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Hacker transforma PS3 em “portátil”

O novo console da Sony sequer parece ter decolado, mas já foi transformado em portátil. Não, caro leitor, a Sony não ficou (tão) maluca a ponto de aposentar o PSP. A novidade é, na verdade, esforço do hacker Ben Heck, famoso entre a comunidade gamer por suas adaptações.

Agora, Ben transformou o PlayStation 3 em uma peça semelhante a um velho notebook. É, parece difícil de carregar e desproporcionalmente grande para um portátil, mas é interessante ver onde chega a criatividade do jogador.

PS3 Laptop

O projeto levou 14 meses e utilizou um PS3 de 60 GB com retrocompatibilidade, um monitor HDTV 17″ capaz de reproduzir 720p (mesma tela utilizada no Xbox 360 Elite Laptop), teclado embutido e um amplificador estéreo. O case cromado (e de beleza invejável) possui 43 cm x 35 cm x 8 cm, dimensões inferiores ao console, embora pese mais de 7 quilos.

A peça foi construída sob medida para o site Engadget e deve ser leiloada para caridade, sendo que nenhuma outra peça semelhante será montada.

O site de Ben não traz o making of da peça, apenas promete artigos para as próximas semanas.

GTA IV para DS. Será!?

Uma revenda francesa listou em seu catálogo o game Grand Theft Auto IV para lançamento em DS, já em junho.

Se a lista estiver correta, o novo game adulto não será exclusivo das plataformas Xbox 360 e PlayStation 3.

Não será, todavia, a primeira vez que a série aparece nos portáteis. Grand Theft Auto já viu títulos lançados no GameBoy e no GameBoy Advance. E você, acha possível?

Loja vende Nintendo DS personalizado

Os jogadores se cansam de seus aparelhos e a indústria sabe disso. Mesmo quando falamos de consoles e portáteis, as fabricantes já entenderam que é preciso mudar de cara para vender mais e, quanto mais opções de diferenciação, melhor.

Prova disso é a Nintendo, que volta e meia lança (pelo menos no Japão, é verdade) um portátil em cor diferente, ou ainda a Sony que por vezes resolve fazer uma edição especial de seu PlayStation em comemoração a algum game.

Outra prova é a Colorware, uma empresa que vende aparelhos DS customizados. A idéia é que o cliente compre seu DS diretamente por suas páginas e, assim, possa escolher como seu portátil se parecerá. Quer as cores da bandeira brasileira? Sem problemas!

Colorware vende DS personalizados

O site oferece não apenas a versão Lite do Nintendo DS como também acessórios como a canetinha stylus. O valor é cobrado por item colorido, e pode chegar a aproximadamente US$ 300 (com a taxa de envio de US$ 174 para os Estados Unidos).

Jam Sessions para DS agora no Brasil

Jam Sessions

Jam Sessions é um software (ou game?) de música desenvolvido exclusivamente para Nintendo DS. No game, os jogadores dedilham uma guitarra na tela do portátil para fazer música. O jogo pode ser resumido de uma maneira bem simples: uma guitarra em seu bolso. O mais legal é que o Jam Sessions chega agora oficialmente no Brasil.

Quem gosta de música vai detornar e dedilhar suavemente na tela inferior do Nintendo DS, produzindo um autêntico som digitalmente remasterizado de uma guitarra acústica. A interface simples irá guiar os jogadores nos mais variados modos de jogar, que incluem: Modo Performance, que permite ao usuário cantar e tocar os melhores artistas de ontem e de hoje; Modo Livre, onde pessoas podem escolher o que tocar; e Modo Tutorial, onde músicos novatos aprenderão a tocar guitarra sem ter que pagar pelas lições.

Uma das características mais interessantes do Jam Sessions é a opção de gravar o que se toca e dar replay, transformando o jogo em um notepad virtual para jogadores escreverem, jogarem e salvarem suas músicas originais a qualquer momento, em qualquer lugar. A portabilidade do Nintendo DS faz de Jam Sessions um completo sistema de entretenimento de concerto em movimento, perfeito para festas e outros eventos. Quer tentar? Apenas plugue seu DS num sistema de som externo através da saída para headphone para você exibir suas criações.

Quem aqui está pronto para virar um grande músico usando seu Nintendo DS?

Escola britânica substitui livros por PSP

Uma escola de educação infantil na Inglaterra usará o PlayStation Portable em sala de aula. Um colégio da cidade de Birmingham decidiu adotar a plataforma em lugar de livros didáticos e apostilas. Na opinião da direção do colégio, o console vai estimular as crianças a estudar mais. Será que isso vai dar certo? Opine!

Para adotar o PSP, o colégio desenvolveu um projeto pedagógico com a Sony, que está patrocinando a experiência. Os alunos vão rodar games sobre história, francês e geografia no console portátil. O PSP não poderá rodar jogos comuns.

Além disso, o colégio afirmou que está incentivando seus professores a criar podcasts e arquivos de vídeo que os alunos possam baixar no site da escola e carregar em seus consoles portáveis. (Via Gamehall)

Burnout Dominator para PSP detona!

Por Murilo Saraiva de Queiroz

Para muita gente os jogos da série Burnout terminaram em Burnout 3: Takedown, por causa das drásticas mudanças que foram feitas no seguinte, Burnout Revenge. A principal delas é que o jogo ficou mais parecido com Crazy Taxi: nela você é incentivado a bater em praticamente todos os carros (com exceção de ônibus e caminhões, e carros no sentido contrário). Isso acabou com toda a tensão de evitar para evitar acidentes que os jogos anteriores tinham.

A primeira versão para PSP, Burnout Legends, peca por outra razão: mal-adaptada ao sofrível controle analógico do PSP, o controle nela é impreciso, o que aliado à baixa frame rate prejudica intensamente a jogabilidade – o que é uma pena, já que o BL é inspirado no B3.

A minha grande surpresa foi que o novo Burnout Dominator conseguiu superar isso tudo. Ainda é possível bater em carros comuns (não apenas nos rivais, como no B3), mas só de forma razoável – porradas mais bem dadas causam um acidente. Isso faz com que o jogador volte a ser cauteloso para evitar acidentes fora de hora, o que aumenta muito a adrenalina, mas que ainda possa ser agressivo o suficiente quando necessário. Veja o trailer aqui.

O jogo agora se divide em diferentes séries, cada um com um estilo de carro. A série inicial é a Classic, que tem carros diretamente inspirados em lendas como Dodge Challenger, Corvette Stingray, Thundebird e – o meu preferido – Aston Martin (o clássico, dirigido pelo Sean Connery nos primeiros 007, chamado de “Drift Classic” no jogo). As outras séries se chamam Factory (carros com um visual 80s), Tuned (yuck), Hot Rods, Super (superesportivos como Ferraris e Lamborghinis) and Dominator ( la crème de la crème do jogo).

Os cenários são todos novos, e muito bonitos – até mais do que eu esperaria do PSP. Infelizmente, uma das partes preferidas de muita gente (como a doce-e-sempre-bela Cyntia), o Crash Mode ( a.k.a. boliche com carros, a.k.a. acidente de propósito, a.k.a. tombo na seguradora) foi deixado de fora.

Há algumas novidades: a mais importante é a volta do Supercharger: quando o Boost chega ao máximo, a barra se torna azul. Torrar a barra inteira de uma só vez lhe dá “Burnout Bonus”. Se enquanto você torra o boost você continua dirigindo agressivamente, você consegue encadear um Burnout no outro – efetivamente se mantendo com boost durante toda a partida.

E conseguiram o que eu achava bem difícil: o controle analógico no PSP está perfeito, respondendo tão bem quanto no PS2 ou na Xbox. Isso, aliás, foi uma das coisas que contribuiu parar que eu achasse o jogo muito fácil: deu para transpor facilmente todas as skills adquiridas nos jogos anteriores. Com poucas horas eu já cheguei em 23%, com gold medals em todas as provas que disputei, e abertos todos os carros que foram oferecidos.

Se você gosta de jogos de corrida arcade insanos, não há outra opção: corra pro PSP ou pro PS2 (infelizmente dessa vez não há versão para a Xbox).

:: Mais: conheça o blog AV3 e o site o do Muriloq