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Pixel Ripped 1989 – Entrevistamos os criadores do mais ambicioso game de realidade virtual criado no Brasil

A inteligência artificial é o grande alvo do estúdio ARVORE, que está numa grande semana graças ao lançamento do aguardado Pixel Ripped 1989, um game que mistura a realidade virtual e a premissa de jogos retro. Nós publicamos uma matéria sobre o game e o seu principal diferencial em meio a tantos jogos do mercado nacional, hoje temos uma entrevista com o pessoal que desenvolveu o projeto, falando sobre os detalhes, desafios e o cenário brasileiro de games.

Para quem não se lembra, o Pixel Ripped é um jogo de realidade virtual em que o jogador deve ajudar a heroína Dot a salvar o mundo da ameaça de Cyblin Lorde, um vilão capaz de ameaçar o mundo digital e o mundo real. Para isso, você encarna a jovem estudante Nicola . O game tem muitas referências a jogos da geração 8-16 bits como Megaman, Battletoads e Sonic.

Pixel Ripped 1989 estará disponível nas plataformas PlaystationVROculus Rift e SteamVR. Aqueles que optarem pela compra antecipada no PlaystationVR e Oculus, poderão comprar o jogo pelo valor promocional de $19.99 dólares. O preço final no lançamento será$24,99 dólares. Haverá também um desconto temporário de lançamento para consumidores da Steam começando no dia 31 de Julho.

Confira abaixo a entrevista sobre  Pixel Ripped 1989 com o pessoal do ARVORE:

Ana Ribeiro
Ana Ribeiro

GameReporter: Como o estúdio ARVORE foi criado? E de onde surgiu a ideia para o nome?

ARVORE: O estúdio foi fundado por Ricardo Justus, Rodrigo Terra, e Edouard de Montmort em 2017 para criar, produzir e desenvolver games e experiências de storytelling imersivo para realidade virtual e aumentada. O nome vem de uma junção das siglas “AR” e “VR” (Augmented Reality e Virtual Reality) aliado ao fato que narrativas interativas são “branching narratives”, como os galhos de uma árvore.

 

De onde veio a ideia para o desenvolvimento para Pixel Ripped?

No ano 2013, a Ana Ribeiro, nossa Diretora Criativa, viajou para estudar um curso de desenvolvimento de jogos na Inglaterra, e uma noite ela teve um sonho muito revelador. No sonho a Ana estava sentada na frente da TV, jogando um jogo da geração de 16 bit, e ela estava num quarto todo pixelado, a estética do quarto mudava assim evoluíam os gráficos do jogo que a Ana jogava. Até que chegou um ponto que o quarto e os gráficos do jogo tinham o mesmo nível de realismo. Nesse momento a Ana acordou e se deu conta de quanto poderosa era a idéia de mostrar a história dos videogames e desde uma realidade paralela que permitisse até conectar e até entrar dentro deles! Aquela ideia inicial continuou evoluindo até o que hoje em dia é o Pixel Ripped 1989.

A equipe do estúdio ARVORE reunida.

Quais foram os maiores desafios durante o processo de desenvolvimento do jogo?

Pelo fato do jogo ter demorado quatro anos para ser desenvolvido, tivemos que adaptar ele aos novos modelos e funcionalidades dos headsets que iam aparecendo com o tempo. Então tivemos que adaptar a tecnologia do jogo para suportar todas essas mudanças. Esse seria o maior desafio, depois desse podemos falar da produção do jogo tendo um time remoto de várias pessoas em diferentes continentes e das dificuldades para achar financiamento para finalizar o jogo.

 

Soubemos que o game passou por diversos eventos e conquistou alguns prêmios importantes. Vocês ficaram surpresos com o sucesso tão rápido?

Ficamos surpresos sim, o jogo começou como um projeto universitário que nem se pensou como algo para aprender a usar a Realidade Virtual. Quando foi colocado na loja da Oculus e começamos a ter uma grande repercussão na imprensa e os vídeos do jogo conseguiram 5 milhões de visitas em 3 meses a gente se deu conta de que aquele jogo merecia ser desenvolvido como projeto comercial.

 

Pixel Ripped foi pensado com base na realidade virtual. Quem não possui um óculos vai conseguir jogar o game? Se sim, a experiência será a mesma?

O jogo foi desenvolvido e pensado para realidade virtual, simplesmente ele não pode ser jogado e entendido completamente sem essa tecnologia.

O game tem muitas referências aos jogos dos anos 80-90. Quais foram as principais influências durante o desenvolvimento?

As principais influências são os jogos de plataformas de finais dos 80s e início dos 90s, como as séries Megaman, Sonic e Super Mario Bros, na estética e mecânicas. Mas também tem referências a muitos outros jogos como Battletoads, Tetris ou até Pokémon.

 

Sobre o cenário de desenvolvimento de jogos no Brasil, a quantas anda a nossa indústria? Dá para viver de jogo?

Na nossa área de VR sentimos que não estamos muito atrás, o Brasil pode sim dessa vez participar do surgimento de uma grande média. Os desenvolvedores do mundo todo estão no mesmo barco, descobrindo tudo agora sobre realidade virtual. Aqui não estamos atrás no desenvolvimento, já existem vários desenvolvedores brasileiros de VR, como a Skullfish, IMGNation, VR Monkey, Black River Studios, a ARVORE foi a primeira empresa brasileira focada somente em experiências imersivas a ser VC funded. A única diferença que percebemos mais desenvolvendo aqui no Brasil é a dificuldade de acesso aos headsets de VR. Não existem representantes das plataformas de Realidade Virtual aqui no país e em consequência disso fica difícil o acesso dos desenvolvedores pros kits de desenvolvimento.

Quais os proximos desafios do ARVORE após o lançamento de Pixel Ripped?

Estamos desbravando e sempre inovando nos meios imersivos, criando projetos que já nascem em realidade virtual. Para isso, temos que prototipar muito e testar muitas coisas novas, integrando diversas tecnologias diferentes. Já temos alguns games de realidade virtual e experiências interativas multi-sensoriais inovadoras no nosso pipeline de desenvolvimento que anunciaremos em breve, assim como as sequências do Pixel Ripped, que vão abordar diferentes eras da história dos games.

 

Já tem alguns anos que os grandes players dizem que a realidade virtual é o futuro da indústria, mas em nosso país os equipamentos possuem preços proibitivos. Vocês fazem apostas de quando a tecnologia VR será mais acessível aos jogadores médios?

Como qualquer tecnologia nova, os preços rapidamente caem com o tempo e com a adoção de cada vez mais pessoas. Enquanto isso, estamos trazendo essa tecnologia para os jogadores apostando em espaços de entretenimento de Realidade Virtual aqui no Brasil, os chamados LBEs (Location Based Experiences). Acabamos de abrir o Voyager, um espaço no shopping JK Iguatemi em São Paulo onde os visitantes podem jogar e experimentar o estado da arte de VR, incluindo o Pixel Ripped 1989 e outras experiências desenvolvidas pela ARVORE, assim como os melhores games e experiências do mundo de VR. A idéia é abrir diversos espaços desses por todo o Brasil.   

O que os jogadores podem esperar de Pixel Ripped? Qual foi o objetivo do estúdio com este game?

O jogo é um projeto feito com paixão e muitos anos de desenvolvimento, criado pela Ana Ribeiro, que além de ser uma força criativa em pessoa, lutou muito para fazer o game acontecer e nunca desistiu. Ela estava desenvolvendo o game praticamente sozinha quando no final do ano passado trouxemos ela para dentro do estúdio, investimos no game e demos um time para terminarmos o game juntos. Não tínhamos a menor dúvida sobre isso, é um projeto do qual já éramos grandes fãs antes mesmo da Ana vir para a empresa. É cheio de surpresas, easter eggs, referências aos games do passado, ao mesmo tempo sendo super criativo e original. Não tem nada em VR parecido com ele. Além disso é uma viagem nostálgica que vai tocar qualquer um que viveu essa época dos anos 80. E é um jogo que nasceu em VR, para VR, e nem faria sentido se não fosse em VR. O nosso estúdio sempre procura projetos assim, que tem esse DNA original e que só seriam possíveis em realidade virtual, e que trazem algo novo para o meio.

