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Conheça as incríveis tatuagens em pixel art de Yuri Germuts

Fazer uma tatuagem é algo que vai (literalmente) te marcar para o resto da vida. Imagine então tatuar aquele game que é tão especial para você. Pois é justamente esse o nicho de mercado atendido pelo tatuador Yuri Germuts, 30 anos, que se especializou em desenhar e tatuar temas de videogames. O macete é que seus traços são inspirados na pixel art, de modo que suas obras são únicas e um prato cheio para jogadores mais saudosistas.

16830628_383081675389528_3913515349707891040_nO Prelludium Tattoo Art, que é gerenciado por Germuts, já funciona há mais de um ano em Piracicaba, SP, e já lhe rendeu um portfólio invejável, graças aos seus traços tão característicos e o cuidado com os detalhes. Já imaginou tatuar o Link de Minish Cap ou quem sabe o simpático Kirby estilizados em pixel art? Na página do Facebook do estúdio é possível ver alguns trabalhos realizados por Germuts, que não se restrigem apenas aos videogames.

O GameReporter fez uma entrevista com o artista Yuri Germuts e você confere na íntegra logo abaixo:

 

Fale sobre você (um resuminho simples):

unnamed-2Meu nome é Yuri Germuts, tenho 30 anos, sou tatuador profissional e músico nas horas vagas.

 

Quais são as suas influências, o que te levou a começar a trabalhar com tatuagem?

Desde que me conheço por gente, já me lembro com o lápis e um papel em mãos. Minhas influências na arte do desenho (a principio) começaram pelo meu pai, que sempre desenhava comigo em minha infância. Na adolescência procurei aprimorar os meus dons, fazendo cursos mais voltados a técnicas de desenho e pintura e atualmente, há pouco tempo venho aplicando tudo o que adquiri nesses anos, em técnicas de tatuagem. Sendo assim, sempre me aprimorando com workshops e cursos isolados.

 

unnamed-6De onde veio a ideia em focar jogos em pixel art para fazer as tatuagens?

Sempre fui fanático por games eletrônicos e arte (desenhos, pinturas, etc). Sentia uma carência enorme por parte dos tatuadores que eu procurava e solicitava o estilo pixel art e nerd tattoo. Nenhum era o que se pode chamar de “especialista” no assunto, ou às vezes não se animavam muito com essa ideia inusitada de tatuagens. Neste ponto, surgiu a ideia de unir duas coisas que amo demais, a arte e os jogos de videogame. Deu no que deu!

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É mais difícil fazer tatuagens em pixel art ou diria que é mais fácil?

Bom, exige um bom tanto de concentração por parte do artista. São detalhes minimalistas que fazem toda a diferença no aspecto final do trabalho. Diria que não seria mais difícil, pois todo o tipo de trabalho carrega o seu fardo de complexidade, e sim, mais desafiador.

 

unnamed-5Quantas tatuagens você possui? E qual (ou quais) é a sua favorita?

Puxa! Bastante hein (risos e pausa pra contabilizar as tatuagens). Ao todo hoje, possuo 19 tatuagens. Escolher uma favorita é meio complicado. Creio que todas têm um peso e carinho especiais em minha vida. Fico com todas! (risos)

 

Qual foi a tatuagem mais complexa que você já fez em uma pessoa?

Olha! A que me deu mais “nó na vista”, foi uma que fiz recentemente, também em pixel art, que é o “Zero” do Mega Man. Essa deu bastante trabalho, devido aos seus detalhes mínimos.

 

unnamed-3Você já sofreu preconceito pelas tatuagens que possui ou por ser tatuador?

Não diretamente! Mas sinto às vezes algumas olhadas diferenciadas, sabe? – Isso não me afeta nem um pouco. Cada, em minha opinião, deve ser do jeito que é. Não importa o que as pessoas pensem.

 

Houve alguma tatuagem que te deixou surpreso em fazer?

Até hoje, nenhuma. Nada que me desconcertasse ou me deixasse surpreso. Sempre encaro como arte e procuro ser o mais profissional e sério, quando estou realizando os meus trabalhos.

 

Já recusou fazer alguma tatuagem? Por quê?

Não realizo de forma alguma tatuagens diretamente em partes íntimas (órgãos sexuais). Acredito que não seja o propósito do meu trabalho. E outra: o corpo humano é imenso e cheio de áreas a serem exploradas artisticamente.

 

unnamedQual a tatuagem mais pedida pelos seus clientes (algum personagem em especial)?

Quadrinhos e HQ’s têm uma demanda muito alta. Em se tratando de videogame, disparadamente Super Mario.

 

Qual o seu jogo favorito?

Puxa! Dificil também (risos). Talvez ficaria com Zelda – The Ocarina of Time (Nintendo 64) e Super Mario World (SNES), se fosse pra escolher.

 

O que é preciso para ser um tatuador? Como se pode aprender essa arte?

sdfÉ uma pergunta muito comum, vinda daqueles que querem ingressar nesse ramo. Mas diria resumidamente que é preciso, acima de tudo, muito amor pelo que se propõe a fazer e uma boa pitada de talento em desenho. Hoje em dia a acessibilidade aos materiais e equipamentos de tatuagem é muito fácil.

Em qualquer site relacionado a isso a pessoa pode encontrar um kit de iniciante para tatuadores. O que eu aconselho é direcionar-se a workshops e cursos (incansavelmente), sempre se manter atualizado, aprender como “funciona” a pele (com cursos de biossegurança e fisiologia dérmica) , empenho e foco acima de tudo. Basicamente isso.

 

Serviço – Prelludium Tattoo Art 

Onde: Rua Alferes José Caetano, 497 – Centro – Piracicaba/SP

Horário de atendimento: Seg. a Sex. 12:30hr às 20:00hr e aos Sábados das 11:00hr. às 17:30hr

Contato: (19) 98284-0728 (whatsapp) //(19) 2534-2575

Mustache in Hell é aventura desafiante à moda antiga

Outro jogo indie brasileiro que tem tudo para fazer sucesso é Mustache in Hell, do estúdio Brasileiro Iduna. Trata-se de um game saltado para o humor com estilo retrô é que prioriza a alta dificuldade para agradar os jogadores carentes de títulos mais desafiantes. Mustache in Hell alterna momentos de pura ação e adrenalina em batalhas épicas contra criaturas e chefes surpreendentes com momentos de exploração em busca de itens ocultos e resolução de pequenas quests e puzzles.

Você controla John Mustache, um oficial durão, que após sonhos inquietantes, acorda em um estranho lugar e precisa fazer um inesperado acordo com o Ceifador para ganhar de volta sua vida. O acordo consiste em recuperar cubos de poder que por um motivo particular estão no submundo e são guardados por criaturas mitológicas como demônios, golens, górgonas, aranhas gigantes, monstros marinhos e outros.

Para derrotar estes seres John conta com sua munição terrena como pistolas, shotguns, SMG, lança-chamas, granadas e outras, além de suas habilidades em combate. Os ambientes são exploráveis, de modo que os jogadores mais dedicados são presenteados com itens secretos bastante úteis.

O jogo pode ser descrito como o encontro perfeito do pixel art retrô com um clima intimidador em batalhas de pura ação. Dificilmente você vai passar as fazes sem perder vidas. Lembra algo de Ghouls ‘n Goblins pelo nível de dificuldade. Felizmente há suporte para o controle do Xbox 360, o que torna a jogatina um pouco mais fácil.

Abaixo tem o trailer de Mustache in Hell:

PoPixel é o novo game do estúdio indie CGGames

Nosso destaque do dia é o jogo indie PoPixel, da produtora CGGames, os mesmos caras por trás dos jogos Milford Heaven e Luken’s Chronicle. A nova empreitada do estúdio é um game de plataforma para mobile com uma mecânica bastante desafiante de um estilo artístico puxado para o pixel art. De acordo com os desenvolvedores, ele une elementos de jogos casuais e aventura da geração 16 bits.

Você controla um homem-bala acrobata que explode balões pulando em cima deles, mas não é tão simples assim, cada balão tem uma função e um comportamento diferente.  O objetivo é coletar as três moedas de cada um dos níveis. São quatro mundos, com 30 fases em cada um, de modo que para encontrá-los, o jogador deve ter perícia nos saltos e resolver pequenos puzzles. O macete é utilizar os diferentes efeitos de cada balão para chegar ao final das fases.

O elemento que mais chama as atenções em PoPixel é seu estilo retrô, facilmente associado aos jogos da geração 16 bits. Os visuais coloridos e a jogabilidade fácil e viciante dão o tom certo para um game que merece ser conhecido. Parece que a ideia era unir a jogabilidade clássica com mecânica casual. O resultado é satisfatório. Popixel está disponível para usuários Android em duas versões: a demo gratuita e a versão final, que custa R$ 2,00.

Abaixo tem um trailer de PoPixel:

Cave in BIT: primeiro game da Tretta Games é jornada rumo à escuridão

Imagine ter de desbravar um ambiente de imensa escuridão, onde não é possível ver um palmo à sua frente? Esta é a premissa do primeiro game do estúdio indie Tretta Games. Chamado Cave in BIT, o jogo para plataforma Android e para web que coloca o jogador no papel do jovem Enzo, um garoto de 10 anos que acorda em meio a um lugar lúgubre e inóspito.

Além da complicação de estar em um ambiente misterioso e de pura escuridão, o jovem Enzo precisa encontrar sua mãe que está desaparecida neste loca de trevas. Cabe ao jovem, encontrar sua progenitora antes que as armadilhas acabem com ele. Ah, o game tem um mensagem de superação, pois Enzo sofre de Nictofobia, isto é medo de escuro.

O game foi lançado primeiramente para a web através do site Kongregate, porém acabou ganhando uma versão mobile no Android. Um dos pontos mais interessantes do game é que seus gráficos são em pixel art, o que confere um ar retrô ao jogo. Além disso, ele possui elementos de suspense e terror, com uma jogabilidade de plataforma.

Nos cenários há diversas armadilhas como espetos e plataformas que devem ser alcançadas de forma perfeita. O problema é que a escuridão do ambiente dificulta a visão de tais plataformas, o que acaba ocasionando muitas mortes para o jogador. Em suma, trata-se de um jogo simples, porém com fator desafio bastante elevado.

Para promover Cave in BIT, o pessoal da Tretta Games escolheu a música “Apenas ossos e uma cova fria” da banda Destreza para o trailer oficial. A música dá o tom de uma aventura sombria. Cada vez que Enzo adentra mais na escuridão, menos ele pode ver à frente. É uma verdadeira jornada rumo às trevas. O jogo pode ser baixado para o seu device com Android.

Abaixo está o trailer do game Cave in BIT:

Fãs criam notas de dinheiro fictícias inspiradas em games

Um concurso da comunidade Pixeljoint, de pixel art convidou seus membros artistas a criarem notas de moedas fictícias.

O resultado, como era de se esperar, foi dentre as mais de 20 notinhas enviadas, uma série de moedas inspiradas em games. O site GameSetWatch separou algumas das melhores.

Entre os envios estiveram notas com o personagem Dhalsim, a bela nota do Pac-Man ou a maravilhosa moeda do Space Invaders.

:: Veja a seleção de notinhas gamers do GameSetWatch

:: Confira todos os envios da competição