito. Poderíamos dizer adeus à inovação e nos acostumarmos a jogar videogames somente da forma tradicional. Talvez a Microsoft tentasse coisas novas (lembra-se do illumiroom?), mas a Microsoft jamais conseguiria preencher o espaço de empresa inovadora que a Nintendo preenche na cabeça dos jogadores.

Tudo fica odiosamente online

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Na geração 128 bits, o Xbox já tinha a Xbox Live e a Sony já bolava sua rede online. Em contrapartida a Nintendo era cabeça dura: “nada de online para nós”, era a filosofia da empresa. Mas daí veio a sexta geração de videogames e a companhia teve de se render ao mundo online. Porém, mesmo hoje o Wii U e o 3DS não oferecem um serviço de rede online pomposo como o da Microsoft e da Sony. Porque será? Ao passo em que a PS Plus e a Live oferecem games gratuitos, tal ação não acontece na E-Shop.

Mesmo que a Nintendo tentasse nadar contra a corrente, não há muito que se fazer neste aspecto, o futuro é estar conectado. Se imaginarmos que a Nintendo sempre foi meio arredia com a jogatina online e ela deixasse de existir de repente, imaginamos que seria a chance que a Microsoft e a Sony esperavam para enfim aplicar medidas DRM ferrenhas. Não que a Nintendo não tenha quaisquer medidas para combater a pirataria (sabiam que a empresa pode brickar um 3DS por qualquer motivo?), mas a BIG N sempre foi um pouco menos obcecada do que as concorrentes.

Imaginem se por acaso a Sony seguisse os passos da Microsoft e o Playstation 4 tivesse várias restrições como o Xbox One teria quando foi anunciado? Certamente os jogadores que se sentissem abusados teriam de ir para o lado da Nintendo se quisessem jogar sem grandes preocupações. Imagino que a Sony não seguiu a maré não porque não quisesse, mas porque a comunidade de jogadores foi muito clara em dizer que NÃO queria tanta frescura para jogar e trocar seus jogos, além disso, tinha a Nintendo ali do lado, né? Seria como entregar a geração na mão da concorrência…

Sem a Nintendo, talvez a Sony não se preocupasse tanto com a reação dos jogadores e assim o futuro dos jogos eletrônicos se resumisse a medidas rígidas contra a pirataria e todos os consoles fossem totalmente online…

Big N torna-se 3rd party e faz rios de dinheiro vendendo Zelda em HD

zelda-wii-uOutro cenário mais amistoso é o da Nintendo continuar a existir, mas apenas como uma empresa 3rd party, assim como a SEGA. Ou seja, dedicar seus recursos financeiros apenas na criação de excelentes jogos, mantendo uma boa parte do seu quadro de funcionários. Se anos atrás seria impensável ver Sonic em uma plataforma Nintendo, imagine o absurdo ver Super Mario Bros. no meio da coleção de um jogador de Playstation, ali dividindo espaço com algum título God of War ou Halo? No mínimo seria bizarro.

Mas nem tudo seria ruim nesse cenário: os jogos da Nintendo são de uma qualidade inegável, não por menos muitos a consideram a melhor produtora de jogos do mundo. Imaginem como seria massa ter um Legend of Zelda em HD correndo a 4K no Xbox One? Como se não bastasse, a Nintendo (mais do que a concorrência) é dona de franquias que vendem efetivamente consoles. Imagine só o quanto a Sony não pagaria para que a Nintendo lançasse Pokémon exclusivamente para a família Playstation? Ou quanto dinheiro a Microsoft não estaria disposta a pagar por um Zelda exclusivo?

Ou a Nintendo poderia recusar a oferta de lançar jogos exclusivos e lançar suas obras primas para as duas plataformas, garantindo o dinheiro de uma base muito grande de jogadores. Com certeza não faltariam compradores para Animal Crossing, Donkey Kong Country, Kirby, Metroid ou Star Fox. Ora, vejam vocês, na hora de escolher um console portátil eu escolhi o 3DS justamente porque não haveria a menor possibilidade de jogar Zelda no PS Vita. E olha que o portátil da Sony é mais poderoso. Talvez a empresa japonesa até começasse a lançar jogos para celulares. Afinal, como dizem, gráficos não é sinônimo de qualidade…

Inicia-se um leilão pelas IPs da Nintendo

auction-hammerA Nintendo está numa situação crítica neste tópico. Sem dinheiro para pagar funcionários e suas dívidas, a solução é leiloar suas IPS, tal qual a 38 Studios está a fazer com Kingdons of Amalur. Deste modo, qualquer softhouse do mundo tem a chance de botar as mãos na franquia Mario para todo o sempre e fazer com o bigodudo o que der na telha, até mesmo um Mario FPS, ou um Mario Sandbox em que pudéssemos percorrer o Reino do Cogumelo livremente e sair aloprando os goombas como se estivéssemos em um Mario GTA (com direito a roubar os carros à lá Mario Kart) e sair zoando sem culpa.

Interessados no leilão não faltariam. A Sony adoraria ter os direitos sobre Zelda a fim de fazer um crossover com Kratos, por mais bizarro e estúpido que a ideia parecesse. Já a Microsoft investiria tudo para criar um Nintendogs Kinect ou realizar o sonho de intercalar ano após ano o lançamento de Metroid e de Halo (talvez até rolasse do Master Chief entrar numa missão com a Samus). Talvez a Rare pudesse voltar a trabalhar com Donkey Kong…

A Disney seria a mais ambiciosa: tentaria comprar toda a Nintendo para algum dia lançar um Kingdom Hearts que juntasse os personagens da Square/Disney/Nintendo. Em seguida a Disney lançaria o fabuloso jogo Mickey Mouse: Adventures in Pikmin World. Outra interessada seria a Bandai Namco, que não mediria esforços para colocar os Pokémons e Digimons em um lugar comum. Consegue imaginar a bagunça?

Ah, e pode esquecer! Nunca mais seria lançado um Smash Bros.

Miyamoto faz um jogo decente e inovador com o kinect

miya1_01_thumb2Talvez o Miyamoto não tenha curtido muito o Kinect durante a E3 2010. A expressão no rosto do lendário japonês era indecifrável. Vamos assumir que Miyamoto estava curioso com o acessório do Xbox e estivesse pensando “o que se pode fazer com isso além de jogos de dança?”. Vamos imaginar que a Microsoft nutra um sonho antigo de contar com os talentos de Miyamoto-San. Vamos imaginar que nessa realidade alternativa a Nintendo caia fora da indústria e comece a fazer uma viagem pelo mundo ao melhor estilo aposentado endinheirado. De repente ele recebe uma ligação do próximo presidente da Microsoft.

– Alô, Miyamoto?

– Arô, tudo bem?

– Miyamoto-San, venha para Redmond, trabalhe conosco, vamos lhe oferecer US$ 50 milhões por ano.

– Não estou interessado. Não vou trabalhar com a Rare e não pretendo fazer nada com Halo ou com Fable, obrigado.

– Espere, queremos que você faça alguma coisa com o Kinect, estamos ficando sem ideias e ninguém mais quer criar jogos para ele, só a Ubisoft.

– Hum. Eu queria fazer alguma coisa com o Kinect, mas tem de ser do meu jeito e só será lançado quando ficar pronto.

– Ótimo, bem vindo a Redmond.

E assim passam-se anos desde essa ligação. A indústria já até duvida que Miyamoto esteja mesmo trabalhando em algum jogo para a Microsoft. Até que chega a E3 e Miyamoto sobe ao palco para apresentar uma nova IP para o Kinect. O mundo fica assombrado com a genialidade do game designer mais uma vez. O título vende horrores e a Microsoft consegue passar o Playstation 4. Que jogo seria esse?

A empresa continua no ramo de portáteis

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Bom, se há algo em que a Nintendo nunca pisou na bola, foi no mercado de portáteis. Mesmo com hardware inferior à concorrência, a Big N e seus títulos exclusivos sempre venderam feito água. Num cenário em que o Wii U vai mal das pernas e o 3DS segura as pontas da Nintendo não é absurdo pensar que a empresa resolvesse focar apenas no mercado de portáteis. Mas e aí o que aconteceria com os jogos da empresa?

Um caminho é que tudo e qualquer produto com o logo da Nintendo possa ser jogado apenas em consoles de bolso. Outro cenário é que a empresa crie jogos para consoles, mas em menor quantidade que no 3DS. Neste último cenário, a Sony e seu Vita seriam varridos completamente do mercado de portáteis, afinal a Big N teria pelo menos um grande lançamento por mês durante o ano todo. Pouca gente iria se interessar no Vita.

Chegaria um momento em que o 3DS precisaria de um upgrade, então seria lançado um novo console portátil muito mais poderoso e inventivo. O resto da história vocês já conhecem: por mais de duas décadas o mercado de portáteis é conhecido por um nome.

A Nintendo leva mais uma pra cova

O Xbox One e o Playstation 4 são muito parecidos, isto é fato. Há algumas peculiaridades, mas em geral as duas plataformas são PCs embutidas em caixas parecidas com videogames e entradas para joystick. Se você vai escolher uma dessas plataformas é tão somente porque acha mesmo que as especificações técnicas fazem diferença ou porque é muito fã de algum título exclusivo em específico. Pois com relação a jogos 3rd party pode apostar que as duas plataformas oferecerão os mesmos jogos.

Num cenário sem Nintendo, veríamos uma guerra de consoles em que as duas empresas concorrentes estariam fazendo as mesmíssimas coisas, sem qualquer inovação, sem se preocupar muito com jogadores casuais, enfim. Chegaria um momento em que a comunidade gamer perceberia que não faz sentido ter as duas plataformas no mercado. Lembram quando Iwata disse que o Wii é a segunda opção dos jogadores e que se todos os consumidores do PS3 e do 360 tivessem o Wii como segundo sistema estaria tudo bem?

Pois então, sem a Nintendo a guerra dos videogames seria previsível e muito aborrecida ao melhor estilo guerra de trincheiras. De qualquer forma, uma das empresas iria se sobressair nas vendas e lucros, relegando a outra o esquecimento. A empresa que saísse derrotada não veria porque continuar, visto que não conseguiria entregar um próximo novo produto diferente o bastante da rival que fizesse jus a um lançamento de console. Deste modo, a indústria de videogame sofreria a iminente hegemonia de uma única empresa fabricante de consoles. Assustador?

O fim da Nintendo leva a um novo crash do mercado

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Um cenário mais assustador ainda é o fim da Nintendo gerar um crash da indústria. Seria uma ironia e tanto, visto que quem tirou a indústria de jogos eletrônicos do buraco foi justamente a Nintendo. Sem a Nintendo a indústria poderia caminhar para o mesmo crash da época pós-Atari. Como isso poderia acontecer?

Expandindo ainda mais a megalomania do cenário anterior, vimos que haveria uma única empresa fabricante de hardware. Sem concorrência e sem nada a perder a tal empresa não se importar em deixar que qualquer produtor lance seu game independente de um controle de qualidade rígido. Afinal de contas, o desenvolvedor pagaria royalties para o dono da plataforma e sempre vai ter algum “otário” para comprar o jogo por pior que ele seja. Imediatamente a plataforma estaria entupida de jogos de baixo orçamento e qualidade duvidosa.

Chegaria uma hora que os jogadores postarão em fóruns da internet: “bons eram os dias em que anunciavam um Zelda novo. Essa série nunca teve um jogo ruim”. Depois de alguns meses que a indústria estivesse cansada de ter de escolher entre o Call of Duty genérico ou o plágio do plágio de Pokémon, as pessoas simplesmente parariam de comprar jogos. Um game seria lançado e ficaria estacionada nas prateleiras. O problema é que a percepção das massas alcançaria também os jogos AAA (“afinal de contas, mesmo que Resident Evil seja melhor que esses joguinhos aí, a Capcom vai dar um jeito de me extorquir de novo”).

De um lado teríamos os jogos de baixo e médio orçamento que seriam intragáveis e do outro teríamos jogos AAA com dezenas de conteúdos DLCs ou muitas vezes sem qualquer inspiração. Além dos jogos ficarem estacionados, os consoles também ficariam parados nas lojas porque ninguém vai querer comprar um videogame que só tenha jogos parecidos e jogos ruins. E assim se formaria um crash da indústria de games.

Philips cria o CD-i 2

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Esta é uma história antiga. Em meados da década de 90 a Sony queria muito fazer um leitor de CDs para o SNES da Nintendo, mas o acordo não vingou e a Sony partiu sozinha para criar o Playstation. A Nintendo temia perder o controle sobre sua própria plataforma por causa das cláusulas de contrato que tinha com a Sony, mas a ideia de ter um leitor de CDs para o SNES parecia interessante…

Após algumas conversas, a Nintendo firmou um acordo com a Philips para o desenvolvimento do tal sistema. Porém, como a história mostrou, a Nintendo não estava disposta a criar o leitor de CDs e por isso o acordo com a Philips também não deu certo. Assim como a Sony, a Philips resolveu seguir adiante e criou o CD-i. O aparelho não chegava a ser um videogame, mas sim um reprodutor de CDs interativos. O foco era mais voltado para aplicações educacionais, música e adaptações de jogos de tabuleiro. Entretanto o CD-i tinha um controle, uma clara tentativa de transformar o aparelho em um videogame competitivo.

Por causa do contrato que havia sido firmado com a Nintendo, a Philips tinha direito a utilizar personagens Nintendo enquanto o contrato estivesse em vigor, mesmo que o tal leitor não tivesse saído do papel. Assim, a Philips desenvolveu e lançou games licenciados da Nintendo como Hotel Mario, Zelda: Link: The Faces of Evil, Zelda: The Wand of Gamelon e Zelda’s Adventure. Apesar da qualidade questionável, esses títulos são lembrados por vários jogadores (nem todos com bons olhos).

Imaginem um cenário em que a Philips ainda estivesse interessada no mercado de jogos e subitamente a Nintendo deixa de existir. De repente os executivos da Philips compram as IPs da Big N e desenvolvem o CD-i 2. Um cenário dos mais improváveis.

Vita enfim deslancha no Japão

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Sem a Nintendo, a Sony finalmente tem a chance que esperava de abocanhar de vez o mercado de consoles portáteis. Mesmo que o Vita tenha poucos jogos e a qualidade deles seja duvidosa, os consumidores japoneses não teriam outro videogame para jogar o próximo Monster Hunter. Logo o console da Sony começa a explodir nas vendas e o apoio restrito que as softhouses davam ao sistema passa a ser mais efetivo.

Vários games de qualidade começam a surgir, impulsionando de vez as vendas do aparelho. Este cenário é bem plausível, mas serve para cutucar a Sony. Enquanto a Nintendo estiver por aí, dificilmente alguém vai dominar o mercado dos consoles de bolso.

Miyamoto e Aonuma criam uma nova produtora de jogos

miyaaouEiji Aonuma e Shigeru Miyamoto recusam-se a ficar parados para sempre. Mesmo sem poder utilizar os personagens de Mario e Legendo of Zelda, os dois criadores decidem continuar na indústria de jogos. Chamam alguns mais chegados da Nintendo e criam seu próprio estúdio de games para criar jogos para celulares e consoles de mesa.

Com a expertise dos game designers e a dedicação dos colaboradores, os jogos lançados mostram-se muito interessantes, arrebatando elogios da crítica especializada e o dinheiro dos jogadores. Logo as novas propriedades do estúdio Miyamoto-Aonuma vão parar em outras mídias como animes e adaptações para o cinema. Neste cenário a Nintendo deixa de existir para dar lugar a um novo e promissor estúdio cheio de gente criativa disposta a criar novas franquias. A magia não estaria totalmente perdida.

SEGA volta ao campo de batalha

Dreamcast2-TQ-600x378Disposta a manter viva a chama da inovação, a SEGA resolve que é a hora de lançar um novo videogame, pois a Sony e a Microsoft seguirão invariavelmente na mesma direção. A ideia de lançar um novo console surge numa conversa informal entre Satoru Iwata, presidente da Nintendo e Mike Hayes, presidente da divisão ocidental da SEGA, em que Iwata revela que a Nintendo está para fechar as portas. Hayes vê na conversa a chance de ocupar o lugar da antiga concorrente como a fabricante de hardwares mais voltada para jogadores casuais e recursos inovadores.

Um ano após o fim da Nintendo, a SEGA revela durante a E3 sua nova plataforma o Dreamcast 2, recheado de recursos inovadores e games interessantes. Por causa da recente proximidade da SEGA com a Nintendo (Sonic Lost Worlds é um exclusivo dos consoles Nintendo), a Big N concorda em lançar títulos exclusivos para o Dreamcast.

Logo, os antigos fãs da SEGA fazem filas para comprar o novo console, que se torna um sucesso graças ao esperado retorno de Crazy Taxi e Shenmue, que se juntam a Mario Dreamcast e Legend of Zelda no maior e melhor lineup da história dos videogames. De repente ficamos nos perguntando: porque as coisas tomarão esse rumo tão irônico???

A Nintendo leva consigo todas as suas séries

A Nintendo desaparece, mas antes de partir a empresa obriga cada um de seus colaboradores a não divulgar nada sobre o tempo que trabalharam na empresa, nem mesmo projetos secretos que seriam lançados no futuro. O motivo para tanto sigilo jamais é revelado. Cada uma das franquias da Nintendo desaparece ao mesmo tempo, no mesmo dia que a Nintendo fecha as portas. Nunca mais haveria qualquer notícia de um Pokémon novo, nem mesmo em anime!

Fãs entrariam em desespero, amaldiçoando os céus por ter deixado uma empresa tão queria sumir e levar consigo séries tão aclamadas como Mario e Donkey Kong. Em uma grande onda de comoção, a comunidade cria uma lápide simbólica na antiga sede da empresa. O fim da Nintendo vira notícia em todo o mundo, reverberando ainda mais que a morte do Michael Jackson. A cada aniversário de “morte da Big N”, os nintendistas se reúnem trajados de Link, Mario, Peach e Luigi para relembrar os anos dourados.

Em algum lugar da Europa executivos da Sony e da Microsoft brindam com champanhe.

A Nintendo volta por bem… ou por mal!

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O fim da Nintendo significa o fim de muitos paradigmas da indústria, na verdade uma parte da indústria morreria de fato. Neste cenário as coisas tomam um rumo inesperado, caótico, sanguinolento e embaraçante. Assim que Iwata anuncia durante o Iwata Ask que a Big N vai fechar as portas e nunca mais existirá qualquer game da empresa para qualquer plataforma (nem mesmo celulares), o mundo faz uma pausa dramática.

Os sites de notícias divulgam a informação incessantemente, agências como a Reuters cobrem o acontecimento como se fosse algo mais assombroso que a edição 2014 do furacão Katrina. O Jornal Nacional dedica um bloco inteiro para falar das contribuições da empresa para os jovens. Em contrapartida, sites de fofoca como o TMZ e tabloides britânicos trazem notícias como “O que Miyamoto comeu antes de Iwata dar a notícia”, ou “Confira fotos da Carlota na praia, uma das Booth Babes da Nintendo na E3 2001”. Revistas de games trazem a emblemática capa preta. Creepypastas como a do Majora’s Mask tornam-se mais populares que a novela da Globo.

Em meio a essa onda de comoção, fãs da Nintendo criam campanhas no Kickstater para trazer a empresa de volta. Porém, todo o dinheiro arrecadado é em vão. Logo os enlutados fãs da Nintendo iniciam uma onda coletiva de suicídio, o detalhe é que cada um dos suicidas comete o ato com um boné do Mario na cabeça. Outra onda nintendistas apoia a causa, mas acredita que o ato é muito extremista, preferindo organizar greves de fome através de grupos no Facebook.

A hashtag #voltabign torna-se a mais utilizada no Twitter e no Facebook, o Google e o Yahoo anunciam que a palavra “Nintendo” é a mais pesquisada da história da internet. Jovens rebeldes picham a Triforce nos muros das cidades como se fosse um novo símbolo de anarquia. A polícia bate nos manifestantes que vão até a Av. Paulista protestar contra o fim da Nintendo (nos protestos, a frase mais gritada é “It’s me, Mario”). Charles Martinet e Miyamoto dão inúmeras entrevistas na BBC e até no Fantástico para tentar acalmar os ânimos. Mas tudo é em vão.

Com a situação descambando para pior, o governo japonês não vê outra solução a não ser ressuscitar a Nintendo para garantir o futuro da nação nipônica. O governo então cria um fundo de ajuda que angaria bilhões de dólares que são doados para a Nintendo. Deste modo, a Big N retorna à ativa e a indústria segue firme e forte. Os protestos, vandalismos e suicídios cessam imediatamente.

E vocês achavam que a Nintendo não estava com nada?

Top 10: os melhores momentos da E3 2013

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A E3 2013 foi uma das mais espetaculares de toda a história, afinal tivemos conferência bem acaloradas, principalmente da parte da Sony e da Microsoft que não mediram esforços para provar que seus novos sistemas valem o investimento quando forem lançados no final do ano. Para isso, mostraram vários jogos exclusivos e funcionalidades interessantes para seus consoles.

Muitos costumam dizer que empresa “tal” venceu a E3, balela em minha opinião. Quem venceu foram os jogadores que agora possuem vários prós e contras antes de adquirir sua nova plataforma. De qualquer forma, isso não quer dizer que a E3 não tenha tido seus momentos mais brilhantes. Resolvemos eleger nossos 10 momentos favoritos da maior feira de games do mundo. Confira:

10 – Battlefield 4

Era mais do que esperado que o novo shooter da DICE fizesse sua aparição, porém a forma com que ele apareceu realmente foi de deixar muita gente de boca aberta. Para delírio da plateia, a produtora mostrou nada menos que 64 jogadores em uma guerra total ocorrendo em cenários urbanos. Como se não bastasse, o visual de está de tirar o fôlego. Quem assistiu sentiu a sensação de “eu quero isso”.

9 – Killer Instinct

Quando a Microsoft anunciou que iria mostrar sua nova “Caixa X” durante a E3 2013 as pessoas estavam um tanto quanto céticas do que estava por vir, principalmente depois da primeira aparição do novo console. A Microsoft já havia sinalizado que iria mostrar vários jogos, mas ninguém poderia imaginar que depois de quase 15 anos Killer Instinct fizesse seu retorno triunfal. Foi bem bonito e empolgante ver como o jogo se encontra em seu estado atual. O breve teaser serviu para reavivar várias lembranças da juventude, nos tempos em que a Rare era uma das melhores produtoras do mundo. Este momento poderia ter ganhado uma posição melhor em nosso ranking não fosse revelado que o jogo é de graça, mas todos os personagens exceto Jago serão pagos. Microsoft não seria melhor lançar o jogo completo e cobrar o preço normal? Posteriormente você poderiam fazer igual a Capcom e cobrar por conteúdos adicionais…

8 – Metal Gear V: Phantom Pain (e Hideo Kojima surgindo mais uma vez no palco da MS)

Hideo Kojima, o mítico produtor da franquia Metal Gear, tomou mais uma vez o palco da E3 para anunciar uma nova entrada de sua franquia milionária. A contragosto de quem já associou a série à marca Playstation, Kojima apareceu no palco da Microsoft, assim como ocorreu na época do anúncio de Metal Gear Rising. Desta vez, ao invés de um jogo à parte da série principal, o produtor foi ao evento para revelar muitos detalhes de uma nova aventura do lendário Solid Snake. Pelo trailer deu pra ver que o game será nada menos que épico.

7 – Versus XIII é XV e Kingdom Hearts III existe mesmo!

Se você vê a Square Enix em algum evento, o que você espera? Sim, algo relacionado a Final Fantasy. Desta vez a Publisher nipônica mostrou aquele que era conhecido como Versus XIII, àquele jogo que já estava no status “lendas da internet”. O título foi apresentado de forma triunfal, e depois de muito CG (ao melhor estilo Nomura). Ao que parece os combates serão muito dinâmicos e os gráficos estão de matar. Para surpresa de muitos, Versus XIII tornou-se FFXV, mostrando que a Square considerou que o título não deve ser associado a FFXIII (ah, será que devemos esquecer todo aquele blá blá blá de 2006 quando anunciaram a tal Fabula Nova Crystalis?).

Quando a grande bomba parecia já ter sido detonada, eis que mais uma franquia de peso resolveu dar as caras no evento: Kingdom Hearts 3 ressurgiu após 7 anos desde o lançamento de seu antecessor, mostrando que nada daquilo que foi prometido, foi esquecido. O teaser não revelou nada, porém deu pra notar que Sora estará envolvido novamente também para entusiasmar os fãs da franquia. A despeito do que a apresentação deixou parecer, o game não é exclusivo das plataformas da Sony. Uma pena que a atual geração não viu um Kingdom Hearts

6 – Mega Man vs Mario

Apesar de ter sido bastante humilde, a apresentação da Nintendo na E3 foi boa e serviu pra mostrar que coisa boa vem aí, deixando claro que a Big N tem muito gás para manter a chama do Wii U acesa. Em um desses momentos de brilhantismo, pudemos ver o simpático robô azul da Capcom surgir na apresentação. O mais estranho (e a melhor parte dessa história) foi que a aparição de Megaman foi para encarar o Mario no novo Super Smash Bros para Wii U (e também para o portátil 3DS). A aparição de Megaman não foi como muitos esperavam (em um novo game próprio), porém serviu para matar as saudades de um dos personagens mais icônicos de todos os tempos. A pergunta que não quer calar: será que depois de correr com o Sonic, o bigodudo da Big N também tem peito para encarar o Megaman?

5 – X

Você conseguiu jogar Xenoblade? Ele foi um dos últimos títulos lançados para o Wii. Se sim, parabéns, pois você jogou um dos melhores jogos já criados para o console revolucionário. Mas a coisa não termina aí, agora é a vez do Wii U receber a franquia, rebatizada apenas de “X”. O jogo é fruto dos mesmos criadores da obra mencionada anteriormente, ou seja, espere por um game de visual incrível e uma proposta bastante promissora de jogabilidade. Sem dúvidas este foi um dos melhores momentos desta E3.

4 – Saúdem a Estação de Jogos 4

Da parte da Sony o que mais era esperado sem duvidas era a primeira aparição pública do PS4. E a promessa foi cumprida para matar a curiosidade da comunidade sonysta.  O novo console mostrou-se não apenas um titã em suas configurações, mas também em dimensões: ele é grande. Como se não bastasse, ele possui um design questionável, principalmente pelo escarcéu que a comunidade fez depois de ver o design do Xbox One (as duas plataformas têm algumas similaridades). De qualquer forma, consideramos o aparelho bem simpático e certamente apostamos que ele vem ai com muitos jogos pra dar e vender (principalmente vender).

3 – Indie Games para PS4

Se por um lado a Microsoft não deu muita bola para os criadores de jogos independentes, por outro a Sony não se fez de rogada e mostrou que vai dar suporte a esses criadores no Playstation 4. Faz todo o sentido: games indie estão ganhando cada vez mais espaço. Foi muito agradável ver a Sony dando alto suporte para este tipo de desenvolvimento, pois além de jogos AAA que já foram anunciados, a empresa garantiu que haverá muitos jogos “menores”. Se você curte jogos indie, já sabe uma plataforma que vai apoiá-los.

2 – A segunda chance de Mirror’s Edge

Quem jogou o primeiro Mirror’s Edge sabe que o título não é lá essas coisas. Além disso, games com o conceito apresentado por ele costumam ficar apenas no primeiro titulo, mas sempre existem jogadores que gostam de coisas diferenciadas e fazem coro por uma nova empreitada. Mostrando que dá ouvidos aos seus consumidores e que todos merecem uma segunda chance, a Electronic Arts anunciou o segundo jogo da série. O melhor (ou não): somente será lançado quando tudo estiver pronto (quer dizer que o primeiro não estava?).

1 – A grande trolada da noite

A conferência da Sony estava sólida o bastante, apesar de alguns momentos bem bocejantes. Falava-se sobre o Playstation 4 aqui e ali, mas sem tocar no fator preço. Eis que ao estilo “Serginho Malandro”, um slide bastante sugestivo revelou: US$ 399, mostrando que o preço americano será similar ao de outros continentes, como o europeu. O preço é menor que o preço do Xbox One, o que garantiu alguns aplausos para a Sony. Como se não bastasse, outro slide gigante revela que o Playstation 4 terá suporte a jogos usados, ao contrario da sua concorrente direta. Mais aplausos e ovações.  E foi assim que se encerrou uma baita apresentação da Sony na E3. Mas, se houve um momento digno de ficar registrado na memória foi o vídeo mostrando como se empresta jogos no novo console:

Colaboração: Victor Candido

 

Microsoft e Sony devem estar se perguntando: mas afinal, o que eles querem?

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Era dia 21 de fevereiro de 2013 e a internet estava sendo inundada de comentários acerca da revelação da Sony ocorrida no dia anterior sobre seu videogame de oitava geração. O Playstation 4 fora finalmente revelado. Vários vídeos de demos foram demonstrados, produtores davam vivas ao poderio tecnológico da nova máquina, jornalistas tentavam entender o que fora aquela revelação e os jogadores amontoavam a rede mundial de computadores com comentários pouco animadores.

“Onde está a cara do console?”, “Esses gráficos não impressionam tanto”, “O preço será exorbitante”, “Não é mais potente que um PC de ponta”, “Onde está a retrocompatibilidade?”, e por aí foi. Estava evidente que os expectadores estavam descontentes com a apresentação do PS4, apesar de considerarem as especificações técnicas promissoras. As frases mais coerentes diziam “esperemos para ver o que a Microsoft fará”.

Dia 22 de maio de 2013. As críticas a um console recém-revelado tomaram um ar mais agressivo. Desta vez o alvo era a Microsoft e seu Xbox One. “Parece um sintonizador de parabólicas”, “Restrição a jogos usados? Não poderei emprestar meus jogos?”, “E os games?”, “Verificação online a cada 24 horas? Mas eu não tenho internet”, “Onde está o apoio aos produtores indies?”. Parecia que a comunidade gamer pegou a Microsoft de Cristo naquele fatídico dia. Inclusive sites grandes como o Kotaku e o Gamasutra se apressaram a jogar as primeiras pás de terra no console que ainda nem chegara ao mercado.

Pouco depois, centenas de sites pela internet lançavam enquetes de “qual console é o melhor?”, ao que o Playstation 4 ganhava em disparada em todas as enquetes. “Se a primeira impressão é a que fica, então Microsoft, nem lance o seu console”, já diriam amigos jornalistas. O fato é que ninguém procurou ver as qualidades das plataformas, apenas os pontos negativos.

O que as fabricantes querem?

Ora vejam bem, se nem a Sony e nem a Microsoft agradaram 100% dos jogadores no primeiro momento, então o que elas deveriam fazer? Acredito que em algum lugar de Redmond há três executivos da Microsoft tomando um café tranquilamente e comentando como quem está falando de futebol: “Mas afinal o que eles querem?”. Ao mesmo tempo, há três executivos na Sony pensando: “Se não conseguirmos lucros dessa vez estaremos liquidados”.

Quando a Microsoft se lançou no mercado de videogames caseiros a ideologia estritamente seguida pela empresa era de criar uma marca de entretenimento para toda a família. Podemos constatar isso no primeiro Xbox que já vinha com um HD interno, suporte a quatro controles e leitor de DVD, acesso à internet para partidas online, entre outras opções. Ainda que não tenha se firmado como a caixa central da sala de estar, o Xbox tornou-se um exemplo de videogame à frente de seu tempo. Com o Xbox 360 a ideologia alcançou novos ares graças à maximização da Xbox Live, às novas funções do aparelho (vídeo, internet, música, games, chamadas de vídeo etc.). Se ele sintonizasse TV eu poderia deixá-lo ligado à TV direto e não precisaria mais do receptor de TV…

Jogar games era apenas uma das variadas funções do X360, isso explica o motivo do console possuir menos games exclusivos que a concorrência. Com o Xbox One a tendência será estritamente a mesma. Acesso ao Youtube, Netflix, Skype, TV, músicas, chat e todo tipo de traquitana que eu e você gostamos de fazer na frente do computador (e da televisão) serão possíveis no Xbox One. Com todas essas funções é óbvio que a plataforma iria sofrer em algum aspecto e ele é justamente a principal função da máquina: os games. A razão dessa posição é bem óbvia: a divisão de games da Microsoft representa apenas 4% dos lucros da companhia. Porque investir pesado em games se você pode aproveitar esta divisão para vender TV a cabo, internet, filmes, música, games, telefonia, serviços, etc.?

O Playstation 4 segue também a ideologia adotada pela Sony desde o PS1, que é criar o videogame mais tecnologicamente capaz que o dinheiro possa comprar. Ainda que na geração PS1 e PS2 ele não fosse o console mais poderoso, ele apresentava os games mais desenvolvidos de sua era (God of War e ICO que o digam). Dificilmente alguma empresa teria capital e peito para bolar plataformas tão desejáveis quanto os dois primeiros videogames da empresa. Isso para não citar as séries que moldaram a indústria como a conhecemos, como Final Fantasy, Resident Evil, Tomb Raider, Metal Gear Solid, entre tantos outros, que se não surgiram no console da Sony, ao menos foram neles que se tornaram os monstros sagrados da indústria. Em suma, a Sony e a família Playstation tornaram-se sinônimo de videogame e jogos de qualidade.

Com o Playstation 3 a história seguiu adiante, ainda que em menor escala (em relação à superioridade). Tecnologicamente o PS3 não estava muito à frente do Xbox, mas já tinha funções que deixavam o concorrente pra trás como Bluray e o Chip Cell. O poderio tecnológico encareceu a plataforma e dificultou o desenvolvimento de games, entretanto a Sony seguiu adiante com seu plano de criar o aparelho de videogame definitivo. De entregar aos criadores de games a plataforma com menos limitações possíveis.

Com o Playstation 4 teremos novamente a mesma coisa: games em alta resolução aplicados às boas ideias provenientes da concorrência, ou seja, sensores de movimento, toque, multiplayer online, compartilhamento, entre outros. Para os gamers hardcore ao extremo não haverá outra plataforma mais desejável que o PS4, enquanto que para os amantes de serviços, que por acaso também gostam de videogame, não haverá nada mais cômodo do que o Xbox One no centro da sala de estar. Simples assim, encare os fatos.

Playstation 4: indo dois passos à frente

Agora voltando à pergunta que intitula este texto: o que a comunidade quer realmente? Gráficos de ponta? A resposta é o Playstation 4. E mesmo que os gráficos da plataforma não pareçam tão melhores que os do PS3 ou de um PC turbinado, resta esperar o tempo passar. Foi assim com o PS3, lembra? Basta comparar a primeira leva de games com os últimos títulos 1st party que chegaram ao mercado.

Imaginem como será a próxima geração de God of War ou algum game do Team ICO daqui alguns anos quando os desenvolvedores estiverem familiarizados com o sistema? Serão nada menos que fantásticos, na certa. Imaginem as possibilidades de jogatina com o novo controle e a nova câmera integrada. Ou então com a conectividade com o Vita. Tá aí uma baita oportunidade de melhorar as vendas do portátil e melhorar a biblioteca de jogos do aparelho de bolso. Com o PS4 e o Vita a Sony finalmente realizará os planos de criar dois consoles irmãos. E sabem do que mais, a maior parte do poder de processamento do PS4 estará dedicada a rodar jogos!

Claro que todo esse poder terá um custo, e certamente ele não caberá em todos os bolsos (como é de praxe). Além disso, a Sony ainda não garantiu nada que não fará algum bloqueio a games usados e tão pouco falou sobre os novos planos para a PSN. Então, antes de achar que o PS4 é mais “amigável”, é melhor pensar de novo. Afinal de contas videogames são negócios e a Sony não tem andado com boa saúde financeira ultimamente e o lançamento de um novo videogame costuma consumir algumas verdinhas do cofre. Entretanto, como já disse, o Playstation 4 será voltado à nata dos jogadores, àqueles que estão dispostos a investir numa máquina que tem tudo para durar por uns 10 anos no mercado.

Xbox One: todo o mundo do entretenimento num só lugar

Por outro lado, se a comunidade está esperando uma caixa faz tudo a escolha óbvia é o Xbox One, afinal de contas (assim como nesta atual geração), os games multiplataforma não serão muito diferentes entre as duas plataformas e de qualquer modo os games do Xbox One deverão ser bons o bastante. Alguém tem dúvidas de que com tanta memória e poder de processamento ele não é capaz de rodar um game do calibre de Heavy Rain da Sony? Até melhor, meus caros. O Kinect melhorado e o melhor controle já dão à Microsoft dois grandes trunfos para agradar tanto os party gamers quanto os jogadores hardcore.

Além disso, não podemos ignorar o fato que as grandes franquias não irão abandonar uma plataforma tão lucrativa tão cedo. Call of Duty: Ghost já é uma realidade. E se jogos multiplataforma não é a sua praia, não se preocupe: a Microsoft anunciou que investiu cerca de US$  bilhão com as novas IPS exclusivas, então só nos resta esperar que os produtores façam jus a tanto dinheiro aplicado em seus serviços. E por fim, o Xbox One deverá ser mais barato que o Playstation 4, então os gamers menos afortunados que não quiserem ficar de fora do jogo por muito tempo deverão recorrer a esta máquina.

É óbvio que a necessidade de acessar a Live todos os dias e a obrigação de pagar taxas por jogos usados chegam a ser abusivas. Entretanto temos de entender duas coisas que matutam na cabeça dos executivos da Microsoft: quem ainda não tem acesso à internet nos EUA? Poucos. Tão poucos que nem se deve considerar. Afinal de contas, se um rapaz tem dinheiro para comprar um Xbox, então é natural que também disponha de recursos para acessar a internet. Tem quem aposte que a Microsoft está se tornando uma gigante das telecomunicações graças ao Skype e a Xbox Live, será?

Não gostou do Playstation 4 ou do Xbox One? Tem a Nintendo, ué?

E por outro lado tem a Nintendo que aposta na tradição, inovação e suas franquias de peso. Apesar das vendas do Wii U terem sido modestas, ainda dá tempo da plataforma se recuperar antes da chegada dos concorrentes se Nintendo anunciar games que todos querem jogar na E3 2013. O Wii U não é um videogame como outro qualquer graças ao GamePad, que mescla o controle à um tablet. Do Wii U não precisamos nos alongar, afinal ele já está no mercado há algum tempo. Resta dizer que apesar das piadas reverberadas na web, a Nintendo ainda sabe das coisas. Não por acaso o Wii está alcançando a casa de 100 milhões de unidades vendidas, ficando á frente dos concorrentes PS360.

Menos reclamações e mais jogos, por favor!

O resumo deste cenário é que cada uma das três empresas bolou uma estratégia diferente. Cada uma corre em uma direção diferente. É até estranho pensar que essa é uma disputa de videogames como foi a geração 128 bits ou a disputa entre X360 e PS3. O que os jogadores querem? Ninguém pode responder pelo coletivo, mas eu sei o que eu quero e sei que uma das três empresas atende minhas necessidades, assim como tenho certeza que uma delas atende às suas necessidades e a dos seus vizinhos. No mais, tenho certeza que todas essas empresas sabem onde estão pisando e apostaram suas fichas após muitas análises de mercado.

Nesta geração temos três opções de compra, basta escolher o que melhor se enquadra na visão de nova geração de videogames. É melhor do que ficar reclamando que empresa X tem um videogame ruim, ou que empresa Y pisou na bola com uma nova plataforma. Faça sua escolha e torça pelos bons jogos, pois é isso o que nós todos esperamos, certo?

 

 

E aí, o que você quer?

Rayman Legends também estará no Playstation 3 e Xbox 360

Rayman Legends

Um dos principais lançamentos da Ubisoft para 2013 é Rayman Legends, game que seguirá os passos do ovacionado Rayman Origins. Até dias atrás o Wii U era a única plataforma definida para receber o lançamento, porém  a Ubisoft anunciou que o Xbox 360 e o Playstation 3 também ganharão versões em setembro.

O desenvolvimento para as duas plataformas segue em curso pelo estúdio de Montpellier, a mesma da versão de Wii U. De acordo com a produtora francesa, Rayman Legends contará com vários modos de jogo, novos personagens, cenários e trilha sonora. Além disso, o título está sendo preparado pelo mesmo time responsável por Origins.

Espera-se que o game alcance vendas mais expressivas que o anterior, que apesar das boas críticas não se tornou muito popular. Com lançamento nas principais plataformas, a Ubisoft estará mais próxima de conseguir melhores resultados.

“Ouvimos muitos jogadores de Xbox 360 e Playstation 3, fãs de Rayman, que nos disseram que queriam muito jogar Rayman Legends nos seus consoles atuais” disse Tony Key, vice-presidente de vendas e marketing da Ubisoft. “Decidimos dar aos fãs o que eles queriam e ao mesmo tempo ampliar o alcance desse jogo inovador e memorável”

Abaixo você confere o vídeo d e Rayman Legends:

Balanço geral: veja como foi a Brasil Game Show 2012

Brasil Game Show

No momento em que você lê este texto o Brasil Game Show 2012 já terá acabado, porém se você não pôde ir ao evento e gostaria de saber o que perdeu na feira, continue a leitura, pois o GameReporter preparou um belo resumo do que rolou na autoproclamada “maior feira de games da América Latina”.

Quatro dias para apresentar o que havia de melhor na atualidade no mundo dos games. Era esse o principal desafio dos organizadores da feira, que não por acaso escolheram o Expo Center Norte, em São Paulo, para sediar a maior edição do evento até então. A organização da feira esperava reunir 80 mil visitantes, e para alegria de quem organizou a feira, os ingressos chegaram a se esgotar bem antes do esperado.

E nem foi por acaso que a feira tornou-se um sucesso estrondoso: o público compareceu, as grandes empresas também (incluindo o trio de ferro da indústria), haviam vários expositores, empresários, jornalistas, cosplayers e novidades que o público queria muito conferir de perto como Halo 4, Metal Gear Solid: Revengeance, Assassin’s Creed III, entre outros. Quem foi ao evento pôde conferir em primeira mão algumas preciosidades que só chegam ao mercado entre o final do ano e os primeiros meses de 2013.

Conferências

Alguns dos maiores players do mercado como Electronic Arts, Ubisoft, Activision etc, reservaram um espaço para falar com a imprensa logo no primeiro dia de evento. Apesar de não terem revelado nada tão bombástico, as coletivas serviram como indicadores de como as empresas planejam para o Brasil nos próximos meses.

A primeira coletiva foi da Electronic Arts que a demonstrou que continuará investindo forte no mercado de jogos mobile e na plataforma Origin, que deverá servir para integrar diversos títulos da EA em múltiplas plataformas. Em relação aos jogos sociais e mobile, pode se preparar para muitos games com o logo da EA estampado. De acordo com a diretora sênior da EA Mobile, Catalina Tou, já somos o terceiro maior mercado de smartphones no mundo, o que significa um aumento exponencial no número de jogos voltados ao bolso do gamer brasileiro.

A segunda coletiva foi da Sony, que não se mostrou nenhum pouco acanhada em investir em nosso país. Entre as apresentações de novos títulos como Playstation All-Stars Battle Royale, Wonderbook: Book of Spells, Until Dawn e o aguardadíssimo God of War: Ascension, a gigante japonesa ainda revelou que lançará alguns bundles especiais de jogos para PS3 como Assassin’s Creed III, MGS: Revengeance e GoW: Ascension. O jogo estrelado por Kratos, aliás será palco para um concurso em breve que permitirá que um jogador “imortalize sua voz no game”. Poucos detalhes sobre isso foram revelados, porém o site oficial já foi divulgado: http://www.immortalizatuvoz.com.

Outra novidade importante foi a reformulação da versão em português da Playstation Network, que será reformulada a partir do dia 23 deste mês. Espera-se que a interface facilite a navegação e a procura por novos jogos.

As outras duas coletivas, da Activision Blizzard e da Ubisoft, focaram nos principais títulos das empresas para os próximos meses. Pelos lados da Activision foram apresentados Call of Duty Black Ops II, que terá dublagem em português, Skylanders Giants e Skylanders Spyro’s Adventure. Todos esses games estavam presentes na feira também. Já a Ubisoft trouxe o produtor de Assassin’s Creed III Philippe Ducharme para revelar um pouco sobre o desenvolvimento do game que também contará com serviço de dublagem em português. O título estava com uma demo jogável para o deleite dos fãs.

Por fim, tivemos a coletiva da Namco com a presença de Katsuhiro Harada, produtor do recém-lançado Tekken Tag Tounament 2. Durante a coletiva, Harada falou sobre os números da franquia, planos para conteúdos especiais para a versão de Wii U, além da revelação de que a franquia contaria com personagens ainda mais estranhos que os já existentes, como um salmão, um avestruz e um louva-a-deus!(?).

A feira Brasil Game Show 2012

A primeira coisa que o visitante encontrava era uma exposição muito interessante organizada pela Globo, que mostrava a evolução dos consoles eletrônicos ao longo dos anos, passando do Atari 2600 até o SNES, Xbox, Zeebo e plataformas sociais.

Na feira propriamente dita tivemos tantas novidades reluzentes que os quatro dias de eventos não foram o suficiente para testar todos os jogos. Pelos lados da Konami os destaques eram o Metal Gear Solid Revengeance, PES, Zone of the Enders HD e o novo Castlevania Mirrors of Fate para o 3DS. A vedete foi mesmo o MGS, que mostrava uma jogabilidade mais rápida e gráficos polidos. A demo jogável apresentava os primeiros minutos do game.

No estande ao lado encontrava-se a Riot Games promovendo o fenômeno League of Legends, com direito a um badalado torneio valendo prêmio em dinheiro e distribuição de brindes. O estande ficou lotado durante boa parte do evento. No estande vizinho estava a Activision que aproveitou muito de seu espaço para mostrar Call of Duty Black Ops II. Ao contrário do que muitos esperavam, o game parece manter o espírito da série intacto e o multiplayer empolgante para não deixar a peteca cair.

Curiosamente a EA era vizinha de estande da Activision. O destaque destaque da empresa norte-americana ficou com Medal of Honor Warfighter, que estava jogável também. Pelo jeito a disputa pelo melhor FPS da temporada será mais acirrada que nos anos anteriores. Além disso, a companhia apresentou títulos como Battlefield 3 do ano passado e o recém-lançado FIFA 13, que surgiu para rivalizar especialmente com o outro grande game de futebol, PES no estande da Konami. Assim dava para os jogadores tirarem suas próprias conclusões de qual deles saiu-se melhor neste ano.

Outros games importantes estavam espalhados em diferentes estandes e puderam ser conferidos pelos visitantes como os novos DmC: Devil May Cry, que contava com controles desenvolvidos especialmente para quem é fã da série (vai fazer você esquecer o visual novo de Dante com certeza), Just Dance 4, que divertia a galera, Injustice: Gods Among Us, Resident Evil 6, Lost Planet 3, Dishonored, Need For Speed Most Wanted, Epic Mickey 2, Tekken Tag Tournament 2, entre outros. Ou seja, foi um verdadeiro festival de games no Expo Center Norte. A impressão que se tinha é que poucas vezes os jogadores brasileiros puderam ver tantos games novos em tão pouco tempo.

Microsoft

Falando agora sobre as três fabricantes de consoles, tivemos a participação de todas elas, garantindo que os jogadores pudessem ver as armas que cada uma preparou para os próximos meses. A Microsoft disponibilizou em seu espaço jogos muito esperados para seu Xbox 360 como Fable: The Journey, Forza Horizon e Nike +Kinect Training, além de Dance Central 3 compatível com o Kinect. O estande era muito espaçoso e confortável, e contava com um carro da Stock Car em exposição para o deleite dos olhos dos visitantes.

Mas nada do lado verde da força era mais atrativo que a novidade Halo 4. O demo do game apresentava gráficos impressionantes e servia para os jogadores conhecerem o novo modo online e os novos inimigos que prometem infernizar a vida de Master Chief. Como não poderia deixar de ser, o game receberá uma dublagem especial em português. O game sai em novembro, porém a espera será angustiante para quem gostou do que viu.

Sony

Na área da Sony, os jogadores podiam experimentar o game Playstation All-Star Battle Royale e o Book of Spells, game baseado na obra Harry Potter e que utiliza o Move como controle. Além disso, os jogadores podiam testar diversos títulos do Playstation Vita, uma ótima oportunidade para quem ainda estava em dúvida sobre comprar ou não o portátil.

O destaque mesmo no estande da Sony era God of War Ascension, que se não inovava tanto, pelo menos não deixava a peteca cair. A jogabilidade permanece praticamente a mesma, porém o título apresentar um deus da guerra mais enfraquecido. A demo disponibilizada era a mesma da E3 2012, então não tivemos qualquer novidade com relação aos cenários. Os jogadores que testassem o título ganhavam uma capa azul bem descolada da Sony, além disso, havia uma escultura bem grande do Kratos para os fãs tirarem fotos. O título só chega em 2013.

Nintendo

Já a Big N dividiu seu espaço em duas partes: uma para os games do Wii, 3DS e DS e outra mais reservada para apresentar pela primeira vez o Wii U no Brasil. O espaço era uma sala especialmente supervisionada, com vários títulos do novo console para que os jogadores pudessem testar. Não era à toa que a sala foi um dos espaços mais badalados da feira: em dados momentos a fila rodeava todo o estande.

Entre os títulos disponíveis estavam Ninja Gaiden 3, Assassins’s Creed III, Rayman Legends 2, ZombieU e Super Mario Bros WiiU. Cada um deles tentava explorar à sua própria maneira o novo controle. O novo videogame tem data de lançamento marcada para 18 de novembro nos EUA, porém sem previsão de chegada ao Brasil. Porém, a notar pela disposição dos jogadores que ficaram por mais de duas horas na fila apenas para testar o aparelho, a Nintendo pode ficar tranquila que não vai faltar gente querendo jogar o console.

Até 2013

Os quatro dias de BGS foram especialmente positivas, tanto para os jogadores quanto para as empresas participantes. Com certeza muitos negócios foram fechados nos bastidores para que a próxima edição seja ainda melhor e conte com empresas que não estiveram neste ano. Há quem diga que o evento já se aproxima muito de grandes eventos internacionais como a E3 e a Tokyo Game Show, para se ter uma ideia.

De acordo com Marcelo Tavares, organizador da feira, os planos é torná-la mais atrativa para as empresas nas próximas edições, deste modo, os aficionados por games devem esperar por novidades impressionantes no próximo ano. A edição 2013 já até foi confirmada e ocorrerá também no Expo Center Norte entre os dias 24 e 28 de outubro, reunindo ainda mais expositores e visitantes. E é provável que isso aconteça mesmo, afinal a edição 2012 passou, mas tem muita gente que já está com saudades.

Confira abaixo nossa galeria de fotos exclusivas:

Wii U estará presente na Brasil Game Show 2012

Wii U

Os próximos meses serão marcantes para a comunidade gamer, em especial para os fãs da Nintendo. Afinal, a empresa japonesa está a todo vapor com os preparativos para o lançamento de seu próximo videogame, o Wii U, que será o ponto de partida de uma nova geração de consoles.

Se você é um desses jogadores que estão ansiosos para testar o Wii U: alegre-se! Há uma oportunidade rara para isso antes do lançamento oficial. A Nintendo confirmou a presença da plataforma durante a 5ª edição do Brasil Game Show, evento a se realizar entre os dias 11 a 14 de outubro de 2012, no Expo Center Norte, em São Paulo. Os visitantes poderão conferir de perto a plataforma e testar o controle GamePad e sua tela sensível ao toque.

Além da Wii U, a Nintendo vai levar alguns títulos de lançamento da plataforma, como o Nintendo Land, New Super Mario Bros. U, Ninja Gaiden 3: Razor’s Edge e The Wonderful 101. Ainda de acordo com a Big N, os jogadores poderão testar as últimas novidades do Nintendo 3DS e do Wii. Para animar ainda mais o estande, os personagens Mario e Luigi estarão presentes para tirar fotos com os visitantes.

Mais informações sobre o evento podem ser conferidas no site oficial. A gente se vê por lá!

Expediente

QUANDO: 11 a 14 de outubro de 2012

ONDE: Expo Center Norte – Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme, São Paulo, SP

Resumão da participação da Nintendo na E3 2012

Nintendo

A participação da Nintendo durante a E3 foi uma verdadeira festa para os fãs da empresa japonesa. Muitos fãs e jornalistas apontam a conferência realizada pela Big N como a melhor da E3 2012, outros tantos, bem não acharam a conferência tão empolgante assim. Veja bem, a Nintendo aproveitou seu espaço para agradar seus fãs mais fiéis e divulgar um bom número de jogos 3rd Party que sairão para o seu novo videogame de mesa, o Wii U.

Nesta edição da feira a companhia aproveitou para responder algumas perguntas latentes sobre Wii U. Assim, a comunidade gamer pôde conferir melhor como vai funcionar o Wii U GamePad, aquele controle com tela sensível que promete revolucionar a interação entre o jogador e seus games.

Outra novidade bem vinda é que a Nintendo tem planos para transformar o GamePad em uma central vídeos, leia-se que a empresa está trabalhando com grandes sites de vídeos como o Netflix, Hulu Plus, Amazon Instant Video e YouTube para levar experiências de vídeo ao Wii U que aproveitarão as possibilidades da segunda tela integrada.

Além disso, a empresa demonstrou alguns dos games que estarão na plataforma em breve, como as franquias Super Mario Bros. U, que traz o mascote da Nintendo em um game de plataforma lateral interagindo com os Miis criados pelos jogadores; Pikmim 3, retorno do game criado por Miyamoto após um hiato de oito anos; Assassin’s Creed, da Ubisoft; Just Dance e Batman: Arkham City, que é sem sombras de dúvidas um dos melhores games de 2011. Outros games anunciados são o Zombie U, Scribblenauts Unlimited, Mass Effect 3, Darksiders 3, Tekken Tag Tournament 2, Rayman Legends, Marvel Avengers: Battle for Earth, entre outros.

Além desses games, a Nintendo também revelou novidades para seu novo console, como o Nintendo Land, SiNG e LEGO City: Undercover. Nintendo Land é uma espécie de overdose virtual da Nintendo em que os jogadores entram num parque temático com atrações inspiradas nas franquias da Big N. É um jogo meio maluco, mas a intenção dele é apresentar as possibilidades do novo controle.

Pense no Nintendo Land como o Wii Sports do Wii U. O macete é que as imagens exibidas no controle são diferentes daquelas apresentadas no televisor, ou seja, a tela do GamePad vai apresentar informações e pontos de vista que ajudem o jogador a enfrentar determinados desafios em conjunto ou em modo competidor.

O GamePad não apenas introduz um novo tipo de jogabilidade, como também redefine toda uma dinâmica. Com a jogabilidade assimétrica, experiências múltiplas são possíveis no mesmo jogo ao mesmo tempo. É algo transformador”, disse o Presidente e COO da Nintendo of America, Reggie Fils-Aime. “Embora os jogos sejam o foco da E3 deste ano, a história do Wii U também inclui as conexões sociais aprimoradas e experiências de entretenimento integradas criadas pelo GamePad. Estamos oferecendo uma prévia disso com a apresentação do Miiverse e a revelação de parcerias com alguns dos maiores provedores de conteúdo do planeta”.

SiNG será um jogo musical que convida os jogadores na sala para uma festa. Basicamente uma pessoa segura o GamePad enquanto a música toca e as outras começam a algazarra dançando cantando, batendo palmas etc, Possivelmente esse game deverá ser o responsável pelos vídeos que atulharão o Youtube com momentos cômicos vividos pelos jogadores.

LEGO City: Undercover coloca o jogador na pele do detetive Chase McCain que deve desvendar crimes pela cidade. À medida que os jogadores correm, dirigem e até mesmo voam pela cidade, eles usam o controle GamePad do Wii U como mapa, comunicador e uma engenhoca que funciona como localizador de crimes

E foi mais ou menos essa a participação da Nintendo. É evidente que teve muito, muito mais do que isso, afinal a companhia nipônica ainda apresentou novidades para o 3DS, tivemos tantos outros jogos 3rd party e outras promessas interessantes como o Miiverse, contudo infelizmente não cabe tudo sobre a Nintendo na E3 2012 aqui.

Se você perdeu a coletiva da Nintendo e nosso breve resumo ainda não é o bastante, basta acessar o site oficial da apresentação Nintendo All-Access ou acompanhar pelo canal da empresa no Youtube. Quer outra dica? Vai lá no Uol Jogos e confira uma das coberturas mais sensacionais da E3 2012.

O resumo da semana gamer #2: Wii U com problemas, THQ e o fechamento de estúdios, The Sims reinando no Facebook e muito mais…

A semana gamer não trouxe muitas novidades, de modo geral. Tudo parece estar girando gradativamente para a Tokyo game Show: aos poucos as novidades vão surgindo e as pequenas bombas vão estourando.

Nesta semana, por exemplo, tivemos a confirmação de um novo periférico para o 3DS, além disso, a Konami já começa a se preparar para falar mais sobre o remake HD de Metal Gear Solid e Zone of the Enders. Por falar em HD, vale lembrar que a Crytek confirmou a chegada do primeiro Crysis para o Xbox 360 e PS3.

Vamos ao nosso resumo da semana! Continue lendo O resumo da semana gamer #2: Wii U com problemas, THQ e o fechamento de estúdios, The Sims reinando no Facebook e muito mais…