McLaren Shadow Project 2018 – Logitech e McLaren buscam o melhor gamer de corrida do mundo

Então você se considera um baita jogador de jogos de corrida? Pois é chegado o momento de mostrar seu valor! A Logitech, fabricante de acessórios para computador, uniu-se à equipe da McLaren para criar o megaevento de eSports McLaren Shadow Project, uma busca global pelo melhor jogador de games de corrida. Este é o segundo evento de eSports em que a equipe de Fórmula 1 participa e que possui alcance global.

De acordo com os organizadores do evento, esta competição acontecerá em várias plataformas, incluindo Xbox, PC, Mobile e VR, e vai colocar os entusiastas por corridas digitais para disputar em games distintos, como Forza Motorsport, Gran Turismo, Real Racing 3, iRacing e rFactor 2. O participante poderá escolher sua plataforma e jogo preferidos, o que torna o torneio ainda mais aberto.

O torneio McLaren Shadow Project será dividido em três etapas e contará com o apoio da linha Logitech G, que fornecerá todos os equipamentos para os competidores e tornará a experiência de e-racing ainda mais imersiva. A primeira etapa do campeonato começa em julho e as semifinais acontecem em novembro no McLaren Technology Centre, no Reino Unido.

As finais acontecem em janeiro de 2019 e o vencedor do ganhará uma vaga no novo time de eSports da McLaren, além de fazer parte do programa de desenvolvimento, que explora como os games podem trazer melhorias na própria equipe. O campeão ainda terá a chance de acompanhar as corridas e ganhará kits personalizados.

Esta é a segunda vez que Logitech e McLaren se juntam em busca de talentos no e-racing. No ano passado, o programa World’s Fastest Gamer reuniu competidores de 78 países, e o vencedor ganhou um emprego na McLaren. Você pode buscar mais informações do torneio no site oficial.

Hyper VR Festival – Evento dedicado à realidade virtual retorna ao Brasil em outubro

A realidade virtual deixou de ser uma aposta para se tornar um dos principais objetivos dos grandes estúdios tanto de cinema quanto de jogos eletrônicos. Prova disso é o Hyper VR Festival Brazil 2018, evento dedicado à realidade virtual que ocorre na cidade de São Paulo no dia 27 de outubro de 2018. O evento tem como objetivo colocar o Brasil no mapa global da indústria de Realidade Virtual.

Para isso, o Hyper VR Festival trará ao país a mais atual das experiências imersivas numa jornada dedicada a conteúdos, tecnologia, negócios e tendências de mercado. Entre os destaques, podemos destacar a presença da animação indicada ao Emmy Back to the Moon da Google Spotlight Stories, a comédia Your Spiritual Temple Sucks e o documentário The Real Thing. O evento será um prato cheio para os fãs de cinema e alta tecnologia.

De acordo com os organizadores do evento, o público poderá entrar dentro das histórias dos filmes  e participar ativamente dos filmes, animações e documentários presentes no festival, visitando locais remotos e expandindo os limites da própria ideia de realidade.

O festival também oferece o Hyper Talks, um painel repleto de palestras e workshops sobre produção e mercado de realidade virtual, com acesso aos mais renomados profissionais do setor audiovisual imersivo nacional para networking e mentorias em sessões de pitching. Exclusivo para portadores do ingresso Business.

Como destaque dos conteúdos imersivos, o festival traz animações da Google Spotlight Stories (Back to the Moon, Pearl e Rain or Shine); salas especialmente cenografadas para aumentar a experiência (Campfire Creepers, Vestige e Your Spiritual Temple Sucks) e sessões de Hyper Cinema (An Obituary, Dinner Party, Keyed Alike, Mind on War e Ray, entre outros).

Como não poderia deixar de ser, os visitantes ainda poderão entrar nos jogos eletrônicos. Os gamers poderão testar os seguintes jogos: The Lab, Pixel Ripped, The Lost Room, entre outros.

O ingresso Experience dá acesso aos filmes imersivos e games VR, além de visita a expositores. O ingresso Business dá acesso a todo o evento, incluindo os painéis profissionais, workshops e área networking, durante o dia todo.

Os organizadores informam que  haverão dois horários distintos, a fim de  garantir um melhor aproveitamento das atividades e conforto geral. Basta você escolher o horário que melhor se encaixe na sua agenda: das 11h às 15h ou das 15h às 19h. Os espaços estão sujeitos a lotação.

Serviço – Hyper VR Festival 2018

 

Ingressos – www.sympla.com.br/hyper-festival-brazil-2018

Data: 27 de outubro de 2018 – das 11h às 19h

Local: EBAC – Rua Mourato Coelho 1404, São Paulo

Pixel Ripped 1989 – jogo brasileiro de Realidade Virtual está disponível para compra antecipada com 20% de desconto com download no dia 31 de Julho

Há algum tempo falamos sobre o ambicioso projeto Pixe4l Ripped 1989, jogo do estúdio brasileiro ARVORE. Pois bem, temos novidades sobre o game de realidade virtual: ele está disponível para compra antecipada com 20% de desconto com download no dia 31 de Julho para todas plataformas de VR. Esta é uma das ações do estúdio que celebram todo o tempo de desenvolvimento e para beneficiar os fãs que acompanharam ansiosamente.

Pixel Ripped 1989 estará disponível nas plataformas PlaystationVROculus Rift e SteamVR. Aqueles que optarem pela compra antecipada no PlaystationVR e Oculus, poderão comprar o jogo pelo valor promocional de $19.99 dólares. O preço final no lançamento será$24,99 dólares. Haverá também um desconto temporário de lançamento para consumidores da Steam começando no dia 31 de Julho.

O jogo que marca a estreia do estúdio ARVORE é uma verdadeira ode ao passado dos games, trazendo uma série de referências aos consoles da era 8 bits. Basicamente você encarna a personagem Nicola, uma aluna da segunda série que tem o seu mundo ameaçado pelo Cyblin Lord, um vilão capaz de atravessar a barreira entre o mundo dos games e a vida real. Cabe a você ajudar a experiente Dot, uma personagem de videogame, a rechaçar a ameaça. Para isso, o jogador deve encarar desafios no mundo 2D de jogos retrô, ao mesmo tempo em que deve distrair uma professora irritada e fugindo do temido diretor do colégio no mundo 3D.

Ainda durante a etapa de desenvolvimento, Pixel Ripped 1989 recebeu prêmios, como os da Intel e do AMAZE Indie Festival, assim como indicação ao IndieCade, Proto Awards e no VR Awards 2018. Ao que tudo indica este será um game imperdível e um dos melhores já produzidos em nosso país.

Abaixo tem um trailer de Pixel Ripped 1989:

VR Gamer: arena itinerante de jogos de realidade virtual é inaugurada em Shopping de São Paulo

Chegou o grande dia para os fãs de  realidade virtual e jogos eletrônicos: amanhã (04/05), será a inauguração da Arena VR Gamer, a primeira arena itinerante de jogos de realidade virtual do país, no Shopping Villa Lobos, na zona oeste de São Paulo. A ideia é criar um ambiente parecido com as casas de fliperamas, o de até quatro pessoas possam jogar simultaneamente em maquinas ligadas a óculos de realidade virtual.

De acordo com a VR Gamer, idealizadora da empreitada, o espaço contará com 25m² e traz um jogo exclusivo desenvolvido para o espaço.  Cada sessão terá duração dez minutos e os ingressos deverão ser adquiridos no local.

A Arena VR Gamer contará com equipamentos de última geração como conjuntos de HTC VIVE aliados a trackers, CPU’s em mochilas e periféricos interativos e sem fios, que permitem aos visitantes locomoverem-se livremente e terem uma experiência totalmente imersiva no jogo.

“A ideia da Arena VR Gamer surgiu como uma forma de popularizar a realidade virtual, permitindo que mais pessoas possam ter contato com essa tecnologia, que não é mais uma tendência, mas uma realidade no mundo do entretenimento. Se olharmos para o mercado mundial vemos que até grandes parques de diversão já contam com atrações do gênero. A realidade virtual oferece uma experiência imersiva para quem a está utilizando e faz com que a pessoa seja transportada para outra realidade”, comenta o sócio-proprietário da VR Gamer, Leandro Sarubbi.

A Arena VR Gamer ficará localizada no Shopping Villa lobos e depois seguirá para outros shoppings da capital e Grande São Paulo.

 

Serviço: Arena VR Gamer

Duração: de 4 de maio a 18 de junho de 2018

Local: Shopping Villa Lobos

Endereço: Avenida das Nações Unidas, nº 4777 – Alto de Pinheiros – Tel: (11) 3024-3738

Horário: de segunda a sábado, das 10h às 22h e domingo das 12h às 20h

Ingresso: R$ 40

ARVORE: estúdio brasileiro anuncia parceria para criação de centro de entretenimento voltado para a realidade virtual em SP

O estúdio brasileiro ARVORE não pára de inovar! A novidade da vez é a parceria de exclusividade no país com o grupo MK2 VR, o maior e mais avançado espaço dedicado à realidade virtual da Europa. O objetivo é a inauguração de um centro de entretenimento de última geração de VR em um dos shoppings de São Paulo. Vai ser mais ou menos como um fliperama das antigas, porém totalmente voltado à realidade virtual.

A parceria foi anunciada na última quarta-feira (14), em apresentação da MK2 VR durante o SXSW 2018, em Austin, Texas. De acordo com a ARVORE, a inauguração deve ocorrer ainda neste semestre em shopping ainda a ser anunciado.  O espaço contará com games, experiências cinemáticas e outros conteúdos interativos em realidade virtual.

Entre as experiências licenciadas internacionalmente do catálogo da MK2 estarão “Life of Us”, premiada no Sundance Film Festival 2017, o game “Superhot”, com uma inovadora relação entre tempo e ação, e muitas outras experiências interativas.

Ainda de acordo com o pessoal  da ARVORE, os visitantes vão encontrar 10 unidades dos inovadores MK2 VR Pods, capazes de processar as melhores experiências em VR disponíveis para Oculus Rift e Vive. O espaço de 220 m² também contará com simuladores de corrida, remo e voo, games de Playstation VR e experiências multissensoriais de larga escala espacial.

“Coisas incríveis em realidade virtual têm sido feitas ao redor do mundo, mas muitos deles ainda estão fora de alcance para maioria das pessoas no Brasil. Por esse motivo, para nós, é muito importante disponibilizá-los no país. Para a ARVORE, a parceria com a MK2  vai ajudar a apresentar da melhor forma possível a mais recente tecnologia de conteúdo imersivo” diz Ricardo Justus, CEO da ARVORE.

Vale lembrar que a ARVORE vai incluir no catálogo de seu centro de entretenimento alguns de seus produtos originais, como o jogo game Pixel Ripped 1989, criado pela pioneira em jogos em realidade virtual no Brasil, Ana Ribeiro, que será lançado neste ano nas plataformas Oculus, Vive e PSVR; e Beleaf, experiência multissensorial que explora as diferentes sensações que a realidade virtual pode incorporar

The Rabbit Hole, da VRMonkey, é o primeiro jogo brasileiro a sair no PlayStation VR

A realidade virtual é a grande aposta dos estúdios de games mundo afora. No Brasil não é diferente. Uma das produtoras nacionais a apostar forte neste segmento de jogos é a VRMonkey com o jogo The Rabbit Hole. O título foi lançado no último dia 12 de novembro para o Playstation VR (PSVR), sendo considerado o primeiro game nacional a ser lançado para o aparelho da Sony.

The Rabbit Hole trata-se de um jogo de escape, ou seja, você deve fugir de um determinado ambiente. A aventura se passa em um mundo sombrio inspirado em Alice no País das Maravilhas de maneira sinistra. De acordo com os desenvolvedores da VRMonkey, o título lembra algo dos jogos de horror psicológico. A intenção é levar os jogadores de maneira  gradual para um ambiente de percepções distorcidas sobre si e sobre o mundo.

O jogo começa com o jogador acordando em um quarto estranho sem memórias ou explicação para sua chegada – apenas com um instinto urgente gritando que busquem uma saída o mais rápido possível. A experiência é direcionada para o público já adepto de VR, e para amantes de quebra-cabeça, já que tem desafios que usam o ambiente VR para testar a habilidade de se resolver problemas sob a pressão do medo constante. Tal como em Alice no País das Maravilhas, você deve aumentar ou diminuir seu tamanho para explorar novas áreas.

Vale lembrar que The Rabbit Hole foi um dos indicados para o 13º IMGA, em seu People’s Choice Awards. O jogo também foi nomeado em 3 categorias no Game Connection: Jogo Mais Criativo e Original; Melhor Indie e Melhor Hardcore. O game já está disponível para o Playstation VR.

Abaixo tem o trailer de The Rabbit Hole:

Jogos em realidade virtual são atração da Rixty na Brasil Game Show 2017

A Rixty é uma das empresas que voltam para a 10ª edição da Brasil Game Show (BGS), a maior feira de games da América Latina. A Rixty irá apresentar em seu estande o HTC Vive VR, que possibilitará aos visitantes se divertirem com diferentes jogos por meio da tecnologia de realidade virtual disponíveis na plataforma Steam. A ideia é que os visitantes do estande possam conhecer a imersão dos óculos de realidade virtual em sua plenitude.

“Os jogos em realidade virtual são uma mania global da atualidade, mas pouco acessível à maioria dos brasileiros. Esperamos atrair milhares de jogadores para o nosso estande e deixar os visitantes entusiasmados com a experiência”, afirma Dennis Ferreira, gerente-geral da Rixty no Brasil. A atração foi desenvolvida em parceria com a Valve especialmente para o evento, e cada um dos gamers terá à disposição um espaço de 4m2 para vivenciar todos os detalhes do jogo em VR (sigla de virtual reality).

Para deixar a experiência ainda mais incrível, um telão de 75 polegadas chamará a atenção de todos que passarem pelos corredores da BGS, com imagens em tempo real dos jogos que estarão sendo executados. Todos os visitantes do evento poderão passar pela experiência em VR de forma gratuita, assim como jogar nos computadores e consoles disponíveis no estande da Rixty.

Os jogadores que comprarem créditos Steam no estande Rixty receberão uma camiseta Steam gratuita enquanto durarem os estoques, e quem quiser colocar créditos no cartão, a empresa disponibilizará uma máquina de autoatendimento e também um vendedor com equipamento de POS (cartão) Detalhe: quem possuir o cartão Rixty poderá evitar filas e jogar de forma mais rápida. Além de disponibilizar a experiência em VR, o estande da Rixty terá uma área espaço Free-to-play, incluindo jogos populares como CrossFire, Naruto Online e Dragon Awaken. Haverá também torneios casuais e distribuição de brindes.

Votorantim organiza Tech Fair no próximo dia 26 de abril em SP

O tema de hoje é mais ligado à tecnologia computacional do que em videogames em si. Ciente de que os novos padrões e as novas tecnologias estão provocando enormes mudanças nos negócios, nas nossas vidas e no planeta, a Votorantim e seus parceiros realizam a Tech Fair, que tem como objetivo apresentar e debater as mudanças que irão impactar a caminhada rumo ao futuro. O evento ocorrerá no próximo dia 26 de abril e a intenção é apresentar diversas tecnologias que devem se tornar populares nos próximos anos.

O evento Tech Fair é extremamente indicado para estudantes e entusiastas de tecnologia, uma vez que os palestrantes são profissionais gabaritados e experientes no ramo. O evento será dividido em quatro palcos com atrações ocorrendo a todo o momento. Os visitantes não terão motivos para ficar parado.

Em relação aos jogos eletrônicos, ainda não há confirmação sobre o que vamos ver, mas imagina-se que os famosos óculos de realidade virtual podem aparecer ou ser discutidos, visto que são justamente esses óculos o grande passo dos games eletrônicos para a próxima geração de videogames.

De acordo com a Votorantim, a intenção é antecipar o que o público deve ver nas próximas décadas. Para tanto, serão organizadas uma série de palestras com a intenção de discutir os rumos da tecnologia na educação, robótica, negócios, saúde e entretenimento. A entrada para a Tech Fair é gratuita e para participar, basta preencher a inscrição no site.

Confira abaixo a programação da Tech Fair:

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Serviço – Tech Fair

Quando: 26 de abril de 2017

Onde: Casa das Caldeiras – Av Francisco Matarazzo 2000 – Água Branca – São Paulo/SP

Quanto: Gratuito

Dinos do Brasil – Museu Catavento inaugura sala de realidade virtual sobre dinossauros

O grande macete dos óculos de realidade virtual é a imersão. Agora imagine visitar mundos distantes, o fundo do oceano ou planetas longe do Sistema Solar. Tudo isso é possível. O Catavento Cultural, Museu do Governo do Estado de São Paulo, resolveu utilizar a tecnologia para colocar seus visitantes em um passeio pelo planeta Terra na época dos dinossauros. No dia 18 de fevereiro o museu inaugurou a sala Dinos do Brasil, que fica na seção “Vida” do Museu.

A sala conta com 100m² e dá ao visitante um vislumbre de como era nosso mundo na era mesozóica – entre 250 milhões e 65 milhões de anos atrás – com auxílio de óculos de realidade virtual. A aplicação foi desenvolvida pela startup brasileira VR Monkey com patrocínio da Intel e da Ambev. De acordo com o Catavento Cultural, a sala Dinos do Brasil terá sete sessões diárias com 40 minutos de duração e capacidade para 25 pessoas. A bordo de uma cápsula do tempo, a atividade levará o público para uma viagem pelas paisagens primitivas do Brasil, de norte a sul, nos períodos Triássico e Cretáceo.

catavento-espaco-cultural-da-c-4506818202512806Uberabatitan, Abelissauro, Unaissauro e Saturnália são algumas das espécies de dinossauros brasileiros que irão interagir com os visitantes, junto a outros animais pré-históricos, em meio a um passeio por florestas, desertos e áreas vulcânicas que, à época, faziam parte do relevo do território nacional. A experiência multissensorial, que estimula visão, audição e senso de direção, irá atrair não somente as crianças, frequentadoras assíduas do museu, mas também os adultos que apreciam História, tecnologia egames.

O projeto Dinos do Brasil contou com a consultoria do Prof. Dr. Luiz Anelli do Instituto de Geociências da USP, com o apoio da FAPESP por meio do PIPE. É o primeiro projeto de realidade virtual financiado pela Lei Rouanet. A intenção é divertir os visitantes, além de utilizar a tecnologia para apresentar ciência e biologia para as pessoas. Vale lembrar que muitos produtores de games acreditam que a realidade virtual pode se tornar bastante popular em instituições de ensino no futuro.

 

Serviço – Dinos do Brasil

Onde: Museu Catavento Cultural – Palácio das Indústrias – Avenida Mercúrio, s/no, Parque Dom Pedro II, Centro – São Paulo/SP

Sessões: 10h, 11h, 12h, 13h, 14h, 15h e 16h (de terça a sexta-feira sessões para grupos agendados, aos finais de semana, férias escolares e feriados é necessário retirar senha para participar da atividade).

Capacidade: 25 pessoas por sessão

Telefone(011) 3315-0051

Funcionamento: terça a domingo, das 9h00 às 17h00 (bilheteria fecha às 16h)

Ingresso: R$ 6,00 (inteira) e R$ 3,00 (meia). Aposentados, crianças de 4 a 12 anos, estudantes com carteirinha e pessoas com deficiência pagam meia. Aos sábados, a entrada é gratuita para todos os visitantes