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Top 7 – Jogos que nunca deveriam ter surgido na Steam

Nos últimos dias a comunidade de jogadores mundial entrou em polvorosa graças a um game da Steam chamado Rape Day, um título que permitia estuprar mulheres (mas esta é uma história para depois). O interessante é que a reação da comunidade deixou clara uma percepção de que o controle de qualidade da Steam tem problemas sérios. Afinal, como um jogo sobre estupro consegue passar pelo filtro da Steam?

Não é de hoje que a maior loja de jogos digitais do mundo tem problemas com filtro. Rape Day é apenas mais um dos diversos projetos que conseguiram driblar o controle de qualidade de Gabe Newell. Pensando nisso, resolvemos lembrar de 7 jogos que jamais deveriam ter surgido na Steam.

Abaixo você confere 7 jogos que não deveriam nunca ter aparecido na Steam:

 

1 – Active Shooter

Active Shooter

Os Estados Unidos tem um triste histórico envolvendo armas, jovens desequilibrados e escolas. No início de 2018 um atentado perpetrado por Nikolas Cruz ceifou a vida de 17 pessoas na Stoneman Douglas High School, em Parland, Flórida. O ato entrou para a lista das dez maiores tragédias ocorridas em escolas americanas e serviu para acirrar a discussão entorno do acesso a armas de fogo no país.

Como se o ato não fosse triste o bastante, o produtor russo Anton Makarevskiy resolveu capitalizar com o caso criando o game Active Shooter, que permitia ao jogador encarnar a pele de um policial ou de um atirador dentro de uma escola. Quanto mais policiais e civis fossem mortos, maior a pontuação.

Obviamente que a reação pública não foi nada amistosa e rapiodamente as famílias das vítimas perceberam o insulto. Um abaixo assinado foi criado e recolheu mais de 100 mil assinaturas, forçando a Steam retirar o game de sua loja antes mesmo do lançamento oficial. Active shooter teria uma premissa FPS e acabou por ser lançado de forma independente, sem nenhum sucesso (felizmente).

 

2- Abstractism

Abstractism

Eis que você entra na sua conta Steam, pesquisa um pouco e decide comprar um jogo simples, mas aparentemente promissor chamado Abstractism. O que você não poderia imaginar é que após a instalação seu antivírus ficaria louco, acusando um malware. Após averiguações de entendidos em informática descobriu-se que o game escondia entre seus ficheiros um Trojan executável capaz de mineirar criptomoedas.

O mais interessante é que apesar de ser um game minimalista, Abstractism exigia um certo poder de fogo do hardware. Como se não bastasse, para ganhar itens no jogo bastaria permanecer o maior tempo possível jogando. Com 15 minutos de jogatina você ganhava itens, com mais trinta, outro item. Ou seja, o jogo queria que você o executasse o maior tempo possível, prática natural para mineirar criptomoedas.

Em julho de 2018 os responsáveis pelo game negaram veemente que seu título escondia qualquer coisa, mas a mentira não se sustentou por mais tempo: a Steam baniu para sempre o estúdio Okalo Union de qualquer atividade envolvendo a loja. Felizmente a Steam tomou uma atitude rápida, mas deixou a sensação ruim de que é possível que outros jogos podem esconder vírus mais perigosos.

 

3- Ride to Thell

Em meados de 2013 a comunidade de jogadores percebeu que a Quality Assurance da Steam era uma piada, pois foi neste ano que o game Ride to Hell: Retribution da Deep Silver chegou até a Steam com pompa de jogo regrado a tiroteios e testosterona. O game foi um completo fiasco técnico, de modo que muitos o consideraram injogável e um desperdício de tempo e dinheiro.

Além dos inúmeros bugs, a história era um desastre e as cenas eram absurdamente desconfortáveis, sobretudo nos segmentos envolvendo sexo. O cúmulo da falta de noção é que o Hide to Hell tem um sexismo desnecessário e trata as mulheres como objetos. Pasme que em dado momento o protagonista Jake Conway salva uma mulher de ser estuprada e como retribuição a garota decide fazer sexo com o avatar do jogador!?

