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E3: 43 milhões de pessoas no Facebook falaram sobre games durante o mês antes do evento

Podemos dizer que a E3 2017 foi um verdadeiro sucesso, em todos os aspectos. Afinal, pela primeira vez ela foi aberta ao público geral, as produtoras de jogos surpreenderam com suas novidades e novas tecnologias foram apresentadas. Em relação aos números, também não há de que reclamar: cerca de 68 mil pessoas de pessoas passaram pelos corredores do L.A Convention Center.

Em sua primeira participação na E3, o Facebook monitorou de perto as interações das pessoas relacionadas a conteúdos da feira americana. De acordo com a gigante da internet, cerca de 43 milhões de pessoas no Facebook falaram sobre games durante o mês antes do evento. O número expressivo serve como termômetro para mostrar o interesse crescente da comunidade gamer em relação às novidades e mostra que ao contrário do que se pensa este ainda é um setor bastante aquecido.

MicrosoftEste acompanhamento reforça o papel do Facebook para ajudar a comunidade a descobrir, assistir, jogar e compartilhar os seus games preferidos com as pessoas que mais gostam. O mais interessante é que o Brasil foi um dos países mais ativos em discussões sobre games e a E3, mostrando a força e o interesse dos brasileiros no mercado.

No mês que antecede os três dias do evento, registraram no Facebook sobre os novos jogos, consoles e as principais novidades do mundo dos jogos, incluindo a E3. Durante os últimos 30 dias, 35% das interações (curtidas, publicações ou comentários) partiram de mulheres, contra apenas 10% no ano passado. Isso demonstra o aumento do interesse das jogadoras em nossa plataforma.

SonyOs jogos mais mencionados nos sete dias antes da feira foram Fifa, Star Wars: Battlefront, State of Decay, Assassin’s Creed e Sea of Thieves. Isto significa que estes jogos tem tudo para se tornarem campeões de vendas quando forem lançados. Além disso, 22% das pessoas que interagiram, homens ou mulheres, têm pelo menos 35 anos de idade.

As empresas desenvolvedoras de jogos e as fabricantes de consoles também foram lembradas pelos produtores de conteúdo no último final de semana, depois das coletivas de imprensa: a Sony foi a mais citada na imprensa, seguida pela Microsoft, Electronic Arts, Ubisoft e Activision Blizzard.

“Este ano, mais do que nunca, estamos entusiasmados em ver o Facebook com uma participação maior na E3. Ao longo dos últimos meses, as pessoas de todo o mundo chegaram à plataforma para discutir e compartilhar os jogos que eles amam com as pessoas que lhes interessam”afirma Franco DeCesare, Head of Global Console & Online Gaming do Facebook. O executivo ainda comenta que a comunidade de jogadores continua a crescer e evoluir a cada ano “O Facebook é a voz da comunidade de jogos, com mais de 800 milhões de pessoas jogando pelo menos um jogo conectado ao Facebook todos os meses”, finaliza.

Abaixo você confere os melhores jogos da E3, segundo o UOL Jogos:

 

 

Exposição do Goethe Institut mostra games que resgatam questões políticas e sociais

Além de organizar uma divertida Game Jam com temática política, o Goethe Institut de São Paulo está organizando uma exposição de jogos com o mesmo viés político. O objetivo é mostrar que jogos eletrônicos são reflexo da sociedade na qual surgem e ao mesmo tempo, têm efeito sobre essa mesma sociedade. Deste modo, a exposição deve contar com jogos que trazem questões sensíveis como leis trabalhistas, consciência democrática, vigilância do Estado, conflitos armados e refugiados.

Também vale destacar que ao mesmo tempo, os games podem ser empregados para disseminar propaganda e ideologias, tal quais outras mídias que podem ser utilizadas em prol de interesses políticos. A mostra Games e Política do Goethe Institut deve mostrar o potencial político dos games para o bem e para o mal. É uma oportunidade para os visitantes exercitarem o próprio senso crítico e criar uma noção de que games não são meras imagens interativas, mas sim produtos com peso transformador.

Mais sobre a exposição Games e Política

A exposição ocorrerá no Centro Cultural São Paulo (Rua Vergueiro, 1000), em cooperação com o Festival de Jogos Independentes, o BIG Festival. De acordo com o Goethe, serão dezoito games digitais do mundo inteiro que resgatam algumas importantes questões sociais e políticas a fazer parte da exposição. Este espaço é interativo e foi possível graças a cooperação com o Zentrum für Kunst und Medien Karlsruhe (ZKM), e estará em cartaz de 24 de junho a 23 de julho. A entrada é franca e os visitantes poderão jogar os games no espaço da exposição.

A exposição também objetiva questionar as possibilidades e as fronteiras dos games, a fim de esboçar uma posição contrária dentro da indústria do entretenimento, desenvolvendo assim um potencial crítico. Em uma documentação que acompanha a mostra, especialistas em mídia e cultura, bem como desenvolvedores de jogos, falam sobre o potencial político dos games. Mais informações no site do Goethe Institut.

 

Serviço – Exposição Games e Política / Goethe Institut

Quando: 24 de junho a 23 de julho

Onde: Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro , 1000 – São Paulo, SP

Quanto: Gratuito

Mulheres falam mais de jogos sociais na internet

No último mês de agosto a empresa de pesquisa de mercado e social analytics, Airstrip, realizou um estudo sobre a indústria de jogos eletrônicos no Brasil e chegou a uma conclusão surpreendente: as mulheres falam mais de jogos sociais do que os homens. No resultado consoliddado, foram captados comentários a respeito do tema e verificou-se que as mulheres foram as que mais opinaram, com 66% dos registros.

Como não poderia deixar de ser, o hit Candy Crush foi o jogo social mais lembrado pelo público com mais de 15500 citações. Outros jogos bastante lembrados foram Pet Rescue e Farm Heroes, com mais de 8800 e 3700 registros, respectivamente. A capital paulista foi a que concentrou o maior número de jogadores, seguida do Rio de Janeiro e Porto Alegre. Por fim, os horários mais ativos de que discute jogos sociais na internet foi das 21 horas, mostrando que a novela não é nem de longe a preocupação de muitas mulheres.

Abaixo o infográfico do levantamento sobre jogos sociais:

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Imagem & Ação: o clássico do tabuleiro ganha versão digital

A Grow, lendária fabricante de jogos de tabuleiro, acaba de expandir seus negócios para o ramo de jogos eletrônicos. A primeira investida da empresa quarentona foi com a criação de uma versão para Facebook e dispositivos iOS e Android do clássico Imagem & Ação, jogo que foi lançado em 1989 e atingiu a marca de 3,5 milhões de cópias vendidas mundialmente.

Para entrar no mercado de jogos digitais a Grow criou uma nova divisão chamada Grow Digital e firmou parceria com a desenvolvedora Sioux. O jogo foi renomeado para Imagem & Ação Friends. Esta versão é apenas o primeiro de quatro lançamentos que a Grow programou para este ano e foi escolhido por ter grande apelo entre os jogadores sociais.

“Estudamos nosso portfólio e duas características nos fizeram escolher esse título. Imagem & Ação é um jogo baseado na interação entre amigos, por isso nos pareceu uma boa opção para obter sucesso na nova investida. Além disso, ele tem um público abrangente, que vai de crianças a adultos, e bem balanceado entre homens e mulheres”, disse Marcelo Rovai, Diretor Geral da Grow.

No game os jogadores jogam contra seus amigos enviando e recebendo desenhos que devem ser adivinhados, nada muito diferente da versão de mesa. A diferença é que você tem a opção de comprar itens, como paletas de cores e categorias diferentes para serem desenhadas. Basicamente é um game feito para se jogar entre amigos, ou seja, com a cara de uma rede social.

Há dois modos de jogo: o Grupos, onde você enfrenta vários amigos simultaneamente; e Desafio que coloca apenas você e um único amigo para disputar quem adivinha mais palavras em pouco tempo. Além disso, Imagem & Ação Friends conta com sistema de conquistas e mais de 4 mil palavras a serem adivinhadas. O game está disponível para download em duas versões: uma com publicidade e outra sem.

Você também por baixar a versão gratuita para iOS e Windows Phone.

Agora, se você gosta do jogo de tabuleiro Imagem & Ação, pode comprar aqui.

Trailer do Imagem & Ação Friends:

Find & Climb: game social que coloca o jogador no papel de arqueólogo

Find & Climb

A Vostu, uma referência no ramo de jogos sociais, lançou há poucos dias um jogo que tem tudo para agradar os amantes de história e arqueologia. O game em questão chama-se Find & Climb, que desafia o jogador e coletar e colecionar objetos antigos e de valor a fim de criar um museu arqueológico.

No início os jogadores conhecem a Dra. Julia Hanz, uma renomada museológa que incumbe os jogadores a criar um belo acervo para o museu. O objetivo principal é completar 50 peças exclusivas para o museu. O ambiente encontrado pelo jogador retrata o que deve ser um museu arqueológico

Ao todo são 200 fases que devem ser passadas com a ajuda de Smith, um macaco assistente. Em cada uma das fases o jogador deve encontrar objetos ou identificar diferenças nas imagens. O grande barato é que o jogo ensina um pouco de História da humanidade aos jogadores enquanto passam os cenários e escalam a Torre do Tempo.

Um exemplo prático é que o jogo conta passagens relacionadas a Adão e Eva e o incidente com a maçã do pecado original descrito na Bíblia. De acordo com Matias Recchia, CEO da Vostu, o jogo Find & Climb “(…) possibilita o entretenimento alinhado ao conhecimento da História. Nós estimulamos o raciocínio rápido, a diversão e conhecimentos gerais. É uma forma do jogador aliar aprendizado e diversão”, disse o executivo.

Para acessar o game basta entrar na página do aplicativo no Facebook.

Golaço! Jogo da O2 Games que faz sucesso no Facebook

Se você gosta de futebol virtual talvez devesse se inteirar sobre um game que está fazendo um belo barulho no Facebook. Criado pela O2 Games, Golaço – Esporte Interativo já atingiu a marca de mais de 300 mil usuários ativos por mês em apenas seis meses desde seu lançamento. Além disso, o game chegou a figurar no TOP 3 da AppCenter. O jogo é fruto da parceria entre a O2 Games e o canal esportivo Esporte Interativo.

Em poucas palavras o game é um gerenciador de times e consiste em criar um time de futebol. O objetivo é que o jogador monte uma equipe campeã, administrando o dinheiro em caixa, negociando jogadores, dando padrão tático e marcando partidas contra os amigos.

A O2 Games entrou efetivamente no segmento de social games, mercado que está cada vez mais consolidado e possui excelentes perspectivas de crescimento para um futuro breve. Temos como meta ter 1 milhão de pessoas jogando o Golaço, nosso primeiro jogo social”, disse Daniel Coquieri, sócio-fundador da empresa.

Um dos destaques do jogo é que você pode acompanhar o desempenho do time a partir de um simulador em que você pode ver as partidas do time. A publisher espera que com o sucesso do game e a propaganda boca a boca possa-se chegar em dezembro com mais de 600 mil usuários ativos no mundo.

O game espalhou-se de forma modesta pelo globo, em apenas alguns países e com recursos dos próprios desenvolvedores. Porém a campanha boca a boca e a exposição do jogo com publicidade fez com que ganhasse destaque em outros países como Argentina, Itália, Espanha, México etc. Hoje em dia ele é um exemplo de como os games brasileiros podem fazer sucesso se apostarem na fatia certa do mercado.

Lá fora o game é chamado de Ultimate Football Manager ou ainda Golazo para os países hispânicos. Uma das maiores curiosidades é que o game chegou a figurar no blog americano Inside Social Games, uma referencia entre os blogs dedicados a discutir o mercado de games nos EUA. Com o sucesso de Golaço – Esporte Interativo, a O2 Games consolida-se como uma das poucas empresas de games sólidas do Brasil.

Confira o vídeo do game abaixo:

Yucca Tech anuncia seu game para Facebook: é o GodZ

Godz

Ao passo em que o Facebook tornou-se a rede social mais popular da atualidade, é natural que a cada dia mais e mais jogos sejam lançados para o site. A novidade da vez é o jogo GodZ do estúdio português Yucca Tech.

O game é de estratégia com elementos de RPG e coloca o jogador no controle de um dos 3 deuses que devem derrotar a vilã Afexha, deusa da morte e vilã na trama. Os deuses disponíveis são:  Sasha, deusa do amor; Thon, deus do fogo e Sanon, deus da Guerra. Cada uma dessas divindades tem suas próprias motivações e devem angariar forças para conquistar o território dos outros deuses.

Para isso, o jogador precisará fundar uma religião, ou unir-se a alguma existente. Feito isto, basta conquistar a crença das pessoas para fortalecer o próprio poder. Ao contrario dos games habituais do Facebook, Godz possui um final e uma história a ser desenvolvida. Já que o game trata de religiosidade, a arte foi pensada e inspirada em elementos da cultura maia, asteca e inca, o que deve dar um ar de originalidade ao game.

O jogo ainda está no estágio final de desenvolvimento, porém a página oficial no Facebook já traz informações interessantes sobre o processo e o trabalho que os portugueses estão tendo durante a produção do título. Certamente é um game para ficar de olho. Abaixo você confere um vídeo de produção do game:

Opinião: Satoru Iwata fala sobre aspectos sociais em games

Muito se tem falado dos aspectos sociais dos games, recurso que ganhou força graças à inclusão da conectividade online nos videogames de nova geração e a adoção em massa de redes como Live e PSN.

A Nintendo ficou um pouco para trás nesse ponto, mas declarações interessantes de Satoru Iwata, chefão da companhia, mostram que a concorrência pode estar enganada.

Iwata declarou em conferência que o aspecto social nos games está bem além da internet, e que sua empresa é pioneira. “Elementos sociais costumam ser associados de forma restrita aos relacionamentos humanos a partir de redes de computadores. Acreditamos, contudo, que a essência do entretenimento social é que o relacionamento com outros seres humanos adicionam uma natureza social ao jogo e o tornam mais interessantes”.

Faz sentido? Faz, e nisso a Nintendo tem mérito. O Nintendo 8 bits trazia, por padrão, dois controles, e o Nintendo 64 foi o primeiro videogame que permitia, em um mesmo aparelho, quatro jogadores. E o cabo Link, do antigo GameBoy, permitia competição entre dois jogadores do portátil.

Uma abordagem diferente de elementos sociais aos games. Mas seria correto compará-las com redes como a PSN e a Live?

O que você, leitor, acha?

[Via GamesIndustry]