Arquivo da tag: pc

Buscapé patrocina Academia Gamer na Campus Party

Já falamos aqui da Arena Gamer, espaço totalmente dedicado aos jogos digitais que vai estrear na Campus Party 2018. Pois bem, o Buscapé, líder global em comparação de preços, será a patrocinadora do espaço. A Campus Party 2018 acontece de 30 de janeiro a 3 de fevereiro, no Pavilhão de Exposição Anhembi, em São Paulo. Com o apoio do Buscapé, acredita-se que o espaço terá ainda mais força e atrações para atrair mais jogadores para o evento de tecnologia.

Esta é a segunda participação consecutiva do Buscapé como patrocinador do evento, considerado a maior experiência tecnológica do mundo que reúne jovens geeks em um festival de inovação, criatividade, ciência, empreendedorismo e universo digital. “A Campus Party tem total sinergia com o Buscapé, tanto no que tange à marca, por seu foco em tecnologia e inovação, quanto aos nossos valores como corporação. Os funcionários do Buscapé são campuseiros e apaixonados pelo universo geek, games e tudo que permeia esse universo”, afirma Fabio Sakae, vice-presidente de Marketing e Produto do Buscapé.

A Academia Gamer será um espaço na Campus Party destinado à realização de palestras e debates com jogadores profissionais, donos de times, narradores, empresários, comentaristas, personalidades e muito mais. O principal objetivo é esclarecer questões que vão desde como se tornar um gamer profissional até como viabilizar comercialmente um evento.

 Atrações confirmadas na Campus Party 2018<

 Entre as atrações já confirmadas, os destaques são um bate-papo com Leonardo e Guilherme da Team One sobre como é ser dono de um time de e-Sports; uma palestra com Yuri “Fly” da Gamers Club, sobre como é o processo e principais etapas para se tornar um jogador profissional; a participação de Bruno Clash, um dos mais influentes jogadores de Clash Royale que contará a sua experiência mundial com o game e Marcio Soares, Diretor Geral do Campeonato de Rainbow Six.

Além disso, haverá um debate com mães e mulheres do mundo do e-sports com a presença de Adriana Noronha, mãe do “Yoda”, o maior streamer do Brasil e ganhador de diversos prêmios do eSports e de Kenia Priscilla, mãe do jogador Gabriel Fallen, um dos maiores jogadores profissionais de Counter Strike do mundo.

Campus Party Brasil 2018 terá programação especial dedicada ao eSport

Quem for visitar a Campus Party 2018 irá conferir mais uma grande novidade: a Academia Gamer. Por meio de conteúdo prático e didático sobre o mundo do eSport, o espaço vai trazer palestras e debates com jogadores profissionais, donos de times, narradores, empresários, comentaristas, personalidades e muito mais. O principal objetivo é esclarecer questões que vão desde como se tornar um gamer profissional até como viabilizar comercialmente um evento.

Entre as atrações já confirmadas, os destaques ficam para: Gabriel Fallen, nomeado em 2015 como o jogador mais influente do eSport brasileiro; o bate-papo com Leonardo e Guilherme da Team One, sobre como é ser dono de um time de eSports; a palestra com Yuri “Fly” da Gamers Club, sobre como é o processo e principais etapas para se tornar um jogador profissional; a participação de Bruno Clash, um dos mais influentes jogadores de Clash Royale que contará a sua experiência mundial com o game; e Marcio Soares, Diretor Geral do Campeonato de Rainbow Six.

“Preparamos um conteúdo imperdível para os fãs de eSports que participarem desta edição da Campus Party”, comenta Moacyr Alves, curador do espaço e parte da Talent Experts. Para participar da Academia Gamer, é preciso adquirir o ingresso no site da Campus Party Brasil. Confira as categorias no site do evento.

A Academia Gamer terá ainda um segundo espaço chamado “Arena Gamer”, localizado na Open Campus, área gratuita do evento. Este espaço será voltado para a realização de campeonatos de jogos eletrônicos. A programação contará com torneios de Tekken 7, Counter Strike, Mortal Kombat, Rainbow Six, Gwent (jogo de cartas do game e universo The Witcher) e muitos outros, além de um concurso de narração de jogos de eSport e uma mesa redonda com jogadores.

 

Serviço – Academia e Arena Gamer

Data e horário Academia Gamer: de 31 de janeiro a 03 de fevereiro, das 10h30 às 23h, na Arena da Campus Party Brasil.

Data e horário Arena Gamer: 31 de janeiro a 03 de fevereiro, das 10h às 20h, na Open Campus, área gratuita da Campus Party Brasil.

Onde: Pavilhão de Exposições do Anhembi – São Paulo (Av. Olavo Fontoura, 1209 – Parque Anhembi).

Boavista Shopping organiza 2º edição do Arena Games no final de Janeiro

Após o sucesso do 1º Arena Games, o Boavista Shopping, localizado em Santo Amaro, SP, decidiu oficializar a 2º edição do evento que disponibiliza diversos consoles para free play nas dependências do shopping. As atrações acontecem de 12 a 28 de janeiro de 2018, das 14h às 20h, no Piso G4 do empreendimento, em frente à loja Magic Games. A Arena é composta por 5 estações com consoles Playstation 4/XBOX One com jogos Fifa 18, Call of Duty, Minecraft, Batman Lego e Mortal Kombat X e uma  estação de dança completa com tapete, TV, som, kinnect e o jogo Just Dance.

Além de jogar, os visitantes do Arena Games também podem participar de competições e ganhar prêmios. O evento promove o torneio do jogo Just Dance no dia 27 de janeiro e a segunda edição do Campeonato Fifa 2018 no dia 28. As ações são gratuitas e promovidas pela Liga Sorocabana de futebol virtual em parceria com o shopping e tem o objetivo de estimular a prática de atividades que desenvolvem, entre outros aspectos, o raciocínio lógico, a coordenação motora, a criatividade, a socialização e o espírito de competitividade e de união entre os atletas virtuais.

As inscrições para os campeonatos do Arena Games podem ser feitas no site da Liga, em que serão aceitos até 32 jogadores para o Just Dance e 64 inscritos no Fifa 2018, utilizando o sistema de mata-mata do início ao fim da competição. Os regulamentos completos dos torneios também estão disponíveis no site da liga. Fundada em 2007, a Liga Sorocabana de Futebol Virtual tem caráter amador e não é filiada à instituições ou organizações de esportes eletrônicos profissionais.

Premiações – Os três primeiros colocados de cada competição serão premiados. O primeiro lugar ganhará um smartphone, um jogo de Playstation ou Xbox One e mais troféu. O segundo colocado ficará com dois jogos e troféu. E o terceiro lugar ganhará um jogo e medalha.

 

SERVIÇO – 2º Arena Games – jogos virtuais no Boavista Shopping

Quando: 12 a 28 de janeiro de 2018 Horário: 14h às 20h

Onde: Piso G4, em frente à Magic Games do Boavista Shopping – Rua Borba Gato nº 59 – Santo Amaro – São Paulo/ SP

Quanto: Evento gratuito

Site: www.boavistashopping.com.br

 

1º Campeonato Just Dance Boavista Shopping

Quando: 27 de janeiro de 2018 Horário: a partir das 13h

Onde: Piso G4, em frente à Magic Games – Rua Borba Gato nº 59 – Santo Amaro – São Paulo/ SP

Inscrições gratuitas em www.ligasorocabana.com.br (limite de 32 participantes

Regulamento: http://www.ligasorocabana.com.br/noticias-exibir.php?id=247

 

2º Campeonato Fifa 2018 Boavista Shopping

Quando: 28 de janeiro de 2018 Horário: a partir das 13h

Onde: Piso G4, em frente à Magic Games – Rua Borba Gato nº 59 – Santo Amaro – São Paulo/ SP

Inscrições gratuitas em www.ligasorocabana.com.br (limite de 64 participantes

Regulamento: http://www.ligasorocabana.com.br/noticias-exibir.php?id=246

Grandes Estúdios Brasileiros de Games #02: Behold Studios

Certamente você já ouviu falar sobre a Behold Studios! Afinal é deles os aclamados jogos Knights of Pen & Paper e o divertidíssimo Chroma Squad. A fama destes jogos posicionou o estúdio como um dos principais desenvolvedores do Brasil. Sempre que eles anunciam uma novidade ou participam de algum evento, a comunidade já fica atenta.

Foi bem natural que escolhêssemos a Behold para nossa segunda entrevista para a série de “estúdios brasileiros de games”. Aqui você vai conhecer um pouco mais sobre o estúdio, como ele surgiu e quais os diferenciais da equipe. Quem responde é o Saulo Camarotti (co-fundador e produtor) da Behold. Confira:

 

Como surgiu a Behold Studios e de onde veio a ideia de desenvolver games?

A Behold surgiu de uma necessidade e de uma oportunidade. Eu e meu sócio na época, nos formando em Ciência da Computação, ganhamos dois prêmios de renome nacional em jogos que desenvolvemos juntos, e percebemos que poderíamos empreender nesta ideia já que em Brasília não tínhamos nenhuma possibilidade de sermos contratados em uma empresa de games. Abrimos a nossa, e aqui estamos oito anos depois.

 

Quantas pessoas trabalham no estúdio atualmente? Onde ele está localizado?

Hoje temos 10 no time, e ficamos dentro do coworking Indie Warehouse dedicado à games, aqui em Brasília. O legal de quem quiser nos visitar é poder encontrar uma dezena de outros desenvolvedores também!

 

Behold é um nome incomum. De onde veio o nome do estúdio?

Behold veio do nosso passado com RPG, da criatura mítica Beholder. Mas o nome nos cativou pois em inglês significa Vislumbre, o que é legal para uma empresa que cria jogos que também são consumidos pela experiência visual.

Quantos games vocês produziram até agora? Quais são eles?

Já temos 17 no nosso arsenal. Mas somos principalmente conhecidos por:

– The Gravedigger (2010)
– Save My Telly (2012)
– Knights of Pen & Paper (2012)
– The Story of Choices (2013)
– Chroma Squad (2015)
– Galaxy of Pen & Paper (2017)

 

Knights of Pen & Paper é bastante reconhecido. De onde veio a inspiração para o projeto?

Veio da nossa vontade de fazer um RPG true! Queríamos fazer um RPG dos RPGs, aquele que se remetesse aos primórdios. E quando discutíamos como iríamos fazer esse RPG super simples, lembramos que o RPG de verdade veio dos jogos com dados, papel e miniaturas. Jogamos muito RPG de mesa na nossa vida e foi fácil perceber que ia ser muito legal fazer um jogo sobre isso. Foi muito natural e tudo fluiu muito bem durante o projeto.

 

Desde a criação do estúdio qual foi a maior dificuldade encontrada?

Já passamos por muitos bocados. Mas acredito que o mais difícil foi encontrar a nossa voz. No início apenas reproduzíamos aquilo que parecia ser o melhor para o mercado. Basicamente o que todo mundo estava fazendo. Com o Knights of Pen & Paper foi onde conseguirmos brilhar pela autenticidade. Fizemos porque queríamos jogar um jogo assim diferente e nostálgico.

Hoje já levamos isso mais sério. Temos que ser mais autênticos e acreditar que se a gente está apaixonado pela ideia, outras pessoas também vão se encantar. Então fazemos nossos jogos pensando muito em como gostaríamos que o jogo fosse e como ele nos agradaria.

 

A maioria dos seus jogos abusa da pixel art. Por que escolheram esta expressão?

O pixel é uma decisão estética para se buscar um senso nostálgico e incompleto. Ele dá a possibilidade para o jogador preencher os espaços vazios e imaginar algo muito além do que estamos mostrando. Isso para RPG é ótimo, pois queremos que o jogador também crie conosco e imagine a aventura do seu próprio jeito.

 

Vocês têm tempo para jogar os games de outras empresas?

Claro! Hehehe (só que não). A nossa maturidade da empresa acompanhou também nossa maturidade adulta, aumentando muito as responsabilidades com outras coisas. Mas não por isso deixamos de jogar. Esse é um assunto constante na empresa “O que está jogando?”, “Porque o jogo X é bom…”, “O que tem de inovador no jogo Y…”, etc.

Mas pessoalmente, minha biblioteca recente de jogos jogados são quase todos indies. Nos dão experiências curtas e muito divertidas. Coisa que não vejo nos games a muitos anos.

 

Como as famílias dos desenvolvedores reagiram ao saber que iam começar a trabalhar com jogos?

Cada família tem uma história para contar. Já vi de tudo. Eu mesmo, filho de uma família onde todos são da área da saúde e trabalham como funcionários públicos. E eu, do contra, fui fazer Computação e trabalhar com jogos. No começo foi difícil eles entenderem. Principalmente pela incerteza de empreender em uma coisa tão incomum. Mas com os prêmios, o reconhecimento, os jogos lançados, eles foram se acostumando com a ideia. Hoje minha família me dá forças para continuar.

 

Qual foi a pior crítica que vocês receberam de seus projetos? Como reagiram com ela?

Isso é de fato uma coisa chata. Cada passo que você dá para conquistar os seus sonhos, é muitas vezes, um passo que você toma para incomodar mais gente. E a medida que a sua marca como empresa fortalece, as pessoas ficam com menos receio de criticar o jogo, o bug, ou qualquer outra coisa da sua empresa. E muitos se esquecem que tem uma meia dúzia de pessoas ali por trás daquilo, dando sangue e suor para terminar as coisas no prazo.

Mas ao mesmo tempo, toda vez que respondemos as críticas, as pessoas imediatamente se transformam, e falam de igual pra igual. E assim já ganhamos muitos amigos nesta jornada, mostrando nossa cara a tapa, e mostrando que fazemos tudo com muito amor.

Qual a diferença dos jogos brasileiros comparados àqueles desenvolvidos por outros países?

Esta diferença está cada vez menor. É claro que ainda não podemos nos comparar às produções AAA, pois ainda no Brasil não tivemos projetos de tal porte, seja por orçamento, tamanho de equipe ou mesmo experiência da equipe. Mas com o acesso às tecnologias e ferramentas, acesso às plataformas onde podemos vender nossos jogos, o Brasil já produz de igual para igual no mercado indie, casual ou no mercado de jogos menores. Hoje tem mercado para todo mundo, e mais um motivo para o Brasil estar dando certo.

Geralmente os jogos produzidos no Brasil vão custar de R$ 50 mil a R$ 1.5 milhão para serem produzidos, e vão ser feitos por equipes de 2 a 20 pessoas. Isso são valores comuns tanto no Brasil quanto lá fora. Mas ainda não chegamos ao patamar de projetos de R$ 5 milhões a R$ 25 milhões, com equipes de 50 a 200 pessoas.

 

Atualmente a comunidade parece em guerra com desenvolvedoras grandes por causa de microtransações. Como vocês avaliam as microtransações?

Nós já nos aventuramos por elas quando ainda pouco se falava, lá por meados de 2011 e 2012. Entretanto hoje acreditamos que podemos trilhar nosso caminho fazendo apenas jogos premium.

Mesmo assim, entendemos que existe o jeito certo, ético, de se fazer microtransação, como é o caso de jogos como LoL e TF2. Esperamos que essas grandes empresas aprendam com aqueles que acertaram.

Porque muitos desenvolvedores acabam migrando para a Europa ou América do Norte?

É onde o mercado mais contrata. Nestes países existem empresas gigantescas, com centenas de pessoas trabalhando em um ou alguns poucos jogos, e por lá surgem oportunidades. No Brasil ainda é muito comum que se empreenda no próprio negócio, e muitos devs preferem trabalhar em grandes produções do que experimentar com jogos menores.

 

Como vocês acham que serão os games do futuro?

Algo muito interessante está acontecendo com VR, AR e MR. Sabemos que ainda não é expressivo a quantidade de devices instalados, mas em 5 a 10 anos vamos ver uma mudança dramática no jeito de jogar, já que as tecnologias chegaram a patamares extraordinários e todas as grandes empresas estão investindo pesado nisso.

Ao mesmo tempo, a cada dia se vê uma fragmentação maior do mercado. Ou seja, com o passar dos anos o que a gente vê é que mais tipos diferentes de jogos dão certo, mais tipos diferentes de plataformas dão certo, e mais tipos de jogadores estão surgindo. É como se o futuro tivesse espaço para todo mundo, e fosse menos concentrado em 1 ou 2 grandes soluções.

 

Algum recado para quem sonha desenvolver games no Brasil?

Comece a fazer jogos agora!

Qualquer um que queira desenvolver jogos deve e pode começar hoje no computador da sua casa. As tecnologias estão aí (Game Maker, Construct2, Unity), funcionam em computadores normais que temos em nossas casas, e os tutoriais estão aí (Youtube). Empresas só vão contratar aqueles que já fizeram alguns protótipos ou jogos em casa. Ou seja, faça jogo todo dia, no final de semana, à noite. Sai do Dotinha e faz um jogo com seus amigos.

Necrosphere é o jogo da Cat Nigiri para quem busca desafio e não tem medo de perder vidas

Está aí procurando um jogo desafiador e cheio de personalidade? Sua busca termina aqui! Nosso destaque do dia é o jogo Necrosphere, da produtora indie brasileira Cat Nigiri. Aqui temos uma aventura ao estilo metroidvania cuja dificuldade é bastante elevada e vai fazer o jogador perder muitas vidas. O título esteve presente em diversos eventos de games e conquistou bastante espaço e atenção dos jogadores Brasil afora.

O protagonista de Necrosphere é o jovem Terry Cooper, um agente secreto que acaba indo para o mundo pós-vida e deseja voltar desesperadamente para o mundo dos vivos. Para isso, ele deve passar por centenas de obstáculos e armadilhas mortais. Necresphere é basicamente o lugar para onde vão as almas dos que morreram, tantos os bons como os maus.

Neste plano astral não há outras pessoas, ou seja, cada indivíduo é condenado a passar por seu próprio inferno. Não há nada a se fazer aqui, apenas esperar por toda a eternidade. Contudo existe uma maneira de sair deste ambiente inóspito, mas para tanto é necessário passar por diferentes obstáculos e alcançar uma portal capaz de te levar de volta à normalsphere, o mundo dos vivos.

A jogabilidade é bem simplista: apenas dois botões de ação. Apesar da alta dificuldade do game (lembra bastante o Super Meat Boy), Necrosphere tem uma curva de aprendizado rápida, de modo que os jogadores irão dominar os desafios facilmente. Já até rolam desafios speed run entre a comunidade de jogadores. Se você curte um desafio, este jogo é bastante indicado. De acordo com os produtores, o game tem cerca de 2,5 horas de gameplay.

Necrosphere já está disponível para PCs através da Steam. Há planos de levar o jogo para outras plataformas no futuro. Ah, se você ainda tem dúvidas quanto a qualidade do título, saiba que ele é nada menos que o grande vencedor da SBGames Curitiba 2017 nas categorias Júri Popular e Melhor Jogo.

Abaixo tem o trailer de Necrosphere:

Estes são os 25 estúdios nacionais que mais se destacaram em 2017, segundo a Abragames

Que o mercado de games nacionais está em alta não há dúvidas: a cada ano surgem games de alta qualidade e seus produtores logram conquistar prestígio nacional e internacional com cada vez mais frequência. Para celebrar o crescimento da indústria, e revelar o que virá em 2018, a Abragames (Associação Brasileira das Empresas Desenvolvedoras de Jogos Digitais) organizou nesta quinta-feira, o evento especial Abragames Apresenta: Jogos de Sucesso, em São Paulo.

Neste evento se reuniram 20 desenvolvedoras associadas à Abragames para expor os 25 maiores casos de sucesso deste ano, para um público composto por empresários, profissionais da indústria criativa, imprensa e representantes do Governo. A intenção foi destacar as grandes e pequenas empresas que fazem o Brasil ser bem visto pelas empresas de games mundial.

“Este ano foi o melhor da nossa indústria, e fruto de muito esforço de empresários que participaram dos mercados internacionais mais competitivos e especializados do mundo, com apoio da Apex-Brasil,” declarou Eliana Russi, gerente executiva do Projeto Brazilian Game Developers. “Em 2018, com o início da implantação de políticas públicas, como os Editais da Ancine e Finep, o talento e garra dos desenvolvedores brasileiros só dá um direcionamento claro:  nossa indústria é forte e veio para ficar.”

Em 2017 pela primeira vez a indústria de games passou a ter financiamentos públicos, somando mais de R$ 30 milhões, e esse investimento gerou os resultados mostrados no evento. Os 25 jogos apresentados foram financiados de diversas formas. A maioria deles (14) foi feita com recursos das próprias empresas, 10 deles foram feitos com financiamento público (através de investimentos e editais); 4 foram produzidos com investimento privado internacional, 2 foram feitos com ajuda de financiamento coletivo, e 1 com financiamento privado nacional.

Entre as empresas destacam-se 11 de São Paulo, 2 do Distrito Federal, 3 do Rio Grande do Sul, e 1 de Santa Catarina, Rio de Janeiro, Mato Grosso do Sul e Minas Gerais cada. No total, estas empresas mobilizaram quase 170 pessoas na criação de seus jogos, que venceram 28 prêmios e receberam 24 outras nomeações. E um detalhe: quase metade (48,5%) deles ainda não foi lançada oficialmente.

Entre as empresas participantes do evento da Abragames, nota-se que muitas delas já tiveram seus games divulgados aqui no GameReporter e são bastante ovacionadas quando participam de eventos como o BIG Festival ou a Brasil Game Show. Confira a lista de produtores nacionais destacados pela Abragames:

Behold Studios (Distrito Federal), Cat Nigiri (Santa Catarina), Kinship Entertainment (São Paulo), Flux Game Studio (São Paulo), Fableware Narrative Design (Rio de Janeiro), Fira Soft (Distrito Federal), Skullfish Studios (São Paulo), Duaik (São Paulo), Ambize Studio (São Paulo), IMGNation Studios (Rio Grande do Sul), Pocket Trap (São Paulo), Among Giants (São Paulo), Sinergia Studios (São Paulo), Rockhead Games (Rio Grande do Sul), Webcore Games (São Paulo), Monomyto Game Studio (Mato Grosso do Sul), Mad Mimic (São Paulo), Rogue Snail (Minas Gerais), Mukutu Game Studio (São Paulo) e Aquiris Game Studio (Rio Grande do Sul).

Conheça o indie brasileiro Memories of Kami, o primeiro game da Yokai Collective Studio

Hoje vamos falar de um game indie brasileiro bastante promissor: Memories of Kami. Desenvolvido pela Yokai Collective Studio, o jogo é uma aventura de plataforma 2D com elementos de RPG. Aqui os jogadores embarcam no mundo mágico de Kami, habitado por Origamis, onde deve assumir o papel de nove guardiões que devem impedir as forças malignas de uma terrível contaminação que pretende devastar e destruir os seres vivos.

A grande sacada do jogo é sua mecânica baseada na troca de personagens a fim de tomar proveito de suas respectivas habilidades únicas. Estes personagens são caracterizados por nove animais sagrados – os guardiões da glória. Um dos aspectos que mais chamaram as atenções de quem conheceu Memories of Kami durante seu début na BGS 2017 foi o estilo visual, que lembra o consagrado Ori and the Blind Forest, mas a verdade é que o título tem inspirações mais antigas como Donkey Kong Country do Snes.

A trama: Kami é um mundo mágico habitado por criaturinhas de papel chamadas Origami. Esse mundo de luz e bençãos, onde todas as coisas boas do universo fluem abundantemente é, de tempos em tempos, atacado pela energia negativa de outros mundos. Os ataques de energia escura são chamados pelos habitantes de Kami de Incidentes. Quando a magia negra adentra Kami, ocorrem várias manifestações como doenças, acidentes, e qualquer tipo de desordem ou desgraça. Mas os Incidentes, geralmente não são nada demais, pois logo que surgem são combatidos e derrotados pelos nove famosos Sagrados Guardiões da Glória de Kami.

Os Guardiões da Glória são poderosos animais escolhidos pelo Destino e têm como dever eliminar toda e qualquer energia ruim que surge no belo paraíso de Kami. Não é preciso de todos os noves Guardiões para acabar com os Incidentes comuns. Mas a cada mil anos, um Incidente poderoso invade Kami, e esse sim, representa uma ameaça que necessita do poder de todos os Guardiões, juntos, para ser eliminado. Este Incidente grave é chamado de A Contaminação dos Mil Anos. E dessa vez, a Vigésima Sétima Contaminação dos Mil Anos veio muito mais feroz e irresistível, determinada a destruir de uma vez por todas o fantástico mundo dos nossos Guardiões.

Sua missão é guiar estes guardiões em uma busca pelos resquícios de energia que podem restabelecer Kami. Para tanto você adquire habilidades e poderes que lhe conferem novas transformações. Tal como num jogo de RPG, o jogo gratifica o jogador de acordo com seu estilo de jogo, graças a árvore de habilidades, ou seja, se você for do tipo defensivo, vai se tornar um grande defensor ao final da jornada.

Memories of Kami tem previsão de lançamento para 2018, sendo que uma demo deve ser lançada oficialmente em algum momento de maio do mesmo ano. Por enquanto o jogo é apenas para PC, mas os desenvolvedores esperam conseguir portar o título para Xbox One e Playstation 4. Mais informações no site oficial.

Abaixo você confere o trailer de Memories of Kami:

“É Arte” – Jogo indie embarca na maior discussão do momento

Em Porto Alegre uma exposição de “arte” patrocinada por um grande banco choca as pessoas: imagens representam crianças assumindo sua orientação sexual, enquanto que outro quadro mostra Cristo crucificado empunhando objetos nada santos e em outra sala um quadro representa um homem praticando sexo com um animal. Em São Paulo uma performance “artística” coloca uma criança tocando os pés e mãos de um homem deitado no chão totalmente nú.

As redes sociais entram em polvorosa e um debate acalorado tem espaço: afinal o que é arte? Essas apresentações podem ser consideradas formas de arte? Aproveitando o gancho criado nestas semanas o estúdio indie Icon Games lançou o game “É Arte”, que coloca em evidência a discussão sobre o que é, ou não é arte, botando o jogador para avaliar algumas obras, bastando responder se a imagem informada é ou não uma obra de arte. Caso ele erre a resposta um maluco irá dar facadas no jogador.

É Arte” é na verdade um experimento: sua opinião é comparada com a de todos os outros jogadores que vieram antes, e se ela for contrária à opinião da maioria, o maluco irá atacar. A ideia é trazer à luz a discussão sobre o mérito da arte, sobre o que se acredita ser aceitável ou não. E sobre como “o diferente” não deve ser descriminado.

O jogo é gratuito, e roda direto no navegador, funcionando da mesma forma que o aplicativo “Tinder“, ou o jogo “Reigns“, onde você move a imagem apresentada (com as setas no teclado, ou com o mouse) para uma direção para dizer “Sim” ou para outra, para dizer “Não”. Se você quer participar da discussão mais quente do momento, eis aqui uma oportunidade de deixar sua opinião.

O jogo “É Arte” pode ser acessado diretamente no site da empresa: http://www.icongames.com.br/eharte/index.html

Criança Segura lança jogo para ensinar a prevenção de acidentes para o público infantil

Acidentes são uma constante, principalmente entre as crianças que não medem a periculosidade de seus atos e brincadeiras. Todos os anos milhares de crianças de zero a 14 anos morrem e outras centenas de milhares são internadas devido a algum tipo de acidente, como atropelamento, afogamento, sufocação, queimadura etc. Pensando nisso, a Organização Criança Segura está lançando um aplicativo que dá dicas de segurança para os baixinhos.

Basicamente o aplicativo é um grande guia para que as crianças se informem sobre como prevenir acidentes e adotem comportamentos e medidas que garantam sua própria segurança. A ideia é que a linguagem seja apropriada para educar as crianças de forma rápida e efetiva.

O jogo estará disponível a partir de 30 de agosto, data em que se comemora o Dia Nacional da Prevenção de Acidentes. Para jogar, basta acessar o site. A dinâmica é a seguinte: por meio de vários jogos curtos, apresenta situações nas quais os pequenos aprendem a identificar os perigos em ambientes domésticos ou no trânsito e dá dicas de como evitar acidentes que podem acontecer com as crianças, tudo isso de forma divertida e leve, afinal, criança aprende brincando.

“A nossa mensagem é sempre direcionada para o adulto, pois entendemos que ele é o responsável pela vida da criança. Mas, é importante também ensinarmos a criança noções de comportamento seguro para que ela seja capaz de compreender algumas situações de perigo desde pequena. Daí vem a importância de um game como esse. Nele, nós nos preocupamos em trabalhar todas as principais causas de acidentes com crianças, como queda, intoxicação, sufocação, afogamento etc. Dessa forma, esperamos contribuir com o desenvolvimento da autonomia de meninos e meninas, com uma linguagem direcionada para esse público e muita ludicidade.”, explica Carla Lerner, responsável da Criança Segura pela área de Mobilização da organização e pelo desenvolvimento do jogo.

A intenção da Organização Criança Segura é lançar um aplicativo para iOS, Android e Windows Phone em breve. Assim, os baixinhos podem aprender em qualquer lugar como evitar acidentes. A expectativa é que o jogo se torne referência e evite uma série de situações ruins para os pais e para as crianças. O primeiro passo já foi dado.

Para quem não conhece, a Criança Segura é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, dedicada à prevenção de acidentes com crianças e adolescentes de até 14 anos. A organização atua no Brasil desde 2001 e faz parte da rede internacional Safe Kids Worldwide, fundada em 1987, nos Estados Unidos, pelo cirurgião pediatra Martin Eichelberger.

Electronic Arts anuncia Fe para Xbox One, PS4, PC e Nintendo Switch

A Electronic Arts anunciou que Fe, do programa EA Originals, será lançando no mundo todo no início de 2018. Desenvolvido pelo estúdio sueco Zoink Games e vencedor de diversos prêmios, Fe é um novo tipo de jogo de plataforma sem palavras, mas cheio de sons. Com Fe, um pequeno filho que de repente acorda na floresta, os jogadores descobrirão um mundo que eles nunca mais vão querer deixar, enquanto usam sons para se comunicar, para se conectar com a natureza, identificar criaturas amigáveis ou hostis e interpretar a narrativa ao longo do caminho.

“Nós quisemos criar um jogo que dê o sentimento de explorar algo especial”, disse Klaus Lyngeled, CEO e Líder Criativo da Zoink Games. “Nós gastávamos horas nas florestas quando crianças, e enquanto isso parecia assustador no início, eventualmente os sons estranhos se tronavam familiares – você se torna parte da natureza e a floresta passa a parecer um lar. Os jogadores terão sentimentos parecidos enquanto jogam Fe. Quando e como ele for jogado, garantimos que será uma experiência única de descoberta, diferente de tudo que foi jogado antes.”

“Com Fe, o estúdio Zoink nos lembrou que tudo está conectado. Eles criaram um jogo em que a mágica e a beleza da natureza e suas criaturas vêm à vida, disse Patrick Soderlund, EVP da EA Worldwide Studios. “Esse jogo e esse estúdio incorporam o espírito do programa EA Originals que críamos há pouco mais de um ano – a Liberdade de criar e de trazer jogos inovadores e memoráveis para os jogadores de todo o mundo de forma única”.

Em Fe, os jogadores ficarão encantados com os entornos naturais enquanto descobrem segredos, cumprem missões paralelas e conhecem criaturas místicas da floresta. Os jogadores irão subir, deslizar e cavar enquanto viajam através de uma experiência aberta, conhecendo, interagindo e resgatando plantas e animais dos Silent Ones, os antagonistas que estão ameaçando a floresta. Com uma liberdade de exploração sem igual em um mundo cheio de mistérios para descobrir, os jogadores se tornarão Fe e nunca mais vão querer ir embora.

Fe será lançando mundialmente no início de 2018 para Xbox One, PlayStation 4, Origin para PC e Nintendo Switch. Para mais informações, clique aqui.

Veja o trailer de Fe da Electronic Arts: