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Batalha Final na Costa Oceânica completa 2º trilogia de livros inspirada em Minecraft

Minecraft não é apenas um fenômeno dos jogos eletrônicos, mas também da literatura. Prova disso são os livros de Mark Cheverton, que está em seu terceiro e último capítulo. Na obra conhecemos o protagonista Gameknight999, um garoto normal que é sugado para dentro do jogo e precisa enfrentar monstros determinados a destruir o Minecraft – e o mundo real. O terceiro livro da segunda trilogia acaba de sair do forno e já está disponível para os ávidos por boa leitura.

Depois de vencer criaturas assustadoras como Érebro e Malacoda nos livros “Invasão do mundo da superfície”, “Batalha pelo Nether” e “Enfrentando o dragão”, Gameknight finalmente conseguiu voltar para casa. Mas ele teve que enfrentar um inimigo bem mais perigoso na segunda trilogia, o maléfico vírus Herobrine.

9788501109354-227x350Depois de “Problemas na vila zumbi” e “O oráculo do templo da selva”, a aventura de Gameknight chega ao fim em“Batalha final na costa oceânica”, que estará nas livrarias pela Galera Junior em maio.  Na trama, Herobrine vem recrutando as mais poderosas criaturas das trevas para dar sua cartada final e enfim se libertar do mundo digital. O único jeito de enfrentá-lo é encontrar uma arma secreta. Seguindo uma dica misteriosa fornecida pelo Oráculo, Gameknight segue junto com seus companheiros para a orla do oceano, mas é claro que o caminho estará repleto de armadilhas plantadas pelo vilão.

Batalha final na costa oceânica” é o terceiro livro de “O mistério de Herobrine”, a segunda série inspirada em Minecraft escrita por Mark Cheverton. Pesquisador e professor, ele começou a se dedicar aos livros para ensinar uma lição sobre cyberbullying para o filho, quando um grupo de jogadores mal intencionados destruiu suas construções no game. No Brasil, os quatro livros anteriores inspirados no game já venderam mais de 200 mil exemplares pela Editora Record.

O autor Mark Cheverton cresceu na Califórnia e foi professor de matemática e física para o ensino médio por muitos anos. Enquanto lecionava, se tornou mestre em física e trabalhou com diversas pesquisas. Seu primeiro livro, “The Algae Voices of Azule”, foi publicado em 2012. Atualmente, escreve mais livros sobre o universo de Minecraft.

Minecraft Batalha Final na Costa Oceânica (O Mistério de Herobrine Vol. 3)

Autor: MARK CHEVERTON

Páginas: 288

Preço: R$ 34,90

Tradução: Ana Carolina Mesquita

Editora: Galera Junior | Grupo Editorial Record

“Aprenda a programar com Minecraft” ensina a usar a linguagem Python para personalizar o Minecraft

Aprenda a programar com Minecraft. Sim, você não leu errado. Já imaginou que os jogos eletrônicos são ferramentas de aprendizado, não é? Muita gente aprende inglês e espanhol jogando videogames. O que muita gente não sabe é que eles podem ensinar programação. E é justamente isso que o livro “Aprenda a programar com Minecraft” quer mostrar. A ideia básica é ensinar a linguagem Python para construir, criar e personalizar o mundo de Minecraft.

Com este livro, o usuário é capaz de modificar elementos do jogo, tais como transformar a lendária espada do jogo em uma poderosa varinha mágica, construir um grandioso castelo em poucos minutos ou criar uma pista de dança pessoal. Conforme o jogador aprende a linguagem Python, pode-se tornar o jogo mais divertido e vivenciar uma experiência completamente nova.

Python é uma das linguagens de programação mais populares do mundo e é uma das que mais atrai programadores iniciantes, devido a sua facilidade e resultados satisfatórios. Aprenda a Programar com Minecraft inicia com lições simples no Python; conforme o leitor adquire conhecimento, aprende a modificar o Minecraft e produzir resultados instantâneos.

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A leitura é voltada para crianças, jovens e adultos, de modo que qualquer um pode aprender a fazer minigames, duplicar casas, transformar blocos comuns em ouro, viajar de teletransporte, construir pirâmides e florestas, criar passagens secretas, construir blocos raros e muito mais.

O leitor verá o Minecraft sob uma nova perspectiva, aprendendo, ao mesmo tempo, os conceitos básicos de programação. Além de modificar o jogo e criar novas localidades, o jogador pode ter a vida facilitada no mundo do jogo, ou seja, você pode parar de garimpar pedras preciosas e construir sua mansão bloco a bloco. Bastam algumas linhas de instrução e “voilà”, tudo estará conforme desejado.

Sobre o livro “Aprenda a Programar com Minecraft”

O livro “Aprenda a Programar com Minecraft” foi escrito por Craig Richardson, desenvolvedor de software e professor de Python que trabalhou para a Fundação Raspberry Pi. Craig foi professor de computação do ensino médio e ministrou muitos workshops sobre programação em Python com Minecraft. A edição lançada pela editora Novatec está em português e possui 360 páginas. O preço sugerido é de R$ 89,00 e você pode comprar o livro aqui.

A Misteriosa Marca do Griefer é o segundo livro de Winter Morgan sobre Minecraft

Já falamos aqui do livro “Em Busca da Espada de Diamante”, da autora Winter Morgan. Agora vamos falar sobre o segundo lançamento da autora que homenageia os fãs de Minecraft. O segundo livro chama-se A Misteriosa Marca do Griefer e tem como objetivo manter os fãs do jogo da Mojang conectados ao mundo do jogo mesmo quando estão com o PC desligado.

A leitura é fácil e bastante descontraída, de modo que o livro é voltado para o público mais infantil. Há ainda mensagens positivas ao longo da narrativa e situações de superação que podem inspirar o jogador. De acordo com Morgan, A Misteriosa Marca do Griefer contém mais ação e ambientes para explorar do que o livro anterior.

A aventura coloca o fazendeiro Steve em uma missão para resgatar sua espada de diamante que desapareceu após uma explosão misteriosa em sua fazenda. As suspeitas é de que um Griefer é o causador da explosão que destruiu sua fazenda. A partir daí, Steve deve encontrar a criatura e reconstruir sua fazenda. Para isso, Steve conta com a ajuda de seus amigos e conhecidos da cidade, que também estão apavorados com as aparições do Griefer.

Sobre A Misteriosa Marca do Griefer

A Misteriosa Marca do Griefer é obra da autora Winter Morgan (pseudônimo), de Nova York que acabou conhecendo o mundo de Minecraft através do filho, que é viciado no jogo. A autora, aliás, já publicou outros livros infantis e adultos.

Dedicada aos fãs de Minecraft, essa série de Morgan não é um produto oficial e licenciado, mas sim uma forma de homenagear o game e serve até para expandir o mundo do game para outro público. O livro foi lançado no Brasil através da editora Pandorga e possui 112 páginas. Chega ao país em capa dura com o preço sugerido de R$ 27,90.

Editora Pandorga lança livro de Minecraft

Esta é para os fãs de Minecraft: a editora Pandorga acaba de lançar o 1º livro de aventura inspirado na série de sucesso dos videogames. O livro se chama “Em busca da espada de diamante” e a editora considera que este não é apenas um livro, mas uma “versão literária”, pois o universo do jogo está inserido no livro. A obra conta as aventuras de Steve, um fazendeiro de trigo, que está em busca de quarenta diamantes a fim de forjar uma espada poderosa o bastante para defender a si e a seu mundo de uma ameaça de zumbis.

Tal como no game, Steve tem apenas uma cama, casa e comida para manter-se vivo, mas após algum tempo de game ele coleta recursos que podem ser úteis. A aventura começa mesmo quando ele descobre que zumbis estão atacando pessoas da vila. O ferreiro da vila é uma das vítimas, de modo que Steve fica sem espadas para poder lutar. Daí em diante ele parte em busca de diamantes para criar a espada que livrará o mundo da ameaça zumbi.

Durante a aventura, Steve conhece o trio de caçadores de tesouros Max, Lucy e Henry, que se juntam à missão para achar os poderosos minérios. O livro apresenta o mundo de Minecraft em detalhes, de modo que os jogadores reconheceram rapidamente algumas localidades do game, tais como templos, mobs, paisagens etc.

Em busca da espada de diamante é fruto da autora Winter Morgan (pseudônimo), de Nova York que acabou conhecendo o mundo de Minecraft através do filho, que é viciado no jogo. A autora, aliás, já publicou diversos livros infantis e adultos. Este novo livro é uma forma de homenagear o game e serve até para expandir o mundo do game para outro público.

Onde adquirir o livro de Minecraft

O livro foi lançado em capa dura e tem 112 páginas. O preço sugerido é de R$ 27,90 e pode ser adquirido online. O livro é especialmente indicado para “minecrafters”.

Top 10: os melhores jogos do estilo sandbox

Jogos ao estilo sandbox (não sabe o que é um jogo sandbox?) são bastante populares hoje em dia e sempre que um novo é lançado os fãs de jogos eletrônicos entram em polvorosa. Em geral esses títulos conseguem boas vendagens e acabam virando uma franquia. Entretanto, ao contrário do que muitos pensam, jogos sandbox não se resumem apenas em GTA e Saints Row. Na verdade esse é um nicho bastante disputado e que já rendeu jogos memoráveis.

Pensando nisso, decidimos eleger os dez maiores sandbox dos últimos tempos. Lembre-se: essa é a opinião do autor e não reflete a verdade absoluta. Não deixe de comentar o post. ;)

Minecraft | Mais informações?

Minecraft é atualmente um dos jogos mais populares do mundo e os motivos são bastante diversificados. Ao contrário dos outros jogos que compõem esta lista, Minecraft não tem um objetivo principal definido e nem mesmo um mapa de jogo fixo. Na verdade, cabe ao jogador criar seu próprio mundo e seus objetivos, mais ou menos como ocorre em jogos de administração como Sim City e Populous.

O macete é que Minecraft é um sandbox bastante divertido e com possibilidades quase ilimitadas. À primeira vista os gráficos não agradam, mas depois o jogador se acostuma com o pixel art saltada. Não por acas, o jogo possui muitos fãs ao redor do mundo e centenas de youtubers criam canais dedicados exclusivamente ao jogo.

Saints Row 4 | Mais informações?

Saints Row surgiu em 2006 como um clone de GTA, de modo que era difícil dizer que o título tinha identidade própria. Foi apenas em 2011 que a franquia conseguiu sair da sombra do jogo da Rockstar, graças à Saints Row: The Third, que deixou o tom sério de lado e abraçou de vez o espírito da galhofa.

Saints Row 4 esculhamba de vez essa veia cômica e apresenta muitas situações absurdas e hilárias. Tem tudo o que o jogador pode querer de um game de zoeira: missões sem noção, violência gratuita, invasão alienígena, superpoderes, destruição etc. Claro que o jogo tem cara de DLC quando comparado com The Third, mas o game mostra-se um produto sem limitações criativas. Não é o melhor sandbox que foi criado, mas é provavelmente o mais engraçado que você verá em muitos anos.

Assassin’s Creed IV: Black Flag | Mais informações?

Black Flag é muitas vezes subestimado pelos jogadores e fãs antigos da franquia Assassin’s Creed. Mas não podemos culpa-los: o segundo game da franquia foi um divisor de águas. Ainda assim o quarto game consegue superar com folga todos os outros da série. Sabe o por quê? Cenários belíssimos, centenas de coisas para se fazer, a ambientação pirata, poucas restrições e o maior mundo de jogo da franquia já criado pela Ubisoft.

Navegar pelos oceanos é uma tarefa divertida e bastante recompensadora, principalmente para quem curte histórias de piratas e a ambientação do Caribe. As personagens apresentadas também são bastante cativantes e dão o tom certeiro para uma aventura sórdida e adulta. Quem compara este jogo a Piratas do Caribe precisa rever seus conceitos, pois o game aqui é bem menos engraçado.

Fallout 3 | Mais informações?

Quando a Bethesda comprou a franquia Fallout da Interplay, muitos estavam céticos quanto ao futuro da série. E não era para menos: Fallout nunca fora considerada uma franquia grande e Fallout 2 tinha quase dez anos de seu lançamento. Contudo a Bethesda conseguiu surpreender: Fallout 3 colecionou notas altas da imprensa e foi ovacionado pelos jogadores.

Fallout 3 coloca o jogador na cidade de Washington D.C do ano 2277, que fora devastada por uma guerra nuclear contra a China. O mundo do jogador é totalmente desesperançado e este clima é reforçado pela paleta de cores monocromática do jogo. Há diversas missões que testarão as habilidades de sobrevivência do jogador: ao longo da aventura o jogador enfrenta super-humanos e estranhas criaturas criadas pelo holocausto nuclear. O game é uma obra prima e precisa ser conhecido por todos os fãs de RPGs e de aventuras em mundos futuristas.

Far Cry 3 | Mais informações?

Far Cry 4 é considerado o melhor da franquia graças aos avanços técnicos conquistados pela Ubisoft ao longo dos anos em que esteve em desenvolvimento. Todavia, é necessário ressaltar as qualidades de Far Cry 3, pois ele é genuinamente o game que deu o “grande salto” para a franquia.

Far Cry 3 era como entrar num parque de diversões totalmente aberto para exploração e caça. O game conta com uma narrativa das mais instigantes da geração passada, gráficos que puxam as plataformas ao limite e aspectos técnicos que não deixam nada a desejar. O jogou mostrou sozinho que um FPS não precisa necessariamente de centenas de inimigos no cenário para cativar os jogadores, nem de gráficos ultrarrealistas para ser um sucesso. Quem não jogou não sabe o que está perdendo.

Red Dead Redemption | Mais informações?

Red Dead Redemption chegou ao mercado em 2010 e rapidamente tornou-se um dos games mais adorados da geração passada e um dos melhores games já criados pela Rockstar. Longe do estigma de ser um GTA no velho Oeste, Red Dead tem identidade própria e elementos que o classificam como um verdadeiro must buy.

Apesar de não oferecer a mesma variedade de outros games desta lista, o jogo possui um mundo vasto e bastante divertido de se explorar: são três regiões fictícias (New Austin, Nuevo Paraiso e West Elizabeth) que somam cerca de 30 milhas quadradas. A Rockstar já tinha expertise neste estilo de jogo, deste modo, Red Dead Redemption possui centenas de missões a serem completas e personagens carismáticos.

Skyrim | Mais informações?

Quando a Bethesda lançou Skyrim, muitos jogadores sabiam que algo grandioso estava por vir, afinal a empresa havia lançado anos antes alguns clássicos muito bem sucedidos como Fallout 3 e Elder Scrolls IV: Oblivion. O que as pessoas não esperavam é que o game fosse colecionar tantas ovações: foi o primeiro game ocidental a receber a lendária nota 40/40 da revista Famitsu, só para ter ideia. No Metacritic o game está ranqueado com a nota 96/100 (uma das mais altas já listadas).

A recepção da crítica especializada foi altamente positiva, assim como a recepção do público: mais de 20 milhões de unidades vendidas até hoje. O entusiasmo dos jogadores somente era comparável à febre que jogos do calibre de Ocarina of Time e GTA: San Andreas conquistaram em suas respectivas épocas. Ainda hoje o game é jogado por milhões de jogadores graças às expansões que foram lançadas ao longo dos anos, além de mods que a própria comunidade criou. Um verdadeiro clássico!

The Witcher 3 | Mais informações?

Este é o game mais recente de nossa lista e, apesar de parecer um claro caso de hype, a colocação é mais do que merecida. Quem jogou os dois games anteriores sabe que a CD Project RED trata seus produtos com muito cuidado e sempre prezou pela mais alta qualidade possível. Se havia um ponto a melhorar em The Witcher 2 era o fato de o game não ser de mundo aberto, pois a ambientação, sistema de combate e gráficos eram os melhores possíveis. Mas então veio The Witcher 3 para mudar isso.

O mundo de TW3 é enorme e bastante variado, há centenas de criaturas diferentes, histórias de personagens secundários, side quests, enfim. O game tem quase todos os elementos que os demais da lista possuem e a melhor ambientação de RPG que já vimos em muitos anos. Este jogo define o que é a nova geração.

Arkham City | Mais informações?

Batman Arkham City é considerado por muito como o melhor jogo de super-herói já lançado. O mapa do jogo não é dos maiores que já vimos, mas a prisão de Arkham City apresentada ao longo do game tem todo o clima soturno apropriado e que remete aos quadrinhos do Cavaleiro das Trevas. Aqui o jogador é confrontado por uma cidade abarrotada de vilões e criminosos da pior espécie. Praticamente não existem inocentes perambulando pelas ruas.

Ainda que o jogo não conte com o Batmóvel, a exploração através do planador é altamente satisfatória. Quando foi lançado em 2011, o título colecionou notas altíssimas e foi considerado o “jogo do ano” por diversas publicações. A Rocksteady já tinha alcançado fama mundial com o predecessor (Arkham Asylum), mas foi com Arkham City que o estúdio posicionou-se como uma dos principais produtores de jogos do mundo.

GTA V | Mais informações?

Como não ter um GTA na lista dos melhores e mais bem sucedidos sandbox de todos os tempos? Nossa única dúvida era qual dos games da franquia deveria ser relacionado. GTA San Andreas é o grande clássico, GTA IV elevou o nível, GTA Vice City tem o melhor clima. Mas é GTA V que conta com o melhor conjunto: são horas e horas de missões, três protagonistas, histórias cativantes, uma cidade vibrante, gráficos de babar, muitos veículos etc.

O game conquistou as melhores vendas em seu ano de lançamento (vencendo a disputa contra o outro best seller Call of Duty). Como se não bastasse, o game colecionou notas altíssimas, não por acaso o game foi lançado também para os consoles de nova geração. GTA V é sem dúvidas um dos games mais bem recomendados já lançados, dentro ou fora do gênero sandbox.

Lego Worlds: TT Games anuncia game para concorrer com Minecraft

Minecraft é um fenômeno, disso não há dúvidas! Não por acaso o jogo vendeu milhões de cópias ao redor do mundo em todas as versões em que esteve disponível e tornou-se o queridinho de youtubers de todos os cantos. Estava demorando até que alguma empresa resolve-se desafiar a Mojang dentro do gênero que ela mesma criou há seis anos.

Pois bem, a TT Games decidiu que era hora de embarcar na onda e anunciou o jogo Lego Worlds, uma espécie de Minecraft, porém com peças Lego. O game promete uma experiência intuitiva e fácil, de modo que os jogadores terão um mundo inteiro para personalizar num ambiente digital, tal como as crianças fazem com os blocos de Lego.

Vale lembrar que o conceito por trás de Minecraft foi justamente inspirado por Lego, então acaba sendo natural que Lego acabe indo para o ambiente virtual e antagonize a hegemonia do título da Mojang nos consoles. O foco em Lego Worlds é justamente na customização, ou seja, os jogadores podem personalizar seu mundo da maneira que achar mais adequado, além de alterar os personagens, construir vilas, cidades etc.

A diferença básica com relação ao concorrente é que Lego Worlds vai permitir que o jogador construa máquinas e terrenos de maneira simplificada e até didática. Além disso, Lego já é uma marca reconhecida por quase todas as pessoas do mundo, mesmo entre aquelas que nunca tiveram um boneco Lego na vida. Lego, aliás, está se tornando bastante reconhecido entre os jogadores graças a jogos como Lego Batman, Lego Harry Potter, Lego Marvel Super Heroes, Lego Star Wars etc.

“LEGO Worlds terá um mundo totalmente aberto baseado na criatividade do jogador. Por isso, queremos garantir o máximo cuidado e atenção à medida que expandimos nossas ideias”, explica a Warner Bros. na página do game no Steam.

O game está disponível em Early Access na Steam desde o início de junho. O intuito é que os jogadores possam dar um feedback à desenvolvedora para melhorar o resultado final.

De acordo com a TT Games, o game chega ao mercado por R$ 27,99, ainda sem data de lançamento definida. Até o momento só foi anunciada a versão para PCs.

Abaixo está o trailer do game Lego Worlds:

XMA Mega Arena constrói área exclusiva para fãs de Minecraft

O evento XMA Mega Arena está batendo às portas! O grandioso evento dedicado aos e-sports ocorrerá entre os dias 30 de abril e 3 de maio, na capital paulista. Além dos diversos torneios, a organização divulgou que haverá uma área de 100m² totalmente dedicada a Minecraft, um dos jogos mais populares dos últimos anos. O espaço contará com 20 computadores e a visita de alguns youtubers bastante famosos, como o RezendeEvil para animar os jogadores e visitantes.

“Minecraft é um enorme sucesso e não apenas entre crianças e adolescentes. Até na educação esse jogo vem sendo utilizado, pois   permite trabalhar planejamento urbano e questões ambientais, por exemplo”,  diz Felippe Corradini, organizador da XMA Mega Arena. “Assim, ao criar um espaço para Minecraft dentro da XMA, estamos ampliando as opções de diversão, inclusive para a família de jogadores de e-sports”, finaliza Felippe. Vale destacar que o espaço será decorado de forma que os visitantes se sintam dentro do mundo de Minecraft.

Conforme anunciado, o espaço terá a presença de RezendeEvil e outros youtubers, mas a organização fez questão de manter os nomes em segredo. O que se sabe é que são personalidades que também curtem Minecraft, de modo que esses youtubers irão jogar com os visitantes, bater papo, dar autógrafos, posar para as fotos, trocar experiências e distribuir brindes.

O objetivo é atrair os jogadores mais jovens para o XMA Mega Arena, afinal Minecraft é um dos jogos mais populares entre os gamers mais jovens. Vale destacar que o mesmo espaço temático de Minecraft estará na primeira edição carioca da XMA Mega Arena, que será no Rio Centro, de 04 a 07 de junho. A versão paulista ocorrerá no SP Expo, na Vila Mariana, São Paulo. Além de Minecraft, o evento terá espaços para os jogos World of Tanks, Crossfire, Dota 2, League of Legends, entre outros.

Para mais informações sobre as próximas edições da XMA Mega Arena, basta acessar o site do evento. Os ingressos já estão à venda.

Top 10: Games Independentes que quebraram barreiras

Conheça os Top 10 Games Independentes que quebraram as barreiras do sucesso. Umas das atividades mais comuns no GameReporter é falar sobre jogos independentes e projetos de baixo orçamento nacionais. Hoje vamos fazer isso de uma forma diferente: vamos eleger 10 games indie que quebraram barreiras de sucesso, qualidade e prestígio. Serve como um belo incentivo para qualquer um que entra na indústria e almeja alcançar o sucesso de crítica e pública.

Não garantimos que todo mundo fica rico fazendo jogos, mas temos certeza que se o seu game for de qualidade, com certeza ele será tão bem sucedido quanto qualquer um dessa lista. Afinal de contas, a grande parte dos desenvolvedores dos jogos abaixo começou exatamente como os desenvolvedores brasileiros. Que saber quais os dez games indie que fizeram mais que o “arroz com feijão”?

Confira na lista abaixo:

10 – Machinarium

Machinarium é um daqueles jogos que você olha e pensa: “poxa, por que ainda não joguei isso?”. Se você realmente não jogou esta genialidade e obra de arte, a hora é agora! Sua missão é controlar um pequeno robô que desbrava uma cidade em busca de sua namorada, aprisionada por vilões que aterrorizam as ruas e a população. Com esse plot inicial muita gente acredita que Machinarium não é nem um pouco interessante. Entretanto, o game surpreende já nos primeiros minutos.

Com muitos desafios que exigem a criatividade do jogador, Machinarium é uma aula de como se faz um bom jogo. Extremamente obrigatório para fãs de jogos indies e para quem quer sair da rotina de jogos AAA. Ah e a direção de arte é uma das melhores que você verá em sua vida gamer.

9 – Castle Crashers

A época de fliperamas pode ter acabado, mas sempre tem como dar aquela revisitada com  alguns jogos que remetem a gêneros da época, e se você esta em busca de um ótimo beat ‘em up a nível de Knights of Round, acredite: Castle Crashers é a escolha certa.

Com gráficos cartunescos e genias, Castle Crashers coloca de um jogador até quatro jogadores em uma aventura com muita ação mesclando elementos de RPG. Além do modo história existem outros modos de jogo como o Arena que prolongam a jogatina por muito tempo. O game é referencia quando se fala em títulos indies de alta qualidade.

 

8 – FEZ

FEZ é provavelmente um dos jogos indies mais conhecidos da geração e um dos poucos que tornou seu criador em uma celebridade da indústria. Os méritos do jogo foram de misturar a simplicidade dos jogos 2D de antigamente com mecânicas em 3D para a solução de puzzles. No jogo você controla o ser bidimensional Gomez que descobre uma forma de explorar o mundo em 3 dimensões. Alguns problemas ocorrem e Gomez precisará usar sua nova habilidade para reunir pedaços de cubos para restaurar o mundo que vive.

Os quebra-cabeças em FEZ eram instigantes e a perspectiva de jogo parecia um sopro de criatividade em meio aos jogos de plataforma 2D. O título chegou na Xbox Live em 2012 e muita gente deve ter ficado se perguntando “porque ninguém pensou em fazer algo assim na geração 32 bits?”. FEZ sofreu vários adiamentos até chegar ao mercado, mas quando chegou foi um dos destaques da Marketplace. Acabou ganhando versão para as plataformas da Sony e até foi um dos temas do documentário Indie Game: The Movie. Phil Fish chegou a anunciar uma sequência, mas acabou se retirando da indústria por razões pessoais.

7 – Super Meat Boy

Flash Meat Boy foi um game indie que passou batido pela indústria, mas nem por isso seus criadores (Edmund McMillen e Tommy Refenes) desistiram de criar jogos. A justiça veio para a dupla com Super Meat Boy. Se você não conhece, provavelmente esteve ocupado demais com jogos AAA para se dar conta do que acontecia com o cenário indie. SMB é simples, isso é fato, não é um jogo ambicioso e tão pouco faz algo impensável em outros jogos de plataforma, mas ele é divertido e desafiador ao extremo.

A premissa segue a cartilha de jogos de plataforma da geração 8-16 bits, ou seja, você controla um jovem herói que precisa resgatar uma garota que foi sequestrada por um vilão. A partir daí você passa pelo cenário pulando e desviando de armadilhas mortais. Quando foi lançado em 2010, o título ganhou prêmios importantes da crítica e a atenção dos jogadores graças a seus controles precisos e a arte retrô. Se você curte games simples, mas bem feitos e desafiadores, Super Meat Boy é o que procura.

6 – Slender: The Eight Pages

Em 2012 já era evidente a crise dos games de terror: poucos eram os jogos que realmente metiam medo nos jogadores. Nem mesmo séries consagradas como Silent Hill e Resident Evil pareciam ter o mesmo fator aterrorizante de outrora. A solução para resolver o problema foi Slender, um game da produtora indie Parsec Productions. De cara o game já mostra o que define um game de horror psicológico: mistério, sensação de estar indefeso e ambientes escuros.

Você inicia numa floresta no meio da noite e precisa achar 8 páginas deixadas por uma suposta vítima da criatura Slender (retirada especialmente de lendas urbanas). Os problemas começam quando o jogador se dá conta que não há nada para se defender e a criatura está a te perseguir. O pior é que não se pode ficar olhando para o Slender por muito tempo, senão é Game Over.

Sua única ajuda é uma lanterna fraca e a coragem. Quem jogou sabe que o game dá muito medo mesmo, não por acaso o jogo foi um sucesso na internet (mais de 2 milhões de downloads). A boa recepção de Slender garantiu uma sequência em março de 2013. O game é importante entre os milhares de indies não por ser o melhor no gênero terror, mas por mostrar como o survival horror pode ser de qualidade com simplicidade. Arrepiante!

5 – Limbo

Limbo é provavelmente um dos melhores games dos últimos anos. Nele você controla um garoto em busca de sua irmã desaparecida passando por armadilhas e escapando de criaturas como vermes e uma aranha gigantesca. O que torna Limbo único é a junção da música minimalista com a arte gráfica pendendo para o preto e branco.

O grande macete são os quebra-cabeças que sempre se ligam ao tema de vida e morte: algumas armadilhas que matam o herói acabam por ajudá-lo a vencer inimigos mais à frente. Em outras palavras, Limbo é mais que um jogo de plataforma em side scroll, mas sim uma mistura desse gênero com um enorme puzzle. A estética do game mostra logo no início que Limbo não é um jogo qualquer, mas um produto lapidado com esmero. O final vago abre espaço para variadas interpretações e este é mais um dos motivos que Limbo é imperdível. O sucesso foi tal que o título enriqueceu a conta bancária de seus criadores de uma maneira surpreendente.

4 – Braid

Braid é outro game indie a vencer barreiras. Seu estilo artístico é dos mais bonitos que um platformer/puzzle já teve. Sua qualidade deve-se bastante aos cenários artísticos e à sensação de magia que o game transmite: você controla Tim, um jovem que precisa resgatar a princesa de um monstro. Mas não pense que a história é um Mario Bros. da vida. Na verdade toda a história é uma grande metáfora que fará o jogador pensar e repensar até entender toda a trama.

Os puzzles são bem desenvolvidos e envolvem muito de volta no tempo e refazer ações. A arte do game é belíssima, assim como a trilha sonora. Graças a esses elementos, Braid foi um dos jogos mais bem avaliados na Xbox Live e ganhou inúmeros prêmios. O título foi tão bem sucedido que até mesmo o cultuado game designer Suda 51 disse que o título o fez ter vontade de criar um jogo em 2D. Se você não o jogou, dê uma pesquisada, pois vale a pena. Apesar de ser curto, Braid é uma experiência de game como há anos não se via.

3 – Journey

Journey é um jogo diferente de tudo que você já viu, com um cenário simples e uma premissa cativante, a ideia aqui é levar o jogador a outro nível de exploração. A ideia básica é colocar os jogadores no comando de um personagem encapuzado que deve chegar até uma alta montanha. Os desenvolvedores queriam que os jogadores sentissem sentimentos de insignificância e grandiosidade. O resultado final foi um dos jogos mais memoráveis do PS3.

O estúdio responsável (Thatgamecompany) pela obra deve se orgulhar de ter conseguido transmitir diferentes sentimentos aos jogadores através deste jogo. Journey é realmente obrigatório para os donos de PS3, pois ele emociona do princípio ao fim. Extremamente lindo e com significados que  diferenciam de acordo com a interpretação do jogador, o titulo é sem duvidas um marco na historia do console e da criação de jogos independentes.

2 – Angry Birds

Angry Birds é um dos jogos indie mais famosos de todo o mundo, tanto que há quem considere que ele já nem deve ser considerado indie. De acordo com dados extraoficiais, o game da Rovio foi baixado cerca de 2 bilhões de vezes contando todas as plataformas em que está disponível, ou seja, um número muito acima de títulos AAA de consoles. O segredo do sucesso está obviamente no gameplay simples, porém viciante, no character design caricato e divertido, no preço baixo e na trilha sonora marcante.

O título é uma das experiências mais casuais que você pode ter: basta lançar pássaros contra porcos e seus obstáculos. Pronto, ai estava uma fórmula de sucesso sem igual. O game é provavelmente um dos mais bem sucedidos entre aplicações móbile e passou a barreira do sucesso, indo para consoles de bolso e de mesa. Depois disso, foi um “arremesso” para os pássaros mais bravos dos games ir parar em pelúcias, salgadinhos, brinquedos, um spin-off com Star Wars, etc. Um fenômeno. Você pode não gostar da simplicidade, mas com certeza tem de admitir que Angry Birds é um dos indies mais bem sucedidos da história.

1 – Minecraft

Um bom visual não precisa ser necessariamente realista e bem desenhado, mas sim criativo. Essa é a premissa de Minecraft, um dos maiores sucessos desta geração. Quem não perdeu horas e horas construindo algo nesse jogo e xingando os creepers aleatórios que surgem no mapa, não sabe o que esta perdendo. O game da Mojang deveria entrar para lista de drogas proibidas, pois o game realmente vicia muito. São raros os jogos capazes de prender o jogador na frente da TV com tanta competência quanto Minecraft.

Isso não é uma advertência, todavia. O jogo é muito bom e orientamos que todos o aprecie sem moderação. A ideia básica é permitir que o jogador construa coisas a partir de blocos usando picaretas e outros materiais. De acordo com produtora Mojang, Minecraft já foi acessado por mais de 11 milhões de jogadores (um número muito acima da maioria dos games AAA do mercado). Por fim, Minecraft é provavelmente o game indie de maior sucesso da história dos videogames.

 

Menções honrosas: Flow, Hotline Miami, Outlast, Max & the Magic Maker, Downfall, Papo & Yo, Tearaway

Colaboração: Victor Cândido

 E para você, quais Top 10 games independentes quebraram barreiras?

 

 

Minecraft vendeu 3 milhões de unidades

Em seu Twitter, Markus Persson, criador de Minecraft, comemorou a venda de 3 milhões de cópias de seu título. Deste número, um milhão de unidades foram vendidas em menos de quatro meses, 500 mil desde meados de junho.

Mesmo com os números inspiradores, Persson acredita que é preciso cautela e ver que são pouquíssimos os títulos que tem a sorte de serem alavancados e fazerem tanto sucesso.

“Temo que as pessoas achem que jogos independentes fazem muito dinheiro – não fazem e você não ficará rico com eles, provavelmente”, declarou em entrevista acrescentando que o fator sorte esteve do seu lado.

Persson ainda traçou um paralelo com a indústria da música. Para ele “você pode ouvir muitos músicos talentosos no YouTube, mas não muitos deles conseguem um contrato de gravação. Todavia, alguns que são talentosos, com uma combinação de sorte e habilidade se tornam populares, ricos e produzidos em massa”.

Você acredita que sorte é fator chave nesse mercado?

[Via GamesIndustry]