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Grandes Estúdios Brasileiros de Games #02: Behold Studios

Certamente você já ouviu falar sobre a Behold Studios! Afinal é deles os aclamados jogos Knights of Pen & Paper e o divertidíssimo Chroma Squad. A fama destes jogos posicionou o estúdio como um dos principais desenvolvedores do Brasil. Sempre que eles anunciam uma novidade ou participam de algum evento, a comunidade já fica atenta.

Foi bem natural que escolhêssemos a Behold para nossa segunda entrevista para a série de “estúdios brasileiros de games”. Aqui você vai conhecer um pouco mais sobre o estúdio, como ele surgiu e quais os diferenciais da equipe. Quem responde é o Saulo Camarotti (co-fundador e produtor) da Behold. Confira:

 

Como surgiu a Behold Studios e de onde veio a ideia de desenvolver games?

A Behold surgiu de uma necessidade e de uma oportunidade. Eu e meu sócio na época, nos formando em Ciência da Computação, ganhamos dois prêmios de renome nacional em jogos que desenvolvemos juntos, e percebemos que poderíamos empreender nesta ideia já que em Brasília não tínhamos nenhuma possibilidade de sermos contratados em uma empresa de games. Abrimos a nossa, e aqui estamos oito anos depois.

 

Quantas pessoas trabalham no estúdio atualmente? Onde ele está localizado?

Hoje temos 10 no time, e ficamos dentro do coworking Indie Warehouse dedicado à games, aqui em Brasília. O legal de quem quiser nos visitar é poder encontrar uma dezena de outros desenvolvedores também!

 

Behold é um nome incomum. De onde veio o nome do estúdio?

Behold veio do nosso passado com RPG, da criatura mítica Beholder. Mas o nome nos cativou pois em inglês significa Vislumbre, o que é legal para uma empresa que cria jogos que também são consumidos pela experiência visual.

Quantos games vocês produziram até agora? Quais são eles?

Já temos 17 no nosso arsenal. Mas somos principalmente conhecidos por:

– The Gravedigger (2010)
– Save My Telly (2012)
– Knights of Pen & Paper (2012)
– The Story of Choices (2013)
– Chroma Squad (2015)
– Galaxy of Pen & Paper (2017)

 

Knights of Pen & Paper é bastante reconhecido. De onde veio a inspiração para o projeto?

Veio da nossa vontade de fazer um RPG true! Queríamos fazer um RPG dos RPGs, aquele que se remetesse aos primórdios. E quando discutíamos como iríamos fazer esse RPG super simples, lembramos que o RPG de verdade veio dos jogos com dados, papel e miniaturas. Jogamos muito RPG de mesa na nossa vida e foi fácil perceber que ia ser muito legal fazer um jogo sobre isso. Foi muito natural e tudo fluiu muito bem durante o projeto.

 

Desde a criação do estúdio qual foi a maior dificuldade encontrada?

Já passamos por muitos bocados. Mas acredito que o mais difícil foi encontrar a nossa voz. No início apenas reproduzíamos aquilo que parecia ser o melhor para o mercado. Basicamente o que todo mundo estava fazendo. Com o Knights of Pen & Paper foi onde conseguirmos brilhar pela autenticidade. Fizemos porque queríamos jogar um jogo assim diferente e nostálgico.

Hoje já levamos isso mais sério. Temos que ser mais autênticos e acreditar que se a gente está apaixonado pela ideia, outras pessoas também vão se encantar. Então fazemos nossos jogos pensando muito em como gostaríamos que o jogo fosse e como ele nos agradaria.

 

A maioria dos seus jogos abusa da pixel art. Por que escolheram esta expressão?

O pixel é uma decisão estética para se buscar um senso nostálgico e incompleto. Ele dá a possibilidade para o jogador preencher os espaços vazios e imaginar algo muito além do que estamos mostrando. Isso para RPG é ótimo, pois queremos que o jogador também crie conosco e imagine a aventura do seu próprio jeito.

 

Vocês têm tempo para jogar os games de outras empresas?

Claro! Hehehe (só que não). A nossa maturidade da empresa acompanhou também nossa maturidade adulta, aumentando muito as responsabilidades com outras coisas. Mas não por isso deixamos de jogar. Esse é um assunto constante na empresa “O que está jogando?”, “Porque o jogo X é bom…”, “O que tem de inovador no jogo Y…”, etc.

Mas pessoalmente, minha biblioteca recente de jogos jogados são quase todos indies. Nos dão experiências curtas e muito divertidas. Coisa que não vejo nos games a muitos anos.

 

Como as famílias dos desenvolvedores reagiram ao saber que iam começar a trabalhar com jogos?

Cada família tem uma história para contar. Já vi de tudo. Eu mesmo, filho de uma família onde todos são da área da saúde e trabalham como funcionários públicos. E eu, do contra, fui fazer Computação e trabalhar com jogos. No começo foi difícil eles entenderem. Principalmente pela incerteza de empreender em uma coisa tão incomum. Mas com os prêmios, o reconhecimento, os jogos lançados, eles foram se acostumando com a ideia. Hoje minha família me dá forças para continuar.

 

Qual foi a pior crítica que vocês receberam de seus projetos? Como reagiram com ela?

Isso é de fato uma coisa chata. Cada passo que você dá para conquistar os seus sonhos, é muitas vezes, um passo que você toma para incomodar mais gente. E a medida que a sua marca como empresa fortalece, as pessoas ficam com menos receio de criticar o jogo, o bug, ou qualquer outra coisa da sua empresa. E muitos se esquecem que tem uma meia dúzia de pessoas ali por trás daquilo, dando sangue e suor para terminar as coisas no prazo.

Mas ao mesmo tempo, toda vez que respondemos as críticas, as pessoas imediatamente se transformam, e falam de igual pra igual. E assim já ganhamos muitos amigos nesta jornada, mostrando nossa cara a tapa, e mostrando que fazemos tudo com muito amor.

Qual a diferença dos jogos brasileiros comparados àqueles desenvolvidos por outros países?

Esta diferença está cada vez menor. É claro que ainda não podemos nos comparar às produções AAA, pois ainda no Brasil não tivemos projetos de tal porte, seja por orçamento, tamanho de equipe ou mesmo experiência da equipe. Mas com o acesso às tecnologias e ferramentas, acesso às plataformas onde podemos vender nossos jogos, o Brasil já produz de igual para igual no mercado indie, casual ou no mercado de jogos menores. Hoje tem mercado para todo mundo, e mais um motivo para o Brasil estar dando certo.

Geralmente os jogos produzidos no Brasil vão custar de R$ 50 mil a R$ 1.5 milhão para serem produzidos, e vão ser feitos por equipes de 2 a 20 pessoas. Isso são valores comuns tanto no Brasil quanto lá fora. Mas ainda não chegamos ao patamar de projetos de R$ 5 milhões a R$ 25 milhões, com equipes de 50 a 200 pessoas.

 

Atualmente a comunidade parece em guerra com desenvolvedoras grandes por causa de microtransações. Como vocês avaliam as microtransações?

Nós já nos aventuramos por elas quando ainda pouco se falava, lá por meados de 2011 e 2012. Entretanto hoje acreditamos que podemos trilhar nosso caminho fazendo apenas jogos premium.

Mesmo assim, entendemos que existe o jeito certo, ético, de se fazer microtransação, como é o caso de jogos como LoL e TF2. Esperamos que essas grandes empresas aprendam com aqueles que acertaram.

Porque muitos desenvolvedores acabam migrando para a Europa ou América do Norte?

É onde o mercado mais contrata. Nestes países existem empresas gigantescas, com centenas de pessoas trabalhando em um ou alguns poucos jogos, e por lá surgem oportunidades. No Brasil ainda é muito comum que se empreenda no próprio negócio, e muitos devs preferem trabalhar em grandes produções do que experimentar com jogos menores.

 

Como vocês acham que serão os games do futuro?

Algo muito interessante está acontecendo com VR, AR e MR. Sabemos que ainda não é expressivo a quantidade de devices instalados, mas em 5 a 10 anos vamos ver uma mudança dramática no jeito de jogar, já que as tecnologias chegaram a patamares extraordinários e todas as grandes empresas estão investindo pesado nisso.

Ao mesmo tempo, a cada dia se vê uma fragmentação maior do mercado. Ou seja, com o passar dos anos o que a gente vê é que mais tipos diferentes de jogos dão certo, mais tipos diferentes de plataformas dão certo, e mais tipos de jogadores estão surgindo. É como se o futuro tivesse espaço para todo mundo, e fosse menos concentrado em 1 ou 2 grandes soluções.

 

Algum recado para quem sonha desenvolver games no Brasil?

Comece a fazer jogos agora!

Qualquer um que queira desenvolver jogos deve e pode começar hoje no computador da sua casa. As tecnologias estão aí (Game Maker, Construct2, Unity), funcionam em computadores normais que temos em nossas casas, e os tutoriais estão aí (Youtube). Empresas só vão contratar aqueles que já fizeram alguns protótipos ou jogos em casa. Ou seja, faça jogo todo dia, no final de semana, à noite. Sai do Dotinha e faz um jogo com seus amigos.

Conheça o indie brasileiro Memories of Kami, o primeiro game da Yokai Collective Studio

Hoje vamos falar de um game indie brasileiro bastante promissor: Memories of Kami. Desenvolvido pela Yokai Collective Studio, o jogo é uma aventura de plataforma 2D com elementos de RPG. Aqui os jogadores embarcam no mundo mágico de Kami, habitado por Origamis, onde deve assumir o papel de nove guardiões que devem impedir as forças malignas de uma terrível contaminação que pretende devastar e destruir os seres vivos.

A grande sacada do jogo é sua mecânica baseada na troca de personagens a fim de tomar proveito de suas respectivas habilidades únicas. Estes personagens são caracterizados por nove animais sagrados – os guardiões da glória. Um dos aspectos que mais chamaram as atenções de quem conheceu Memories of Kami durante seu début na BGS 2017 foi o estilo visual, que lembra o consagrado Ori and the Blind Forest, mas a verdade é que o título tem inspirações mais antigas como Donkey Kong Country do Snes.

A trama: Kami é um mundo mágico habitado por criaturinhas de papel chamadas Origami. Esse mundo de luz e bençãos, onde todas as coisas boas do universo fluem abundantemente é, de tempos em tempos, atacado pela energia negativa de outros mundos. Os ataques de energia escura são chamados pelos habitantes de Kami de Incidentes. Quando a magia negra adentra Kami, ocorrem várias manifestações como doenças, acidentes, e qualquer tipo de desordem ou desgraça. Mas os Incidentes, geralmente não são nada demais, pois logo que surgem são combatidos e derrotados pelos nove famosos Sagrados Guardiões da Glória de Kami.

Os Guardiões da Glória são poderosos animais escolhidos pelo Destino e têm como dever eliminar toda e qualquer energia ruim que surge no belo paraíso de Kami. Não é preciso de todos os noves Guardiões para acabar com os Incidentes comuns. Mas a cada mil anos, um Incidente poderoso invade Kami, e esse sim, representa uma ameaça que necessita do poder de todos os Guardiões, juntos, para ser eliminado. Este Incidente grave é chamado de A Contaminação dos Mil Anos. E dessa vez, a Vigésima Sétima Contaminação dos Mil Anos veio muito mais feroz e irresistível, determinada a destruir de uma vez por todas o fantástico mundo dos nossos Guardiões.

Sua missão é guiar estes guardiões em uma busca pelos resquícios de energia que podem restabelecer Kami. Para tanto você adquire habilidades e poderes que lhe conferem novas transformações. Tal como num jogo de RPG, o jogo gratifica o jogador de acordo com seu estilo de jogo, graças a árvore de habilidades, ou seja, se você for do tipo defensivo, vai se tornar um grande defensor ao final da jornada.

Memories of Kami tem previsão de lançamento para 2018, sendo que uma demo deve ser lançada oficialmente em algum momento de maio do mesmo ano. Por enquanto o jogo é apenas para PC, mas os desenvolvedores esperam conseguir portar o título para Xbox One e Playstation 4. Mais informações no site oficial.

Abaixo você confere o trailer de Memories of Kami:

Dragon Raja, o sucesso da Coréia ganha jogo para dispositivos mobile

Provavelmente você ainda não ouviu falar de Dragon Raja, mas há uma chance de esta obra coreana desembarcar no ocidente e fazer tanto sucesso quanto tem feito na Ásia. O livro foi escrito por Lee Yeongado e é comumente comparado a Harry Potter graças ao seu ambiente de fantasia e ficção. Pois bem, a Publisher Playwith está apostando nesta franquia e por isso, está lançando para toda América Latina o jogo oficial de Dragon Raja.

O game segue os acontecimentos mais importantes dos 12 volumes dos livros, em um estilo de Action-RPG. Tal como um jogo do gênero, os jogadores podem esperar bastante ação e combates ferrenhos. Um dos destaques é que há a possibilidade de combate 30 vs 30 em PvP, em tempo real. Os cenários são bem desenhados e passam bem o clima de ficção e fantasia dos livros.

De acordo com os responsáveis por Dragon Raja, o game possui efeitos impressionantes que tiram o máximo proveito dos aparelhos celulares, graças as animações de personagens e a mistura de suspense, drama e romance. A missão principal dos jogadores é salvar o mundo de Bisus de um terrível dragão que aterroriza o reino por mais de 20 anos.

Para quem já conhece a série de livros, pode esperar rostos familiares, pois há a possibilidade de encarnar cinco dos personagens centrais das obras, sendo que eles possuem habilidades especiais únicas. Como não poderia deixar de ser, há dezenas de dungeons, incluindo a infinita e terrível “abyss”. O título está disponível para download gratuito para iOS e Android em toda América Latina.

Confira abaixo o trailer de Dragon Raja:

Conheça o RPG brasileiro que ensina Química: O Olho do Dragão

Imagine um RPG com visuais e jogabilidade da geração 8-16 bits, porém com uma proposta de ensinar conceitos de química aos jogadores? Essa mistura maluca é o que dá origem à Olho do Dragão, o role playing game do estúdio indie Constellações. O título lembra muito clássicos como Final Fantasy e Chrono Trigger e tem tudo para agradar apaixonados por RPGs de turno.

Olho do Dragão ensina Química através de sua narrativa, um game de entretenimento com foco na passagem de conhecimento. O título está em desenvolvimento desde o final de 2016 e de cara chama a atenção seus visuais em pixel art extremamente trabalhados e a trilha sonora à lá chiptune. É sério: parece que o game saiu do túnel do tempo!

O enredo de Olho do Dragão circunda o conflito no reino de Trae entre os dragões e os humanos que dominam a arte da alquimia e cobiçam os olhos dessas criaturas fantásticas devido a sua beleza e poder. A partir daí o jogador pode controla um grupo de heróis em expedições para caçar dragões, ou se preferir controlar os dragões em combates pela própria sobrevivência. A trama é bastante densa e conta com detalhes sobre a formação das cidades e das forças de ataque dos humanos.

Este RPG possui dragões e humanos como protagonistas e mostra um novo conto sobre a sociedade e a origem destas duas espécies. A proposta deste game é permitir que jogadores estudem enquanto jogam e que estudantes joguem enquanto estudam, para isso o conteúdo da disciplina de Química foi incluído no enredo, como por exemplo ao explicar o processo de combustão ao responder à pergunta: “Por quê dragões cospem fogo?

O lançamento para Windows, Android e iOS acontece no segundo semestre de 2017, mais detalhes podem ser conferidos no site do game.

Abaixo tem um teaser de Olho do Dragão:

Nexon revela novo trailer de Durango para a E3 2017

A Nexon e o What! Studio aproveitaram esse período pré-E3 para apresentar o novo trailer de Durango, o RPG online em mundo aberto que se passa em um universo habitado por dinossauros ferozes. O game para dispositivos mobile deve chegar ao mercado ainda nesta primavera e se diferencia de outros jogos graças a sua ambientação e estilo artístico incríveis.

Em Durango os jogadores usarão os materiais e tecnologias transportadas de suas vidas anteriores para explorar e desenvolver uma região. De acordo com os criadores, Durango é a próxima evolução das experiências de MMO, com recursos completos os quais oferecem aos jogadores plena liberdade para perseguir vários pilares de jogo, ao mesmo tempo em que usufrui experiências únicas de exploração e construção de cidades com colaborações em tempo real e batalhas diretas contra clãs inimigos e dinossauros colossais.

Durango aumenta o nível de jogos persistentes e maciços em dispositivos móveis”, disse Lawrence Koh, Gerente Geral da Nexon M. “O What! Studio criou uma experiência rica e dinâmica para que os jogadores realmente se tornem pioneiros entre os dinossauros, permitindo que eles formem o mundo, os eventos e a história através de jogadas sociais e eventos cooperativos e competitivos no jogo”.

Além da exploração, os jogadores devem se unir em combates contra dinossauros carnívoros que costumam ser extremamente perigosos. Os aventureiros aprenderão a usar a terra em sua vantagem para criar armas, armaduras e ferramentas, assim como desenvolver aldeias que possam crescer e se tornarem fortalezas. Durango utiliza um revolucionário sistema de construção de mundos, gerado por processos que preenche o enorme mundo aberto com um número infinito de locais para descobrir e explorar.

O título será jogável na Electronic Entertainment Expo (E3) 2017 no Centro de Convenções de Los Angeles, de terça-feira, 13 de junho até quinta-feira, 15 de junho, no Mobile and Social Games Pavilion, South Hall, Stand #2623.

Abaixo você confere o trailer de Durango para a E3 2017:

Evil Light – RPG brasileiro que mistura elementos de Gof of War e Darksouls está em campanha no Catarse

Já ouviu falar do Evil Light, o RPG brasileiro de mundo aberto? Pois bem, o projeto retomou sua campanha de crowdfunding no Catarse e merece uma atenção especial. O game é basicamente um RPG ao estilo Hack n Slash em que o jogador explora o cenário, resolve puzzles e enfrenta hordas de inimigos. Até aí nenhuma novidade, pense nele como uma mistura de God of War com Darksouls.

O jogador assume o papel de uma Elfa cujo objetivo é garantir sua própria sobrevivência em uma batalha contra as forças hostis em um mundo gigantesco e caótico. Além disso, a missão de nossa protagonista é resgatar o Fragmento de Luz que foi roubado e por isso ameaça a segurança do mundo de Celestin.

01O esquema de combate de Evil Light promete ser rápido e rasteiro. Você pode atacar vários inimigos ao mesmo tempo, de modo que os embates são repletos de ação. Dependendo do seu tipo de arma, no momento, você poderá ser uma presa fácil em algumas partes desse mundo. Por isso, é crucial buscar melhorar os seus itens antes de bancar o herói com qualquer arma, afinal os inimigos são bastante astutos e não dão trégua para o jogador.

A dificuldade do game é crescente: a cada Fragmento de Luz encontrado e recolhido no Submundo, mais difícil se tornará a sua jornada para se aproximar do Senhor do Submundo. Quando o núcleo for recuperado, a vida será restaurada. Mas não se preocupe: cada vez que você passar por uma batalha complicada, você recebe itens e armas diferentes para prosseguir a missão.

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Como dito anteriormente, Evil Light está em campanha no Catarse e necessita da ajuda dos jogadores para atingir sua meta de R$ 38 mil. O game chegou a ser apresentado em alguns eventos de games em Pernambuco e quase foi parar na BGS 2016. Agora com a campanha retomada a expectativa é que o jogo encontre a luz e saia do papel.

Evil Light necessita de muitos parâmetros para ser concluído de maneira satisfatória. Mas, conseguimos chegar longe podendo ter a oportunidade de fazer a exposição do game em eventos locais, em Pernambuco. Um desenvolvimento não simples, a falta de recursos financeiros e de equipamentos de qualidades postergam a conclusão do jogo”, disse Well Gomes, criador do jogo.

Abaixo tem um trailer de Evil Light:

Primeiro episódio do RPG VIDA ganha data de lançamento

Após muitos anos em desenvolvimento intenso, o game VIDA finalmente tem seu lançamento oficial. De acordo com Flávio Creasso, criador do game, o primeiro episódio do RPG estará em acesso antecipado pela loja virtual Nuuvem a partir do dia 13 de abril. O título já chega totalmente em português e recheado de recursos divertidíssimos.

VIDA busca inspiração em vários games já conhecidos (a mais óbvia é Diablo), porém buscando sua própria identidade através de ideias novas. Basicamente temos aqui uma mistura de elementos das mais diversas culturas e tribos que compõe o povo brasileiro. Nada em VIDA pode ser dito convencional.

vida-gameToda a ação se passa no reino fictício de Airen, onde o jogador deve explorar e enfrentar centenas de criaturas e seres perigosíssimos. Mais importante do que as mecânicas de combate, é a jornada de VIDA: aqui o jogador vai encarar situações variadas e emocionantes. Tudo feito para cativar e manter o jogador entretido. É justamente os detalhes que tornam o game único.

VIDA não quer impressionar você pelo “tamanho” do mundo, mas por detalhes espalhados em “pontos específicos” dele com cenários criados à mão, um a um, como as delicadas maquetes de piso quadriculado onde antes caminhavam pequenos heróis de chumbo com suas vestes tingidas por esmalte acrílico.

flavio-creassoA interface, que se parece com uma moldura – não por acaso – reflete todos os aspectos do sistema de regras que é executado no background, o Log de GM (uma pequena janela no canto inferior esquerdo) lhe dá constantemente informações do que está ocorrendo no jogo como se realmente houvesse um mestre de RPG na cabeceira da mesa lhe dizendo como cada ação que seja relevante repercutiu na progressão do seu personagem.

O game introduz você gradativamente a um Universo sem bem e mal muito definidos, mesmo ao encontrar os deuses (que dão uma “palhinha” no primeiro capítulo) não há como dizer quem está certo ou errado e fica totalmente a critério dos jogadores tirar suas próprias conclusões a respeito de que lado na disputa tomar. Num mundo cada vez mais bilateral e de certezas VIDA conta uma história cheia de perguntas e leva você a constantemente explorar, encontrar novos fatos e questionar o que você acredita.

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VIDA tem um ar soturno e bastante misterioso. Assim que o jogador começa a aventura é impossível não se sentir envolvido pela trama instigante e pelos personagens misteriosos. A expectativa é que o lançamento do primeiro capítulo, agora no dia 13, traga ainda mais usuários para o universo criado por Flávio Creasso.

Abaixo você pode conferir o trailer de VIDA:

“Moscas Volantes” é uma aventura literária com jeitão de videogame

O roteirista Rodrigo Budrush foi buscar nos videogames a inspiração para seu primeiro livro, “Moscas Volantes”, uma obra recheada de referências à cultura pop e temas polêmicos levados com bom humor. Na trama acompanhamos o jovem Claudiano que se vê perdido no mundo assim que acorda sozinho num beco da cidade. Ele olha por todos os lados e desespera-se: onde está sua mãe? O rapaz sai à sua busca e acaba encontrando um misterioso homem que diz ter pedras preciosas capazes de indicar o caminho até sua casa. Mas, para consegui-las, Claudiano deve lhe entregar alguns tesouros que estão escondidos pela cidade — e é assim que o jovem acaba entrando numa insólita aventura.

Moscas Volantes traz uma ambientação que lembra muito a dinâmica dos antigos RPGs da era 16 bits. O protagonista Claudiano encontrará em seu caminho aliados como Zezinho (um quarentão hippie fascinado por cálculos matemáticos que deseja decorar todas as tabuadas), Jéssica (uma libidinosa jovem cujo maior sonho é ser top model) e Vitroril (um rapaz hipocondríaco que almeja uma cura para todas as suas doenças). Os quatro aventureiros enfrentarão muitos desafios e seres bizarros em sua jornada — cujo desfecho aparentemente depende das pistas de um misterioso ouriço azul.

rodrigo-budrushA história é recheada de referências ao universo pop: você vai reconhecer games, filmes, músicas e até memes da internet. A estrutura narrativa é baseada na dinâmica dos videogames retrô, com direito a muitas batalhas contra “chefes de fase” e várias outras surpresas. Além disso, Moscas Volantes surpreende pela inesperada profundidade: a história aparentemente banal é na verdade uma grande alegoria que retrata, de maneira leve e divertida, temas profundos da nossa sociedade.

Onde encontrar o livro Moscas Volantes

O livro está disponível em um primeiro momento apenas em eBook e já pode ser comprado na Amazon por R$ 9,90 — assinantes do programa Kindle Unlimited, contudo, podem acessá-lo gratuitamente. A expectativa é que o livro faça bastante sucesso entre os jovens graças a sua estrutura e leitura fácil.

Conheça Alkimya, o empolgante game do estúdio indie Bad Minions

O destaque do dia é um jogo brasileiro bastante animador. Trata-se de Alkimya, do estúdio indie Bad Minions, um game de ação e aventura  que te coloca na pele de um alquimista para resolver puzzles e interagir com elementos da natureza. O universo é de pura fantasia e o jogador encontra diversas criaturas e monstros enormes para derrotar, além de quests e missões envolventes. Para isso, você deve utilizar elementos do fogo, da água, da terra e do ar, além de sua fiel espada.

Alkimya permite que você crie suas próprias poções e as utilize para solucionar puzzles, interagir com o ambiente e lutar contra terríveis criaturas, tornando-se assim um verdadeiro mestre alquimista. Funciona tal como na maioria dos RPGs com sistema de crafting, ou seja, você cria suas próprias bombas, poções e armas para sair em combate.

O personagem principal é Seth, um jovem corajoso que acorda neste mundo de fantasia, confuso e sem memórias, mas com algum conhecimento alquímico. Ele começa então sua jornada para sobreviver e recuperar sua identidade, ajudado por um misterioso homúnculo.  O mundo de Alkimya já foi o berço da alquimia, mas agora está devastada por uma antiga guerra. A terra foi abandonada e cobaias de décadas de experimentos escaparam e fizeram do local o seu covil.

Alkimya tem suporte para multiplayer, de modo que um amigo pode jogar como Pan, um homunculus voador que serve para ajudar a resolver puzzles, coletar itens e batalhar contra os perigosos inimigos. A intenção do Bad Minions é lançar o game para PC, Playstation 4 e Xbox One em algum momento de 2017. O título já até recebeu sinal verde da Steam Greenlight.

Abaixo você confere o empolgante trailer de Alkimya:

Heroes of Incredible Tales chega a 5 milhões de jogadores

A Nexon e a NAT Games tem bons motivos para comemorar neste início de setembro, pois o RPG de ação para dispositivos mobile Heroes of Incredible Tales alcançou uma marca impressionante: desde o lançamento o título já foi baixado mais de cinco milhões de vezes em todo o mundo.

Para celebrar a marca, a Nexon fará uma série de eventos e premiações in-game durante o mês de setembro. Os jogadores que acompanharam o Game ao longo dos meses podem equipar seus heróis com duas novas opções de roupas. Além disso, de 8 até 28 e setembro, jogadores terão a oportunidade de colocar as mãos em uma variedade de itens e ganhar descontos exclusivos, incluindo um enorme desconto de 50% em melhorias de armas, armaduras e no sistema de sintetização de joias. Por fim, a taxa de drop de itens será dobrada para Armas e Armaduras Imortais de cartas premium.

Adicionalmente, jogadores leais de Heroes of Incredible Tales que acessaram o jogo consecutivamente por sete dias, colocarão as suas mãos em prêmios que incluem ouro, gemas e cartas de Armadura Lendária. E os jogadores que chegarem ao nível 65 até 25 de setembro poderão ganhar uma carta de Arma Imortal exclusiva.

Para quem não conhece, Heroes of Incredible Tales (HIT) leva os gráficos dos dispositivos móveis para outro nível, entregando um produto de alta qualidade para dispositivos iOS e Android. Durante a aventura os jogadores exploram dezenas de ambientes e enfrentam monstros em um estilo de jogo similar ao hack ‘n slash. O game é gratuito e já está disponível para download.

Abaixo tem o trailer de Heroes of Incredible Tales: