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Review – Sword Legacy: Omen – visuais matadores e narrativa empolgam

Aventuras com temática medieval fazem sucesso há muito tempo e nenhuma aventura é mais famosa do que o conto do Rei Arthur e os Cavaleiros da Távola Redonda. E é justamente essa ambientação a inspiração para a produção de Sword Legacy: Omen, nova produção conjunta dos estúdios indie Firecast e a Fableware Narrative Design. O título busca recontar a saga de Arthur através de uma nova perspectiva e com uma ambientação muito mais brutal. O game chegou à Steam no último dia 13 de agosto para alegria de quem acompanhou o período de desenvolvimento do game.

A introdução mostra que o reino da Breatnha está dividido em cinco reinos distintos e o sentimento de “terra decadente” é palpável. Nesse ínterim o jogador é apresentado ao comandante Uther Pendragon, que se une ao mago Merlim para escapar de um cerco organizado pelo Duque de Essex. Durante a fuga, a dupla acaba se aliando a improváveis companheiros como o lanceiro Duanne e a ladra Gwen, o sacerdote Felix, a arqueira Flint, o ferreiro Gorr e o bárbaro Ferghus. O macete é que esse time acaba desempenhando papel importante para a tomada do trono pelo Rei Arthur.

Um show gráfico inspirador

A primeira coisa a chamar as atenções em Sword Legacy é seu estilo gráfico em cell shading. Os ambientes e os traços são de cair o queixo e dificilmente você não ficará embasbacado com a riqueza de detalhes que os desenvolvedores empregaram na produção. Em alguns momentos, o jogador vai sentir como se o jogo fosse um quadrinho interativo. Isto é proposital: os diálogos e os ângulos de câmera sugerem inspiração em visual novels dos anos 90.

Após o choque inicial dos gráficos, o jogador toma os controles e percebe que o game segue a cartilha dos RPGs mais contemporâneos, sem deixar suas raízes de lado. Os combates são por turnos e cada personagem do grupo possui habilidades próprias, de modo que montar um time competitivo é primordial para derrotar tantos adversários que surgem nas masmorras. As habilidades individuais, aliás, foram desenvolvidas de modo a refletir a personalidade dos personagens. E sim, a personalidade dos personagens é explorada em cenas interativas.

Exploração de cenários e esquema de batalhas

O interessante mesmo é o foco que Sword Legacy dá para a exploração dos cenários. Você controla até quatro personagens durante a exploração e você pode alternar entre eles a qualquer momento. Todavia, você apenas pode selecionar o personagem ou gerenciar seus atributos antes do início das missões, o que quebra um pouco a liberdade do jogador.

Em alguns momentos o jogador vai sentir-se deslocado, imaginando se os combates não deveriam seguir em tempo real, como ocorre em Diablo III, por exemplo, ao invés de ter a movimentação paralisada para batalhas por turnos, que podem. Por mais de uma vez o jogador vai preferir que a ação não fosse paralisada para batalhas por turno. Pois é a exploração é muito divertida. Você vai passar bons momentos procurando itens escondidos, resolvendo puzzles e desarmando armadilhas.

Ainda que o esquema de batalha por turnos pareça fora de contexto, o jogo consegue ser competente neste aspecto, pois as batalhas não costumam demorar muito e evoluir o nível dos personagens não chega a ser tão difícil. Tudo gira em torno dos Action Points (que é administrada antes de iniciar uma missão). Esses pontos definem quantas ações o jogador pode executar e quais podem ser realizadas. Como se aproximar ou atacar um inimigo no mesmo turno, por exemplo. É necessário malícia e estratégia antes de iniciar uma missão, pois Sword Legacy não preza apenas pela força bruta.

Como funcionam os AP?

E aqui vale uma menção: parece que os desenvolvedores buscaram inspiração mais em jogos de tabuleiro do que em RPGs de turno tradicional. Além dos (AP) Pontos de Ação, o jogador ainda deve administrar os pontos de determinação, que são usados basicamente para “comprar” mais pontos de ação. Esses pontos de determinação, são mais escassos e podem definir os rumos de uma batalha, de modo que o jogador deve usar sabedoria antes de desperdiçá-los.

E o jogador vai precisar de paciência extra para sobreviver às batalhas, já que o nível de dificuldade não mantém uma constância. Alguns encontros com inimigos são fáceis demais, enquanto que outros são tão difíceis quanto batalhas com chefões. Faltou um pouco de nivelamento neste aspecto, o que pode ser frustrante para qualquer jogador.

Nem tudo são flores

Sobre a trilha sonora, aqui vale um destaque especial: os temas são orquestrados e empolgam bastante. Não chegam a surpreender o jogador, porém elas garantem que ninguém vai dormir durante a aventura (e nem nas batalhas). Entretanto, os estúdios poderiam ter se esforçado mais no aspecto sonoro, já que os personagens não foram dublados. Na verdade, os personagens apenas emitem sons estranhos.

Vale a compra?

Mesmo com pontos extremamente negativos e outros positivos, Sword Legacy: Omen é um jogo que merece atenção de fãs de RPG e do público em geral que curte exploração e batalhas estratégicas. Por vezes o jogador vai sentir que os desenvolvedores tiveram preguiça em alguns pontos, todavia nos momentos de inspiração o jogo acaba prendendo o jogador.

Basicamente temos uma montanha russa aqui. O detalhamento gráfico e a ousadia em alternar gêneros tão distintos são fatores que devem ser levados positivamente. A trama é bem interessante e a narrativa não deixa a peteca cair. Vale a compra!

O game está disponível na Steam.

Abaixo tem o trailer de Sword Legacy: Omen:

 

O melhor: visuais cartunescos matadores.

O pior:  falta de dublagem.

 

Análise – Plasma Puncher é beat’ em up com boa dose de desafio

A Tomato Trap não é um estúdio muito conhecido no cenário nacional, mas seu novo lançamento – Plasma Puncher – tem a missão de colocar o estúdio no mapa dos grandes estúdios nacionais e entregar boas horas de diversão ao jogador que curte games mais descompromissados.

Plasma Puncher é um beat’ em up onde o jogador deve controlar um anti-corpo em uma batalha conta a invasão de um organismo hostil, a micróbio-mãe. Todos os demais anti-corpos foram derrotados pelos micróbios, então cabe ao protagonista defender o organismo na base dos punhos.

O enredo

plasma-puncher-5Tudo começa quando a micróbio-mãe invade um corpo e com seu exército de micro-organismos consegue derrotar todos os anti-corpos. Cabe ao jogador controlar o ultimo sobrevivente dos Leucócitos, células brancas do sangue que protegem a corrente sanguínea. Para tal você deve derrotar todo o exército inimigo na base da porrada para em seguida dar cabo da micróbio-mãe.

A ação se desenrola em waves, ou seja, você derrota uma quantidade de inimigos, para em seguida enfrentar mais uma onda de inimigos. Como não poderia deixar de ser, a dificuldade é o ponto alto do jogo. Os inimigos surgem em maior número e eles ataquem de maneira imprevisível (por cima, por baixo, pelos lados).

plasma-puncher-2O pior é que alguns deles são invulneráveis e os ataques são incessantes. Parece que a Tomato Trap queria mesmo homenagear os jogos de beat’ em up das antigas, entregando uma experiência de jogo que prima pela dificuldade e pela ação. É bom ver que o estúdio deu ênfase a jogabilidade ao invés de focar em efeitos mirabolantes ou outros enfeites.

Dificuldade em Alto Nível

Infelizmente há de se dizer que um dos pontos negativos é a falta de variedade no jogo, pois toda a ação se desenrola em um único ambiente, de modo que o gameplay torna-se repetitivo. Você só vai ter alguma noção de progresso graças ao número de amebas derrotadas. Felizmente o alto desafio e os upgrades quebram essa monotonia. Há muitos power ups para adquirir e conforme você avança torna-se cada vez mais divertido espancar os inimigos.

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Mesmo na dificuldade normal o jogador vai passar maus bocados, pois a quantidade de inimigos que surgem é razoavelmente grande. Como não existe botão para se defender, o jogador fica condicionado a destruir os inimigos antes que eles tentem atacar ou tentar desviar-se das investidas através de dashs e pulos. O jogo é bem frenético e testa os reflexos do jogador constantemente. A jogabilidade, vale destacar, é bem fluida e fácil de domar.

Gráficos e Som

O visual é a primeira coisa que salta aos olhos em Plasma Puncher: apesar de simples, eles tem bastante personalidade e charme. O estilo de arte é cartunesco e as animações dos personagens são bastante agradáveis e colorido, dando a impressão de que os cenários realmente estão vivos. O time de criação merece ovações pelo cuidado que tiveram com os visuais do game. A tela é bem limpa e não conta com muitos indicadores (apenas o indicador de saúde e o marcador de inimigos derrotados), de modo que nada atrapalha o jogador durante a ação.

plasma-puncher-ss7-1024x1020A trilha sonora é vibrante e ouvir os golpes atingindo os micróbios é nada menos que recompensador. As músicas cumprem bem o papel de manter o jogador ligado, pois elas sempre são bem movimentadas e trazem boas transições ao longo da aventura, passando do rock, ao jazz e ao faroeste. A intenção é manter o jogador atento e não passar a sensação de monotonia. Teria sido bacana se houvessem mais cenários também para acompanhar a transição da banda sonora.

Veredicto

O game é ideal para quem curte jogos de pancadaria e sente falta de beat’em up clássicos com progressão em side scrolling. Plasma Puncher não é longo: você deve terminá-lo em cerca de quatro horas. O time de criação poderia ter incluído mais inimigos e desafios, além de cenários, pois ao chegar no final fica a sensação de que falta alguma coisa e um gosto de quero mais. Talvez uma sequência ou updates com novos modos de jogo supram essa necessidade.

Plasma Puncher tem bastante qualidade e potencial. Apesar da pouca variedade de cenário e a curta duração, o jogador vai se divertir bastante graças a jogabilidade bem feita e ao desafio crescente. Os power ups e a possibilidade de customizar o personagens são ótimas adições e o jogador vai se sentir constantemente desafiado a concluir a aventura. O jogo já está disponível para PCs via Steam.

Nota: 8

 

Abaixo tem o trailer de Plasma Puncher:

 

Toren é um jogo que vale a pena ser jogado?

Por Victor Cândido

Foram quatro anos em desenvolvimento! Após toda essa espera, Toren finalmente chegou ao mercado para PC e PS4. Valeu a pena? Em resumo: o jogo do estúdio Swordtales possui grades acertos, mas comete alguns erros que não justificam a longevidade da produção.

Os maiores destaques de Toren é a narrativa e o visual que elevam o jogo para um status “cult”. Diferente de muitos jogos AAA, Toren esbanja um visual diferenciado com um cenário artisticamente bem trabalhado, vivo e bonito com muitos efeitos visuais e elementos do cenário se movendo o tempo todo como a vegetação, os pássaros etc. Os poucos personagens do game também são muito bem desenhados. Neste aspecto Toren é um prato cheio para os olhos.

Toren conta a historia da “Criança da Lua”, cujo objetivo é subir a torre (que dá nome ao jogo), a fim de salvar a humanidade de seu fim certo. A garota é guiada por uma espécie de entidade espiritual chamada “Mago”, que também acaba proporcionando muitos momentos filosóficos e poéticos ao jogador. Naturalmente esses momentos filosóficos foram influenciados pelas obras de Fumito Ueda (Ico é a mais clara).

A historia é contada de maneira não linear, de modo que ela passa por diversas fases da vida da criança, começando como um bebe até a sua fase adulta, com muitas nuances envolvendo flashbacks e sonhos deveras confusos. Mesmo assim, a narrativa não deixa de ser interessante, pois tudo é poetizado com textos escritos de maneira enigmática e com diversos significados. As animações do jogo também são belas. O destaque vai para a cena que mostra o nascimento da Árvore da Vida no início do jogo, a cena é uma das mais bonitas do jogo.

Na parte sonora o jogo possui um acervo que se encaixa bem com as animações tristes e para as cenas mais animadas. Entretanto, há momentos em que simplesmente há falta de sonoplastia no jogo. Há alguns momentos, por exemplo, em que você golpeia um inimigo e ouve-se o som da espada acertando o oponente, mas inexplicavelmente há momentos em que você bate nas criaturas e nenhum som é emitido.

Toren possui um visual bonito, mas cai na armadilha de muitos jogos atuais: foram quatro anos de desenvolvimento e ainda assim é notória a falta de polimento final. Existem bugs preocupantes em Toren, como no caso em que após uma derrota a personagem estava flutuando no cenário ao invés de retomar a aventura. Outro bug ocorrido (muito irritante, por sinal) foi durante uma das batalhas contra o dragão: o jogo entende que você foi alvejado e perdeu a vida, mas na realidade a personagem sequer havia sido atingida pela rajada da criatura. Além desses, há outros erros bisonhos que senão atrapalham a jogatina, servem para tirar a paciência do jogador.

A jogabilidade do game é muito simples, ela consiste em utilizar a espada para lutar contra inimigos e resolver alguns puzzles, até aí é uma fórmula que muitos outros jogos seguem. O problema é que Toren se atrapalha com a sua própria física: o combate corpo a corpo é pouco trabalhado e na maioria das vezes você bate no vazio, pois a movimentação da personagem não ajuda em nada. O problema é multiplicado devido à bugs de colisão. Outro problema é a falta de desafio: você termina Toren com um pouco menos de 2 horas e, acredite, termina-lo não é nem um pouco difícil. Os puzzles possuem objetivos diferenciados, mas podem ser descritos como simplistas: em geral você empurra objetos como plataformas e contorna símbolos no chão com um pó místico durante as passagens nos sonhos.

Ao final a pergunta é: Toren é um jogo que vale a pena ser jogado?

O objetivo de se tornar um jogo fora do normal, com um estilo gráfico bonito e uma história fantástica demonstram o potencial da Swordtales e sem dúvidas são os pontos fortes do jogo. Contudo se você é desses que joga algo esperando perfeição saiba que a experiência de Toren peca pela falta de polimento, além disso, é normal encontrar bugs aqui e acolá. Infelizmente o excesso de problemas tira o brilho de Toren já que o seu visual é um dos principais pontos fortes.

Pode-se traçar uma comparação com o recente Assasin’s Creed Unity, da Ubisoft, pois ambos são jogos que de tão carregados de bugs tornam-se irritantes em movimento, mas perfeitos quando parados. Outro ponto a mencionar é a duração do jogo: duas horas de jogo não é necessariamente um defeito se a experiência for satisfatória, algo que não acontece em Toren. A aventura em seu geral é rasa. Ela tenta ser épica, mas tropeça em seus quesitos técnicos. Se você quer sentir como a indústria de jogos brasileiros está evoluindo, vale a pena e por isso vale a aquisição. Mas se você é do tipo mais exigente, é triste dizer que Toren não é seu jogo.

Pontos fortes: as influencias de Fumito Ueda funcionam.

Ponto fraco: a aparente falta de polimento final comprometem os quatro anos de produção.

Toren

Review: Logitech Optical Gaming Mouse G400

Optical Gaming Mouse G400

É bem difícil encontrar um mouse decente para jogos hoje em dia. Em geral os jogadores acabam utilizando mouses comuns porque a maioria dos produtos lançados no mercado que são chamados de “mouses para gamers” são caros demais e prometem mais do que cumprem. Um dos raros casos de mouse dedicados aos jogos eletrônicos que deu certo foi o MX-500 da Logitech.

Ainda hoje tem muitos jogadores espalhados pela internet que se lembram do produto com carinho. Para relembrar tal sucesso e abastecer esse nicho de mercado, a Logitech lançou no Brasil em meados de maio o G400 Optical Gaming Mouse. Este brinquedo pode ser considerado um sucessor espiritual do MX-500 graças aos recursos e design. Nós testamos o novo mouse e agora vamos dar nossas impressões sobre o produto que promete o maior controle de nível DPI possível. Como se não bastasse, o mouse executa até mil movimentos por minuto e possui vida útil estimada de 10 milhões de cliques, o que garante muito tempo de utilização por parte dos jogadores.

A primeira impressão que o mouse deixa é de conforto: ele se ajusta muito bem na mão direita, além do mais ele é bem robusto, se adequando a diferentes tamanhos das mãos dos usuários. Ao todo o G400 conta com oito botões: os tradicionais cliques direito e esquerdo, três botões próximos a rolagem e mais dois que ficam posicionados na lateral esquerda. O fio é cumprido, cerca de 2 metros, permitindo bastante liberdade de movimentação ao jogador. Além disso, o cabo é 25% mais leve que o de mouses convencionais para garantir agilidade dos movimentos.

O nível DPI pra quem não conhece é justamente a sensibilidade do mouse ao arrastá-lo em determinada direção. E é exatamente essa a função dos três botões próximos à barra de rolagem. Tal controle de DPI é ideal para se adequar ao diferentes tipos de jogos, por exemplo, jogos de FPS que demandam mira mais precisa como Battlefield e Crysis. Nestes casos basta deixar o mouse no nível de sensibilidade mais reduzido para evitar movimentos não intencionais. Por outro lado, jogos que demandam movimentos mais rápidos do jogador podem ser desfrutados sem grandes dificuldades, bastando ajustar a sensibilidade no nível mais alto.

O primeiro botão (acima da barra de rolagem) aumenta a sensibilidade, o botão abaixo da barra a diminui e por fim o terceiro botão mais abaixo serve para manter o DPI no padrão normal de todos os mouses (exatamente 800 DPIs). De acordo com a fabricante, o G400 possui quatro níveis de controle que varia de 200 a 3600, o que significa que dá para configurar os níveis da melhor maneira necessária para aquele game esperto. Entretanto há um problema grave para navegantes de primeira viagem: o mouse não possui qualquer indicação de que tais níveis DPI foram alterados, fazendo com que o jogador fique experimentando e mexendo em configurações até achar seu ponto ideal.

Já os dois botões laterais servem como atalhos, ou seja, você mesmo configura quais funções dará a eles. Em geral os mouses dedicados a games possuem vários botões de atalhos, mas isso não chega a ser um ponto fraco do G400, visto que esses botões devem ter suas funções cuidadosamente escolhidas. O posicionamento dos botões de atalho foram bem definidos, de forma que é muito fácil e rápido acessá-los.

O design do mouse também é bem elegante com seu tom cinza escuro e detalhes pretos. Com certeza ele vai se destacar quando você levá-lo para exibir aos amigos aficionados por tecnologia. Evidentemente não tem um aspecto futurista, mas a ergonomia e robustez compensam tudo. E apesar do tamanho avantajado ele pesa apenas 133 gramas. Para quem é gamer de PC e não está acostumado com esse tipo de acessório dedicado aos jogos eletrônicos, a diferença é brutal. É difícil voltar a utilizar mouses comuns após algumas horas jogando Battlefield com o G400.

O kit G400 não vem acompanhado de nenhum software para instalação, bastando plugar em uma entrada USB para utilizar. Entretanto os jogadores tem a opção de ir até o site do produto para baixar o programa Logitech Gaming Software Package que permite alterar as configurações do mouse. Esse programa é gratuito e bastante simples de utilizar. Quando instalado ele sabe exatamente qual mouse da Logitech você está utilizando, além disso, ele permite que você defina as melhores configurações de acordo com cada game que você tem instalado em sua máquina. Deste modo, quando você abre um jogo o mouse se adapta a configuração salva. Um recurso muito útil, acreditem.

Se couber uma crítica ao mouse é que ele foi desenhado para usuários destros, ou seja, quem for canhoto fica a ver navios aqui. Além disso, o G400 não possui botões intercambiáveis e nem extras como luzes LED. Porém isso não faz qualquer diferença para quem está em busca de um mouse funcional desenvolvido para games.

O veredicto é que o Logitech Optical Gaming Mouse é bem recomendado para quem estava em busca de um mouse para jogar. Quem conheceu o MX-500 e sentia saudades do produto pode comprar o G400 sem medo, a menos que você seja canhoto, pois neste caso o melhor é procurar um produto para ambidestros. Por causa do conforto e da facilidade o G400 merece uma sonora nota 9. O mouse já pode ser encontrado nas melhores lojas dedicadas do país.

Logitech Optical Gaming Mouse G400

Conexão: USB
Material: Plástico
Botões: 8
Sensibilidade: 200 – 3600 DPI
Preço sugerido: R$ 149,90

Site: Logitech Optical Gaming Mouse

 

Do leitor: conheça Private Military Company, add-on de Arma2

No passado publicamos no GameReporter um post de sucesso da COMBATE TÁTICO, uma comunidade voltada para o simulador militar ArmA 2.

Nas palavras de seus criadores, a COMBATE TÁTICO é a maior comunidade brasileira dedicada ao game, e se difere de outras comunidades brasileiras pelo “rigor” (aliado a diversão) de como conduz o jogo. Por ser um simulador, permanece na comunidade algumas características militares tais como patente e grupos de combate, e que traz ao jogador a imersão mais proxima da tensão que se passa num combate real. Este não é qualquer jogo e sim um simulador militar de um realismo impressionante.

Agora, eles mandaram um pequeno review sobre o mais recente add-on de ArmA2: Operação Arrowhead. Confira abaixo:

“Arma 2: Private Military Company é o último addon de Arma 2: Operação Arrowhead, simulador militar lançado neste verão.

Eles não são Tier 1, isto não é Special Ops. Eles são contratados, esta é uma empresa militar privada. Um ano após as forças britânicas e de coalizão armada terem êxito em reprimir o levante rebelde em Takistan, a implantação da NATO Green Sea está em processo de levantamento estratégico de suas tropas de combate na região. Contratados militares privados devem arcar com o ônus do aumento da carga de trabalho, com a crescente concorrência entre as organizações multinacionais para os contratos de segurança lucrativos. A Companhia Militar Privada, ION, Inc.(Ex-Black Element), venceu uma licitação para um contrato – codinome Black Gauntlet – para fornecer segurança para uma equipe de investigação da ONU, que procura reunir informações sobre o abandonado programa de armas nucleares do Takistan…

O CEO da Boêmia, Marek Spanel, comentou: “Este novo trailer mostra o nosso foco em mais uma história voltada para o personagem e narrativa na campanha do novo Arma 2: PMC. Nosso elenco inclui personagens de várias nações, que na qualidade de voz representa a criação de uma cidade muito interessante com uma grande mistura de sotaques. Por observar o trailer os jogadores vão ter um gostinho bom da intensa atmosfera em mais este add-on”.

A idéia principal da série ArmA permanece: ser um simulador militar épico. E sendo o unico no gênero, ele é o melhor nisso!” Conhença o site da comunidade, a única comunidade brasileira de Arma2 reconhecida pelo site oficial.