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The Witcher 3: Wild Hunt será distribuído no Brasil pela NC Games

The Witcher 3: Wild Hunt é provavelmente um dos jogos mais esperados para 2015 e a expectativa também é grande em terras brasilis. Tanto é que a CD Projekt RED, produtora da franquia, anunciou há algum tempo que o game terá localização em português. Ciente dessa demanda, a distribuidora NC Games tratou de firmar um acordo para distribuir o game exclusivamente no Brasil.

A empresa fica responsável pela distribuição e promoção do jogo no país.  Vale lembrar que o título chega para as platformas PC, PS4 e Xbox One em fevereiro de 2015 com o preço sugerido de R$ 199,90 para consoles e R$ 99,90 para PC. A distribuidora já adiantou que pretende um lançamento especial para marcar a chegada do game inspirado na obra do escritor polonês Andrzej Sapkowski.

“Estamos muito felizes com a parceria e preparados para este que deverá ser um dos maiores lançamentos do próximo ano”, afirma Claudio Macedo, fundador e presidente da NC Games & Entertainment.  Vamos esperar mais informações e novidades desse que parece ser um dos melhores RPGs já criados!

Confira o vídeo de game The Witcher 3: Wild Hunt

Top 10: jogos para ficar de olho no Xbox One

Hoje temos o artigo que mostra 10 motivos para ficar de olho no Xbox One. Alguns games são multiplataformas, outros tantos já estão no mercado. O objetivo real é mostrar porque a nova plataforma da Microsoft pode ser um sistema de jogos interessantíssimo, se você estive atrás da experiência de nova geração e gráficos ultra realistas. Confira:

 Forza 5

Cotado como o mais belo game da lineup do Xbox One, Forza 5 venceu com maestria um desafio muito difícil: mostrar um salto de gerações que fosse perceptível o suficiente para alguém investir na nova plataforma. Forza 5 é cheio de detalhes e efeitos de luz embasbacantes. O game não só é o mais bonito do Xbox One até o momento, como também é o mais bonito entre os dois consoles de nova geração, mostrando que o console da Microsoft tem muito potencial pela frente. Como se não bastasse, Forza 5 não é apenas um rostinho bonito, mas sim o melhor jogo da plataforma graças a sua jogabilidade afiada feito gilete. Se você pretende comprar o One neste fim de ano, vai precisar de uma cópia de Forza 5.

Forza 5 Gameplay

Killer Instinct

Sim, todo mundo torceu o nariz quando ficou sabendo que o game seria free to play e os personagens deveriam ser comprados separadamente. Sim, foi um grande e violente chute no saco aplicado pela Microsoft. Outra mancada da Microsoft foi não ter disponibilizado todos os lutadores no lançamento e nem ter lançado uma versão física, mas tudo. Choramingo à parte, Killer Instinct está absurdamente divertido e viciante. Acreditamos que o game será a grande sensação em eventos de games e torneios de jogos de luta. As vendas não devem ser grandes a princípio, pelo menos até que a Microsoft lance a versão definitiva em caixinha. Sim, estamos torcendo por isso.

Killer Instinct Gameplay

Fable Legends

Fable sempre foi uma das franquias mais fortes da Microsoft, apesar de nos últimos anos a série da Lionhead estar em baixa. A saída de Peter Molyneux e a decepção que foram Fable The Journey e Fable Heroes servirão para mostrar que nem mesmo as mais respeitadas franquias estão livres de um deslize. Mas até então, nada a temer: para recuperar a glória de outrora, a Microsoft tratou de colocar o time da Lionhead para revigorar a terra de Albion.

O primeiro passo vem com o remake do Fable original para Xbox 360 (hell yeah) e o segundo passo virá com o promissor Fable Legends. De cara o título muda alguns paradigmas da série: agora ele é um multiplayer online para até cinco jogadores (quatro heróis e um vilão). A ideia é que os heróis cooperem entre si para vencer o vilão, que estará controlando ações através da função smartglass. A dúvida latente é como o game funcionará no modo off-line (terá uma campanha?). De qualquer modo, Fable é ainda hoje uma das melhores sagas de RPGs, então a expectativa é alta com Legends. Mal podemos esperar para ver o gameplay do game em um estágio de desenvolvimento mais avançado.

Fable Legends Trailer

Halo 5

Quando a Microsoft anunciou que Halo 4 era o início de uma nova trilogia todo mundo já imaginava que os dois capítulos subsequentes seriam lançados no substituto do Xbox 360. Uma ação bem acertada, diga-se de passagem. A melhor parte é que Halo 4 fugiu das suspeitas dos fãs e mostrou-se um grande jogo, para felicidade da 343 Studios. Halo 4 conta com um dos melhores gráficos do 360 e uma das melhores mecânicas de jogo da franquia, mostrando que a produtora conseguiu assimilar o que é Halo para os milhares de fãs da saga de Master Chief.

Com Halo 5 é difícil especular o que vem pela frente após o teaser do Chief andando no deserto. O que dá para esperar é que o game tire o máximo possível do Xbox One e do tão falado poder de processamento pela Nuvem. Não estranho o fato de Halo 4 não ter saído para o One ou que o Halo 5 não tenha ficado pronto para o lançamento da plataforma: os desenvolvedores vão lançar o jogo quando ele estiver 100% pronto, afinal Halo é a menina dos olhos da Microsoft e um dos principais motivos para alguém querer um Xbox One.

Halo 5 Trailer

Quantum Break 

Quantum Break apareceu pela primeira vez durante a E3 e desde então deu uma bela sumida. O trailer deixava mais perguntas que respostas e para piorar a situação, muita gente ficou desconfiada dos planos da Remedy em mesclar o jogo com um seriado. Parece o tipo de coisa fadada a dar errado, certo? Errado! A Remedy já mostrou que sabe das coisas com o cultuado Alan Wake, agora o desafio é outro: criar um game extremamente envolvente, com gráficos realistas e que misture ficção e super poderes de uma forma ainda não feita por ninguém. O que mais empolga é como a Remedy vai mesclar a narrativa de games com séries de TV.

Pode até ser que Quantum Break não seja o espetáculo que estamos esperando, mas até que ele chegue ao mercado é bom ficar de olho, pois a impressão é que vem aí um dos projetos mais ambiciosos da indústria em anos.

Quantum Break Gameplay

Ryse: Son of Rome

Sim, Ryse foi um título de lançamento decepcionante em alguns aspectos: o passo que os gráficos são soberbos e a violência é sempre presente, a comunidade sentiu que falta algo no jogo. Esse algo pode ser inovação ou falta de personalidade, mas isso não quer dizer que o game não possa divertir. Se jogado sem compromisso, dá para ficar horas a fio digladiando-se contra os adversários no modo online. A pena é que o modo campanha não é tão expressivo quanto deveria ser. As causas para esse lapso de elementos foi que o game começou como um exclusivo do Kinect do X360, depois migrou para o Xbox One e muita gente achava que ele seria uma espécie de God of War em Roma e sem os monstros, mas o que veio foi algo mais simples.

Agora, porque você deveria ficar de olho neste game se ele não é nada de extraordinário? A resposta é simples: ele mostra o salto gráfico de geração para geração. Não é preciso ser expert para saber que os consoles atuais não conseguiriam rodar Ryse em seu esplendor, além disso, imaginamos que
o game é o início de uma nova franquia para a Microsoft. O tempo dirá se erramos, todavia se estivermos certos, a continuação será muito melhor que Son of Rome.

Ryse Son of Rome Gameplay

The Witcher 3

The Witcher 3 será um multiplataforma, o que significa que os jogadores do PS4 também podem se animar. O que ele tem e o que ele não tem? Primeiramente é mais fácil falar o que ele tem de bom: tudo. Enfim o pessoal da CD Projekt se rendeu à moda de jogos com mundos abertos, o que é um acerto sem igual para um RPG tão complexo quanto The Witcher. Além disso, os gráficos do game são qualquer coisa extraordinária. É quase certo afirmar que a franquia vai desbancar Skyrim do trono de RPG ocidental mais popular entre os jogadores. A trama está muito interessante e a mecânica de combate é divertidíssima. O único problema até então é saber quanto tempo esperar para colocar as mãos nessa pérola. Agora respondendo, o que Wild Hunt não tem: Hummm. Vamos pensar em alguma coisa…

The Witcher 3 Gameplay e Trailer

Titanfall 

Titanfall merece destaque por uma única razão: seus criadores. No mundo dos games existe uma máxima que diz que o mercado está saturado de FPS. E isso não é um fenômeno da atualidade, mas de alguns anos, desde o sucesso de Medal of Honor. O que faz parecer que nunca jogamos tanto FPS como hoje é a super poularidade de Call of Duty, que ano após ano bate recordes de vendas e leva milhões de jogadores para combates online. O que Titanfall tem com isso, além do fato de ser mais um FPS?

Bem, ele é o primeiro game da Respawn Entertainment, um estúdio criado pelos criadores de Modern Warfare. E o nome do jogo é uma alusão a franquia da Activision também, dizem as más línguas: tudo seria um plano da EA-Microsoft-Respawn para derrubar o atual Titã da indústria dos FPS. Na mitologia, os titãs eram vencidos por deuses mais jovens. Call of Duty é um titã e Titanfall é mais jovem. De qualquer modo, a mecânica à lá parkour e mechas parece uma solução ousada para sair do mesmismo. Fique de olho em Titanfall, pois se tudo for como os produtores esperam em breve todo mundo vai estar na Live batalhando por robôs gigantes.

Titanfall Gameplay

Kinect Sports Rivals

Kinect Sports Rivals não é bem o game hardcore que você esperava nesta lista, certo? Mas ei, pense bem, um dos grandes atrativos do Xbox One é o melhorado Kinect 2.0, certo? Para ver se a geringonça funciona direitinho você precisa de um game desenvolvido especialmente para ele, e que melhor game da lineup do que Kinect Sports Rivals? Claro, em breve sairão jogos de dança para o sistema, mas até lá, a forma de testar a precisão do acessório é com Rivals, que, aliás, não é um jogo ruim. Fique de olho nele, enquanto Kinect fica de olho em você.

Kinect Sports Rivals Gameplay

Kingdom Hearts 3

Outro multiplataforma. Desta vez temos Kingdom Hearts, uma franquia que nunca esteve em outra plataforma de mesa que não fosse da Sony, e lá se vão pelo menos seis anos desde Kingdom Hearts 2, o que significa que tem muita gente ansiosa demais para colocar as mãos nessa aventura. Isto é até surpreendente, visto que o game passou tempo demais fora dos noticiários gamísticos. Provavelmente isso tem a ver com o carisma das personagens e do alcance quase ilimitado que a Disney tem com seus mundos e franquias fantasiosas.

Imaginem se Tetsuya Nomura possa utilizar qualquer série que quiser. Certamente que Kingdom Hearts 3 não é a atual prioridade da Square-Enix para as novas plataformas, antes dele vem o Final Fantasy XV. Mas não custa imaginar que quando o game surgir em uns dois ou três anos, ele possa se tornar um dos melhores games de RPG que já vimos. Ficaremos bem atentos com este.

Kingdom Hearts 3 Trailer

Conte para nós? O que achou da lista de jogos para Xbox One?

BGS 2013: CD Projekt apresentou The Witcher 3: Wild Hunt o mais ambicioso RPG da história

The Witcher 3: Wild Hunt

Forza 5, Ryse: Son of Rome, Killzone Shadow Fall, Knack, Watch Dogs… Esqueça tudo isso! Se você realmente espera uma experiência de nova geração fique de olho em The Witcher 3: Wild Hunt. O novo game da CD Projekt RED nos coloca novamente na pele de Geralt de Rivia, desta vez desempenhando mais francamente seu papel de caçador de monstros. De acordo com a produtora, o game terá mais de 100 horas de jogo, sendo que cada ação tomada pelo jogador impactam na história e no mundo do jogo.

Durante a BGS 2013 o time de criação liderado pelo Marek Ziemak, produtor de gameplay, mostrou uma versão pré-alfa do título. Foram quase 40 minutos de gameplay rodando em um PC a portas fechadas para poucos jornalistas. Neste período pudemos conferir um pouco de como será o combate e a interação de Geralt com outras pessoas nos vilarejos. Além disso, vimos como as decisões de Geralt podem influenciar na trama e a beleza estonteante dos cenários. A demonstração não pôde ser gravada, porém a CD Projekt RED liberou dois vídeos do game, que você confere no final do post.

The Witcher 3: Wild HuntA princípio, o que mais chama atenção é o visual (dos cenários principalmente), tudo estava muito bem construído e cheio de vida. O game conta com uma excelente ambientação e as criaturas mostradas na demo eram magníficas com um designer bem diferenciado em relação com que se vê por ai. Os personagens humanos possuem um bom acabamento, apesar de que a versão apresentada não tinha aquele “frescor de nova geração”. Nada com que devemos nos preocupar, afinal o game está muito bonito e a versão apresentada não está nem perto de ser a versão final.

Na parte de combate o jogo mostrou seu potencial, Geralt está mais ágil e munido de muitas habilidades, deixando as batalhas mais diversificadas. Os inimigos também estão mais estratégicos e se adaptam de acordo com o seu jeito de lutar. O grande ponto alto da demonstração foi quando Geralt enfrentava uma criatura arbórea: na sequência notamos que não basta sair batendo a esmo, mas sim atacar somente no momento certo. Sim, o combate é mais dinâmico, então se prepare para apanhar, afinal a franquia não é conhecida exatamente por facilitar a vida dos jogadores.

Um ponto negativo são as cenas de diálogo que carecem de um pouco mais de cinematografia. Não que seja algo realmente necessário para que possamos apreciar o game, mas games como Metal Gear Solid e os títulos da Quantic Dream (que sabiamente são de gêneros diferentes) exploram sem dó ângulos de câmera e diálogos mais introspectivos. Além disso, é triste ver que todo o ambiente e animações fluem de forma esplêndida, mas as cenas de diálogos sejam paradas com poucas expressões e gestos. Como dissemos, não é algo que irá comprometer a qualidade do jogo, mas certamente que se houvesse um pouco mais de entusiasmo nos diálogos o jogo ficaria um pouco mais brilhante.

The Witcher 3: Wild HuntO mundo aberto e o enredo não linear são outro ponto forte do game. Não espere um GTA baseado na mitologia eslava, mas sim uma experiência menos truncada que Assassins of Kings e mais prazerosa. Vale mencionar também que o mundo é realmente muito grande: cerca de 35 vezes maior que o The Witcher 2. Os locais que você encontrará passam de pântanos, montanhas, vales, florestas, etc. Prepare-se para passar horas contemplando as paisagens, sem de dia ou de noite. De acordo com o time de criação, um passeio de uma ponta a outra no mapa leva cerca de 40 minutos se você estiver cavalgando. Sim, cavalgando!

Outro elemento que vai dar o que falar no game é o “Sentido Bruxo”, que serve para identificar monstros e até descobrir pontos fracos. Funciona mais ou menos como o modo detetive do Batman, só que um pouco mais soturno. A inclusão deste elemento mostra que a CD Project não teve medo de mexer em time campeão e nem de copiar fórmulas bem sucedidas.

O game promete 36 finais diferentes, gráficos afiados feito navalha e uma jogabilidade perfeita. O que mais precisamos de um RPG medieval? Com tudo isso, a empresa promete que The Witcher 3 será sua obra prima, encerrando da melhor forma possível a trilogia de Geralt. Se você pretende adquirir um novo videogame, não tenha medo de colocar as mãos em The Witcher 3, pois este será provavelmente o maior e mais completo RPG durante um bom tempo.

Ah, como não poderia deixar de ser, fizemos uma breve pergunta para o Marek Ziemak, produtor de gameplay sobre a possibilidade do game receber um tratamento todo especial para o lançamento no Brasil. Marek foi evasivo, mas deixou uma esperança: “Não acredito que receberá tratamento de dublagem, mas legendas em português é uma possibilidade. Vai depender da recepção dos fãs”, disse o produtor.

The Witcher 3: Wild Hunt chega em 2014 para PC, Xbox One e Playstation 4.

Confira abaixo o vídeo de The Witcher 3: Wild Hunt

(vídeo upado pelo blog Girls of War)

Colaboração: Victor Cândido