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Já conhece o game de terror psicológico Room 404?

Hoje vamos falar de um título que não é exatamente novidade, mas que merece destaque pela comunidade, pois trata-se de um título que tenta reviver o gênero de terror psicológico que fez fama no fim dos anos 90. Room 404 é fruto de uma parceria entre os estúdios brasileiros Machine Bear e 3DTM e possui mecânica em 1º pessoa. O jogo mescla horror psicológico com uma atmosfera sobrenatural, para contar a historia de Alex, um homem que perdeu o filho num misterioso acidente dentro do quarto 404 de um antigo hotel.

A trama narra a história de Alex, um homem que perdeu seu filho de maneira trágica dentro do quarto 404 de um misterioso hotel. O menino foi assassinado e sua mãe Catherine ficou foi encontrada ao lado do corpo, totalmente catatônica. Este fato a levou a completa loucura e internação em um manicômio. Após algum tempo, Catherine foge do hospital e os indícios apontam que ela tenha voltado ao quarto 404 atrás do filho falecido. Agora Alex tem que voltar ao Hotel, em busca de sua esposa, enquanto lida com o sobrenatural.

O game tem elementos típicos de horror psicológico, lembrando algo de Silent Hill ou Outlast. Parece que o objetivo do estúdio é deixar o jogador o mais perturbado possível. Para isso, foram colocados elementos para tornar o game mais tenebroso, como cenários que mudam sozinhos e uma trilha sonora bem sombria, além de terríveis aparições dignas de pesadelos.

Room 404 foi produzido com a Unreal Engine 4 e, por isso, consegue efeitos de luz e sombra dignos de menção. A física também é bem interessante, tal como o gameplay. Por se tratar de um game com atmosfera densa, não é indicado para jogadores mais novos. Há diversos quebra-cabeças a serem resolvidos e jump scares à lá Slender: The Eight Pages. O game já está disponível (exclusivo de PCs) através da Steam.

Abaixo temos o trailer de Room 404:

conheça Holodrive, o jogo shooter 2D mais doido da BGS 2016

Conforme prometemos, vamos falar dos jogos indie que foram destaques na Brasil Game Show. O primeiro deles é brasileiro e foi recentemente aprovado na Steam, mostrando-se um sucesso latente. Trata-se de Holodrive, um shooter 2D com foco em multiplayer que coloca os jogadores no controle de simpáticos robôs para explodirem-se mutualmente causando o caos. A ideia era criar um game que fosse dinâmico e divertido.

Os personagens são bastante variados e os jogadores podem fazer uso de armas e equipamentos malucos. Um dos destaques é a possibilidade de colecionar equipamentos e roupas para personalizar os personagens. As armas garantem uma jogabilidade diversificada e cada partida acaba sendo diferente da anterior. Há jetpacks também para tornar a movimentação mais rápida e divertida.

O roteiro é simples, mas dá uma ideia do que esperar do game: Quando a Holocorp criou os Dummys com o propósito de serem o robô companheiro de todo mundo, ninguém esperava que eles se tornassem obcecados em explodir uns aos outros! Agora eles competem em renas especiais equipados com um arsenal de armas loucas e causam o caos com power-ups imprevisíveis, enquanto vestem os acessórios mais fabulosos. Nada pode dar errado!

De acordo com a desenvolvedora, Holodrive começou como um protótipo chamado Tilt feito em apenas um dia contando com influências de jogos bem sucedidos como Minecraft, Team Fortress 2, Quake e Mario Kart, por exemplo. O projeto Tilt era bem despretensioso, mas rapidamente tornou-se um hit entre a comunidade de jogadores, chegando a 950 mil jogadores em poucos meses.

O título é cortesia da Bitcake Studios, uma desenvolvedora iniciada em 2013 e a primeira brasileira a nascer com auxílio do GameFounders, um programa de aceleração dedicada a jogos eletrônicos. Assim que o estúdio conseguiu o primeiro investimento da GameFounders, foi possível participar de eventos entre desenvolvedores na Europa.

