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FaZe Clan e Immortals são os representantes do Brasil nas finais mundiais da Rainbow Six Pro League, no Rio de Janeiro

O mês de novembro será especialíssimo para os fãs de Rainbow Six Pro League, afinal é quando ocorre a finalíssima do mundial da categoria. As equipes FaZe Clan e Immortals demonstraram seu valor e garantiram a vaga para as disputas finais e se juntarão a outras seis equipes para a final, que ocorrerá no Jeunesse Arena, no Parque Olímpico do Rio de Janeiro, nos dias 17 e 18 de novembro: FaZe Clan e Immortals.

As outras seis equipes são oriundas de outras três regiões (América do Norte, Europa e Ásia/Pacífico). Cinco delas já foram definidas, sendo elas: Evil Geniuses e Rogue (América do Norte), Nora Rengo e Fnatic (Ásia-Pacífico) e G2 Esports (Europa). Nesta quinta-feira, Mockit Esports, Team Secret e Millenium disputam a última vaga da Europa.

A FaZe Clan, campeã regional pela segunda vez consecutiva de Rainbow Six, garantiu uma das vagas com duas rodadas de antecedência. Já a Immortals precisou esperar até os últimos momentos da primeira fase para comemorar seu lugar nas finais mundiais. Quem não teve motivos para celebrar foi a Black Dragons, que acabou rebaixada para a divisão de acesso do torneio. E a paiN Gaming, sétima colocada da fase regional, disputará a repescagem tentando continuar na elite da Pro League.

Agora, FaZe e Immortals terão a missão de manter o Brasil no posto mais alto da modalidade. De origem norte-americana, as organizações entraram no cenário brasileiro neste ano e querem consolidar suas marcas, mostrando o porquê são referência nos eSports. Em maio, a Liquid mostrou a força do país para o mundo ao derrotar a PENTA Sports, considerado o melhor time do mundo, na decisão e faturar o caneco da sétima temporada da Pro League. Foi a primeira vez que uma line-up brasileira alcançou esse feito. Resta torcer para que os brasileiros deste ano repitam o feito.

 

Novo calendário competitivo de Rainbow Six

Dirigindo-se para o quarto ano de Rainbow Six Siege desde o seu lançamento, a Ubisoft colocou em vigor, em junho deste ano, o novo calendário de competições profissionais da franquia com o intuito de auxiliar no crescimento do cenário competitivo.

Com a consolidação de grandes competições anuais como o “Six Invitational” e o “Six Major Paris”, o cenário segue em crescimento exponencial com o aumento do número de jogadores e a entrada de organizações organizações internacionais tradicionais no competitivo de Rainbow Six Siege, como a Cloud9, Ninjas in Pyjamas, Fnatic, entre outras.

Além dos Majors, a Ubisoft também mudou o formato da Rainbow Six Pro League. Após uma transição na sétima temporada, a Pro League está sendo disputada anualmente em duas temporadas de seis meses e segue ativa em sua oitava temporada, atraindo grande público e interesse da mídia.

Por fim, o Brasileirão Rainbow Six estreia seu novo calendário com disputas anuais de junho a setembro (modelo europeu) a partir da temporada 2019.

Rei do Asfalto – Ubisoft reúne 12 influenciadores digitais brasileiros em campeonato inédito de The Crew 2

A campanha de The Crew 2 está em um novo nível! Em uma ação inédita a Ubisoft vai reunir 12 dos influenciadores digitais brasileiros mais famosos da atualidade em uma disputa insana para decidir quem é o melhor corredor do mundo digital. De acordo com a gigante francesa, os youtubers passarão um dia inteiro disputando corridas de carros, motos, barcos e aviões envolvendo todas as modalidades do jogo.

Os youtubers convidados são o Beloto Plays, Br Duke, Damiani, Diddy Kong, Gusang, Kalera, Malena, Montalvão, Patife, Poladoful, Renato Estranho e Stereo Online, participarão da competição Rei do Asfalto, promovida pela primeira vez no Brasil pela Ubisoft, com apoio do IGN Brasil, Versus, NVIDIA e Microsoft. O grande vencedor do desafio em The Crew leva para casa uma moto Yamaha TractorCafeRacer 125 Cilindradas customizada.

A competição da Ubisoft ocorre na cidade de Sao Paulo, na Arena IGN, e sera dividida em fases eliminatórias. Na primeira, os participantes serão separados por sorteio em quatro grupos de três competidores e disputam uma única corrida, cujo perdedor é automaticamente eliminado. Em seguida, os que avançarem enfrentam adversários de outros grupos, de acordo com suas classificações, em sistema “melhor de três” e valendo vaga para as semifinais, quando a disputa passa a ser em “melhor de cinco” corridas.

Na final, novamente, o primeiro competidor a vencer três duelos, leva para casa o título de rei do asfalto e uma moto novinha e customizada com seu nome. A intenção e propiciar uma disputa acirrada, de alto nível, porém amistosa. A competição “Rei do Asfalto” será transmitido pelos canais da Ubisoft no YouTube, Facebook e Twitch, das 14h30 às 18h, e terá apresentação, narração e comentários de Guilherme Sarda, Retalha e Diego Hads.

“A comunidade brasileira de The Crew vai curtir pela primeira vez um evento com 12 grandes ídolos da internet disputando corridas insanas e ao vivo”, disse Bertrand Chaverot, diretor da Ubisoft para a América Latina. “The Crew 2 é perfeito para vivenciar grandes experiências de esportes a motor com carros e motos esportivos em um mapa dos Estados Unidos amplo e detalhado. Por tudo isso, a série The Crew já tinha conquistado mais de 12 milhões de jogadores em todo o mundo antes mesmo do novo jogo, lançado há menos de um mês”.

E3 2018: Os rumores que gostaríamos que se tornem reais

Já estamos naquela época do ano que a treta come solta entre os fãs de Sony, Nintendo e Microsoft. A E3 2018 desponta como uma das mais inesquecíveis que teremos nos últimos anos, afinal estamos em um ano chave para a indústria. O que os grandes players estão preparando para chamar mais consumidores para seus jogos e sistemas? Desta vez não espere novos consoles, então essa deve ser a E3 para quem curte jogos.

Rumores indicam que esta pode ser a E3 derradeira do Playstation 4, já que os planos da próxima plataforma da Sony estão em curso. Seja como for, o console esta em uma situação bastante confortável e a Sony deve aproveitar os últimos anos da plataforma para agradecer todo o suporte da comunidade com preciosidades como The Last of Us 2, Spiderman e Days Gone. Apostamos que a Sony vai mostrar isso e muito mais antes que o PS5 seja uma realidade.

Já a Nintendo conseguiu um sucesso estrondoso com o lançamento do Switch. Todo o mundo quer colocar as mãos na plataforma híbrida e agora é a hora da Nintendo mostrar a que a plataforma veio com esta E3. Notícias desanimadoras indicam a falta de suporte de alguns jogos importantes como Call of Duty, Red Dead Redemption ou ainda o provável The Division 2. Ainda assim, a falta de apoio das 3rd parties nunca foi primordial para a Nintendo desde a era N64. Podemos esperar então uma chuva de jogos 1st party arrasadores

Já pelo lado da Microsoft, sabemos que o Xbox One X é uma realidade e está na hora da Microsoft mostrar todo o poder da máquina. Os serviços disponibilizados para a família Xbox são ótimos, mas a comunidade almeja por jogos. Se depender do que a empresa de Redmond tem indicado, é justamente isso que veremos: a empresa praticamente vai fazer um evento separado da E3, com um mega estande. Além disso, últimas notícias já mostram a formação de um novo estúdio em Santa Monica e que sua função será criar estúdios AAA.

Neste texto estamos apontando conjecturas do que podemos (e gostaríamos de) ver na E3 2018.

Franquias da Rare de volta

Ainda que tenha cometido vários deslizes ao longo dos anos, a Rare ainda possui um lugar especial no coração dos jogadores, afinal algumas das melhores franquias de todos os tempos nasceram neste estúdio britânico. Atualmente a produtora está focada em Sea of Thieves. O lançamento do jogo dos piratas não foi tão legal quanto poderia em termos de crítica, mas o número de jogadores é bem expressivo, o que vai manter o estúdio ocupado com upgrades e novos conteúdos para agradar a sólida base de jogadores.

Mas então o que acontece com as outras franquias da empresa? Nossa aposta é que elas devem seguir o mesmo caminho de Killer Instinct, ou seja, parar nas mãos de outros estúdios. Já não é de hoje que ouvimos falar que a Microsoft tem planos de reviver Battletoads ou Perfect Dark. Além disso, existem milhares de jogadores esperando uma sequência de verdade do Conker. Não ficaríamos exatamente surpresos de ver um novo Banjo-Kazzoie ou Viva Piñata vindos de outros estúdios da Microsoft.

 

Um novo Elder Scrolls

Lá se foram sete anos desde que Skyrim apareceu pela primeira vez para o Xbox 360 e Playstation 3. Desde então vimos relançamentos para todos os sistemas da atual geração. Já está mais do que na hora da amada franquia de RPG ressurgir. Nos últimos anos a Bethesda se empenhou bastante com as novas entregas de Doom e Wolfstein, agora é o momento de apostar nos RPGs.

Alguns apostam que Fallout é quem deve dar as caras, mas acreditamos que uma coisa mais bombástica seria a aparição do lendário Elder Scrolls VI. Se os rumores estiverem certos, o tempo de desenvolvimento serviu para a produtora criar outra engine, melhorar o sistema de combates e entregar o maior mapa de um jogo digital jamais visto. Claro, há quem aposte que um novo Elder Scrolls não saia nesta geração, mas será que a Bethesda vai mesmo ignorar uma base de jogadores tão grandes quanto à de PS4, Xbox One e PC?

 

Bloodborne 2 se tornando real

Bloodborne é apontado por muitos como tecnicamente superior ao seu irmão mais velho (Dark Souls), o que elevou o status do game para cult. Não por acaso ele está invariavelmente nas listas de melhores jogos do PS4 desde seu lançamento no equidistante ano de 2015. Seria uma aposta segura que o próximo jogo da From Software será uma sequência de Bloodborne, desta vez, quem sabe, multiplataforma?

 

Halo 6 liderando a estratégia do Xbox

O Xbox One precisa vender e qual melhor game para fazer o console vender do que o jogo mais amado do Microsoft Studios? Halo 5: Guardians recebeu uma recepção mais morna da comunidade de jogadores, mas ainda assim vendeu mais de 5 milhões de unidades ao redor do mundo, se tornando o game mais vendido do One.

É bem seguro afirmar que a 343 Industries está entusiasmada em tornar a sexta entrega mais palatável e ainda mais seguro afirmar que Halo 6 deve aparecer de alguma maneira na E3 2018.

 

Pikmin 4 dando as caras

Em meados de 2015, Shigeru Miyamoto já dava entrevistas abertamente falando sobre Pikmin 4 e como ele estava progredindo, mas que não era prioridade da empresa no momento. Agora que a poeira acerca de Mario e Zelda baixou, a Big N vai precisar manter o interesse do público com lançamentos menores.

Já que Smash Bros, Metroid e Pokémon são muito aguardados e a Nintendo não deve desperdiçar este três lançamentos, apostamos que Pikmin pode ser um dos jogos de transição entre um lançamento e outro. Talvez algo mais concreto apareça em breve.

 

Um novo Pokémon para o Nintendo Switch

Tem gente que venderia um rim para jogar um novo Pokémon para um console de mesa e a Nintendo sabe disso. Após a estratégia para o lançamento de Breathe of the Wild, talvez o próximo peso pesado da empresa seja Pokémon mesmo.

Metroid, Mario Kart e Smash Bros. já devem estar bem evoluídos, portanto a hora é de apostar nos monstrinhos de bolso, já que eles devem demorar um pouco mais e talvez vender mais que esses jogos.

 

Mortal Kombat XI com muitos lutadores

A Netherealm sabe que Mortal Kombat voltou a ser o jogo de luta número 1 do mundo e que seus concorrentes estão chegando forte. Para contratar e assegurar a hegemonia no gênero, nada melhor do que um novo Mortal Kombat, certo? A franquia ganhou bastante maturidade com MK XL e a tendência é um game ainda mais refinado e divertido.

Há já quem aposte que o vilão do jogo será nada menos que Raiden, o deus do trovão. Outro palpite é que a produtora resolva mesmo apostar no crossover novamente com a Liga da Justiça, afinal o último projeto deles foi Injustice 2. Veremos o que a Netherealm preparou para a E3, mas é bem certo que algo vá ser mostrado.

 

Smash Bros chutando bundas e recheado de personagens especiais

Smash Bros é umas das poucas certezas que todos têm sobre a apresentação da Nintendo no evento deste ano, afinal a própria empresa já antecipou que o game é parte do show e o teaser do ano passado não deixa qualquer sombra de dúvidas que o game está a caminho. Então, porque estamos falando deste game num texto sobre rumores?

Bem, é simples: este game já é cotado como um dos mais aguardados do evento inteiro. Quase todos querem saber quem serão os personagens jogáveis, quais os cenários vão aparecer? Seguindo uma linha de rumores do GameSpot, gostaríamos muito de jogar com Captain Toad, Tetra, King K. Rool e o icônico Snake. Esta é a chance da Nintendo finalmente superar Smash Bros. Brawl.

 

Franquia Fable ressurge aos moldes antigos

Ainda que alguns jogadores ainda nutram qualquer esperança de a Microsoft reviver o promissor Scalebound, acreditamos que as chances são praticamente zero e que ao invés disso, a empresa de Redmond vai apostar em um revival mais seguro e com uma base de fãs já grande como é o caso de Fable. Esqueça o fim prematuro da Lionhead, acreditamos que o projeto Fable deva passar para outra produtora. Inclusive um rumor bastante convincente dizia que a Playground Games (Forza Horizon) abraçou o projeto.

Há quem diga que o game possa ser focado no multiplayer e será free-to-play, seguindo a estratégia recente de apostar em jogos para múltiplos jogadores como ocorreu em Sea of Thieves. Outro rumor já aponta que o título será mais focado na história singleplayer mesmo e que o cão terá um papel muito mais ativo no desenrolar dos acontecimentos. Seja como for, os fãs de RPG estarão muito atentos nesta E3.

 

Sony aposta no retorno de Jak & Daxter

Por fim, um rumor que faz bastante sentido. Recentemente a Sony tem apostado bastante em franquias já consagradas do grande público e que detém um histórico quase impecável. God of War foi o mais recente, mas não podemos esquecer que nos últimos anos a empresa entregou os sólidos Ratchet & Clank, Killzone e Shadow of the Colossus.

O que falta no pacote? Se analisarmos por esse prisma, fica claro que falta algo para o ícone Sly Cooper e a dupla Jak & Daxter. Como o Sly está meio esquecido e quem cuidou tanto tempo de Jak foi a Naught Dog, é bem razoável imaginar que a empresa comece a trabalhar num retorno da franquia o mais rápido possível, certo?

 

E você, o que espera para a E3 2018?

Maior torneio mundial de Tom Clancy’s Rainbow Six Siege começa nesta terça-feira

Começa nesta terça-feira (13) o Six Invitational, o maior torneio de Tom Clancy’s Rainbow Six: Siege, na cidade de Montreal, Canadá. O campeonato reúne os 16 melhores times do mundo. A competição comemora o aniversário do lançamento de Rainbow Six: Siege, e reúne fãs, jogadores profissionais, desenvolvedores, streamers e pessoas da comunidade que fizeram o título ser o sucesso que é hoje. O torneio vai até o dia 18 de fevereiro e receberá suporte dos principais canais de streaming, como o Youtube e o Twitch.

De acordo com a Ubisoft, a competição contará com equipes representantes das quatro regiões da Pro League – América do Norte, Europa, América Latina e Ásia-Pacífico – que competirão por um prêmio de $500 mil dólares. Entre esses times, vários nomes novos, mas bem conhecidos por todos os fãs de eSports, farão suas primeiras aparições no cenário de Rainbow Six. O primeiro deles é a “Team Liquid”, com uma escalação formada por jogadores famosos do Brasil, como André “Neskwga” Oliveira e Leo “Zigueira” Duarte.

Ainda do Brasil, a “FaZe Clan” adquiriu o time anteriormente conhecido como “Team Fontt”, famosa por seu estilo de jogo rápido, divetido e de alto risco. Por último, mas não menos importante, a “Counter Logic Gaming” adquiriu a escalação da norte-americana “Elevate”, vencedora do Six Invitational 2017 no Xbox One. Ao longo do ano passado, a equipe conseguiu mudar o seu jogo com sucesso do Xbox One para o PC.

Veja a programação do Rainbow Six Invitational 2018:

3 a 15 de fevereiro: Fase de grupos
16 de fevereiro: Quartas de final
17 de fevereiro: Semifinais
18 de fevereiro: Grande final

Além da competição principal, o Six Invitational também contará com uma partida de exibição entre a equipe brasileira BRK eSports e um adversário ainda não revelado. A partida acontece no sábado (17). No domingo, 18 de fevereiro, ocorre uma partida All-Star antes da grande final.

O Six Invitational 2018 também será a ocasião de muitos anúncios tanto nas atualizações do “Tom Clancy’s Rainbow Six: Siege Ano 3”, incluindo o evento “Outbreak” e “Operação Quimera”, quanto sobre a cena competitiva de Tom Clancy’s Rainbow Six, em painéis dedicados.

Para mais detalhes, como programação completa e tabela de jogos, visite o site oficial.

Ubisoft apresenta Sam, primeiro assistente pessoal para usuários de seus games

A Ubisoft decidiu apostar alto na forma como interage com seus jogadores: a empresa acaba de lançar o Sam, o primeiro assistente pessoal gamer da companhia.  Basicamente trata-se de uma forma de inteligência artificial que vai utilizar as informações de perfil dos jogadores, biblioteca de jogos, amigos, comunidade e serviços da Ubisoft para dar dicas e informações personalizadas aos usuários. O serviço funciona como um chatbot e é parte do aplicativo Ubisoft Club.

De acordo com a Ubisoft, o Sam está disponível apenas no Canadá, porém será disponibilizado para outros países em breve. O Sam é capaz de direcionar os jogadores para diferentes áreas do site da Ubisoft sempre que eles procurarem informações sobre datas de lançamentos de jogos, assistir a um trailer, descobrir Easter Eggs em um jogo ou conversar sobre os personagens das diferentes franquias da empresa. A parte mais legal: os gamers podem conversar com Sam por meio de voz ou texto e perguntar qualquer coisa sobre os produtos da Ubisoft por meio do chatbot Q&A.

O Sam ainda pode ser conectado diretamente às contas dos usuários na Ubisoft e gerar uma análise sobre suas últimas partidas, fornecendo dicas por meio da função Daily Login, que já está disponível em Tom Clancy’s Rainbow Six Siege. Com este recurso, Sam identifica as dificuldades dos jogadores e envia, automaticamente, vídeos para a comunidade com novas orientações. Como está em fase beta, novas funções estão sendo planejadas para aprimorar o Sam nos próximos meses e enriquecer o serviço oferecido aos jogadores da Ubisoft.

O assistente foi criado com a edição Dialogflow Enterprise do Google Cloud, uma tecnologia de desenvolvimento completa que utiliza o processamento de linguagem natural para criar interfaces de conversação. Ele lembra bastante a Siri, da Apple.

“Com o Sam, oferecemos um serviço inovador e útil para os jogadores, capaz de identificar seus perfis e melhorar suas experiências de jogo. O assistente pessoal permite que os usuários encontrem as informações que precisam com mais rapidez e não percam tempo que poderiam investir no jogo”, disse Stephanie Perotti, vice-presidente de serviços online da Ubisoft. “A edição Dialogflow Enterprise do Google Cloud nos ajudou a trabalhar de forma dinâmica e constante para entregar um ótimo serviço aos nossos fãs”.

Para mais informações sobre o Sam e o Ubisoft Club, visite a página oficial.

Top 10: Games mais aguardados para 2018

O ano 2018 começou. Você já sabe quais os games que devem fazer bonito nesta temporada? Preparamos aqui um guia dos jogos mais aguardados e que tem tudo para fazer bonito neste ano. Claro que alguns podem se mostrar grandes decepções, além da possibilidade se aparecer surpresas ao longo dos meses, mas baseando-se no que já foi apresentado até aqui, estes são os games que mais estamos ansiosos para ver em 2018.

Confira abaixo os dez games mais aguardados para 2018:

 

Shadow of the Colossus

Sim, Shadow of the Colossus não é exatamente uma “novidade”, visto que já sabemos o que esperar do jogo desde a era 128 bits. Mas vamos lá, Shadow of the Colossus é um dos melhores games de todos os tempos e um dos poucos games considerados obras de arte interativas. Aqui podemos ver toda a glória da obra de Fumito Ueda rodando na melhor resolução possível.

O mundo aberto, a trilha sonora e as batalhas emocionantes cativaram os jogadores por muitos anos. Ao que parece o game não vai ganhar novidades como os míticos colossus perdidos, mas ainda assim não podemos deixar de ficar animados com a volta de Wanda e sua aventura para salvar sua amada. Se você nunca jogou este clássico do PS2, esta é a chance, afinal Shadow of the Colossus foi tão importante em sua época que era comparado com a franquia Zelda, da Nintendo, graças a sua grandiosidade.

 

Anthem

A Bioware sabe que pisou na bola com Mass Effect Andromeda e a intenção com Anthem é recuperar a honra do estúdio. Seguindo uma premissa parecida com a de Destiny, Anthem coloca os jogadores em um RPG de ação cooperativo em uma exploração por mundos alienígenas. Você escolhe uma classe e as habilidades de cada uma delas são importantes para vencer os mais estranhos desafios.

Parece que a Bioware está mirando os fãs de sci-fi, além de quem se desapontou com Destiny 2. Cada freelancer possui uma javali (o traje mecânico), que é customizável e pode trazer vantagens importantes. A expectativa é que a EA tenha aprendido a lição com os polêmicos lançamentos de Mass Effect Andromeda eStar Wars Battlefront II e pare de extorquir a comunidade ou entregar produtos pouco otimizados. Se entregar o que foi prometido, Anthem tem um futuro bastante promissor.

 

Metro Exodus

O terceiro game da franquia Metro chega para trazer ares mais sombrios para a obra de Dmitriy Glukhovskiy. O trailer revelado mostra que o jogo deve ser um dos mais apavorantes de 2018, com muitos jump scares e uma ambientação pesada. A ambientação mantém o clima pós-apocalíptico devastado por uma guerra nuclear. Neste mundo desesperançoso surgem criaturas mutantes sedentas por sangue.

Cabe ao jogador encarnar um dos sobreviventes da guerra e atravessar os túneis escuros do que um dia já foi a Rússia. O final de Last Light apenas serviu para deixar a comunidade ansiosa por uma sequência. De acordo com o que foi mostrado, os elementos de furtividade serão ainda mais onipresentes, ou seja, não é nada esperto sair atirando feito louco pelos túneis escuros.

 

Kingdom Hearts 3

Tetsuya Nomura vêm prometendo Kingdom Hearts 3 desde a primeira geração de games do PS4, mas a produção de Final Fantasy XV tomou muito de seu tempo. Agora com o campo livre para se dedicar a KH3 esperasse que o game saia até o final de 2018 (vamos torcer). O título coloca o usuário da Keyblade (Sora) e seus amigos Pato Donald e o Pateta em uma aventura através dos mundos mágicos da Disney.

Este será o primeiro Kingdom Hearts da série principal desde que a Disney comprou os direitos de Star Wars e toda a divisão Pixar. Ainda é cedo para dizer, mas a comunidade espera que a Square-Enix explore elementos destes jogos (Toy Story já está confirmado). Quem sabe, dependendo do andamento da produção, possamos esperar alguns easter eggs sobre possíveis aparições do mundo de super heróis da Marvel? Não custa sonhar, mas pelo que se espera, este será um dos games mais divertidos do gênero RPG dos próximos anos, saindo um pouco do mote obscuro que domina o gênero atualmente.

 

State of Decay 2

Uma das maiores surpresas da última década foi State of Decay, uma espécie de GTA ambientado em um mundo pós-apocalíptico infestado de zumbis. A ideia é colocar os jogadores em um mundo totalmente aberto, mas ao invés de brigar entre si com em PUBG (outro fenômeno a ser estudado), aqui a ideia é cooperativo.

Com o devido apoio da Microsoft e o novo poder de processamento do Xbox One, a expectativa é que State of Decay se torne uma das franquias mais importantes para quem curte multiplayer online. Espera-se um mundo explorável ainda maior que a do primeiro game, então pode esperar por muita ação e diversão. Ah, vale lembrar que o título terá foco na  construção de uma comunidade de players, onde as habilidades únicas de cada personagem são importantes para deter as hordas invasoras de zumbis. 

 

Marvel`s Spider Man

Desde o lançamento de Batman Arkham Asylum nunca houve um jogo de super heróis tão impactante, porém a expectativa é que finalmente a Marvel tenha um game para rivalizar com a qualidade do Cavaleiro das Trevas. A movimentação pela cidade de NY parece impressionante, tal como a escolha de personagens, vilões e mecânica de combate.

Uma das principais críticas que a comunidade tem feito desde os trailers de revelação são sobre a quantidade de QTEs (quick time events), mas a Insomniac Games já garantiu que o jogo não tem tantas QTEs assim. Ah outra boa notícia é que o mapa do jogo promete ser bastante grande, o maior já feito pela Insomniac. Se as promessas forem cumpridas, aqui está um game que todos os fãs do aracnídeo esperavam.

 

Dragon Ball FighterZ

Emu ma época que Street Fighter e Marvel vs Capcom são capazes de desapontar os jogadores, surge Dragon Ball FighterZ, que não apenas traz os lutadores mais poderosos da ficção, como também tem aquele sentimento perdido de jogos de luta árcade. FighterZ traz uma galeria vasta de personagens (espera-se que todo o elenco de DBZ e Dragon Ball Super esteja no game). Os combates lembram o clássico DBZ Budokai do PS2, porém com ação mais fluída.

Os combates são de 3×3 e as animações estão tão bonitas que até parecem episódios do anime. A Bandai Namco irá lançar FighterZ no dia 26 de janeiro e se tudo correr bem, este deve ser um dos queridinhos na temporada de eSports de 2018, afinal vale lembrar que Dragon Ball Super está a todo vapor e os fãs de Dragon Ball já estavam esperando por muitos anos por um game neste nível de qualidade.

 

Far Cry 5

A franquia Far Cry já é uma das melhores dos últimos anos. Após passarmos por ilhas desertas e pela idade da pedra, chegou a hora de uma abordagem mais moderna. Em Far Cry 5 os jogadores vão para a cidade de New Hope, Montana para assumir o papel de xerife. O maior desafio é capturar o líder religioso Joseph Seed, que formou um grupo racista com ideais apocalípticos (bastante inspirado em Charles Manson).

Assim como nos games anteriores, o jogador pode esperar uma inteligência artificial dos inimigos bastante aprimorada, além de uma história bem desenvolvida. A novidade fica por conta da possibilidade de personalizar o personagem, escolhendo gênero, cor de pele entre outras modificações.

 

God of War

O retorno da franquia God of War traz mudanças drásticas: Kratos está mais maduro e é acompanhado por seu filho Atreus. A ação deixa de lado o estilo hack ‘n slash dos títulos anteriores, ficando mais desacelerada e tática, quase como uma inspiração de Dark Souls. Como se não bastasse, a trama parece mais densa e deve explorar o relacionamento entre Kratos e seu filho.

Mas calma: de acordo com os produtores, o jogador não será babá da criança, já que Atreus realizará suas próprias escolhas durante o jogo. Ah, a nova abordagem na mitologia nórdica promete trazer um pouco de brisa fresca para uma franquia tão amada.

 

Red Dead Redemption 2

Um dos jogos mais bem produzidos da Rockstar foi Red Dead Redemption, não por menos a comunidade implorou por muito tempo que a produtora criasse uma sequência. Os pedidos serão atendidos em 2018 com algumas perfumarias bastante esperadas, como o novo modo multiplayer que servirá para complementar a campanha singleplayer. A trama gira em torno de Arthur Morgan, um membro da perigosa gangue Dutch van der , tendo de realizar diferentes missões em uma ambientação de velho oeste.

A expectativa da comunidade é bastante alta, pois nos últimos projetos a Rockstar conseguiu entregar produtos de extrema relevância, além de alcançar vendas impressionantes com GTAV. Muita gente aposta que RDR2 pode se tornar o jogo mais vendido de 2018, ainda que a concorrência seja bastante alta.

Grandes Estúdios Brasileiros de Games #01: Rockhead Games

Sabe aquelas propriedades intelectuais vindas dos games que deram o grande salto? Aquelas que viraram filmes, animações, brinquedos, camisetas, lancheiras etc? Pois é esse o foco da Rockhead Games, um estúdio relativamente jovem do Rio Grande do Sul, mas que já dá mostras de estar no caminho certo: são eles os responsáveis pelo megassucesso Starlit Adventures, jogo mobile com mais de 10 milhões de downloads.

Tanto a Apple quanto o Google deram destaque várias vezes desde o primeiro lançamento de Starlit Adventures em 2015, em todos os continentes. O universo de Starlit Adventures agora está se expandindo em novos jogos e transmídia, incluindo uma série animada para TV, quadrinhos e brinquedos. Vale mencionar que a Rockhead Games nasceu das mentes por trás da Southlogic Studios (Deer Hunter, Guim etc). Após a compra do estúdio pela Ubisoft, os desenvolvedores decidiram recomeçar do zero em 2010 e daí surgia um dos estúdios brasileiros mais importantes da atualidade.

Atualmente a Rockhead Games está preparando o lançamento de Starlit Archery Club, um spin off de Starlit Adventure inspirado em Bust-A-Move, da geração 16 bits. Ainda assim, o Rodrigo “Chips” Scharnberg, produtor assistente, reservou um tempo para responder algumas perguntas. Confira!

 

Como surgiu a ideia de desenvolver games?

A Rockhead foi fundada por dois desenvolvedores que iniciaram as suas carreiras em 1996 criando um jogo para PC chamado Guimo. Naquela época existiam pouquíssimos profissionais fazendo games aqui no Brasil. A ideia de mergulhar de cabeça veio da paixão em jogar games e também do hobby de fazer games por diversão.

 

Quantas pessoas trabalham na Rockhead Games? Onde vocês estão localizados?

Somos 12 colaboradores internamente e temos outras equipes externas que nos auxiliam com diversas partes dos projetos. Estamos em Porto Alegre, RS, dentro do TECNOPUC.

 

Qual a proposta do estúdio?

A proposta da Rockhead é desenvolver games que promovam uma experiência inesquecível e que possamos fazer o máximo em termos de qualidade dentro daquela proposta. Também queremos ver estes games aparecendo em outras mídias e isso já está acontecendo com o game Starlit Adventures. Além de novos games dentro deste universo, já fizemos HQs e uma série de animação está em desenvolvimento.

De onde veio o nome do estúdio?

Foi uma mistura de duas coisas: porque somos “cabeça dura” ao ter iniciado um estúdio novo, tudo do zero, após ter vendido o primeiro estúdio para a Ubisoft (em 2009). A segunda coisa é que adoramos os moais que apareceram nos games dos anos 80 feitos pela Konami!

 

Quantos games vocês produziram até agora? E qual foi o maior destaque de todos eles?

Em toda a nossa carreira, foram algumas dezenas! Na Rockhead o destaque até agora foi o Starlit Adventures que já tem mais de 10 milhões de downloads no mundo todo e ganhou destaques em várias lojas, bem como prêmios de melhor jogo em festivais no Brasil e na China.

Desde a criação do estúdio qual foi a maior dificuldade encontrada?

Desenvolver games free-to-play é um desafio incrível devido ao modelo de negócios em si. Imagine um comerciante que te dá de graça um produto e você só volta para pagar se realmente gostou. Obviamente o cara que fizer isso vai falir muito rápido! Pois é! Os games free-to-play têm feito isso de forma a pagar as contas!

 

Vocês já participaram de game jams? Como foi a experiência?

Participamos principalmente como “mentores” ou “jurados”, dado o nosso tempo de experiência no mercado. A nossa opinião é que jams são incríveis para praticar e acelerar muito o processo de profissionalização nessa área.

 

Como as famílias dos desenvolvedores reagiram ao saber que iam começar a trabalhar com jogos?

Bom, nos anos 90 imagine que isso não foi muito fácil!!! Mas felizmente as nossas famílias puderam nos apoiar principalmente nos primeiros anos em que não ganhávamos praticamente nada e já trabalhávamos muito!!!

 

Os jogadores brasileiros costumam gastar dinheiro com jogos indies?

Principalmente no Steam (PC) e nos games mobile vemos muitos desenvolvedores indie bem-sucedidos. Sabendo que o mercado brasileiro é bastante significativo em ambos, podemos dizer que a resposta é positiva!

Qual o projeto atual do estúdio?

Estamos trabalhando em mais de um projeto ao mesmo tempo e todos eles são baseados no universo de Starlit Adventures. Temos novos jogos surgindo como o Starlit Archery Club, que é um game PvP que envolve muita estratégia e precisão. Temos uma série animada para TV e VOD (video on demand) em desenvolvimento e está sendo um desafio enorme por ser um mercado completamente diferente dos games. Também estamos trabalhando em uma versão para PS4 de Starlit Adventures que será lançada em 2018.Nela é possível jogar multiplayer local com até quatro jogadores e está absurdamente divertida!

 

Atualmente os eventos dedicados a jogos nacionais como o BIG Festival e a área Indie da BGS estão dando bastante visibilidade aos produtores nacionais. Como vocês avaliam esse tipo de evento?

Estes eventos são fundamentais para a nossa indústria, pois precisamos aprender a valorizar aqui o que fazemos para nos fortalecer como indústria. Isso atrai mais jovens que passam a ver os games não só como consumidores, mas como uma potencial profissão. Vale lembrar que em países bem desenvolvidos a Indústria Criativa, a qual os games estão inseridos, gera empregos altamente qualificados e traz muitas divisas. Pense nos “bens intangíveis” como as propriedades intelectuais que a Disney, Marvel e Pixar têm, por exemplo. Precisamos ter coisas assim aqui no Brasil também!

Os impostos são um grande obstáculo para os consumidores e é sabido que encarecem os jogos, entretanto algumas iniciativas como a lei Rouanet parecem equilibrar um pouco as contas para o produtor (e consequentemente para o consumidor).  Vocês conhecem outras ferramentas que podem baratear os jogos brasileiros?

Creio que todo o desenvolvedor de games brasileiro deveria focar em cria-los para que sejam lançados globalmente, assim como fazem as empresas estrangeiras que os lançam aqui. Fora isso, o Brasil, como já sabemos, tem impostos altos e um sistema tributário complicado. O pior de tudo é que nós não recebemos um retorno proporcional a eles. Os games vendidos aqui sofrem dos mesmos males que vemos nos celulares e automóveis! Lá fora o preço é ridiculamente menor e nos sentimos otários sempre que compramos algo aqui. O que pode ser feito? Ano que vem tem eleições!!!

 

 

Qual a diferença dos jogos brasileiros comparados àqueles desenvolvidos por outros países?

Em muitos casos não há diferenças, pois há brasileiros que nem sabem, mas estão jogando games feitos aqui. Porém, ainda não temos produções de triple-A, que são aqueles games para PC ou consoles feitos por centenas de pessoas, ao longo de dois anos ou mais – as chamadas “superproduções”. Ainda assim, já temos empresas brasileiras participando dessas superproduções desenvolvendo arte aqui no Brasil, como no caso da Kokku que participou do Horizon Zero Dawn.

Talvez isso seja reflexo daquelas “décadas perdidas” em que não pudemos desenvolver games para consoles aqui no Brasil (nenhum fabricante autorizava a vinda de kits ao Brasil) e que mesmo até hoje o problema persiste na forma da dificuldade de importação destes itens (graças a nossa burocracia absurda). De qualquer forma, os desenvolvedores brasileiros já acharam meios de “contornar” o problema e distribuir seus games no mundo todo, e uma delas é o universo mobile.

 

Já vimos muitos casos de desenvolvedores talentosos que vão para o Canadá ou para os EUA. Por que isso ainda acontece?

Isso acontece em todas as áreas, na verdade. Infelizmente o nosso país não é muito atrativo nos quesitos mais básicos de uma sociedade organizada. Às vezes nem é a questão de ganhar um salário melhor, mas apenas o fato de poder andar na rua sem temer ser agredido ou até mesmo assassinado! Quem tem a oportunidade de viajar para outros países sempre acaba voltando com alguma vontadezinha de sair do Brasil principalmente por esses motivos básicos, pois a vida parece muito mais “light” do que aqui. Esse êxodo é inevitável enquanto não melhorarmos as condições de vida no Brasil. Nesse cenário, trabalhar com games é mais “internacionalizável” do que Direito ou Medicina, por exemplo, e você verá muitos desenvolvedores saindo com alguma facilidade caso sejam muito bons no que fazem.

 

Como vocês acham que serão os games do futuro?

Tecnologias novas vem surgindo a todo momento, como no caso da realidade virtual ou realidade aumentada. Essas são as “futurologias” mais óbvias. Porém, acho mais interessante observarmos novas tendências a partir de fatores amplos da sociedade e não apenas de uma tecnologia isolada. Veja a cultura dos e-sports e quais estão sendo seus reflexos no design dos games. Ou então, veja o empoderamento do jogador e da comunidade de jogadores quando existe conteúdo criado por eles mesmos. Onde as gerações mais novas estão aprendendo a jogar e como elas estão jogando? Acreditamos que esses fatores têm potencial de mudar mais radicalmente os games do que qualquer tecnologia por si só.

FOTO: CAIO ESCOBAR/PUCRS/DIVULGAÇÃO/JC

Ainda existe o preconceito dos jogadores brasileiros em relação aos jogos nacionais?

É triste, mas talvez ainda exista, sim. Quem sabe quando souberem que muitos estrangeiros estão jogando jogos brasileiros e que estes estejam recebendo prêmios no exterior isso os faça sentir um orgulho por ser brasileiro? Pois é, mas isso já está rolando!!!

 

Algum recado para quem sonha desenvolver games no Brasil?

Tenha foco e disciplina para exercitar seus “skills” como desenvolvedor. Monte um portfólio incrível. Procure parceiros complementares para fazer projetos mais audaciosos. Busque por cursos que te darão diplomas, mas não se esqueça que todo o curso é apenas uma “desculpa oficial” para mergulhar naquela profissão (os professores estarão lá para te orientar ou otimizar teu tempo, mas você que excederá o conteúdo básico). E o mais importante: a prática. Se você quer aprender a jogar futebol, terá que botar a bola no chão e chutar. Com games é a mesma coisa.

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NOTA DO REDATOR: A partir de hoje começamos uma nova série de entrevistas aqui no GameReporter! Como vocês sabem, nosso principal foco são os jogos independentes e a indústria nacional de jogos eletrônicos. Sempre soltamos aquela nota bacana quando um jogo merece destaque, fazemos reviews, e até cobrimos eventos com foco nesses jogos. Mas sempre nos perguntamos: quem são os caras por trás desses jogos?

A partir dessa pergunta inicial, resolvemos criar um especial cujo foco não são os games criados pelos desenvolvedores indies, mas sim os próprios desenvolvedores. A séries busca mostrar um pouco dos caras que fazem e movimentam a indústria local. A ideia é publicar uma entrevista por semana com diferentes desenvolvedores, sejam eles badalados ou não. Se você quer mostrar seu trabalho, por favor, entre em contato conosco para marcarmos aquela entrevista marota, hein!

Juramento do Deserto – Novo livro da série “Assassin’s Creed” volta às origens da trama do jogo

O recente lançamento de Assassin’s Creed Origins recolocou a franquia da Ubisoft em evidencia. Nada mais adequado então do que expandir a trama do game com um novo livro, certo? Pois e justamente essa a intenção de Assassin’s Creed Origins: Juramento do Deserto, novo livro escrito por Oliver Bowden, que visa retomar a origem do surgimento da rixa entre Assassinos e Templários , que guia toda a mitologia do game.

O protagonista do livro, Bayek, tornou-se protetor da cidade de Siuá, herdando a função do pai. Mas quando um mensageiro misterioso chega à cidade, ele precisa partir imediatamente numa jornada em busca de respostas. Enquanto isso, a Ordem descobre movimentos que indicam que os Medjay, os protetores da antiga crença, ainda resistem e ameaçam as mudanças que se espalham pelo Egito. 

Nesse interim, um assassino é então convocado com o objetivo de destruir toda a linhagem Medjay – da qual Bayek faz parte. Nesta batalha entre o antigo e o novo, vemos nascer a primeira faísca da guerra entre os Assassinos e os Templários. Tal como no game, o novo livro é repleto de ação e momentos de tirar o fôlego.

A expectativa e que a obra se comunique bem com os fãs da franquia Assassin’s Creed, que no universo gamemaníaco já venderam mais de 90 milhões de cópias pelo mundo. O sucesso da história que envolve assassinos e um programa que permite o acesso às memórias de seus ancestrais não foi diferente na transposição para os livros: foram mais de 1,5 milhão de exemplares vendidos só no Brasil.

Para quem não conhece, Oliver Bowden e o escritor oficial de Assassins Creed. Além de escritor, Bowen também é um exímio historiador da Renascença e vive em Paris. A obra de Bowden incluem muitos sucessos inspirados em Assassin’s Creed, tais como Renascença, Revelações, Irmandade, entre outros. O novo livro Juramento do Deserto já pode ser encontrado nas principais livrarias do Brasil.

Serviço – Assassin’s Creed Origins: Juramento do Deserto

Autor: Oliver Bowden

Páginas: 294

Preço: R$ 39,90

Tradução: Ryta Vinagre

Editora: Galera | Grupo Editorial Record

Starlit Archery Club é o spin off mais divertido que você verá do fenômeno Starlit Adventures

Outro estúdio que está fazendo bonito, e bem bonito, é o Rockhead Games (RS), que foi um dos destaques do evento da Abragames: Casos de sucesso 2017 com o título Starlit Archery Club. Basicamente é um puzzle de combinar cores, à lá candy Crush ou Bejeweled, porém com a diferença que o foco está nas divertidas e empolgantes batalhas contra outros jogadores online.

Em Starlit o jogador precisa unir estratégia e precisão para vencer os adversários, além de ser rápido e bastante atento. Para facilitar a vida do jogador existem power ups destraváveis que garantem ótimas vantagens. Vale lembrar que há diferentes modos de jogo para o jogador passar mais tempo se divertindo.

Você deve ajudar os personagens Bo e Kikki em uma competição de arco e flecha com regras bem peculiares. Diferente de outros jogos do gênero, aqui a jogabilidade busca inovação, exigindo raciocínio rápido para decidir o melhor alvo a ser atingido e o power up mais adequado para cada situação. A mecânica gira em torno de capturar uma determinada zona vazia, pois elas esvaziam a energia do adversário, como em um game de luta.

De tempos em tempos surgem desafios especiais que fazem o jogador encarar chefões barra-pesada. Conforme o jogador avança, surgem novos mundos com desafios específicos e novos personagens. Em um dos modos de jogo o gamer deve vencer copas online contra adversários de todo o mundo se quiser evoluir.

De acordo com os desenvolvedores, além de divertir os usuários, Starlit Archery Club também é um belo estimulante cerebral, uma vez que instiga a agilidade e pensamento estratégico. Aqui não basta mirar determinados alvos, mas sim dominar as regras a fim de criar estratégias próprias e vencer os adversários. Nesse aspecto o game até lembra um eSport, já que para ser o vencedor você deve mirar mais do que suas próprias ações.

Para quem não conhece, o universo do game surgiu em Starlit Adventures em 2015, um game de aventura 2D para mobile. O título foi baixado mais de 10 milhões de vezes, recebendo destaque nas lojas online em que esteve presente. Além disso, a aventura de Bo, Kikki e companhia conquistou vários prêmios de melhor game ao redor do mundo. O sucesso foi tanto que até uma revista em quadrinho foi lançada e um piloto de série animada já está em produção. Graças a esse esmagador sucesso os produtores decidiram levar os personagens para um novo estilo de game.

O game Starlit Archery Club é free-to-play e estará disponível para free-to-play em 7 de dezembro de 2017 para Android e iOS.

Abaixo tem um trailer de Starlit Archery Club:

Após sucesso da primeira temporada, Ubisoft anuncia segundo split do Brasileirão Rainbow Six 2017

Após o grande sucesso do Brasileirão Rainbow Six 2017, a Ubisoft acaba de anunciar a segunda temporada do ambicioso torneio. Na primeira temporada a equipe Black Dragons tornou-se campeão em uma disputa que contou com mais de 1,6 milhões de espectadores. A expectativa é que a segunda temporada seja ainda mais disputada e atraia mais espectadores. A segunda temporada do torneio terá início neste domingo (24), e será disputada de forma presencial. As partidas serão realizadas em um estúdio localizado em São Paulo (SP).

O torneio reunirá oito das principais equipes do cenário brasileiro: Black Dragons, BRK E-Sports, paiN Gaming, INTZ e-Sport Club , Team Fontt, NOX Gaming, Encore eSports e Merciless Gaming. Estreante no torneio, a Encore eSports ficou com a vaga que pertencia à Operation Kino na primeira edição.

A fórmula de disputa segue a mesma, ou seja, a competição será dividida em dois grupos, com quatro equipes cada. Os times se enfrentarão em partidas únicas em melhor de três mapas. As duas equipes com maiores pontuações em cada grupo se classificarão para as semifinais. Na fase de grupos, a vitória por 2 a 0 valerá três pontos, enquanto o triunfo por 2 a 1 dará dois pontos ao vencedor.

Nas semifinais, os quatro finalistas lutam para chegar à decisão do torneio. Todas as partidas serão disputadas em “Melhor de 3”, exceto a final, que terá o formato “Melhor de 5”. O campeão do Brasileirão Rainbow Six ficará com o cobiçado Troféu Elite Six, atualmente em posse da Black Dragons.

“O grande público e o crescente engajamento dos fãs do cenário mostram que estamos no caminho certo. A primeira temporada do Brasileirão Rainbow Six foi um sucesso. O jogo está cada dia mais consolidado, e a continuação de um torneio como esse mostra que o circuito é muito promissor. Seguimos com bons resultados fora do país, e, com um calendário forte, temos tudo para atingirmos o título mundial”, afirmou Bertrand Chaverot, diretor da Ubisoft para América Latina.

Nesta temporada, o público poderá acompanhar a transmissão dos jogos ao vivo, sempre aos domingos, a partir das 14h, com narração em português, nos canais da Ubisoft eSports no Twitch e no YouTube. Na abertura do torneio, neste domingo (26), a BRK e-Sports, atual vice-campeã, enfrentará a Team Fontt, às 14h, em grande clássico do cenário. Na sequência, a Encore eSports duelará contra a Merciless Gaming.

Veja o trailer oficial da competição abaixo: