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Konami anuncia a linha completa de Contra Anniversary Collection

Se você é fã da série Contra, alegre-se! A Konami acaba de anunciar como será o box comemorativo de Contra Anniversary Collection. O pacote final conta com alguns dos games mais icônicos de toda a franquia, e da história dos videogames, tais como CONTRA, CONTRA: HARD CORPS e CONTRA III: THE ALIEN WARS.

A coleção traz ainda um conjunto diverso dos clássicos CONTRA que estarão disponíveis como exclusividade digital na PlayStation Store, Xbox Live, Nintendo Switch eShop e Steam para PC com o preço sugerido de US$ 19,99.

O catálogo completo é formado por:

  • CONTRA (Fliperama)
  • SUPER CONTRA (Fliperama)
  • SUPER C (NES)
  • CONTRA III: THE ALIEN WARS (SNES)
  • CONTRA: HARD CORPS (Sega Genesis)
  • CONTRA (NES)
  • CONTRA (Famicom)
  • OPERATION C (Game Boy)
  • PROBOTECTOR (Sega Mega Drive)
  • SUPER PROBOTECTOR: ALIEN REBELS (Super Nintendo)
  • eBook de bônus

De acordo com a Konami, os jogadores que comprarem a Contra Anniversary Collection também receberão as versões japonesas de seis dos títulos:

  • CONTRA (Fliperama)
  • SUPER CONTRA (Fliperama) – conhecido como SUPER CONTRA: ALIEN NO GYAKUSHU no Japão
  • SUPER C – conhecido como SUPER CONTRA no Japão
  • CONTRA III: THE ALIEN WARS – conhecido como CONTRA SPIRITS no Japão
  • OPERATION C – conhecido como CONTRA no Japão
  • CONTRA: HARD CORPS – conhecido como CONTRA: THE HARD CORPS no Japão

Os jogos adicionais chegarão como uma atualização gratuita para todos os jogadores que comprarem o jogo. O lançamento de Contra Anniversary Collection está previsto para ainda este ano, porém sem data definida.

Contra Anniversary Collection faz parte da comemoração do 50º aniversário da KONAMI, que reúne jogos das suas franquias mais famosas e títulos clássicos. Para dar vida ao jogo, a KONAMI se uniu à desenvolvedora de jogos M2 para adaptar esses clássicos para os sistemas de jogos modernos.

Em uma embalagem com um livro de bônus extra, esta coleção digital exclusiva proporciona um olhar abrangente sobre a história e origens do Contra.  A coleção completa reúne ainda outros títulos clássicos já disponíveis: Castlevania Anniversary Collection e Arcade Classics Anniversary Collection da Konami.

Top 5: acontecimentos que incentivaram a criação de games nacionais

Podemos dizer que o mundo dos games hoje em dia está fervendo e crescendo de maneira extraordinária. Todos os dias vemos os grandes estúdios de criação de games apresentarem incríveis jogos com gráficos ultrarrealistas e mecânica que aproximam os personagens próximos a realidade.

É notável também a força dos produtores independentes, que de certa forma estão bastante encorajados a criar jogos, mesmo que sem grandes recursos financeiros ou um patrocinador. Seja como for, o mercado de games nacional se desenvolveu muito bem.

Mas alguns anos atrás as coisas não eram assim, pois era raro encontrar algum desenvolvedor de games independente, pois apenas os grandes estúdios e distribuidoras lançavam games. Os gamers então passaram por cima e quebraram esse paradigma, e após algum tempo o mercado foi só crescendo e crescendo, como era previsível.

Trouxemos alguns acontecimentos dentro da indústria dos games que ajudaram a evoluir o mercado, assim como podemos ver hoje. Alguns mais recentes, outros nem tanto, confira:

 

5 – Lançamento dos primeiros games indies

 

Ah, os Games Indies! Talvez você desconheça a importância que estes jogos criados por poucas pessoas (ou até mesmo uma) tem sobre o mercado de desenvolvimento de games no mundo e aqui no Brasil.

Os primeiros games independentes foram lançados no início da década de 90, e só ganharam relevância e popularidade com o tempo, chegando hoje em dia a títulos tais como Minecraft, pois acredite, ele foi criado por apenas uma pessoa.

Infelizmente não sabemos exato qual foi o primeiro jogo independente que foi lançado e nem a sua repercussão e aceitação dos players que jogaram, mas sabemos que este incentivou e mostrou que nem sempre é necessário ter grandes recursos para criar um game do zero.

Com certeza foi um bom incentivo para a atual geração de programadores, certo?

 

4- Steam abre portas para os produtores independentes

 

Erinia, um dos primeiros jogos brasileiros de longo alcance.

A Steam é referência na venda de games em mídia digital para PC e possui um catálogo gigante de games e muitos usuários ativos diariamente. Em agosto de 2012, a companhia decidiu apoiar fortemente os programadores e lançou o Steam Greenlight.

Os programadores podem enviar vídeos de algumas partes do jogo que está sendo desenvolvido e o mesmo participará de um processo de votação, se obter votos suficientes ele poderá ser publicado e divulgado dento da plataforma. Apesar da concorrência que o produtor poderá enfrentar, a popularidade da plataforma fala mais alto e ainda incentiva que o desenvolvedor dê o seu máximo e apresente uma boa proposta do jogo que está criando.

Infelizmente o Steam Greenlight  foi substituído pelo Steam Direct, que se tornou uma plataforma paga e cara, mas que produtor não quer ter o seu jogo dentro da Steam?

 

3 – Primeira Game Jam

 

Brasil Game Jam – hoje em dia ela é assim, não lembrando nada a precariedade das primeiras game jams nacionais.

Uma coisa é fato: os Gamers gostam muito e estão participando cada vez mais de eventos, prova disto é a BGS, CCXP, etc..  Apesar destes eventos citados serem apenas de entretenimento, existe uma parte de gamers e desenvolvedores que colocam a mão na massa com o objetivo de criar um game em até 72 horas (ou menos)

Em meados de 2002, um grupo de jovens programadores de games se uniram para criar uma Engine que suportassem várias animações sem comprometer na qualidade e no processamento dos componentes do game. Após o período de desenvolvimento da engine, os desenvolvedores convidaram um pequeno grupo de programadores para que eles criassem vários games com o motor gráfico construído, e assim aconteceu o primeiro evento de Game Jam da história.

 

2 – Lançamento da plataforma itch.io

 

Se você é familiarizado com games indies, provavelmente conhece a plataforma itch.io, lançada em março de 2013, que permite que pequenos desenvolvedores de games publiquem seus jogos independentes para venda e download.  Hoje em dia a plataforma possui mais de 40.000 jogos em seu catálogo e ainda é possível participar de games Jam através dela.

A distribuição do game é um fator muito importante para qualquer programador, pois a plataforma de distribuição pode definir o sucesso ou o fracasso de um game, e com o crescimento e aceitação dos games indie, a itch.io está cada vez mais popular entre os gamers.

Visto que o Steam Greenlight não está mais entre nós, a melhor opção totalmente gratuita para publicação de games fica com a Itch.io

 

1 – Primeira engine comercial

 

A Blender Game Engine era assim.

Outro grande acontecimento que fez com que as pessoas tivessem curiosidade e interesse na criação de games, foi o lançamento da primeiro motor de jogo liberado para a criação de games. E isso se deve pela comodidade que o programador tem, visto que já não é necessário ter um imenso trabalho para criar uma Engine do zero, ela simplesmente já está pronta, simples assim.

Também não se sabe ao certo qual foi a primeira Engine Comercial lançada, mas acreditamos que seja a Blender Game Engine, em que foi lançado o software de código aberto após a falência da empresa, estando disponível para download até nos dias de hoje.

Texto por: Samuel Almeida

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Horizon Chase Turbo recebe novas atualizações para a nova temporada

Um dos games nacionais mais aguardados nesta temporada é sem duvidas o Horizon Chase Turbo da Aquiris Game Studios. E 2019 o clássico moderno de corrida retrô coleciona prêmios e reconhecimento desde que foi lançado e já recebeu uma incrível recepção do público e crítica. Para comemorar este feito os organizadores preparam conteúdo novo e um mega desconto na PlayStation Essentials Sale.

Possuindo o segundo jogo de corrida de 2018 com a melhor avaliação para PS4, de acordo com Metacritic, Aquiris está orgulhosa de ter seu título na PlayStation Essentials Sale – que dura até 5 de Fevereiro. Durante esta campanha, o jogo será vendido pelo seu maior desconto até então: 25% mais barato para todos os jogadores, e 35% para os membros da PS+!

Além disso, Horizon Chase Turbo está recebendo sua atualização mais esperada, incluindo:

  • O novo modo Playground;
  • Skins exclusivas para carros;
  • Novas cores;
  • Novo carro “Uno da Firma.

Vale dizer ainda que o lançamento de Horizon Chase Turbo para Switch traz um novo modo de jogo para agitar a corrida: o Playground, uma competição rotativa que traz 5 novas corridas a cada temporada. São pistas que vão ficar no ar por tempo limitado, e sempre vão trazer algo de especial para o jogo: corridas contra o tempo sem oponentes, mudanças no clima e hora do dia sobre pistas tradicionais, corridas espelhadas, nitros infinitos, restrições de garagem, etc. Espere ver chuva no deserto, vulcões entrando em erupção no Brasil, e novas regras!

As corridas vêm em níveis de dificuldade diferentes, de 1 a 5, então tem coisa para todo tipo de jogador de Horizon Chase. Cada corrida apresenta dois tipos de desafio para os pilotos atacarem: vencer os oponentes do computador já é um desafio em si, mas você sempre pode levar as coisas para o próximo nível e tentar competir com os fantasmas do placar online. Cada corrida tem seus próprios placares, Global e de Amigos, que ficam online apenas ao longo da temporada.

Sobre Horizon Chase Turbo

Horizon Chase Turbo é uma homenagem aos clássicos jogos de corrida da geração 16-bits como Out Run e Top Gear. Ele foi feito especialmente reacender a nostalgia, com música do lendário Barry Leitch (compositor das trilhas sonoras das séries Top Gear, Lotus e Rush), multiplayer local com tela dividida e uma mistura de estética retrô low-poly com jogabilidade moderna.

Para mais informação, por favor visite o site do game.

Os Piores Jogos do Mundo #04: Night Trap, o game que já nasceu trash

Era o auge da guerra dos consoles 16 bits. A SEGA era a primeira empresa a desafiar a Nintendo com chances reais de vitória. Cada uma apostava em games que mostrassem ao jogador o quanto sua plataforma era diferenciada e superior ao concorrente. Eis que a SEGA decidiu que o Genesis precisava de mais poder do que seu concorrente. A grande tendência para a época se revelava os CDs como nova mídia padrão, substituindo os cartuchos, pois eles eram mais baratos e fáceis de fabricar. A SEGA se antecipou aos concorrentes e trouxe para o Genesis o acessório SEGA CD ao final de 1991. Parecia uma vitória brilhante.

Mas para vender acessórios, era necessário criar jogos que mostrassem para que ele servia e foi aí que surgiram os famigerados interactive movies (ou FMV), games com estética de filmes, algo que um cartucho da época era incapaz de fazer. Infelizmente esse tipo de jogo não se tornariam populares por sua qualidade, mas sim pela atuação vergonhosa dos atores e conceitos terríveis. Um dos jogos que selariam a má fama do gênero e causaria uma revolução na indústria dos jogos eletrônicos seria justamente o Night Trap, o nosso game do dia.

Lançado em 1992 pela própria SEGA, Night Trap tinha a missão de mostrar o poderio do recém-lançado SEGA-CD. Ele foi, aliás, o primeiro filme interativo do sistema. Entretanto seu desenvolvimento remete ao histórico crash dos videogames de 1983. Nolan Bushnell, fundador da Atari e outros desenvolvedores mantinham a esperança de que a indústria fosse se recuperar, mas para isso seria necessário que ela fosse reinventada, oferecesse mais do que os jogadores estavam acostumados a ver. Nesse ínterim, Bushnell e Tom Zito (outro desenvolvedor da época) foram apresentados a um dispositivo capaz de reproduzir até quatro vídeos em VHS simultaneamente. O dispositivo era conhecido como NEMO (Never Ever Mention Outside). A ideia seria intercambiar as cenas de acordo com a vontade do usuário com apenas um comando.

 

A ideia por trás do jogo

A equipe precisava criar uma demo para apresentar a Hasbro, uma das possíveis investidoras do projeto. Assim surgiu o conceito de que o jogador deveria monitorar câmeras de vigilância para descobrir algum crime, o que deu origem ao jogo demo Scene of the Crime, em que o jogador deveria descobrir o responsável pelo sumiço de dinheiro. Stephen Hassenfeld, CEO da Hasbro na época, ficou encantado com o projeto e autorizou um generoso investimento para o desenvolvimento da tecnologia e novos games.

A primeira ideia foi criar um game interativo licenciado do filme A Hora do Pesadelo, porém o acordo foi por água abaixo, o que levou a equipe de Tom Zito a se decidir por apostar no conceito de um ambiente bem vigiado sendo invadido por bandidos. Daí surgiu a ideia de que a casa de um bilionário guardava dinheiro e uma gangue de ninjas tentaria assaltar o imóvel, porém teriam seus planos frustrados pela filha do bilionário e seus amigos que estavam dando uma festa. A Hasbro estava preocupada com a possibilidade de o público ficar insatisfeito dada a violência que um roubo pode causar. Então a equipe da Digital Pictures decidiu substituir os ninjas por vampiros, que ao invés de dinheiro estava atrás de sangue!?

O atores foram contratados e os desenvolvedores foram orientados pelo diretor James Riley sobre o desenvolvimento esperado. Em apenas 16 dias as filmagens foram feitas e o trabalho de montagem levou apenas seis meses para dar cara de videogame. Apesar dos problemas de produção, os obstáculos foram superados e Night Trap estava pronto para chegar ao NEMO (rebatizado como Control-Vision) em 1989, junto de Sewer Shark, outro projeto da Digital Pictures. Entretanto, para desapontamento da equipe, a Hasbro decidiu cancelar o hardware devido aos altos custos de produção.

Em dado momento foi sinalizado que a Sony poderia comprar os direitos do game para lançar no sistema Super NES CD-ROM, porém o acordo não vingou. Zito então se aproximou da SEGA, que parecia mesmo disposta a lançar um leitor de CD para o Genesis. Os direitos de distribuição passaram para a companhia japonesa e o game passou do formato VHS para o CD em pouco tempo. Cinco anos após sua criação, Night Trap finalmente fora lançado em 1992.

 

O gameplay segue a linha do enredo

Qual não foi a surpresa dos jogadores do SEGA-CD ao colocar o disco para rodar ao perceber que a aventura era extremamente desinteressante. Aqui você toma o papel de um agente especial que deve monitorar uma mansão cheia de garotas em poucas roupas. Ao todo são seis ambientes a serem monitorados. O objetivo é ativar armadilhas para capturar qualquer um que ameace a segurança das garotas, tomando cuidado para não prender as garotas ou outros agentes por acidente. Outra coisa a se fazer é prestar atenção nas falas das moçoilas a fim de obter pistas e entender a história. Você é livre para trocar a visão da câmera a todo momento. O game tem todo o jeitão de filme B com humor pastelão e atuações debochadas. Esse é o ponto positivo (se você gostar desse tipo de filme).

Os problemas começam ao analisar os aspectos técnicos: o gameplay é realmente muito ruim. As armadilhas eram realmente pouco responsivas, de modo que o jogador somente pode ativá-las quando o código de acesso estiver correto. Existem seis códigos de acesso e eles mudam constantemente. Para descobrir o código correto você deve prestar atenção nas falas dos personagens, o que obriga o jogador a levar a sério uma trama completamente nonsense. Se você não levar as coisas a sério é extremamente difícil prosseguir no game. São 90 minutos de puro pastelão e controles disfuncionais.

Neste momento você deve estar pensado “mas, ei, este jogo nem é tão ruim. Nem mesmo é um verdadeiro videogame”. Ao olhar as notas de Night Trap, fica claro que o jogo não foi mal recepcionado pela crítica. O que elege o game como um dos piores do mundo não são os controles ruins, dificuldade desbalanceada ou as atuações risíveis, mas sim seu legado na cultura pop. Night Trap foi um dos jogos que culminaram na criação do ESRB, órgão que regulamenta os jogos eletrônicos por faixa etária.

 

Mulheres nuas, vampiros e a ira do Senado

Aquele que parecia apenas mais um jogo tosco da SEGA logo se viu alvo do senado americano que na época estava de olho em jogos considerados violentos, tais como Doom e Mortal Kombat. No caso de Night Trap, os políticos americanos não viram com bons olhos uma casa repleta de mulheres seminuas sendo atacadas por vampiros. De acordo com os senadores, a semi-nudez era desnecessária e o grafismo era muito real, podendo assustar crianças. Lembre-se que nos anos 90 os videogames eram considerados meros brinquedos. O Estado acreditava que os jogos eletrônicos deveriam ser regulamentados antes que a mente das crianças fossem danificadas permanentemente.

Ainda que a SEGA e a Digital Pictures tivessem reclamado bastante das acusações, a pressão pública e uma esperta edição de vídeo colocou a percepção pública contra Night Trap. Uma garota sendo atacada por vários homens no jornal da noite não era nada legal de se ver, pior ainda se tais imagens fossem a reportagem do mais novo game que seu filho estava vidrado. Assim, a SEGA foi obrigada a tirar Night Trap do mercado.  Posteriormente ele voltaria às lojas com versões para SEGA CD 32X, 3DO, PC e Mac, porém a percepção pública era de que o game era um festival de monstruosidade e violência. Já os 400 mil jogadores que compraram o game sabiam da verdade: Night Trap valia mais pelo valor histórico do que pela sua qualidade em si.

 

O legado de um “filme B”

Em 1993 o senado venceu a disputa contra os videogames e pouco depois decidiu-se pela criação da ESRB (Entertainment Software Rating Board), que ditaria quais games podem ou não ser jogados por crianças. Anos após seu controverso lançamento, Night Trap foi eleito um dos piores jogos de todos os tempos pela revista EGM. Já o site GamesRadar disse em 2014 que o título era mais parecido com um teste de paciência do que com um videogame. Qualquer lista de piores jogos do mundo acabam mencionando Night Trap, seja pelos aspectos técnicos ou pela polêmica que ele esteve envolto. Concluímos que se as críticas não foram tão ruins na época é devido ao fato de que para a época ele realmente parecia algo inovador, não apenas um protótipo.

Night Trap pode ser redimido pelo fato de ter pavimentado terreno para um novo gênero de games menos interativos. Até mesmo podemos citar ele como fonte de inspiração para Five Nights at Freddy’s e uma dúzia de jogos em que o jogador é mais espectador do que atuante. Recentemente saiu uma versão comemorativa dos 25 anos do jogo para Xbox One e Playstation 4, que a exemplo do original, deve ser evitada, a menos que você não tenha dó do seu dinheirinho.

 

Abaixo tem um vídeo de Night Trap:

 

Os piores Jogos do Mundo #03: E.T. the Extra-Terrestrial, o game que enterrou o Atari 2600

Quando se fala de jogos ruins, nenhum é mais emblemático do que E.T. the Extra-Terrestrial, do Atari 2600. A rejeição pelo título foi tão grande que ele se tornou símbolo do crash dos videogames e em como a indústria pode ser frágil se ela servir apenas interesses de empresários, ignorando os anseios dos consumidores. Hoje vamos falar daquele que é eleito por muitos como “o pior jogo” da história”.

Steven Spielberg já era um diretor de sucesso antes de criar E.T., já tendo dirigido os megassucessos Tubarão e Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida. Não foi uma grande novidade quando Steve Ross, CEO da Warner Communications da época (empresa detentora da Atari), mediou um acordo com Spielberg e com a Universal para produzir um game baseado no filme. As expectativas eram as mais altas, pois o filme fez um caminhão de dinheiro, batendo todos os recordes de bilheteria da época.

Um projeto envolto em problemas

As coisas já não começaram bem para o projeto. É sabido que Ray Kassar, CEO da Atari considerava estúpida a ideia de fazer um game de ação inspirada num filme. Todavia, o projeto manteve-se de pé, afinal o acordo com a Universal custou cerca de US$ 20 milhões dos cofres da Atari e restituir essa grana era uma prioridade. Coube a Howard Scott Warshaw a tarefa de programar o game. O problema é que Warshaw pôde contar somente com o auxílio de um assistente e a Atari estipulou um prazo de entrega do game de apenas cinco semanas para poder aproveitar o período de fim de ano, um prazo extremamente curto. Como comparação, Raiders of the Lost Ark, outro game criado por Warshaw, teve sete meses de desenvolvimento.

Com o prazo curto, Warshaw teve de criar algo simples, cortando diversas ideias que chegavam a todo momento. Os executivos da Atari queriam fazer algo ao estilo de Pac-Man, mas Warshaw queria fazer algo mais original, mais próximo da emoção transmitida no filme. Entretanto, ele mesmo viu que o prazo inviabilizaria fazer algo mais complexo. Assim, o designer decidiu por fazer um game em que o jogador controla o E.T. e o objetivo é encontrar três peças que formam um telefone interplanetário para fugir da Terra.

Scot Warshaw

A jogabilidade por si só é bem simples, basta coletar alguns artefatos em seis cenários simples, desviando de buracos. Alguns desses buracos, aliás, podiam esconder itens que ajudariam o jogador. Coletar os objetos era uma tarefa simples, de modo que a única preocupação do jogador era com o tempo se esgotando e com a energia que se esgotava a ada movimento. A energia poderia ser restabelecida ao coletar as “Reese’s Pieces”. Ao coletar tudo, o jogador pode ir para a aeronave e ir para casa. Inimigos mesmo eram representados por agentes do FBI e por cientistas.

Warshaw conseguiu lançar o projeto no tempo estabelecido e a Atari apostou que as vendas do jogo seriam enormes e acabou por enviar para as lojas cerca de cinco milhões de unidades. Infelizmente para os executivos, E.T. se mostrou um fiasco, devido à péssima qualidade do produto. As conversas nos corredores das escolas era que o game era terrível e logo os jovens o evitaram mais do que tomar vacina. Ao final da época de Natal, a Atari teve de receber de volta cerca de 3,5 milhões do cartucho que ficaram estocados nas lojas. O desespero chegou a tal ponto que lojistas chegaram a vender o produto por preços risíveis e ainda assim não conseguiam se livrar dos estoques. A vergonha foi tanta que a Atari pegou essas cópias não vendidas e resolveu escondê-las em um aterro no Novo México, diziam as lendas.

Por que deu errado

A verdade deve ser dita: E.T. não é nem de longe o pior game já criado. Ele é realmente entediante e pouco desafiador, porém mesmo no Atari haviam produtos piores. Os motivos que o tornam elegível ao posto de um dos piores games do mundo é o legado que ele deixou: destruiu a reputação da Atari e acabou com os planos milionários da companhia.

Outro motivo de aponta-lo como um lixo imundo, é que a dificuldade chegava a ser injusta com os jogadores. São muitos buracos em determinados cenários e o tempo de conclusão é tão baixo que torna a tarefa de encontrar as peças do telefone quase impossível. Ao cair em um buraco, é realmente difícil sair dele, pois o jogador deve pressionar o botão vermelho enquanto segura o controle, porém o personagem deve estar em uma ponto muito específico do cenário. Chega a ser frustrante. Agora imagine que se um mísero pixel do E.T toar o buraco ou algum homem tocar a criatura, ele cai no buraco. Sim, você vai cair muitas vezes, tornando a jogatina bastante repetitiva.

Os visuais também são bem pobres. Mesmo no Atari já haviam games com cenários mais bem desenvolvidos, tais como Solaris, Pivate Eye e Robot Tank. A impressão que se tem é que Warshaw estava sem criatividade no momento de desenhar os cenários. Mas tudo se justifica pelo curto prazo que o designer teve para criar tudo do zero. Além dos cenários, a música também é bastante enjoativa e conta com um tune desagradável. Claro, conforme já dissemos, haviam games muito piores do que E.T., e, se serve como redenção, é um dos poucos que não sofrem com bugs que o tornem injogável. Mas ainda assim, o game é bem enjoativo e deve ser evitado.

O legado de um jogo ruim

Talvez toda a fama do game se deve a lenda urbana dos cartuchos enterrados e ao fato de que em apenas poucos meses após seu lançamento, a indústria de jogos eletrônicos enfrentou um revés incrível, fazendo com que a Atari acumulasse dívidas e fosse motivo de desconfiança de toda a comunidade. Em uma matéria para o New York Magazine, o jornalista Nicholas Pileggi disse que o game era uma completa derrota criativa.

Anos depois, já em 2014, realizou-se uma escavação no Novo México para descobrir se a lenda dos cartuchos enterrados era real. Bingo! Milhares de cartuchos estavam mesmo enterrados, junto de pilhas de material de marketing e outros jogos malsucedidos do Atari 2600. Em uma lista da GamePro, E.T. foi listado como um dos 52 jogos mais importantes de todos os tempos devido ao seu papel no crash dos videogames e na derrocada da Atari. Foi o único título a entrar na lista por um motivo negativo.

Abaixo tem o comercial de E.T. the Extra-Terrestrial:

Os Piores Jogos do Mundo #01: Beat ‘Em & Eat ‘Em, o jogo mais nojento do Atari

Hoje vamos inaugurar uma nova série no GameReporter, uma especie de retroanalise, porém ao invés de falar sobre jogos clássicos, nesta sessão vamos falar sobre os jogos mais infames e criticados do mundo, abordando diferentes aspectos da produção e o que deu tão errado. O primeiro da nossa lista é um dos jogos que mais receberam críticas negativas desde seu lancamento: Beat ‘em & Eat ‘em, do Atari 2600.

A publisher Mystique era uma pequena produtora de jogos cujo foco eram os erogames (os jogos eróticos), tendo lançado diferentes games ao longo de sua existência, quase todos massivamente criticados. Um dos mais infames e controversos de seu portfólio viria a ser Beat ‘em & Eat ‘em, lançado em 1982 exclusivamente para o Atari clássico. O título praticamente redefiniu o termo conteúdo ofensivo.

Ponto positivo: a capinha deixava claro que o jogo tinha conteúdo adulto.

Beat ‘Em & Eat ‘Em coloca o jogador no controle de duas mulheres nuas na frente de um prédio. No topo do edifício está um homem praticando autoestimulação manual de seu órgão genital até alcançar o auge da excitação sexual. O objetivo é aparar o sêmen do homem antes que ele toque o solo. Sim, o jogo apresenta um indivíduo em flagrante atentado ao pudor e duas mulheres dispostas a degustar o fluído.

O sêmen cai em gotas e o homem fica se movendo de um lado a outro do cenário, de modo que as mulheres devem correr de um lado a outro para completar os níveis. Conforme vai avançando a velocidade aumenta, de modo que a dificuldade fica maior. Ao chegar aos 69 pontos, voce ganha pontos extras.

O jogo foi inspirado nos jogos Kaboom! e Avalanche, porém com controles extremamente mal otimizados, de tal modo que é até difícil controlar a movimentação das personagens. Como se não bastasse, os gráficos do jogo são bem pobres, mesmo para a geração do Atari.

O que deu a péssima fama a Beat ‘em & Eat ‘em não foram os gráficos ou os controles deficientes, mas sim a temática amoral. Seria impensável que alguém lançasse um game com esse mesmo viés nos dias atuais (ou não?). Seja como for, mesmo naqueles anos a Mystique nao saiu ilesa do lançamento controverso: o título recebeu críticas terríveis nos veículos especializados e reclamações dos pais.

Por mais incrível que pareça, o relativo sucesso comercial e fama do jogo foi alcançada justamente pelas diversas reclamações que o jogo recebeu. O velho caso de produtos que recebem demasiada atenção involuntária e gerou a curiosidade da comunidade. Atualmente Beat ‘em & Eat ‘em alcançou o status de raridade entre colecionadores, podendo ser vendido por alguns milhares de dólares.

Porque é tão ruim:

Após o lançamento, os veículos de comunicação da época apontaram que o game nao apenas tinha um conceito nojento e ofensivo, mas também bastante pervertido. Não ajudou o fato de a jogabilidade se tornar enfadonha após alguns minutos de jogatina. As mulheres devem estar no ângulo exato para aparar o sêmen, tornando a jogabilidade difícil nos níveis mais altos.

Se houvesse qualquer grau de originalidade, poderia-se acrescer alguns pontos na nota final, mas na verdade Beat ‘em & Eat ‘em é apenas um plágio de Kaboom! Assim, temos um pacote completo para formar um jogo pronto para desagradar qualquer um, mesmo os jogadores mais tolerantes: uma premissa ruim, pessima jogabilidade e gráficos ruins. Até mesmo a arte de capa reflete a falta de bom senso da Mystique.

Vale ainda dizer que na época em que Beat ‘em Eat ‘em o Atari já sofria pelo acúmulo de péssimos games em seu portfolio como o famoso E.T e o pornográfico Custer’s Revenge (também da Mystique). Esses jogos acabaram por contribuir com a fama negativa dos jogos eletrônicos que desencadeou no desinteresse da comunidade e no consequente Crash dos Videogames. Mas essa é uma história para o futuro.

Abaixo tem um vídeo de Beat ‘em & Eat ‘em:

Pixel Ripped 1989 – jogo brasileiro de Realidade Virtual está disponível para compra antecipada com 20% de desconto com download no dia 31 de Julho

Há algum tempo falamos sobre o ambicioso projeto Pixe4l Ripped 1989, jogo do estúdio brasileiro ARVORE. Pois bem, temos novidades sobre o game de realidade virtual: ele está disponível para compra antecipada com 20% de desconto com download no dia 31 de Julho para todas plataformas de VR. Esta é uma das ações do estúdio que celebram todo o tempo de desenvolvimento e para beneficiar os fãs que acompanharam ansiosamente.

Pixel Ripped 1989 estará disponível nas plataformas PlaystationVROculus Rift e SteamVR. Aqueles que optarem pela compra antecipada no PlaystationVR e Oculus, poderão comprar o jogo pelo valor promocional de $19.99 dólares. O preço final no lançamento será$24,99 dólares. Haverá também um desconto temporário de lançamento para consumidores da Steam começando no dia 31 de Julho.

O jogo que marca a estreia do estúdio ARVORE é uma verdadeira ode ao passado dos games, trazendo uma série de referências aos consoles da era 8 bits. Basicamente você encarna a personagem Nicola, uma aluna da segunda série que tem o seu mundo ameaçado pelo Cyblin Lord, um vilão capaz de atravessar a barreira entre o mundo dos games e a vida real. Cabe a você ajudar a experiente Dot, uma personagem de videogame, a rechaçar a ameaça. Para isso, o jogador deve encarar desafios no mundo 2D de jogos retrô, ao mesmo tempo em que deve distrair uma professora irritada e fugindo do temido diretor do colégio no mundo 3D.

Ainda durante a etapa de desenvolvimento, Pixel Ripped 1989 recebeu prêmios, como os da Intel e do AMAZE Indie Festival, assim como indicação ao IndieCade, Proto Awards e no VR Awards 2018. Ao que tudo indica este será um game imperdível e um dos melhores já produzidos em nosso país.

Abaixo tem um trailer de Pixel Ripped 1989:

Atari VCS: conheça o novo console da empresa americana desde o apogeu do Jaguar!

Na última semana a Atari anunciou durante a Game Developers Conference seu mais novo videogame, o Atari VCS (sigla para Video Computer System). Os detalhes são escassos, mas já dá para ter uma ideia do que a empresa preparou para os aficionados por videogames. A primeira coisa a se dizer é que a empresa americana quer se afastar do que o trio Sony-Nintendo-Microsoft estão fazendo.

Sim, o console não será um concorrente direto dessas plataformas, mas sim um aparelho voltado para a comunidade que curte jogos retrô ou games mais simples de celulares. Ele pode até ser comparado ao finado Ouya. Baseado em arquitetura de PCs, o aparelho virá com um processador AMD, gráficos Radeon e sistema operacional Linux.

A Atari parece estar prestando uma verdadeira ode ao seu legado, tanto que até o design do aparelho é bem retrô. O Atari VCS possui dois padrões de controle: um semelhante ao do XBox 360 e outro inspirado no clássico do Atari 2600 (com a alavanca). O detalhe é que os controles possuem os botões “home” e “voltar” muito parecidos com celulares Android. A partir daí dá para presumir que além de rodar jogos do Atari 2600, o aparelho deva ter compatibilidade com jogos de celulares, apesar de operar via Linux.

E por falar em jogos, especula-se que alguns games recentes como Minecraft e Terraria devem fazer parte do catálogo do aparelho, mas a Atari não confirma nada ainda. O que se sabe é que o console não terá nenhum suporte para mídia física. Sim, os jogos serão descarregados via internet diretamente para o console, seja via wi-fi ou cabo.

Também graças a opção de internet, espera-se que a plataforma tenha compatibilidade com aplicativos para vídeos como a Netflix e o YouTube. O preço do sistema é que parece não estar de acordo com a realidade das funções da máquina: rumores sugerem um preço entre 200-250 dólares. Esse valor é exatamente o que os americanos pagam pelos poderosos PS4 e Nintendo Switch. Mas até aí são apenas rumores, é claro. O preço oficial deve sair em abril, quando a Atari abre a janela da pré-venda e divulga novos detalhes.

Esta é a primeira empreitada da Atari no mercado de consoles após a derrocada do Jaguar. Ainda que os planos sejam mais modestos, é bem legal ver que quase todos os consoles clássicos estão de volta, vide o sucesso do SNES mini e da última versão do Mega Drive lançado pela Tectoy. Mas o que você achou do novo VCS?

Abaixo tem um vídeo do Atari VCS:

Não Seja Demitido – Já conhece o viciante jogo indie para quem quer arrumar o emprego dos sonhos? Relembre este clássico mobile!

O jogo de que vamos falar hoje não é nenhum lançamento, mas merece um destaque especial aqui devido a sua alta qualidade. Não Seja Demitido é um jogo indie lançado em 2015 pela desenvolvedora QuickTurtle. Conforme o nome sugere, o principal objetivo é manter seu emprego e subir de cargo na empresa, evitando ser demitido. Mas a tarefa não é nada fácil, pois o jogo em si arruma “desculpas” para te demitir.

Em Não Seja Demitido, você começa como um jovem recém-chegado na Coréia do Sul que está em busca de um emprego para sobreviver. A primeira barreira é passar pelas entrevistas de emprego. Assim que você consegue um emprego como estagiário, seu objetivo passa a ser manter sua posição. O problema é que qualquer coisa pode ser motivo para uma demissão, tal como deixar trabalho acumulado, não atender as solicitações de seus colegas e superiores etc.

O jogo é bem difícil, mas conforme você pega o jeito, você vai subindo de cargo e as responsabilidades aumentam. O grande objetivo é chegar até o cargo de Presidente, porém você vai passar por muitos apertos até conseguir chegar lá. Deve-se tomar cuidado com as economias e com o nível de saúde do seu personagem. O macete é que conforme joga e é demitido em diversas empresas, seu personagem ganha experiência e acaba ficando mais fácil manter certas posições iniciais, mas ainda assim o cuidado deve ser constante.

Não Seja Demitido é gratuito e está disponível para usuários de Android e iOS. A melhor parte do game é que ele é recheado de bom humor e mesmo sendo demitido você vai acabar se divertindo pelas demissões “injustas” que vão ocorrer. Imagine que você pode ser demitido por levar nozes para o chefe no pacote ao invés de servi-lo numa bandeja. Outra situação esdrúxula é ser demitido por ser efetivo demais. Sim, se você fizer o trabalho rápido demais, não haverá trabalho a ser feito e você acaba demitido.

A jogabilidade é bem simples e os gráficos são um prato cheio para fãs de pixel art. De acordo com os desenvolvedores, a ideia do jogo é dar uma noção bem humorada de como é o disputado mercado de trabalho sul-coreano. O mais bacana é que o jogo tem opção de idioma em português do Brasil e a tradução foi muito caprichada, usando até mesmo gírias do nosso país. Um prato cheio para quem quer se divertir e conquistar a sonhada promoção, mesmo que seja no mundo de jogos digitais.

Abaixo tem o trailer de Não Seja Demitido:

Aquiris Game Studio anuncia Horizon Chase Turbo para PS4 e PCs

Após o grande sucesso de Horizon Chase World Tour para dispositivos mobile, chegou a vez do PlayStation 4 e do PC receberem a mesma experiência de corrida arcade com o lançamento de Horizon Chase Turbo. O game da Aquiris chega para essas plataformas no segundo trimestre de 2018 prometendo corridas alucinantes e visuais retro bastante característicos.

Quem jogou os clássicos de corrida da geração 16 bits vai se sentir familiarizado com a proposta de Horizon Chase Turbo, afinal o título é uma verdadeira ode ao gênero, não apenas pelos visuais, mas também pela trilha sonora composta por Barry Leitch, o mesmo que assina as composições de Top Gear.

“Estamos trabalhando em todos os detalhes para Horizon Chase Turbo entregar a diversão e competitividade dos clássicos Top Gear e Out Run, ao mesmo tempo que apresenta sua personalidade própria. Está emocionante e lindo jogar em tela dividida para quatro jogadores e com resolução de 4K. É um jogo pra juntar os amigos em tardes memoráveis de videogame em casa”, diz Sandro Manfredini, Diretor de Negócios da Aquiris.

Além de dezenas de pistas e veículos, Horizon Chase Turbo oferece um modo multiplayer local que permite aos amigos correr lado a lado em uma campanha cooperativa, torneios competitivos ou desafios em corridas randômicos pelo planeta.

Há ainda modos online para quem quer jogar com amigos que moram longe, como o “Ghost Mode”, modo em que o jogador pode desafiar tempos dos amigos, que são representados na pista com um “carro fantasma”. Os melhores tempos podem ser vistos em um ranking online.

De acordo com a Aquiris, os circuitos são bem variados e recriam paisagens de diversos países, sendo que cada uma traz elementos novos na jogabilidade devido as condições climáticas e seus terrenos.

Horizon Chase Turbo  é o sucessor espiritual de Horizon Chase World Tour, que foi lançado para Android e iOS e foi baixado mais de dez milhões de vezes. O título chega para atender os pedidos dos jogadores que almejavam uma experiência de corrida voltada para o retro, lembrando jogos como .Lotus Turbo Challenge 2, Rush” e Top Gear.

“Horizon Chase World Tour foi a confirmação de que o mundo queria um jogo assim. O título foi celebrado pelos jogadores, pelas plataformas App Store e Google Play, e pela imprensa. Dentre todos os prêmios que o jogo conquistou, gostamos de destacar que Horizon Chase ficou entre os 30 Melhores Jogos do Mundo de 2015, de todas as plataformas, pela pontuação do Metacritic. Agora, com todas as características da versão Turbo, temos a certeza de que vamos entregar a experiência completa de jogabilidade e competitividade que os jogadores nos pediram, completa Sandro.

Com lançamento previsto para o segundo trimestre de 2018,  o game estará disponível digitalmente através da PSN Store, no PlayStation 4, e no Steam, no PC. Abaixo tem o trailer de Horizon Chase Turbo: