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Os Piores jogos do mundo #02 Friday the 13th – o game que assusta até mesmo o Jason

Jogabilidade repetitiva e incrivelmente frustrante“, foram apenas alguns dos adjetivos que o site GamePro usou para definir Friday the 13th, um game de NES, em sua lista dos piores jogos baseados em filmes. Não confunda com o jogo homônimo lançado em 2017 (que é apenas mediano). Estamos nos referindo ao jogo do NES (Nintendo Entertainment System), que ficaria famoso por ser um dos primeiros inspirados em uma franquia cinematográfica de sucesso, mas que ajudaria a decretar a fama que jogos e filmes não combinam.

A JLN era uma fabricante de brinquedos de Nova York, fundada em 1970, que viu a oportunidade de expandir seus negócios através dos jogos eletrônicos. Era uma jogada esperta, afinal o Nintendinho dava mostras de se tornar a grande sensação do verão americano, pois todos os garotos queriam se divertir com jogos como Super Mario Bros. e Ballon Fight. Os executivos da companhia decidiram que a melhor forma de conquistar uma fatia desse mercado seria apostar em jogos licenciados, afinal quem não iria querer comprar o game oficial de algum filme bem sucedido?

Jogos licenciados é a aposta da época

O fracasso do jogo do E.T era visto como um ponto fora da curva. Afinal, jogos como AlienAttack of the Killer Tomatoes e Back to the Future conquistaram seu espaço. Assim, em 1987 a JLN licenciou o game oficial do megasucesso The Karate Kid, que, apesar da qualidade questionável, rendeu resultados animadores suficientes para que a empresa lançasse no mesmo ano o infame Jaws e (um ano depois) o Major League Baseball, um dos primeiros games esportivos a ser licenciado. O próximo projeto da agenda seria Friday the 13th, que ficaria a cargo da Atlus, já que a parceria entre as duas empresas parecia perfeita.

Era fácil apostar em Sexta-Feira 13 como um filme a ser transportado para o universo dos games, afinal a franquia já contava com sete filmes em 1988, sendo que a série tinha começado apenas há oito anos. Sim, eram sete filmes do Jason em um espaço de oito anos (eram tempos difíceis para os amantes do terror). De qualquer forma, o game já estava prestes a chegar às lojas e a LJN esperava conquistar mais um êxito com o lançamento.

Tal como nas películas, Friday the 13th coloca um grupo de jovens incautos no acampamento Crystal Lake. O que eles não sabem é que o assassino Jason Vorhees está à espreita e sedento por sangue. Cabe ao jogador derrotar Jason e restabelecer os dias de paz em Crystal Lake. Para isso, o jogador deve entrar pelas matas, desafiando lobos, morcegos e zumbis. Além disso, é necessário derrotar o perigoso stalker, impedindo que ele faça vítimas entre seus colegas de acampamento.

Um game repleto de problemas

Ainda que o enredo não seja nenhuma maravilha, ele está de acordo com o que se pode esperar de um produto derivado deSexta-Feira 13. Os problemas começam mesmo quando a jogatina começa pra valer e o jogador se dá conta que a jogabilidade é terrivelmente mal desenvolvida, tornando a tarefa de derrotar morcegos especialmente árdua. As coisas pioram ao passo que o game te obriga a salvar seus companheiros de acampamento de tempos em tempos.

O game é do gênero plataforma de ação e a mecânica se baseia em fugir de Jason e esconder-se de tempos em tempos. O grande problema é que Jason aparece com bastante freqüência para matar o jogador e é quase impossível escapar, já que os personagens muitas vezes são incapazes de realizar tarefas simples como correr ou pular.  Quando você consegue entrar em uma caverna ou cabine para se esconder as coisas não ficam melhores, já que qualquer corvo pode matar o jogador com relativa facilidade.

Para garantir a sobrevivência, torna-se primordial fazer upgrades nas armas. Porém isso não garante êxito nas lutas, já que o combate é bem desequilibrado com adversários claramente mais fortes e rápidos. O objetivo do game é sobreviver durante três dias e três noites enquanto tenta dar cabo de Jason. Alem disso, de tempos em tempos o jogador deve sair em disparada para salvar um dos colegas de acampamento que são atacados por Jason. Caso não se chegue a tempo, Jason mata o companheiro, o que gera uma insatisfação recorrente. E nas raras vezes que você consegue encontrar seus companheiros o combate demonstra-se bem desequilibrado, pois Jason se move tão rápido quanto um maratonista, já o personagem do jogador é lento feito uma lesma com ressaca.

Dificuldade exarcebada não é o único problema

Não bastasse a dificuldade massacrante,Friday The 13th ainda conta com uma trilha sonora pouco inspirada, apoiando-se totalmente nos filmes, porém com uma qualidade sonora muito ruim, mesmo para os padrões do NES. A trilha sonora é bem repetitiva, capaz de causar dor de cabeça nos jogadores com poucos minutos de jogo. O ponto mais criticado em geral, todavia, é sobre o gameplay frustrante mesmo, já que o jogador parece não ter uma chance real de ser bem sucedido na aventura.

Ah, e os desenvolvedores parecem não ter tido qualquer apego pela mitologia da franquia, ou sequer visto os filmes, visto que Jason sabe nadar. É de conhecimento público e notório que o infame assassino tem medo de água. A intenção que se tem é de que dar a Jason esta habilidade foi descaradamente prejudicar o jogador, mesmo que para isso jogassem fora toda e qualquer coerência.

Outro ponto bastante criticado é que o mapa do jogo é visto de cima para baixo, porém a jogabilidade em si é em 2D sidescrolling, tornando a navegação pelo mapa extremamente confusa. Salvar seus companheiros de acampamento fica ainda mais difícil se você nem sabe pra onde ir. Os produtores ainda incluiriam um plus no game a fim de torná-lo revolucionário, mas que se provaram uma grande porcaria: seções em 3D.

Em algumas cabanas, a jogabilidade passa para um esquema 3D, porém a tecnologia na época era péssima, tornando os controles um instrumento de tortura e proporcionando lags aos montes. Com tantos problemas fica fácil entender porque Friday The 13th é considerado um dos piores jogos de todos os tempos.

O legado de um game ruim

Em uma edição de 1997, os autores da consagrada Nintendo Power, ranquearamFriday the 13th na posição de número seis em sua lista dos piores games jamais produzidos. Apesar de todo o massacre por parte da mídia, o título até que vendeu bem, abrindo caminho para que a LJN lançasse outras pérolas licenciadas como A Nightmare on Elm Street. Sim, os desenvolvedores não se contentaram em estragar um ícone do terror, tinham de humilhar o Freddy Krueger também. Mas essa é uma história para outro dia.

 

Top 10: Os games mais empolgantes da E3 2018

A E3 2018 já acabou, mas resolvemos compilar quais foram os dez games mais marcantes do evento americano. Colocamos apenas games que tiveram partes do gameplay divulgados, então não espere ver os recém-anunciados Halo Infinite ou  The Elder Scrolls VI.

Ainda assim, a E3 2018 revelou tantos games de alta qualidade que foi difícil compilar uma lista de apenas dez games.
Confira abaixo os dez games mais bacanas apresentados na E3 2018:

Sekiro: Shadows Die Twice

A FromSoftware já está posicionada como uma das melhores produtoras de games da atualidade graças à franquia Dark Souls. Muitos acreditavam que a hegemonia da produtora no ramo de RPG de ação estaria em risco desde que a Team Ninja entregou o ótimo Nioh. Para complicar ainda mais o cenário, Nioh 2 foi anunciado e conquistou bastante atenção do público e da imprensa durante a E3. Mas eis que a FromSoftware anunciou um novo game chamado Sekiro: Shadows Die Twice.

O título segue o estilo Souls, porém com samurais e um combate muito mais voltado para a o stealth do que seus primos mais velhos. É como se a produtora juntasse o melhor de Dark Souls e Tenchu, que, aliás, também passou pelas mãos da FromSoftware. Pelo que o gameplay mostrou, podemos esperar um dos jogos mais desafiantes e divertidos da geração.

 

 

Devil May Cry 5

A Capcom não lançava um novo DMC desde 2013 (o infame reboot). Considerando que o ultimo game seriado da série foi Devil May Cry 4 em 2008, podemos contar que a franquia não recebe algo completamente inédito há mais de 10 anos. Então dá para entender a comoção e alegria quando o anúncio foi feito durante a E3 2018.

Sabe-se que os jogadores podem controlar a dupla Nero e Dante e que muita da ação deve ocorrer em ambientes urbanos contra chefões gigantescos e dificílimos de bater. A expectativa é que o jogo seja um dos mais fotorealistas  que a Capcom já produziu, graças ao potente motor gráfico RE Engine.

 

Kingdom Hearts 3

Tetsuya Nomura atrasou muito o desenvolvimento de Kingdom Hearts 3. Podemos desculpar o desenvolvedor, afinal ele entregou o ambicioso Final Fantasy XV recentemente. Finalizado o projeto, chegou a vez de se dedicar ao crossover mais amado do mundo dos jogos. Os trailers apresentados deixaram claro uma coisa: as recentes compras que a Disney fez nos últimos anos foram extremamente positivas para Kingdom Hearts.

Aqui você vai ver o trio Sora, Pateta e Donald interagindo com personagens dos mundos de Frozen, Toy Story, Monstros S.A, entre outros. Infelizmente a transição entre mundos ainda se dá pela Gummi Ship. Ainda assim, a jogabilidade parece muito fluída e divertida. A expectativa é que KH3 seja um dos maiores jogos já produzidos pela Square-Enix e um passo importante para popularizar ainda mais os RPGs de ação.

 

 

Forza Horizon 4

Ainda que a Microsoft tivesse em suas mangas os ótimos Halo Infinite e Gears 5, podemos apostar que o grande carro chefe do Xbox One para a próxima temporada será Forza Horizon 4. Os três capítulos anteriores já se mostraram títulos quase perfeitos e a Playground Games parece evoluir ainda mais a cada novo episódio. De acordo com informações prévias, o título terá nada menos que 450 carros, o que torna um dos jogos com mais conteúdo que já vimos.

Outro detalhe importante: há variações de tempo e de estações do ano, o que interfere diretamente na direção dos bólidos. O nível de detalhes está absurdo. Você pode ver rachaduras no asfalto se movimentar o veículo mais devagar, além de efeitos de luz e sombra embasbacantes. Compra certa.

 

 

Resident Evil 2

A Capcom geralmente demora alguns bons anos para mexer com sua franquia mais famosa e isso tem um motivo: não estragar uma franquia tão adorada. Claro, muitos podem apontar o dedo para alguns jogos terríveis como Operation Raccoon City ou Gun Survivor e dizer que a produtora nem sempre teve cuidado com a série, mas a impressão é que a empresa aprendeu com os erros do passado.

Resident Evil 2 é naturalmente o remake do segundo jogo, mantendo o mesmo roteiro e acontecimentos vivenciados por Leon e Claire em 1998. A diferença é mais do que gráfica, a ação é mais intensa, o clima de horror é mais palpável e a Capcom até prometeu que algumas coisas estarão bem diferentes do que os jogadores se lembram. A intenção é que os jogadores antigos não tenham a sensação de estar jogando um game requentado.

 

Super Smash Bros. Ultimate

A primeira coisa que você deve ter em mente ao comprar Super Smash Bros. Ultimate é que você precisa vender urgentemente os seus outros jogos da franquia no Mercado Livre. Sim, você não precisará mais deles, afinal a Nintendo confirmou que TODOS os personagens vistos nos títulos anteriores estarão em Ultimate. Isso significa 68 personagens, incluindo os convidados especiais como Snake, Bayonetta e Cloud Strife.

O destaque mesmo é a chegada de novos combatentes como os Inklings de Splatoon, Ridley da série Metroid e a nova versão de Link em Breath of the Wild. Além disso, os jogadores poderão aproveitar as funções do Switch para desafiar os amigos em combates de até quatro jogadores certamente este será mais um system seller do Switch. O game chega ainda em dezembro deste ano.

 

Anthem

A EA não foi bem na E3 e a Bioware pisou na bola com Mass Effect Andromeda. Dito isto, é de se esperar que as duas empresas não pouparão esforços para entregar o melhor jogo possível. Felizmente, os trailers de Anthem nos induzem a pensar que os objetivos serão alcançados. Aqui temos um mundo aberto vasto, bonito e repleto de coisas a se fazer.

Muito do mote do jogo é envolto em partidas multiplayer, tal como em Destiny. Mas o jogo da Bioware parece seguir uma direção diferente, ainda que interligue os RPGs e o tiroteio típico dos TPSs. A verdade é que Anthem está muito voltado para a exploração e em dar aos jogadores a liberdade que Andromeda não deu. Se os planos derem certo, aqui teremos um grande retorno para a Bioware.

 

 

Ghost of Tsushima

A grande surpresa da coletiva da Sony foi Ghost of Tsushima. É claro, The Last of Us 2 é o grande jogo para a temporada da Sony, mas é em GoT que os fãs do Playstation podem ver algo novo despontar. O título busca inspiração em Akira Kurosawa, importante diretor do cinema japonês, para seu roteiro.

Os jogadores acompanham a história de Jin, um samurai que deve desafiar o poderoso exército mongol para defender seu povo. Bem vago, hein? O importante é que o gameplay mostra algo de Dark Souls com combates mais estratégicos. Os gráficos estão incríveis e a ação é desenfreada. A Sucker Punch aprendeu bastante com as entregas de Infamous, então podemos esperar um mundo aberto fluído, sempre em transição e brutal. E, caras, olhem as folhas!

