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Shopping SP Market recebe o Museu do Videogame Itinerante

Outra boa pedida para o mês das crianças é a exposição “Museu do Videogame Itinerante”, que estará no Shopping SP Market entre o dias 8 e 30 de outubro. Esta é a primeira vez que a atração vem para a capital paulista e, de acordo com os organizadores, haverão mais de 250 consoles para os visitantes conferirem de perto. A ideia é retratar cerca de 40 anos da história dos jogos eletrônicos mundiais.

A exposição é gratuita e é bastante recomendado para jogares das antigas e das novas gerações. Como não pode deixar de ser, os grandes clássicos estarão presentes como o Telejogo, Atari 2600, NES, Mega Drive, Super Nintendo, entre outros. Os consoles de nova geração também fazem da parte da mostra, assim os jogadores podem conferir toda a evolução ao longo os anos até culminar nos poderosos XBox One e PlayStation 4.

Além da exposição, o espaço Museu do Videogame Itinerante também é interativo. Lá os games podem conferir desafios de Just Dance, simuladores de corrida, desfile de cosplay e muitos outros. O evento, que somente em 2015 recebeu mais de 4 milhões de visitantes em nove estados, é o primeiro do gênero do país registrado pelo Ibram – Instituto Brasileiro de Museus.

Em 2014, o Museu do Videogame Itinerante recebeu o prêmio do Ministério da Cultura como o museu mais criativo do país. Em 2016, foi um dos museus brasileiros escolhidos para representar o país no maior encontro de museus do mundo, em Paris.

De acordo com o curador do evento, Cleidson Lima, entre as relíquias estão o primeiro console fabricado no mundo, o Magnavox Odyssey, de 1972; o Atari Pong (primeiro console doméstico da Atari), de 1976; o Fairchild Channel F, de 1976 (primeiro console a usar cartuchos de jogos); o Telejogo Philco Ford, de 1977 (o primeiro videogame fabricado no Brasil); o Nintendo Virtual Boy, de 1995 (primeiro a rodar jogos 3D); o Vectrex, de 1982 (console com jogos vetoriais que já vinha com monitor); entre outros.

Um passeio pelo Museu do Videogame Itinerante é uma ótima atividade em família, onde pais e filhos podem compartilhar bons momentos sobre as mesmas paixões: videogames. Para mais informações sobre o Museu do Videogame, basta acessar o site.

Serviço: Museu do Videogame Itinerante no Shopping SP Market

Endereço: Av. das Nações Unidas, 22.540 – ao lado estação Jurubatuba – Linha 9 da CPTM
Período: de 8 a 30 de outubro de 2016 – GRATIS
Estacionamento: R$ 8,00 por 2 horas, e R$ 2,00 por hora adicional / Manobrista: R$ 9,00 a primeira hora e R$ 2,00 por hora adicional (carro). Moto: primeira hora R$ 4,00 e R$ 1,00 por hora adicional.
Informações: (11) 5682.3666 – www.shoppingspmarket.com.br

Balanço Geral: A Brasil Game Show 2016

No ano passado a Brasil Game Show divulgou que iria mudar de endereço a fim de ter um espaço maior e mais confortável para seus visitantes. Agora no São Paulo Expo, o evento realmente está maior e repleto de atrações, mas o ponto negativo é que nenhum convidado de fora veio falar com os fãs, tarefa dada aos mais populares Youtubers do Brasil.

É preciso fazer um parâmetro com as edições anteriores, quando grandes executivos estiveram presentes como Phil Spencer, Mark Wentley, Phillipe Ducharme, Dave Freeman, Katsuhiro Harada e Bertrand Chaverot já estiveram na feira e bateram papo com público e visitantes do evento. Já neste ano, os peixes grandes estavam menos acessíveis. Uma das raras exceções foi Danny Bélanger, da Ubisoft e o pessoal da CD Projekt RED que foram apresentar o novíssimo GWENT. Quem sentiu falta de falar com produtores podia ao menos falar com os produtores independentes que estiveram na feira.

14202484_1398623340161134_574375638995480620_nApesar da evidente falta de personalidades internacionais, tudo foi compensado pela presença dos Youtubers, que alegraram seus fãs. Entre os destaques podemos citar as participações de BRKSEDU, Matando Robôs Gigantes, Bruno PH e muitos outros. A sala de imprensa, aliás, nunca esteve tão cheia, mostrando que a cobertura do evento jamais foi tão grande como a deste ano. O espaço maior contribuiu para que cada um fizesse seu trabalho de maneira confortável, pois tanto os visitantes como profissionais de imprensa podiam se ocupar de suas tarefas sem o empurra-empurra das edições anteriores (apesar de o evento estar lotado).

Muitos jogos na Brasil Game Show 2016

Na área da Sony, o grande destaque foi Horizon: Zero Dawn que estava com uma demo repleta de ação e exploração. As máquinas com o jogo estavam com filas enormes, assim como as plataformas com jogos já lançados, como as de Uncharted 4, e No Man’s Sky. Outras novidades foram as demos de The Last Guardian, de Fumito Ueda, Gran Turismo Sports, Dragon Ball Xenoverse 2, Final Fantasy XV, Bound, entre outros. O destaque fica por conta de Call of Duty Infinity Warfare, que só podia ser jogado no estande da Sony. O estande da gigante japonesa merece uma menção honrosa, pois estava bem bonito, apresentando um telão curvo para exibir trailers e gameplays de lançamentos bastante aguardados.

14224827_1398623100161158_7765475670733773866_nJá do lado da Microsoft o estande era de formato robusto, com um telão de cinema para mostrar os vídeos e jogos da plataforma americana. Nas plataformas de jogos havia muitas novidades bastante aguardadas como Dead Rising 4, Forza Horizon 3, Overwatch, Formula 1 2016, Quantum Break, Necropolis e GWENT. Os jogos mais disputados foram ReCore, Halo Wars 2, Cuphead, Killer Instinct, Minecraft Battle Mini Game e, é claro, Gears of War 4. Além de oferecer esses jogos, a Microsoft ainda realizou uma ação bem positiva para seus fãs: bastava jogar qualquer game para pegar um carimbo e concorrer a um Xbox One. Tal ação valia todos os dias do evento, ou seja, um videogame para cada dia de feira.

Fora do circuito dos estandes havia a Brasil Game Cup, a série de torneios disputados dentro da BGS. Entre as finais estavam a de Dota 2 com os times da Pain Gaming e Tshow (melhor para a Pain); Hearthstone, Counter Strike GO e Clash Royale. Quem foi conferir a BGC provavelmente não viu a Brasil Game Show, pois o público que curte campeonatos de jogos geralmente fica e permanece até o grande final, como se estivessem alheios ao resto.

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Além dos estandes da Sony e Microsoft, havia centenas de outras empresas mostrando suas novidades. Um dos mais visitados foi o estande da Ubisoft, que estava logo na entrada do evento e já hipnotizava os gamers com títulos de alta qualidade como Rainbow Six Siege, For Honor, Steep, Ghost Recon Wildlands, Watch Dogs 2 e Just Dance. Outros estandes chamavam as atenções foi a de GWENT, promovido pela CD Projekt RED, que era bem grande e movimentado.

A NVIDIA montou um estande bem bacana para promover Tekken 7 e Project Cars em altíssima definição. Um dos estandes mais bonitos do evento todo foi o da HyperX, que trouxe os populares LoL, Overwatch e Counter Strike. Já a Warner Bros levou para o evento UFC 2, Street Fighter V, FIFA 17, Resident Evil 7 e Batman Arkham VR (estes dois últimos a portas fechadas).

14232492_1398623096827825_3992278457098487630_nUm dos eventos dentro do grande show foi sem dúvidas a Brasil Game Jam, que reuniu desenvolvedores indies para criar um game do zero a partir de uma ideia divulgada no início do evento. Futuramente vamos falar sobre como foi o Game Jam, da mesma forma como falaremos sobre o pavilhão indie (jogo por jogo). Para quem não estava a fim de ver novidades, o ideal era fica na área dos fliperamas, que possuíam clássicos dos games de luta e shmups como King of Fighters, Street Fighter e Sonic Wings.

Por fim, a Brasil Game Show 2016 tornou-se um evento maior, mais organizado e capaz de atrair diferentes nichos de jogadores. Infelizmente os grandes executivos e produtores dispensaram um contato mais próximo com o público, mas espera-se que na próxima edição eles estavam lá, afinal a Microsoft e a Sony estarão com plataformas novas no mercado e será importante fazer a divulgação de maneira mais direta. O fator negativo (como sempre) fica por conta dos preços praticados por algumas empresas dentro do evento, comer na BGS está fora de cogitação.

As atrações que você precisa conferir na BGS 2016

A principal feira de games da América Latina, a BGS, chega a sua  9ª edição com muitas novidades para os fãs de games e tecnologia. Entre os dias 01 e 05 de setembro, o público poderá conferir no São Paulo Expo os lançamentos dos principais jogos, participar de campeonatos e ainda levar para a casa o colecionável do seu game favorito.

Confira as atrações da BGS 2016 que você não pode perder:

  1. Novidades e lançamentos de games

O ponto alto da Brasil Game Show são os lançamentos e as novidades do mundo dos games. Nesta edição, alguns títulos importantes já confirmaram presença, como “Resident Evil 7”, “Gears of War 4” e “For Honor”. Também já estão garantidos na BGS 2016 “Steep”, game de esportes radicais de inverno da Ubisoft; o jogo de dança “Just Dance 2017”; “Forza Horizon 3”, que leva as pistas de corrida em mundo aberto para a Austrália; e “Batman Arkham VR”, experiência em realidade virtual do homem-morcego. Entre os destaques, provavelmente um dos mais aguardados para a feira é Horizon Zero Dawn da Sony.

 

  1. Brasil Game Jam

Na edição deste ano, a BGS terá um espaço voltado para a criação de games. 10 equipes de três estudantes universitários cada terão 48 horas para desenvolver um game do zero dentro da feira, em uma casa de vidro montada no São Paulo Expo. O espaço é apoiado pela Globo, o que deve garantir uma grande visibilidade para os vencedores, além de uma competição de alto nível.

 

  1. Loja de colecionáveis e presença de youtubers

A ToyShow, maior loja de colecionáveis da América Latina, participa pela segunda vez da BGS. Neste ano, a loja levará mais de cinco mil produtos diferentes entre Action Figures, estátuas, bustos, réplicas, artigos de decoração, camisetas, Legos e acessórios. Marcas cobiçadas pelo público, como Marvel, Dc Comics, Star Wars, Bandai, Sideshow, Hot Toys, DTC e Funko, também estarão presentes. Haverá no estande da loja um palco para entrevistas e tarde de autógrafos com youtubers. Os Irmãos Piologos e Júlio Cocielo, do Canal Canalha, já estão confirmados.

 

  1. Campeonatos de games com premiação

A BGS 2016 também vai organizar um campeonato de Counter Strike: Global Offensive do game mobile Clash Royale, que vai oferecer até R$ 10 mil aos vencedores. Além deles, algumas produtoras realizarão torneios fora da Brasil Game Cup, como é o caso da CD Projekt RED que vai convidar seus visitantes em um torneio de GWENT.

 

 

Serviço – BGS 2016

Quando: 1 a 5 de setembro

Onde: São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – São Paulo/SP

Horário: 13h às 21h

 

Balanço geral da Brasil Game Show 2015

A Brasil Game Show foi encerrada na última segunda-feira (12) e reuniu cerca de 280 mil visitantes ao longo dos cinco dias de evento (nenhum outro evento de games conseguiu tal feito em terras tupiniquins). O saldo foi extremamente positivo, afinal de contas a organização conseguiu captar cerca de 70 toneladas de alimentos não perecíveis, que serão doados para a Casa de David, instituição que cuida de pessoas com deficiência intelectual, física e autismo. Além do numero gigantesco de pessoas e de alimentos, o evento contou com a participação de centenas de empresas ligadas ao ramo dos jogos eletrônicos e tecnologia.

Um dos grandes destaques (como não poderia deixar de ser) foi o estande da Microsoft, que reservou seu grandioso espaço para divulgar a melhor linha de jogos da história do Xbox. Entre as novidades estavam Forza 6, Halo 5: Guardians, Rise of the Tomb Rider,  Metal Gear Solid V: The Phantom Pain, Batman: Arkham Knight, Mad Max, Final Fantasy XV, , Cuphead, Rock Band 4, Killer Instinct Season 3, FIFA 16, Mortal Kombat X, entre outros.

O espaço da gigante americana estava bastante movimentado com fãs testando os mais diferentes jogos possíveis. Havia um espaço parecido com a dashboard do Xbox onde os visitantes podiam tirar fotos e posteriormente a equipe da Microsoft disponibilizaria as fotos para os fãs. Também foi montado um palco e um telão no estande, onde ocorriam desafios de jogos e apresentações de dança com o boneco de Cuphead. Rise of the Tomb Raider foi apresentado à portas fechadas e até havia uma garota com cosplay da Lara tirando fotos com os fãs. Ah, vale lembrar que o chefe da divisão Xbox, Phil Spencer esteve pessoalmente no estande para apresentar os jogos, receber a imprensa e até tirou fotos com fãs.

Quem também fez bonito foi a Sony com seu bonito estande para promover os próximos lançamentos do Playstation 4. Entre os jogos destacados estavam Dark Souls 3, Horizon Zero Dawn, o lindo Star Wars Battlefront,  Street Fighter V, Cavaleiros do Zodíaco: Alma dos Soldados, Uncharted: The Nathan Drake Collection, Pro Evolution Soccer 2016. O estande da Sony estava repleto de consoles fabricados aqui mesmo no Brasil, a fim de mostrar que a fabricação local está a todo vapor e tudo está indo bem.

O estande da gigante japonesa foi um dos mais concorridos da feira e andar por lá era uma tarefa heroica. Na área do palco principal houve uma grande surpresa para o público graças à participação do Yudi Tamashiro, que fez questão de relembrar seus tempos de Bom Dia e Cia, onde ele ganhou fama sorteando o Playstation 2 e Playstation 3.

No estande da Warner/EA não faltou animação, tudo graças aos badalados como FIFA 16, Star Wars Battlefront, Street Fighter 5, Need For Speed,LEGO Marvel Avengers, Mortal Kombat X, Batman Arkham Knight, Mad Max, Mega Man Legacy Collection, Resident Evil Origins Collection, além de títulos para dispositivos móveis. Street Fighter V, aliás, foi considerado por muitos como o melhor jogo da feira. No espaço da Warner tinha espaço também para um carro estilizado com o logo de Need for Speed, que também estava jogável.

A Activision não perdeu tempo e reservou seu espaço para divulgar o novo Call of Duty Black Ops 3, Guitar Hero Live e a expansão Destiny: O Rei dos Possuídos. As filas para jogar Guitar Hero estavam bem longas, mas ninguém estava reclamando.

Outra empresa que marcou presença foi a Ubisoft, que levou para a feira os seguintes jogos: Just Dance, Rainbow Six: Siege, Assassin’s Creed Syndicate e Tom Clancy’s The Division. O espaço dedicado a Just Dance era um dos mais celebrados pelos fãs, pois a Ubisoft organizou uma competição local para definir a última vaga para a final da Copa do Mundo de Just Dance. Os jogadores mais jovens puderam se divertir bastante no grande espaço dedicado à Minecraft, o jogo da Mojang que é um dos mais populares de todo o mundo.

Para os jogadores de PC não faltou tecnologia de ponta, graças aos estandes da Razer, Hyper X, Nvidia e Mad Catz. Teve até um espaço da DX Racer com cadeiras confortabilíssimas 0para gamers. Jogadores de PC tiveram vez, pois essas empresas trouxeram o que há de mais tecnológico no ramo de placas e processadores.

Quem queria fazer compra de jogos podia conferir as promoções da Saraiva ou da Americanas. Pena que a Nintendo não tem mais participação no Brasil, pois não era possível encontrar os jogos para Wii U em parte alguma. Na área dedicada aos Arcades formavam-se filas para testar os jogos que fizeram história ao longo dos anos. Street Fighter 2, as variações de King  of Fighters, Tekken, jogos de corrida de carros e de motos, enfim, tinha um pouco de tudo por lá.

Esse espaço até parecia uma casa de fliperama com a vantagem de que não era necessário pagar fichas para jogar. Tinha até um “jogo de botcha” para os mais entusiastas. Para completar o clima retrô, havia uma exposição de consoles antigos mostrando a evolução dos videogames desde a primeira geração.

Na área dedicada aos desenvolvedores independentes haviam jogos para todos os gostos, desde o futebol de botões da SmyOwl até as pipas da Maiworm. O espaço dos indies era grande e bem localizada, diferente do ano passado. Deste modo, os fãs de jogos eletrônicos encheram os corredores e estandes das produtoras nacionais. Os games apresentados lá estavam em ótimo nível de produção e o GameReporter vai abordar a maior quantidade deles em postagens futuras.

A novidade ficou por conta dos estandes localizados em outro pavilhão do Expo Center Norte: havia um estande do Youtube, onde passavam youtubers populares; a área da da Brasil Game Cup (com um torneio de Dota 2); a área de Cosplay Meeting para facilitar o encontro com cosplayers badalados; e um espaço chamado Meet & Greet que permitiu a interação entre os jogadores e personalidades da indústria como Yoshinori Ono (Street Fighter) e a Kenya Sommerfeld (apresentadora da BGS).

Por fim, a BGS mostrou-se ser um acontecimento da cultura pop e já está no calendário dos grandes eventos do Brasil. Marcelo Tavares, criador da feira, já confirmou a edição 2016, porém ocorrerão algumas mudanças. De acordo com Marcelo, a edição 2016 ocorrerá no mês de setembro e o local também será alterado: será no São Paulo Expo, o mesmo local onde ocorre a Comic Con Experience, na zona sul da cidade. De acordo com o executivo, as mudanças visam a melhoria do evento, contudo um dos maiores elogios da edição 2015 foi justamente o espaço do Expo center Norte.

Galeria de fotos da Brasil Game Show

Playstation 4: os 10 melhores games exclusivos para 2015

O ano de 2015 tem sido excepcional para o Playstation 4 , que mês a mês vai acumulando vendas expressivas e mantendo-se à frente de seus concorrentes, o Xbox One da Microsoft e o WiiU da Nintendo. É claro que tais vendas não podem se sustentar sem que a pltaforma continue recebendo muitos jogos de peso.

Se você ainda não comprou um Playstation 4, mas está pensando se deve investir ou não, aqui vai uma lista dos principais exclusivos da plataforma para a temporada. Além dos jogos listados abaixo, o console da Sony ainda vai receber versão de títulos bastante aguardados como The Witcher 3 e Batman Arkham Knight. Então fique de olho, pois o ano promete ser muito positivo para os fãs da Sony.

10 – Alienation – Housemarque

Alienation é um dos jogos mais promissores do Playstation 4, afinal ele é da produtora Housemarque, os mesmos criadores de Resogun e Dead Nation, dois títulos bastante elogiados pela crítica. O novo game exclusivo do PS4, aliás, parece ser a evolução de Dead Nation.

Basicamente temos um shooter em terceira pessoa sob perspectiva isométrica com muito tiroteio e explosões. As armas são bastante variadas e os combates parecem ser extremamente divertidos, graças à variedade de armas híbridas e alienígenas. De acordo com a desenvolvedora, o título terá um foco nas partidas multiplayer, de modo que o modo online suportará partidas co-op ou versus. Poucos detalhes foram revelados sobre a obra, mas o pouco que foi divulgado indica que o game será um dos melhores jogos indie da temporada.

9 – No Man’s Sky – Hello Games

Quem nunca olhou para o céu à noite e não teve vontade de viajar pelo espaço, descobrir novas estrelas e planetas? A maioria de nós vai morrer e jamais vai ver outro planeta pessoalmente, mas pelo menos vai dar para matar um pouco essa vontade com o jogo No Man’s Sky da Hello Games. Trata-se de um ambiente aberto à exploração em que o jogador pode ir onde quiser com sua nave espacial.

A princípio os jogadores podem explorar a vastidão do universo, conhecer novos ecossistemas e vivenciar batalhas espaciais. Aparentemente o jogo não tem missão definida, de modo que a graça é explorar os milhares de planetas que foram prometidos pelos desenvolvedores. O título opera tanto no modo online, quanto no modo off-line, porém o modo multiplayer é o grande chamariz.

A proposta é ambiciosa, porém há algumas questões que devem ser levadas em conta: sem um desafio definido, será que a comunidade não vai se cansar de ficar simplesmente viajando e viajando sem rumo ou objetivos? Certamente que a equipe da Hello Games deve ter pensando em alguma coisa para que o jogo não fique maçante. Ah sim, vale dizer que muitos jogadores torcem para que No Man’s Sky tenha suporte para o Morpheus da Sony.

8 – Grim Fandango Remastered – Double Fine Productions

Muita gente costuma brincar que a atual geração de videogames é a casa das remasterizações, mas a verdade é que algumas dessas novas versões são mais do que benvindas pela comunidade. Um exemplo é Grim Fandango, um dos grandes clássicos do gênero Point & Click. O game foi produzido pela extinta Lucas Arts no ano de 1998 para computadores.

Durante a E3 2014, a Sony anunciou que o game receberá uma versão melhorada para o Playstation 4. Isso foi possível porque Tim Schaffer, o diretor do game, adquiriu os direitos da obra junto à Disney. Ele coordenará o projeto em sua empresa, a Double Fine. Quem jogou sabe que a obra é bastante envolvente, explorando a cultura e lendas mexicanas e uma boa dose de humor. É a chance de quem não conheceu a história de Manny Calavera, a morte encarnada, que está em uma jornada para desvendar uma rede de corrupção no Mundo dos Mortos e salvar a aparentemente inocente Mercedes Colomar.

7 – Eve Valkyrie – CCP Games

Eve Valkyrie provavelmente não terá vendas expressivas, mas tem tudo para ser um jogo de impacto para o Playstation 4, afinal ele é o primeiro grande título desenvolvido para o Project Morpheus, o óculos de realidade virtual da Sony. Em suma, os vídeos e imagens reveladas do game não mostram muito: basicamente você estará no comando de uma nave espacial e terá de encarar combates insanos contra espaçonaves inimigas. Tudo num clima que lembra as batalhas de Star Wars.

A graça mesmo está em ver como o Morpheus será utilizado no game. Esta será a primeira impressão de como o acessório da Sony se comporta, logo o bom desempenho do game é essencial. Além disso, pode ser a primeira oportunidade de um jogo eletrônico trazer a real sensação de imersão dentro de um jogo. A CCP Games também adiantou que o título ganhará uma versão para PCs com suporte ao Oculus Rift.

6 – Until Dawn – Supermassive Games

Atualmente poucos estúdios investem no gênero terror. Os motivos para isso pode ser creditado ao desinteresse da comunidade pelo gênero e as vendas aquém do esperado das últimas incursões de franquias de peso como Silent Hill, Resident Evil, entre outros. Evidentemente essas franquias já não representam o mesmo horror psicológico de outrora, porém o fato é que aqui temos um gênero em baixa.

Um dos poucos estúdios a tentar revitalizar o gênero e conquistar a simpatia dos fãs é a Supermassive Games, que anunciou o jogo Until Dawn originalmente para o Playstation 3. Após alguns contratempos, a desenvolvedora e a Sony decidiram levar o game para o Playstation 4. Na trama temos oito jovens que decidem passar a noite em uma cabana durante as férias. A paz dos jovens é abalada com o surgimento de um assassino em série que começa a caçar os adolescentes.

O game parece uma mistura de Pânico e Halloween, porém com um tom mais dramático e repleto de clichês. A jogabilidade abusa de tomadas de decisões por parte dos jogadores, de modo que em alguns instantes você deve escolher entre confrontar o serial killer ou fugir. A narrativa, aliás, é o ponto forte: parece até que a Supermassive tentou fazer algo digno da Quantic Dream. A dúvida mesmo é se o jogo conseguirá assustar os jogadores, além de entretê-los por algumas horas.

5 – Disgaea 5: Alliance of Vengeance – Nippon Ichi Software

Os fãs do RPG tático Disgaea precisarão de um Playstation 4 se quiserem jogar a nova investida da franquia. Produzido pela Nippon Ichi Software, o título tem como conceito central a ideia de vingança. Após devastar o mundo, o demônio Void Dark assume o controle do mundo, causando destruição e morte onde suas tropas passaram. Cabe ao jogador comandar as forças de resistência, cujo objetivo é livrar o mundo de Void Dark e vingar as perdas ocasionadas por ele.

O grande macete é que o jogo estará mais tático e terá muitos elementos de administração de personagens. Há, por exemplo, uma espécie de Daycare de Pokémon em que você deixa seus companheiros enquanto parte em sua aventura. Posteriormente você pode recrutá-los novamente e quando fizer isso, verá que eles ficaram mais fortes e habilidosos. Se você deixa mais de um deles na fazenda, pode ocorrer de gerar um terceiro personagem, que também pode ser recrutado para as batalhas.

Outra novidade é a Refinery, um local onde os itens podem ser forjados e utilizados nas lutas. Sim, a customização estará em alta no jogo, de modo que até mesmo o posicionamento dos NPCs pode ser definido, além das armas e habilidades. A produtora ainda deu pistas que o streaming e a interação entre os jogadores serão incentivadas, de modo que itens extras podem ser adquiridos a cada streaming e compartilhamento em massa pela comunidade de jogadores.

4 – The Order 1886 – Ready at Dawn

The Order 1886 surgiu de maneira sorrateira e conseguiu chamar as atenções do público, mesmo em meio a tantos títulos que o Playstation vai receber neste ano. Na trama o jogador acompanha a saga d’A Ordem, uma organização criada pelo mítico Rei Arthur, cujo objetivo é confrontar criaturas hostis que estão ameaçando a paz da Londres vitoriana. No quesito jogabilidade, temos algo que remete à Gears of War, porém com muita firula visual. Sim, o visual é o ponto alto do game.

O clima soturno da Londres vitoriana dá o tom do que os jogadores devem esperar. São muitos monstros que devem ser combatidos ao longo do jogo. O interessante é que a Ready at Dawn não se restringiu a fazer um jogo simples, mas sim tentou inovar ao adicionar elementos cinematográficos (a tela até recebe os cortes em cima e embaixo). Entretanto nem tudo são flores: devido à semelhança entre The Order e Gears of War, muita gente torceu e ainda torce o nariz para o título da Sony.

Ainda que a recepção tenha sido mista, muita gente diz que o game surpreende e tem tudo para ser um dos principais títulos do ano. Há ainda quem aposte que The Order é uma nova franquia que receberá muitas sequências nos anos vindouros.

3 – Silent Hills – Kojima Productions

Quando Hideo Kojima e Guillhermo Del Toro colocaram as mãos na franquia Silent Hill, a comunidade entrou em frisson. O motivo é que esses dois profissionais já deixaram mais do que claro que possuem a habilidade de surpreender e sempre estão elevando o padrão de suas obras ao máximo possível. Metal Gear Solid revolucionou a indústria na geração 32 bits, Pacific Rim arrebatou os fãs de cinema.

A demo foi lançada há algum tempo e o que ele trouxe demais foi a real sensação de horror psicológico como não se via há algum tempo. A jogabilidade é em primeira pessoa, o que deixa dúvidas sobre a direção que o jogo tomará. Será que o título será todo desta perspectiva? Pouco provável, afinal o ator Norman Reeds foi escalado para protagonizar o jogo (e não apenas na dublagem, mas também na captura de movimentos).

Outra dúvida é se Silent Hills (nome provisório) será exclusivo do Playstation 4. As apostas são que o Xbox One terá uma versão mais cedo ou mais tarde, porém até o momento somente há a confirmação da versão para o console da Sony. Ainda que poucos detalhes tenham sido revelados, a comunidade e fãs de Silent Hill estão animados com o futuro e visão que Kojima podem empregar à série.

2 – Bloodborne – From Software

Sucessor espiritual da franquia Demon’s Souls e Dark Souls, Bloodborne é uma das maiores apostas da Sony para o ano. A From Software (mesma produtora dos jogos citados anteriormente) manterá muitos dos elementos de seus jogos anteriores, tais como os elementos de RPG, combates rápidos e boa dose de dificuldade.

Os jogadores são colocados na terra fictícia de Yharnam, uma cidade em ruínas que pode abrigar um poderoso recurso natural que serve como cura milagrosa para diversas doenças. O jogador é um dos peregrinos que vão até as ruínas de Yharnam em busca de tal medicamento, porém, ao chegar ao local, descobre-se que o local está maculado por uma doença endêmica que transforma os habitantes em criaturas violentas. A partir daí a missão é sobreviver ao passo em que se busca a cura para os males do mundo.

O lançamento de Bloodborne está próximo e muitos dos jogadores e da imprensa estão ansiosos pelo título. E não é por menos: os RPGs da From Software demonstram um cuidado especial para com detalhes mínimos e a ambientação baseada na história de Drácula são imperdíveis.

1 – Uncharted 4: A Thief’s End – Naught Dog

Uncharted desponta para o Playstation 4 como o maior e mais importante exclusivo confirmado para o ano. Mais do que a continuação da principal franquia da Naught Dog, Uncharted 4 é um dos principais lançamentos do ano. As promessas são muitas: gráficos realistas, momentos cinematográficos de tirar o fôlego, jogabilidade incrível e uma conclusão épica para a história de Nathan Drake.

O game também é uma oportunidade de aumentar as vendas do sistema da Sony e tornar-se o primeiro “must buy” da plataforma. As apostas são altas. De acordo com a Naught Dog, Uncharted 4 manterá cenários lineares, porém com mais espaço a ser explorado. Uma das maiores expectativas é em torno de Sam, o irmão de Drake, que torna-se um NPC de companhia, tal qual ocorre com Ellie em The Last of Us.

A febre do PS4

Lançado em novembro de 2013 no Brasil, o PlayStation 4 tornou-se um dos videogames mais cobiçados pelos amantes de jogos que mesclam realidade e ficção. O console da Sony chegou com 8GB de Ram, leitor de Blu-ray e sensor de movimentos embutido no controle que garante performances mais precisas, sensor touch screen e botão para compartilhamento.

Um dos motivos para a “febre” do PS4 foi o lançamento de jogos exclusivos, como o Drive Club e In Famous: Second Son que já figuram na lista dos preferidos do público gamer. Além desses, há os opções de jogos de outras plataformas como o aclamado Assassin’s Creed IV e Call of Duty: Ghosts.

É válido frisar que a Sony resolveu investir em novas aplicações e serviços para os amantes de vídeo game, trazendo o PlayStation App que contribuiu para a fama do PS4 em curto período de tempo.
O aplicativo permite que os jogadores transformem seus smartphones ou tablets em uma segunda tela para melhorar a jogabilidade. Sem dúvidas, uma inovação surpreendente em relação ao PS3. E, claro, bem recebida pelos gamers que estão sempre à espera de mais emoção e realismo em cada partida.

Vendas do PS4 em 2014

A força dos consoles da Sony estão nos games exclusivos, segundo a opinião do público. Conforme levantado pela própria empresa, as vendas dos jogos de PS4 já ultrapassaram 10 milhões de unidades em todo o mundo. Tal número foi consolidado pela companhia em agosto, que o anunciou como o crescimento mais forte desde o surgimento do Play Station.

Apenas em jogos, a venda alcançou 30 milhões logo após a chegada do PS4 ao mercado. Com esse “boom” em vendas, a Sony já aproveitou para avisar que novos títulos estão vindo por aí.

Outros recursos também deverão ser integrados ao PS4, em breve. Um dos principais objetivos é permitir que imagens do console possam ser diretamente enviadas para o YouTube e Share Play, possibilitando que jogadores que estejam em lugares distintos interajam em tempo real.

Lançamentos para 2015

A Sony prevê o lançamento dos seguintes títulos para 2015: BloodBorne, A Thief’s End, The Order 1886, Rime, Deep Down, Everybody’s Gone to the Rapture, No Man’s Sky, Wild, Hellblade, Until Dawn dentre outros.

O público gamer poderá esperar, ainda, pela reserva da produção das grandes franquias Gran Turismo, God of War e The Last of Us em 2015.

Fonte: Mais Game

Top 10: os melhores momentos da E3 2013

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A E3 2013 foi uma das mais espetaculares de toda a história, afinal tivemos conferência bem acaloradas, principalmente da parte da Sony e da Microsoft que não mediram esforços para provar que seus novos sistemas valem o investimento quando forem lançados no final do ano. Para isso, mostraram vários jogos exclusivos e funcionalidades interessantes para seus consoles.

Muitos costumam dizer que empresa “tal” venceu a E3, balela em minha opinião. Quem venceu foram os jogadores que agora possuem vários prós e contras antes de adquirir sua nova plataforma. De qualquer forma, isso não quer dizer que a E3 não tenha tido seus momentos mais brilhantes. Resolvemos eleger nossos 10 momentos favoritos da maior feira de games do mundo. Confira:

10 – Battlefield 4

Era mais do que esperado que o novo shooter da DICE fizesse sua aparição, porém a forma com que ele apareceu realmente foi de deixar muita gente de boca aberta. Para delírio da plateia, a produtora mostrou nada menos que 64 jogadores em uma guerra total ocorrendo em cenários urbanos. Como se não bastasse, o visual de está de tirar o fôlego. Quem assistiu sentiu a sensação de “eu quero isso”.

9 – Killer Instinct

Quando a Microsoft anunciou que iria mostrar sua nova “Caixa X” durante a E3 2013 as pessoas estavam um tanto quanto céticas do que estava por vir, principalmente depois da primeira aparição do novo console. A Microsoft já havia sinalizado que iria mostrar vários jogos, mas ninguém poderia imaginar que depois de quase 15 anos Killer Instinct fizesse seu retorno triunfal. Foi bem bonito e empolgante ver como o jogo se encontra em seu estado atual. O breve teaser serviu para reavivar várias lembranças da juventude, nos tempos em que a Rare era uma das melhores produtoras do mundo. Este momento poderia ter ganhado uma posição melhor em nosso ranking não fosse revelado que o jogo é de graça, mas todos os personagens exceto Jago serão pagos. Microsoft não seria melhor lançar o jogo completo e cobrar o preço normal? Posteriormente você poderiam fazer igual a Capcom e cobrar por conteúdos adicionais…

8 – Metal Gear V: Phantom Pain (e Hideo Kojima surgindo mais uma vez no palco da MS)

Hideo Kojima, o mítico produtor da franquia Metal Gear, tomou mais uma vez o palco da E3 para anunciar uma nova entrada de sua franquia milionária. A contragosto de quem já associou a série à marca Playstation, Kojima apareceu no palco da Microsoft, assim como ocorreu na época do anúncio de Metal Gear Rising. Desta vez, ao invés de um jogo à parte da série principal, o produtor foi ao evento para revelar muitos detalhes de uma nova aventura do lendário Solid Snake. Pelo trailer deu pra ver que o game será nada menos que épico.

7 – Versus XIII é XV e Kingdom Hearts III existe mesmo!

Se você vê a Square Enix em algum evento, o que você espera? Sim, algo relacionado a Final Fantasy. Desta vez a Publisher nipônica mostrou aquele que era conhecido como Versus XIII, àquele jogo que já estava no status “lendas da internet”. O título foi apresentado de forma triunfal, e depois de muito CG (ao melhor estilo Nomura). Ao que parece os combates serão muito dinâmicos e os gráficos estão de matar. Para surpresa de muitos, Versus XIII tornou-se FFXV, mostrando que a Square considerou que o título não deve ser associado a FFXIII (ah, será que devemos esquecer todo aquele blá blá blá de 2006 quando anunciaram a tal Fabula Nova Crystalis?).

Quando a grande bomba parecia já ter sido detonada, eis que mais uma franquia de peso resolveu dar as caras no evento: Kingdom Hearts 3 ressurgiu após 7 anos desde o lançamento de seu antecessor, mostrando que nada daquilo que foi prometido, foi esquecido. O teaser não revelou nada, porém deu pra notar que Sora estará envolvido novamente também para entusiasmar os fãs da franquia. A despeito do que a apresentação deixou parecer, o game não é exclusivo das plataformas da Sony. Uma pena que a atual geração não viu um Kingdom Hearts

6 – Mega Man vs Mario

Apesar de ter sido bastante humilde, a apresentação da Nintendo na E3 foi boa e serviu pra mostrar que coisa boa vem aí, deixando claro que a Big N tem muito gás para manter a chama do Wii U acesa. Em um desses momentos de brilhantismo, pudemos ver o simpático robô azul da Capcom surgir na apresentação. O mais estranho (e a melhor parte dessa história) foi que a aparição de Megaman foi para encarar o Mario no novo Super Smash Bros para Wii U (e também para o portátil 3DS). A aparição de Megaman não foi como muitos esperavam (em um novo game próprio), porém serviu para matar as saudades de um dos personagens mais icônicos de todos os tempos. A pergunta que não quer calar: será que depois de correr com o Sonic, o bigodudo da Big N também tem peito para encarar o Megaman?

5 – X

Você conseguiu jogar Xenoblade? Ele foi um dos últimos títulos lançados para o Wii. Se sim, parabéns, pois você jogou um dos melhores jogos já criados para o console revolucionário. Mas a coisa não termina aí, agora é a vez do Wii U receber a franquia, rebatizada apenas de “X”. O jogo é fruto dos mesmos criadores da obra mencionada anteriormente, ou seja, espere por um game de visual incrível e uma proposta bastante promissora de jogabilidade. Sem dúvidas este foi um dos melhores momentos desta E3.

4 – Saúdem a Estação de Jogos 4

Da parte da Sony o que mais era esperado sem duvidas era a primeira aparição pública do PS4. E a promessa foi cumprida para matar a curiosidade da comunidade sonysta.  O novo console mostrou-se não apenas um titã em suas configurações, mas também em dimensões: ele é grande. Como se não bastasse, ele possui um design questionável, principalmente pelo escarcéu que a comunidade fez depois de ver o design do Xbox One (as duas plataformas têm algumas similaridades). De qualquer forma, consideramos o aparelho bem simpático e certamente apostamos que ele vem ai com muitos jogos pra dar e vender (principalmente vender).

3 – Indie Games para PS4

Se por um lado a Microsoft não deu muita bola para os criadores de jogos independentes, por outro a Sony não se fez de rogada e mostrou que vai dar suporte a esses criadores no Playstation 4. Faz todo o sentido: games indie estão ganhando cada vez mais espaço. Foi muito agradável ver a Sony dando alto suporte para este tipo de desenvolvimento, pois além de jogos AAA que já foram anunciados, a empresa garantiu que haverá muitos jogos “menores”. Se você curte jogos indie, já sabe uma plataforma que vai apoiá-los.

2 – A segunda chance de Mirror’s Edge

Quem jogou o primeiro Mirror’s Edge sabe que o título não é lá essas coisas. Além disso, games com o conceito apresentado por ele costumam ficar apenas no primeiro titulo, mas sempre existem jogadores que gostam de coisas diferenciadas e fazem coro por uma nova empreitada. Mostrando que dá ouvidos aos seus consumidores e que todos merecem uma segunda chance, a Electronic Arts anunciou o segundo jogo da série. O melhor (ou não): somente será lançado quando tudo estiver pronto (quer dizer que o primeiro não estava?).

1 – A grande trolada da noite

A conferência da Sony estava sólida o bastante, apesar de alguns momentos bem bocejantes. Falava-se sobre o Playstation 4 aqui e ali, mas sem tocar no fator preço. Eis que ao estilo “Serginho Malandro”, um slide bastante sugestivo revelou: US$ 399, mostrando que o preço americano será similar ao de outros continentes, como o europeu. O preço é menor que o preço do Xbox One, o que garantiu alguns aplausos para a Sony. Como se não bastasse, outro slide gigante revela que o Playstation 4 terá suporte a jogos usados, ao contrario da sua concorrente direta. Mais aplausos e ovações.  E foi assim que se encerrou uma baita apresentação da Sony na E3. Mas, se houve um momento digno de ficar registrado na memória foi o vídeo mostrando como se empresta jogos no novo console:

Colaboração: Victor Candido

 

E3 2013: resumo da conferência da Sony

PlayStation logo

A última conferência de imprensa a ser exibida na segunda-feira foi a da Sony. Além de anunciar jogos pro PS Vita, PS3, PS4, essa conferência teve a revelação de como será o PlayStation4, a Sony Entertainment e Sony Pictures anunciando que desenvolverão conteúdo exclusivo para o PS4, apresentação de vários jogos independentes e declaração sobre as políticas de uso da PlayStation Plus e de jogos usados.

PlayStation Vita:

A apresentação começou com uma sessão falando sobre o portátil da Sony, que é peça fundamental de seu ecossistema. Desde sua entrada no mercado, o Vita conta com 125 títulos lançados totalizando 650 jogos disponíveis.

Dentre os próximos lançamentos para o portátil, foram anunciados alguns títulos que são remakes de jogos antigos do PS2, como God of War 1 e 2 versão HD e Final Fantasy X e X-2.

Além dessas versões melhoradas, a Sony revelou também lançamentos para o PS Vita. Dentre eles, três jogos exclusivos para esta plataforma: Tearaway, desenvolvido pela Media Molecule (os criadores de Little Big Planet), Killzone: Mercenary e Destiny of Spirits, um RPG gratuito, baseado em turnos onde você cria seus espíritos para lutar com seus oponentes.

Outros títulos anunciados para o PS Vita são jogos que serão lançados também para o PS3 e/ou PS4, como: CounterSpy que também será lançado para o PS3 e Doki Doki Universe, um jogo gratuito que sairá também para o PS3 e PS4. Ambos os jogos possuem um visual bem interessante, cada um à sua maneira.

Outro ponto importante da sessão do PS Vita foi o anúncio que o DLC 400 Days da primeira temporada do jogo The Walking Dead da Telltale chegará para o Vita no meio do ano, inclusive com o lançamento de um bundle do portátil com a primeira temporada inteira além do DLC. 400 Days será um DLC que ligará a primeira com a segunda temporada do grande sucesso da Telltale e ajudará a matar a vontade / saudade de algumas pessoas.

Destes títulos, o que me chamou mais a atenção foi o jogo Tearaway, pela sua direção de arte extremamente rica além de suas mecânicas que parecem utilizar os sensores do Vita de uma forma bem interessante, pelo que é mostrado no trailer abaixo:

PlayStation 3:

Depois de sessão de seu portátil, foi hora da Sony dedicar um tempo pra falar de sua plataforma atual de games, o PS3. Começando por mostrar mais um trailer de The Last of Us, que será lançado oficialmente amanhã, dia 14/06, inclusive no Brasil.

Após esse jogo foi exibido o trailer de Puppeteer, que além de ter um visual bem bonito parece ser um bom jogo de plataforma, com uma temática um pouco mais adulta que Little Big Planet, dado que seu personagem usa uma tesoura como arma pra se defender dos inimigos.

O próximo jogo anunciado foi Rain que além de mostrar no seu trailer uma mecânica de interação bem interessante com a chuva estando diretamente relacionada com a história do jogo, possui uma música que é emocionante. Esse foi um dos títulos da conferência da Sony que eu mais gostei.

Depois deste jogo “alternativo”, foi revelado um novo trailer do jogo BEYOND: Two Souls. Esse título foi revelado na E3 do ano passado e não se sabia muita coisa sobre ele até então exceto que a protagonista é a Ellen Page e que a tecnologia de reconhecimento facial de BEYOND é bastante realista.

O novo trailer explora muito da história e jogabilidade do jogo, revela o passado militar de Jodie Holmes (personagem de Ellen Page) e que ela é enviada para uma missão secreta em um país na África. O que foi mostrado nesse trailer não lembra em nada o trailer do ano passado. Mas isso não é necessariamente ruim. Contanto que o foco do jogo seja na história e não na mecânica de combate. Como BEYOND: Two Souls está em desenvolvimento pela Quantic Dream, o mesmo estúdio responsável por Heavy Rain, acredito que isso não será problema.

BEYOND: Two Souls será lançado no dia 08 de Outubro de 2013.

Outro jogo um pouco polêmico é o próximo título do Batman, Arkham Origins, que ao contrário dos outros jogos da série não foi desenvolvido pela Rocksteady. Esse jogo se passará antes dos acontecimentos de Arkham Asylum e Arkham City e terá um Batman mais novo, um pouco inexperiente, como você pode ver no trailer abaixo.

Batman: Arkham Origins será lançado no dia 25 de Outubro de 2013.

A sessão do PlayStation 3 acabou com o trailer do principal simulador de corrida da plataforma, Gran Turismo 6. O sexto jogo da série traz novas pistas, dentre elas: uma planta de energia solar localizada em Sevilha, na Espanha; um circuito na Califórnia e um trajeto montanhoso pela Suíça.

Além destas pistas, Gran Turismo 6 também conta com novos carros, como você pode ver neste post (em inglês), detalhando cada uma das novas adições dos carros e trajetos desta franquia.

Antes de falar sobre o PlayStation 4, a Sony anunciou que o PS3 terá um bundle que virá com o console (versão de 500 GB de HD), o jogo GTA V e um headset com design personalizado do jogo. Esse pacote custará US$ 299.

Grand Theft Auto V é um dos títulos mais aguardados desse ano e será lançado no dia 17 de Setembro de 2013.

PlayStation 4:

A parte final da conferência da Sony foi dedicada ao seu console da próxima geração, o PS4. No início desta sessão, o design do console foi revelado.

PlayStation4

Após a revelação do Hardware, houve uma rápida apresentação pelo CEO da Sony Entertainment e Sony Pictures falando que o PlayStation 4 terá um conteúdo exclusivo desenvolvido para esta plataforma. E que a funcionalidade de Music Unlimited e Video Unlimited, onde os gamers poderão comprar filmes, séries e música online, estará disponível no primeiro dia de funcionamento do console. Essa declaração foi bem similar ao que a Microsoft apresentou no dia 21 de maio, como você já leu aqui no Game Reporter.

O primeiro jogo revelado para o PS4 nesta conferência se chama The Order: 1886, uma nova Propriedade Intelectual da ReadyAtDawn, e é ambientado em uma Londres vitoriana Steampunk. No trailer abaixo, vemos quatro membros da Ordem chegando em Whitechapel, famoso bairro londrino graças a Jack o Estripador, onde lutam contra monstros que parecem lobisomens.

Foi anunciado também o próximo jogo da franquia Kilzone, Shadow Fall.

A Sony anunciou também um novo jogo de corrida, exclusivo para o PS4, que se chama Driveclub, e está em desenvolvimento pela Evolution Studios empresa mais conhecida pelos jogos da série MotorStorm.

Killzone: Shadow Fall, Drive Club e Knack (jogo com uma mecânica interessante você confere o trailer abaixo) são três jogos que estarão disponíveis para venda no dia do lançamento do PlayStation 4.

Outro título exclusivo para o PlayStation são os jogos da série InFAMOUS. E nessa conferência, foi anunciado o próximo jogo desta franquia, InFAMOUS: Second Son. Confira o trailer do jogo abaixo que mostra um pouco de sua jogabilidade.

InFAMOUS: Second Son tem previsão de lançamento para o primeiro trimestre de 2014.

A Quantic Dream (empresa responsável pelo BEYOND: Two Souls para o PS3, lembra?) revelou um tech-demo da capacidade gráfica do PlayStation 4 através do vídeo intitulado de The Dark Sorcerer: A Next Gen Comedy,  traduzido livremente para Feiticeiro Sombrio: Uma Comédia da Próxima Geração. Em um vídeo para o YouTube oficial do PlayStation, David Cage, o diretor da Quantic Dream, disse que esse vídeo não faz parte de um jogo (até que se decida o contrário) e serviu para os desenvolvedores testarem a capacidade do PS4, além de dizer que esse tipo de procedimento é normal na empresa.

Chegou a hora dos desenvolvedores independentes tomaram o palco do PS4. E eles não fizeram feio. O primeiro jogo independente revelado foi Transistor, um RPG de ação com uma temática de Ficção Científica do estúdio Super Giant Games, os criadores de Bastion. Destaque para a música chamada de “We All Become”, da trilha original do game.

Transistor será lançado em 2014 para o PlayStation 4 e para PC (via Steam).

Um aspecto extremamente importante do PS4 é que ele permitirá os próprios desenvolvedores a publicarem seus jogos e essa liberdade é algo que os desenvolvedores consideram muito importante, como a própria Super Giant disse em seu blog.

Desta forma, outros títulos independentes para o PS4 literalmente, tomaram o palco da Sony são: Don’t Starve (desenvolvido pela Klei Entertainment os criadores de Mark of the Ninja), Mercenary Kings, OctoDad, Secret Ponchos, Ray’s Dad, Outlast, Galak-Z, Abe’s Odyssee: New and Tasty, entre tantos outros como Contrast.

Após a sessão independente, o diretor da Square Enix veio ao palco e revelou dois trailers. O primeiro deles é sobre a série Final Fantasy. Final Fantasy Versus XIII que estava em desenvolvimento há um bom tempo agora se chama Final Fantasy XV e será lançado para o PlayStation 4 e para o Xbox One.

O outro trailer é de uma série querida por muitos e que também estava “abandonada” há um tempo, ainda mais com as diversas fusões pelas quais a Disney passou. Sim! Estou falando de Kingdom Hearts III que está em desenvolvimento e será lançado para o Xbox One e PlayStation 4.

Agora vamos a uma das maiores surpresas (pelo menos pra mim) da conferência da Sony: Mad Max. Desenvolvido pela Avalanche Studios (da série Just Cause), esse jogo será baseado no universo dos consagrados filmes estrelados por Mel Gibson, que se passa num futuro desértico e pós-apocalíptico. Mad Max será lançado para em 2014. Até o momento não foi especificado para quais plataformas.

Pra fechar a conferência da Sony, Jack Tretton, CEO da Sony Computer Entertainment of America ou simplesmente SCEA, veio ao palco pra falar sobre as políticas de uso do PlayStation 4. As declarações que deixaram a platéia bastante animada foram:

  • O PlayStation 4 suporta jogos usados e oferece liberdade para seus clientes revenderem seus jogos, emprestarem para os amigos, etc;
  • O PlayStation 4  não necessitará de conexão à internet a cada 24 horas para que você possa jogar;
  • Os consumidores que já possuem uma conta da PlayStation Plus poderão migrar essa conta para o PlayStation 4, podendo desfrutar dos benefícios do serviço para o PS3, PS4 e PS Vita pagando só uma mensalidade.

Um detalhe importante é que para se jogar multiplayer no PS4 será necessário ter uma conta da PlayStation Plus.

A última informação relevante da conferência é o preço e data de lançamento do console. O PlayStation 4 será lançado na época de Natal (até agora não há uma data definida) e custará US$ 399,00. Até o momento não há um preço definido para o lançamento oficial do console no Brasil.

**Além de tudo que foi dito neste post, a conferência da Sony também teve uma demo de Assassin’s Creed IV: Black Flag que deu pau duas vezes no palco, um vídeo com mais gameplay de Watch Dogs, trailer pro The Elder Scrolls Online (que terá o beta liberado primeiro para o PS4), trailer de Destiny e outras coisas não tão relevantes assim, como isso.**

E aí, o que vocês acharam da conferência da Sony na E3 2013?

Microsoft e Sony devem estar se perguntando: mas afinal, o que eles querem?

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Era dia 21 de fevereiro de 2013 e a internet estava sendo inundada de comentários acerca da revelação da Sony ocorrida no dia anterior sobre seu videogame de oitava geração. O Playstation 4 fora finalmente revelado. Vários vídeos de demos foram demonstrados, produtores davam vivas ao poderio tecnológico da nova máquina, jornalistas tentavam entender o que fora aquela revelação e os jogadores amontoavam a rede mundial de computadores com comentários pouco animadores.

“Onde está a cara do console?”, “Esses gráficos não impressionam tanto”, “O preço será exorbitante”, “Não é mais potente que um PC de ponta”, “Onde está a retrocompatibilidade?”, e por aí foi. Estava evidente que os expectadores estavam descontentes com a apresentação do PS4, apesar de considerarem as especificações técnicas promissoras. As frases mais coerentes diziam “esperemos para ver o que a Microsoft fará”.

Dia 22 de maio de 2013. As críticas a um console recém-revelado tomaram um ar mais agressivo. Desta vez o alvo era a Microsoft e seu Xbox One. “Parece um sintonizador de parabólicas”, “Restrição a jogos usados? Não poderei emprestar meus jogos?”, “E os games?”, “Verificação online a cada 24 horas? Mas eu não tenho internet”, “Onde está o apoio aos produtores indies?”. Parecia que a comunidade gamer pegou a Microsoft de Cristo naquele fatídico dia. Inclusive sites grandes como o Kotaku e o Gamasutra se apressaram a jogar as primeiras pás de terra no console que ainda nem chegara ao mercado.

Pouco depois, centenas de sites pela internet lançavam enquetes de “qual console é o melhor?”, ao que o Playstation 4 ganhava em disparada em todas as enquetes. “Se a primeira impressão é a que fica, então Microsoft, nem lance o seu console”, já diriam amigos jornalistas. O fato é que ninguém procurou ver as qualidades das plataformas, apenas os pontos negativos.

O que as fabricantes querem?

Ora vejam bem, se nem a Sony e nem a Microsoft agradaram 100% dos jogadores no primeiro momento, então o que elas deveriam fazer? Acredito que em algum lugar de Redmond há três executivos da Microsoft tomando um café tranquilamente e comentando como quem está falando de futebol: “Mas afinal o que eles querem?”. Ao mesmo tempo, há três executivos na Sony pensando: “Se não conseguirmos lucros dessa vez estaremos liquidados”.

Quando a Microsoft se lançou no mercado de videogames caseiros a ideologia estritamente seguida pela empresa era de criar uma marca de entretenimento para toda a família. Podemos constatar isso no primeiro Xbox que já vinha com um HD interno, suporte a quatro controles e leitor de DVD, acesso à internet para partidas online, entre outras opções. Ainda que não tenha se firmado como a caixa central da sala de estar, o Xbox tornou-se um exemplo de videogame à frente de seu tempo. Com o Xbox 360 a ideologia alcançou novos ares graças à maximização da Xbox Live, às novas funções do aparelho (vídeo, internet, música, games, chamadas de vídeo etc.). Se ele sintonizasse TV eu poderia deixá-lo ligado à TV direto e não precisaria mais do receptor de TV…

Jogar games era apenas uma das variadas funções do X360, isso explica o motivo do console possuir menos games exclusivos que a concorrência. Com o Xbox One a tendência será estritamente a mesma. Acesso ao Youtube, Netflix, Skype, TV, músicas, chat e todo tipo de traquitana que eu e você gostamos de fazer na frente do computador (e da televisão) serão possíveis no Xbox One. Com todas essas funções é óbvio que a plataforma iria sofrer em algum aspecto e ele é justamente a principal função da máquina: os games. A razão dessa posição é bem óbvia: a divisão de games da Microsoft representa apenas 4% dos lucros da companhia. Porque investir pesado em games se você pode aproveitar esta divisão para vender TV a cabo, internet, filmes, música, games, telefonia, serviços, etc.?

O Playstation 4 segue também a ideologia adotada pela Sony desde o PS1, que é criar o videogame mais tecnologicamente capaz que o dinheiro possa comprar. Ainda que na geração PS1 e PS2 ele não fosse o console mais poderoso, ele apresentava os games mais desenvolvidos de sua era (God of War e ICO que o digam). Dificilmente alguma empresa teria capital e peito para bolar plataformas tão desejáveis quanto os dois primeiros videogames da empresa. Isso para não citar as séries que moldaram a indústria como a conhecemos, como Final Fantasy, Resident Evil, Tomb Raider, Metal Gear Solid, entre tantos outros, que se não surgiram no console da Sony, ao menos foram neles que se tornaram os monstros sagrados da indústria. Em suma, a Sony e a família Playstation tornaram-se sinônimo de videogame e jogos de qualidade.

Com o Playstation 3 a história seguiu adiante, ainda que em menor escala (em relação à superioridade). Tecnologicamente o PS3 não estava muito à frente do Xbox, mas já tinha funções que deixavam o concorrente pra trás como Bluray e o Chip Cell. O poderio tecnológico encareceu a plataforma e dificultou o desenvolvimento de games, entretanto a Sony seguiu adiante com seu plano de criar o aparelho de videogame definitivo. De entregar aos criadores de games a plataforma com menos limitações possíveis.

Com o Playstation 4 teremos novamente a mesma coisa: games em alta resolução aplicados às boas ideias provenientes da concorrência, ou seja, sensores de movimento, toque, multiplayer online, compartilhamento, entre outros. Para os gamers hardcore ao extremo não haverá outra plataforma mais desejável que o PS4, enquanto que para os amantes de serviços, que por acaso também gostam de videogame, não haverá nada mais cômodo do que o Xbox One no centro da sala de estar. Simples assim, encare os fatos.

Playstation 4: indo dois passos à frente

Agora voltando à pergunta que intitula este texto: o que a comunidade quer realmente? Gráficos de ponta? A resposta é o Playstation 4. E mesmo que os gráficos da plataforma não pareçam tão melhores que os do PS3 ou de um PC turbinado, resta esperar o tempo passar. Foi assim com o PS3, lembra? Basta comparar a primeira leva de games com os últimos títulos 1st party que chegaram ao mercado.

Imaginem como será a próxima geração de God of War ou algum game do Team ICO daqui alguns anos quando os desenvolvedores estiverem familiarizados com o sistema? Serão nada menos que fantásticos, na certa. Imaginem as possibilidades de jogatina com o novo controle e a nova câmera integrada. Ou então com a conectividade com o Vita. Tá aí uma baita oportunidade de melhorar as vendas do portátil e melhorar a biblioteca de jogos do aparelho de bolso. Com o PS4 e o Vita a Sony finalmente realizará os planos de criar dois consoles irmãos. E sabem do que mais, a maior parte do poder de processamento do PS4 estará dedicada a rodar jogos!

Claro que todo esse poder terá um custo, e certamente ele não caberá em todos os bolsos (como é de praxe). Além disso, a Sony ainda não garantiu nada que não fará algum bloqueio a games usados e tão pouco falou sobre os novos planos para a PSN. Então, antes de achar que o PS4 é mais “amigável”, é melhor pensar de novo. Afinal de contas videogames são negócios e a Sony não tem andado com boa saúde financeira ultimamente e o lançamento de um novo videogame costuma consumir algumas verdinhas do cofre. Entretanto, como já disse, o Playstation 4 será voltado à nata dos jogadores, àqueles que estão dispostos a investir numa máquina que tem tudo para durar por uns 10 anos no mercado.

Xbox One: todo o mundo do entretenimento num só lugar

Por outro lado, se a comunidade está esperando uma caixa faz tudo a escolha óbvia é o Xbox One, afinal de contas (assim como nesta atual geração), os games multiplataforma não serão muito diferentes entre as duas plataformas e de qualquer modo os games do Xbox One deverão ser bons o bastante. Alguém tem dúvidas de que com tanta memória e poder de processamento ele não é capaz de rodar um game do calibre de Heavy Rain da Sony? Até melhor, meus caros. O Kinect melhorado e o melhor controle já dão à Microsoft dois grandes trunfos para agradar tanto os party gamers quanto os jogadores hardcore.

Além disso, não podemos ignorar o fato que as grandes franquias não irão abandonar uma plataforma tão lucrativa tão cedo. Call of Duty: Ghost já é uma realidade. E se jogos multiplataforma não é a sua praia, não se preocupe: a Microsoft anunciou que investiu cerca de US$  bilhão com as novas IPS exclusivas, então só nos resta esperar que os produtores façam jus a tanto dinheiro aplicado em seus serviços. E por fim, o Xbox One deverá ser mais barato que o Playstation 4, então os gamers menos afortunados que não quiserem ficar de fora do jogo por muito tempo deverão recorrer a esta máquina.

É óbvio que a necessidade de acessar a Live todos os dias e a obrigação de pagar taxas por jogos usados chegam a ser abusivas. Entretanto temos de entender duas coisas que matutam na cabeça dos executivos da Microsoft: quem ainda não tem acesso à internet nos EUA? Poucos. Tão poucos que nem se deve considerar. Afinal de contas, se um rapaz tem dinheiro para comprar um Xbox, então é natural que também disponha de recursos para acessar a internet. Tem quem aposte que a Microsoft está se tornando uma gigante das telecomunicações graças ao Skype e a Xbox Live, será?

Não gostou do Playstation 4 ou do Xbox One? Tem a Nintendo, ué?

E por outro lado tem a Nintendo que aposta na tradição, inovação e suas franquias de peso. Apesar das vendas do Wii U terem sido modestas, ainda dá tempo da plataforma se recuperar antes da chegada dos concorrentes se Nintendo anunciar games que todos querem jogar na E3 2013. O Wii U não é um videogame como outro qualquer graças ao GamePad, que mescla o controle à um tablet. Do Wii U não precisamos nos alongar, afinal ele já está no mercado há algum tempo. Resta dizer que apesar das piadas reverberadas na web, a Nintendo ainda sabe das coisas. Não por acaso o Wii está alcançando a casa de 100 milhões de unidades vendidas, ficando á frente dos concorrentes PS360.

Menos reclamações e mais jogos, por favor!

O resumo deste cenário é que cada uma das três empresas bolou uma estratégia diferente. Cada uma corre em uma direção diferente. É até estranho pensar que essa é uma disputa de videogames como foi a geração 128 bits ou a disputa entre X360 e PS3. O que os jogadores querem? Ninguém pode responder pelo coletivo, mas eu sei o que eu quero e sei que uma das três empresas atende minhas necessidades, assim como tenho certeza que uma delas atende às suas necessidades e a dos seus vizinhos. No mais, tenho certeza que todas essas empresas sabem onde estão pisando e apostaram suas fichas após muitas análises de mercado.

Nesta geração temos três opções de compra, basta escolher o que melhor se enquadra na visão de nova geração de videogames. É melhor do que ficar reclamando que empresa X tem um videogame ruim, ou que empresa Y pisou na bola com uma nova plataforma. Faça sua escolha e torça pelos bons jogos, pois é isso o que nós todos esperamos, certo?

 

 

E aí, o que você quer?

Playstation 3 passa a ser fabricado no Brasil

PlayStation 3 no Brasil

As vésperas de lançar o Playstation 4 a Sony mostrou que ainda não esqueceu do seu atual videogame e tão pouco da enorme comunidade de fãs do Playstation no Brasil. Na noite de terça (07/05/2013), a gigante japonesa convocou toda a imprensa brasileira de games para anunciar com toda a pompa que o Playstation 3 será fabricado no Brasil e sofrerá redução de preço.

Com o slogan “O Brasil vive em estado Play”, a Sony trouxe nada menos que os executivos Andrew House, Mark Stanley e Jack Tretton para falar dessas novidades. A versão nacional será manufaturada na zona franca de Manaus e por isso o preço do aparelho fica em R$ 1099,00, exatamente R$ 300,00 a menos que a versão importada. Porém, vale destacar que várias peças do console vêm de fora, ou seja, o trabalho da fábrica em Manaus será basicamente de montar o produto final.

A versão que está em fabricação é a “super slim” de 250 GB, lançada ano passado, e chega primeira a São Paulo (já neste final de semana) e poderá ser encontrado na maioria das lojas varejistas, enquanto que os outros estados terão de aguardar um pouco mais. Serão duas versões vendidas por aqui, a primeira com o bundle de God of War Ascension e o outro só com o console. Ambos terão o mesmo preço.

Além do preço reduzido, o Playstation 3 nacional irá contar com a bem-vinda assistência técnica da Sony e suporte diretos da Sony a fim de evitar dores de cabeças dos jogadores. De acordo com a Sony, o lançamento nacional não é o único investimento da empresa no país. Na verdade a companhia nipônica  promete que em breve será mais frequente vermos títulos para a plataforma com localização para o território. Os primeiros anúncios neste sentido foram feitos ontem também: The Last of Us terá dublagem em português e GTA V terá legendas em português, algo inédito até então para a franquia da Rockstar.

Para trazer o videogame ao país, a Sony disse que fará um investimento de US$ 300 milhões, sendo que US$ 10 milhões serão destinados ao marketing. Ou seja, esperamos que a marca torne-se mais forte e divulgada no país. Apesar de todo o esforço, o Playstation 3 ainda está mais caro que o concorrente Xbox 360, vendido por R$ 900,00. De acordo com a Sony, o preço foi estipulado após muito estudo e esforço até chegar neste patamar.

No evento de lançamento do PS3 nacional, a Sony preferiu não falar muito sobre o Playstation 4. Entretanto Mark Stanley confirmou que ele chegará ao país no mesmo dia que chegar ao resto do mundo, porém não será fabricado no Brasil inicialmente.

Com este passo importante a Sony poderá disputar com a Microsoft a preferência dos jogadores em melhor condição, afinal o aparelho da empresa de Bill Gates já era fabricado desde 2011, fato que lhe valeu a simpatia dos jogadores daqui. Com o lançamento do PS3 nacional faz-se concerto a afirmação de que o Brasil é de fato um lugar muito importante para a Sony.

Playstation 3 fabricado no Brasil: