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Atari VCS: conheça o novo console da empresa americana desde o apogeu do Jaguar!

Na última semana a Atari anunciou durante a Game Developers Conference seu mais novo videogame, o Atari VCS (sigla para Video Computer System). Os detalhes são escassos, mas já dá para ter uma ideia do que a empresa preparou para os aficionados por videogames. A primeira coisa a se dizer é que a empresa americana quer se afastar do que o trio Sony-Nintendo-Microsoft estão fazendo.

Sim, o console não será um concorrente direto dessas plataformas, mas sim um aparelho voltado para a comunidade que curte jogos retrô ou games mais simples de celulares. Ele pode até ser comparado ao finado Ouya. Baseado em arquitetura de PCs, o aparelho virá com um processador AMD, gráficos Radeon e sistema operacional Linux.

A Atari parece estar prestando uma verdadeira ode ao seu legado, tanto que até o design do aparelho é bem retrô. O Atari VCS possui dois padrões de controle: um semelhante ao do XBox 360 e outro inspirado no clássico do Atari 2600 (com a alavanca). O detalhe é que os controles possuem os botões “home” e “voltar” muito parecidos com celulares Android. A partir daí dá para presumir que além de rodar jogos do Atari 2600, o aparelho deva ter compatibilidade com jogos de celulares, apesar de operar via Linux.

E por falar em jogos, especula-se que alguns games recentes como Minecraft e Terraria devem fazer parte do catálogo do aparelho, mas a Atari não confirma nada ainda. O que se sabe é que o console não terá nenhum suporte para mídia física. Sim, os jogos serão descarregados via internet diretamente para o console, seja via wi-fi ou cabo.

Também graças a opção de internet, espera-se que a plataforma tenha compatibilidade com aplicativos para vídeos como a Netflix e o YouTube. O preço do sistema é que parece não estar de acordo com a realidade das funções da máquina: rumores sugerem um preço entre 200-250 dólares. Esse valor é exatamente o que os americanos pagam pelos poderosos PS4 e Nintendo Switch. Mas até aí são apenas rumores, é claro. O preço oficial deve sair em abril, quando a Atari abre a janela da pré-venda e divulga novos detalhes.

Esta é a primeira empreitada da Atari no mercado de consoles após a derrocada do Jaguar. Ainda que os planos sejam mais modestos, é bem legal ver que quase todos os consoles clássicos estão de volta, vide o sucesso do SNES mini e da última versão do Mega Drive lançado pela Tectoy. Mas o que você achou do novo VCS?

Abaixo tem um vídeo do Atari VCS:

Não Seja Demitido – Já conhece o viciante jogo indie para quem quer arrumar o emprego dos sonhos? Relembre este clássico mobile!

O jogo de que vamos falar hoje não é nenhum lançamento, mas merece um destaque especial aqui devido a sua alta qualidade. Não Seja Demitido é um jogo indie lançado em 2015 pela desenvolvedora QuickTurtle. Conforme o nome sugere, o principal objetivo é manter seu emprego e subir de cargo na empresa, evitando ser demitido. Mas a tarefa não é nada fácil, pois o jogo em si arruma “desculpas” para te demitir.

Em Não Seja Demitido, você começa como um jovem recém-chegado na Coréia do Sul que está em busca de um emprego para sobreviver. A primeira barreira é passar pelas entrevistas de emprego. Assim que você consegue um emprego como estagiário, seu objetivo passa a ser manter sua posição. O problema é que qualquer coisa pode ser motivo para uma demissão, tal como deixar trabalho acumulado, não atender as solicitações de seus colegas e superiores etc.

O jogo é bem difícil, mas conforme você pega o jeito, você vai subindo de cargo e as responsabilidades aumentam. O grande objetivo é chegar até o cargo de Presidente, porém você vai passar por muitos apertos até conseguir chegar lá. Deve-se tomar cuidado com as economias e com o nível de saúde do seu personagem. O macete é que conforme joga e é demitido em diversas empresas, seu personagem ganha experiência e acaba ficando mais fácil manter certas posições iniciais, mas ainda assim o cuidado deve ser constante.

Não Seja Demitido é gratuito e está disponível para usuários de Android e iOS. A melhor parte do game é que ele é recheado de bom humor e mesmo sendo demitido você vai acabar se divertindo pelas demissões “injustas” que vão ocorrer. Imagine que você pode ser demitido por levar nozes para o chefe no pacote ao invés de servi-lo numa bandeja. Outra situação esdrúxula é ser demitido por ser efetivo demais. Sim, se você fizer o trabalho rápido demais, não haverá trabalho a ser feito e você acaba demitido.

A jogabilidade é bem simples e os gráficos são um prato cheio para fãs de pixel art. De acordo com os desenvolvedores, a ideia do jogo é dar uma noção bem humorada de como é o disputado mercado de trabalho sul-coreano. O mais bacana é que o jogo tem opção de idioma em português do Brasil e a tradução foi muito caprichada, usando até mesmo gírias do nosso país. Um prato cheio para quem quer se divertir e conquistar a sonhada promoção, mesmo que seja no mundo de jogos digitais.

Abaixo tem o trailer de Não Seja Demitido:

Aquiris Game Studio anuncia Horizon Chase Turbo para PS4 e PCs

Após o grande sucesso de Horizon Chase World Tour para dispositivos mobile, chegou a vez do PlayStation 4 e do PC receberem a mesma experiência de corrida arcade com o lançamento de Horizon Chase Turbo. O game da Aquiris chega para essas plataformas no segundo trimestre de 2018 prometendo corridas alucinantes e visuais retro bastante característicos.

Quem jogou os clássicos de corrida da geração 16 bits vai se sentir familiarizado com a proposta de Horizon Chase Turbo, afinal o título é uma verdadeira ode ao gênero, não apenas pelos visuais, mas também pela trilha sonora composta por Barry Leitch, o mesmo que assina as composições de Top Gear.

“Estamos trabalhando em todos os detalhes para Horizon Chase Turbo entregar a diversão e competitividade dos clássicos Top Gear e Out Run, ao mesmo tempo que apresenta sua personalidade própria. Está emocionante e lindo jogar em tela dividida para quatro jogadores e com resolução de 4K. É um jogo pra juntar os amigos em tardes memoráveis de videogame em casa”, diz Sandro Manfredini, Diretor de Negócios da Aquiris.

Além de dezenas de pistas e veículos, Horizon Chase Turbo oferece um modo multiplayer local que permite aos amigos correr lado a lado em uma campanha cooperativa, torneios competitivos ou desafios em corridas randômicos pelo planeta.

Há ainda modos online para quem quer jogar com amigos que moram longe, como o “Ghost Mode”, modo em que o jogador pode desafiar tempos dos amigos, que são representados na pista com um “carro fantasma”. Os melhores tempos podem ser vistos em um ranking online.

De acordo com a Aquiris, os circuitos são bem variados e recriam paisagens de diversos países, sendo que cada uma traz elementos novos na jogabilidade devido as condições climáticas e seus terrenos.

Horizon Chase Turbo  é o sucessor espiritual de Horizon Chase World Tour, que foi lançado para Android e iOS e foi baixado mais de dez milhões de vezes. O título chega para atender os pedidos dos jogadores que almejavam uma experiência de corrida voltada para o retro, lembrando jogos como .Lotus Turbo Challenge 2, Rush” e Top Gear.

“Horizon Chase World Tour foi a confirmação de que o mundo queria um jogo assim. O título foi celebrado pelos jogadores, pelas plataformas App Store e Google Play, e pela imprensa. Dentre todos os prêmios que o jogo conquistou, gostamos de destacar que Horizon Chase ficou entre os 30 Melhores Jogos do Mundo de 2015, de todas as plataformas, pela pontuação do Metacritic. Agora, com todas as características da versão Turbo, temos a certeza de que vamos entregar a experiência completa de jogabilidade e competitividade que os jogadores nos pediram, completa Sandro.

Com lançamento previsto para o segundo trimestre de 2018,  o game estará disponível digitalmente através da PSN Store, no PlayStation 4, e no Steam, no PC. Abaixo tem o trailer de Horizon Chase Turbo:

 

Tectoy relança o Pense Bem, eletrônico de grande sucesso nos anos 80

Após relançar o Mega Drive, a Tectoy mostra que abraçou mesmo a onda do revival. Só vai lembrar desse brinquedo quem foi criança na década de 80. Pense Bem foi um eletrônico lançado pela Tectoy no final dos anos 80 e foi um dos produtos mais bem sucedidos da companhia. Agora ele está de volta! “Muito mais que um brinquedo, quase um computador” era o slogan do brinquedo e servia para sintetizar a pretensão do aparelho.

A nova versão mantém a essência que o consagrou na época: é um brinquedo educativo e lúdico, que por meio de jogos e livros de atividades de perguntas e respostas, estimula o raciocínio e promove o aprendizado de temas que vão de música a história. O novo Pense Bem possui design semelhante ao da versão original e já está em pré-venda exclusiva pelo site da Tectoy por R$269.

“Relançar o Pense Bem, um dos maiores êxitos da indústria de brinquedos de todos os tempos, foi mais uma forma que encontramos para comemorar os 30 anos da Tectoy e do próprio produto, que completará 30 anos em 2018”, disse Stefano Arnhold, presidente do conselho da Tectoy.

Mais sobre o Pense Bem

O novo Pense Bem será produzido na fábrica da Tectoy em Manaus e, como no modelo lançado em 1988, já virá com dez jogos embarcados no aparelho, como desafios de matemática e memória, e um “Livro de Atividades Programadas” para testar os conhecimentos em 150 questões de várias áreas do conhecimento.

“A Tectoy lançou o primeiro Pense Bem em um momento que a informática avançava no Brasil. Quase três décadas depois, a vida digital é uma realidade e o Pense Bem é uma alternativa inteligente de diversão e aprendizado fora do mundo virtual”, acrescentou Tomás Diettrich, CEO da Tectoy.

Quem adquirir o aparelho ainda na pré-venda terá um desconto de R$30 no valor final do produto, que, quando lançado à pronta entrega, em setembro de 2017, custará R$299. Com caixa inspirada em sua primeira embalagem, o Pense Bem funciona com uma fonte de alimentação, que acompanha o produto, ou a pilhas. Mais informações sobre o Pense Bem e outros produtos da Tectoy estão disponíveis no site da Tectoy.

A Era dos Games: Exposição interativa sobre videogames desembarca no Brasil

Após passar por 33 cidades de 25 países, a exposição “A Era dos Games” finalmente chega a São Paulo. Idealizada pela Barbican Centre de Londres, a exposição é apresentada pelo Ministério da Cultura e Brasilprev, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura. A mostra ocupará o Pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuera, entre 16 de agosto e 12 de novembro e vai mostrar a evolução dos jogos eletrônicos desde o Atari até a geração atual.

Depois de São Paulo, a exposição segue para o Museu Histórico Nacional no Rio de Janeiro, onde ficará em cartaz de 6 de dezembro a 05 de março de 2018. Nas duas cidades, o público poderá interagir com mais de 150 jogos de sucesso. É uma oportunidade ótima de conhecer e interagir com verdadeiras pérolas dos jogos eletrônicos.

A exposição consumiu dois anos de trabalho intenso a um custo de um milhão de libras inglesas. São cerca de seis décadas escrutinadas, em 13 seções temáticas distintas. Dentre os mais de 150 jogos selecionados há uma longa lista de destaques, a começar pelo Pong, um jogo de tênis extremamente sintético. Criado em 1972, rodou o mundo e deu início a uma das megaempresas do setor, a Atari, que lidera o segmento ao lado de Nintendo, Sega, Microsoft e Sony. O Brasil também estará presente através de alguns jogos com tecnologia verde e amarela.

“Não há dúvida de que os videogames tiveram um grande impacto na cultura visual contemporânea. A Era dos Games pretende demonstrar a força criativa considerável que sustenta a indústria, destacando as contribuições de indivíduos e empresas-chave que desempenharam um papel na sua evolução. A exposição explora a influência de músicos, cineastas e artistas e mostra claramente que algumas das inovações mais criativas do nosso tempo passaram por este meio fenomenal”, resume NeilMcConnon, diretor do Barbican.

O público poderá conhecer personagens que fizeram história, como Super Mario — o encanador italiano criado pela Nintendo em 1985 e que chegou a ser usado pelo Japão na cerimônia de encerramento das últimas Olimpíadas como símbolo nacional; a crescente importância dos jogos infantis e seu potencial como ferramenta educativa; e ainda os enormes avanços tecnológicos que continuam sendo feitos, como o uso cada vez mais sofisticado da tecnologia 3D, a captação mais sensível dos movimentos pela tela ou por sensores e a constatação de que a realidade virtual é algo cada vez mais próximo.

Um embrião da exposição Era dos Games foi apresentado no Museu da Imagem e do Som de São Paulo em 2011. Batizada originalmente de Game On, mais tarde o evento incorporou o número 2.0 ao título para dar conta das atualizações tecnológicas surgidas ao longo do período em que excursionou pelo mundo. A edição que desembarca agora no país chega em versão ampliada, com games de última geração e inclui jogos produzidos no Brasil.

“Acreditamos muito no potencial dessa exposição. Ao apresentar a história do videogame de forma lúdica e divertida, ela integra diferentes gerações e proporciona um excelente programa para toda a família”, explica Cinthia Spanó, gerente de Comunicação Corporativa e Sustentabilidade da Brasilprev.

As visitas à exposição Era dos Games terão horários pré-agendados e serão realizadas em seis sessões diárias, com 90 minutos de duração cada. O público poderá adquirir ingressos antecipadamente online já a partir desta quarta, 5 de julho. Vendas de ingressos na bilheteria somente a partir da data de abertura, 16 de agosto.

 

SERVIÇO – A ERA DOS GAMES – Uma exposição do Barbican Centre de Londres

Quando: De 16 de agosto a 12 de novembro de 2017 – Terça a domingo, das 11 às 20 horas – Sessões diárias às 11h, 12h30, 14h, 15h30, 17h e 18h30

Quanto: Preço R$40,00 / R$20,00 meia entrada*

Onde: Endereço: Pavilhão da Bienal – 3º pavimento – Acesso pela rampa externa

Parque Ibirapuera – Portão 03 – Av. Pedro Alvares Cabral S/N – CEP 04094-000 – São Paulo, Brasil

Atari Flashback 7 da Tectoy chega para agarrar os fãs de retro games

Após o lançamento do Mega Drive, a Tectoy decidiu continuar investindo na linha de consoles retrô. Desta vez foram os fãs do icônico Atari 2600, um dos consoles mais bem sucedidos de todos os tempos. Nomeado como Atari Flashback 7, o console vem com 101 jogos na memória, entre eles clássicos como Centipede, Frogger e Space Invaders.  O lançamento foi realizado no dia 22/03, pelas mãos da Tectoy, e os fãs já podiam comprá-lo pelo preço sugerido de R$ 499,00 através do site da Tectoy.

Você também pode comprar o Atari Flashback 7 aqui.

O design do console respeita os traços da versão original do Atari 2600, porém mais compacto e com alguns botões coloridos na parte superior da carcaça. Um plus é que, apesar de vir com dois controles, o jogador que tiver controles clássicos pode utilizar nesta versão flashback. Na parte visual os jogadores não têm do que reclamar, visto que o design do Atari 2600 é um ícone da cultura pop.

atari“O Atari Flashback 7 remete à primeira versão de 8 bits do Atari, aquele que foi lançado em 1977 nos EUA e que chegou ao Brasil em 1983”, conta Tomas Diettrich, CEO da Tectoy. “Temos certeza que aqueles que adquirirem o Atari da Tectoy irão reviver uma experiência única dos videogames nos anos 80.”

Agora vamos aos pontos negativos. O Atari Flashback 7 não tem entrada para cartuchos e nem cartões de memória. Em outras palavras, você vai jogar somente os jogos que vêm nele. Apesar da quantidade de jogos (101) ser bastante grande e variada, vale mencionar que alguns dos maiores clássicos do Atari como Enduro, Pitfall e Pacman (entre outros games da Activision) ficaram de fora do pacote. O preço também foi duramente criticado pela comunidade, mesmo entre os retro gamers. O console já está disponível no site da Tectoy.

Abaixo você confere um vídeo promocional do Atari Flashback 7:

Mustache in Hell é aventura desafiante à moda antiga

Outro jogo indie brasileiro que tem tudo para fazer sucesso é Mustache in Hell, do estúdio Brasileiro Iduna. Trata-se de um game saltado para o humor com estilo retrô é que prioriza a alta dificuldade para agradar os jogadores carentes de títulos mais desafiantes. Mustache in Hell alterna momentos de pura ação e adrenalina em batalhas épicas contra criaturas e chefes surpreendentes com momentos de exploração em busca de itens ocultos e resolução de pequenas quests e puzzles.

Você controla John Mustache, um oficial durão, que após sonhos inquietantes, acorda em um estranho lugar e precisa fazer um inesperado acordo com o Ceifador para ganhar de volta sua vida. O acordo consiste em recuperar cubos de poder que por um motivo particular estão no submundo e são guardados por criaturas mitológicas como demônios, golens, górgonas, aranhas gigantes, monstros marinhos e outros.

Para derrotar estes seres John conta com sua munição terrena como pistolas, shotguns, SMG, lança-chamas, granadas e outras, além de suas habilidades em combate. Os ambientes são exploráveis, de modo que os jogadores mais dedicados são presenteados com itens secretos bastante úteis.

O jogo pode ser descrito como o encontro perfeito do pixel art retrô com um clima intimidador em batalhas de pura ação. Dificilmente você vai passar as fazes sem perder vidas. Lembra algo de Ghouls ‘n Goblins pelo nível de dificuldade. Felizmente há suporte para o controle do Xbox 360, o que torna a jogatina um pouco mais fácil.

Abaixo tem o trailer de Mustache in Hell:

PoPixel é o novo game do estúdio indie CGGames

Nosso destaque do dia é o jogo indie PoPixel, da produtora CGGames, os mesmos caras por trás dos jogos Milford Heaven e Luken’s Chronicle. A nova empreitada do estúdio é um game de plataforma para mobile com uma mecânica bastante desafiante de um estilo artístico puxado para o pixel art. De acordo com os desenvolvedores, ele une elementos de jogos casuais e aventura da geração 16 bits.

Você controla um homem-bala acrobata que explode balões pulando em cima deles, mas não é tão simples assim, cada balão tem uma função e um comportamento diferente.  O objetivo é coletar as três moedas de cada um dos níveis. São quatro mundos, com 30 fases em cada um, de modo que para encontrá-los, o jogador deve ter perícia nos saltos e resolver pequenos puzzles. O macete é utilizar os diferentes efeitos de cada balão para chegar ao final das fases.

O elemento que mais chama as atenções em PoPixel é seu estilo retrô, facilmente associado aos jogos da geração 16 bits. Os visuais coloridos e a jogabilidade fácil e viciante dão o tom certo para um game que merece ser conhecido. Parece que a ideia era unir a jogabilidade clássica com mecânica casual. O resultado é satisfatório. Popixel está disponível para usuários Android em duas versões: a demo gratuita e a versão final, que custa R$ 2,00.

Abaixo tem um trailer de PoPixel:

BGS terá exposição de consoles antigos e maquinas de arcade clássicas para testar

Como todos sabem, no próximo dia 8 de outubro a Brasil Game Show abre suas portas para receber milhares de jogadores de todo o Brasil. O evento vai reunir as maiores empresas do mercado para apresentar ao publico as novidades mais quentes da temporada.

O que alguns não sabem e que a Brasil Game Show não e um espaço apenas para novidades, na verdade ha lugar ate para consoles antigos como o Atari 2600 e o Telejogo. Isto porque haverá uma exposição chamada “A Evolução do Videogame”, que reunira exemplares raros dos principais consoles já lançados. O acervo e cortesia do próprio Marcelo Tavares, fundador da BGS.

De acordo com a organização, serão expostos mais de 100 consoles, alem de variados jogos que recontam a historia dos videogames. Deste modo, os jogadores podem conferir de perto verdadeiras relíquia como o Odyssey, o Atari, o 3DO, entre outros. Alem dos consoles, os jogadores poderão experimentar alguns jogos clássicos dessas plataformas através de 80 maquinas de arcade instaladas no lugar. Em outras palavras, um verdadeiro túnel do tempo sera montado na BGS.

“A exposição ‘é uma oportunidade única para os fãs de games acompanharem as mudanças nos consoles e jogos nos últimos 40 anos e entenderem a importância de cada geração para que a tecnologia avançasse até o nível atual”, diz Tavares.

Se você vai prestigiar a BGS, não deixe de conferir essa exposição e mostrar aos seus filhos, sobrinhos ou colegas mais jovens. Afinal, não e todo dia que temos a oportunidade de reviver a era de ouro dos videogames e constatar que houve um tempo que bons jogos não eram feitos apenas de gráficos realistas.

Pixtoy lança beat ‘em up War Dogs durante a BGS 2015

Durante a Brasil Game Show a desenvolvedora Pixtoy, localizada em Vitória (ES), lançará seu mais novo game. O título chama-se War Dogs e ele é do gênero beat ‘em up e tentará agarrar os jogadores graças ao design especialmente produzido para homenagear os games do estilo.

De acordo com a Pixtoy, War Dogs mesclará os esportes de impacto, ou seja, diversas artes marciais com a jogabilidade clássica em que os jogadores percorrem os ambientes enquanto derrotam centenas de adversários. O protagonista é Red, um pitbull red-nose mutante  que teve de aprender diversos estilos de luta para sobreviver.

A ação se passa em Xtreme Town, uma das maiores metrópoles do Novo Mundo, com um estilo cyberpunk. O mundo do jogo é distópico e a ambientação é explicada devido a uma guerra nuclear que dizimou quase todos os seres humanos. Deste modo, os poucos sobreviventes sofreram mutações dividindo-se ente os Mastiffs, humanoides com cabeça de cachorro e Hound Wars, uma nova raça de cyborgs com inteligência humana e poder físico canino e robótico.

Neste ambiente caótico a sobrevivência tem de ser garantida com punhos e violência. É então que o restaurante de uma amiga de Red é atacado e o protagonista resolve tirar a história a limpo enfrentando grupos de Mastiffs e de Hound Wars. Para isso, ele utiliza as “Habilidades”, que são estilos de diversas artes marciais, como Boxe, Karatê, Muay Thay e Jiu-Jitsu.

O game estará disponível para Android e iOS no estande da Pixtoy durante a BGS e a produtora já deixou o convite aberto para todos os fãs de beat ‘em up conhecê-los.