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Grandes Estúdios Brasileiros de Games #01: Rockhead Games

Sabe aquelas propriedades intelectuais vindas dos games que deram o grande salto? Aquelas que viraram filmes, animações, brinquedos, camisetas, lancheiras etc? Pois é esse o foco da Rockhead Games, um estúdio relativamente jovem do Rio Grande do Sul, mas que já dá mostras de estar no caminho certo: são eles os responsáveis pelo megassucesso Starlit Adventures, jogo mobile com mais de 10 milhões de downloads.

Tanto a Apple quanto o Google deram destaque várias vezes desde o primeiro lançamento de Starlit Adventures em 2015, em todos os continentes. O universo de Starlit Adventures agora está se expandindo em novos jogos e transmídia, incluindo uma série animada para TV, quadrinhos e brinquedos. Vale mencionar que a Rockhead Games nasceu das mentes por trás da Southlogic Studios (Deer Hunter, Guim etc). Após a compra do estúdio pela Ubisoft, os desenvolvedores decidiram recomeçar do zero em 2010 e daí surgia um dos estúdios brasileiros mais importantes da atualidade.

Atualmente a Rockhead Games está preparando o lançamento de Starlit Archery Club, um spin off de Starlit Adventure inspirado em Bust-A-Move, da geração 16 bits. Ainda assim, o Rodrigo “Chips” Scharnberg, produtor assistente, reservou um tempo para responder algumas perguntas. Confira!

 

Como surgiu a ideia de desenvolver games?

A Rockhead foi fundada por dois desenvolvedores que iniciaram as suas carreiras em 1996 criando um jogo para PC chamado Guimo. Naquela época existiam pouquíssimos profissionais fazendo games aqui no Brasil. A ideia de mergulhar de cabeça veio da paixão em jogar games e também do hobby de fazer games por diversão.

 

Quantas pessoas trabalham na Rockhead Games? Onde vocês estão localizados?

Somos 12 colaboradores internamente e temos outras equipes externas que nos auxiliam com diversas partes dos projetos. Estamos em Porto Alegre, RS, dentro do TECNOPUC.

 

Qual a proposta do estúdio?

A proposta da Rockhead é desenvolver games que promovam uma experiência inesquecível e que possamos fazer o máximo em termos de qualidade dentro daquela proposta. Também queremos ver estes games aparecendo em outras mídias e isso já está acontecendo com o game Starlit Adventures. Além de novos games dentro deste universo, já fizemos HQs e uma série de animação está em desenvolvimento.

De onde veio o nome do estúdio?

Foi uma mistura de duas coisas: porque somos “cabeça dura” ao ter iniciado um estúdio novo, tudo do zero, após ter vendido o primeiro estúdio para a Ubisoft (em 2009). A segunda coisa é que adoramos os moais que apareceram nos games dos anos 80 feitos pela Konami!

 

Quantos games vocês produziram até agora? E qual foi o maior destaque de todos eles?

Em toda a nossa carreira, foram algumas dezenas! Na Rockhead o destaque até agora foi o Starlit Adventures que já tem mais de 10 milhões de downloads no mundo todo e ganhou destaques em várias lojas, bem como prêmios de melhor jogo em festivais no Brasil e na China.

Desde a criação do estúdio qual foi a maior dificuldade encontrada?

Desenvolver games free-to-play é um desafio incrível devido ao modelo de negócios em si. Imagine um comerciante que te dá de graça um produto e você só volta para pagar se realmente gostou. Obviamente o cara que fizer isso vai falir muito rápido! Pois é! Os games free-to-play têm feito isso de forma a pagar as contas!

 

Vocês já participaram de game jams? Como foi a experiência?

Participamos principalmente como “mentores” ou “jurados”, dado o nosso tempo de experiência no mercado. A nossa opinião é que jams são incríveis para praticar e acelerar muito o processo de profissionalização nessa área.

 

Como as famílias dos desenvolvedores reagiram ao saber que iam começar a trabalhar com jogos?

Bom, nos anos 90 imagine que isso não foi muito fácil!!! Mas felizmente as nossas famílias puderam nos apoiar principalmente nos primeiros anos em que não ganhávamos praticamente nada e já trabalhávamos muito!!!

 

Os jogadores brasileiros costumam gastar dinheiro com jogos indies?

Principalmente no Steam (PC) e nos games mobile vemos muitos desenvolvedores indie bem-sucedidos. Sabendo que o mercado brasileiro é bastante significativo em ambos, podemos dizer que a resposta é positiva!

Qual o projeto atual do estúdio?

Estamos trabalhando em mais de um projeto ao mesmo tempo e todos eles são baseados no universo de Starlit Adventures. Temos novos jogos surgindo como o Starlit Archery Club, que é um game PvP que envolve muita estratégia e precisão. Temos uma série animada para TV e VOD (video on demand) em desenvolvimento e está sendo um desafio enorme por ser um mercado completamente diferente dos games. Também estamos trabalhando em uma versão para PS4 de Starlit Adventures que será lançada em 2018.Nela é possível jogar multiplayer local com até quatro jogadores e está absurdamente divertida!

