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Leitor pede ajuda em TCC de psicologia relacionado a games. Vamos ajudar?

O leitor Boris Moreno entrou em contato conosco pedindo uma ajuda com um trabalho de conclusão de curso curioso.

Boris é estudante do curso de psicologia pela Universidade Hermínio Ometto, de Araras, interior de São Paulo, e escolheu como tema uma pesquisa acerca dos aspectos psicológicos na relação jogo X jogador.

A ideia do futuro psicólogo é estudar a construção da identidade dos jogadores a partir do contato com as narrativas dos games, e para isso ele entrevistará entre 5 e 10 jogadores, que sejam profissionais ligados aos games, estudantes da área ou entusiastas com uma visão mais aprofundada dos jogos eletrônicos e que tenham se envolvido com o game Legend of Zelda: Twilight Princess, de Wii.

Os interessados precisam ter entre 20 e 30 anos, e entrar em contato com Boris pelo borisfmoreno@hotmail.com.

Boa sorte, Boris. No final, envie seu estudo para nós! Ficamos curiosos!

Brasil é um dos cinco países mais responsáveis pela pirataria de games

Um estudo da Entertainment Software Association (ESA), órgão dos EUA que zela pelos interesses da indústria de games, apontou que cinco países são os responsáveis por mais da metade da pirataria mundial. No top 5 está o Brasil.

A lista foi compilada com base em dados coletados pelo compartilhamento de arqquivos em 2010, e além do Brasil, a óbvia China também aparece, junto com Itália, Espanha e França.

Segundo a ESA foram detectados 144 milhões de conexões usadas para fins de compartilhamento ilegal em mais de 200 países, e somados, os países do top 5 foram responsáveis por mais de 78 milhões delas, o equivalente a 54% do volume total.

E você se surpreendeu com a lista dos países mais problemáticos?

[Via CVG]

Estudo diz que pilotos de games de corrida dirigem pior na vida real

Um estudo curioso afirma que gamers que curtem jogos de corrida costumam se tornar piores motoristas na vida real, em vez do contrário.

Conduzido pela Continental Tires com 2 mil motoristas entre 17 e 39 anos, nos Estados Unidos, o estudo constatou que metade era composta por gamers fãs de corridas no videogame.

Os dados coletados indicam que os fãs de game costumam ser parados mais pela polícia, usar o seguro do carro, ultrapassar o sinal, dirigir na contramão, bater em alvos parados, se estressar na estrada, correr, assustar outros motoristas e assumir riscos desnecessários.

Por outro lado, os que dirigiam nos videogames tem mais facilidade para tirar a habilitação, levando duas tentativas para conseguir a licença para dirigir, comparado a três tentativas dos que não jogam.

Interessante, não? Você já tentou levar para as ruas o seu estilo de direção do videogame?

[Via Jalopnik]

ESA ataca autor de estudo sobre games, pesquisador se defende

A organização Entertainment Software Association (ESA), que zela pela indústria gamer, se antecipou e desferiu críticas contra um novo estudo antes que seus resultados fossem liberados.

De autoria de Douglas Gentile, do Laboratório de Pesquisa de Mídia da Universidade do Estado de Iowa, nos Estados Unidos, a pesquisa tenta relacionar videogames e problemas mentais em crianças.

Segundo a ESA, Gentile tem uma longa história de ataque aos videogames baseado em afirmações que costumeiramente são alvo de muita crítica. Em contato com o site Gamasutra, o pesquisador disse estar surpreso por ser taxado de anti-game e afirma que é um jogador e que já divulgou estudos que apóiam os efeitos positivos dos games.

“Meu posicionamento é e sempre foi que os jogos são poderosos, e que podem ter muitos efeitos. Alguns destes efeitos são benéficos, outros podem ser maléficos”, explicou defendendo que os efeitos variam de acordo com tempo gasto nos jogos e características do jogador.

O que você acha disso? A ciência precisa continuar estudando os games ou este tipo de assunto apenas aumenta o sensacionalismo?

[Via Gamasutra]