 

 

The Last of Us 2

Para muitos o melhor jogo da geração passada foi The Last of Us. Talvez ele não seja (talvez), mas certamente foi um dos melhores que já vimos. A Naughty Dog se tornou o principal estúdio do catálogo da Sony e um dos melhores do mundo. Só por isso, não tem como não ficar empolgado com qualquer coisa que esses caras estejam fazendo. Felizmente o hype não se apoia apenas no nome da produtora: o trailer revelado na E3 mostra que a produtora vai apostar alto no stealth.

Pudemos ver que Ellie é uma matadora atroz e que a vida da garota não será nada fácil. Mas, ei, onde está Joel? O que houve com ele? Quem é a garota que beija Ellie? Será que vamos ver o desenrolar das mentiras contadas ao final do game anterior? Muitas perguntas e poucas respostas, hein. A única coisa que podemos dizer com certeza, é que este promete ser ainda mais emocional, visceral, escuro, sombrio, melhor.

 

 

Shadow of the Tomb Raider

Lara Croft é outra que sofre e parece não ter descanso. As duas últimas entregas de Tomb Raider foram sensacionais e construíram toda uma nova base de fãs para a franquia. Então não é absurdo que a Square-Enix queira investir na heroína. Os experimentos em Rise of the Tomb Raider serviu para mostrar que é possível levar a Lara para direções mais sombrias (beirando até o horror).

Pelo que o trailer mostrou, Lara é o centro da ação. É ela que move a trama e comete erros que dirigem toda a trama. Cabe à heroína evitar que os inimigos tirem proveito de uma cultura há muito esquecida. Podemos esperar por ambientes vastos e bem desenvolvidos, com muitos detalhes e uma ação desenfreada.  Os produtores disseram que Shadow of the Tomb Raider encerra um ciclo para Lara, mas não se preocupe. Este não será o último game da personagem mais reconhecível dos jogos digitais.

E3 2018: Os rumores que gostaríamos que se tornem reais

Já estamos naquela época do ano que a treta come solta entre os fãs de Sony, Nintendo e Microsoft. A E3 2018 desponta como uma das mais inesquecíveis que teremos nos últimos anos, afinal estamos em um ano chave para a indústria. O que os grandes players estão preparando para chamar mais consumidores para seus jogos e sistemas? Desta vez não espere novos consoles, então essa deve ser a E3 para quem curte jogos.

Rumores indicam que esta pode ser a E3 derradeira do Playstation 4, já que os planos da próxima plataforma da Sony estão em curso. Seja como for, o console esta em uma situação bastante confortável e a Sony deve aproveitar os últimos anos da plataforma para agradecer todo o suporte da comunidade com preciosidades como The Last of Us 2, Spiderman e Days Gone. Apostamos que a Sony vai mostrar isso e muito mais antes que o PS5 seja uma realidade.

Já a Nintendo conseguiu um sucesso estrondoso com o lançamento do Switch. Todo o mundo quer colocar as mãos na plataforma híbrida e agora é a hora da Nintendo mostrar a que a plataforma veio com esta E3. Notícias desanimadoras indicam a falta de suporte de alguns jogos importantes como Call of Duty, Red Dead Redemption ou ainda o provável The Division 2. Ainda assim, a falta de apoio das 3rd parties nunca foi primordial para a Nintendo desde a era N64. Podemos esperar então uma chuva de jogos 1st party arrasadores

Já pelo lado da Microsoft, sabemos que o Xbox One X é uma realidade e está na hora da Microsoft mostrar todo o poder da máquina. Os serviços disponibilizados para a família Xbox são ótimos, mas a comunidade almeja por jogos. Se depender do que a empresa de Redmond tem indicado, é justamente isso que veremos: a empresa praticamente vai fazer um evento separado da E3, com um mega estande. Além disso, últimas notícias já mostram a formação de um novo estúdio em Santa Monica e que sua função será criar estúdios AAA.

Neste texto estamos apontando conjecturas do que podemos (e gostaríamos de) ver na E3 2018.

Franquias da Rare de volta

Ainda que tenha cometido vários deslizes ao longo dos anos, a Rare ainda possui um lugar especial no coração dos jogadores, afinal algumas das melhores franquias de todos os tempos nasceram neste estúdio britânico. Atualmente a produtora está focada em Sea of Thieves. O lançamento do jogo dos piratas não foi tão legal quanto poderia em termos de crítica, mas o número de jogadores é bem expressivo, o que vai manter o estúdio ocupado com upgrades e novos conteúdos para agradar a sólida base de jogadores.

Mas então o que acontece com as outras franquias da empresa? Nossa aposta é que elas devem seguir o mesmo caminho de Killer Instinct, ou seja, parar nas mãos de outros estúdios. Já não é de hoje que ouvimos falar que a Microsoft tem planos de reviver Battletoads ou Perfect Dark. Além disso, existem milhares de jogadores esperando uma sequência de verdade do Conker. Não ficaríamos exatamente surpresos de ver um novo Banjo-Kazzoie ou Viva Piñata vindos de outros estúdios da Microsoft.

 

Um novo Elder Scrolls

Lá se foram sete anos desde que Skyrim apareceu pela primeira vez para o Xbox 360 e Playstation 3. Desde então vimos relançamentos para todos os sistemas da atual geração. Já está mais do que na hora da amada franquia de RPG ressurgir. Nos últimos anos a Bethesda se empenhou bastante com as novas entregas de Doom e Wolfstein, agora é o momento de apostar nos RPGs.

Alguns apostam que Fallout é quem deve dar as caras, mas acreditamos que uma coisa mais bombástica seria a aparição do lendário Elder Scrolls VI. Se os rumores estiverem certos, o tempo de desenvolvimento serviu para a produtora criar outra engine, melhorar o sistema de combates e entregar o maior mapa de um jogo digital jamais visto. Claro, há quem aposte que um novo Elder Scrolls não saia nesta geração, mas será que a Bethesda vai mesmo ignorar uma base de jogadores tão grandes quanto à de PS4, Xbox One e PC?

 

Bloodborne 2 se tornando real

Bloodborne é apontado por muitos como tecnicamente superior ao seu irmão mais velho (Dark Souls), o que elevou o status do game para cult. Não por acaso ele está invariavelmente nas listas de melhores jogos do PS4 desde seu lançamento no equidistante ano de 2015. Seria uma aposta segura que o próximo jogo da From Software será uma sequência de Bloodborne, desta vez, quem sabe, multiplataforma?

 

Halo 6 liderando a estratégia do Xbox

O Xbox One precisa vender e qual melhor game para fazer o console vender do que o jogo mais amado do Microsoft Studios? Halo 5: Guardians recebeu uma recepção mais morna da comunidade de jogadores, mas ainda assim vendeu mais de 5 milhões de unidades ao redor do mundo, se tornando o game mais vendido do One.

É bem seguro afirmar que a 343 Industries está entusiasmada em tornar a sexta entrega mais palatável e ainda mais seguro afirmar que Halo 6 deve aparecer de alguma maneira na E3 2018.

 

Pikmin 4 dando as caras

Em meados de 2015, Shigeru Miyamoto já dava entrevistas abertamente falando sobre Pikmin 4 e como ele estava progredindo, mas que não era prioridade da empresa no momento. Agora que a poeira acerca de Mario e Zelda baixou, a Big N vai precisar manter o interesse do público com lançamentos menores.

Já que Smash Bros, Metroid e Pokémon são muito aguardados e a Nintendo não deve desperdiçar este três lançamentos, apostamos que Pikmin pode ser um dos jogos de transição entre um lançamento e outro. Talvez algo mais concreto apareça em breve.

 

Um novo Pokémon para o Nintendo Switch

Tem gente que venderia um rim para jogar um novo Pokémon para um console de mesa e a Nintendo sabe disso. Após a estratégia para o lançamento de Breathe of the Wild, talvez o próximo peso pesado da empresa seja Pokémon mesmo.

Metroid, Mario Kart e Smash Bros. já devem estar bem evoluídos, portanto a hora é de apostar nos monstrinhos de bolso, já que eles devem demorar um pouco mais e talvez vender mais que esses jogos.

 

Mortal Kombat XI com muitos lutadores

A Netherealm sabe que Mortal Kombat voltou a ser o jogo de luta número 1 do mundo e que seus concorrentes estão chegando forte. Para contratar e assegurar a hegemonia no gênero, nada melhor do que um novo Mortal Kombat, certo? A franquia ganhou bastante maturidade com MK XL e a tendência é um game ainda mais refinado e divertido.

Há já quem aposte que o vilão do jogo será nada menos que Raiden, o deus do trovão. Outro palpite é que a produtora resolva mesmo apostar no crossover novamente com a Liga da Justiça, afinal o último projeto deles foi Injustice 2. Veremos o que a Netherealm preparou para a E3, mas é bem certo que algo vá ser mostrado.

 

Smash Bros chutando bundas e recheado de personagens especiais

Smash Bros é umas das poucas certezas que todos têm sobre a apresentação da Nintendo no evento deste ano, afinal a própria empresa já antecipou que o game é parte do show e o teaser do ano passado não deixa qualquer sombra de dúvidas que o game está a caminho. Então, porque estamos falando deste game num texto sobre rumores?

Bem, é simples: este game já é cotado como um dos mais aguardados do evento inteiro. Quase todos querem saber quem serão os personagens jogáveis, quais os cenários vão aparecer? Seguindo uma linha de rumores do GameSpot, gostaríamos muito de jogar com Captain Toad, Tetra, King K. Rool e o icônico Snake. Esta é a chance da Nintendo finalmente superar Smash Bros. Brawl.

 

Franquia Fable ressurge aos moldes antigos

Ainda que alguns jogadores ainda nutram qualquer esperança de a Microsoft reviver o promissor Scalebound, acreditamos que as chances são praticamente zero e que ao invés disso, a empresa de Redmond vai apostar em um revival mais seguro e com uma base de fãs já grande como é o caso de Fable. Esqueça o fim prematuro da Lionhead, acreditamos que o projeto Fable deva passar para outra produtora. Inclusive um rumor bastante convincente dizia que a Playground Games (Forza Horizon) abraçou o projeto.

Há quem diga que o game possa ser focado no multiplayer e será free-to-play, seguindo a estratégia recente de apostar em jogos para múltiplos jogadores como ocorreu em Sea of Thieves. Outro rumor já aponta que o título será mais focado na história singleplayer mesmo e que o cão terá um papel muito mais ativo no desenrolar dos acontecimentos. Seja como for, os fãs de RPG estarão muito atentos nesta E3.

 

Sony aposta no retorno de Jak & Daxter

Por fim, um rumor que faz bastante sentido. Recentemente a Sony tem apostado bastante em franquias já consagradas do grande público e que detém um histórico quase impecável. God of War foi o mais recente, mas não podemos esquecer que nos últimos anos a empresa entregou os sólidos Ratchet & Clank, Killzone e Shadow of the Colossus.

O que falta no pacote? Se analisarmos por esse prisma, fica claro que falta algo para o ícone Sly Cooper e a dupla Jak & Daxter. Como o Sly está meio esquecido e quem cuidou tanto tempo de Jak foi a Naught Dog, é bem razoável imaginar que a empresa comece a trabalhar num retorno da franquia o mais rápido possível, certo?

 

E você, o que espera para a E3 2018?

Charles Martinet, o dublador do Mario, confirma presença na BGS 2018

Com certeza você já ouviu falar do Charles Martinet, afinal ele é o dublador oficial do maior personagem dos videogames, o Mario. Pois bem, ele é o mais novo nome confirmado para participar da Brasil Game Show 2018, o maior evento de games da América Latina. Martinet estará na feira nos dias 11 e 12 de outubro e terá uma agenda cheia de compromissos que vão agradar fãs de todas as idades.

A programação inclui sessões de Meet & Greet, em que os visitantes poderão tirar fotos e pegar autógrafos do convidado; apresentações de painéis no BGS Talks, onde ele revelará curiosidades dos bastidores de seu trabalho, e presença nos concursos de cosplay, como um dos jurados das competições. Empolgado com a vinda à BGS, Martinet deixou um recado para os fãs convidando-os para o evento.

“Os jogos do Mario marcaram gerações de gamers e foram fundamentais para a popularização dos videogames em todo o mundo. Trazer para a BGS o dono de uma das vozes mais icônicas e lendárias da indústria é motivo de muito orgulho e tenho certeza que será uma grande atração para os visitantes da feira”, disse Marcelo Tavares, CEO e fundador da Brasil Game Show.
Está não é a primeira vez que Charles Martinet vem ao Brasil, o dublador já este na antiga feira Gameworld, onde fez muito sucesso entre os brasileiros que já pediam seu retorno a terras tupiniquins há muito tempo. Outros grandes nomes já foram  confirmados na BGS 2018, tais como Katsuhiro Harada, diretor de Tekken, uma das mais icônicas séries de jogos de luta, e Daniel Pesina, intérprete de diversos personagens icônicos de Mortal Kombat.

Esse mês, a BGS também confirmou a presença de uma das principais line-ups de Counter Strike: Global Offensive (CS:GO): os jogadores brasileiros Marcelo “coldzera”, Gabriel “FalleN”, Fernando “fer”, Epitácio “TACO” e Ricardo “boltz”.

Todas as notícias sobre a Brasil Game Show podem ser vistas no site oficial do evento.

Serviço – BGS 2018 

Quando: 10 a 14 de outubro (1º dia exclusivo para imprensa e negócios)

Onde: Expo Center Norte

Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme, São Paulo/SP

Horário: 13h às 21h

Mario se torna guia de viagens no Google Maps em comemoração ao Mar10 Day

O pessoal da Google também é fã do Super Mario! Prova disso é a homenagem que a empresa fez ao bigodudo ao adicionar o mascote da Big N no Google Maps durante esta semana. Basicamente eles substituíram a seta pelo Mario no Google Maps, assim os usuários serão acompanhados pelo Mario em seus passeios de carro. A homenagem faz parte do chamado Mar10 Day.

Se você quiser ser acompanhado pelo Mario, basta atualizar o aplicativo do Google Maps através da Google Play ou do App Store. Após isso, você clica no ponto de interrogação amarelo do lado inferior direito que vai permitir adicionar o Mario no mapa.

Uma vez ativo, a seta de navegação será substituída pelo Mario pelo resto da semana. Legal, não? Mas fica o aviso: dirija com cuidado! Nada de jogar bananas ou tinta nos seus colegas motoristas. Ah, também vale lembrar que foi criada uma hashtag para celebrar a homenagem. Tire um print de sua rota e poste no twitter ou instagram com a tag #MarioMaps. Só não cometa o erro de postar seu endereço e demais informações pessoais.

Mais Mario em 2018

Por falar no bigodudo, vale lembrar que na última semana rolou o Nintendo Direct e um dos jogos anunciados para o Switch foi Super Smash Bros., com direito a um teaser empolgante. Poucos detalhes sobre o jogo e personagens ainda não foram revelados, mas sabe-se que os Inklings de Splatoon e Link estarão no jogo, além do Super Mario. Ainda não há data de lançamento definida, mas um lançamento em 2018 é quase certo.

Top 10: Games mais aguardados para 2018

O ano 2018 começou. Você já sabe quais os games que devem fazer bonito nesta temporada? Preparamos aqui um guia dos jogos mais aguardados e que tem tudo para fazer bonito neste ano. Claro que alguns podem se mostrar grandes decepções, além da possibilidade se aparecer surpresas ao longo dos meses, mas baseando-se no que já foi apresentado até aqui, estes são os games que mais estamos ansiosos para ver em 2018.

Confira abaixo os dez games mais aguardados para 2018:

 

Shadow of the Colossus

Sim, Shadow of the Colossus não é exatamente uma “novidade”, visto que já sabemos o que esperar do jogo desde a era 128 bits. Mas vamos lá, Shadow of the Colossus é um dos melhores games de todos os tempos e um dos poucos games considerados obras de arte interativas. Aqui podemos ver toda a glória da obra de Fumito Ueda rodando na melhor resolução possível.

O mundo aberto, a trilha sonora e as batalhas emocionantes cativaram os jogadores por muitos anos. Ao que parece o game não vai ganhar novidades como os míticos colossus perdidos, mas ainda assim não podemos deixar de ficar animados com a volta de Wanda e sua aventura para salvar sua amada. Se você nunca jogou este clássico do PS2, esta é a chance, afinal Shadow of the Colossus foi tão importante em sua época que era comparado com a franquia Zelda, da Nintendo, graças a sua grandiosidade.

 

Anthem

A Bioware sabe que pisou na bola com Mass Effect Andromeda e a intenção com Anthem é recuperar a honra do estúdio. Seguindo uma premissa parecida com a de Destiny, Anthem coloca os jogadores em um RPG de ação cooperativo em uma exploração por mundos alienígenas. Você escolhe uma classe e as habilidades de cada uma delas são importantes para vencer os mais estranhos desafios.

Parece que a Bioware está mirando os fãs de sci-fi, além de quem se desapontou com Destiny 2. Cada freelancer possui uma javali (o traje mecânico), que é customizável e pode trazer vantagens importantes. A expectativa é que a EA tenha aprendido a lição com os polêmicos lançamentos de Mass Effect Andromeda eStar Wars Battlefront II e pare de extorquir a comunidade ou entregar produtos pouco otimizados. Se entregar o que foi prometido, Anthem tem um futuro bastante promissor.

 

Metro Exodus

O terceiro game da franquia Metro chega para trazer ares mais sombrios para a obra de Dmitriy Glukhovskiy. O trailer revelado mostra que o jogo deve ser um dos mais apavorantes de 2018, com muitos jump scares e uma ambientação pesada. A ambientação mantém o clima pós-apocalíptico devastado por uma guerra nuclear. Neste mundo desesperançoso surgem criaturas mutantes sedentas por sangue.

Cabe ao jogador encarnar um dos sobreviventes da guerra e atravessar os túneis escuros do que um dia já foi a Rússia. O final de Last Light apenas serviu para deixar a comunidade ansiosa por uma sequência. De acordo com o que foi mostrado, os elementos de furtividade serão ainda mais onipresentes, ou seja, não é nada esperto sair atirando feito louco pelos túneis escuros.

 

Kingdom Hearts 3

Tetsuya Nomura vêm prometendo Kingdom Hearts 3 desde a primeira geração de games do PS4, mas a produção de Final Fantasy XV tomou muito de seu tempo. Agora com o campo livre para se dedicar a KH3 esperasse que o game saia até o final de 2018 (vamos torcer). O título coloca o usuário da Keyblade (Sora) e seus amigos Pato Donald e o Pateta em uma aventura através dos mundos mágicos da Disney.

Este será o primeiro Kingdom Hearts da série principal desde que a Disney comprou os direitos de Star Wars e toda a divisão Pixar. Ainda é cedo para dizer, mas a comunidade espera que a Square-Enix explore elementos destes jogos (Toy Story já está confirmado). Quem sabe, dependendo do andamento da produção, possamos esperar alguns easter eggs sobre possíveis aparições do mundo de super heróis da Marvel? Não custa sonhar, mas pelo que se espera, este será um dos games mais divertidos do gênero RPG dos próximos anos, saindo um pouco do mote obscuro que domina o gênero atualmente.

 

State of Decay 2

Uma das maiores surpresas da última década foi State of Decay, uma espécie de GTA ambientado em um mundo pós-apocalíptico infestado de zumbis. A ideia é colocar os jogadores em um mundo totalmente aberto, mas ao invés de brigar entre si com em PUBG (outro fenômeno a ser estudado), aqui a ideia é cooperativo.

Com o devido apoio da Microsoft e o novo poder de processamento do Xbox One, a expectativa é que State of Decay se torne uma das franquias mais importantes para quem curte multiplayer online. Espera-se um mundo explorável ainda maior que a do primeiro game, então pode esperar por muita ação e diversão. Ah, vale lembrar que o título terá foco na  construção de uma comunidade de players, onde as habilidades únicas de cada personagem são importantes para deter as hordas invasoras de zumbis. 

 

Marvel`s Spider Man

Desde o lançamento de Batman Arkham Asylum nunca houve um jogo de super heróis tão impactante, porém a expectativa é que finalmente a Marvel tenha um game para rivalizar com a qualidade do Cavaleiro das Trevas. A movimentação pela cidade de NY parece impressionante, tal como a escolha de personagens, vilões e mecânica de combate.

Uma das principais críticas que a comunidade tem feito desde os trailers de revelação são sobre a quantidade de QTEs (quick time events), mas a Insomniac Games já garantiu que o jogo não tem tantas QTEs assim. Ah outra boa notícia é que o mapa do jogo promete ser bastante grande, o maior já feito pela Insomniac. Se as promessas forem cumpridas, aqui está um game que todos os fãs do aracnídeo esperavam.

 

Dragon Ball FighterZ

Emu ma época que Street Fighter e Marvel vs Capcom são capazes de desapontar os jogadores, surge Dragon Ball FighterZ, que não apenas traz os lutadores mais poderosos da ficção, como também tem aquele sentimento perdido de jogos de luta árcade. FighterZ traz uma galeria vasta de personagens (espera-se que todo o elenco de DBZ e Dragon Ball Super esteja no game). Os combates lembram o clássico DBZ Budokai do PS2, porém com ação mais fluída.

Os combates são de 3×3 e as animações estão tão bonitas que até parecem episódios do anime. A Bandai Namco irá lançar FighterZ no dia 26 de janeiro e se tudo correr bem, este deve ser um dos queridinhos na temporada de eSports de 2018, afinal vale lembrar que Dragon Ball Super está a todo vapor e os fãs de Dragon Ball já estavam esperando por muitos anos por um game neste nível de qualidade.

 

Far Cry 5

A franquia Far Cry já é uma das melhores dos últimos anos. Após passarmos por ilhas desertas e pela idade da pedra, chegou a hora de uma abordagem mais moderna. Em Far Cry 5 os jogadores vão para a cidade de New Hope, Montana para assumir o papel de xerife. O maior desafio é capturar o líder religioso Joseph Seed, que formou um grupo racista com ideais apocalípticos (bastante inspirado em Charles Manson).

Assim como nos games anteriores, o jogador pode esperar uma inteligência artificial dos inimigos bastante aprimorada, além de uma história bem desenvolvida. A novidade fica por conta da possibilidade de personalizar o personagem, escolhendo gênero, cor de pele entre outras modificações.

 

God of War

O retorno da franquia God of War traz mudanças drásticas: Kratos está mais maduro e é acompanhado por seu filho Atreus. A ação deixa de lado o estilo hack ‘n slash dos títulos anteriores, ficando mais desacelerada e tática, quase como uma inspiração de Dark Souls. Como se não bastasse, a trama parece mais densa e deve explorar o relacionamento entre Kratos e seu filho.

Mas calma: de acordo com os produtores, o jogador não será babá da criança, já que Atreus realizará suas próprias escolhas durante o jogo. Ah, a nova abordagem na mitologia nórdica promete trazer um pouco de brisa fresca para uma franquia tão amada.

 

Red Dead Redemption 2

Um dos jogos mais bem produzidos da Rockstar foi Red Dead Redemption, não por menos a comunidade implorou por muito tempo que a produtora criasse uma sequência. Os pedidos serão atendidos em 2018 com algumas perfumarias bastante esperadas, como o novo modo multiplayer que servirá para complementar a campanha singleplayer. A trama gira em torno de Arthur Morgan, um membro da perigosa gangue Dutch van der , tendo de realizar diferentes missões em uma ambientação de velho oeste.

A expectativa da comunidade é bastante alta, pois nos últimos projetos a Rockstar conseguiu entregar produtos de extrema relevância, além de alcançar vendas impressionantes com GTAV. Muita gente aposta que RDR2 pode se tornar o jogo mais vendido de 2018, ainda que a concorrência seja bastante alta.

A Era dos Games: Exposição interativa sobre videogames desembarca no Brasil

Após passar por 33 cidades de 25 países, a exposição “A Era dos Games” finalmente chega a São Paulo. Idealizada pela Barbican Centre de Londres, a exposição é apresentada pelo Ministério da Cultura e Brasilprev, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura. A mostra ocupará o Pavilhão da Bienal, no Parque Ibirapuera, entre 16 de agosto e 12 de novembro e vai mostrar a evolução dos jogos eletrônicos desde o Atari até a geração atual.

Depois de São Paulo, a exposição segue para o Museu Histórico Nacional no Rio de Janeiro, onde ficará em cartaz de 6 de dezembro a 05 de março de 2018. Nas duas cidades, o público poderá interagir com mais de 150 jogos de sucesso. É uma oportunidade ótima de conhecer e interagir com verdadeiras pérolas dos jogos eletrônicos.

A exposição consumiu dois anos de trabalho intenso a um custo de um milhão de libras inglesas. São cerca de seis décadas escrutinadas, em 13 seções temáticas distintas. Dentre os mais de 150 jogos selecionados há uma longa lista de destaques, a começar pelo Pong, um jogo de tênis extremamente sintético. Criado em 1972, rodou o mundo e deu início a uma das megaempresas do setor, a Atari, que lidera o segmento ao lado de Nintendo, Sega, Microsoft e Sony. O Brasil também estará presente através de alguns jogos com tecnologia verde e amarela.

“Não há dúvida de que os videogames tiveram um grande impacto na cultura visual contemporânea. A Era dos Games pretende demonstrar a força criativa considerável que sustenta a indústria, destacando as contribuições de indivíduos e empresas-chave que desempenharam um papel na sua evolução. A exposição explora a influência de músicos, cineastas e artistas e mostra claramente que algumas das inovações mais criativas do nosso tempo passaram por este meio fenomenal”, resume NeilMcConnon, diretor do Barbican.

O público poderá conhecer personagens que fizeram história, como Super Mario — o encanador italiano criado pela Nintendo em 1985 e que chegou a ser usado pelo Japão na cerimônia de encerramento das últimas Olimpíadas como símbolo nacional; a crescente importância dos jogos infantis e seu potencial como ferramenta educativa; e ainda os enormes avanços tecnológicos que continuam sendo feitos, como o uso cada vez mais sofisticado da tecnologia 3D, a captação mais sensível dos movimentos pela tela ou por sensores e a constatação de que a realidade virtual é algo cada vez mais próximo.

Um embrião da exposição Era dos Games foi apresentado no Museu da Imagem e do Som de São Paulo em 2011. Batizada originalmente de Game On, mais tarde o evento incorporou o número 2.0 ao título para dar conta das atualizações tecnológicas surgidas ao longo do período em que excursionou pelo mundo. A edição que desembarca agora no país chega em versão ampliada, com games de última geração e inclui jogos produzidos no Brasil.

“Acreditamos muito no potencial dessa exposição. Ao apresentar a história do videogame de forma lúdica e divertida, ela integra diferentes gerações e proporciona um excelente programa para toda a família”, explica Cinthia Spanó, gerente de Comunicação Corporativa e Sustentabilidade da Brasilprev.

As visitas à exposição Era dos Games terão horários pré-agendados e serão realizadas em seis sessões diárias, com 90 minutos de duração cada. O público poderá adquirir ingressos antecipadamente online já a partir desta quarta, 5 de julho. Vendas de ingressos na bilheteria somente a partir da data de abertura, 16 de agosto.

 

SERVIÇO – A ERA DOS GAMES – Uma exposição do Barbican Centre de Londres

Quando: De 16 de agosto a 12 de novembro de 2017 – Terça a domingo, das 11 às 20 horas – Sessões diárias às 11h, 12h30, 14h, 15h30, 17h e 18h30

Quanto: Preço R$40,00 / R$20,00 meia entrada*

Onde: Endereço: Pavilhão da Bienal – 3º pavimento – Acesso pela rampa externa

Parque Ibirapuera – Portão 03 – Av. Pedro Alvares Cabral S/N – CEP 04094-000 – São Paulo, Brasil

E3: 43 milhões de pessoas no Facebook falaram sobre games durante o mês antes do evento

Podemos dizer que a E3 2017 foi um verdadeiro sucesso, em todos os aspectos. Afinal, pela primeira vez ela foi aberta ao público geral, as produtoras de jogos surpreenderam com suas novidades e novas tecnologias foram apresentadas. Em relação aos números, também não há de que reclamar: cerca de 68 mil pessoas de pessoas passaram pelos corredores do L.A Convention Center.

Em sua primeira participação na E3, o Facebook monitorou de perto as interações das pessoas relacionadas a conteúdos da feira americana. De acordo com a gigante da internet, cerca de 43 milhões de pessoas no Facebook falaram sobre games durante o mês antes do evento. O número expressivo serve como termômetro para mostrar o interesse crescente da comunidade gamer em relação às novidades e mostra que ao contrário do que se pensa este ainda é um setor bastante aquecido.

MicrosoftEste acompanhamento reforça o papel do Facebook para ajudar a comunidade a descobrir, assistir, jogar e compartilhar os seus games preferidos com as pessoas que mais gostam. O mais interessante é que o Brasil foi um dos países mais ativos em discussões sobre games e a E3, mostrando a força e o interesse dos brasileiros no mercado.

No mês que antecede os três dias do evento, registraram no Facebook sobre os novos jogos, consoles e as principais novidades do mundo dos jogos, incluindo a E3. Durante os últimos 30 dias, 35% das interações (curtidas, publicações ou comentários) partiram de mulheres, contra apenas 10% no ano passado. Isso demonstra o aumento do interesse das jogadoras em nossa plataforma.

SonyOs jogos mais mencionados nos sete dias antes da feira foram Fifa, Star Wars: Battlefront, State of Decay, Assassin’s Creed e Sea of Thieves. Isto significa que estes jogos tem tudo para se tornarem campeões de vendas quando forem lançados. Além disso, 22% das pessoas que interagiram, homens ou mulheres, têm pelo menos 35 anos de idade.

As empresas desenvolvedoras de jogos e as fabricantes de consoles também foram lembradas pelos produtores de conteúdo no último final de semana, depois das coletivas de imprensa: a Sony foi a mais citada na imprensa, seguida pela Microsoft, Electronic Arts, Ubisoft e Activision Blizzard.

“Este ano, mais do que nunca, estamos entusiasmados em ver o Facebook com uma participação maior na E3. Ao longo dos últimos meses, as pessoas de todo o mundo chegaram à plataforma para discutir e compartilhar os jogos que eles amam com as pessoas que lhes interessam”afirma Franco DeCesare, Head of Global Console & Online Gaming do Facebook. O executivo ainda comenta que a comunidade de jogadores continua a crescer e evoluir a cada ano “O Facebook é a voz da comunidade de jogos, com mais de 800 milhões de pessoas jogando pelo menos um jogo conectado ao Facebook todos os meses”, finaliza.

Abaixo você confere os melhores jogos da E3, segundo o UOL Jogos:

 

 

O 5 Melhores (e piores) momentos da Nintendo na E3 2017

Como já vem ocorrendo há alguns anos, a Nintendo não fez uma conferência para a imprensa durante a E3. Ao invés disso, a empresa japonesa publicou um vídeo no padrão Nintendo Direct para mostrar suas novidades para os próximos meses. E se pudéssemos resumir o que foi mostrado, seria: a Nintendo roubou a E3!

Mesmo tendo de competir com um novo console da Microsoft e com as exclusividades da Sony, a Nintendo não desapontou, mostrando a força de suas marcas e o empenho que está tendo com o Switch. Sério, foram trinta minutos extremamente bem aproveitados. A impressão geral foi que a Nintendo foi a que mais se destacou no evento americano.

 

Confira os highlights da Nintendo na E3 2017:

 

Kirby, Pokémon e Fire Emblem mostram a força da Nintendo

É incrível a força que a Nintendo tem, mesmo quando seus próprios fãs estão céticos e seus produtos desacreditados. A E3 2017 serviu para mostrar que a companhia deve se apoiar mais do que nunca em suas franquias. Este ano, tivemos muitas novidades sobre os exclusivos Nintendo e somente isso serviu para arrancar lágrimas de fãs por todo o mundo.

Desde um novo Kirby, conteúdo adicional para o Zelda, um novo Pokémon em produção e o Firem Emblem. Enfim, a Big N fez o que se esperava das concorrentes, ou seja, apostou alto no que tem, mostrou suas armas mais letais para os próximos meses e garantiu que quem investiu no Switch não vai passar maus bocados. Grande destaque, aliás, para o novo Kirby, que parece ótimo. Nessa lineup só faltou mesmo um novo Donkey Kong…

 

O novo Mario parece incrível

Na edição de 2016 a Nintendo mostrou um pouco do Super Mario Odissey, então ele não era realmente uma surpresa. Ainda assim, muita gente teve uma péssima impressão do que a empresa reservava para a próxima aventura do bigodudo. Neste ano tivemos alguns detalhes sobre a jogabilidade.

Pelo que foi apresentado, Odissey vai misturar elementos 2D e 3D, além disso, Mario vai poder controlar o corpo de outros personagens e inimigos ao jogar o chapéu em suas cabeças. Parece que a jogabilidade será das mais divertidas e os mundos de jogo serão diversos e coloridos. O mais impactante: Mario chega ainda em 2017, e possivelmente vai lutar contra Zelda pela corrida do Game of the Year.

 

Metroid Prime 4 está sendo feito

Fazia tempo que a comunidade clamava por uma sequência da respeitada franquia Metroid Prime. Após Metroid Other M e Federation Force, parecia que um novo Prime era uma utopia. Eis que a Nintendo surpreendeu ao revelar que Metroid Prime 4 está em produção. Nada além disso foi dito, nem data de lançamento, nem imagens, nada! O anúncio foi mais para surpreender mesmo e a expectativa é que este se torne um dos melhores games do Switch.

Sabe-se que o novo título não vai ter o dedo da retro Studios. Bill Trinen, diretor da Treehouse, não revelou quem são os responsáveis pelo desenvolvimento, porém revelou que o produtor Kensuke Tanabe, que trabalhou em títulos anteriores da série Metroid Prime, estará envolvido.

 

Yoshi tem novo jogo

Outra grata surpresa foi o anúncio de um novo jogo estrelado pelo Yoshi. A Nintendo está apostando alto no Yoshi, afinal não faz muito tempo que a comunidade foi presenteada com o ótimo Yoshi’s Woolly World. Este novo jogo segue mecânicas retiradas do clássico Yoshi’s Island do SNES, com um toque de Paper Mario.

O mundo de jogo é bem colorido e tem tudo para agradar jogadores mais novos, e também os antigos. Sabemos que o motor utilizado é a Unreal Engine 4, provando que o Switch não apenas é compatível, mas que pode surpreender bastante em aspectos gráficos e físicos.

 

Nintendo abraçando o cross-play

Um dos jogos mostrados durante a apresentação em vídeo foi Rocket League. Tudo bem que o jogo não é nenhuma novidade e quem tinha de jogar, já jogou. Contudo, um aspecto não pôde ser ignorado: o jogo vai ter cross-play, permitindo que quem joga no Switch possa competir com jogadores do PC e do Xbox One. É interessante ver que a Nintendo está de fato empenhada a oferecer à comunidade o que ela quer.

E aqui vai uma crítica para a soberba da Sony, que é a única a ignorar este desejo tão antigo da comunidade. E vejam só, logo a Nintendo que foi tão cabeça dura com relação às comunidades online agora está um passo a frente da Sony. A expectativa é que ao longo dos anos mais jogos tenha cross-play entre plataformas concorrentes.

 

E os pontos negativos da apresentação

 

Pouco tempo para jogos de alta qualidade

A Microsoft teve quase duas horas de apresentação e a Sony ficou no palco por uma hora inteira. Mesmo que esse tempo todo das duas empresas tenha sido aproveitado de forma mediana, vale dizer que poucas dúvidas ficaram no ar e serviu para mostrar muito conteúdo. Já a Nintendo teve apenas 30 minutos de vídeo.

Esse tempo é muito curto e não serviu para saciar o gosto de quero mais. Claro, o que foi mostrado roubou o show, mas porque não ter mais tempo de vídeo, mostrar os jogos com mais destaque e mais detalhes? A impressão foi que foi muito pouco tempo para mostrar tanta coisa boa.

 

Nada de novo no Virtual Console

A Nintendo não mostrou nada de novo para o Virtual Console, a plataforma de jogos online do Switch. Nenhuma nova promoção, nem jogos novos. Nem mesmo os indies deram as caras ou a retrocompatibilidade com plataformas antigas. A Nintendo está dando suporte ao Virtual Console, disso não há dúvidas, mas a impressão é que ao focar apenas nos jogos novos, a Big N ignorou uma base de fãs que esperam novidades sobre a plataforma.

 

Nenhuma nova IP

Tudo bem que Arms já é um dos jogos mais esperado do Nintendo Switch, mas ficamos sabendo dele na E3 2016. Deste modo, a Nintendo não apresentou nenhuma IP nova neste evento. Não que o line up tenha sido ruim, mas tal como a maioria das empresas desenvolvedoras, parece que o forte da indústria esteja em repetir fórmulas e em franquias já estabelecidas.

São raras as oportunidades que novas franquias podem brilhar e a E3 é o palco ideal para isso. Visto que a Nintendo conseguiu muito destaque nos últimos anos com Splatoon e Arms, seria de esperar que a companhia mantivesse sua sina de mostrar jogos novos no evento americano. Uma pena que desta vez isto não aconteceu.

 

3DS ficou às moscas

O Nintendo Switch é o grande foco da Nintendo para o ano e isto pôde ser visto durante a E3 2017. Assim, o 3DS acabou ficando meio que ignorado. Não que não houvessem novos jogos, afinal a empresa revelou Metroid: Samus Returns, Sushi Striker  e Mario & Luigi: Superstar Saga + Bowser’s Minions, mas a impressão geral foi que faltou alguma coisa.

Muita gente esperava que desta vez era um novo Zelda para o portátil ou quem sabe um novo Donkey Kong, mas a Big N deixou a oportunidade de lado e o que foi mostrado para o sistema foi muito pouco para uma das plataformas mais populares do mercado. A esperança é que ao longo dos meses surjam novos jogos para a sólida base instalada de jogadores do 3DS.

 

Third Parties ignoraram a Nintendo?

O principal jogo terceirizado para o Switch foi Skyrim, um título que continua estupendo, mas que já está no mercado há muitos anos. Outro destaque foi Mario + Rabbids Kingdom Battle, crossover que coloca os mascotes da Ubisoft no Reino do Cogumelo. Dois jogos. Será que o Switch vai sofrer o mesmo destino do Wii U? Ainda é cedo para cravar que o Switch será ignorada pelas desenvolvedoras, visto que a Nintendo está tentando atrair as empresas rapidamente.

Dados do VGChartz sugerem que já existem 3 milhões de consoles Switch no mercado, um número até expressivo para o pouco tempo de vida da plataforma. Mas esses números ainda não foram suficientes para que os desenvolvedores comecem a apoiar massivamente a plataforma. Se a e3 serve de termômetro, no próximo ano o Switch vai sobreviver quase que exclusivamente de jogos 1st Party.

Em ritmo Nintendo – Riachuelo lança coleção exclusiva de Super Mario

O lançamento do Nintendo Switc colocou a Big N no centro das atenções do público gamer/geek e para celebrar a ocasião, a Riachuelo lança hoje (6 de março) uma coleção exclusiva inspirada em Super Mario Bros. A linha traz um mix completo de produtos, com opções masculinas, femininas, infantis, de acessórios e de moda casa. O destaque fica por conta das almofadas de pescoço com o tradicional capuz da dupla Mario e Luigi, além de estampas repletas de detalhes e modelagens inspiradas nas últimas tendências.

De acordo com a Riachuelo, a coleção Super Mario chega à rede completa de lojas da Riachuelo em todo o Brasil com os preços que variam de R$ 29,90 a R$ 79,90. Serão mais de 30 itens na coleção e algumas já até estiveram à venda em eventos como a Comic Com Experience (CCXP) de São Paulo. Essa prévia serviu para mostrar que qualquer um que se denomine fã do Mario, precisa ter ao menos uma camiseta.

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Vale destacar que esta não é a primeira vez que a Riachuelo investe no universo Geek para agradar os fãs: a companhia já lançou coleções de Star Wars e Harry Potter no passado. A coleção de Super Mario é exclusiva e oficial, ou seja, pode esperar um acabamento impecável e alta qualidade. Se você quer uma peça exclusiva ou agradar aquela pessoa especial, eis a oportunidade.

Abaixo você confere o vídeo que Hugo Gloss fez da coleção Super Mario Bros da Riachuelo: