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Conheça Distortions, um psicodrama musical do estúdio Among Giants

Já imaginou um game que mistura suspense, drama e musical? Pois bem, a inusitada mistura é o que compõe o jogo indie Distortions, da produtora brasileira Among Giants. Trata-se de um game em 3D em terceira pessoa ambientado em um cenário surreal, que promete prender a atenção dos jogadores, que serão desafiados a descobrir mistérios que cercam um mundo fantasioso e desconhecido.

Você controla uma garota que acorda em um quarto estranho e desconhecido. Sem entender o que se passa ou onde está, a jovem começa a investigar o quarto, mas para seu desespero percebe que o tempo parece estar parado e os objetos congelados, como se a gravidade já não mais existisse. A partir daí, o jogador deve conduzir a jovem através de um mundo vasto e solitário, na tentativa de descobrir respostas para os mistérios que a rodeiam.

Sua única arma é um violino, que deve ser utilizado para defender-se. Mas não pense que ela deve golpear os inimigos com golpes de violino, mas sim encontrando partituras perdidas de músicas que servem para deter os inimigos, manipular o ambiente, entre outras ações. Além disso, a jovem deve encontrar páginas perdidas de um estranho diário que contém pistas que a guiarão em sua jornada. De acordo com os produtores, Distortions conta com referencias de games como Shadow Of The Colossus, Silent Hill 2, e de filmes como Brilho Eterno De Uma Mente Sem Lembranças e Once, apenas uma vez.

O game é dividido em capítulos e uma das preocupações dos desenvolvedores foi com a parte estética e visual, criando cenários 3D repletos de detalhes. Além disso, o roteiro busca levar o jogador a viajar junto com a personagem em uma experiência narrativa. Outro destaque fica por conta da trilha sonora, com músicas licenciadas de várias bandas de diferentes países, entre elas, “Dredg”, “Labirinto” e “Hopesfall”.

“Fizemos muitas pesquisas e estudos de tecnologia e conceituação para fazer um game que tivesse um design bacana, com animações de qualidade. Além disso, buscamos contar uma história interessante. Tivemos uma grande preocupação com nosso roteiro”, explica Thiago Girello, um dos criadores e desenvolvedores do game. “Foi bastante trabalhoso deixar do jeito que queríamos, mas estamos contentes com o resultado”, complementa. A equipe conta ainda com Cadu Luca, Ricardo de Brito e Chris Smith.

O enredo é uma analogia sobre relacionamentos que não deram certo e até onde alguém iria por uma memória. O mundo é aberto e há escolha de quão fundo o jogador quer entrar na mente de alguém. A intenção do estúdio é que o clima de mistério e desolação chamem as atenções dos jogadores ávidos por histórias emocionantes e de mistérios.

O primeiro capítulo (que reúne prólogo, parte 1 e parte 2) de “Distortions” tem previsão de lançamento para o primeiro trimestre de 2017. Por enquanto o lançamento é apenas para PC, mas a intenção é levar Distortions para os consoles de nova geração também.

Abaixo tem um trailer de Distortions:

O mistério do game Ben and Ed

A internet é cheia de coisas raras e um espaço comum para teorias terríveis e conteúdos obscuros. Nosso tema de hoje é o jogo indie Ben and Ed, um “jump & run” lançado em dezembro de 2015 que a princípio parece bem inocente, mas que por trás pode esconder um mistério muito inquietante. No jogo você controle Ben, um zumbi que é forçado a participar de um bizarro programa de TV cujo objetivo é desviar de armadilhas e obstáculos até que se chegue ao final e salve seu amigo humano chamado Ed.

As armadilhas são mortais, de modo que Ben deve pular para desviar de lâminas e martelos enquanto corre em um cenário linear. A jogabilidade é bem simples e o macete é a dificuldade que aumenta gradativamente. Até aqui o jogo não tem nada de espetacular, certo? Mas as coisas ficam mais sombrias ao passo que, apesar dos visuais cartunescos, as mortes no jogo deixam uma péssima sensação. Desmembramentos, quedas e esmagamentos são frequentes. O game possui easter eggs bem sombrios, como a aparição de Ben Drowned, da famosa creepypasta de Zelda. Mas isto não é nada…

Ao passar todas as armadilhas e terminar o game (spoiler alert), você recebe seu prêmio que é reunir-se com o menino Ed. Adivinhem o que Ben faz ao encontrar seu amigo? Começa a devorá-lo. Um final nada feliz. No mesmo dia em que o jogo foi lançado, surgiu no Facebook uma página chamada Bennnnnnn, cuja descrição é “Chopped up, hiden” (picado, escondido) e que trazia ilustrações dos personagens do jogo e uma foto com as escritas “press e to celebrate”, a mesma que aparece no final do game. A ligação da página com o jogo era óbvia.

Além desta imagem, a página contém muitas outras fotos com mensagens desconhecidas e rostos encobertos pelas sombras. Há até fotos de Armin Meiwes (o notório Canibal de Rotenburg), que pode significar uma alegoria do final do game. Com tantos segredos, não demorou para o game ser postado na comunidade 4Chan, onde os internautas descobriram coisas interessantes, como a localização das estranhas fotografias.

De acordo com as pesquisas utilizando geolocalização, chegou-se à conclusão que o local das fotos são as imediações de Essen, uma cidade na Alemanha repleta de bosques. Uma das fotos foi claramente tirada em uma dessas áreas florestais. Pois bem, um dos interunautas chamado Ryan que mora nas proximidades de Essen teria resolvido ir até o local para esclarecer o mistério entre a ligação entre o jogo Ben and Ed e a página do Facebook. O que Ryan descobriu é perturbador: um iPod abandonado e restos de uma ossada.

Até então ninguém pode ter certeza do que tudo isto significa, mas há quem acredite que o jogo é uma alusão a um crime de morte e canibalismo real. Será que o suposto assassino seria um desenvolvedor de jogos que utilizou sua obra como alegoria como uma metáfora para suas atividades depravadas? Seja como for, há de se concordar que a ligação entre o jogo e a página é bastante perturbadora. Ainda assim, a popularidade da teoria certamente teria despertado a atenção das autoridades e o caso já teria sido solucionado.

O caso circulou a internet e até apareceu no canal DrossRotzank, onde alcançou uma grande audiência. Se você ficou curioso acerca deste mistério, junte-se aos outros internautas e tente solucionar o mistério acerca deste game. O jogo é para PCs e pode ser acessado através da Steam.

Abaixo tem o trailer de Ben and Ed:

DNAe Studios apresenta aventura noir com Libertatem

Mistério e investigação é o que aguarda os jogadores de Libertatem, o projeto do DNAe Studios, um game que promete mexer com a cabeça e os nervos. O título foi apresentado ao público durante a feira Brasil game Show, ocorrida em outubro na capital paulista. Não foi necessário ver muito do projeto para saber que ali estava um game para ficar atento. Que tal colaborar com o projeto?

Basicamente trata-se de um game em primeira pessoa com um clima noir. Basicamente você entra na pele do detetive Peter em uma missão para encontrar pistas que tragam respostas acerca do desaparecimento de seu irmão. Para isso, você deve resolver quebra-cabeças e encontrar pistas em ambientes escuros e inquietantes.

Tal como em um RPG, você recebe pontos a cada pista encontrada. Esses pontos são atribuídos em uma “arvore de habilidades”, ao qual o jogador pode direcionar para ganhar mais percepção, indução ou para abrir portas com mais facilidade. A ideia é que o jogador fica livre para investigar o mistério da maneira que achar mais apropriada.

O clima do jogo é permeado com suspense e reflete a paixão dos desenvolvedores por histórias em quadrinhos e filmes com estética noir. Mais do que um simples jogo, o objetivo da desenvolvedora parece ser entregar um produto mais artístico.

“Não é apenas um jogo, mas uma análise do psicológico humano, criando múltiplas interpretações para a mesma estória. Cada jogador terá o trabalho de juntar as peças e viajar junto com o protagonista em um mundo onde o certo é o errado, vida e morte, são um só”.

Libertatem está em votação no Steam Greenlight e a página do Facebook tem informações atualizadas sobre o projeto.

O trailer de Libertatem

A Vítima de Ouro disponível na Splitplay

Nosso game de hoje é para os fãs de mistério e investigação. Trata-se do game A Vítima de Ouro, da produtora indie Little Leds. O título relembra os clássicos games de estilo Point and Click Adventures.

Na trama acompanhamos uma jovem chamada Elisabeth Fleur que se vê envolvida em um mistério muito complexo: o assassinato de um milionário chamado Julius Absolom. O crime ocorreu em uma mansão na Ilha do Farol sob circunstâncias estranhas.

Cabe à jovem Elisabeth percorrer a mansão, coletando pistas, interrogar suspeitos, etc. O game segue a linha de livros de investigação, ou seja, há reviravoltas no caso, fatos novos surgindo e testemunhos valiosos. A dica é não confiar em ninguém, pois todos são suspeitos.

A Vítima de Ouro foi desenvolvido por apenas uma pessoas, desde a sua animação até as ilustrações. A intenção de André Alves, criador do game, foi de entregar um jogo divertido e inteligente para jogadores singleplayer. Não há sistemas de conquistas, desbloqueios, ou microtransações, etc.

Se você se considera uma espécie de Sherlock Homes e quer testar seus poderes de dedução, teste A Vítima de Ouro. O game está disponível na Splitplay por R$ 6,99.

Abaixo está o trailer do game A Vítima de Ouro:

A Vítima de Ouro: mistério e suspense no game da Little Leds

Elisabeth Fleur é uma jovem muito diferente das demais, pois ela tem um tato para casos de mistérios e resolução de problemas. Apesar disso, a jovem jamais imaginou que teria em suas mãos o caso de um estranho assassinato para resolver. O milionário Julius Absolom foi encontrado morto em circunstâncias que desafiam até os mais experientes detetives, agora cabe a Elisabeth utilizar-se de toda sua perspicácia para desvendar o crime.

Esse é o pontapé inicial do game A Vítima de Ouro, criação do estúdio independente Little Leds. O game é uma homenagem aos livros de mistério e tem referências de obras clássicas da Lucas Arts. A jogabilidade é inspirada nos clássicos Point & Click Adventures, ou seja, bem simples e intuitiva.

O jogador deve passar por corredores de uma mansão isolada na Ilha do Farol, coletando pistas e interrogando as pessoas com cuidado (pois todos são suspeitos e podem desviar o rumo da investigação). A intenção do estúdio foi criar um jogo divertido em single player e que desafiasse a atenção do jogador.

O game não conta com conquistas, desbloqueios e microtransações, pois ele pretende reviver a era de ouro dos videogames em que o jogador comprava o game e o jogava até o final sem sentir que falta um pedaço para jogar. Felizmente, para quem não quer arriscar na compra direto, o desenvolvedor disponibilizou uma demo para testes: basta baixar e experimentar, se gostar é só comprar o game completo.

O game deve ser lançado em meados de maio, mas já dá para conferir a demo e o material promocional. Vale dizer que todo o design, textos, ilustrações, animação e programação foram feitos por uma única pessoa: o desenvolvedor André Alves.

E aí, você se acha um grande detetive? Acha que consegue resolver este mistério?