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Vem aí o Festival Games Brasil

Festival Games Brasil

Jogos desenvolvidos por brasileiros estarão no MIS (Museu da Imagem e Som) durante a Virada Cultural (que acontece em São Paulo nos dias 18 e 19 de maio de 2013) no I Festival Games Brasil. Videogames, jogos de tabuleiro e de cartas estarão a disposição do público entre às 10h e 16h. Todo o acervo poderá ser jogado pelos visitantes e monitores estarão presentes caso alguma dúvida apareça durante a partida.

Após a Virada Cultura, o acervo continuará no MIS até o dia 02 de junho de 2013. O evento é uma iniciativa do capítulo de São Paulo da IGDA (International Game Developers Association), uma organização mundial de desenvolvedores de jogos.

Sobre os jogos que estarão presentes no evento:

  • Dugeon Land: Já imaginou um parque de diversões controlado por um mago? E por um mago que quer te ver morto? Em Dungeon Land, o jogador e mais dois amigos têm que sobreviver a um parque de diversões controlado por um mago louco e com senso de humor peculiar;
  • Toren: Construído em torno de um poema épico que aborda o sentido da vida, Toren é uma mistura de aventura com puzzle que gira ao redor de uma misteriosa menina presa em uma torre;
  • Knights of Pen and Paper: Simulador de RPG de mesa em que o jogador é o mestre dos jogadores! Conforme avança, o jogador deve escolher os monstros que enfrenta, quantos irá enfrentar e como;
  • Mr. Bree +: Esse jogo conta a história de um porco pai de família que foi capturado por javalis selvagens e enviado para trabalhar como um prisioneiro. Quando consegue fugir, Mr. Bree esquece sobre sua família, o caminho de casa, e suas habilidades. Agora cabe ao jogador recuperar seus movimentos, encontrar sua casa, e descobrir o que aconteceu com sua família. Durante sua jornada, Mr. Bree encontrará algumas revelações perturbantes;
  • Oniken: Criado com o intuito de ser uma homenagem à década de 1980, seus filmes e jogos, Oniken conta a história de um mundo pos-apocalíptico em que robôs dominaram a humanidade e apenas um ninja musculoso poderá enfrentá-los;
  • Xilo: Inspirado nas tradicionais xilografías, Xilo conta a história de Biliu que precisa recuperar pedaços das Xilogravuras Sagradas;
  • Out There Somewhere: O astronauta Yuri é forçado a aterrissar em um planeta estranho por falta de combustível enquanto persegue seu inimigo Grigori. Para sair dessa, ele precisa explorar o planeta enquanto resolve puzzles para encontrar conbustível e derrotar Grigori.

Para ter mais informações sobre o evento, visite o Tumblr ou o Facebook do Festival.

Local: MIS (Museu da Imagem e do Som)

Horários da exposição:

Após a Virada Cultura, a exposição estará disponível até o dia 02 de Junho de 2013 nos seguintes horários:

Sábados, domingos e feriados – 11hs às 20hs.

Terça à sexta – 12hs às 21hs.

Endereço: Av. Europa, 158 – Jardim Europa – São Paulo

Contatos: Florência Silberstein – florencia.silberstein@gmail.com – (11) 9 9410 1061 e Thais Weiller – hello@joymasher.com

Balanço geral: como foi o Brazilian International Game Festival

Festival BIG / Brazilian International Game Festival

Fim de jogo! Após 11 dias de muita jogatina, experimentos, palestras, demonstrações e negócios, teve fim o BIG Brazilian International Game Festival (leia mais aqui), evento de games dedicado aos jogos independentes realizado no Museu da Imagem e do Som, em São Paulo. O GameReporter esteve lá acompanhando esse evento tão peculiar e traz agora o que de melhor ocorreu.

A primeira (e principal) atração do BIG era a exposição de jogos independentes. O pessoal da organização reservou um amplo espaço no Museu a fim de disponibilizar os 19 jogos presentes na exposição para o público visitante. Dava para testar os jogos para conhecer seus visuais e mecânicas antes de votar em quais eram os melhores. O melhor é que alguns dos games presentes na exposição eram verdadeiras peças de arte dignas de estarem em um museu, vejam vocês.

Um dos destaques da exposição era um game para iPad chamado Fingle, da Game Oven Studios. O game era bem simples: a tela apresentava alguns quadrados que deveriam ser arrastados até serem sincronizados com outros quadrados “fantasmas”. Parece bem simples não?  A dificuldade chegava nas fases em que os quadrados começavam a se mexer ou estavam em posições afastadas, obrigando o jogador a dar nós em seus dedos para sincronizar os quadrados. Simples, funcional e divertido, dá até para jogador em duas pessoas.

Outro destaque digno de nota é o jogo Papo & Yo do estúdio Minority do Canadá. O game já havia sido lançado em agosto para a PSN, mas ainda não havia sido apresentado ao público brasileiro. O game é um grande puzzle que coloca o jogador na pele de um garoto chamado Quico em uma favela brasileira. O game é cheio de analogias e o grande destaque é o modo como os desenvolvedores utilizaram a imaginação de Quico para resolver os puzzles. Anote aí, pois deveremos falar desse jogo novamente no futuro.

Outro jogo que se fez notar foi Unmechanical , que se tornou bem famoso entre os fãs de jogos indie. No título, você controla um robozinho que deve explorar cavernas e resolver puzzles. Apesar da ideia simples, o game agrada bastante pela ambientação e os quebra cabeças envolventes. O game, aliás, ganhou o prêmio máximo do evento (a lista de vencedores você confere logo abaixo).  Além destes jogos, haviam outros destaques como Awesomenauts, Capsized, Tiny & Big, entre outros .

Os 19 games que estavam no evento concorriam ainda nas categorias da premiação que rolou no antepenúltimo dia do evento a prêmios variados, dependendo de cada categoria. O prêmio máximo era de R$ 30 mil. Ainda sobre a exposição, vale dizer que uma das primeiras que você veria ao chegar na exposição era um telão exibindo o vídeo de apresentação de Angry Birds Star Wars, apesar do game não estar lá, claramente mostrando um caso de sucesso entre os desenvolvedores indies. Afinal, nunca se sabe se algum dos games ali também podem se tornar tão grandes quanto o game da Rovio…

Além da exposição, outra atração interessante do BIG foi a Dev Island, um desafio que colocou quatro times para encarar o desafio de produzir um game do zero em apenas 24 horas. Havia algumas diretrizes que os times deveriam seguir para criar o game. O tema era ”comer, beber e jogar”, ou seja, dá para imaginar que dali saiu projetos muito divertidos.  O times participantes foram o Fire Horse, o Behold Studios, o Catavento e o Miniboss. Cada um deles teve de vencer o sono e as dificuldades de se desenvolver um game com um prazo apertado, mas garantindo que estaria jogável ao final do evento.

Outra atração muito bem conduzida do BIG foi a Demo Night, uma noite em que desenvolvedores independentes podiam apresentar seus projetos no palco e serem julgados por investidores e empresários do ramo, alguns deles vindos de empresas grandes como a Konami e a Microsoft. A ideia era que se não saíssem do BIG com um negócio fechado, ao menos saíssem de lá com um feedback de como deveriam conduzir seus games a fim de melhorá-los até serem publicáveis.

Os desenvolvedores apresentavam seus games e em seguida os representantes das empresas os julgavam, mais ou menos como ocorre em TCCs na Universidade. As apresentações serviram para mostrar que nossos desenvolvedores realmente sabem fazer jogos, pois alguns estavam com qualidade excedendo as expectativas como Schrödy, Toren e XH2O. Ao todo, dez games se apresentaram na Demo Night, cada um tentando ganhar seu espaço e mostrando que tem potencial para ser lançado por uma grande Publisher.

Outras atrações do evento foram os workshops e palestras com os profissionais e convidados do evento, que falavam ao público um pouco sobre suas empresas, e variados temas envolvendo os jogos eletrônicos e suas relações, como por exemplo, “games e educação” e “games e a televisão”, “games e negócios”, e por aí foi. Foi um dos momentos em que dava para tirar algumas dicas para se tornar um desenvolvedor de um game de sucesso.

Para fechar o BIG ainda teve um coquetel entre os desenvolvedores, jornalistas, empresários e convidados para aquele bate-papo esperto, pegar contatos e fechar negócios. Após isso, houve a exibição do documentário Indie Game: The Movie, que já falamos aqui no GameReporter em outras ocasiões. Parece que o objetivo era mostrar aos desenvolvedores que há casos iguais aos deles em que se dedica tempo e dinheiro em uma ideia desacreditada, mas que no fim acabam dando certo.

E como não falar da premiação dos melhores games do BIG? Na sexta-feira, 30 de novembro, rolou a entrega dos troféus para os destaques do evento. A premiação teve como mestre de cerimônias o Luciano Amaral da Play TV, e apesar do atraso no início o público presente não arredou o pé do auditório do Museu a fim de não perder uma noite célebre. De acordo com a organização do evento, ano que vem tem mais! E pelo jeito como foi essa primeira edição, em 2013 as coisas deverão ser ainda maiores!

Confira abaixo a lista dos vencedores em suas respectivas categorias do Brazilian International Game Festival

Melhor Jogo da Demonight: XH2O

Melhor Jogo da Dev Island: Pro Gamer: The Game, da equipe Catavento

Melhor Jogo Online: Jelly Escape

Melhor Jogo pelo Voto Popular: Papo & Yo

Melhor Sound Design: Unmechanical

Melhor Arte: Wonderputt

Melhor Narrativa: Papo & Yo

Melhor Gameplay: Tiny & Big

Revelação Brasil: Out There Somewhere

Melhor Jogo: Unmechanical

O futuro dos games é tema de destaque no I SPGames

Há uma chance de você ainda não estar sabendo, mas enquanto você está no computador, São Paulo está sediando o SPGames  (Súmula de Pesquisa em Games e Entretenimento Digital), um evento de games focado em debates envolvendo alguns aspectos da indústria de games nacional.

O evento já começou na segunda-feira, 19 de novembro de 2012 e vai até a próxima quarta-feira, 21. O local do evento é o Museu da Imagem e do Som (MIS), no Jardim Europa, em São Paulo. O grande destaque para quem curte games será o debate do dia 21 que vai abordar o futuro do mercado de games nacional, ministrada pelo professor Afonso Carlos Fleury da Escola Politécnica da USP.

O encontro ocorrerá as 15hs e tem duração prevista de duas horas. Nele serão discutidos como a indústria nacional deve evoluir em alguns anos e abrir caminho para outro evento a ocorrer na capital paulista entre os dias 12 e 15 de dezembro de 2012 no Memorial da América Latina, o Games for Change Festival. Quem estiver em São Paulo na quarta-feira, procure reservar um espaço na agenda, pois o debate promete ser muito recompensador. E o melhor: entrada franca!

Vale lembrar que este é o primeiro evento da semana a ocorrer na capital Paulista com foco nos jogos eletrônicos, pois na quinta-feira, 22 de novembro, começa o BIG (Brazilian International Game Festival), com foco em games sociais. Em outras palavras, a capital paulista se fortifica cada vez mais como a capital dos games nacionais.

Game On acontece no MIS de novembro a janeiro de 2012

Dos dias 10 de novembro de 2011 a 8 de janeiro de 2012, o Museu da Imagem e do Som apresenta a exposição Game On.

Criada no Reino Unido e trazida pela primeira vez ao Brasil, a exposição interativa permitirá aos jogadores usar mais de 120 games, dos antigos arcades e pinballs, entre eles Space Wars, até as mais recentes amostras de realidade virtual.

A mostra é dividida em 11 seções – entre elas estão kids, trilha sonora, novas tendências, cultura do videogame em diferentes países, games multiplayer e personagens marcantes.

O MIS fica aberto de terça a sexta, das 12h às 20h e de sábados, domingos e feriados das 11h às 21h. A entrada da Game On custará R$ 10, com meia entrada para estudantes.

:: Confira o hotsite do evento

Oficina de interface entre games e linguagens em São Paulo (SP)


Entre os dias 23 de fevereiro e 18 de março de 2011, durante as quartas-feiras e sextas-feiras, o Museu de Imagem e Som (MIS) de São Paulo/SP trará mais uma etapa do seu ciclo de workshops “Mapa do Jogo”.

Ministrado pela nossa colaboradora Sabrina Carmona, o workshop “Interfaces entre games e linguagens” analisará as transformabilidades entre os games e as formas expressivas das artes, comunicação, design e tecnologia.

A oficina auxiliará o participante a desenvolver projetos de criação explorando as interfaces entre linguagens e formas de expressão.

São 12 vagas, e os interessados precisam se inscrever pelo site do MIS e pagar a tasxa de R$ 60 (estudantes pagam meia).

A oficina acontecerá entre as 19h30 e 22h no MIS, que fica na Av. Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo.