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Game Desafie-me prepara alunos para o Enem

Quer passar no Enem? É claro que você quer! Mas querer é apenas a primeira parte, pois para conquistar sua vaga na universidade dos seus sonhos também requer esforço e bastante estudo. Quem já prestou o exame sabe que os estudos são difíceis de administrar, entretanto há uma alternativa bem interessante para quem encontra dificuldades em meter as caras nos livros. Estamos falando do jogo Desafie-me.

O aplicativo – já disponível para download em aparelhos com sistema operacional Android e em breve também no iOS – conta com questões dos últimos nove exames do Enem para que os alunos se preparem para as provas da melhor maneira possível. No app, é possível escolher desafios nas áreas de conhecimento abordadas no Enem: Biologia, Matemática, Português, História, Geografia, Física, Química, Inglês e Espanhol.

Ao todo, Desafie-me conta com 1.600 questões diferentes – mas cada desafio compreende cinco perguntas, que devem ser respondidas em até 15 minutos. O conceito do app foi concebido pelo grupo Ser Educacional – mantenedora da Universidade UNG – para promover aprendizado e desafio com facilidade e praticidade, seguindo o conceito de gamificação – que é o uso de mecânicas de games em outros contextos, como na área da educação.

“O jogo dentro do processo de ensino-aprendizagem estimula não só a motivação e o interesse do aluno, como também a criatividade na resolução de problemas”, comenta a diretora acadêmica do grupo Ser Educacional, Simone Bérgamo.

No Desafie-me, o aluno aprende também de maneira competitiva, com quatro tipos diferentes de rankings para classificar o usuário em relação aos outros jogadores. É possível desafiar amigos do Facebook, colegas da mesma escola ou ainda adversários aleatórios.

“Se formos pensar sobre a questão da competição, acreditamos que ela se torna salutar à medida que fortalece no estudante a ‘vontade de buscar’. Ou seja, tirar o aluno da passividade e torná-lo agente ativo na aprendizagem”, aponta a diretora.

Apesar da ideia de levar o estudante a sentir a competição com outros jogadores, o Desafie-me também possui um modo exclusivamente para treinamento. Nele, o aluno pode se desafiar a responder as questões para testar seus conhecimentos e se preparar não apenas para as sessões competitivas do jogo, mas especialmente para as provas do Enem.

Físicos saem na mão no jogo brasileiro Science Kombat

Você consegue imaginar os maiores cientistas do mundo saindo no tapa em um Game de luta com estética à lá Mortal Kombat? Se sua resposta for sim, então você já tem uma ideia do que é Science Kombat, o novo lançamento da revista Super Interessante, da Editora Abril.

O título reúne personalidades do meio científico como Isac Newton, Stephen Hawking, Albert Einstein, Nikola Tesla, Marie Curie e outros em um jogo de luta com mecânicas similares a Street Fighter e mortal Kombat para ver quem é o maior físico de todos os tempos.

A ideia é que os golpes realizados são baseados nas descobertas dessas personalidades, como é o caso de Hawking, que é capaz de abrir buracos negros. Ao todo existem oito personagens, cada um com seis ataques básicos e dois especiais. Science Kombat já estava sendo bastante aguardado por muitos jogadores brasileiros após a campanha viral que mostrava os golpes dos personagens.

De acordo com a Super Interessante, o desenvolvimento do jogo foi acompanhado por dois milhões de jogadores através das redes sociais. Vale destacar que o jogo foi desenvolvido por brasileiros. Esta não é a primeira empreitada da Super Interessante em jogos de luta: algum tempo antes o site lançou Filosofighters, cuja ideia era colocar grandes pensadores para lutar.

Até o momento, Science Kombat está disponível apenas em versão online no site da Super Interessante, porém a Editora já anunciou que a versão mobile chega em breve. O Game é bastante indicado para amantes de jogos de luta e até pode aguçar a curiosidade das pessoas em relação a esses cientistas e suas importantes descobertas.

Abaixo tem o vídeo de Science Kombat:

Infância Livre: FACISA e MPT da Paraíba lançam jogo para alertar sobre a Exploração Infantil

Um dos melhores games (senão o melhor) a dar as caras na Brasil game Show 2015 foi o indie Infância Livre, criado em parceria entre o Ministério Público do Trabalho (MPT) de Campina Grande (PB) e o Curso Superior de Jogos Digitais (FACISA). O que eleva o título a este patamar de “melhores do evento” não é propriamente a sua qualidade técnica, mas sim a mensagem que ele tenta passar ao jogador.

Criado como Projeto de Extensão dos estudantes da FACISA, o título alerta para os males do trabalho infantil para o desenvolvimento da criança e do adolescente, destacando também que o trabalho infantil fere o Estatuto da Criança e do Adolescente. Para isso, o jogador acompanha a saga de um agente especial que visita lugares de exploração infantil alertando as crianças e adultos sobre o tema. O objetivo é tirar as crianças da situação do trabalho ilegal.

Um ponto interessante de Infância Livre é que os diálogos e situações apresentadas no título são inspirados em fatos reais, de modo que a aventura consegue sensibilizar o jogador. Afinal, quem não ficaria com pena ao ouvir a história do garoto que trabalha no farol à noite para ajudar a família? Durante a aventura o jogador explora diversos ambientes como lixões, o meio rural, o trânsito e até o trabalho doméstico.

De acordo com os desenvolvedores, existem cerca de 170 milhões de crianças desenvolvendo trabalho escravo no mundo, sendo que somente no Brasil são mais de 3 milhões de jovens nesta situação. A ideia é que o game possa mobilizar a sociedade para a erradicação dessa prática e assim sirva de ferramenta de conscientização. O processo de criação foi possível graças aos esforços dos estudantes Aleff Ghimel, César Augusto, Aurélio Filgueiras e Valdemir Segundo, sob a supervisão do coordenador do curso, Rodrigo Motta.

Durante a BGS 2015 os visitantes podiam testar o jogo e conversar com os desenvolvedores. De acordo com eles, a recepção dos jogadores era das mais calorosas. Infância Livre é gratuito e pode ser acessado pela web. Posteriormente haverá lançamento para Android e iOS.

Abaixo tem o trailer de Infância Livre:

Galeria digital da Fiesp vira tela gigante para o game Star Pato

Que o Brasil é campeão de impostos, todo mundo já sabe. E “ai” daquele que não pagar suas contribuições ao governo. Se há algo que podemos fazer livremente é protestar. E é justamente em forma de protesto que a Frente Nacional contra o Aumento de Impostos criou o jogo Star Pato, um título bem humorado e parte da campanha “Não Vou Pagar o Pato”. Para tornar o game ainda mais notório, os organizadores do protesto deixaram-no disponível para gameplay em um grande painel de LED instalado no prédio da Fiesp, na Avenida Paulista, em São Paulo.

O gameplay é claramente inspirado no clássico Space Invaders, o sucesso dos anos 70, e possui 5 fases. Ao invés de uma nave espacial, o jogador controla um pato e deve exterminar uma série de impostos cobrados abusivamente, como  combustíveis, eletrodomésticos, automóveis, energia elétrica e a revoltante CPMF. Além de Space Invaders, Star Pato tem algo de Star Wars em seu design de arte.

Na Fiesp, os jogadores podem acessar o game através de controles posicionados em frente à sede da Federação. Quem não puder ir até lá, mas quer conhecer esse projeto, basta acessar a versão de, ou pelo celular. De acordo com os organizadores, o objetivo dessa campanha é conscientizar a sociedade sobre os altos impostos já pagos em produtos e serviços e evitar novos aumentos da carga tributária.

Ao que parece, essa campanha está surtindo um efeito muito positivo: a página da internet “Não Vou Pagar o Pato” já recolheu mais de 880 mil assinaturas. Quando chegar em um milhão de assinaturas, o abaixo-assinado será encaminhado ao Congresso Nacional, para desespero de Dilma e seus amigos

Star pato: eu não vou pagar o pato

Desafio das Galinhas: Irmã Dulce ganha novo jogo para computadores

Quem nunca ouviu falar da Irmã Dulce, a religiosa católica brasileira que ganhou notoriedade ao praticar obras de caridade e assistencialismo aos mais necessitados? Pois bem, a Irmã Dulce se foi, mas seu legado permanece vivo graças à ações de várias pessoas. Uma dessas ações envolve, por mais incrível que pareça, os jogos eletrônicos.

Em 2014 a Irmã Dulce foi retratada no jogo Irmã Dulce Abrindo Portas e graças ao estrondoso sucesso, os produtores lançaram um novo game chamado Desafio das Galinhas. Desta vez a ação se passa em um galinheiro, onde os jogadores terão de correr contra o tempo para ajudar a religiosa a recolher o maior número possível de aves.

Muitos podem pensar: mas o que isso tem a ver com as obras de caridade de Irmã Dulce? Na verdade o jogo retrata de forma lúdica um episódio marcante da trajetória da religiosa. Em meados de 1949, sem ter para onde ir e com 70 doentes recolhidos das ruas de Salvador, Irmã Dulce resolve ocupar um galinheiro localizado ao lado do Convento Santo Antônio, após autorização da sua superiora. A iniciativa deu origem à fundação, em 1959, das Obras Sociais Irmã Dulce (OSID), além da tradição propagada há décadas pelo povo baiano de que o Anjo Bom do Brasil construiu o maior hospital da Bahia a partir de um simples galinheiro.

“Além de divertir e cativar, através de uma jogabilidade dinâmica e envolvente, o novo jogo resgata um episódio surpreendente na história de Irmã Dulce e do próprio país”, ressalta Tiago Pessoa, diretor da Virtualize Soluções Criativas, empresa que desenvolveu o game juntamente com a Team Zeroth. Para Osvaldo Gouveia, assessor de Memória e Cultura da OSID, “o novo desafio contribui para reforçar, principalmente junto às crianças e jovens, valores tão universais como o amor e o serviço aos mais necessitados”.

A jogabilidade é bastante simples e é indicada para jogadores de todas as idades. O grande macete é que o game busca divertir além de cativar os jogadores com sua bela história. Desafio das Galinhas já pode ser acessado gratuitamente através da página da OSID no Facebook. Para estimular ainda mais a diversão, os jogadores também poderão compartilhar as pontuações alcançadas e as posições conquistadas no ranking do game dentro de cada grupo de amigos do Facebook.

Desafio das Galinhas

Jogue agora o novo game da Irmã Dulce.

Zelig Coleta: coleta Seletiva é tema de game desenvolvimento pela Ludo Educativo

A coleta seletiva não é algo levado muito a sério no Brasil, mas ainda existem pessoas preocupadas com essa questão. Um dos casos é o Ludo Educativo, que acaba de desenvolver o game Zelig Coleta. O estúdio é independente e está sediado na cidade de São Carlos, SP. O grupo é i, projeto de extensão e difusão científica do Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais.

Zelig Coleta nos apresenta ao personagem Zelig que recebe a missão de coletar resíduos e dar um fim propício a cada um. Cabe ao jogador auxiliar o jovem Zelig a fazer a coleta seletiva para preservar o meio ambiente.  De acordo com os desenvolvedores, o título foi desenvolvido para conscientizar crianças e adolescentes sobre a importância da coleta seletiva, de modo que pode ser utilizada por pedagogos em sala de aula como instrumento lúdico e mais atrativo.

Existe um cano e através dele são despejados diferentes tipos de resíduos como gravetos, latinhas, material hospitalar e restos de comida. O jogador deve coletar determinados tipos de resíduos, separando-os do que não é reciclável ou que representam perigos para a saúde da população. Ao final da partida, são apresentadas notas curtas sobre a reciclagem de determinados tipos de resíduos numa área denominada “Saiba mais”.

O game tem curta duração: apenas 50 minutos, ou seja, pode ser utilizado perfeitamente em ambientes de sala de aula. Além disso, o game possui um gameplay simples e pode ser utilizado por crianças bastante jovens (o personagem é guiado utilizando apenas as setas do teclado). Até mesmo a linguagem foi criada visando às crianças.

“É importante educar o público geral, incluindo a criança, de forma a reduzir o impacto de suas ações no meio ambiente. Ensiná-lo a reduzir, reutilizar, reciclar os diferentes tipos de materiais, e tudo isso engloba o conhecimento dos diferentes tipos de resíduos da coleta seletiva”, disse Marília Faustino, coordenadora pedagógica do Ludo Educativo.

O título já está disponível através do site do Zelig Coleta e pode ser acessado gratuitamente.

 

Futura lança nova versão do jogo educativo Clube Desafio Futura

O Canal Futura é um dos mais antenados em aprendizado e novas mídias, de modo que o veículo tornou-se referência entre os canais abertos que valorizam o público jovem. Uma nova mostra disto é que o Futura lançou há poucos dias um novo jogo educativo online chamado Clube Desafio Futura, um título gratuito que traz informações sobre português, empreendedorismo, história, cultura etc.

O jogo é no formato quiz e trata-se de uma reformulação da versão anterior, lançada pela mesma Futura. Na nova versão, há perguntas inéditas, novos desafios e espaços, além de salas temáticas inspiradas nos programas do canal, como “Afinando a língua”, “Um pé de quê?”, “Conexão Futura”, “Estação saúde” e “#projetoempreender”.

Jogar é muito simples: basta acessar o site do game, preencher um cadastro (sendo que pode usar o Facebook), escolher o avatar e começar a responder as perguntas que variam de temas como música, língua portuguesa, meio ambiente, história, cultura, empreendedorismo e saúde. O objetivo é subir no ranking à medida que o jogador vai ficando mais culto. O conhecimento em cada área é a chave para avançar no jogo, que pode ser disputado em tempo real com até seis pessoas ou sozinho, no modo single player.

Conforme a pontuação do jogador sobe, novos itens para personalização dos avatares são desbloqueados. Além de ter um quis desafiador, Clube Desafio Cultura permite que os jogadores formulem novas perguntas, de modo que o game esteja sempre renovado e mais difícil. P game divide-se em diferentes salas, que abrigam temas específicos como música, língua portuguesa e literatura (sala Afinando a língua), por exemplo. Mas o grande macete é escolher a sala Clube Desafio, onde é possível mesclar vários temas e destrinchar o game por completo.

A nova versão já está disponível para a jogatina online e até existe um teaser trailer explicando como as coisas funcionam.

Clube Desafio Futura

Ludic Side lança Candy World Quest para mobile e web

A Ludic Side Game Studio, de Belo Horizonte, MG, acaba de lançar seu mais novo game social, prometendo uma experiência diferente do habitual. Candy World Quest é um game de puzzle que lembra algo de Angry Birds. A tarefa do jogador é mirar em alvos específicos com uma rosquinha. A graça é treinar a pontaria enquanto destrava novos níveis e doces.

O jogo é dos mesmos criadores de Hotel Panic e Freeze the Way, ou seja, pode esperar bastante desafio. Felizmente existem alguns power ups especiais que facilitam a vida do jogador nas fases mais complicadas. São cerca de 50 fases desafiadoras e o game ainda possui integração com o Facebook, de modo que pode-se desafiar os amigos em competições rankeadas.

Candy World Quest está disponível gratuitamente para iOS, Android e Web. O jogo é indicado para fãs de jogos casuais e que gostam de games bastante coloridos e desafiadores. A trilha sonora é alegre e até um pouco infantil. Há suporte para os idiomas Inglês, espanhol, português, italiano, francês e alemão.

Trailer do game Candy World Quest:

Ataque às Mulheres: um newsgame inspirado nas notícias de abuso no Metrô de São Paulo

Quem não se lembra de casos de abusos sexuais no metrô de São Paulo, ocorridos no início do ano? Pois é, a repercussão foi grande e levou a discussão às massas, pois diariamente muitas mulheres sofrem abusos no transporte público e aguentam essas mazelas caladas.

O episódio serviu para melhorar em partes a segurança do Metrô (ou será que foi por causa da Copa?) e para a criação do jogo Ataque às Mulheres, do desenvolvedor André Kishimoto. O game foi lançado para web browser (requer Unit webplayer) e pode ser acessado gratuitamente.

O jogo foi lançado em abril e está disponível nos idiomas inglês e português. Ataque às Mulheres foi bastante influenciado pela pesquisa SIPS/Ipea. No game o jogador controle um homem ou uma mulher que embarcam em um Metrô e tem 30 segundos até a próxima estação para decidir se vai atacar ou não uma das passageiras. Se o jogador decidir atacar uma das passageiras, a vítima dá um grito e é “fim da linha” para o jogador.

Se o jogador não atacar ninguém, o personagem desembarca na estação sob comemorações e aplausos do jogo. O objetivo com o jogo era de fazer os jogadores pararem por um momento e pensarem sobre os problemas de violência, os erros dos resultados e a reação das pessoas nas redes sociais. Confira a página do game no Facebook.

Importante mencionar que o autor optou pelo termo “ataque” por não querer influenciar ou distorcer a interpretação dessa ação (que fica por conta do jogador), como pode ocorrer em gráficos, porcentagens, artigos e conclusões resumidas e perguntas sem contexto.

Ataque às Mulheres

Quer jogar? Clique aqui e comece agora (requer Unit webplayer)

Professor cria GameAcademy, portal para acadêmicos e entusiastas

Todos sabem que aqui no GR temos um grande foco no acadêmico, o que inclui divulgar projetos de alunos, cursos superiores e, por que não, iniciativas de outros colegas professores. O professor Alan Carvalho entrou em contato a respeito de um projeto pessoal que criou chamado GameAcademy.

A idéia do portal é ser um espaço para que alunos e outros professores de cursos de graduação e pós na área de games possam publicar artigos e trocar idéias sobre o setor. O mais legal é que o GameAcademy não é restrito a este nicho, mas aberto a entusiastas, o que daqui um tempinho pode virar um ótimo ponto de partida para quem pensa em se lançar em um curso da área.

O site não está atrelado a uma faculdade ou curso específico e qualquer de nossos leitores está convidado a entrar no endereço logo abaixo e explorar um pouquinho do material inicial do projeto.

:: Visite o site em www.gameacademy.com.br agora