 

Atualmente os eventos dedicados a jogos nacionais como o BIG Festival e a área Indie da BGS estão dando bastante visibilidade aos produtores nacionais. Como vocês avaliam esse tipo de evento?

Estes eventos são fundamentais para a nossa indústria, pois precisamos aprender a valorizar aqui o que fazemos para nos fortalecer como indústria. Isso atrai mais jovens que passam a ver os games não só como consumidores, mas como uma potencial profissão. Vale lembrar que em países bem desenvolvidos a Indústria Criativa, a qual os games estão inseridos, gera empregos altamente qualificados e traz muitas divisas. Pense nos “bens intangíveis” como as propriedades intelectuais que a Disney, Marvel e Pixar têm, por exemplo. Precisamos ter coisas assim aqui no Brasil também!

Os impostos são um grande obstáculo para os consumidores e é sabido que encarecem os jogos, entretanto algumas iniciativas como a lei Rouanet parecem equilibrar um pouco as contas para o produtor (e consequentemente para o consumidor).  Vocês conhecem outras ferramentas que podem baratear os jogos brasileiros?

Creio que todo o desenvolvedor de games brasileiro deveria focar em cria-los para que sejam lançados globalmente, assim como fazem as empresas estrangeiras que os lançam aqui. Fora isso, o Brasil, como já sabemos, tem impostos altos e um sistema tributário complicado. O pior de tudo é que nós não recebemos um retorno proporcional a eles. Os games vendidos aqui sofrem dos mesmos males que vemos nos celulares e automóveis! Lá fora o preço é ridiculamente menor e nos sentimos otários sempre que compramos algo aqui. O que pode ser feito? Ano que vem tem eleições!!!

 

 

Qual a diferença dos jogos brasileiros comparados àqueles desenvolvidos por outros países?

Em muitos casos não há diferenças, pois há brasileiros que nem sabem, mas estão jogando games feitos aqui. Porém, ainda não temos produções de triple-A, que são aqueles games para PC ou consoles feitos por centenas de pessoas, ao longo de dois anos ou mais – as chamadas “superproduções”. Ainda assim, já temos empresas brasileiras participando dessas superproduções desenvolvendo arte aqui no Brasil, como no caso da Kokku que participou do Horizon Zero Dawn.

Talvez isso seja reflexo daquelas “décadas perdidas” em que não pudemos desenvolver games para consoles aqui no Brasil (nenhum fabricante autorizava a vinda de kits ao Brasil) e que mesmo até hoje o problema persiste na forma da dificuldade de importação destes itens (graças a nossa burocracia absurda). De qualquer forma, os desenvolvedores brasileiros já acharam meios de “contornar” o problema e distribuir seus games no mundo todo, e uma delas é o universo mobile.

 

Já vimos muitos casos de desenvolvedores talentosos que vão para o Canadá ou para os EUA. Por que isso ainda acontece?

Isso acontece em todas as áreas, na verdade. Infelizmente o nosso país não é muito atrativo nos quesitos mais básicos de uma sociedade organizada. Às vezes nem é a questão de ganhar um salário melhor, mas apenas o fato de poder andar na rua sem temer ser agredido ou até mesmo assassinado! Quem tem a oportunidade de viajar para outros países sempre acaba voltando com alguma vontadezinha de sair do Brasil principalmente por esses motivos básicos, pois a vida parece muito mais “light” do que aqui. Esse êxodo é inevitável enquanto não melhorarmos as condições de vida no Brasil. Nesse cenário, trabalhar com games é mais “internacionalizável” do que Direito ou Medicina, por exemplo, e você verá muitos desenvolvedores saindo com alguma facilidade caso sejam muito bons no que fazem.

 

Como vocês acham que serão os games do futuro?

Tecnologias novas vem surgindo a todo momento, como no caso da realidade virtual ou realidade aumentada. Essas são as “futurologias” mais óbvias. Porém, acho mais interessante observarmos novas tendências a partir de fatores amplos da sociedade e não apenas de uma tecnologia isolada. Veja a cultura dos e-sports e quais estão sendo seus reflexos no design dos games. Ou então, veja o empoderamento do jogador e da comunidade de jogadores quando existe conteúdo criado por eles mesmos. Onde as gerações mais novas estão aprendendo a jogar e como elas estão jogando? Acreditamos que esses fatores têm potencial de mudar mais radicalmente os games do que qualquer tecnologia por si só.

FOTO: CAIO ESCOBAR/PUCRS/DIVULGAÇÃO/JC

Ainda existe o preconceito dos jogadores brasileiros em relação aos jogos nacionais?

É triste, mas talvez ainda exista, sim. Quem sabe quando souberem que muitos estrangeiros estão jogando jogos brasileiros e que estes estejam recebendo prêmios no exterior isso os faça sentir um orgulho por ser brasileiro? Pois é, mas isso já está rolando!!!

 

Algum recado para quem sonha desenvolver games no Brasil?

Tenha foco e disciplina para exercitar seus “skills” como desenvolvedor. Monte um portfólio incrível. Procure parceiros complementares para fazer projetos mais audaciosos. Busque por cursos que te darão diplomas, mas não se esqueça que todo o curso é apenas uma “desculpa oficial” para mergulhar naquela profissão (os professores estarão lá para te orientar ou otimizar teu tempo, mas você que excederá o conteúdo básico). E o mais importante: a prática. Se você quer aprender a jogar futebol, terá que botar a bola no chão e chutar. Com games é a mesma coisa.

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NOTA DO REDATOR: A partir de hoje começamos uma nova série de entrevistas aqui no GameReporter! Como vocês sabem, nosso principal foco são os jogos independentes e a indústria nacional de jogos eletrônicos. Sempre soltamos aquela nota bacana quando um jogo merece destaque, fazemos reviews, e até cobrimos eventos com foco nesses jogos. Mas sempre nos perguntamos: quem são os caras por trás desses jogos?

A partir dessa pergunta inicial, resolvemos criar um especial cujo foco não são os games criados pelos desenvolvedores indies, mas sim os próprios desenvolvedores. A séries busca mostrar um pouco dos caras que fazem e movimentam a indústria local. A ideia é publicar uma entrevista por semana com diferentes desenvolvedores, sejam eles badalados ou não. Se você quer mostrar seu trabalho, por favor, entre em contato conosco para marcarmos aquela entrevista marota, hein!

Juramento do Deserto – Novo livro da série “Assassin’s Creed” volta às origens da trama do jogo

O recente lançamento de Assassin’s Creed Origins recolocou a franquia da Ubisoft em evidencia. Nada mais adequado então do que expandir a trama do game com um novo livro, certo? Pois e justamente essa a intenção de Assassin’s Creed Origins: Juramento do Deserto, novo livro escrito por Oliver Bowden, que visa retomar a origem do surgimento da rixa entre Assassinos e Templários , que guia toda a mitologia do game.

O protagonista do livro, Bayek, tornou-se protetor da cidade de Siuá, herdando a função do pai. Mas quando um mensageiro misterioso chega à cidade, ele precisa partir imediatamente numa jornada em busca de respostas. Enquanto isso, a Ordem descobre movimentos que indicam que os Medjay, os protetores da antiga crença, ainda resistem e ameaçam as mudanças que se espalham pelo Egito. 

Nesse interim, um assassino é então convocado com o objetivo de destruir toda a linhagem Medjay – da qual Bayek faz parte. Nesta batalha entre o antigo e o novo, vemos nascer a primeira faísca da guerra entre os Assassinos e os Templários. Tal como no game, o novo livro é repleto de ação e momentos de tirar o fôlego.

A expectativa e que a obra se comunique bem com os fãs da franquia Assassin’s Creed, que no universo gamemaníaco já venderam mais de 90 milhões de cópias pelo mundo. O sucesso da história que envolve assassinos e um programa que permite o acesso às memórias de seus ancestrais não foi diferente na transposição para os livros: foram mais de 1,5 milhão de exemplares vendidos só no Brasil.

Para quem não conhece, Oliver Bowden e o escritor oficial de Assassins Creed. Além de escritor, Bowen também é um exímio historiador da Renascença e vive em Paris. A obra de Bowden incluem muitos sucessos inspirados em Assassin’s Creed, tais como Renascença, Revelações, Irmandade, entre outros. O novo livro Juramento do Deserto já pode ser encontrado nas principais livrarias do Brasil.

Serviço – Assassin’s Creed Origins: Juramento do Deserto

Autor: Oliver Bowden

Páginas: 294

Preço: R$ 39,90

Tradução: Ryta Vinagre

Editora: Galera | Grupo Editorial Record

Starlit Archery Club é o spin off mais divertido que você verá do fenômeno Starlit Adventures

Outro estúdio que está fazendo bonito, e bem bonito, é o Rockhead Games (RS), que foi um dos destaques do evento da Abragames: Casos de sucesso 2017 com o título Starlit Archery Club. Basicamente é um puzzle de combinar cores, à lá candy Crush ou Bejeweled, porém com a diferença que o foco está nas divertidas e empolgantes batalhas contra outros jogadores online.

Em Starlit o jogador precisa unir estratégia e precisão para vencer os adversários, além de ser rápido e bastante atento. Para facilitar a vida do jogador existem power ups destraváveis que garantem ótimas vantagens. Vale lembrar que há diferentes modos de jogo para o jogador passar mais tempo se divertindo.

Você deve ajudar os personagens Bo e Kikki em uma competição de arco e flecha com regras bem peculiares. Diferente de outros jogos do gênero, aqui a jogabilidade busca inovação, exigindo raciocínio rápido para decidir o melhor alvo a ser atingido e o power up mais adequado para cada situação. A mecânica gira em torno de capturar uma determinada zona vazia, pois elas esvaziam a energia do adversário, como em um game de luta.

De tempos em tempos surgem desafios especiais que fazem o jogador encarar chefões barra-pesada. Conforme o jogador avança, surgem novos mundos com desafios específicos e novos personagens. Em um dos modos de jogo o gamer deve vencer copas online contra adversários de todo o mundo se quiser evoluir.

De acordo com os desenvolvedores, além de divertir os usuários, Starlit Archery Club também é um belo estimulante cerebral, uma vez que instiga a agilidade e pensamento estratégico. Aqui não basta mirar determinados alvos, mas sim dominar as regras a fim de criar estratégias próprias e vencer os adversários. Nesse aspecto o game até lembra um eSport, já que para ser o vencedor você deve mirar mais do que suas próprias ações.

Para quem não conhece, o universo do game surgiu em Starlit Adventures em 2015, um game de aventura 2D para mobile. O título foi baixado mais de 10 milhões de vezes, recebendo destaque nas lojas online em que esteve presente. Além disso, a aventura de Bo, Kikki e companhia conquistou vários prêmios de melhor game ao redor do mundo. O sucesso foi tanto que até uma revista em quadrinho foi lançada e um piloto de série animada já está em produção. Graças a esse esmagador sucesso os produtores decidiram levar os personagens para um novo estilo de game.

O game Starlit Archery Club é free-to-play e estará disponível para free-to-play em 7 de dezembro de 2017 para Android e iOS.

Abaixo tem um trailer de Starlit Archery Club:

Após sucesso da primeira temporada, Ubisoft anuncia segundo split do Brasileirão Rainbow Six 2017

Após o grande sucesso do Brasileirão Rainbow Six 2017, a Ubisoft acaba de anunciar a segunda temporada do ambicioso torneio. Na primeira temporada a equipe Black Dragons tornou-se campeão em uma disputa que contou com mais de 1,6 milhões de espectadores. A expectativa é que a segunda temporada seja ainda mais disputada e atraia mais espectadores. A segunda temporada do torneio terá início neste domingo (24), e será disputada de forma presencial. As partidas serão realizadas em um estúdio localizado em São Paulo (SP).

O torneio reunirá oito das principais equipes do cenário brasileiro: Black Dragons, BRK E-Sports, paiN Gaming, INTZ e-Sport Club , Team Fontt, NOX Gaming, Encore eSports e Merciless Gaming. Estreante no torneio, a Encore eSports ficou com a vaga que pertencia à Operation Kino na primeira edição.

A fórmula de disputa segue a mesma, ou seja, a competição será dividida em dois grupos, com quatro equipes cada. Os times se enfrentarão em partidas únicas em melhor de três mapas. As duas equipes com maiores pontuações em cada grupo se classificarão para as semifinais. Na fase de grupos, a vitória por 2 a 0 valerá três pontos, enquanto o triunfo por 2 a 1 dará dois pontos ao vencedor.

Nas semifinais, os quatro finalistas lutam para chegar à decisão do torneio. Todas as partidas serão disputadas em “Melhor de 3”, exceto a final, que terá o formato “Melhor de 5”. O campeão do Brasileirão Rainbow Six ficará com o cobiçado Troféu Elite Six, atualmente em posse da Black Dragons.

“O grande público e o crescente engajamento dos fãs do cenário mostram que estamos no caminho certo. A primeira temporada do Brasileirão Rainbow Six foi um sucesso. O jogo está cada dia mais consolidado, e a continuação de um torneio como esse mostra que o circuito é muito promissor. Seguimos com bons resultados fora do país, e, com um calendário forte, temos tudo para atingirmos o título mundial”, afirmou Bertrand Chaverot, diretor da Ubisoft para América Latina.

Nesta temporada, o público poderá acompanhar a transmissão dos jogos ao vivo, sempre aos domingos, a partir das 14h, com narração em português, nos canais da Ubisoft eSports no Twitch e no YouTube. Na abertura do torneio, neste domingo (26), a BRK e-Sports, atual vice-campeã, enfrentará a Team Fontt, às 14h, em grande clássico do cenário. Na sequência, a Encore eSports duelará contra a Merciless Gaming.

Veja o trailer oficial da competição abaixo:

For Honor tem acesso gratuito até o dia 13 de agosto

A Ubisoft anuncia que For Honor poderá ser jogado gratuitamente a partir de hoje (10 de agosto) até o dia 13 de agosto no PlayStation 4, Xbox One e no PC. Durante todos os dias da ação, os jogadores destas plataformas terão acesso ao conteúdo completo de For Honor, inclusive os cinco modos multiplayer, a campanha principal – que pode ser jogada solo ou em cooperativo online– e a lista dos heróis do game, que foi atualizada regularmente ao longo dos últimos seis meses.

Os novos usuários das versões de PlayStation 4 e PC puderam, inclusive, fazer o download do jogo a partir de 1h da madrugada de 8 de agosto, e deixar tudo pronto para começar a jogar no dia 10. Após o fim de semana de acesso gratuito ao game, os usuários que quiserem continuar a experiência pelos campos de batalha de For Honor ainda terão a chance de adquiri-lo com 50% de desconto. A promoção será válida entre 10 e 20 de agosto para as versões de console, e entre 10 e 14 de agosto para PC. Todo o progresso obtivo no fim de semana de testes será mantido para quem realizar a compra durante a promoção.

O período de acesso gratuito ao For Honor acontece dias antes do lançamento de “Grudge & Glory”, a terceira temporada de For Honor e a maior atualização do jogo até o momento. A partir de 15 de agosto, em todas as plataformas, os jogadores encontrarão muitas novidades, como heróis, mapas, o modo ranqueado e uma série de atualizações na jogabilidade. Os mapas, as partidas ranqueadas e as mudanças no gameplay serão gratuitas e todos os jogadores poderão experimentar desde o primeiro dia.

Já os novos personagens – o orgulhoso Highlander e o destemido Gladiador – serão disponibilizados em 15 de agosto para os usuários que adquiriram o Season Pass de For Honor e em 22 de agosto para os demais, que precisarão de 15,000 steel (moeda do jogo) para liberar o conteúdo adicional. A ideia é popularizar o game ainda mais entre os jogadores.

Finais do For Honor Hero Series

Neste fim de semana também acontecerão as finais do For Honor Hero Series, o primeiro torneio internacional de For Honor, organizado em parceria com a ESL. As partidas serão transmitidas ao vivo pelo canal de For Honor na Twitch.TV a partir das 5h da manhã (horário de Brasília) de sábado (12/08). Além de acompanhar as partidas, o público verá, em primeira mão, as novidades da terceira temporada de For Honor.

Outras informações sobre o fim de semana especial de For Honor estão disponíveis no site do game.

Rainbow Six Siege – Ubisoft confirma primeira temporada do Brasil no torneio mundial da Pro League 2017

A Ubisoft decidiu dar uma moral especial para o Brasil durante o torneio mundial Pro League 2017 de Rainbow Six Siege. De acordo com a Publisher, as competições começam em 20 de março na América do Norte, 23 de março na Europa e 26 de março na América Latina – esta última região com duelos que ocorrerão no Brasil. O calendário do 2º ano de competições será dividido em três temporadas; oito equipes brasileiras estão na disputa do título de campeão mundial.

Como se não bastasse, a primeira temporada da Pro League 2017 no Brasil, inclusive, terá apenas equipes nacionais como representantes da América Latina: Santos Dexterity, Keyd Stars, paiN Gaming, Black Dragons, V3 Masters, BRK e-Sports, NOX Gaming e SemXorah Gaming. Com tantos brasileiros de peso, não dá para deixar de imaginar que nosso país tem muitas chances na disputa mundial, certo?

unnamedA Pro League será disputada na plataforma PC e terá três temporadas (seasons), cada uma composta por uma fase regional e um evento presencial com os melhores times da Europa, América do Norte e América Latina. Ao final, os vencedores se enfrentarão pelo título de campeão mundial e disputarão uma premiação de US$100 mil. As decisões da primeira temporada acontecerão em Katowice, na Polônia, em 20 e 21 de maio.

“Temos muito orgulho e satisfação de anunciar que o Brasil será uma das três regiões da Pro League de Rainbow Six Siege. O cenário de eSports no país é promissor, temos pro players talentosos e uma torcida diferenciada, que vibra o tempo todo e transforma a atmosfera em algo único em todo o planeta”, disse Bertrand Chaverot, diretor da Ubisoft para América Latina. “A Ubisoft acompanha o engajamento dos brasileiros em todas as plataformas, e trazer a Pro League para o país é uma maneira de presenteá-los, além de reafirmar o compromisso com a comunidade local”, completou.

O público poderá acompanhar a transmissão ao vivo do Pro League 2017, sempre aos domingos a partir das 14h, com narração em português, nos canais da Ubisoft eSports no Twitch e no YouTube.

O trailer oficial do segundo ano da Pro League já está disponível:

NZN elege as as promessas em games para 2017

Os apaixonados por jogos já têm motivos para comemorar! O ano de 2017 definitivamente será um dos melhores para quem aguarda por lançamentos e novidades. E para atualizar os gamers de plantão, a NZN, um dos principais players em soluções para publicidade e comunicação do mercado, acaba de reunir as grandes promessas para o primeiro semestre.

A lista traz apenas os lançamentos para o primeiro semestre do ano, de modo que a comunidade terá muitas coisas boas para se entreter neste início de ano. Muitos outros games que devem sair no segundo semestre ainda não possuem data de lançamento definida, e tantos outros devem ser anunciados apenas durante a E3, a maior feira de games do mundo, a ocorrer em Los Angeles entre os dias 13 e 15 de junho.

Confira abaixo o calendário de lançamentos da NZN para 2017:

Janeiro

khhdgonbrasilComeçando em Janeiro, teremos Gravity Rush 2, exclusivo do PS4; Yakuza 0, prequel que vai explicar as origens da franquia; Kingdom Hearts HD 2.8: Final Chapter Prologue, compilação com conteúdo do RPG que mistura Disney com Square e Resident Evil 7, que promete revitalizar a série com uma perspectiva em primeira pessoa.

 

Fevereiro

c356330f-e4b0-4dca-8ef6-e685d5eb83c6Fevereiro também promete grandes surpresas: Halo Wars 2, que vai agradar os fãs de estratégia no Xbox One e no PC; Sniper Elite 4 que pretende ser um jogo mais acessível da franquia; For Honor que deve trazer combates cadenciados nas mãos da Ubisoft; NioH que seguirá uma fórmula Dark Souls com Onimusha e Horizon: Zero Dawn, grande promessa da Sony, que chegará ao PS4 (com direito a patch para o PS4 Pro).
Março

zelda0005Já em Março, o ritmo pode até acalmar, mas não irá esfriar: NieR: Automata é um RPG de ação futurista da Square Enix ainda envolto por muitos mistérios; Ghost Recon Wildlands que marcará o retorno de uma das franquias de ação mais amadas do selo Tom Clancy. Temos também Mass Effect Andromeda, o aguardado RPG sci-fi da EA. E para fechar o mês, teremos a chegada do jogo mais aguardado do mercado: o lançamento do Switch! Com alguns dos títulos já anunciados – entre eles The Legend of Zelda: Breath of the Wild, o novo Super Mario Odyssey, além de jogos third-party –, o console híbrido será lançado nos Estados Unidos no dia 3 de março e custará US$ 299. Este novo consoles da Nintendo promete ser um divisor de água em 2017.

 

Abril

maxresdefaultNo mês de Abril, temos quatro lançamentos já confirmados: Sniper Ghost Warrior 3, que segue uma fórmula com pouco Far Cry com Sniper Elite, e traz um mundo aberto militar; Persona 5, o tão esperado RPG da Atlus que dará continuidade ao formato descontraído da franquia; Yooka-Laylee, jogo de plataforma dos mesmos criadores de Banjo-Kazooie; e Dragon Quest Heroes 2, continuação do game que transformou a série de RPG japonesa em um hack-and-slash estilo Dynasty Warriors.

 

Durante o primeiro semestre

seaofthieves

Ainda sem data, mas previstos para o primeiro semestre de 2017, temos os aguardados: Outlast 2, Prey, Sea of Thieves, Uncharted: The Lost Legacy, South Park: A Fenda que Abunda Força e Sexta-Feira 13. A ideia é que esses títulos sejam lançados pelo menos até o final de junho.

Top 10: os jogos mais aguardados para 2017

O ano de 2016 ainda não terminou, mas já estamos com nossos radares acionados para o que nos espera para o próximo ano. Muitos jogos estão por vir e a maioria deles sequer foi revelada ainda. A E3 2017 promete ser uma das mais emocionantes, pois a Nintendo e a Microsoft devem preparar terreno para o lançamento de seus novos consoles, ao passo que a Sony deve investir pesado em novos jogos matadores.

As perspectivas são tão altas pois a atual geração está finalmente amadurecida e os estúdios já podem tirar o máximo proveito dos hardwares. Seja como for, já sabemos da existência de muitos games que devem ser sensação em 2017 e listamos 10 dessas preciosidades que são extremamente aguardadas pela comunidade.

Confira abaixo dez dos mais aguardados jogos para 2017:

 

For Honor

For Honor é mais uma nova IP da Ubisoft que tem tudo para se tornar um marco da indústria. Para quem não conhece, trata-se de um hack ‘n slash ambientado em um mundo de fantasia medieval. Neste mundo os jogadores enfrentam batalhas com samurais, cavaleiros e vikings pela supremacia no campo de batalha. A intenção da Ubisoft parece ser priorizar o multiplayer ao invés do singleplayer, o que pode ser uma má decisão. Entretanto, a estrutura inspirada em jogos de tiro pode ser uma boa opção para tornar os combates mais empolgantes. Mas não se preocupe ainda, o singleplayer já está confirmado, mas a Ubisoft não parece dar muito destaque para a história. Também pudera, uma história que reúna samurais, vikings e cavaleiros não deve ser levada tão a série mesmo. Quem sabe seja essa mistura louca que a comunidade precisa?

 

Shenmue 3

Shenmue nunca foi um sucesso comercial e a ideia original de Yu Suzuki de criar uma trilogia parecia fadada ao fracasso. Mas graças ao Kickstarter, uma ajudinha da Sony e à união de milhares de fãs parece que Shenmue 3 sairá do papel. Você assume o papel de Ryo Hazuki que busca descobrir os responsáveis pelo assassinato de seu pai. Apesar de carregar o peso de uma franquia famosa, Shenmue 3 deve ser bem diferente dos antecessores, pois a tecnologia deu um grande salto desde a derrocada do Dreamcast. Deste modo, esperamos uma espécie de GTA ambientado em pequenos vilarejos japoneses.

 

Injustice 2

O primeiro Injustice foi bastante aclamado pela crítica e pela comunidade de jogadores. Com a Warner/DC investindo pesado em seus heróis para a temporada 2017 no cinema, faz todo o sentido uma sequência para o game de luta. Batman, Superman e muitos outros heróis e vilões retornam para mais pancadaria com direito a reutilizar a mesma engine de Mortal Kombat X. Há quem possa torcer o nariz e dizer que o game é muito sombrio ou que é apenas outro Mortal Kombat com personagens da DC, mas a verdade é que Injustice 2 tem a ambição de ser o maior jogo de luta da próxima temporada.

 

Halo Wars 2

Sim, sabemos que Halo Wars 2 não é exatamente o título Halo que todos esperam. Mas Halo 6 sequer foi anunciado ainda e seu lançamento deve demorar um bocado. Até lá podemos curtir o universo expandido de Halo através desta improvável continuação do RTS que agitou o Xbox 360. Os acontecimentos deste game são imediatos após o fim de Halo 5: Guardians e retrata a tripulação da UNSC tendo de lidar com uma facção alienígena extremamente hostil chamada Banished. Tal como no primeiro Halo Wars, aqui vamos ter bastante estratégia e combates intensos, porém de maneira simplificada para atrair jogadores pouco acostumados com RTS.

 

Marvel vs Capcom Infinite

E se os heróis da DC farão seu retorno em 2017 através de um jogo de luta, o mesmo pode ser dito dos heróis da Marvel. A Capcom já apresentou muitas coisas sobre Marvel vs Capcom 4 e o que foi revelado é promissor: guerra pelas gemas do infinito, combate dois contra dois, combos, modo história e a introdução de muitos personagens novos. Ainda não temos confirmação se os X-Men ficarão mesmo de fora da pancadaria devido aos desacordos entre a Marvel e os detentores dos direitos de imagem dos mutantes. Se não tiver acordo, o jogo perde uma gama de personagens icônicos, mas a esperança é que os produtores conseguirão a participação de todo o roll de personagens criados pela Marvel.

 

Horizon Zero Dawn

Horizon Zero Dawn tem tudo o que fãs de RPGs de ação em mundo aberto podem querer, ou seja, universo único, enredo épico, temáticas envolvendo destino e identidade, combates intensos etc. O mais interessante é que os inimigos são dinossauros-robôs, algo pouco usual em qualquer jogo eletrônico. Mas é justamente essa liberdade criativa e o mundo pós-apocalíptico que faz com que tantos jogadores fiquem interessados neste game. Se a empreitada for bem sucedida, podemos apostar que Horizon Zero Dawn se tronará uma franquia.

 

God of War

O panteão grego foi totalmente exterminado por Kratos em sua sede por vingança, fato que levou todos os jogadores a acreditar que a franquia estava definitivamente acabada. Mas os produtores da Santa Monica deram um jeito bem interessante de trazer Kratos de volta: leva-lo até a mitologia nórdica para dar cabo de novos monstros, criaturas e deuses. Pelo que a Sony apresentou, os combates seguem um ritmo mais desacelerado do que nos jogos anteriores e muito do gameplay deve envolver o filho de Kratos. Ainda que a Sony não tenha confirmado nenhuma data de lançamento, a expectativa é que o novo game chegue às lojas ainda em 2017.

 

Mass Effect Andromeda

A história do Comandante Shepard já terminou, mas isso não quer dizer que a Bioware não tenho boas ideias para sua franquia estelar. É essa aposta de que ainda tem muitas histórias para contar que impulsiona este novo capítulo, então não espera que Andromeda seja mais do mesmo. Ate onde se sabe, o argumento central do game será encontrar uma nova casa para a decadente raça humana. Essa busca irá levar a nova tripulação por lugares inóspitos e violentos, então podemos esperar por momentos tão épicos quanto os da trilogia original. Ah e podemos esperar também que as mecânicas de conversação, romances e tiroteios estarão de volta.

 

Resident Evil 7

Resident Evil 6 foi um erro terrível e a Capcom sabe disso. Não nos interprete mal: o jogo não é injogável, mas a ação é tão recorrente que não deveria ter o nome de Resident Evil na capa. Resident Evil 7, por outro lado, promete reviver a sensação de puro horror que marcaram os primeiros games da franquia. A Capcom, aliás, parece estar disposta a ir além dos jump scares para abraçar de vez uma forma mais psicológica de terror (talvez inspirado em Silent Hills). As demos apresentadas até agora assombraram os jogadores (de forma positiva), então mal podemos esperar para ver se o novo capítulo da controversa série voltará a ser sinônimo de medo.

 

The Legend of Zelda: Breath of the Wild

A franquia Legend of Zelda é provavelmente a mais amada e respeitada de toda a história dos videogames. Afinal, ao longo dos trinta anos em que esteve ativa não podemos nos lembrar de um único Zelda ruim (bem, talvez aqueles licenciados para a Panasonic). De qualquer modo, Breath of the Wild tentará elevar a franquia para ares ainda não explorados graças a um mundo aberto e colorido a ser explorado. Ainda não temos detalhes sobre o enredo, mas o fato de que ele está em desenvolvimento desde 2013 é um sinal de que a Nintendo quer lançar um game impecável.

 

E para você, quais outros games são aguardados para o próximo ano?

Gomídia transforma São Paulo em cenário de jogo para a campanha de lançamento de Watch_Dogs 2

O lançamento de Watch Dogs 2 promete ser um dos mais empolgantes , especialmente em São Paulo. A Gomídia, agência de marketing digital, transportou o universo do game para as ruas de São Paulo. Basicamente a agência produziu um vídeo de 1 minuto em que um atleta de parkour vestido como o protagonista do jogo Watch_Dogs 2 percorre as ruas da cidade interagindo com o espaço urbano e com os passantes, simulando a dinâmica do próprio game. A ideia é passar um pouco da sensação do game para a vida real, permitindo que os jogadores brasileiros se identifiquem com o personagem e o universo do game.

Watch Dogs 2 conta com elementos de parkour e temática hacker, além de um mundo totalmente aberto para explorar. Os jogadores ficam livres para cumprir missões numa versão digital da icônica cidade de San Francisco. Além disso, o jogo mistura elementos de ficção com o mundo real. A produção da Gomídia contou com a colaboração de mais de 50 pessoas e será veiculada nas mídias sociais da Ubisoft durante a campanha de marketing do jogo.

“Watch_Dogs 2 mexe muito com a imaginação dos jogadores, não apenas por ser uma superprodução, mas por explorar diversos aspectos tecnológicos e permitir que o gamer viaje por um mapa gigantesco e real da cidade de São Francisco, nos Estados Unidos. A intenção da Gomídia nessa campanha foi aproximar esse ambiente dos fãs brasileiros, só que tendo como cenário as ruas de São Paulo e não as do Vale do Silício”, comenta Lucas Patrício, diretor geral e cofundador da Gomídia.

unnamedPara tornar o vídeo ainda mais real e imersivo, um atleta de parkour foi chamado para ser o dublê de Marcus Holloway – o jovem e brilhante hacker que protagoniza o jogo – e escalou e saltou em alguns dos pontos turísticos mais conhecidos de São Paulo, como o Vale do Anhangabaú, Viaduto do Chá, Praça Roosevelt e Minhocão. Já o youtuber Patife – que tem mais de 1,5 milhão de seguidores em seu canal –, sob o mesmo lenço que esconde o rosto do personagem dos videogames, foi o convidado surpresa que desempenhou o papel principal da trama e precisou atrair admiradores e apoiadores à sua causa formando um time de hackers, exatamente como no game. Com essa equipe reunida, o grand finale do vídeo aconteceu em frente ao prédio da FIESP, na Avenida Paulista: a cena de uma complexa operação hacker que mudou a paisagem do local.

Sobre o desafio de se criar uma ação que seja atraente para os consumidores e ao mesmo tempo interessante para o cliente, Lucas destaca que “quando se compreende os valores de uma produção tão complexa quanto a que um videogame busca em sua narrativa, amplificar essa mensagem por meio de outras mídias se torna uma missão mais fácil”.

Abaixo você confere o vídeo de marketing de Watch Dogs 2 produzido pela equipe da Gomídia:

 

Beta de Trackmania Turbo está aberto somente até hoje

Pouco antes do lançamento oficial (22 de março), a Ubisoft permitiu que a comunidade de jogadores testem seu mais novo jogo de corrida, o Trackmania Turbo. O beta aberto está disponível desde o dia 18 e vai até hoje (21 de março) para os consoles de nova geração. A ação é um incentivo para aqueles que querem conhecer o game e decidir se vale a compra.

Trackmania Turbo foi desenvolvido pela Nadeo, um estúdio da Ubisoft, e tem lançamento para PlayStation 4, Xbox One e PC no dia 22 de março. Esta é a primeira entrada da franquia na nova geração de videogames. O título foi desenvolvido para atender os fãs de alta velocidade, graça ao seu estilo árcade. Seus pontos altos são os gráficos de alta qualidade e uma nova direção de arte que incorporou elementos da cultura automotiva, além de diversas referências aos jogos da década de 90.

A jogabilidade é descomplicada, de modo que ele pode atrair jogadores de várias idades. O jogo tem carros de corrida customizáveis e o objetivo é sempre a busca pela volta perfeita.  Os jogadores podem testar suas habilidades no modo campanha, com mais de 200 pistas distribuídas em quatro cenários diferenciados (Rollercoaster Lagoon, International Stadium, Canyon Grand Drift e Valley Down & Dirty). Para quem gosta de editar suas próprias pistas, há o modo “Trackbuilder” que permite montar seu circuito para treino ou desafio.

TrackMania Turbo também introduz à série o modo de jogo “Double Driver”, que expande a experiência em um formato que desafia dois jogadores cooperativos a controlar o mesmo carro, cada um com seu controle. Outra novidade é o sistema de trilha sonora, em que a música está relacionada à própria corrida e varia de acordo com a intensidade do jogo.

Os interessados em participar da beta aberta de TrackMania Turbo poderão fazer o download do jogo diretamente da loja virtual de sua plataforma de preferência.

Abaixo tem o trailer de Trackmania Turbo: