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Faeria, o jogo de cartas estratégico, tem atualização com várias novidades

Faeria não é bem uma novidade: o game está em constante desenvolvimento desde 2010, mas é agora que a atualização mais espantosa vê a luz do dia, de modo que os desenvolvedores da dev Belga Abrakam praticamente consideram a atual atualização como o lançamento definitivo do game. A intenção é oferecer um game mais equilibrado e uma alternativa para quem já se cansou de Hearthstone.

Para quem não conhece, Faeria apareceu aos olhos do público em 2013 graças a uma campanha bem sucedida no Kickstarter. O game pode ser descrito como um misto entre Magic e Hearthstone, porém com o plus de suas cartas ocuparem espaços em um tabuleiro (à lá Duelists of the Roses, do Playstation 2). Assim, o game não se conforma em ser apenas um card game, mas também um boardgame bastante estratégico. Suas cartas possuem atributos de ataque e habilidades mágicas, tal como em outros TCGs, a diferença é que elas são utilizadas mais para reafirmar o poderio em campo do que reforçar as próprias capacidades do deck. Isto graças ao living board (leia mais abaixo).

ahkahA mecânica de game é simples tanto na construção de decks, quanto nos combates. Jogadores mais antigos de Magic irão se sentir em casa e não enfrentarão grandes dificuldades para dominar as estratégias e submeter os adversários. Vale mencionar que a mecânica living board (os jogadores formam o tabuleiro através das cartas que recebem) torna o ato de formar o tabuleiro dinâmico e bastante decisivo nas batalhas.

Isto não significa necessariamente que o mais sortudo seja o vencedor, pois o jogador consegue montar estratégias com as cartas puxadas a fim de montar o tabuleiro da melhor maneira possível, mesmo que o adversário ocupe uma posição que você desejava. Isto significa que jamais haverá dois combates iguais. Mais do que isso: os combates tendem a ser rápidos (cerca de 11 minutos) e sempre competitivos, pois você pode ir em direção ao adversário ou tentar obter recursos para invocar monstros mais poderosos e devastadores.

unnamedUma ótima adição na atualização é o modo single player, que é ideal para quem está começando a jogar Faeria e dominar estratégias mais complexas. De acordo com a Abrakan, há mais de 20 horas de jogo disponível. O modo singleplayer, aliás, era um dos pedidos mais contundentes da comunidade desde que o título chegou ao mercado. Outro elemento que merece destaque no novo Faeria é o inédito Monthly Cup, a primeira parte do sistema de eventos competitivos que os desenvolvedores pretendem. A ideia é colocar o game no circuito de eSports ao redor do mundo.

É interessante que Faeria permita que se coloque cartas de diferentes elementos num mesmo deck, tal como em Magic, deste modo o jogador fica livre para montar um baralho capaz de ter vantagem sobre qualquer tipo de terreno ao invés de simplesmente tentar montar um deck adaptado a um único campo de batalha. Ao fim, o game é mais sobre quem tem a melhor estratégia, deixando em segundo plano a sorte ou monstros mais fortes.

Faeria está atualmente em acesso antecipado pela Steam e operando como Open Beta para Ipads na Russia, Alemanha e França. O título continuará a expandir para rodar em outros dispositivos no próximo ano. Os planos futuros como plataformas móveis seguidas da geração de consoles serão anunciados em 2017. Para mais informações, por favor, visite o site do game.

Confira abaixo o divertido gameplay que o Fatality fez de Faeria:

Miner Ultra Adventures – desenvolvedor teria xingado jogador que fez críticas negativas

Desenvolver um game do zero não é tarefa fácil, principalmente se você desenvolveu tudo sozinho. Receber críticas faz parte do trabalho e acontece muito, mas não é e jamais foi agradável. O caso do game indie brasileiro Miner Ultra Adventures chamou as atenções da internet na última semana e o motivo foi que supostamente o desenvolvedor teria perdido as estribeiras e xingado duramente um jogador que deu nota baixa para seu game na Steam.

ss_61d2256f9da3f6848e57bcec32f0d60f0281cf43-600x338Miner Ultra Adventures é um game de plataforma 3D inspirado em clássicos da geração 32-64 bits como Super Mario 64, Gex, Crash Bandicoot, Conker’s Bad Fur Day. Um dos pontos chaves do game é que ele não possui conteúdo adulto ou violência, além de um mundo vasto e colorido para ser explorado. Por mais que o desenvolvedor se esforce, sempre fica algum ponto negativo e foram esses deslizes que o usuário Filthy Prank apontou ao fazer sua crítica.

ss_af290f82309243229bcb7f52955697fae1d9bb85-600x338Surpreendentemente, o perfil do criador do game (Dennys Ferreira, da Manic Mind Game Lab) passou a insultar o jogador, utilizando até mesmo palavras de baixo calão (imagens abaixo). A situação saiu do controle quando outros jogadores ficaram sabendo do acontecido e começaram a dar mais notas negativas, como forma de “dar uma lição” no suposto desenvolvedor esquentadinho. O resultado foi que a nota do game baixou muito, beirando a nota 4. Nesse ínterim, algumas notas positivas começaram a surgir, sugerindo que o desenvolvedor teria distribuído Keys para melhorar sua nota.

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A versão do desenvolvedor de Miner Ultra Adventures

Após muitas discussões e teorias do que teria acontecido, o site Drops de Jogos entrou em contato com o desenvolvedor de Miner Ultra Adventures a fim de ouvir os motivos que o levaram a tal destempero. De acordo com Dennys, tudo não passou de uma vingança de uma ex-namorada que teria entrado em sua conta da loja virtual e iniciado o atrito com os usuários apenas para lhe criar problemas.

“Vários haters estão me julgando, ao invés de dar força para os devs”, explicou Dennys Ferreira, em entrevista ao Drops de Jogos. “Manter relacionamento com a pessoa errada dá nisso”, enfatizou, em referência à atitude da ex-companheira. “Eu nunca ia entrar em treta com comprador de jogo. Se o cara não gostou e fez um review negativo, tudo bem, eu só quero fazer jogo”, declarou.

ss_abff536a23e84353f6587c5f8523c5573727af6e-600x338A situação teria chego a tal ponto que as pessoas compram o game, fazem o review negativo e em seguida pedem o reembolso, fato que apenas prejudica a reputação do estúdio desenvolvedor. Dennys teria até pensado em tirar o game do ar para acabar com este ciclo. Sobre as notas positivas que surgiram, o desenvolvedor admite ter enviado Keys para a Rússia a fim de melhorar a avaliação geral. Mas é claro que o estrago já estava feito: a fama do game se deu não por suas qualidades ou defeitos. Miner Ultra Adventures é conhecido como “aquele game feito pelo desenvolvedor que xinga seus jogadores”.

ss_49aec8aa60bb27135af162f49e484edcb5f1979fEsta não é a primeira vez que a Steam é palco de uma polêmica: meses atrás a produtora Digital Homicide processou youtubers e jogadores que deram notas negativas aos seus jogos. Resultado? A empresa foi expulsa da Steam. Sobre o caso de Miner Ultra Adventures, infelizmente não conseguimos contato com a suposta ex-namorada vingativa. O que podemos tirar dessa história toda é que, se você é desenvolvedor de games deve estar preparado para críticas, pois elas virão.

Abaixo tem um vídeo de Miner Ultra Adventures:

 

Ballistic Overkill – FPS competitivo brasileiro consegue sucesso após muitas mudanças ao longo de sete anos

Hoje o tema é um game nacional bastante conhecido pela comunidade gamer e que é sinônimo de sucesso e dedicação de seus desenvolvedores. Trata-se de Ballistic Overkill, um shooter da Aquiris com bastante intensidade e funcionalidades. O game está completando sete anos (nasceu como Ballistic) e ao longo destes anos todos jamais deixou de receber suporte dos desenvolvedores e da comunidade mostrando que a dedicação pode transformar um simples FPS online em um título premium para quem procura um shooter premium para PCs.

ss_5772178d78ffe1ced3a1846b44f5cb34d78d06af-600x338Ballistic Overkill é um jogo de ritmo bastante acelerado e muita ação, o gameplay tem influencias de clássicos como Quake III Arena, Unreal Tournament, e outros jogos mais recentes como CoD4 Modern Warfare ou Battlefield 3. Desde que foi lançado, Ballistic Overkil recebeu muitas funcionalidades e novidades que apenas serviram para engrandecer o projeto, como novos mapas, armas, modos de jogo, servidores dedicados, interface, músicas, sistema de conquistas, comandos de voz e melhorias nas opções de sensibilidade do jogo.

Se você jogava a antiga versão Ballistic em 2012, certamente viu que as mudanças foram tão progressivas e grandes que o game de hoje nem pode ser comparado com o do inicio. A recepção do Ballistic Overkill por parte da comunidade de FPS tem sido muito boa, conquistando a atenção de gamers hardcores do FPS e casuais, mas também de pessoas que nunca jogaram um FPS PvP e adoraram o fato de ser um jogo fácil de se começar a jogar.

ss_d6381e805de37345fd105529b36efb7708a463c7-600x338De acordo com a Aquiris Studio, Ballistic Overkill vendeu mais de 45 mil cópias desde a abertura do Acesso Antecipado em 2015, e a adesão tem aumentado a cada nova atualização. Outra forma de aumentar a quantidade de jogadores para Ballistic Overkill foi apoiar Youtubers e divulgação através de imprensa. Um dos destaques de Overkill é seu ritmo acelerado e a necessidade de se trabalhar em equipe, ao melhor estilo Team Fortress 2. O game contém sete classes de personagens com habilidades únicas e mais de 30 armas.

Apesar de ter começado com F2P, a Aquiris decidiu tornar o modelo de negócio em Premium, o que certamente não foi uma tarefa fácil, mas os desenvolvedores conseguiram reverter a situação. Para isso, eles mostraram que o game estava ficando melhor a cada nova atualização e deixando o diálogo aberto com a comunidade.

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“O maior desafio definitivamente foi gerir as expectativas dos jogadores durante esse processo de transição. Veja só, ir de premium a F2P é até comum, no entanto, o oposto não é. Jogadores não estão acostumados com isso. Não só isso, mas tivemos o problema com o próprio port. Alguns jogadores não entendiam o fato de que grande parte do jogo precisava ser refeita praticamente do zero. Para eles era tão simples quanto colocar o jogo do jeito que era no Facebook, mas no Steam. No final, apenas os jogadores hardcore de Ballistic permaneceram. Só agora estamos presenciando um surto de novos jogadores”, disse Arthur Bobany, game designer da Aquiris.

Mais funcionalidades de Ballistic Overkill

ss_aa1d019c0eb41598345c397c6674ff9cbaf8c77f-600x338Você consegue pontos de XP no final de cada partida, eventualmente evoluindo o nível do seu personagem e desbloqueando mais armas e habilidades. O jogo está em Acesso Antecipado desde outubro de 2015 e recebendo atualizações constantes. Os Modos de Jogo disponíveis no momento são: Disputa de Times, Free For All (cada um por si), Captura de Pontos e Rei do Pedaço.

De acordo com a desenvolvedora, Ballistic Overkill tem mais de mais de 35 servidores espalhados pelo mundo todo, de modo que os jogadores têm a liberdade de navegar pelo lobby e encontrar o servidor com a qualidade de conexão mais adequada. Jogadores também podem criar seus próprios servidores e convidar amigos para jogar juntos. O game está disponível na Steam.

Abaixo tem o trailer de Ballistic Overkill:

 

Conheça o jogo indie Zap Zone! Tem bastante tiroteio e estratégia!

O game do dia é um shooter inspirado por Pac-Man e ambientado em uma nave espacial. O time do estúdio indie Mighty Mob Games lançou há pouco o Zap Zone, um jogo que te coloca numa corrida alucinante para tentar livrar sua base espacial dos inconvenientes e perigosos Zugs, monstrinhos alienígenas coloridos que ameaçam infestar o lugar. O game é em perspectiva isométrica e é recheada de ação e tiroteios intensos.

O protagonista de Zap Zone é o vigilante espacial Zoey, que se vê em meio a uma rebelião de Zugs, monstrinhos alienígenas coloridos que estão pondo a base espacial de pernas para o ar enquanto tentam escapar. Apenas você pode restaurar a ordem e trancá-los de uma vez por todas em suas celas. Mas tenha cuidado! Apesar da aparência, os Zugs não são tão inofensivos e eles estão em maior número.

ss_3588f628a79166387631f7983d692cb10cbf4c31-600x338Você vai explorar os cenários da base espacial exatamente como em outros dungeon crawls, ou seja, você deve coletar itens e munições para vencer os inimigos. O perigo espreita em cada esquina e é importante descobrir como usar o ambiente a seu favor. Tecnologias como a dos Warp Gates serão de grande ajuda na hora da fuga, permitindo que você se teleporte de um lado para o outro instantaneamente.

unnamed-3Ao todo existem três zonas diferentes e centenas de inimigos para vencer. Há ainda chefões de fases que dão bastante trabalho. Felizmente o jogador pode contar com três tipos de munições e outros armamentos como minas terrestres, barris explosivos e outras armadilhas. Zap Zone conta com um sistema de conquistas na Steam, com cerca de 25 conquistas desbloqueáveis.

Outro destaque são os visuais incríveis, que abusam das cores e a arte visual colorida. Os personagens são carismáticos e bastante divertidos. Mas não se engane, apesar dos visuais, a guerra é bem intensa. O título está disponível na Steam e por enquanto é exclusivo para PCs. Se você gosta de shooters com elementos estratégicos, vale a pena conferir Zap Zone.

Confira o intenso trailer de Zap Zone:

Como as novas mudanças da Steam devem afetar os desenvolvedores indies

Como vocês sabem, a Valve anunciou algumas mudanças importantes na Steam, a maior loja de games digitais do mundo. De acordo com a Publisher, o sistema Steam Greenlight será encerrado em prol de um modelo de negócios mais simples chamado Steam Direct. A medida foi recebida com preocupação por grande parte dos desenvolvedores e até por jogadores. Basicamente a Valve vai cobrar uma taxa para cada game publicado na Steam, ao passo que a votação no Greenlight deixa de existir. O comunicado foi feito na última sexta-feira (10), no blog da Steam.

Enyo, um dos destaques da semana no Greenlight
Enyo, um dos destaques da semana no Greenlight

Veículos americanos informam que a taxa pode variar entre US$ 100 e US$ 5000. Anteriormente os desenvolvedores pagavam US$ 100 anuais e podiam publicar quantos games quisesse. Em outras palavras, vai ficar mais caro para quem é indie publicar um game. A intenção é evitar o acúmulo de jogos ruins na plataforma, visto que um desenvolvedor apenas vai se arriscar publicar um game na plataforma se tiver certeza de que o valor de taxa será recuperado.

O problema é que muitos desenvolvedores indies em início de carreira simplesmente não poderão dispor de recursos para cada game publicado na Steam. Por um lado a Steam vai ficar livre de muitos games dispensáveis; Por outro lado, muitos desenvolvedores (inclusive brasileiros) perderão a chance de ter seus produtos numa das maiores vitrines do mundo. Muitos títulos, aliás, ganharam aclamação de público e crítica após a publicação na Steam.

Don't Starve Together, um dos games mais vendidos da Steam em 2016
Don’t Starve Together, um dos games mais vendidos da Steam em 2016

O Greenlight permitia que os usuários mais dedicados conhecessem milhares de títulos, vissem vídeos prévios e votassem naqueles que compraria se fossem lançados na plataforma. O novo sistema tem uma postura de curadoria, pois há uma série de burocracias e pagamentos que devem ser cumpridos para que o jogo tenha chance de figurar na loja virtual.

“Novos desenvolvedores terão que preencher uma papelada digital, passar por uma verificação pessoal e da sua companhia e apresentar uma documentação parecida com a utilizada no processo de abrir uma conta no banco”, explica a postagem. Há quem acredite que os lucros da Valve não serão afetados com a mudança de posicionamento. Há quem até imagine que essas taxas extras irão aumentar os lucros da companhia, visto que muitos da títulos que farão parte da nova Steam devem ser mais vendidos que a maioria que atulha a plataforma.

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O Steam Greenlight foi lançado na plataforma em 2012 e mais de 4 mil títulos já passaram pela avaliação da comunidade. Estimativas sugerem que cerca de 38% dos games disponíveis na Steam foram publicados apenas em 2016, ou seja, uma alta considerável na publicação de jogos. Não é de se duvidar que a maior parte deles esteja repleto de bugs, sejam ruins ou até mesmo injogáveis. A intenção é tornar os jogos publicados mais selecionados, mais ou menos como as baladas e casas de show costumam fazer quando vendem ingressos mais caros. A estratégia é afastar clones em prol de games mais desenvolvidos e com um orçamento mais alto.

Os pontos negativos da nova Steam Direct

indie-game-characters-790x428Infelizmente, alguns games realmente promissores não chegam nem perto dos US$ 5 mil que a Steam pode cobrar pela taxa de publicação. Pelo lado do público, isto é uma boa notícia, visto que achar um game realmente bom é uma tarefa árdua. Além disso, os games a serem publicados a partir daí devem ter retorno quase imediato, uma vez que a oferta de jogos será mais restrita. Entretanto vale ressaltar que muitas dessas possibilidades não passam de conjecturas, visto que a Valve não divulgou todos os detalhes da Steam Direct.

É bom ver que a Valve está se mexendo para manter a qualidade dos títulos da plataforma, porém as medidas são bem extremas. Para os desenvolvedores indies as mudanças são péssimas se o orçamento for apertado. Felizmente existem outras vitrines de jogos digitais que devem receber mais atenção dos desenvolvedores, ou seja, se você não conseguir publicar seu game na Steam, não precisa entrar em pânico! Para a comunidade, resta aguardar o que a nova Steam aguarda.

Conheça Duo, o puzzle indie minimalista mais desafiador da semana

Para quem gosta de puzzles, a dica do dia é Duo, um jogo minimalista onde o jogador deve fazer com que dois personagens se encontrem usando o cenário a seu favor e prevenindo que eles caiam no caminho. O game é bastante divertido e possui uma mecânica simples, ideal para jogadores mais jovens, porém com dificuldade crescente ao passo em que os cenários são vencidos.

O game foi criado pelo desenvolvedor independente Bruno Suco e já está na Steam para download pelo preço de R$ 2,99. Além de quebra-cabeças envolventes, Duo possui músias do compositor Kevin MacLeod, criador do projeto Incompetech, que permite que qualquer um possa usar suas músicas livremente.

Duo possui 30 fases, todas feitas à mão. Parece pouco, mas Bruno garante que o nível de dificuldade vai fazer você gastar mais tempo aqui do que em outros games AAA que custam 25 vezes o preço de Duo. Os visuais também são minimalistas, lembrando um jogo de tabuleiro. Basicamente os personagens são um casal tentando passar pelos obstáculos para se encontrar. Para quem gosta de desafio, Duo promete ser um prato cheio.

Confira o trailer de Duo:

Trajes Fatais é o game de luta 2D do estúdio Onanim

Durante uma festa a fantasia, uma misteriosa divindade concede poderes aos convidados, de acordo com os trajes que estão usando. Agora, eles precisam participar de um perigoso torneio para escapar. Essa é a premissa de Trajes Fatais, um jogo de luta para PC em pixel art desenvolvido pelo estúdio indie Onanim, com mecânica acessível e animações de alta qualidade remetendo aos grandes clássicos 2D.

Uma misteriosa entidade denominada Makiabel congela o tempo, cedendo a alguns participantes da festa o poder das fantasias que estão usando. Guiados por uma versão alternativa de si mesmos, os B-sides, os escolhidos são obrigados a lutar entre si, competindo pela própria liberdade e pelo Poder destinado ao vencedor. Apenas um deles pode vencer o torneio dos Trajes Fatais.

O game esteve em campanha no Kickstarter, porém não atingiu a meta necessária. Mesmo assim, o estúdio Onanim não desistiu da ideia de lançar o game e promete novidades  em breve. O título segue a linha dos jogos de luta 2D da geração 16-32 bits, ou seja, a qualidade promete ser das mais altas. Há um beta disponível para PCs, já com o modo versus e quatro personagens jogáveis: Lucy Fernandez, Lourenço Sombra, Cristiano Martins e Lucy BSide.

onanimA Mecânica de Trajes Fatais é bem simples: com um botão de ataque você pode realizar várias ações. Cada uma das direções somadas ao ataque ocasiona uma reação apropriada. Cabe ao jogador saber os melhores movimentos para cada situação de jogo. A expectativa é que a versão final traga mais botões de ação e funcionalidades. Além dos torneios, os jogadores podem mergulhar no modo história, desvendando as intrigas políticas e os segredos da cidadezinha de Apolínea do Sul e das motivações do misterioso Makiabel.

Outro ponto forte é o estilo visual em pixel art totalmente desenhado à mão. Não é a toa: os desenvolvedores se declararam fãs de jogos como The King of Fighters e Street Fighter. Trajes Fatais venceu o prêmio de Melhor Jogo por voto popular no SBGames 2015 e recebeu sinal verde no Steam Greenlight.

O jogo será lançado inicialmente para PC Windows  mas temos planos de portar para Linux e Mac, bem como PS4, XOne, Android e iOS. Como a meta não foi atingida, não há uma previsão concreta de lançamento, mas a expectativa é que em meados de 2017 tenhamos mais novidades.

Confira o trailer de Trajes Fatais:

Skyjaz anuncia Deliverace, um game de corrida diferente

A Skyjaz Games já gravou seu nome no coração da comunidade gamer brasileira graças ao aterrorizante Pesadelo. Como a maioria já sabe, neste ano a companhia teve dois grandes lançamentos: a sequência de Pesadelo e o RTS Dead Army: Radio Frequency. Para o próximo grande projeto, a empresa nos apresenta Deliverace, um game de corrida bastante diferente e divertido.

De acordo com os desenvolvedores, o objetivo do game entregar mais encomendas para vencer os adversários, mas há outros modos de jogo igualmente incomuns, como um em que vence quem manter-se com a carga até o final do percurso e também o modo onde quem estiver com a bomba perde. Você pode jogar no modo time ou individual

No Modo Bomba, um jogador é escolhido no começo da partida para carregar a bomba e precisa passar para o oponente o mais rápido possível. Quando o tempo acabar o time que estiver com a bomba dá ao time inimigo um ponto. Já no Modo Pegue o Pacote existe um pacote valioso na tela, quem achar primeiro e manter até o final ganha a rodada. Se um jogador encostar em você, a carga será roubada e você precisará recuperá-la. E finalmente temos o modo Delivery: Vão surgindo varias entregas pelo cenário, o time que coletar e entregar mais rápido dentro de um tempo determinado vence.

O título tem dezenas de cenários, power ups, veículos etc. Muitas funcionalidades e conquistas ainda serão implementadas, bem como um upgrade gráfico, até o lançamento final. Um ponto interessante é que cada veículo tem suas próprias características. A jogabilidade lembra um pouco Crazy Taxi, clássico do Dreamcast, porém com uma ênfase mais competitiva.

De acordo com a Skyjaz, o game terá versões para PC e PS4 e a expectativa é que ele se torne um sucesso entre os adoradores de corridas arcade. Deliverace está em campanha na Steam a fim de receber sinal verde e fazer parte desta loja tão popular.

Abaixo tem o trailer de Deliverace:

Colina Legacy é o game de terror psicológico da Samurai Games

A dica de hoje é para quem curte horror psicológico e clima de suspense. Colina Legacy é um jogo publicado pela Samurai Games e não é nenhuma novidade (ele foi apresentado ao público durante a BGS 2016 e teve a demo liberada no início de outubro). Você controla, um jovem chamado Alex que vai até a antiga casa da colina onde sua avó vivera um dia. Nesta estranha casa acontecem muitos fenômenos paranormais e acontecimentos que colocam sua vida em perigo. Cabe a Alex descobrir o que está acontecendo na casa e onde estão as outras pessoas.

O game começa assim que Alex acorda dentro do carro de seus pais sozinho e em frente a casa da colina. Sem alternativas a não ser procurar por seus pais, Alex adentra a casa ciente de que algo está muito errado. O game não é linear, de modo que há um clima de incerteza do que se vai encontrar em sua jogatina a cada corredor ou nova porta. De acordo com a Samurai Games, a ideia é manter o suspense, ou seja, os elementos de ambientação do gameplay são dinâmicos e cada partida é única.

Diferente do habitual, Colina Legacy tem jogabilidade em 3º pessoa, pois, de acordo com os desenvolvedores, havia a intenção de reviver a experiência de terror psicológico old school. Os puzzles também são bem complicados, lembrando games da era 32/64 bits como Silent Hill e Resident Evil. Mas a Samurai Games deu um jeito de colocar mecânicas mais novas para prender a atenção dos jogadores mais novos, bem à lá Alan Wake em que você enfrenta inimigos com a luz da lanterna. Os gráficos também são bem bonitos e a ambientação é bem aterrorizante e contribui com  clima de mistério e suspense.

Para quem não conhece, a Samurai Games é uma pequena produtora brasileira de jogos. A demo está disponível para download na Steam. A ideia inicial era lançar Colina Legacy no final deste ano, porém os desenvolvedores tiveram de alongar o prazo e a expectativa é lançar a versão final em meados de 2017. O game é uma boa pedida para quem curte horror psicológico e sente saudades da pegada Silent Hill clássica.

Abaixo você confere o trailer de Colina Legacy:

Legend of the Skyfish é o novo título da MGaia Studios inspirado na franquia Zelda

A MGaia Studios já é bem conhecida dos jogadores e é justamente deles que vamos falar hoje. O estúdio de Bauru, SP acaba de publicar seu novo game na Steam em busca de sinal verde da plataforma para o lançamento global para PCs. Trata-se de Legend of the Skyfish, um título de ação e aventura repleto de puzzles e inimigos desafiantes. Aqui você ajuda a improvável heroína Ganchinho Vermelho e sua mentora Moonwhale em uma missão para derrotar o vilão Skyfish.

Na breve trama você é Ganchinho Vermelho, uma garota que integra um grupo de pescadores que inadvertidamente desperta a ira de uma espécie de seres violentos que habita as profundezas do oceano. Sob a liderança do terrível Skyfish, esses seres submetem os pescadores e a única sobrevivente é Ganchinho Vermelho, que é resgatada pela baleia Moonwhale. Agora cabe a dupla descobrir uma forma de conter as forças de Skyfish e restabelecer a paz no mundo da superfície.

Legend of the Skyfish tem um estilo bem parecido com Legend of Zelda, ou seja, você vai explorar um mundo de fantasia com variadas dungeons e resolver quebra-cabeças enquanto enfrenta estranhos chefões. Ao invés de espadas, a Ganchinho Vermelho usa uma vara de pesca, uma arma que combina com a ambientação do jogo (o oceano). Durante a aventura o jogador vai aprimorar a vara de pesca, dando-lhe novas funções e usos para vencer os desafios.

Um dos elementos que mais salta aos olhos é o estilo visual de Legend of the Skyfish, que é inspirada no estilo da folk art, pintada à mão. Cada uma das 45 fases promete tirar o fôlego do jogador tal como a principal fonte de inspiração é capaz. A trilha sonora também é original e foi composta por Sean Beeson, ou seja, apesar de beber da fonte de Zelda este game tem identidade própria.

Até o momento não há uma data definida de lançamento para o título, mas a expectativa é que chegue por meados de 2017 para PCs. Por enquanto o estúdio procura o sinal verde na Steam, então toda a ajuda será bem vinda. Faltou apenas mencionar que o game é uma colaboração com o estúdio Crescent Moon, os mesmos desenvolvedores por trás de Jewel Road.

Abaixo você confere o trailer de Legend of the Skyfish: