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Análise- Flat Kingdom é o indie mexicano para amantes de plataforma 2D

Flat Kingdom é o tipo de game que chega para suprir os desejos de quem espera por bons jogos de plataforma, mas que não encontravam boas opções no mercado. Desenvolvido pelo estúdio mexicano Fat Panda (e lançado oficialmente em 2016), o título finalmente chegou ao Brasil com legendas em português graças a uma parceria com a Games Starter. Basicamente o jogo se passa em um mundo 2D bem ao estilo papercrafted, com inspirações óbvias na franquia Super Mario Bros, da Nintendo, tanto nos visuais quanto no início da história, mas as semelhanças param por aí.

A trama começa quando um estranho mascarado sequestra a princesa do reino. A partir dai o jogador assume o papel de Flat, um cavaleiro que é incumbido pelo Rei Quadrado a resgatar a Princesa Tri. Apesar de ser um conto sobre resgatar uma princesa em apuros, a trama é mais densa e no desenrolar o jogador descobre a verdadeira motivação do vilão mascarado chamado Hex, que almeja reunir joias mágicas a fim de tornar-se o ser mais poderoso do reino de Flat. A história é recheada de perseguições entre o herói e o vilão mascarado e acontecimentos fantásticos.

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Há várias cutscenes belíssimas que explicam a jornada de Flat, porém é justamente nesses momentos que vemos as falhas mais evidentes do game: é normal que ocorram travamentos e quedas na qualidade de animação. O problema é que fatos relevantes da história são apresentados nas animações, deixando a impressão de que os desenvolvedores poderiam ter maior atenção neste aspecto.

A história também pode ser acompanhada através de uma coleção de pergaminhos e documentos que são encontrados nos diversos cenários. Esses documentos servem como um diário de bordo, incluindo detalhes da história, pensamentos de Flat e descrição de cada personagem, inimigos e vilões. Lembra um pouco o sistema de Kingdom Hearts, da Square-Enix.

Gráficos são o grande destaque

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Talvez o que mais chame as atenções são os aspectos gráficos, pois o game tem um estilo cartunesco bastante agradável, com cores belíssimas e riqueza de detalhes. Podemos dizer que Flat Kingdom é na verdade um game 2,5D, pois ao passo que os personagens são totalmente em 2D, o mundo do game tem aspectos em três dimensões. Essa direção de arte está totalmente interligada com a história do jogo e torna o estilo artístico ainda mais interessante. Os gráficos são simples, lembrando até games mobile, porém eficazes (pense em algo como FEZ, porém sem a mesma profundidade).

O sistema de combate é inspirado no antigo jogo infantil jokenpô: o jovem Flat é capaz de trocar sua forma física para Circulo, Quadrado e Triangulo. O macete é que cada um dos inimigos que surgem no caminho deve ser derrotado por uma determinada forma. Cabe ao jogador trocar para a forma apropriada a fim de derrotar o inimigo que estiver no caminho, levando em consideração que muitos deles têm pontos fracos, à lá, Shadow of the Colossus.

Sistema de combate diferenciado

6449a19a8d35590662e1376a229fdd2b4671d132Funciona da seguinte forma: basicamente ao se aproximar de um inimigo, você deve assumir a forma geométrica oposta à dele, seja para atacar ou se defender. Círculo vence o quadrado, o quadrado vence o triângulo e o triângulo vence o círculo. Portanto você deve pensar e agir rápido para derrotar os inimigos. Este elemento torna o combate mais estratégico e diferente de qualquer outro platformer que você já viu.

Os controles são fáceis de aprender, o que torna a jogatina agradável. Dificilmente você vai se atrapalhar com os comandos, mesmo nos momentos em que precisará de reflexos rápidos. Esta simplicidade também pode ser vista nos puzzles que Flat deve resolver: eles não vão consumir muito tempo do jogador, mas conseguem manter o interesse nos momentos em que não há combates.

A trilha sonora é de respeito e merece atenção especial do jogador, pois foi composta por nada menos que Manami Matsumae, a mesma que assina as trilhas de Shovel Knight e Might No. 9. Não são muitas as canções, mas elas são bem feitas e embalam bem os momentos da aventura, alternando entre ação, alegria e mistério.

Os pontos negativos

Infelizmente nem tudo são flores em Flat Kingdom. Apesar de bastante divertido, a duração deixa a desejar: você levará cerca de seis horas para concluir a aventura e o fator replay é bastante baixo, visto que são pouquíssimos capítulos e o desafio não é lá muito alto. Parece que a Fat Panda quis tornar o game amistoso para jogadores mais jovens. O problema é que a maioria dos jogadores de plataforma são ávidos por desafios e combates ferrenhos. Apenas alguns chefões oferecem alguma dificuldade real, mas nada que tire o sono do jogador.

2jpg_0Cada um dos mundos conta com três níveis, mas o jogador só conseguirá passar por todos eles ao obter as variadas habilidades especiais como pulo duplo/triplo, destruir paredes etc. Deste modo, é normal que algumas fases fiquem para trás. O problema é que quando você está quase no final do game, você é obrigado a retroceder ao início a fim de passar todos os níveis que ficaram para trás, tornando o gameplay repetitivo.

Veredicto

Flat Kingdom é um game bastante divertido e que supre a necessidade dos fãs de bons jogos de plataforma. A direção de arte é fabulosa e o sistema de combate inspirada em jokenpô é bastante criativa e bem executada. Uma pena que o game seja curto e o fator replay seja baixo.

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Ainda que tenha alguns pormenores, você vai se divertir bastante graças ao mundo fantástico e as batalhas contra os chefões. A história também é agradável, apesar de não ser original, de modo que o jogador vai ficar atento do inicio ao fim. O jogo cumpre seu papel e diverte fãs de plataforma que esperam produtos originais e com identidade própria. O título está disponível na plataforma Steam nas versões Standard e Deluxe, que acompanha o soundtrack e um digital Artbook.

Nota: 8

Abaixo você confere o vídeo de Flat Kingdom:

Tim Schafer virá ao Brasil pela 1ª vez para participar do Geek & Game Rio Festival

Se você é gamer de longa data, certamente já ouviu o nome Tim Schafer, e não é por menos, o designer de games se tornou uma lenda dos jogos do estilo Adventure. Entre suas criações estão os renomados Day of The Tentacle, Full Throttle e Grim Fandango. Pois bem, o famoso produtor estará no evento Geek & Game Rio Festival, que acontece de 21 a 23 de abril, no Riocentro, no Rio de Janeiro. Esta é a primeira vez que Schafer vem ao Brasil, de modo que os fãs brasileiros terão a oportunidade de ouvir sobre as experiências e até fazer perguntas sobre a produção de games.

De acordo com a organização do evento, Schafer fará um painel em que irá compartilhar com o público suas experiências, falando sobre os principais jogos nos quais trabalhou em quase três décadas de carreira, no primeiro dia de evento, feriado de 21 de abril. Atualmente, ele comanda a Double Fine Productions, desenvolvedora que fundou em 2000 e deu vida aos famosos Psychonauts e Brütal Legend, entre outros.

schaferOs visitantes da Geek & Game Rio Festival podem esperar boas risadas, pois Schafer é conhecido por seu senso de humor peculiar e sua vasta experiência na indústria de jogos eletrônicos. Espera-se que o produtor fale sobre seu início de carreira como redator e programador em The Secret of Monkey Island, lançado em 1990, além de contar bastidores das produções de Day of the Tentacle, Full Throttle, Grim Fandango, entre outros.

Após fundar a Double Fine, Schafer aventurou-se pelo gênero plataforma com Psychonauts, jogo lançado em 2005 e que recebeu prêmios de melhor roteiro no The British Academy Games Awards e no Developers Choice Awards, no ano seguinte, quando iniciou uma campanha de crowdfunding para a produção de Broken Age. O título conseguiu a meta de US$ 400 mil em apenas oito horas.

unnamedAlém de Tim Schafer, o Geek & Game Rio Festival também contará com outras atrações como a presença de David Lloyd, o co-criador de V de Vingança e outras histórias incríveis como Hellblazer e Kickback. Como se não bastasse, o evento ainda contará com dezenas de expositores da área de mangás, quadrinhos, games etc. Os ingressos já estão disponíveis e podem ser adquiridos em postos credenciados, que estão listados no site do evento.

Serviço: Geek & Game Rio Festival 2017 / Palestra com Tim Schafer

Data: 21 a 23 de abril de 2017
Local: Riocentro
Endereço: Av. Salvador Allende, 6555 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro
Mais informações sobre ingressoshttp://www.ggrf.com.br/ingresso.php

Conheça o game indie Ninja Pixel do estúdio FlipFlop Lab

Hoje o destaque é para o game indie Ninja Pixel, do estúdio paulista FlipFlop Lab. Trata-se de um game de plataforma em que os jogadores controlam um simpático ninja que precisa enfrentar hordas inimigas para resgatar a princesa Rosa que foi sequestrada inexplicavelmente. O game é para smartphones e tablets e promete ser uma boa pedida para quem busca jogos casuais com bastante diversão e fator replay.

O estúdio FlipFlop tentou inovar com este game, de modo que a jogabilidade é bastante inovadora, envolvendo elementos de time shift e visuais retrô.  A intenção é unir a melhor tecnologia com elementos do passado, tornando o game amigável para diferentes públicos. Os controles, aliás, são bastante simples e foram desenvolvidos para que as crianças possam jogar sem problemas.

A movimentação é descomplicada: basta tocar na tela e apontar para o lado contrário que você deseja se lançar como se fosse um estilingue. Já os ataques são efetuados ao simples toque da tela. Por falar nisso, os combates são elementos importantes da jogatina, pois você deve eliminar todos os adversários para libertar a princesa. Mas lembre-se que cada fase tem uma quantidade limitada de movimentos para dar mais emoção ao jogo.

Pixel Ninja já está disponível gratuitamente para mobile através da App Store e Google Play. Os desenvolvedores da FlipFlop lab estiveram na BGS 2016 para que os visitantes pudessem conhecer diversos jogos, destaques para New Slide Puzzle, Jack’s Halloween, Orbita e Scott & Gordon.  Este último, aliás, foi o principal destaque do estande. Nele os jogadores devem ajudar dois detetives a encontrar vilões escondidos ao redor do mundo. Sim, bem à lá Carmen Sandiego.

Abaixo você confere o trailer de Scott & Gordon, mesmo game dos criadores de Ninja Pixel:

Plataforma Orbit privilegia projetos de games brasileiros

Tem uma ideia para a criação de um Game, quadrinhos ou animação, mas não tem orçamento para colocar o projeto em prática? Se este é seu caso, certamente já ouviu falar em sites de crowdfunding. O que você talvez não conheça é a plataforma Orbit, um site de financiamento coletivo cujo diferencial é que seu foco são justamente projetos voltados ao público geek. O Orbit foi criado pela Editora Nebulosa com o intuito de auxiliar produtores independentes que não sabem por onde começar para viabilizar seus projetos.

Um dos pontos fortes do Orbit é justamente o mercado de jogos eletrônicos. De acordo com os responsáveis pela plataforma, os projetos de games cadastrados no Orbit já somam R$ 850 mil para 2016 e já são 65% do total de projetos registrados. A expectativa é que com esse viés, a plataforma se torne a mais popular entre os desenvolvedores de games brasileiros.

“Nós estudamos o mercado e percebemos que não há, no Brasil, uma plataforma de financiamento coletivo com foco em games. Prova desta falta é que, em menos de dois meses, já temos este valor bem interessante em campanhas cadastradas”, afirmou Lucas Magno, cofundador e diretor executivo do Orbit. “Lá fora existem bons exemplos de empresas com esse modelo de negócios e, depois de analisarmos e moldarmos o produto para o mercado nacional, o Orbit finalmente está pronto”, anuncia.

Ainda que o foco sejam os games, o Orbit também abriga projetos de criação de quadrinhos, livros e animações. Deste modo, a plataforma conversa com o público apreciador de cultura pop. Os quadrinhos, aliás, são a segunda maior categoria do Orbit, com mais de R$ 250 mil. Certamente que os fanzines devem ficar atentos ao Orbit antes de levarem seus projetos a feiras que nem sempre os privilegiam.

Além de fornecer toda a estrutura para a criação das campanhas, o Orbit oferece uma consultoria de marketing, que vai desde o pré-lançamento do processo até o final e, em parceria com a Good Game Comunicação – agência de comunicação focada em estúdios de desenvolvimento de games e startups de tecnologia e responsável pela comunicação do Orbit – oferecerá, de forma gratuita, uma assessoria de imprensa e comunicação, com a finalidade de aumentar a visibilidade da campanha e elevar as chances de sucesso. Assim, o site deve se tornar referência para os desenvolvedores brasileiros.

Planos do Orbit:

O Orbit possui três modalidades de planos para projetos de games (Tudo ou Nada, Flexível e Recorrente). Tal como denuncia o nome, o plano “Tudo ou Nada” é para os produtores que precisam do projeto totalmente financiados, ou seja, se não alcançar a meta os contribuintes tem seu dinheiro de volta. O plano “Flexível” garante ao desenvolvedor o dinheiro arrecadado independente de ter alcançado a meta, de modo que este plano é para quem quer um empurrãozinho no projeto. E por fim, no plano “Recorrente” o criador da campanha arrecada e resgata uma quantia mensalmente independente de quantos apoiadores o projeto possua.

Se você é desenvolvedor e tem um projeto no Orbit, ou em outros sites de crowdfunding, entre em contato com o GameReporter com o material de divulgação. Nosso foco são justamente os jogos independentes.

Cubstáculos é o primeiro jogo da Tumts Games

Cubstáculos é nome do jogo que acaba de ser lançado para mobile pela produtora indie Tumts Games. O game é bastante simples, porém com potencial de divertir seus jogadores por horas a fio. Trata-se de um título de plataforma 2D em que o jogador controla um personagem com formato de cubo e deve seguir em frente  desviando de variados obstáculos.

Para desviar, o jogador deve pular os obstáculos, ou seja, é tudo muito simples e intuitivo. A ação é realizada apenas tocando rapidamente na tela em qualquer área à frente do personagem. Para um salto mais alto, basta tocar e segurar a tela. Para reduzir a velocidade e auxiliar nos obstáculos mais difíceis basta dar um toque e manter pressionado em qualquer lugar da tela atrás do personagem.

Uma mecânica interessante é que enquanto a velocidade do personagem for reduzida não é possível realizar saltos. Outra ferramenta para ajudar na progressão é a habilidade de realizar salto duplo, de modo que é possível desviar de obstáculos maiores. Para realizar tal ação, basta um simples toque na tela enquanto estiver no ar. A impressão é que Cubstáculos é um projeto que busca a simpatia de jogadores mais jovens e que buscam desafios intensos.

Sobre Cubstáculos:

Há ainda cenários que mudam a física do personagem, como as fases subaquáticas em que os vários toques na tela mantém o personagem nadando. Assim como a jogabilidade, os gráficos do jogo são bastante simples e utilizam poucas cores. Cubstáculos é um projeto de conclusão de curso e está disponível para download gratuitamente através da Google Play. Este é o primeiro game da Tumts Games.

99Gamers é a nova plataforma de crowdfunding para gamers

Você tem algum projeto de jogo eletrônico, mas não sabe como fazê-lo sair do papel? A equipe da 99Gamers está dedicada a ajudar jovens desenvolvedores a lançar seus jogos. Para isso, foi criado essa nova plataforma de crowdfunding chamada 99Gamers que funciona mais ou menos como o Kickstarter, porém o foco aqui são apenas os jogos eletrônicos.

De acordo com Tedson Santos, criador da plataforma, o 99Gamers possui 3 tipos de campanhas (Tudo ou Nada, Flexível e Recorrente). A ideia é que os desenvolvedores adequem seus projetos de acordo com suas expectativas de financiamento. O Tudo ou Nada é ideal para jogos que estão começando, pois o valor arrecadado somente é repassado ao desenvolvedor se a totalidade for atingida.

Já a modalidade Flexível é ideal para projetos que já estão em andamento, de modo que o valor arrecadado é repassado mesmo que não atinja a meta estipulada. A ideia é que o valor arrecadado servirá como complemento do orçamento ou para o lançamento de alguma nova funcionalidade do jogo, como novos mapas e cenários.

A categoria Recorrente foi desenvolvida especialmente para aqueles projetos que precisam de apoio mensal, voltado mais para o mercado de youtubers, streamers e criação de conteúdo em geral. Contribuintes dessa categoria costumam ser fãs desses streamers e youtubers.

Como colocar seu jogo no 99Gamers

Segundo a 99Gamers, a ideia é ajudar a movimentar o cenário nacional de jogos eletrônicos. Cada desenvolvedor pode ter um perfil na plataforma e publicar os jogos que esperam ser financiados pelo publico e também analisar a aceitação do mercado. A plataforma já está no ar e pode ser acessada. Para mais informações de como colocar seu projeto no 99Gamers, basta acessar o site.

Scram Kitty DX é lançado para PlayStation Vita e PS4

No ano passado um jogo indie fez relativo sucesso ao redor do mundo: “Scram Kitty and his Buddy on Rails”. Pois bem, os usuários do Playstation 4 já podem jogar uma versão melhorada no console, pois o estúdio Dakko Dakko lançou Scram Kitty DX na PSN em 10 de março.

Para quem não conhece, o título é um jogo de tiro de plataforma intenso, com embates frenéticos. A produtora buscou inspiração em jogos clássicos, porém com alguns macetes mais atuais, de modo que a mistura forma um jogo com identidade própria.

O game possui uma jogabilidade bastante diferenciada, permitindo ação de plataformas em 360 graus e um sistema de tiro em 2D que lembra os famosos shmups. A diferença é que ao contrário de jogos de nave, a movimentação é realizada através de trilhos coloridos. Parte do desafio é desviar de armadilhas e inimigos que estão espalhados pelas fases.

De acordo com a desenvolvedora, o game chega à PSN por US$ 9,99 e de modo cross-buy, ou seja, donos de PS4 e PSVita podem baixar o game para os dois sistemas ao preço de uma compra.

“Depois de um grande ano com Scram Kitty em 2014, estamos muito animado por trazer Scram Kitty DX para os jogadores da PlayStation! Estou especialmente feliz em dizer que, porque fizemos um DX Cross-Compre e Cross-Save jogo, os jogadores que possuem tanto PS4 e Vita pode sincronizar seu progresso entre os dispositivos e manter os gatos de poupança seja em casa ou em qualquer lugar!, disse Rhodri Broadbent, fundador do estúdio Dakko Dakk”

Para mais informações de Scram Kitty DX, basta acessar o site do game. E depois nos conte o que achou. ;)

Confira o vídeo do game Scram Kitty DX:

Min Ini Mo: conheça o game de puzzle e plataforma do GILP Studios

Min Ini Mo é nossa sugestão de game independente da semana. Apesar de não ser um lançamento, o jogo merece destaque devido a sua qualidade e fator diversão. Ele é extremamente indicado para fãs de puzzle e plataforma.

O game é criação do estúdio paulista GILP Studio, um time de profissionais formados para criar jogos divertidos. Min Ini Mo é o primeiro game criado pelo estúdio e coloca o jogador no comando de três estranhas criaturas que se unem para vencer os desafios que surgem na tela.

Na trama, os três extraterrestres são capturados em um laboratório de pesquisa. De algum modo eles escapam do cárcere e agora devem usar suas habilidades para voltar para casa e fugir de seus algozes.

O game é tão somente voltado à colaboração entre os personagens. Cada um deles possui uma habilidade especial e estruturas físicas únicas que os tornam necessários na solução dos puzzles. Neste aspecto, o game do GILP Studio torna-se muito desafiador e singular dentro do gênero. A união dos três personagens (que, aliás, dão nome ao jogo) é a base de todo o game.

Os gráficos do game é um destaque à parte: a escolha da paleta de cores CMYK para os três protagonistas ajuda a tornar os personagens bastante carismáticos, e o level design é muito bem construído. O áudio também não fica muito atrás, pois logo nota-se uma “brasilidade” nos efeitos sonoros, o que confere autenticidade no projeto.

O game dificulta em algumas partes, mas não é nada que um jogador experiente não consiga resolver. A mecânica ajuda também a tornar o game muito mais proveitoso. É fácil e intuitivo lidar com os controles. O toque de gênio mesmo é a solução de tais puzzles, que mostram que todos os personagens são importantes e tem valor.

O game foi lançado em 2012 e chegou até a figurar na feira Brasil Game Show daquele ano, sendo um dos maiores destaques entre os games indie. Possui versões para celulares Android e iOS. Se você não o conhece, dê uma pesquisada.

Abaixo você confere o trailer do game Min Ini Mo:

Estúdio MiniBoss lança o game retrô Out There Somewhere

A desenvolvedora independente MiniBoss acaba de lançar seu novo jogo, Out There Somewhere. Inspirado em jogos de PC da década de 90, Out There Somewhere conta com uma inovadora mecânica de teletransporte. Com aproximadamente 2 horas de tempo de jogo, ele está sendo vendido por US$4,99 pelo Desura e pelo próprio blog do estúdio.

O jogo foi desenvolvido por Pedro Medeiros e Amora B., e com trilha sonora de Iuri Rodrigues, o jogo é um puzzle-platformer retrô que conta com uma mecânica de teletransporte para a resolução de seus quebra-cabeças. O jogador controla Yuri, o herói do Planeta Mãe, que está à procura de seu arqui-inimigo Grigori em um planeta distante. Atualmente o jogo roda apenas em PCs, mas uma versão para Mac está nos planos do estúdio.

A MiniBoss foi fundada em agosto de 2010 por Pedro Medeiros, também conhecido como Santo, e Amora B. Participaram de diversas maratonas de desenvolvimento, onde produziram jogos como Planetary Plan C, Down Goes the Phoenix, Frostbite e Trapped! In the Chamber of Eternal Darkness. Atualmente, estão trabalhando em Out There Somewhere e Talbot’s Odyssey.

O estúdio recebeu diversos prêmios durante seus quase 2 anos de vida, como o e-Games 2010 do Sesc São Paulo, Gamesauce Challenge 2011, Game Music Brasil 2011, SBGames 2011 e Ludum Dare #22.

Vida longa e próspera ao estúdio MiniBoss. Amora B., obrigado pelo contato e continue enviando as novidades para o GameReporter. Abaixo vocês podem conferir o trailer do jogo.

QUBE Adventures: jogo independente brazuca para iOS


O leitor do GameReporter, Klaus Silveira, entrou em contato conosco para apresentar seu jogo. QUBE Adventures, que é definido por Klaus como é um jogo simples, foi construído em cima da popular mecânica de estilingue. O protagonista, QUBE, é um cubo de borracha que pode ser puxado e lançado pelo ambiente do game.

No jogo, você precisa fazer o QUBE pular em várias plataformas até chegar na porta para a próxima fase. São vários níveis diferentes, com uma jogabilidade bem interessante, resultando em várias horas de jogo. É um game difícil, mas muito divertido. O jogo foi desenvolvido para rodar em iPhone e iPad.

Gostou? Dá uma conferida no site oficial do jogo e baixe o game na App Store.