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Realidade virtual estará em alta durante o evento FITIC 2016

Quem curte fazer trilha mesmo já deve ter imaginado uma situação de entrar na floresta Amazônica, certo? E quem curte música já deve ter tido a curiosidade de conhecer os bastidores do processo de um criação de um videoclipe. Pois bem, a FITIC – Feira de Tecnologia e Inovação, terá uma exposição em que os visitantes poderão conferir isso e muito mais.

O evento será realizado entre os dias 15 a 18 de dezembro e promete uma série de novidades do mundo da realidade virtual. O FITIC é uma realização em parceria  com o a Greenpeace. A VR EXPERIENCE ZONE  propiciará um passeio  em VR  360º na floresta amazônica, já a Vevo vai possibilitar que os visitantes descubram os bastidores do processo de criação de um videoclipe.

Além disso, as últimas tendências dos games também estarão em exposição. De acordo com os organizadores nos próximos quatro anos a venda de aparelhos de realidade virtual deve crescer a um ritmo anual de 84,5%, chegando a 50 milhões de unidades em 2020. E a tendência é que o segmento se popularize ainda mais. Segundo uma pesquisa da Advanced Imaging Society, de Hollywood, 70% dos americanos entre 18 e 60 anos se mostram extremamente interessados no assunto. No Brasil, a FITIC – Feira de Tecnologia e Inovação trará ao público um grande espaço inteiramente dedicado à categoria.

business-lounge-opti-1024x574Na FITIC, os participantes terão acesso a uma área de experiência, em que os equipamentos poderão ser utilizados. Os visitantes terão, por exemplo, a oportunidade de experimentar óculos de realidade virtual que os levarão direto para a floresta Amazônica, com visão 360°. A atração é resultante de uma parceria com o Greenpeace e vai permitir que o público conheça um pouco mais da maior floresta tropical e reserva de biodiversidade do planeta, sem sair de São Paulo.

Entre as diversas atrações do segmento, uma parceria com a Vevo vai permitir que os visitantes participem de videoclipes e acompanhem todo o processo de montagem, efeitos e produção, por meio da realidade aumentada. O público ainda terá a oportunidade de viajar sem sair do lugar, se aventurar em tirolesas e conhecer as últimas novidades em games.

“Até bem pouco tempo atrás muitos pensavam que VR, ou realidade virtual, seria sempre um sonho de autores de ficção científica. Hoje em dia já é possível ver a tecnologia aplicada em diversos campos como turismo, entretenimento, educação e saúde. Suas vantagens se tornaram acessíveis ao público em geral, transformando-a numa opção de lazer e conhecimento”, declara Luís Prata, CEO da FITIC.

A Messier, empresa brasileira de produção de games com experiência digital, levará aos visitantes três criações. Uma delas é a versão para o premiado mangá Holy Avenger, um jogo de aventura em 3D para PC e Consoles (XBOX e PlayStation), no estilo “Hack and Slash”, jogos que enfatizam o combate. Outra atração no segmento é o Opus Castle, um horror game em realidade virtual gestual. A história acontece dentro de um pequeno castelo, onde uma família foi brutalmente assassinada.

O jogador precisa escapar do local e enfrentar seus medos mais terríveis. Para isso, o jogador experimenta uma imersão sensorial que usa, além dos óculos de realidade virtual, dois controles, um em cada mão, sensíveis aos movimentos e aos toques. Os óculos de realidade virtual da HTC VIVE possuem ainda duas telas de 1200×1080, uma para cada olho, com taxa de atualização de 90 hz que torna a experiência altamente realista.

Quem estiver na feira também poderá conhecer o Kriaturaz, jogo em que os personagens são parte de um novo conceito de lendas, mitos e folclore do Brasil. O jogador deve controlar e cuidar de uma criatura nascida de um pequeno ovo, que passará por diversas evoluções, começando por um nível completamente inferior (mirim) para o nível mais alto no panteão dos mitos, o Guardião das Lendas. Neste game totalmente em 3D, que mescla batalhas por turno e RPG clássico com a evolução do personagem, perda de itens ao morrer, e adição de pontos e atributos baseados em experiências, o jogador terá, ao longo de sua jornada, que desbravar cada região do Brasil, solucionando questões e enfrentando inimigos para que o mundo das lendas não entre em colapso com o mundo humano.

Entre as várias experiências da feira, os visitantes poderão viajar para o interior de São Paulo sem sair do lugar com a Tirolesa VR, inédita no Brasil. Viabilizada pela VR Studios, em parceria com o município de Brotas (SP), a atração permitirá que o público se aventure em duas das tirolesas mais famosas da cidade: o Voo do Tarzan, com 1.100 metros de percurso e 1 minuto e 20 segundos de duração, e Voo do Vale, com 800 metros de percurso e 1 minuto de descida.

Os participantes ficarão suspensos em uma estrutura metálica exatamente como se estivessem em um equipamento real. Em seguida, usarão os óculos de realidade virtual, no qual verão uma gravação em 360º realizada nas tirolesas de Brotas. Fortes ventiladores simularão o vento da descida nos rostos das pessoas. Os visitantes também vão conhecer diversas soluções que podem ser aplicadas nos segmentos de turismo, educação, arquitetura e saúde.

Quem estiver na feira também poderá conhecer Foz do Iguaçu, no Paraná. No estande da AIS – Ambientes Virtuais, as pessoas poderão fazer um tour por pontos turísticos como Itaipu Binacional, Cataratas do Iguaçu e Dream Land. A empresa Esconderijo das Crianças levará a revista de realidade virtual Mundo360, que reúne um pacote de experiência completo interagindo óculos, revista e um aparelho celular.

Essa iniciativa trouxe em um mesmo produto uma mídia que já tem mais de 350 anos juntamente com uma mídia que ainda está se desenvolvendo como mercado. A empresa apresentará, também, a melhor solução de sistema de votação online, a Chooicely, que recentemente apresentou resultados surpreendentes em um grande concurso de beleza fitness e que poderão ser conferidos em demos para os visitantes.

Para mais detalhes sobre as atrações da FITIC, acesse a programação.

SERVIÇO: FITIC – Feira de tecnologia e inovação
Data: 15 a 18 de dezembro
Local: Centro de Exposições de São Paulo
Endereço: Rod. dos Imigrantes, s/n – Água Funda, São Paulo – SP

GeForce Game Ready Driver melhora experiência de VR para games compatíveis com Oculus Touch

Você está empolgado com a realidade virtual, certo? Nós também! Para quem quer desfrutar da tecnologia em seu auge, a NVIDIA  anunciou uma atualização do GeForce Game Ready Driver que prepara os primeiros jogos compatíveis com o produto, com destaque para dois dos títulos mais procurados no estande da NVIDIA na BGS 2016: VR Sports Challenge e The Unspoken. A nova tecnologia esteve disponível durante a BGS 2016 e agora a tecnologia está ao alcance dos consumidores. A intenção é tornar a experiência do VR ainda mais imersiva.

The Unspoken promoveu, durante a última edição da Brasil Game Show, batalhas competitivas em VR entre os jogadores, que já testaram em primeira mão o Oculus Touch no controle das magias. Já o VR Sports Challenge colocou os visitantes da feira no lugar de um importante quarterback em uma partida de futebol americano, permitindo movimentos como recepção e arremesso da bola na disputa pelas jardas. Quem esteve presente e conferiu pôde sentir o quanto o Ready Driver melhora a performance de jogos em realidade virtual.

Além dos dois, outros games que estão otimizados nessa atualização são o game de esporte futurista  Ripcoil, o shooter conceitual Superhot VR e o game de sobrevivência contra zumbis Arizona Sunshine. A expectativa é que aos poucos a atualização seja compatível com muitos outros games do Oculus Rift. A NVIDIA não garante nada, mas há uma boa chance de que a próxima edição da BGS traga ainda mais novidades neste sentido.

“Na última Brasil Game Show, os brasileiros puderam experimentar antecipadamente alguns jogos preparados para o lançamento do Oculus Touch e rodando em nossa linha GeForce GTX da série 10. Isso demonstra o compromisso da NVIDIA em oferecer no país o que há de mais recente em tecnologia gráfica com a melhor performance e experiência de jogo”, diz Alexandre Ziebert, gerente de marketing técnico da NVIDIA na América Latina.

Mais sobre o Game Ready Driver

De acordo com a NVIDIA, o Game Ready é um compromisso que a empresa assume com os gamers equipados com GeForce de que sempre terão drivers otimizados para os grandes lançamentos de games, no dia em que chegarem ao mercado, e assim poderão aproveitar o jogo com a máxima performance e qualidade visual, através da instalação do último driver.

O mais recente Game Ready Driver já está disponível para GPUs GeForce da série 400 ou superior e pode ser baixado diretamente através do software GeForce Experience, que é uma maneira fácil de atualizar drivers, compartilhar vitórias e otimizar games. Com o GeForce Experience instalado, o jogador é notificado automaticamente sobre novas versões de driver da NVIDIA. Além disso, basta um clique, para atualizar o driver diretamente, sem sair do seu desktop.  PaMais informações podem ser adquiridas no informativo.

 

VR Gamer, a primeira Casa de Arcade de realidade virtual do Brasil, é inaugurada em São Paulo

Os óculos de realidade virtual já conquistaram o status de “tendência dos games” para o futuro. O grande problema é que esses assessorios não devem custar pouco nos primeiros anos, o que der afastar muitos dos jogadores. Entretanto Ja existe uma alternativa para quem quer conhecer os jogos VR mas não podem investir no equipamento por enquanto: a VR Gamer, uma casa de games dedicada aos jogos de realidade virtual.

A VR Gamer é a primeira Casa de  Arcade de realidade virtual do Brasil. O recinto foi recém-inaugurado em São Paulo, no bairro Vila Mariana. Lá os jogadores encontram salas individuais bastante confortáveis e uma biblioteca com mais de 60 títulos. A VR Gamer possui cinco salas equipadas com um set completo de realidade virtual com ambiente mapeado, óculos HTC Vive, o mais avançado do mercado, e computadores de última geração.

Para quem nunca jogou, a realidade virtual é uma experiência indescritível. Os óculos cobrem totalmente os olhos e os fones de ouvido garantem o som ambiente do game. São possibilidades de experiências únicas, como voar pelo sistema solar e ver os planetas de perto, em todos os detalhes, e até pegá-los na mão; ou observar as criaturas abissais do oceano, ou passear por um recife de coral colorido, ou explorar o corpo humano em detalhes. Para os fãs de Star Wars, a experiência de Trials on Tattooine, em que a espaçonave Millenium Falcon pousa sobre o jogador e o droid R2-D2 lhe entrega um sabre de luz, estão além de qualquer descrição.

Os óculos HTC VIVE possuem um sistema de rastreamento e mapeamento do ambiente e dos controles de movimento, que são recriados em modelos tridimensionais dentro do jogo. Os controles se transformam nos objetos que o jogador usa nos games, como armas, lanternas, espadas e todo o resto. É impressionante poder aproximar esses objetos do rosto e vê-los com perfeição.

Entre os títulos, alguns que merecem destaque são o aclamado ADR1FT, de sobrevivência e exploração espacial; The Brookhaven Experiment, jogo de terror em que o jogador precisa exterminar hordas de zumbis que tentam matá-lo; o premiado Job Simulator, que simula diversas profissões, como mecânico, vendedor, cozinheiro, e outras; The Lab, a experiência de realidade virtual da Valve, criadora do Steam, com diversas opções de jogos (como defender um castelo com arco-e–flecha no puro estilo tower defense; controlar uma pequena espaçonave dando tiros de raio laser para atingir os inimigos),  dentro de um laboratório experimental da Aperture Science, de Portal, que inclui um simpático cachorrinho robô! E muitos, muitos outros, como Holopoint, House of the Dying Sun e Vanishing Realms.
Vale muito a pena conhecer.

A VR Gamer disponibiliza uma ferramenta online de agendamento para evitar filas muito grandes na casa – pois é garantido que os usuários desfrutem dos jogos e demais experiências imersivas por horas, inclusive com a possibilidade de jogar em rede com os amigos. Mas, para quem for lá  sem prévio agendamento, a casa possui uma sala de espera com PlayStation 4 à vontade e uma área externa com som ambiente, onde são servidas algumas bebidas.

Além do arcade de realidade virtual, a VR Gamer se posiciona como um espaço para eventos, particulares ou corporativos, e também oferece um serviço único de captação, gravação e edição de gameplays em uma sala com fundo verde (chroma key).

Serviço – VR GAMER Realidade Virtual

O que:  Arcade de realidade virtual; mais de 60 jogos e experiências com HTC VIVE
Onde: Rua Dona Inácia Uchoa, 373 – Vila Mariana – São Paulo/SP
Funcionamento: De segunda a segunda, das 13h às 22h.
Quanto: R$ 30/30min. Preço promocional de R$ 15/30min no período das 13h às 18h

BRVR 2016: Congresso brasileiro de Realidade Virtual será realizado em julho em de São Paulo

A FIAP (Faculdade de Tecnologia e Administração Paulista) sediará a partir do próximo dia 16 de julho o evento BRVR 2016 – Virtual Reality Talks & Expo 2016, um evento dedicado a apresentar e debater a importância da realidade virtual e os rumos da indústria de tecnologia a partir do advento desta nova ferramenta. O evento é extremamente indicado para aficionados por tecnologia e curiosos pelos novos óculos de realidade virtual.

O evento contará com exposição de produtos e palestras de profissionais pioneiros no desenvolvimento das tecnologias de realidade virtual e aumentada no Brasil. Além deles, estarão presentes produtores de conteúdo, pesquisadores, e entusiastas das novas tecnologias e linguagens que formam o mercado VR brasileiro. Entre os palestrantes estão Ricardo Laganaro, diretor da produtora de cinema O2 – responsável pela gravação do primeiro videoclipe profissional em VR no Brasil; Orlando Fonseca, produtor de games para PC que atua no Vale do Silício; Rodrigo Cerqueira, pioneiro da produção de conteúdo imersivo no país.

O BRVR 2016 também receberá Ana Ribeiro, desenvolvedora de jogos que criou o primeiro game em VR do país: o Pixel Ripped; Camila Ghattas, especialista em futurologia, co-fundadora do Diip, estúdio de soluções integradas em design e tecnologia; além de Marilia Fredini, pesquisadora de novas mídias e realidade virtual.

“Criamos um ambiente em que produtores, agências, marcas e pesquisadores possam se reunir com o objetivo comum de divulgar, qualificar e consolidar cada vez mais o universo da realidade virtual no nosso país”, disse Fabio Hofnik, organizador e curador do evento.

Os visitantes do BRVR 2016 poderão experimentar vários dispositivos de realidade virtual e aumentada, além de participar de 6 mesas com o total de 18 palestrantes. Serão abordados os temas: História da Imersão Narrativa; VR: Tecnologia X Plataforma de Mídia; Produção de Audiovisual em 360º Imersivo; Desenvolvimento de Games em Realidade Virtual; Os Melhores Cases Mundiais de Realidade Virtual e Aumentada, e O Futuro da Realidade Virtual.

Para participar do evento é necessário realizar inscrição no site especial. As inscrições já estão abertas e custa R$ 80 por pessoa. Haverão várias palestras e debates bem interessantes que abordarão temas que vão do histórico da narrativa imersiva até o futuro da realidade virtual. Para mais informações sobre a programação, a lista completa de palestrantes e para se inscrever no BRVR, acesse o site do BRVR.

Serviço – BRVR 2016

Quando: 16 de julho
Onde: Auditório FIAP – São Paulo – Av. Lins de Vasconcelos, 1264, Aclimação, São Paulo, São Paulo
Quanto: R$ 80

Conferência BRVR 2016 traz a Realidade Virtual ao Mundo Real

Não há dúvidas de que a realidade Virtual é o futuro da indústria do entretenimento, em especial aos jogos eletrônicos. Agora é hora de mostrar que o Brasil também faz parte desse futuro. É justamente para mostrar que nosso país também faz pesquisa, produz e compete no mercado da Realidade Virtual, surgiu o BRVR, congresso que reúne profissionais e entusiastas da tecnologia.

O congresso será composto por palestras abertas ao público sobre linguagem e tecnologia e conta com exposição de empresas do mercado. O evento ocorrerá no dia 16 de Julho na FIAP, em São Paulo. Naturalmente que os óculos de realidade virtual não são tecnologia de hoje, visto que nos anos 90 a Nintendo já pesquisava essa interação com o Virtual Boy. Porém o fracasso do acessório colocou a Realidade Virtual em estado de hibernação desde então.

A tecnologia voltou com força total no mercado de entretenimento em 2012, depois que o jovem Palmer Luckey desenvolveu o Oculus Rift, um protótipo de acessório para visualizar games em primeira pessoa. Dois anos depois, a empresa foi adquirida pelo Facebook por 2 bilhões de dólares e, hoje, é o principal player impulsionando a nova onda da Realidade Virtual.

Agora o mercado mundial de Realidade Virtual (conteúdo digital em 3D interativo) e os vídeos 360 graus (vídeos gravados com câmeras especiais que captam imagens em todos os ângulos e o espectador consegue escolher qual ponto de vista assistir) estão extremamente aquecido. Tanto é que os grandes players do mercado como Samsung, Sony e Microsoft estão desenvolvendo seus próprios aparelhos de realidade virtual/aumentada. E não apenas isso, mas todos os países estão com suas produções a todo vapor e o Brasil surfa nessa onda também.

As palestras do BRVR abordam o tema da Realidade Virtual (VR) com bastante amplitude e profundidade: Abre-se o evento com um panorama cronológico sobre as Narrativas Interativas explanado pelo curador do evento Fabio Hofnik, depois há debates sobre produção de vídeo e de games em realidade virtual cujo mercado é enorme em todo o Mundo, outro tema abordado é o debate sobre diferenças entre plataforma de mídia e tecnologia; os melhores cases mundiais de VR serão exibidos ao público do auditório e por fim convidados dão suas opiniões sobre qual o futuro da Realidade Virtual nos próximo anos nacional e internacionalmente sob diversas óticas.

Alguns dos convidados especiais do BRVR são Ricardo Laganaro, diretor da produtora de cinema O2 e Orlando Fonseca, produtor de games para PC, que tem parte do seu time no Vale do Silício, em uma aceleradora de empresas de VR, produtores de conteúdo imersivo pioneiros como Felipe Coimbra e Rodrigo Cerqueira também participam dos debates do BRVR 2016 com outros colegas de profissão.

Além das palestras e debates no auditório, dezenas de empresas irão expor seus produtos, soluções e conteúdos, tanto em software quanto em hardware e equipamentos aos visitantes do congresso BRVR 2016. Deste modo, estão programadas exibições das de algumas das experiências mais imersivas em ambiente digital com Realidade Virtual para todo o público. Os interessados no Congresso podem adquiri os ingressos no site do evento, onde também é possível conferir toda a programação, expositores e palestrantes convidados.

Serviço – BRVR 2016 – Conferência de Realidade Virtual e Narrativas Imersivas

Quando: Dia 16 de Julho de 2016 – A partir das 09:00hs
Onde: FIAP – Av. Lins de Vasconcelos, 1222
Hotsite para Inscrição: https://credencial.imasters.com.br/brvr-conferencia-de-realidade-virtual-2016

Beenoculus e Azuris oferecem 1º curso de Games Imersivos com realidade virtual

A realidade virtual é a grande aposta do mercado de jogos eletrônicos para os próximos anos. Não apenas as grandes fabricantes de hardware e software apostam nessa empreitada, como também muitas pessoas que trabalham com publicidade e propaganda. Pois bem, outra empresa que aposta nessa tecnologia é a startup Beenoculus Tecnologia, que acaba de lançar o 1º Curso de Programação de Games Imersivos com Realidade Virtual do Brasil.

Este curso é chamado de CrossMobile Imersive Games Essentials e é fruto de uma parceria com a Azuris Cloud System, empresa especializada em sistemas de mobile e nuvem. De acordo com os responsáveis pelo curso, a grade será voltada para empresários, estudantes e desenvolvedores de games do Brasil. O curso será online.

De acordo com a Beenoculus, a intenção do curso é preparar o aluno para o desenvolvimento de jogos que utilizem o VR em dispositivos Mobile Crossplataform com C#. Vale lembrar que este curso é uma introdução ao desenvolvimento de jogos e, deste modo, oferece uma visão geral de games desenvolvidos tanto em 2D quanto em 3D para várias plataformas.

“Queremos preparar mais pessoas para conhecerem o mundo dos jogos imersivos em realidade virtual, contribuindo para que esse mercado cresça no Brasil e no mundo. O curso é uma forma de estimular o setor e abrir novas frentes para o desenvolvimento de games que despontem ainda mais o país em VR”, afirma Rawlinson Terrabuio, diretor de Marketing da Beenoculus Tecnologia.

Quem estiver interessado sobre o curso, basta acessar o site da Azuris. As inscrições já estão abertas e oferecem descontos especiais para membros da Assespro. De acordo com as empresas, o curso online ficará disponível pelos próximos três meses, com média de duas aulas por semana. A ideia é que sejam formadas novas turmas a cada trimestre.

OSVR: Razer anuncia seu próprio óculos de realidade virtual

A realidade virtual é o futuro eminente dos jogos digitais! Além do Oculus Rift, que pertence ao Facebook, e do Morpheus da Sony, agora é a vez da Razer se envolver com a tecnologia. Porém, ao contrário dos exemplos anteriores, a desenvolvedora de dispositivos para gamers não vai desenvolver sozinha seu próprio óculos de realidade virtual, mas sim formará uma aliança com diversas empresas para criar uma plataforma aberta que torne-se o padrão da realidade virtual.

O projeto surgiu à princípio graças a uma parceria entre a Razer e a Sensics, empresa dedicada em realidade virtual de alta performance, e outras empresas de tecnologia. Essas empresas apresentaram durante a CES 2015, em Las Vegas, o Open-Source Virtual Reality (OSVR). Basicamente trata-se de um kit de desenvolvimento OSVR Hacker acompanhando de um dispositivo de realidade virtual com software de código aberto que permite a programação de qualquer variedade de tecnologia de VR.

De acordo com os desenvolvedores, o OSVR suporta alguns dos principais motores gráficos da atualidade, como o Unity 3D e Unreal 4 Engine, e também trabalhará com plug-ins de dispositivos de líderes do mercado de hardware, como Bosch e Razer, e com as novidades da Sixense e LeapMotion. Além disso, o OSVR suporta todos os dispositivos de realidade virtual, incluindo o Oculus DK 2 e o headset Totem da Vrvana.

O melhor, para os desenvolvedores, é que o OSVR permite o desenvolvimento de aplicativos e hardwares utilizando qualquer sistema operacional, como Windows, Android e Linux. “A chegada da plataforma aberta do OSVR acelera as inovações e oferece aos consumidores a liberdade de escolher a melhor combinação entre componentes de hardware e software”, disse Yuval Boger, CEO da Sensics.

A Razer ainda diz que o kit possui alta qualidade e baixa distorção óptica, o que teoricamente elimina a necessidade de corretores. Qualquer pessoa pode fazer o download de arquivos 3D e criar seus próprios óculos de realidade virtual, diz a desenvolvedora.  O dispositivo da Razer possui duas telas 5,5”, um campo de visão de 100º e sensores internos para rastreamento da posição da cabeça, como acelerômetros, giroscópios etc. Nesses aspectos, o OSVR não é muito diferente do Rift. A previsão de lançamento é para junho deste ano pelo preço US$ 199,99.

Para mais informações sobre o funcionamento do OSVR, basta acessar o site da empresa.

Abaixo está o video de apresentação do OSVR:

Testamos o Oculus Rift. E gostamos do que vimos!

O Oculus Rift é sem dúvidas um dos gadgets mais desejados desde que o projeto foi anunciado no Kickstarter. Tanto é verdade que ele conseguiu a arrecadação necessária em poucos dias (em 36 horas a campanha já angariava mais de US$ 1 milhão). O aparelho era tão interessante que mesmo com o financiamento garantido através da ajuda dos consumidores finais, o Facebook decidiu comprar a Oculus VR e trabalhar mais no eletrônico a fim de lucrar com ele mais à frente.

Não demoraria também para a gigante Sony revelar seu próprio óculos de realidade virtual, o Project Morpheus. De acordo com a Oculus VR, o acessório deve ser lançado somente em 2015, mas isso não quer dizer que não existem pessoas com o aparelho em mãos, e que já estejam desenvolvendo ideias para ele. Uma das poucas empresas que detém o Rift no Brasil é a Enken, uma companhia mais dedicada à publicidade do que em jogos eletrônicos em si. No escritório da empresa em São Paulo está a versão DK 2 do gadget. A Enken gentilmente convidou o GameReporter para uma bateria de testes do Rift a fim de darmos nosso parecer do que nos reserva a realidade virtual em alguns anos.

Em nossos testes tivemos acesso a quatro demonstrações de como a realidade pode ser explorada nos jogos eletrônicos e, acredite, coisa boa vem por aí. A primeira coisa que chama a atenção no Rift é a qualidade de definição da tela e o efeito 3D produzido (semelhante ao do Nintendo 3DS). Ao fixar o head na cabeça, nota-se que ele é bastante leve e não causa incômodo. O ajuste é feito posicionando os óculos de acordo com o que você observa nas duas telas de OLED.

O primeiro Demo testado foi uma das mais impressionantes vistas. Trata-se de um passeio de montanha russa. Nele, não temos qualquer tipo de controle sobre a ação, mas o efeito em três dimensões consegue passar a sensação de estar em uma montanha russa verdadeira. Chego até a sentir o típico frio na barriga antes da derradeira descida antes de pegar velocidade. Neste sentido, o isolamento da vista com a ação que ocorre fora dos óculos contribui para o cérebro ser enganado. Certamente que pessoas que passam mal neste brinquedo devem sentir enjoo ao fazer o teste no Rift. Quando viramos a cabeça, podemos visualizar os entorno dos trilhos.

A volta na Montanha Russa não é um jogo, mas serve bem para mostrar as capacidades do gadget. Outro ponto interessante é que a vista não se sente cansada como ocorre quando usamos o efeito 3D do portátil da Nintendo.

De acordo com a Enken, a versão 2.0 do Rift melhorou muito a latência em relação à primeira versão e é justamente isso que garante a ausência de desconforto. Há ainda uma câmera semelhante ao Kinect posicionada na tela do monitor à frente do Rift. Com ela é feita a captura de movimentos que permite que os movimentos executados a cada virar de cabeça sejam mais preciso.

Nosso segundo teste foi com outra demo técnica que não chega a ser um jogo. Tratava-se de uma aplicação que visa assustar os usuários mais desprevenidos. No demo, encontramo-nos em uma sala com um notebook na mesa e somos advertidos de que nossa coragem será testada até os últimos limites. A ideia é segura algumas teclas no computador e não soltá-la por nada. Uma vez que as teclas sejam liberadas significa “game over”.  O primeiro desses testes é uma invasão de moscas e varejeiras. O barulho das criaturas e ensurdecedor, mas não chegam a assustar de fato. O verdadeiro susto viria depois…

Há uma porta aberta à frente e de lá surge um velociraptor. O dinossauro posiciona-se à nossa frente rugindo de forma ameaçadora. Graças aos fones de ouvido de alta definição da Sony, a sensação de realidade é maximizada. Mais real que isso somente se fosse possível sentir o cheiro do animal e o vento produzido por sua respiração à nossa frente. De repente surgem facas que ficam sobrevoando à minha frente. Sem aviso elas caem muito próximas à minha mão. Desta vez sim, o instinto de alta preservação falou alto e por pouco não tirei o braço do caminho das facas.

Passados alguns segundos, as facas desaparecem para dar lugar a um novo horror: atrás do notebook surge uma aranha. A criatura começa a subir por meu braço direito de forma assustadora até chegar à minha orelha. O barulho reproduzido pelos fones é angustiante e foram produzidos a fim de causar pânico em pessoas que sofrem de aracnofobia.

Mesmo a ambientação não foi o bastante para convencer de que tudo o que ocorria era real o bastante para me fazer soltar os botões. Após passar pelo teste, o notebook avisa que somente há mais um teste a ser vencido. De trás do notebook salta em direção aos meus olhos outra aranha, desta vez em movimento de ataque como ocorre em filmes que exploram o temor das pessoas por aracnídeos. O susto não foi pouco, mas conseguir resistir até o final. A aplicação serviu para mostrar que o Rift será um acessório capaz de mexer com a sensação do jogador de forma que nenhum aparelho de imersão foi capaz até hoje. Imagine um game de terror como Slender: The Eight Pages ou Silent Hills, que explore as funcionalidades do Oculus Rift.

Nosso terceiro teste foi com Alien Isolation com a ajuda do controle do Xbox One. A imersão do game não é lá essas coisas, visto que todo o controle do personagem é feito com o controle. O Rift serve apenas para olhas pelos cantos. Quem já jogou Alien Isolation sabe que o game não é nada espetacular e, portanto, mesmo o headset de realidade virtual não pôde fazer milagres. A impressão que a menos que um game seja desenvolvido com o Rift em mente, o gadget torna-se dispensável.

O quarto e último teste foi com um game do gênero shooter espacial. Este sim, desenvolvido especialmente para o Rift. A jogabilidade é feita apenas movendo a cabeça para mirar nos inimigos que surgem ou para desviar de lixo espacial que está espalhando pelo espaço. Os tiros são efetuados automaticamente assim que a mira é travada nos inimigos. O game não é nenhum primor, mas apresenta ambientes bem trabalhados que proporcionam paisagens belíssimas. O fator desafio é mínimo e em geral, o game apenas serve para mostrar como o Rift pode ser usado como controle em um game de verdade.

De acordo com a Enken, muita coisa do Rift 2.0 ainda está sendo trabalhada pela Oculus VR e será aprimorada até chegar à versão final. Mas nosso teste provou que a imersão possível no headset é fantástica. Em jogos de ambientação de terror ou em aplicações que simulam situações reais como a montanha russa, o Rift mostra sua força. A Enken, inclusive, tem algumas ideias de possíveis aplicações para o Rift. Ao consumidor final, resta aguardar pelo lançamento do “brinquedo”, ciente de que todo o ceticismo é descabido: o Oculus Rift será o sonho de consumo de todo gamer. Resta esperar para ver se a Microsoft vai mesmo ignorar a realidade virtual, ou vai seguir os passos da Sony com seu Playstation 4.