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BGS 2013: CD Projekt apresentou The Witcher 3: Wild Hunt o mais ambicioso RPG da história

The Witcher 3: Wild Hunt

Forza 5, Ryse: Son of Rome, Killzone Shadow Fall, Knack, Watch Dogs… Esqueça tudo isso! Se você realmente espera uma experiência de nova geração fique de olho em The Witcher 3: Wild Hunt. O novo game da CD Projekt RED nos coloca novamente na pele de Geralt de Rivia, desta vez desempenhando mais francamente seu papel de caçador de monstros. De acordo com a produtora, o game terá mais de 100 horas de jogo, sendo que cada ação tomada pelo jogador impactam na história e no mundo do jogo.

Durante a BGS 2013 o time de criação liderado pelo Marek Ziemak, produtor de gameplay, mostrou uma versão pré-alfa do título. Foram quase 40 minutos de gameplay rodando em um PC a portas fechadas para poucos jornalistas. Neste período pudemos conferir um pouco de como será o combate e a interação de Geralt com outras pessoas nos vilarejos. Além disso, vimos como as decisões de Geralt podem influenciar na trama e a beleza estonteante dos cenários. A demonstração não pôde ser gravada, porém a CD Projekt RED liberou dois vídeos do game, que você confere no final do post.

The Witcher 3: Wild HuntA princípio, o que mais chama atenção é o visual (dos cenários principalmente), tudo estava muito bem construído e cheio de vida. O game conta com uma excelente ambientação e as criaturas mostradas na demo eram magníficas com um designer bem diferenciado em relação com que se vê por ai. Os personagens humanos possuem um bom acabamento, apesar de que a versão apresentada não tinha aquele “frescor de nova geração”. Nada com que devemos nos preocupar, afinal o game está muito bonito e a versão apresentada não está nem perto de ser a versão final.

Na parte de combate o jogo mostrou seu potencial, Geralt está mais ágil e munido de muitas habilidades, deixando as batalhas mais diversificadas. Os inimigos também estão mais estratégicos e se adaptam de acordo com o seu jeito de lutar. O grande ponto alto da demonstração foi quando Geralt enfrentava uma criatura arbórea: na sequência notamos que não basta sair batendo a esmo, mas sim atacar somente no momento certo. Sim, o combate é mais dinâmico, então se prepare para apanhar, afinal a franquia não é conhecida exatamente por facilitar a vida dos jogadores.

Um ponto negativo são as cenas de diálogo que carecem de um pouco mais de cinematografia. Não que seja algo realmente necessário para que possamos apreciar o game, mas games como Metal Gear Solid e os títulos da Quantic Dream (que sabiamente são de gêneros diferentes) exploram sem dó ângulos de câmera e diálogos mais introspectivos. Além disso, é triste ver que todo o ambiente e animações fluem de forma esplêndida, mas as cenas de diálogos sejam paradas com poucas expressões e gestos. Como dissemos, não é algo que irá comprometer a qualidade do jogo, mas certamente que se houvesse um pouco mais de entusiasmo nos diálogos o jogo ficaria um pouco mais brilhante.

The Witcher 3: Wild HuntO mundo aberto e o enredo não linear são outro ponto forte do game. Não espere um GTA baseado na mitologia eslava, mas sim uma experiência menos truncada que Assassins of Kings e mais prazerosa. Vale mencionar também que o mundo é realmente muito grande: cerca de 35 vezes maior que o The Witcher 2. Os locais que você encontrará passam de pântanos, montanhas, vales, florestas, etc. Prepare-se para passar horas contemplando as paisagens, sem de dia ou de noite. De acordo com o time de criação, um passeio de uma ponta a outra no mapa leva cerca de 40 minutos se você estiver cavalgando. Sim, cavalgando!

Outro elemento que vai dar o que falar no game é o “Sentido Bruxo”, que serve para identificar monstros e até descobrir pontos fracos. Funciona mais ou menos como o modo detetive do Batman, só que um pouco mais soturno. A inclusão deste elemento mostra que a CD Project não teve medo de mexer em time campeão e nem de copiar fórmulas bem sucedidas.

O game promete 36 finais diferentes, gráficos afiados feito navalha e uma jogabilidade perfeita. O que mais precisamos de um RPG medieval? Com tudo isso, a empresa promete que The Witcher 3 será sua obra prima, encerrando da melhor forma possível a trilogia de Geralt. Se você pretende adquirir um novo videogame, não tenha medo de colocar as mãos em The Witcher 3, pois este será provavelmente o maior e mais completo RPG durante um bom tempo.

Ah, como não poderia deixar de ser, fizemos uma breve pergunta para o Marek Ziemak, produtor de gameplay sobre a possibilidade do game receber um tratamento todo especial para o lançamento no Brasil. Marek foi evasivo, mas deixou uma esperança: “Não acredito que receberá tratamento de dublagem, mas legendas em português é uma possibilidade. Vai depender da recepção dos fãs”, disse o produtor.

The Witcher 3: Wild Hunt chega em 2014 para PC, Xbox One e Playstation 4.

Confira abaixo o vídeo de The Witcher 3: Wild Hunt

(vídeo upado pelo blog Girls of War)

Colaboração: Victor Cândido

BGS 2013: as primeiras impressões da luta Xbox One vs Playstation 4

xbox one

Sempre quando surge uma nova geração de videogames é normal entre os brasileiros escolher apenas uma delas para investir o suado dinheirinho, afinal nem todos podem se dar ao luxo de gastar rios de dinheiro na compra de dois videogames logo no lançamento.

Assim que os consoles são anunciados os jogadores prestam muita atenção nos primeiros jogos de lançamento, afinal uma boa line up é imprescindível para prender as atenções dos consumidores. Durante a BGS 2013 os visitantes puderam conferir de perto um vislumbre do que a nova geração nos aguarda.

Será que o Xbox One é melhor que o Playstation 4 ou será que o peso da line up da Sony supera as novidades da Microsoft? Qual console será o melhor somente será decidido com o tempo, porém, baseado no que as duas empresas mostraram na feira, já temos nosso veredicto. Mas atenção, somente estamos nos referindo ao que foi mostrado no evento! Vamos analisar as principais novidades de cada empresa durante a maior feira de games da América Latina:

 

Playstation 4

Killzone Shadow Fall: A franquia de FPS faz seu retorno como o carro-chefe do novo videogame da Sony. O modo multiplayer foi a única coisa mostrada na BGS e o que mais agradou foi o visual que estava muito bonito e trabalhado, mas em questão de jogabilidade e método de jogo ficou claro que o game apresenta pouco comprometimento com a inovação, ou seja, ele é genérico demais. Mesmo assim, nem de longe Shadow Fall parece um título fraco. De acordo com o que foi apresentado desde seu anúncio, o game promete um modo historia com uma boa experiência de jogo, o que pode compensar o multiplayer de baixa profundidade.

Ponto forte: Visual next gen dando as caras.

Ponto fraco: Simples demais para a next gen.    

 

Knack: Knack é um jogo que se fosse lançado para PS3 não faria diferença, pois ele é bonito e divertido, mas não tem cara de nova geração. Sua mecânica não é a mais inovadora: possui bastante influencia de outros títulos, inclusive de God of War. Em contrapartida o título possui seus trunfos, o mais evidente é sua dificuldade. Knack é um personagem que pode ficar forte ou frágil, dependendo do que é recolhido no cenário. Quando o personagem aumenta de tamanho, por exemplo, o jogo fica um pouco mais fácil, porém quando ele fica pequeno ele enfraquece, apesar de ganhar em agilidade e furtividade. O problema é que neste modo Knack fica extremamente frágil (um ou dois ataques são suficiente para derrotar o personagem), ou seja, há um delicioso fator desafio pela frente. Mesmo assim, Knack não nos parece o título que nos impulsiona a gastar R$ 4.000,00 num novo videogame.

Ponto forte: Belo fat6r desafio e personagem cativante.

Ponto Fraco: Não tem cara de PS4…    

 

Drive Club: Jogos de corrida são especialmente delicados (qualquer errinho pode significar o fracasso eminente), mas quando Drive Club foi anunciado por uma empresa com experiência no ramo, esperávamos que o título fosse de alta qualidade. Na demonstração da BGS 2013 foi disponibilizada a opção de jogar no modo tradicional com o os analógicos ou com o sensor de movimento do DualShock. A experiência neste modo é algo que somente com tempo e pratica poderemos avaliar se cumpre bem seu papel, pois o que pudemos conferir não é nem de longe convincente. Já a jogabilidade tradicional usufrui da mesma mecânica de Gran Turismo, porém tentando mesclar uma jogabilidade mais arcade como Need for Speed. Outra coisa bastante questionável é o visual do jogo que esta um tanto fora do que se espera da próxima geração, dando a impressão de que o PS3 conseguiria rodar o jogo com um pouco de esforço (na verdade até mesmo Gran Turimo 6 nos deu a impressão de ser mais bonito).

Ponto forte: Jogo de corrida da Sony que não é Gran Turismo.

Ponto fraco: Precisa melhorar no visual.    

 

Conclusão: No quesito jogos exclusivos, o que tinha lá para testar deixou claro que o console é uma ótima pedida, porém está com as munições fracas, sendo que o único jogo imperdível até o momento é Killzone Shadow Fall.    

 

XBox One:

Killer Instinct: A espera acabou! O jogo de luta mais conhecido da era de ouro do SNES finalmente voltou para os consoles. Exclusivo para ONE, o jogo segue o padrão free to play com muitas razões que valem o investimento, uma dessas razões são os combates que estão frenéticos, prometendo ter muitas batalhas e competições que vão dar o que falar além de um belo visual character design e cenários bem trabalhados. Esse é compra garantida. A única ressalva é que (novamente) tivemos a ligeira impressão que os consoles atuais seriam capazes de rodar um game next gen.

Ponto forte: Promete ser a volta triunfal de Killer Instinct

Ponto fraco: Interface do jogo lembra a de Street Fighter IV.

 

Forza 5: Beirando a perfeição, Forza 5 é uma serie em crescente evidência desde seu terceiro jogo que arrebatou de vez o título de melhor simulador de corrida para consoles. A impressão que se tem ao ver os visuais de Forza 5 é que a nova geração realmente está chegando, pois ainda não surgiu um game com gráficos mais foto-realistas que este. Como se não bastasse, se depender do visual e da física, o quinto jogo entra no hall dos melhores jogos de corrida de todos os tempos. A demo rolava na pista de Laguna Seca e estava deslumbrante: efeitos de luz e designer do cenário deram o charme. Porém, a cereja do bolo era a física do carro, seu comportamento era bastante realista mostrando que a equipe responsável trabalhou um pouco a mais neste quesito.

Ponto Forte: Se você pretende ter um Xbox One você precisará de uma cópia de Forza 5 se quiser a experiência de nova geração.

Ponto fraco: Simulador de carro exige dedicação até demais e esse promete tomar 2014 inteirinho.    

 

Ryse: Son of Rome: This is Rome!!! Lembrando um pouco o jogo Shadow of Rome da Capcom, o modo gladiador estava disponível durante a BGS, mostrando combates com inúmeros objetivos, este modo também será o multiplayer e promete ser uma boa maneira de se descontrair. Durante a feira, a Microsoft divulgou o épico até a exaustão, tornando-se impossível não prestar atenção nos gráficos cheios de efeitos de luz e sombra, não por menos o estande da Microsoft estava com uma fila enorme de pessoas querendo jogá-lo. A ambientação do game é ótima e os combates parecem cheios de ação. Os combos são bastante fluidos, ao contrario do que se imaginava, e o visual do jogo agradou bastante levando a posição de segundo lugar dos mais belos do One. Resta saber se o modo historia será tão épico, pois o modo gladiador apesar de divertido é apenas uma distração extra do jogo.

Ponto forte: Visual e violência sem limites.

Ponto fraco: Modo gladiador é um modo secundário do jogo.  

 

Conclusão: Xbox One aparenta ser um console de jogos mais atraentes, resta saber se o futuro será tão grandioso como o aparenta ser.  

 

E o vencedor é: XBox One. Quem testou os dois sistemas saiu com a impressão de que o console da Microsoft é mais atraente, graças aos seus jogos mais trabalhados. A Sony deve tomar cuidado neste inicio de geração, pois além de ter o videogame mais caro (no Brasil), os games demonstrados não impressionam de modo geral.

Além disso, o console da Microsoft traz o sensor Kinect que promete ser uma poderosa arma, além de jogos que já servem de motivos para aquisição do console. Mas espere, nem tudo está perdido para a Sony: se a primeira leva de games não é lá essas coisas, pode ser que a segunda geração de games para a next gen usufrua melhor do poder da máquina que tem alguma vantagem tecnológica sobre o One.

Autor: Victor Cândido

E3 2013: resumo da conferência da Sony

PlayStation logo

A última conferência de imprensa a ser exibida na segunda-feira foi a da Sony. Além de anunciar jogos pro PS Vita, PS3, PS4, essa conferência teve a revelação de como será o PlayStation4, a Sony Entertainment e Sony Pictures anunciando que desenvolverão conteúdo exclusivo para o PS4, apresentação de vários jogos independentes e declaração sobre as políticas de uso da PlayStation Plus e de jogos usados.

PlayStation Vita:

A apresentação começou com uma sessão falando sobre o portátil da Sony, que é peça fundamental de seu ecossistema. Desde sua entrada no mercado, o Vita conta com 125 títulos lançados totalizando 650 jogos disponíveis.

Dentre os próximos lançamentos para o portátil, foram anunciados alguns títulos que são remakes de jogos antigos do PS2, como God of War 1 e 2 versão HD e Final Fantasy X e X-2.

Além dessas versões melhoradas, a Sony revelou também lançamentos para o PS Vita. Dentre eles, três jogos exclusivos para esta plataforma: Tearaway, desenvolvido pela Media Molecule (os criadores de Little Big Planet), Killzone: Mercenary e Destiny of Spirits, um RPG gratuito, baseado em turnos onde você cria seus espíritos para lutar com seus oponentes.

Outros títulos anunciados para o PS Vita são jogos que serão lançados também para o PS3 e/ou PS4, como: CounterSpy que também será lançado para o PS3 e Doki Doki Universe, um jogo gratuito que sairá também para o PS3 e PS4. Ambos os jogos possuem um visual bem interessante, cada um à sua maneira.

Outro ponto importante da sessão do PS Vita foi o anúncio que o DLC 400 Days da primeira temporada do jogo The Walking Dead da Telltale chegará para o Vita no meio do ano, inclusive com o lançamento de um bundle do portátil com a primeira temporada inteira além do DLC. 400 Days será um DLC que ligará a primeira com a segunda temporada do grande sucesso da Telltale e ajudará a matar a vontade / saudade de algumas pessoas.

Destes títulos, o que me chamou mais a atenção foi o jogo Tearaway, pela sua direção de arte extremamente rica além de suas mecânicas que parecem utilizar os sensores do Vita de uma forma bem interessante, pelo que é mostrado no trailer abaixo:

PlayStation 3:

Depois de sessão de seu portátil, foi hora da Sony dedicar um tempo pra falar de sua plataforma atual de games, o PS3. Começando por mostrar mais um trailer de The Last of Us, que será lançado oficialmente amanhã, dia 14/06, inclusive no Brasil.

Após esse jogo foi exibido o trailer de Puppeteer, que além de ter um visual bem bonito parece ser um bom jogo de plataforma, com uma temática um pouco mais adulta que Little Big Planet, dado que seu personagem usa uma tesoura como arma pra se defender dos inimigos.

O próximo jogo anunciado foi Rain que além de mostrar no seu trailer uma mecânica de interação bem interessante com a chuva estando diretamente relacionada com a história do jogo, possui uma música que é emocionante. Esse foi um dos títulos da conferência da Sony que eu mais gostei.

Depois deste jogo “alternativo”, foi revelado um novo trailer do jogo BEYOND: Two Souls. Esse título foi revelado na E3 do ano passado e não se sabia muita coisa sobre ele até então exceto que a protagonista é a Ellen Page e que a tecnologia de reconhecimento facial de BEYOND é bastante realista.

O novo trailer explora muito da história e jogabilidade do jogo, revela o passado militar de Jodie Holmes (personagem de Ellen Page) e que ela é enviada para uma missão secreta em um país na África. O que foi mostrado nesse trailer não lembra em nada o trailer do ano passado. Mas isso não é necessariamente ruim. Contanto que o foco do jogo seja na história e não na mecânica de combate. Como BEYOND: Two Souls está em desenvolvimento pela Quantic Dream, o mesmo estúdio responsável por Heavy Rain, acredito que isso não será problema.

BEYOND: Two Souls será lançado no dia 08 de Outubro de 2013.

Outro jogo um pouco polêmico é o próximo título do Batman, Arkham Origins, que ao contrário dos outros jogos da série não foi desenvolvido pela Rocksteady. Esse jogo se passará antes dos acontecimentos de Arkham Asylum e Arkham City e terá um Batman mais novo, um pouco inexperiente, como você pode ver no trailer abaixo.

Batman: Arkham Origins será lançado no dia 25 de Outubro de 2013.

A sessão do PlayStation 3 acabou com o trailer do principal simulador de corrida da plataforma, Gran Turismo 6. O sexto jogo da série traz novas pistas, dentre elas: uma planta de energia solar localizada em Sevilha, na Espanha; um circuito na Califórnia e um trajeto montanhoso pela Suíça.

Além destas pistas, Gran Turismo 6 também conta com novos carros, como você pode ver neste post (em inglês), detalhando cada uma das novas adições dos carros e trajetos desta franquia.

Antes de falar sobre o PlayStation 4, a Sony anunciou que o PS3 terá um bundle que virá com o console (versão de 500 GB de HD), o jogo GTA V e um headset com design personalizado do jogo. Esse pacote custará US$ 299.

Grand Theft Auto V é um dos títulos mais aguardados desse ano e será lançado no dia 17 de Setembro de 2013.

PlayStation 4:

A parte final da conferência da Sony foi dedicada ao seu console da próxima geração, o PS4. No início desta sessão, o design do console foi revelado.

PlayStation4

Após a revelação do Hardware, houve uma rápida apresentação pelo CEO da Sony Entertainment e Sony Pictures falando que o PlayStation 4 terá um conteúdo exclusivo desenvolvido para esta plataforma. E que a funcionalidade de Music Unlimited e Video Unlimited, onde os gamers poderão comprar filmes, séries e música online, estará disponível no primeiro dia de funcionamento do console. Essa declaração foi bem similar ao que a Microsoft apresentou no dia 21 de maio, como você já leu aqui no Game Reporter.

O primeiro jogo revelado para o PS4 nesta conferência se chama The Order: 1886, uma nova Propriedade Intelectual da ReadyAtDawn, e é ambientado em uma Londres vitoriana Steampunk. No trailer abaixo, vemos quatro membros da Ordem chegando em Whitechapel, famoso bairro londrino graças a Jack o Estripador, onde lutam contra monstros que parecem lobisomens.

Foi anunciado também o próximo jogo da franquia Kilzone, Shadow Fall.

A Sony anunciou também um novo jogo de corrida, exclusivo para o PS4, que se chama Driveclub, e está em desenvolvimento pela Evolution Studios empresa mais conhecida pelos jogos da série MotorStorm.

Killzone: Shadow Fall, Drive Club e Knack (jogo com uma mecânica interessante você confere o trailer abaixo) são três jogos que estarão disponíveis para venda no dia do lançamento do PlayStation 4.

Outro título exclusivo para o PlayStation são os jogos da série InFAMOUS. E nessa conferência, foi anunciado o próximo jogo desta franquia, InFAMOUS: Second Son. Confira o trailer do jogo abaixo que mostra um pouco de sua jogabilidade.

InFAMOUS: Second Son tem previsão de lançamento para o primeiro trimestre de 2014.

A Quantic Dream (empresa responsável pelo BEYOND: Two Souls para o PS3, lembra?) revelou um tech-demo da capacidade gráfica do PlayStation 4 através do vídeo intitulado de The Dark Sorcerer: A Next Gen Comedy,  traduzido livremente para Feiticeiro Sombrio: Uma Comédia da Próxima Geração. Em um vídeo para o YouTube oficial do PlayStation, David Cage, o diretor da Quantic Dream, disse que esse vídeo não faz parte de um jogo (até que se decida o contrário) e serviu para os desenvolvedores testarem a capacidade do PS4, além de dizer que esse tipo de procedimento é normal na empresa.

Chegou a hora dos desenvolvedores independentes tomaram o palco do PS4. E eles não fizeram feio. O primeiro jogo independente revelado foi Transistor, um RPG de ação com uma temática de Ficção Científica do estúdio Super Giant Games, os criadores de Bastion. Destaque para a música chamada de “We All Become”, da trilha original do game.

Transistor será lançado em 2014 para o PlayStation 4 e para PC (via Steam).

Um aspecto extremamente importante do PS4 é que ele permitirá os próprios desenvolvedores a publicarem seus jogos e essa liberdade é algo que os desenvolvedores consideram muito importante, como a própria Super Giant disse em seu blog.

Desta forma, outros títulos independentes para o PS4 literalmente, tomaram o palco da Sony são: Don’t Starve (desenvolvido pela Klei Entertainment os criadores de Mark of the Ninja), Mercenary Kings, OctoDad, Secret Ponchos, Ray’s Dad, Outlast, Galak-Z, Abe’s Odyssee: New and Tasty, entre tantos outros como Contrast.

Após a sessão independente, o diretor da Square Enix veio ao palco e revelou dois trailers. O primeiro deles é sobre a série Final Fantasy. Final Fantasy Versus XIII que estava em desenvolvimento há um bom tempo agora se chama Final Fantasy XV e será lançado para o PlayStation 4 e para o Xbox One.

O outro trailer é de uma série querida por muitos e que também estava “abandonada” há um tempo, ainda mais com as diversas fusões pelas quais a Disney passou. Sim! Estou falando de Kingdom Hearts III que está em desenvolvimento e será lançado para o Xbox One e PlayStation 4.

Agora vamos a uma das maiores surpresas (pelo menos pra mim) da conferência da Sony: Mad Max. Desenvolvido pela Avalanche Studios (da série Just Cause), esse jogo será baseado no universo dos consagrados filmes estrelados por Mel Gibson, que se passa num futuro desértico e pós-apocalíptico. Mad Max será lançado para em 2014. Até o momento não foi especificado para quais plataformas.

Pra fechar a conferência da Sony, Jack Tretton, CEO da Sony Computer Entertainment of America ou simplesmente SCEA, veio ao palco pra falar sobre as políticas de uso do PlayStation 4. As declarações que deixaram a platéia bastante animada foram:

  • O PlayStation 4 suporta jogos usados e oferece liberdade para seus clientes revenderem seus jogos, emprestarem para os amigos, etc;
  • O PlayStation 4  não necessitará de conexão à internet a cada 24 horas para que você possa jogar;
  • Os consumidores que já possuem uma conta da PlayStation Plus poderão migrar essa conta para o PlayStation 4, podendo desfrutar dos benefícios do serviço para o PS3, PS4 e PS Vita pagando só uma mensalidade.

Um detalhe importante é que para se jogar multiplayer no PS4 será necessário ter uma conta da PlayStation Plus.

A última informação relevante da conferência é o preço e data de lançamento do console. O PlayStation 4 será lançado na época de Natal (até agora não há uma data definida) e custará US$ 399,00. Até o momento não há um preço definido para o lançamento oficial do console no Brasil.

**Além de tudo que foi dito neste post, a conferência da Sony também teve uma demo de Assassin’s Creed IV: Black Flag que deu pau duas vezes no palco, um vídeo com mais gameplay de Watch Dogs, trailer pro The Elder Scrolls Online (que terá o beta liberado primeiro para o PS4), trailer de Destiny e outras coisas não tão relevantes assim, como isso.**

E aí, o que vocês acharam da conferência da Sony na E3 2013?

Microsoft e Sony devem estar se perguntando: mas afinal, o que eles querem?

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Era dia 21 de fevereiro de 2013 e a internet estava sendo inundada de comentários acerca da revelação da Sony ocorrida no dia anterior sobre seu videogame de oitava geração. O Playstation 4 fora finalmente revelado. Vários vídeos de demos foram demonstrados, produtores davam vivas ao poderio tecnológico da nova máquina, jornalistas tentavam entender o que fora aquela revelação e os jogadores amontoavam a rede mundial de computadores com comentários pouco animadores.

“Onde está a cara do console?”, “Esses gráficos não impressionam tanto”, “O preço será exorbitante”, “Não é mais potente que um PC de ponta”, “Onde está a retrocompatibilidade?”, e por aí foi. Estava evidente que os expectadores estavam descontentes com a apresentação do PS4, apesar de considerarem as especificações técnicas promissoras. As frases mais coerentes diziam “esperemos para ver o que a Microsoft fará”.

Dia 22 de maio de 2013. As críticas a um console recém-revelado tomaram um ar mais agressivo. Desta vez o alvo era a Microsoft e seu Xbox One. “Parece um sintonizador de parabólicas”, “Restrição a jogos usados? Não poderei emprestar meus jogos?”, “E os games?”, “Verificação online a cada 24 horas? Mas eu não tenho internet”, “Onde está o apoio aos produtores indies?”. Parecia que a comunidade gamer pegou a Microsoft de Cristo naquele fatídico dia. Inclusive sites grandes como o Kotaku e o Gamasutra se apressaram a jogar as primeiras pás de terra no console que ainda nem chegara ao mercado.

Pouco depois, centenas de sites pela internet lançavam enquetes de “qual console é o melhor?”, ao que o Playstation 4 ganhava em disparada em todas as enquetes. “Se a primeira impressão é a que fica, então Microsoft, nem lance o seu console”, já diriam amigos jornalistas. O fato é que ninguém procurou ver as qualidades das plataformas, apenas os pontos negativos.

O que as fabricantes querem?

Ora vejam bem, se nem a Sony e nem a Microsoft agradaram 100% dos jogadores no primeiro momento, então o que elas deveriam fazer? Acredito que em algum lugar de Redmond há três executivos da Microsoft tomando um café tranquilamente e comentando como quem está falando de futebol: “Mas afinal o que eles querem?”. Ao mesmo tempo, há três executivos na Sony pensando: “Se não conseguirmos lucros dessa vez estaremos liquidados”.

Quando a Microsoft se lançou no mercado de videogames caseiros a ideologia estritamente seguida pela empresa era de criar uma marca de entretenimento para toda a família. Podemos constatar isso no primeiro Xbox que já vinha com um HD interno, suporte a quatro controles e leitor de DVD, acesso à internet para partidas online, entre outras opções. Ainda que não tenha se firmado como a caixa central da sala de estar, o Xbox tornou-se um exemplo de videogame à frente de seu tempo. Com o Xbox 360 a ideologia alcançou novos ares graças à maximização da Xbox Live, às novas funções do aparelho (vídeo, internet, música, games, chamadas de vídeo etc.). Se ele sintonizasse TV eu poderia deixá-lo ligado à TV direto e não precisaria mais do receptor de TV…

Jogar games era apenas uma das variadas funções do X360, isso explica o motivo do console possuir menos games exclusivos que a concorrência. Com o Xbox One a tendência será estritamente a mesma. Acesso ao Youtube, Netflix, Skype, TV, músicas, chat e todo tipo de traquitana que eu e você gostamos de fazer na frente do computador (e da televisão) serão possíveis no Xbox One. Com todas essas funções é óbvio que a plataforma iria sofrer em algum aspecto e ele é justamente a principal função da máquina: os games. A razão dessa posição é bem óbvia: a divisão de games da Microsoft representa apenas 4% dos lucros da companhia. Porque investir pesado em games se você pode aproveitar esta divisão para vender TV a cabo, internet, filmes, música, games, telefonia, serviços, etc.?

O Playstation 4 segue também a ideologia adotada pela Sony desde o PS1, que é criar o videogame mais tecnologicamente capaz que o dinheiro possa comprar. Ainda que na geração PS1 e PS2 ele não fosse o console mais poderoso, ele apresentava os games mais desenvolvidos de sua era (God of War e ICO que o digam). Dificilmente alguma empresa teria capital e peito para bolar plataformas tão desejáveis quanto os dois primeiros videogames da empresa. Isso para não citar as séries que moldaram a indústria como a conhecemos, como Final Fantasy, Resident Evil, Tomb Raider, Metal Gear Solid, entre tantos outros, que se não surgiram no console da Sony, ao menos foram neles que se tornaram os monstros sagrados da indústria. Em suma, a Sony e a família Playstation tornaram-se sinônimo de videogame e jogos de qualidade.

Com o Playstation 3 a história seguiu adiante, ainda que em menor escala (em relação à superioridade). Tecnologicamente o PS3 não estava muito à frente do Xbox, mas já tinha funções que deixavam o concorrente pra trás como Bluray e o Chip Cell. O poderio tecnológico encareceu a plataforma e dificultou o desenvolvimento de games, entretanto a Sony seguiu adiante com seu plano de criar o aparelho de videogame definitivo. De entregar aos criadores de games a plataforma com menos limitações possíveis.

Com o Playstation 4 teremos novamente a mesma coisa: games em alta resolução aplicados às boas ideias provenientes da concorrência, ou seja, sensores de movimento, toque, multiplayer online, compartilhamento, entre outros. Para os gamers hardcore ao extremo não haverá outra plataforma mais desejável que o PS4, enquanto que para os amantes de serviços, que por acaso também gostam de videogame, não haverá nada mais cômodo do que o Xbox One no centro da sala de estar. Simples assim, encare os fatos.

Playstation 4: indo dois passos à frente

Agora voltando à pergunta que intitula este texto: o que a comunidade quer realmente? Gráficos de ponta? A resposta é o Playstation 4. E mesmo que os gráficos da plataforma não pareçam tão melhores que os do PS3 ou de um PC turbinado, resta esperar o tempo passar. Foi assim com o PS3, lembra? Basta comparar a primeira leva de games com os últimos títulos 1st party que chegaram ao mercado.

Imaginem como será a próxima geração de God of War ou algum game do Team ICO daqui alguns anos quando os desenvolvedores estiverem familiarizados com o sistema? Serão nada menos que fantásticos, na certa. Imaginem as possibilidades de jogatina com o novo controle e a nova câmera integrada. Ou então com a conectividade com o Vita. Tá aí uma baita oportunidade de melhorar as vendas do portátil e melhorar a biblioteca de jogos do aparelho de bolso. Com o PS4 e o Vita a Sony finalmente realizará os planos de criar dois consoles irmãos. E sabem do que mais, a maior parte do poder de processamento do PS4 estará dedicada a rodar jogos!

Claro que todo esse poder terá um custo, e certamente ele não caberá em todos os bolsos (como é de praxe). Além disso, a Sony ainda não garantiu nada que não fará algum bloqueio a games usados e tão pouco falou sobre os novos planos para a PSN. Então, antes de achar que o PS4 é mais “amigável”, é melhor pensar de novo. Afinal de contas videogames são negócios e a Sony não tem andado com boa saúde financeira ultimamente e o lançamento de um novo videogame costuma consumir algumas verdinhas do cofre. Entretanto, como já disse, o Playstation 4 será voltado à nata dos jogadores, àqueles que estão dispostos a investir numa máquina que tem tudo para durar por uns 10 anos no mercado.

Xbox One: todo o mundo do entretenimento num só lugar

Por outro lado, se a comunidade está esperando uma caixa faz tudo a escolha óbvia é o Xbox One, afinal de contas (assim como nesta atual geração), os games multiplataforma não serão muito diferentes entre as duas plataformas e de qualquer modo os games do Xbox One deverão ser bons o bastante. Alguém tem dúvidas de que com tanta memória e poder de processamento ele não é capaz de rodar um game do calibre de Heavy Rain da Sony? Até melhor, meus caros. O Kinect melhorado e o melhor controle já dão à Microsoft dois grandes trunfos para agradar tanto os party gamers quanto os jogadores hardcore.

Além disso, não podemos ignorar o fato que as grandes franquias não irão abandonar uma plataforma tão lucrativa tão cedo. Call of Duty: Ghost já é uma realidade. E se jogos multiplataforma não é a sua praia, não se preocupe: a Microsoft anunciou que investiu cerca de US$  bilhão com as novas IPS exclusivas, então só nos resta esperar que os produtores façam jus a tanto dinheiro aplicado em seus serviços. E por fim, o Xbox One deverá ser mais barato que o Playstation 4, então os gamers menos afortunados que não quiserem ficar de fora do jogo por muito tempo deverão recorrer a esta máquina.

É óbvio que a necessidade de acessar a Live todos os dias e a obrigação de pagar taxas por jogos usados chegam a ser abusivas. Entretanto temos de entender duas coisas que matutam na cabeça dos executivos da Microsoft: quem ainda não tem acesso à internet nos EUA? Poucos. Tão poucos que nem se deve considerar. Afinal de contas, se um rapaz tem dinheiro para comprar um Xbox, então é natural que também disponha de recursos para acessar a internet. Tem quem aposte que a Microsoft está se tornando uma gigante das telecomunicações graças ao Skype e a Xbox Live, será?

Não gostou do Playstation 4 ou do Xbox One? Tem a Nintendo, ué?

E por outro lado tem a Nintendo que aposta na tradição, inovação e suas franquias de peso. Apesar das vendas do Wii U terem sido modestas, ainda dá tempo da plataforma se recuperar antes da chegada dos concorrentes se Nintendo anunciar games que todos querem jogar na E3 2013. O Wii U não é um videogame como outro qualquer graças ao GamePad, que mescla o controle à um tablet. Do Wii U não precisamos nos alongar, afinal ele já está no mercado há algum tempo. Resta dizer que apesar das piadas reverberadas na web, a Nintendo ainda sabe das coisas. Não por acaso o Wii está alcançando a casa de 100 milhões de unidades vendidas, ficando á frente dos concorrentes PS360.

Menos reclamações e mais jogos, por favor!

O resumo deste cenário é que cada uma das três empresas bolou uma estratégia diferente. Cada uma corre em uma direção diferente. É até estranho pensar que essa é uma disputa de videogames como foi a geração 128 bits ou a disputa entre X360 e PS3. O que os jogadores querem? Ninguém pode responder pelo coletivo, mas eu sei o que eu quero e sei que uma das três empresas atende minhas necessidades, assim como tenho certeza que uma delas atende às suas necessidades e a dos seus vizinhos. No mais, tenho certeza que todas essas empresas sabem onde estão pisando e apostaram suas fichas após muitas análises de mercado.

Nesta geração temos três opções de compra, basta escolher o que melhor se enquadra na visão de nova geração de videogames. É melhor do que ficar reclamando que empresa X tem um videogame ruim, ou que empresa Y pisou na bola com uma nova plataforma. Faça sua escolha e torça pelos bons jogos, pois é isso o que nós todos esperamos, certo?

 

 

E aí, o que você quer?

Ubisoft anuncia data de lançamento de Assassin’s Creed IV Black Flag

Black Flag

Muito se engana quem pensa que a febre de Assassin’s Creed está para acabar, pelo menos se depender da Ubisoft a franquia ainda tem muito a oferecer no futuro. Visando manter sua franquia no topo, a empresa acabou de anunciar Assassin’s Creed IV Black Flag. O game está em desenvolvimento para as plataformas Xbox 360, Playstation 3, Wii U e PC pelo estúdio de Montreal e contará novos personagens e novos cenários. De acordo com a companhia, no futuro haverão versões para o Playstation 4 e “outro videogame da próxima geração”.

O protagonista do jogo será Edward Kenway, um jovem britânico que abandona sua carreira de corsário para abraçar a arte da pirataria. O game será ambientado no início do Séc. XVIII, logo após o fim da guerra entre os impérios, e mostrará como Edward se tornou um pirata e se envolveu na guerra entre os Assassinos e os Templários. Entre as participações especiais estarão a do lendário pirata Barba Negra e Charles Vane, além disso, haverão passagens pelas Índias Ocidentais num período da história conhecido como a Era de Ouro da Pirataria.

“Com o novo herói e cenário inédito, estamos criando o Assassin’s Creed mais ousado e original já feito, sem nunca perder a essência da franquia que a tornou tão querida pelos fãs,” disse Yves Guillemot, CEO da Ubisoft. “Assassin’s Creed IV Black Flag é baseado em uma verdadeira, severa e emocionante parte de uma era lendária e irá emocionar tanto antigos quanto novos fãs da série.”

De acordo com a Ubisoft, o game terá um mundo aberto com mais de 50 localidades e o esquema básico de combate não deverá sofrer grandes alterações. Black Flag chegará às lojas no dia 29 de outubro de 2013 e quem comprar as versões de PS3 e PS4 poderá fazer o download de 60 minutos de conteúdo adicional através da PSN após o lançamento do game.

Abaixo você confere o empolgante trailer de Black Flag:

Wii com 3D, PS4 com Kinect e retorno da EGS são as manchetes da semana

Nesta semana tão agitada os fãs brasileiros de games tiveram uma das notícias mais animadoras do ano. A feira EGS está de volta! A feira é considerada uma das maiores e melhores feiras de games do mundo, ocorrendo anulamente no México. Segundo os organizadores, ela será maior que a última edição ocorrida no Brasil em 2005. Animador, não?

Outroas importantes notícias vem do lado da Nintendo, que confirmou compatibilidade a tecnologia 3D no Wii U. Porém a empresa japonesa parece não ter intenções de lançar nenhum jogo assim por enquanto. Do outro lado do ringue, já surgem notícias do sucessor do PlayStation 3. Segundo fontes misteriosas, o próximo aparelho da Sony pode chegar também em 2012 e com um sensor semelhante ao Kinect…

Confira as princiapais notícias dos games em nosso resumo semanal: Continue lendo Wii com 3D, PS4 com Kinect e retorno da EGS são as manchetes da semana

Rumores dão conta de recursos de PS4 e data de chegada ao mercado

Um novo rumor que teve início com uma informação do Digi Times dá conta de que o próximo PlayStation terá controles de reconhecimento de movimento corporais semelhante ao Kinect, da Microsoft.

E mais, a produção dos dispositivos PlayStation 4 já estaria sendo iniciada por fabricantes de Taiwan, entre elas a Foxconn e a Pegatron Technology.

Caso os rumores se confirmem, o primeiro lote de aparelhos – com estimadas 20 milhões de unidades – estaria no mercado ainda em 2012.

Será? Em que você aposta suas fichas, leitor?

[Via DigiTimes]

PS4? Sony afirma estar investindo em desenvolvimento de sucessor de PS3

Depois da Nintendo dizer que está trabalhando em um sucessor para o Wii, que terá seu primeiro protótipo jogável mostrado na E3, e dos rumores de que a EA já teria um protótipo do sucessor do 360, foi a vez da Sony falar sobre seu próximo console.

Massaro Kato, CFO da companhia, deu a primeira confirmação oficial de que estão trabalhando no hardware do sucessor do PlayStation 3, destinando parte do orçamento do ano fiscal à tarefa. “Temos um portátil, NGP, para ser lançado ainda esse ano, então temos custos de desenvolvimento direcionados a esse produto”, comentou acrescentando que o PS3 ainda tem um ciclo de vida, mas que já investem na criação do sucessor e que ainda não pode discutir melhor o lançamento.

Com o lançamento do primeiro combatente da nova geração, possivelmente pelas mãos da Nintendo, é provável que a concorrência acelere a produção e lance suas opções. Quais as suas apostas?

[Via GamesIndustry]