A (falta de) qualidade de Hide to Hell: Retribution não gerou polêmica, nem causou mal estar na comunidade, mas serviu para evidenciar que a Steam deixava muita coisa horrenda passar, como se não houvesse nenhum filtro de qualidade mínima. Em setembro de 2014 a Valve percebeu a mancada que era deixar o título a disposição de jogadores desavisados e decidiu remover o game de sua loja.

 

4 – Kill the F*ggot

Este aqui não ficou mais do que algumas horas disponível na Steam graças ao seu conteúdo perturbador. Kill the F*gott  (palavra censurada por ser extremamente ofensiva) coloca o jogador no papel de um jovem cujo objetivo era matar gays e transexuais com uma jogabilidade inspirada em point & click.

Conforme o personagem matasse os alvos (identificados por roupas rosas) a pontuação aumentava, mas se matasse um hétero a pontuação diminuía. O cúlmulo do absurdo eram as diversas frases ditas pelos narradores que evocavam ódio, tais como “entregador de AIDS morto!”.

Após a fúria cair sobre si, o criador da obra, Randall Herman, não chegou a se desculpar publicamente. Apenas disse que seu game não tinha intenção de ofender ninguém apenas irritar pessoas pessoas extremamente sensíveis com o tema. A conversa fiada não colou e a Steam retirou seu game do ar rapidamente.

 

5 – Rape Day

E aqui estamos: o game que inspirou esta lista: Rape Day. O título não deixa enganar: trata-se de um jogo em que um dos passatempos é estuprar jovens assustadas. O game é uma graphic novel ambientada num apocalipse zumbi que permite ao jogador e entre assédios, assassinatos, necrofilia e onda de violência desregrada, o jogador ainda pode estuprar as mulheres aterrorizadas.

Este foi o último jogo a ser banido da Steam, que comunicou que a obra representa um risco e custos desconhecidos a sua reputação. A produtora do game, a Desk Plant, disse entender os motivos da Valve e que era direito da empresa de Gabe Newell decidir que conteúdo deve fazer parte de seu catálogo, mas não pareciam muito arrependidos do mal gosto. Em reportagem ao Daily Mail, foi dito que o público-alvo de Rape Day são os 4% da população que são sociopatas e pessoas que “curtam bancar o estuprador e assassino em série durante um apocalipse zumbi”.

Rape Day foi removido do catálogo da Steam e provavelmente jamais voltará, apesar de a loja informar que o conteúdo foi suspenso para mera análise de conteúdo.

 

6 – Hatred

Já falamos de Hatred anteriormente  e esta é um figura fácil na lista de jogos polêmicos (mesmo em tempos de violência). Trata-se de um game que coloca o jogador no papel de um homem que odeia as pessoas e se lança numa campanha homicida.

Sob perspectiva isométrica e ambientes escuros, o jogador poderia deflagrar o caos.Em meio a tiros e banho de sangue, o que se ouve são as sirenes policiais, o choro de inocentes e muita gritaria. Tal como em jogos de péssimo gosto, assim que uma pessoa é morta, o jogador ganha munição e novas armas para continuar sua campanha. O problema não está em matar – uma vez que GTA e outros expoentes fazem isso – mas sim em recompensar o jogador por atos hediondos.

Tal como outros jogos desta lista, Hatred acabou banido da loja, porém apenas um dia depois ele voltou ao catálogo da Steam, com direito a pedido de desculpas pessoal de Gabe Newell, em um plot twist inesperado.

 

7 – The Key to Home

E por fim, temos um jogo japonês que não ficou muito conhecido por aqui e não chegou a fazer grande barulho, já que a Steam foi inclemente com seu conteúdo. The Key to Home se apresenta como uma visual novel típica, ou seja, cheia de mistérios, personagens fofinhos, opções de diálogos e decisões morais questionáveis. O problema era a descrição do game: “Esta é uma visual novel de mistério para todos os senhores e senhoras que adoram pequenas garotas!”.

A Steam pediu satisfações sobre o conteúdo e a Henteku se manteve calada até que o facão da justiça desceu e o game acabou banido da loja. De acordo com a Valve, o título precisou ser retirado pois incentivava e dava espaço para uma rede de pedófilos. As imagens e as insinuações não deixavam dúvidas de que o jogo escondia algo muito mais sinistro do que apenas mistério e pequenas garotas.

Cube Man, jogo indie brasileiro é prato cheio para quem curte alto desafio

O game de hoje é para quem busca desafio e alta qualidade no meio de tantos jogos independentes. Trata-se do jogo Cube Man, criado pelo desenvolvedor Lucas Kaue, que coloca os jogadores em uma série de fases que misturam os gêneros plataforma e puzzle. Basicamente você deve passar por desafios como serras elétricas, vulcões, estacas etc. Para ser bem sucedido você precisa de agilidade e reflexos rápidos.

Cube Man não esconde suas influências no mega hit Super Meat Boy, afinal, tal como no SMB, aqui o jogador toma o controle de um pequeno homem em formato cúbico que tem por objetivo resgatar seus amigos, que foram sequestrados de maneira misteriosa. Cabe agora desviar de toda sorte de armadilhas e passar pelos diferentes desafios a fim de ser bem sucedido na missão.

O título tem um nível de dificuldade elevado, de modo que jogadores incautos morrerão muitas vezes. É necessário destreza e muita paciência para triunfar. Um dos destaques é que Cube Man tem cores fortes e vibrantes, além de gráficos pixelados bastante trabalhados.

Cube Man ainda não foi lançado oficialmente, de modo que o desenvolvedor tem a previsão de lançar o produto final em meados de 2019. A expectativa é lançar primeiramente na Steam e em algum futuro próximo portá-lo para as plataformas de mesa.

Conheça Raccoo Venture, o game brasileiro inspirado em platformers dos anos 90

Se você já era um gamer no final dos anos 90 deve se lembrar da explosão de jogos adventures que faziam enorme sucesso, tais como Banjo-Kazooie, Conker’s Bad Fur Day e Super Mario 64. Pois bem, o desenvolvedor brasileiro Diego Ras acaba de lançar o game Racco Venture, que presta uma ode a esses games. A intenção é agradar os fãs do estilo platformer 3D que não estão encontrando novas produções do gênero.

A história segue a aventura de Raccoo um guaxinim, que é o último herdeiro do Poder dos Guardiões, que por muitos anos protegeram a Relíquia Sagrada, que deve proteger o mundo de Verta dos perigosos Tatus Tatuados, que almejam roubar a jóia mítica. Cabe ao jogador assumir o controle de Raccoo para enfrentar inimigos, resolver enigmas e quebra-cabeças, enquanto explora as 5 regiões de Verta, descobrindo itens mágicos que ajudarão nesta jornada em busca das peças da Relíquia.

De acordo com o desenvolvedor, Raccoo Venture tem muita influência e referências de grandes clássicos que escreveram a história dos jogos 3D, e traz em sua essência a atmosfera lúdica e inocente que por muitas vezes acabou sendo deixada de lado pela nova indústria dos videogames. Durante a aventura, o jogador explora 5 regiões divididas em 17 fases onde coletar e colecionar itens é uma das ocupações recorrentes no gameplay.

Tal como ocorria nos games dos anos 90, em Raccoo Venture, você irá interagir com diversos personagens espalhados pelo mundo de Verta e irá enfrentar chefões casca grossa. Como se não bastasse, o título é pontuado por vários puzzles e desafios interessantes. Mas não pense que o game sobrevive de elementos do passado: aqui é possível customizar personagens e o estilo visual é extremamente atual. Vale dizer que as roupas obtidas durante as diferentes fases dão novas habilidades ao Raccoo.

Raccoo Venture estará disponível na Steam em breve, porém sem data definida para lançamento. Mais informações podem ser obtidos no site oficial.

Abaixo você confere o trailer de Raccoo Venture:

Thronebreaker: The Witcher Tales já está disponível na Steam 

Se você é fã da franquia The Witcher da CD PROJEKT RED, a grande pedida da vez é o lançamento de Thronebreaker: The Witcher Tales, um novo RPG single-player baseado no universo fantástico habitado por Geralt de Rivia. O game acabou de ser lançado pela Steam e é mais uma forma de expandir a franquia mais premiada da atualidade.

Em Thronebreaker os jogadores acompanham a história de Meve, uma rainha veterana de guerra de dois Reinos do Norte – Lyria e Rivia. Diante de uma iminente invasão nilfgaardiana, Meve é forçada a entrar novamente na guerra e partir para uma jornada sombria de destruição e vingança. O game tem perspectiva isométrica que dá todo um charme especial ao sombrio mundo do jogo.

 

Ao longo da aventura, os jogadores explorarão partes novas e inéditas do mundo The Witcher, embarcando em missões instigantes com personagens ricos e multidimensionais. Tudo isso enquanto reúne recursos para expandir seu exército e participar de batalhas épicas baseadas em habilidades conhecidas em GWENT: The Witcher Card Game.

O pacote do jogo inclui uma versão digital do livro GWENT: Art of The Witcher Card Game, da Dark Horse. A arte em geral é um prato cheio para quem gosta de jogos de RPG clássico e da franquia The Witcher. De acordo com a a CD PROJEKT RED, o título inclui artes conceituais, incluindo o mapa da região de Lyria; O romance gráfico The Witcher: Fox Children, da Dark Horse; e uma cópia de The Witcher: Enhanced Edition Director’s Cut para Steam. O título será lançado em 4 de dezembro para Playstation 4 e Xbox One. Para saber mais sobre o jogo, visite o site oficial.

Abaixo você confere o trailer do jogo:

Hoplon anuncia data do lançamento oficial de Heavy Metal Machines e lança novo trailer

Após alguns meses de árduo trabalho, a Hoplon finalmente esta pronta para o lançamento de Heavy Metal Machines, o jogo que mistura as corridas de destruição à lá Rock ‘n Roll Racing e o gênero MOBA. O jogo estará disponível em versão completa no próximo dia 19 de setembro através da Steam. Vale lembrar que a versão demo já teve mais de 8oo mil downloads desde seu lançamento em janeiro de 2017.

De acordo com Tatiana Moreira, gerente de marketing da Hoplon, esse período em acesso antecipado permitiu melhorar bastante os aspectos técnicos do game como a jogabilidade e os gráficos. A expectativa é que quem jogou a versão demo sinta uma diferença grande em relação ao jogo final. A Hoplon promete ainda que não abandonara o suporte a Heavy Metal Machines após o lançamento, lançando novas atualizações e tornando o jogo ainda mais competitivo. “A partir de 19 de setembro, os jogadores poderão curtir uma série de aprimoramentos que fizemos em Heavy Metal Machines, tanto do ponto de vista gráfico quanto de mecânicas de jogo”, disse Tatiane Moreira.

HoplonA versão completa de Heavy Metal Machines terá um visual renovado desde o layout da loja, menus e tela de pick, que receberá uma arte exclusiva de um carro em 3D. Já o sistema de progressão de níveis, chamado de “Metal Pass” será totalmente novo e baseado em temporadas. Os jogadores começarão no nível 1 e poderão avançar até o nível 50, de duas formas: free e premium, sendo que o modo premium é pago e dará missões semanais com recompensas mais valiosas aos jogadores.

De acordo com a Hoplon, independentemente do tipo de progressão escolhida, conforme melhoram em Heavy Metal Machines, os jogadores poderão ganhar lores (histórias), personagens, skins, sprays, efeitos (largada, abate, reconstrução e pontuação), bordas do avatar, fama (dinheiro do jogo) e artwork. Na versão premium, ainda haverá recompensas em cash.

“O lançamento de Heavy Metal Machines coroa os anos de dedicação de um time talentoso da Hoplon de mais de 80 pessoas, que seguirá trabalhando duro para oferecer uma experiência cada vez melhor e mais completa à comunidade”, disse Rodrigo Campos, CEO da Hoplon. “Desde o início do projeto, buscamos fazer algo memorável, que trouxesse singularidade e inovação ao cenário de jogos competitivos gratuitos, e estamos orgulhosos do resultado”.

Para acompanhar as novidades da Hoplon e do game, acesse o site.

Abaixo tem o novo trailer de Heavy Metal Machines:

 

Conheça Fluffy Horde, o premiado jogo indie que mistura gêneros RTS e Tower Defense

Hoje vamos falar sobre o jogo indie brasileiro Fluffy Horde, criado pelo estúdio Turtle Juice. Basicamente trata-se de um side-scrolling em 2D que mistura elementos de RTS (estratégia em tempo real) com tower defense em que o jogador deve impedir que um terrível Shaman conquiste os três reinos com sua trupe de coelhos!?

A jogabilidade é inspirada em jogos de estratégia em tempo real como Warcraft: Frozen Throne e Age of Empires e outros jogos Tower Defense como Kingdom Rush e Plants vs. Zumbis. O mais interessante é o estilo em pixel art, que agrada bastante fãs de jogos retro, porém com mecânicas inspiradas em jogos mais recentes.

A horda mágica de coelhos é quase infinita, de modo que o jogador precisa bolar estratégias incríveis para impedir a vitória do Shaman. O plot é extremamente improvável, o que dá a Fluffy Horde uma identidade própria e um fator humor bastante pungente. Este é um dos poucos games que misturam gêneros de maneira tão criativa.

Não por acaso, o título foi bastante reconhecido na Gamepolitan, tendo recebido o prêmio de Melhor Tecnologia e finalista em três outras categorias no festival (melhor narrativa, melhor som, melhor arte); e vencedor ainda na SJECC para melhor design de jogos e melhor arte. Fluffy Horde é o primeiro jogo brasileiro financiado pela Humble Bundle.

De acordo com os produtores, Fluffy Horde (em sua versão final) contará com um modo campanha extenso: são 4 Mundos ao todo, o que contabiliza mais de 100 levels para você jogar. Inclusive há batalhas contra chefões bastante desafiadoras. O game ainda conta com um modo multiplayer online para quem quer desafiar os amigos.

O lançamento oficial de Fluffy Horde está agendado para 7 de novembro de 2018 para PC na Steam, Gog e Humble Store (Windows, Mac e Linux). Mais informação no site do game.

Abaixo tem o trailer de Fluffy Horde:

Monster Sanctuary – Jogo indie é mistura de diferentes gêneros

Nosso destaque do dia é o jogo Monster Sanctuary, um jogo indie criado pelo desenvolvedor Denis Sinner. Trata-se de uma mistura de metroidvania e RPG por turnos com um estilo gráfico em pixel art. Aqui você deve explorar um mundo fantástico enquanto coleta monstros e tenta deter a ameaça de criaturas agressivas que tentam tornar o mundo de Sanctuary caótico. O título é uma das maiores apostas do cenário indie para a temporada.

Na trama, você assume o papel do herdeiro de uma antiga linhagem de Guardiões que vê seu mundo assolado pela chegada de criaturas que ameaçam a paz do mundo mágico. Seu papel é descobrir quem é o responsável pela chegada dessas criaturas. Para isso, você deve seguir os passos dos antigos guardiões. A jornada não será fácil, então você deve reunir monstros aliados que estejam dispostos a destruir os terríveis inimigos e selar a paz entre humanos e monstros.

O sistema de combates é por turno, como em RPGs clássicos. O macete é que Monster Sanctuary possui um sistema de combos integrados, de modo que os combates são mais dinâmicos. Além disso, há uma árvore de habilidades que o jogador deve utilizar para explorar as fraquezas dos inimigos. Você deve usar de estratégia a fim de vencer os combates e conquistar os prêmios, pois quanto menos turnos você levar para vencer os combates, mais chances tem de ganhar itens raros.

Monster Sanctuary é uma mistura de diferentes gêneros

 

De acordo com Denis Sinner, o criador do jogo, Monster Sanctuary foi criado a fim de combinar o melhor dos elementos “monster collection”, RPG por turnos, metroidvania e exploração. Cada monstro que você encontra no jogo pode ser integrado à sua party. O ideal é contar com um grupo numeroso, assim você pode mesclar diferentes habilidades para destruir os inimigos e explorar novas áreas.

Não se esqueça que além de reunir os monstros, você deve treiná-los para melhorar as habilidades individuais. Além disso, você deve alimentar as criaturas e melhorar os equipamentos conquistados nas árduas batalhas. O sistema de combinação dá profundidade adicional ao combate. Cada acerto individual aumenta o dano dos próximos movimentos dentro do mesmo turno de combate.

Monster Sanctuary será lançado para PCs através da Steam, com previsão de iniciar a campanha no Kickstarter em setembro deste ano. Você pode baixar uma demo através do site oficial ou na Steam.

Abaixo tem um trailer de Monster Sanctuary:

Pixel Ripped 1989 – jogo brasileiro de Realidade Virtual está disponível para compra antecipada com 20% de desconto com download no dia 31 de Julho

Há algum tempo falamos sobre o ambicioso projeto Pixe4l Ripped 1989, jogo do estúdio brasileiro ARVORE. Pois bem, temos novidades sobre o game de realidade virtual: ele está disponível para compra antecipada com 20% de desconto com download no dia 31 de Julho para todas plataformas de VR. Esta é uma das ações do estúdio que celebram todo o tempo de desenvolvimento e para beneficiar os fãs que acompanharam ansiosamente.

Pixel Ripped 1989 estará disponível nas plataformas PlaystationVROculus Rift e SteamVR. Aqueles que optarem pela compra antecipada no PlaystationVR e Oculus, poderão comprar o jogo pelo valor promocional de $19.99 dólares. O preço final no lançamento será$24,99 dólares. Haverá também um desconto temporário de lançamento para consumidores da Steam começando no dia 31 de Julho.

O jogo que marca a estreia do estúdio ARVORE é uma verdadeira ode ao passado dos games, trazendo uma série de referências aos consoles da era 8 bits. Basicamente você encarna a personagem Nicola, uma aluna da segunda série que tem o seu mundo ameaçado pelo Cyblin Lord, um vilão capaz de atravessar a barreira entre o mundo dos games e a vida real. Cabe a você ajudar a experiente Dot, uma personagem de videogame, a rechaçar a ameaça. Para isso, o jogador deve encarar desafios no mundo 2D de jogos retrô, ao mesmo tempo em que deve distrair uma professora irritada e fugindo do temido diretor do colégio no mundo 3D.

Ainda durante a etapa de desenvolvimento, Pixel Ripped 1989 recebeu prêmios, como os da Intel e do AMAZE Indie Festival, assim como indicação ao IndieCade, Proto Awards e no VR Awards 2018. Ao que tudo indica este será um game imperdível e um dos melhores já produzidos em nosso país.

Abaixo tem um trailer de Pixel Ripped 1989:

Black Squad é lançado oficialmente no Brasil

O jogo de FPS online Black Squad já é bem conhecido do público brasileiro, mas jamais teve o lançamento oficial em nosso país. As coisas mudam agora com o lançamento do acesso antecipado na Steam brasileira. A intenção da NS Studio, responsável pelo game, é garantir um suporte mais próximo do público que dá suporte ao game durante tantos anos.

Black Squad conta com um total de aproximadamente 6,6 milhões de jogadores mundialmente, sendo que o Brasil representa a região com maior número de jogadores ativos – cerca de 16% do total das partidas diárias são disputadas por brasileiros. O título tem uma gama variada de armas, mapas, modos de jogo e personagens.

Para quem não conhece, o objetivo do jogo é proporcionar uma nova experiência ao jogador a cada partida. Black Squad possui suporte a 12 idiomas, incluindo o português, e conta com um pico médio de 13 mil usuários simultâneos e 100 mil acessos diários. Com o lançamento oficial, espera-se que a audiência do jogo entre brasileiros seja elevada.

“Queremos estar mais próximos de nossa maior comunidade e consolidar o Black Squad como o melhor FPS militar no Brasil, uma vez que o jogo tem todas as características que o público brasileiro gosta”, afirma Moon IL Lee, Diretor da NS Studio. “O título é completamente gratuito e é possível adquirir todos os armamentos do jogo apenas com o dinheiro que é ganho ao jogar, ao completar as missões diárias, semanais e as de clã, além de eventos especiais.”

Com a intenção de melhorar continuamente o jogo e ouvir a opinião da comunidade de todas as regiões, o jogo dispõe de um canal oficial no Discord para que os usuários possam se comunicar diretamente com a equipe de Black Squad.

“Nosso objetivo é finalizar o acesso antecipado até o início do segundo semestre deste ano e converter o jogo em um serviço formal. Itens, personagens, mapas, modos de jogo, entre outras características serão adicionados continuamente. Nossa expectativa é entrar no Top 10 de usuários simultâneos da Steam”, acrescenta Lee.

Black Squad é um jogo first-person-shooter (FPS) militar gratuito, disponível na Steam. Com gráficos realistas e visual dinâmico produzido pela Unreal Engine 3, o Black Squad oferece a melhor experiência aos fãs de jogos militares. Com uma variedade de mapas de jogo, modos e armas disponíveis, os jogadores podem aprimorar suas habilidades e estratégias para se sobressair em comparação aos oponentes.

Abaixo tem um trailer de Black Squad:

HUE Defense: detenha políticos corruptos que ameaçam a paz na ilha paradisíaca de HUElândia neste Tower Defense brasileiro

São tempos difíceis na HUElândia e os políticos não medem esforços para se dar bem na ilha mais corrupta do mundo. A única coisa que pode salvar o povo desta ilha é você! Este é o pano de fundo para o jogo HUE Defense, criado pela produtora Brave Wolf, um título que mistura os gêneros Tower defense e RPG. Aqui você deve tomar decisões importantes e bolar estratégias ousadas para combater políticos oportunistas.

HUElândia é uma ilha cheia de paralelismos com o Brasil, ou seja, um paraíso natural com os mais complexos e corrompidos sistemas governamentais do mundo. Sim, o game tem uma crítica social velada, levada com bom humor e leveza. Cabe ao jogador lutar contra corruptos e seus apoiadores nas diferentes fronteiras, campos ou cidades. Customize a sua estratégia defensiva com diversas torres atualizáveis e seus aprimoramentos.

HUE Defense foi criado a partir da Unreal Engine 4 e possui nada menos que 26 fases cheias de ação. O mais legal é que as decisões tomadas pelo jogador terão impacto direto na campanha. Para defender a HUElândia haverá disponível cerca de sete Torres com 21 upgrades para montar a melhor estratégia. Isto para não mencionar as habilidades especiais que aparecem de tempos em tempos. O game segue um esquema bem semelhante ao divertido Defense Grid.

Mas não pense que as coisas em HUE Defense serão fáceis: os inimigos são ardilosos e podem atacar em bandos. De acordo com os desenvolvedores, são mais de 20 tipos de inimigos e é comum eles vierem te assaltar durante a campanha. Além disso, existem oito batalhas contra chefes que não devem ser moleza. Mas tudo isso com bom humor e boa diversão. “Essa cidade precisava de um toque, um toque partid…digo, gerencial. Admire, Defensor, as lindas ciclovias de nossa grande cidade: vermelho, todas em vermelho. Admita: este elegante vermelho cai muitíssimo bem”, diz um dos políticos corruptos. HUE Defense chega para a Steam no dia 6 de junho por R$ 24,99.

Abaixo tem o trailer de HUE Defense: