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Do leitor: conheça Private Military Company, add-on de Arma2

No passado publicamos no GameReporter um post de sucesso da COMBATE TÁTICO, uma comunidade voltada para o simulador militar ArmA 2.

Nas palavras de seus criadores, a COMBATE TÁTICO é a maior comunidade brasileira dedicada ao game, e se difere de outras comunidades brasileiras pelo “rigor” (aliado a diversão) de como conduz o jogo. Por ser um simulador, permanece na comunidade algumas características militares tais como patente e grupos de combate, e que traz ao jogador a imersão mais proxima da tensão que se passa num combate real. Este não é qualquer jogo e sim um simulador militar de um realismo impressionante.

Agora, eles mandaram um pequeno review sobre o mais recente add-on de ArmA2: Operação Arrowhead. Confira abaixo:

“Arma 2: Private Military Company é o último addon de Arma 2: Operação Arrowhead, simulador militar lançado neste verão.

Eles não são Tier 1, isto não é Special Ops. Eles são contratados, esta é uma empresa militar privada. Um ano após as forças britânicas e de coalizão armada terem êxito em reprimir o levante rebelde em Takistan, a implantação da NATO Green Sea está em processo de levantamento estratégico de suas tropas de combate na região. Contratados militares privados devem arcar com o ônus do aumento da carga de trabalho, com a crescente concorrência entre as organizações multinacionais para os contratos de segurança lucrativos. A Companhia Militar Privada, ION, Inc.(Ex-Black Element), venceu uma licitação para um contrato – codinome Black Gauntlet – para fornecer segurança para uma equipe de investigação da ONU, que procura reunir informações sobre o abandonado programa de armas nucleares do Takistan…

O CEO da Boêmia, Marek Spanel, comentou: “Este novo trailer mostra o nosso foco em mais uma história voltada para o personagem e narrativa na campanha do novo Arma 2: PMC. Nosso elenco inclui personagens de várias nações, que na qualidade de voz representa a criação de uma cidade muito interessante com uma grande mistura de sotaques. Por observar o trailer os jogadores vão ter um gostinho bom da intensa atmosfera em mais este add-on”.

A idéia principal da série ArmA permanece: ser um simulador militar épico. E sendo o unico no gênero, ele é o melhor nisso!” Conhença o site da comunidade, a única comunidade brasileira de Arma2 reconhecida pelo site oficial.

Do leitor: conheça ArmA2 – Operation ArrowHead

Você já conhece a série tática ArmA? Não? Então vai conhecer agora! O pessoal da Comunidade de Combate Tático – COMBAT escreveu um review sobre o jogo Arma2: Operation Arrowhead e nos enviou para que publicássemos no GameReporter.

No final da resenha, você descobre um pouco mais sobre a COMBAT e como fazer parte dela. Com a palavra, o staff da comunidade:

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Site cita defeitos de GTA IV

O site Cracked, famoso por seus artigos irônicos e bem humorados, remou contra a maré e escreveu uma lista de cinco problemas de Grand Theft Auto IV, motivos que levou o autor a considerar a nova criação da Rockstar Games o pior game já criado.

Depois de dizer que o game é uma porcaria (em termos um pouco menos amigáveis que este, diga-se de passagem), o autor da lista diz que deve concordar com os elogios feitos à natureza aberta do jogo e à atenção dada a cada um dos pequenos detalhes da vida dos cidadãos controlados pela máquina e à mercê da fúria de Niko.

Mas, quais seriam, então, os problemas? Bem, a lista começa com o mecanismo de defesa usado no game, que permite ao jogador se esconder atrás de carros. O site afirma que o mecanismo é tão falho que basta dar o comando de “cover” para Niko e sair matando a população inteira, sem problemas.

O Cracked também dispara suas críticas quanto aos controles do game. “Apertar o botão de pulo agora permitirá executar um número de novas ações como escalar, montar ou pular sobre obstáculos”, explicou acrescentando a confusão que isto pode causar. “Em nenhum ponto apertar um botão deveria significar a) usar a calçada ou b) se matar”, ironizou.

Outro ponto negativo seria a repetitividade e estrutura das missões. Missões complexas e quebradas em diversas mini-missões poderiam ser cansativas demais e, caso o jogador perdesse, acabaria desmotivado em ter que realizá-la por completo novamente.

O site critica o sistema de detecção de colisões, que poderia dar o mesmo efeito de um atropelamento caso o carro passasse apenas próximo ao protagonista, problema que pode arruinar a jogabilidade online.

Por fim, a sugestão do autor é interessante: que a Rockstar Games aproveitasse o que fez de melhor e o que provavelmente foi fruto de maior parte de seu investimento (o cenário) e licenciasse a ambientação para jogos de corrida, luta e ação, ou ainda simuladores.

Para quem manja inglês, vale a pena dar uma lida na reflexão original, que você encontra no link abaixo. E aí, você concorda com a crítica?

[Via Cracked]

God of War 2: alguns comentários

Confesso que levei um tempo para começar a jogar God of War 2. Um pouco pelo medo de me decepcionar com as fatídicas continuações dos grandes clássicos, mas tomei coragem e comecei o “trabalho” (é assim que chamo todos os games que inicio).

De cara Kratos está mais Kratos do que nunca. Em sua posição de Deus da Guerra, obtida após derrotar Ares no primeiro God of War, Kratos se revela mais impiedoso que seu antecessor. Soldados de Esparta estão em uma batalha em Rhodes quando um deles invoca aos céus a ajuda do “Deus da Guerra”, que parte para aniquilar mais uma cidade, ignorando os apelos da Deusa Atenas e seu aviso de que seus atos revoltam os demais deuses do Olimpo.

Kratos desce gigantesco em Rhodes, mas… Uma águia pousa em seu ombro, lhe retira a energia de seu corpo, que volta a ficar no tamanho humano e ainda mais, o Colosso de Rhodes ganha vida e Kratos deve enfrentá-lo. Traído pelos deuses do Olimpo Kratos começa sua aventura… Aí, meus amigos, o melhor estilo God of War aparece. Batalhas impressionantes, cenários magníficos que exigem percepção do jogador e uma jogabilidade que supera o primeiro título nos deixa atônitos…

Tudo isso no primeiro ato, que termina com uma reviravolta incrível onde Kratos encontra em Zeus, o senhor do Olimpo, o seu algoz. Kratos é morto por Zeus, mas…

Bom paro por aqui pois a vontade de contar a história toda pode revelar supresas maiores ainda e espero que vocês, leitores do GameReporter.org as encontre. Ainda não terminei o “trabalho” mas vou em frente! E você, já terminou o jogo?

:: Mais God of War II: leia a matéria do Jocelyn Auricchio no Link

Half-Real: Video Games between Real Rules and Fictional Worlds

Em Half-Real: Video Games between Real Rules and Fictional Worlds, Jesper Juul apresenta não somente uma nova definição para jogos (eletrônicos ou não), mas também uma visão original sobre videogames e como estes operam. Indo além da discussão “Ludologia x Narratologia”, Juul equilibra os aspectos das ‘Regras’ e da ‘Ficção’ presente nos jogos, enfatizando como estes aspectos se relacionam.

Inspirado, o livro contém informações valiosas para designers de jogos, acadêmicos, jogadores e ao público interessados em novas mídias. Embora parte do conteúdo do livro possa ser encontrada em artigos previamente publicados por Juul na Internet (1), ela se encontra muito melhor acabada em Half Real.