Holodrive será um jogo gratuito e abaixo você pode conferir o empolgante gameplay:

Unnamed Fiasco chega a Steam amanhã

Consegue imaginar um jogo em que você é favorecido por seus erros? Não? Pois este é o conceito por trás de Unnamed Fiasco, um jogo multiplayer local para até 4 jogadores do gênero shooter 2D, criado pelo estúdio carioca Unnamed Fiasco Team. A premissa, em poucas palavras é que a cada vez que o jogador morre, um clone de si é criado pra ajudá-lo repetindo seus movimentos e ações de vidas passadas.

Isso permite ao jogador planejar à frente e cooperar consigo mesmo para derrotar os outros jogadores. E também leva a batalhas caóticas com muitos personagens na tela! Ganha o combate quem conquistar mais pontos. O conceito é bastante inovador e imagina-se que deva fazer bastante sucesso entre quem procurava um ar de originalidade em meio a tantos shooters.

O jogo tem personagens cartunescos como uma velhinha de bigode, um bebê luchador e um touro raivoso lutando em cenários como oásis, templos Maia, laboratórios, arenas de tourada e outros. São vários modos multiplayer, incluindo Deathmatch, Capture the Flag, Treasure Hunt e Police Chase. Durante as partidas, há um evento chamado Minute Madness que ativa efeitos aleatórios durante o combate, como tela de cabeça pra baixo, balas quicantes, teleporte, chuva de granadas e muito mais.

Como se não bastasse, Unnamed Fiasco tem ainda um modo de desafios singleplayer com mais de 40 fases. Há diversos modos de jogo para divertir seus amigos, como o Deathmatch, Capture the Flag, Dog Tag, Treasure Hunt e Police Chase. Há leaderboards locais e online pra comparar os recordes com outros jogadores e amigos. A dica para se dar bem é coletar os itens que surgem na tela, como as granadas, jetpacks, escudos etc. Unnamed Fiasco chega à Steam amanhã (dia 17/08) para PC e Xbox One.

Abaixo tem o trailer de Unnamed Fiasco:

Jogo indie Battle Frontier busca apoio para receber sinal verde na Steam

Hoje falaremos sobre um jogo criado por um talentoso time de desenvolvedores indie do interior de São Paulo. Trata-se de Battle Frontier, um game de shooter baseado em turnos, onde dois times se enfrentam sobre um terreno completamente destrutível e tentam destruir um ao outro (seja por dano ou derrubando) até que apenas um lado permaneça vivo. O título segue a premissa de Gunbound, de modo que sua jogatina é voltada para o multiplayer online.

Para tentar destruir os inimigos, basta mirar com precisão, calculando ângulo e velocidade inicial para que a trajetória de seus tiros colidam apenas com seus alvos. O atacante deve levar em consideração fatores como o vento, gravidade e habilidades dos outros jogadores. Estratégia é a chave para o sucesso. Existem quatro classes de personagens: médico, defensor, atirador e escavador. Cada uma dessas classes possui habilidades específicas a fim de auxiliar o time.

Todos esses personagens possuem três slots para tiros e uma para utilizar sua habilidade especial. Você é livre para fazer a combinação que quiser. Além disso, slots de número mais alto aumentam o efeito do seu tiro, mas também custam mais. Um elemento que aumenta o nível de estratégia de jogo é alterar os atributos do personagem, de modo que é possível mudar totalmente seu estilo de jogo a fim de obter vantagem na batalha. Entretanto não há como aumentar um atributo sem diminuir outro em troca. Este Sistema de balanceamento garante que o esquema de pay-to-win não seja possível.

Outro ponto bacana em Battle Frontier é que os cenários respondem às leis da física como nenhum outro jogo do gênero. Se você quebrar o chão e uma peça for desconectada, ela cairá, assim como quaisquer jogadores que nela estivessem apoiados. Além disso, dano de queda será aplicado não apenas aos jogadores caindo, mas também aos atingidos pelos fragmentos. A intenção é recompensar os melhores atiradores.

Como se não bastasse, cada um dos mapas interage com os jogadores e/ou ambiente de formas únicas. Seja um relógio que parou de funcionar por ter suas engrenagens quebradas, ou uma proteção contra o vento que agora tornará o jogo muito mais difícil para os seus oponentes, usar o mapa é não apenas divertido como também altamente estratégico!

O game está em campanha para receber o sinal verde na Steam e conta com a colaboração dos jogadores brasileiros para sair do papel. No site especial de Battle Frontier tem todas as informações sobre o gameplay e demais elementso desse título viciante.

Abaixo tem o trailer de Battle Frontier:

Side Quest está com desconto na Steam

Já falamos aqui sobre o divertido Side Quest, da desenvolvedora indie Miris Mind, porém vale mais uma menção a este beat ‘em up, pois ele está com um desconto de 25% na Steam. Os interessados pagarão R$ 14,99 para colocar as mãos neste título repleto de ação. O título foi lançado em fevereiro deste ano e tem uma premissa simples, porém divertida: salvar a princesa enfrentando hordas de inimigos pelo caminho.

Para quem não havia visto nosso texto anterior, Side Quest é um Game que coloca o jogador no papel de um simples cozinheiro que vê sua vida transformada após receber uma missão de resgate suspeitíssima de um estranho mago. Para complicar as coisas, surge um aprendiz de vilão bastante desastrado para impedir a “preciosa” missão. Durante a aventura surgem muitos inimigos e até mesmo um mítico cavaleiro. Não é preciso destacar que o jogo é bem humorado e coloca situações improváveis para nosso heroi.

Side Quest possui elementos de beat ‘em up, de modo que tem tudo para agradar jogadores das antigas, além de novos jogadores, graças a sua jogabilidade facilitada e seus visuais agradáveis. A intenção dos desenvolvedores parece que foi justamente a de unir o que havia de melhor nos clássicos “briga de rua” com a modernidade dos novos sistemas de batalha. A ideia foi tão bem aceita que o jogo foi aprovado em apenas 18 dias desde sua campanha no Steam Greenlight.

A Miris Mind surgiu da união de dois estúdios após os integrantes trabalharem em um projeto em comum e ver que estavam alinhados em algumas ideias e seus talentos se completavam. O estúdio já agregou pessoas de diferentes áreas que vão desde marketing profissional até metalurgia e atualmente a Miris Mind possui quatro pessoas em seu time criativo.

Abaixo está o trailer de Side Quest:

Desenvolvedores indies do ADJogos RS tem seus jogos aprovados na Steam

Você já ouviu falar da ADJogos RS (Associação de Desenvolvedores de Jogos Digitais do Rio Grande do Sul)? Trata-se de uma associação que reúne cerca de 30 desenvolvedores da games gaúchas com a intenção de promover e fomentar a indústria local, fazendo a interlocução com o governo e demais órgãos para levantar os produtores locais, inclusive promovendo eventos e prestando assistência para essas empresas em variados assuntos.

Associações desse tipo tendem a mostrar-se extremamente positivas para desenvolvedores pequenos, pois servem para fortalecer a indústria local e tornar projetos bem conhecidos ao público. Um exemplo disso é que três produtoras associadas à ADjogos RS acabam de lançar seus games quase em paralelo na plataforma Steam, a maior loja de games digitais do mundo. As empresas em destaque são a Epopeia Entretenimento Digital; a Grimoire Games e a Monsterbed. Esta é a primeira vez para as três empresas que seus projetos são lançados na Steam e a expectativa é de alcançar bastante sucesso e maior visibilidade no cenário nacional.

A primeira a submeter seu jogo foi a Epopeia, com o título I’m Awesome. Trata-se de um jogo de ação com bastante bom humor, onde o jogador entra no mundo de um sujeito extremamente narcisista que faz o que bem entende. O problema é que este homem é meio maluco, de modo que suas vontades acabam gerando situações desastrosas e hilárias. O lançamento está previsto para meio do ano.

Pedro Gabriel, Gestor de Projetos, explica que a Greenlight serve de porta de entrada para jogadores testarem e opinarem em melhorias, gerando também fãs antes mesmo do jogo ser lançado. “Usamos nosso jogo como experimento para entender o processo de lançamento em uma plataforma tão famosa, realizamos estudos para melhorar a divulgação e distribuição. Além disso, queremos usar esse conhecimento para transformar a marca em franquia e lançar os próximos jogos com mais força”, afirma Pedro.

Outra empresa associada da ADjogos RS é a Grimoire Games, que está lançando o jogo Grim Seventh. Ele é um arcade de ação/combate com um estilo geométrico 3D único. Aqui o jogogador é um agente enviado para derrotar as perigosas criaturas malignas, que foram conjuradas por nefastos feiticeiros. Para acabar com o ataque das forças das trevas vale tudo, inclusive usar espadas e magia. A previsão de lançamento do jogo é final de abril ou início de maio.

Por fim, temos a MonsterBed, que busca visibilidade para o jogo Astromonkey: Hitball Arena, que levou dois anos para ser desenvolvido. O título conta as aventuras de Astro, um macaco astronauta que foi enviado em uma missão de exploração espacial, mas acabou sendo sugado por um buraco negro e resgatado por alienígenas. Agora para voltar para casa, o nosso herói terá de vencer o torneio interestelar de Hitball Arena!  O jogo deve ser lançado ainda em abril.

“Neste primeiro momento queremos que o jogo seja visto. Com certeza achamos que tem potencial para ser um sucesso, pois investimos um bom tempo nele. Esperamos lançar o jogo para mobile também, então quanto mais gente conhecer o PC/Mac, mais pessoas conhecerão a versão mobile”, afirma Felipe Peruzzo Milkewicz, Animador da MonsterBed.

A importância de associações como a ADJogos RS:

Claro que a ADjogos RS não é a única responsável pela aprovação destes jogos na Steam. Na verdade muito do trabalho veio da parte dos produtores, mas é interessante notar que quando desenvolvedores se unem para um bem coletivo as coisas começam a andar de forma mais rápida e os projetos acabam mais evidenciados em eventos de jogos. Em Outros estados também existem associações cujo objetivo é fomentar a indústria e prestar auxílio aos desenvolvedores. Fica a dica!

Bulby Diamond Course relembra clássicos da era 16 bits

Quem se lembra do clássico Kirby’s Dream Course do SNES, ou do jogo Special Tee Shot que fazia uso do sistema Satellaview? Se você curtia esses jogos e sente falta de algo no gênero, seus desejos foram atendidos! A desenvolcedora indie  Paperdog Games anunciou o jogo Bulby Diamond Course, um título influenciado por esses clássicos mencionados e que promete agradar os fãs de jogos old school.

Em Bulby Diamond Course o jogador controla o personagem Bulby e toda a movimentação no cenário é feita com tacadas, em um estilo similar ao minigolf. O objetivo do jogador será atingir os inimigos e avançar nas fases por meio de buracos que aparecerão quando restar apenas um inimigo vivo.

Em alguns momentos o desafio torna-se bem alto, de modo que o jogador deve ter boas habilidades e um pouco de sorte. Para auxiliar na aventura, existem power ups que conferem poderes e habilidades especiais para Bulby atravessar as barreiras que surgem.

Para quem não conhece, a Paperdog Games é uma desenvolvedora devotada a reviver a nostalgia de grandes clássicos. O game está em campanha pelo site de crowdfunding Orbit, que é mais voltada para projetos geeks. De acordo com os desenvolvedores, a ideia surgiu justamente para suprir a falta de games do gênero.

“Eu e a minha namorada jogamos muito Kirby’s Dream Course e sentimos falta de um jogo no estilo para poder aproveitar com os amigos ou até mesmo sozinho”, disse Rafael Senne, cofundador e programador da Paperdog.

O jogo contará com um modo campanha para um jogador, mas haverão outros modos de jogo, como o multiplayer, no qual os jogadores poderão vencer os desafios com seus amigos e até um exclusivo criador de fases integrado por onde o jogador poderá criar suas próprias fases e compartilhar através da internet.

Bulby Diamond Course já teve sinal verde do Steam Greenlight, de modo que nos próximos meses os jogadores de PC poderão colocar as mãos no projeto. Mas antes disso é necessário que a campanha de financiamento seja bem sucedida no Orbit. De acordo com os desenvolvedores, são necessários apenas R$ 7 mil.

Abaixo tem o trailer de Bulby Diamond Course::

O mistério do game Ben and Ed

A internet é cheia de coisas raras e um espaço comum para teorias terríveis e conteúdos obscuros. Nosso tema de hoje é o jogo indie Ben and Ed, um “jump & run” lançado em dezembro de 2015 que a princípio parece bem inocente, mas que por trás pode esconder um mistério muito inquietante. No jogo você controle Ben, um zumbi que é forçado a participar de um bizarro programa de TV cujo objetivo é desviar de armadilhas e obstáculos até que se chegue ao final e salve seu amigo humano chamado Ed.

As armadilhas são mortais, de modo que Ben deve pular para desviar de lâminas e martelos enquanto corre em um cenário linear. A jogabilidade é bem simples e o macete é a dificuldade que aumenta gradativamente. Até aqui o jogo não tem nada de espetacular, certo? Mas as coisas ficam mais sombrias ao passo que, apesar dos visuais cartunescos, as mortes no jogo deixam uma péssima sensação. Desmembramentos, quedas e esmagamentos são frequentes. O game possui easter eggs bem sombrios, como a aparição de Ben Drowned, da famosa creepypasta de Zelda. Mas isto não é nada…

Ao passar todas as armadilhas e terminar o game (spoiler alert), você recebe seu prêmio que é reunir-se com o menino Ed. Adivinhem o que Ben faz ao encontrar seu amigo? Começa a devorá-lo. Um final nada feliz. No mesmo dia em que o jogo foi lançado, surgiu no Facebook uma página chamada Bennnnnnn, cuja descrição é “Chopped up, hiden” (picado, escondido) e que trazia ilustrações dos personagens do jogo e uma foto com as escritas “press e to celebrate”, a mesma que aparece no final do game. A ligação da página com o jogo era óbvia.

Além desta imagem, a página contém muitas outras fotos com mensagens desconhecidas e rostos encobertos pelas sombras. Há até fotos de Armin Meiwes (o notório Canibal de Rotenburg), que pode significar uma alegoria do final do game. Com tantos segredos, não demorou para o game ser postado na comunidade 4Chan, onde os internautas descobriram coisas interessantes, como a localização das estranhas fotografias.

De acordo com as pesquisas utilizando geolocalização, chegou-se à conclusão que o local das fotos são as imediações de Essen, uma cidade na Alemanha repleta de bosques. Uma das fotos foi claramente tirada em uma dessas áreas florestais. Pois bem, um dos interunautas chamado Ryan que mora nas proximidades de Essen teria resolvido ir até o local para esclarecer o mistério entre a ligação entre o jogo Ben and Ed e a página do Facebook. O que Ryan descobriu é perturbador: um iPod abandonado e restos de uma ossada.

Até então ninguém pode ter certeza do que tudo isto significa, mas há quem acredite que o jogo é uma alusão a um crime de morte e canibalismo real. Será que o suposto assassino seria um desenvolvedor de jogos que utilizou sua obra como alegoria como uma metáfora para suas atividades depravadas? Seja como for, há de se concordar que a ligação entre o jogo e a página é bastante perturbadora. Ainda assim, a popularidade da teoria certamente teria despertado a atenção das autoridades e o caso já teria sido solucionado.

O caso circulou a internet e até apareceu no canal DrossRotzank, onde alcançou uma grande audiência. Se você ficou curioso acerca deste mistério, junte-se aos outros internautas e tente solucionar o mistério acerca deste game. O jogo é para PCs e pode ser acessado através da Steam.

Abaixo tem o trailer de Ben and Ed:

Criador de Faces of Fear recebe convite para trabalhar no Canadá

O jovem Yuri Barros é um desenvolvedor de games cheio de motivos para comemorar, pois foi convidado a uma proposta de emprego no Canadá. O convite chegou após a empresa Strategy First, de Quebéc, conhecer o game Faces of Fear no Steam. O game é criação de Yuri e devido a sua ambientação de puro horror, fez bastante sucesso entre os fãs do gênero.

Faces of Fear se passa num futuro distante aonde a Terra já chegou ao fim e a humanidade encontra-se em “naves cidades” que já exploravam o espaço antes do fim da Terra em busca de outro planeta habitável. Você joga no papel de Michael e deve fazer reparos na nave, porém um dia algo sai do controle e o personagem se vê em um pesadelo muito real. O jogo tem puzzles e cenas de terror a todos os momentos.

De acordo com Yuri, o projeto já nasceu com intenção de ser comercializado, pois este não foi seu primeiro game. Antes de Faces of Fear, Yuri já havia desenvolvido jogos para mobile. “Escrevi o roteiro, modelei e texturizei, além de tudo isso tive que fazer o marketing”. A Strategy First acabou conhecendo o projeto através da Steam e se interessou tanto que entrou em contato com Yuri oferecendo oportunidade de trabalho. Só falta acertar pequenos detalhes, como moradia.

Do alto de seus 23 anos, Yuri diz que sempre se interessou por jogos, a ponto de trocar o trabalho em um cartório de registro de imóveis para seguir carreira na área. “Meu pai quase teve um infarto quando abandonei o emprego para seguir a carreira de games, mas hoje é um dos meus maiores apoiadores”. Atualmente Yuri é estudante do curso de jogos da Microcamp e pretende seguir a área de jogos eletrônicos.

Abaixo tem o trailer de Faces of Fear:

 

Torne-se aprendiz da morte em Death’s Life

O game de hoje é produzido para satisfazer todas as nossas vontades homicidas, sem o risco de acabar na cadeia! Trata-se do game indie Death’s Life, da produtora Umbu Games, de Belo Horizonte. Trata-se basicamente de um quebra-cabeças com atmosfera de terror para PCs que permite que o jogador controle um aprendiz da Morte e elimine suas vítimas com métodos que envolvam reações em cadeia.

A ideia é criar armadilhas sinistras e elaboradas o bastante para que pareça que a vítima sofreu morte acidental. Sim, o game tem um senso de humor negro irresistível. A estética e a jogabilidade são baseadas no conceito da máquina Rube Goldberg, que é realizar uma tarefa simples utilizando uma reação em cadeia complexa.

Para avançar no game, o jogador deve interagir com os objetos na cena de modo a solucionar o puzzle, desencadeando uma sequência de eventos que resultem na morte de pessoas desavisadas. O título ainda não foi lançado: na verdade está em votação no Steam Greenlight. Mas para matar a curiosidade, há uma demo gratuita disponível na página do itch.io.

O jogo apresenta ao jogador uma série de desafiantes puzzles, situados nas mais variadas cenas e situações do dia-a-dia. Uma vez descoberta a sequência correta dos objetos, uma complexa reação em cadeia se inicia, resultando ao final do puzzle em uma animação que apresenta de forma trágica e ao mesmo tempo cômica a morte “acidental” do alvo. Parece até aquelas mortes improváveis do filme “Premonição”.

O potencial do jogo é bastante alto, visto que sua temática é bastante envolvente e seu clima obscuro é ideal para chamar a atenção da comunidade. Death’s Life, inclusive, figurou entre os melhores da semana no site Rock, Paper, Shotgun. De acordo com a dupla que desenvolve o projeto, há várias referências do universo gamer e da cultura pop, então pode esperar por easter eggs bem bolados. A previsão de lançamento para Death’s Life é ainda na metade de 2016.

Abaixo você confere o trailer de Death’s Life: