Arquivo da tag: Melhores

Esses são os indicados a melhores jogos do Brazil Game Awards

E por fim saiu a lista dos indicados ao prêmio Brazil Game Awards 2018 (BGA), a principal premiação nacional de jogos digitais nacionais. A relação de indicados foi divulgada hoje (05/12) e serviu para mostrar que este ano foi um dos melhores de todos os tempos para quem curte videogames.

Os indicados são escolhidos por um júri independente, formado por diversos veículos de alta relevância ligados a jogos eletrônicos, tecnologia e cultura nerd. Ao todo, votam 40 produtores de conteúdo, de sites a influenciadores. A lista de ganhadores sai no dia 12/12/2018 no site oficial.

Para quem não conhece, o Brazil Game Awards (BGA) nasceu em 2015 como um júri independente que reunia veículos e críticos de videogame do país para eleger os melhores jogos da Brasil Game Show (BGS). Em 2018, o Brazil Game Awards passou a eleger os melhores games do ano, não mais atrelado à Brasil Game Show.

Entre os jogos mais indicado e que são favoritos a ganhar os prêmios estão Marvel’s Spider-Man (Insomniac Games/Sony Interactive Entertainment), Assassin’s Creed Odyssey (Ubisoft Quebec/Ubisoft), God of War e o animalesco Red Dead Redemption 2. A disputa promete ser acirrada. Vale destacar o brasileiro Horizon Chase Turbo, que figura na categoria Melhor Jogo de Corrida, além de brigar pelo título de Jogo Brasileiro do Ano.

Abaixo você confere as categorias e indicados ao Brazil Game Awards:

 

Jogo do Ano

Assassin’s Creed Odyssey (Ubisoft Quebec/Ubisoft)

God of War (SIE Santa Monica Studio/Sony Interactive Entertainment)

Marvel’s Spider-Man (Insomniac Games/Sony Interactive Entertainment)

Monster Hunter World (Capcom)

Red Dead Redemption 2 (Rockstar Games)

 

Jogo Brasileiro do Ano

Dandara (Long Hat House/Raw Fury)

Distortions (Among Giants)

Horizon Chase Turbo (Aquiris Game Studio)

No Heroes Here (Mad Mimic Interactive/Chorus Worldwide)

Sword Legacy Omen (Firecast Studio/Fableware Narrative Design/Team17)

 

Jogo Mais Aguardado – 2019

Anthem (BioWare/Electronic Arts)

Devil May Cry 5 (Capcom)

Kingdom Hearts III (Square Enix)

Resident Evil 2 Remake (Capcom)

Sekiro: Shadows Die Twice (FromSoftware/Activision)

 

Melhor Jogo Original

A Way Out (Hazelight Studios/Electronic Arts)

Celeste (Matt Makes Games)

Dead Cells (Motion Twin)

Detroit: Become Human (Quantic Dream/Sony Interactive Entertainment)

Marvel’s Spider-Man (Insomniac Games/Sony Interactive Entertainment)

 

Melhor Jogo para PC

Assassin’s Creed Odyssey (Ubisoft Quebec/Ubisoft)

Battlefield V (EA DICE/Electronic Arts)

Call of Duty: Black Ops 4 (Treyarch/Activision)

Celeste (Matt Makes Games)

Monster Hunter World (Capcom)

 

Melhor Jogo para Console

Celeste (Matt Makes Games)

Forza Horizon 4 (Playground Games/Microsoft Studios)

God of War (SIE Santa Monica Studio/Sony Interactive Entertainment)

Marvel’s Spider-Man (Insomniac Games/Sony Interactive Entertainment)

Red Dead Redemption 2 (Rockstar Games)

 

Melhor Periférico/Hardware

GeForce RTX 2070 (NVIDIA)

GeForce RTX 2080 (NVIDIA)

Nintendo Labo (Nintendo)

Poké Ball Plus (The Pokémon Company/Nintendo)

Xbox Adaptive Controller (Microsoft)

 

Melhor Jogo de Tiro

Battlefield V (EA DICE/Electronic Arts)

Call of Duty: Black Ops 4 (Treyarch/Activision)

Destiny 2: Renegados (Bungie/Activision)

Far Cry 5 (Ubisoft Montreal/Ubisoft)

Insurgency: Sandstorm (New World Interactive)

 

Melhor Jogo de Ação e Aventura

Assassin’s Creed Odyssey (Ubisoft Quebec/Ubisoft)

God of War (SIE Santa Monica Studio/Sony Interactive Entertainment)

Marvel’s Spider-Man (Insomniac Games/Sony Interactive Entertainment)

Red Dead Redemption 2 (Rockstar Games)

Shadow of the Tomb Raider (Eidos Montréal/Square Enix)

 

Melhor Jogo de Luta

BlazBlue: Cross Tag Battle (Arc System Works)

Dragon Ball FighterZ (Arc System Works/Bandai Namco Entertainment)

SoulCalibur VI (Bandai Namco Entertainment)

Street Fighter 30th Anniversary Collection (Capcom)

Street Fighter V Arcade Edition (Capcom)

 

Melhor RPG

Assassin’s Creed Odyssey (Ubisoft Quebec/Ubisoft)

Dragon Quest XI: Echoes of an Elusive Age

Monster Hunter World (Capcom)

Ni no Kuni II: Revenant Kingdom (Level-5/Bandai Namco Entertainment)

Octopath Traveler (Square Enix/Acquire/Nintendo)

 

Melhor Jogo de Corrida

F1 2018 (Eden Games/Codemasters)

Forza Horizon 4 (Playground Games/Microsoft Studios)

Horizon Chase Turbo (Aquiris Game Studio)

On Rush (Codemasters/Deep Silver)

The Crew 2 (Ivory Tower/Ubisoft)

 

Melhor Jogo de Esporte

FIFA 19 (EA Vancouver/EA Sports)

Madden NFL 2019 (EA Tiburon/EA Sports)

Mario Tennis Aces (Camelot Software Planning/Nintendo)

NBA 2K19 (Visual Concepts/2K Sports)

Pro Evolution Soccer 2019 (PES Productions/Konami)

 

Melhor Jogo de Estratégia

Frostpunk (11 bit studios)

Into the Breach (Subset Games)

The Banner Saga 3 (Stoic Studio/Versus Evil)

Thronebreaker: The Witcher Tales (CD Projekt RED)

Valkyria Chronicles 4 (SEGA)

 

Melhor Jogo para a Família

Mario Tennis Aces (Camelot Software Planning/Nintendo)

Overcooked 2 (Ghost Town Games/Team17)

Pokémon Let’s Go (Game Freak/Nintendo)

Super Mario Party (NDcube/Nintendo)

Spyro Reignited Trilogy (Toys for Bob/Activision)

 

Melhor Jogo Mobile

Donut County (Ben Esposito/Annapurna Interactive)

Florence (Mountains)

Fortnite (Epic Games)

PUBG MOBILE (Lightspeed & Quantum/Tencent Games)

REIGNS: Game of Thrones (Nerial/Devolver Digital)

 

Melhor Multiplayer

Battlefield V (EA DICE/Electronic Arts)

Call of Duty: Black Ops 4 (Treyarch/Activision)

Monster Hunter World (Capcom)

Overcooked 2 (Ghost Town Games/Team17)

Sea of Thieves (Rare/Microsoft Studios)

 

Melhor Trilha Sonora

Celeste (Matt Makes Games)

God of War (SIE Santa Monica Studio/Sony Interactive Entertainment)

Marvel’s Spider-Man (Insomniac Games/Sony Interactive Entertainment)

Ni no Kuni II: Revenant Kingdom (Level-5/Bandai Namco Entertainment)

Red Dead Redemption 2 (Rockstar Games)

 

Melhor Estúdio

Capcom

Insomniac Games

Rockstar Games

SIE Santa Monica Studio

Ubisoft Quebec

 

Melhor Publisher

Devolver Digital

Nintendo

Rockstar Games

Sony Interactive Entertainment

Ubisoft

 

Melhor Jogo Independente

Celeste (Matt Makes Games)

Dead Cells (Motion Twin)

Frostpunk (11 bit studios)

Into the Breach (Subset Games)

The Messenger (Sabotage Studio)

 

Melhor Dublagem em Português

Assassin’s Creed Odyssey (Ubisoft Quebec/Ubisoft)

Detroit: Become Human (Quantic Dream/Sony Interactive Entertainment)

Far Cry 5 (Ubisoft Montreal/Ubisoft)

God of War (SIE Santa Monica Studio/Sony Interactive Entertainment)

Marvel’s Spider-Man (Insomniac Games/Sony Interactive Entertainment)

 

Melhor Equipe de eSport do Brasil

Black Dragons

Brasil Gaming House

INTZ e-Sports

KaBuM! e-Sports

paiN Gaming

 

Melhor Pro Player do Brasil

André “Nesk” Oliveira (Rainbow Six Siege – Team Liquid)

Epitácio “TACO” de Melo (CS:GO – Team Liquid)

Gabriel “Fallen” Toledo (CS: GO – Mibr )

Marcelo “Coldzera” David (CS: GO – Mibr)

Matheus “dyNquedo” Rossini (League of Legends – KaBuM! e-Sports)

 

Melhor Jogo de eSports

Counter-Strike: Global Offensive (Hidden Path Entertainment/Valve Corporation)

Fortnite (Epic Games)

League of Legends (Riot Games)

Overwatch (Blizzard Entertainment)

Rainbow Six: Siege (Ubisoft Montreal/Ubisoft)

 

BIG Festival 2018 – Chegou a hora de conhecer os grandes vencedores do maior evento de jogos independentes da América Latina

O BIG Festival 2018 terminou e foi mais um sucesso retumbante, apresentando as novas tendências dos jogos independentes do Brasil e do mundo. O evento contou com a presença de milhares de visitantes no Centro Cultural São Paulo, de modo que o evento deu a oportunidade dos jogos da feira em aumentar a sua participação em solo brasileiro, além de conquistar a atenção da mídia e investidores.

O BIG 2018 deu ainda aos desenvolvedores indies a oportunidade de apresentar seus projetos a uma platéia composta por desenvolvedores, potenciais investidores, nomes relevantes do game design nacional e internacional, jornalistas e outros formadores de opinião. Além disso, os visitantes da feira tiveram a oportunidade de colocar as mãos nos projetos e votar em seus favoritos.

Quem se sagrou vencedor da noite foi o polonês Frostpunk, da desenvolvedora 11 bit Studios. O game para PCs levou o título de Melhor Jogo na premiação. Ele coloca o jogador no papel de administrador de uma cidade no séc. XIX, com a diferença que há mecânicas de survival e estratégia. O título, aliás, já está disponível para jogatina.

Já na categoria Melhor Jogo brasileiro ficou com os talentosos desenvolvedores da Mad Mimic Interactive e seu ambicioso No Heroes Here. O título do gênero tower defense fez bastante sucesso graças ao modo multiplayer cooperativo que é bastante visceral. O Brasil ainda teve outros prêmios importantes como Melhor Jogo Infantil, por Foffuuu; e no BIG Impact, com Marvellous.

De acordo com a organização do evento, nesta edição foram inscritos mais de 156 jogos. Os grandes vencedores apresentaram características que fazem de seus produtos únicos, tais como aspectos audiovisuais, interativos, mecânica e criatividade. Os grandes ganhadores receberam um belo troféu e um prêmio de R$ 10 mil cada.

Abaixo você vê os vencedores do BIG Festival 2018:

 

Melhor Jogo
VENCEDOR: Frostpunk (11bit Studios), da Polônia
Comentário do Júri Internacional:
“Seu gameplay inteligente alcança um novo marco ao combinar estratégia, conexão emocional e fantástico visual artístico.”

Melhor Jogo Brasileiro e Melhor Jogo Voto Popular
VENCEDOR: No Heroes Here (Mad Mimic Interactive), do Brasil
Comentário do Júri Internacional:
“Amizades frenéticas e gameplay caótico. É isso que um couch co-op tem que ser.”

Melhor Jogo da América Latina
VENCEDOR:Iron Marines (Ironhide Game Studio), do Uruguai
Comentário do Júri Internacional:
“A grande conquista de perfeitamente traduzir um RTS para mobile.”

Melhor Gameplay
VENCEDOR: Dead Cells (Motion Twin),da França
Comentário do Júri Internacional:
“Mecânicas inovadoras combinadas com direção de arte linda chamam a atenção até daqueles que nunca ouviram falar do gênero metroidvania.”

Melhor Multiplayer
VENCEDOR: Muddledash (Slampunks), do Reino Unido
Comentário do Júri Internacional:
“Uma reimaginação única, acessível e muito fofa do gênero de corrida.”

*Melhor Jogo Infantil
Fofuuú (FOFUUU SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS PARA SAÚDE E EDUCAÇÃO LTDA), do Brasil
Comentário do Júri:
“Um game que coloca empatia e diversão em fonoaudiologia.”

*Melhor Jogo BIG Brands 
VENCEDOR: PSG FOOTBALL FREESTYLE (Hermit Crab Studio), do Brasil
Cliente: Paris Saint-Germain (PSG Football Club)
Comentário do Júri:
“Jogo que explora o tema do futebol de maneira bastante interessante, com jogabilidade desafiadora e conceito visual dinâmico. PSG Football Freestyle entrega uma boa experiência casual e valoriza a marca do cliente.”

*BIG Impact – Educacional 
VENCEDOR: MARVELLOUS INC (Marvellous Soft), do Brasil
Comentário do Júri:
“Introduz os jogadores ao mundo da lógica de programação, alcançando uma experiência sólida e engajadora.”

BIG Impact – Questões Sociais
VENCEDOR: Lenin The Lion (Lornyon), do Brasil
Comentário do Júri Internacional:
“Lenin the Lion lida com uma importante e complexa questão social como a depressão através de gameplay simples e cativante.”

Melhor Jogo de Realidade Virtual
VENCEDOR: Luna (Funomena LLC), dos Estados Unidos
Comentário do Júri Internacional:
“Um exuberante playground imersivo que é perfeito para VR.”

Melhor Arte
VENCEDOR: CHUCHEL (Amanita Design), da República Tcheca
Comentário do Júri Internacional:
“É como estar em um programa de criança, impossível não sorrir.”

Melhor Narrativa
VENCEDOR: Where The Water Tastes Like Wine (Dim Bulb Games), dos Estados Unidos
Comentário do Júri Internacional:
“Uma façanha narrativa. Um time colaborativo de 21 escritores uniram forças para construir essa coesa coleção de fábulas interativas.”

Inovação 
VENCEDOR: Haimrik (Below The Game), da Colômbia
Comentário do Júri Internacional:
“Inovação é a palavra. Literalmente.”

Melhor Som
VENCEDOR: Rhythm Doctor (7th Beat Games), do Peru
Comentário do Júri Internacional:
“Faz seu coração bater.”

Melhor Jogo de Estudante 
VENCEDOR : Motif (Yeta Gamefrost), Turquia
Comentário do Júri Internacional:
“Um caleidoscópio de diversão geométrica”.

*Menção Honrosa – Melhor Jogo de Estudante Brasileiro
VENCEDOR: WILD GLORY (LAJE Studios e Manalith Studios), da PUC-PR
Comentário do Júri:
“Um frenético multiplayer competitivo em que personagens carismáticas se digladiam diante de um público fanático. A diversão é garantida, mas tome cuidado para não perder suas amizades.”

BIG Starter – Melhor Jogo Educacional ou de Impacto Social
VENCEDOR: Mompas (Studio Nebulosa)
Comentário do Júri:
“Divertido, educativo e competitivo. Leva em conta os conhecimentos individuais.”

BIG Starter – Melhor Jogo de Entretenimento
VENCEDOR: One Beat Min (PixJuice)
Comentário do Júri:
“Proposta diferenciada com estética singular e potencial de público.”

Estes são os games brasileiros em destaque no BIG Festival 2018

Com a aproximação do BIG Festival 2018, chegou a hora de conhecer os jogos finalistas do painel Big Starter. O espaço dá ao desenvolvedor indie de games a oportunidade de apresentar seu projeto ainda não finalizado ou publicado comercialmente a uma platéia composta por desenvolvedores, potenciais investidores, nomes relevantes do game design nacional e internacional, jornalistas e outros formadores de opinião.

A categoria é formada exclusivamente por jogos nacionais e é uma das maiores oportunidades para os desenvolvedores mostrar seu projetos e dar aquele pontapé inicial para conquistar espaço e um financiamento. De acordo com a organização do evento, nesta edição foram inscritos mais de 156 jogos. Destes, foram selecionados 5 jogos finalistas na categoria Jogo Educacional ou de Impacto e outros 5 Jogos na categoria Jogo de Entretenimento.

Abaixo você confere os 10 finalistas do BIG Starter, separados por categorias:

Jogo Educacional ou de Impacto

  • AmbIA – Imesys
  • Projeto Ticolicos – Lost DEVS
  • Legally Addicted – Nonsense Bulls
  • CLEAVER – Equipe CLEAVER
  • Mompas – Studio Nebulosa

Jogo de Entretenimento:

  • One beat Min – PixJuice
  • Little Dude the Game – Initial Tape
  • U.A.I. – Umbu Games
  • Golf 2D – Estúdio Vaca Roxa
  • Jamie’s Dream – Cartonbox Studio

Todos os finalistas apresentarão seus games para um público entusiasta por games e um júri formado por profissionais da indústria, investidores, jornalistas, formadores de opinião entre outros. Os grandes vencedores devem apresentar características que tornem seus produtos únicos, pois os jogos serão analisados em diferentes critérios, tais como aspectos audiovisuais, interativos, mecânica e criatividade. Os dois ganhadores receberão troféu e um prêmio de R$ 20 mil cada.

Outra área de interesse para quem curte jogos nacionais é o Panorama Brasil 2018, um espaço para apresentar 30 jogos que não foram selecionados para a premiação principal do BIG, mas que demonstraram alta qualidade e merecem ser vistos pelo público. Desses 30 jogos, 10 são produzidos por estudantes.

A lista abaixo mostra quais são estes games:

Akane  (Ludic Studios)
AREIA (GILP Studio)
Dog Duty (Zanardi&Liza)
Grand Shooter (Grumpy Panda Studios)
Grashers (Rafael Renan Skoberg)
Hop Dog (Ludic Side)
Kaze and The Wild Masks (Vox Game Studio)
Mana Sparks (BEHEMUTT / Kishimoto Studios)
ManaRocks (Rockgames Ltda.)
Minesweeper Genius (Mgaia Studio)
Patuanú (Andurá Studio)
Pigeons Attack (Nixtor Game Studio)
Ritmosphere (Luiz Carlos Martins Loyola Filho)
Scrash (Cat nigiri)
Solar Fighters (Jhonatas da Silva Farias)
Sunken Brawl (Dope Ape Studios / Umizon)
Sword of Yohh (UNDEVS)
Vector Race (Rafael Forbeck)
Vigilante Ranger (Sinergia Studios)
Wild Glory (LAJE Studios / Manalith Studios

 

Serviço – BIG Festival 2018

Onde: Centro Cultural São Paulo (SP) e Centro Cultural Oi Futuro (RJ)

Quando: 23 de junho a 1 de julho

Quanto: Gratuito

Estes são os vencedores do BIG Festival 2017

O BIG Festival foi um grande sucesso, pois além de apresentar jogos matadores, ainda atraiu uma multidão de pessoas para o Centro Cultural São Paulo. A cerimônia de premiação ocorreu na última quinta-feira (29 de junho) e quem esteve presente se divertiu bastante.

O troféu de Melhor Jogo da competição foi entregue a Overcooked, jogo produzido pelos britânicos da Ghost Town Games, que também levou o prêmio de Melhor Gameplay. O jogo nacional Distortions, do estúdio paulista Among Giants, levou dois prêmios: Melhor Jogo Voto Popular e Melhor Jogo Brasileiro.

Abaixo você confere os games vencedores do BIG Festival 2017:

 

Melhor Jogo: Overcooked

Há muitos jogos divertidos e bem executados neste festival, o que fez o júri quebrar a cabeça para descobrir quem premiar no final. Depois de muita deliberação, “Overcooked” foi escolhido por sua mistura vencedora de inovação, acessibilidade e diversão. Jogar “Overcooked” coloca à prova a durabilidade tanto de suas amizades quanto do seu sofá.

Melhor Jogo Brasileiro: Distortions
Melhor Jogo Voto Popular: Distortions

De todos os jogos brasileiros competindo nesta competição, “Distortions” se destaca pela fantástica síntese de design visual e sonoro que contribui para a criação de um ambiente e de uma narrativa que são tão eletrizantes quanto emocionantes.

 

Melhor Jogo América Latina: The Deadly Tower of Monsters

Nesta aventura, o jogador faz a jornada de um herói de ação do cinema na compania de fiéis escudeiros e uma torre cheia de monstros. O estilo audiovisual retrô evoca, com sucesso, o sentimento clássico dos filmes da era atômica.

 

Melhor Jogo Educacional ou de Impacto Social: Orwell

Com o advento do mundo digital, cada vez mais vivemos em uma sociedade na qual a vigilância e a coleta de informações privada é onipresente. “Orwell” é uma exploração arrepiante de quão fácil é de se observar (e mal interpretar) tudo o que fazemos (ou podemos fazer) no ciberespaço.

Melhor Jogo de Realidade Virtual: SUPERHOT VR

“SUPERHOT VR” utiliza com maestria os recursos desta plataforma, levando a Realidade Virtual para outro patamar. Divertido e interessante, este prêmio é mais que merecido.

 

Melhor Arte: Old Man’s Journey

“Old Man’s Journey” é um jogo bonito e cativante. O prêmio de melhor arte é um reconhecimento justo ao bom gosto estético e talento artístico do time.

 

Melhor Narrativa: Figment

A narrativa do jogo “Figment” lida com o tema de envelhecer. Assuntos sensíveis como doença, stress e depressão são cuidadosamente discutidos e representados em um mundo de sonhos.

Melhor Inovação: Yankai’s Peak

O desenvolvedor Kenny Sun prende a atenção do jogador com um gameplay inovador que é ao mesmo tempo simples e. Yankai’s Peak” eleva o gameplay de quebra-cabeças a uma forma de arte.

 

Melhor Som: ETHEREAL

O áudio em “ETHEREAL” não é apenas “o som do jogo”. O som É o jogo. Este som adiciona uma grande profundidade ao visual e gameplay minimalista, e aos poucos, vai se infiltrando de forma completa à mente do jogador.

 

Melhor Gameplay: Overcooked

“Overcooked” é um jogo cooperativo multijogador local frenético e super-divertido. Apesar de ser baseado em ações simples, o ingrediente secreto nesta receita é a coordenação necessária entre os jogadores para continuar atendendo a sua clientela frente a desafios que aos poucos vão ficando cada vez mais complexos e surpreendentes.

 

BIG Starter – Entretenimento: King Boom

King Boom comprovou seu potencial para o sucesso ao unir a um planejamento comercial sólido seu universo colorido, dançante e carismático.

 

BIG STARTER – Educacional: Medroom

Medroom traz uma proposta madura, com oportunidades de aplicação global para a formação, aprendizagem e treinamento na área de saúde – em que a introdução de novas tecnologias é fundamental.

Top 10: Games do Wii U que você deve jogar

Deixe-me adivinhar: você comprou o Wii U tão logo teve a oportunidade, pois tal como milhares de jogadores, esteve empolgado com as promessas da Nintendo de que este seria um console competitivo e que receberia amplo suporte das desenvolvedoras third parties, certo? Conforme a história mostrou, o Wii U está longe de ser um megassucesso e menos ainda de ser uma unanimidade entre a comunidade de jogadores. Entretanto, isto não quer dizer que você não pode se divertir com o console da Big N.

Ao longo dos seus quatro anos de existência, o Wii U recebeu alguns dos melhores jogos da geração. Alguns, inclusive, seriam facilmente apreciados por usuários de outras plataformas. Infelizmente a maior parte desta lista de obrigatórios são jogos da própria Nintendo, evidenciando qual foi o grande problema do sistema (pouco apoio de third parties).

Abaixo você confere os dez games que todo usuário do Wii U deveria conhecer:

 

Super Mario 3D World

super_mario_3d_worldSuper Mario 3D World surgiu em um período em que a comunidade começava a questionar a criatividade da Nintendo. Não podia ter saído em melhor hora: o título é tão atrativo e divertido quanto qualquer outro Mario da EAD Tokyo. A mistura da linearidade dos jogos 2D com a liberdade dos jogos do Mario em 3D funcionou perfeitamente, assim como o novo power up Super Bell, que transforma os protagonistas em gatos. Não bastasse a criatividade, o título ainda tem 114 fases e cinco personagens jogáveis: um prato cheio para os fãs do Mario, que nem sequer reclamaram o fato de que o jogo que eles queriam mesmo era Super Mario Galaxy 3.

 

The Legend of Zelda: The Wind Waker HD

wind-waker-hdPara quem não teve a oportunidade de jogar o Wind Waker no GameCube, a Nintendo tratou de relançar o game com novas características a jogabilidade, gráficos com 1080p de resolução, um novo sistema de iluminação, e outras pequenas modificações. O resultado é um prato cheio visual e um dos melhores games Zelda de todos os tempos. Vale destacar que em 2003, Wind Waker quase passou despercebido pela comunidade por causa de seus traços cartunescos. . O relançamento em HD significou uma segunda chance para um game tão bem produzido.

 

Splatoon

splatoon_wii_u_gameplay_screenshotEntão você ficou surpreso quando a Nintendo anunciou que produziria seu próprio shooter competitivo, certo? E que grata surpresa foi Splatoon, um game cheio de personalidade e divertido ao extremo, provando que a Big N ainda não perdeu o jeito para criar novas IPs. Não apenas os visuais são a cara da Nintendo, mas também a ideia central: pintar cenários e inimigos para definir quem vence. Pena que a rede online da Nintendo não é nada comparada aos dos consoles rivais, mas dentro de suas limitações, a Nintendo conseguiu criar uma comunidade dedicada e bastante fértil para Splatoon se tornar um sucesso e uma compra obrigatória para todos os usuários do Wi U.

 

Bayonetta 2

bayonetta-2Quem gostou do primeiro jogo não teve do que reclamar ao jogar esta sequência: Bayonetta é tudo o que os fãs poderiam esperar, ou seja, rápido, visceral, divertido, explosivo. Yusuke Hashimoto, Atsushi Inaba e Hideki Kamiya fizeram mágica com o hardware do Wii U, pois o game é capaz de apresentar efeitos visuais impressionantes e momentos de ação incessantes. Se você é fã de jogos ao estilo Devil May Cry e chegou a jogar o primeiro game, não há motivos para não experimentar Bayonetta 2. Tudo que o primeiro título fez de bom, Bayonetta 2 melhorou, seja mecânicas, efeitos visuais, jogabilidade, armas, habilidades etc.

 

Pikmin 3

pikmin-3-wallpaper-11Esta sequência pode até ser chamada de mais do mesmo. Mas o que não pode ser dito é que o jogo é ruim. Na verdade Pikmin 3 introduz um sistema co-op execelente, além de modos competitivos bastante instigantes. A campanha também não é nada mal e conta com boas nove horas em que os jogadores utilizam os pequenos Pikmins de maneira estratégica para derrotar diversos tipos de inimigos e obstáculos. Se você nunca jogou nenhum título da série, podemos comparar (em menor escala), como uma fusão de elementos de StarCraft e Command e Conquer, porém com criaturas coloridas e fofinhas.

 

Super Mario Maker

super-mario-makerTodos gostam do Mario, isto é uma máxima. E ao passo que a popularidade do bigodudo nunca está em queda, pode-se esperar novos jogos do mascote a cada nova temporada. Os games 2D do Mario estão entre os melhores jogos jamais criados e foi pensando nisso que a Nintendo criou o Mario Maker, uma ferramenta que permite a qualquer um criar seus próprios níveis. O resultado final não poderia ser diferente: milhares de cenários dificílimos e horas de diversão sem fim. Se você não tem paciência para criar cenários, pode se divertir apenas jogando os cenários criados pela comunidade. E se prepare para se frustrar bastante.

 

Mario Kart 8

mario-kart-8Mario Kart 8 não tem nada de inovador. Dito isto, deve dizer também que este é um dos melhores games do Wii U. Trata-se apenas de reutilizar a fórmula da franquia, dar uma polida gráfica e acrescentar cenários loucos e viciantes. Toda a diversão proporcionada pelo multiplayer do game do Wii foi mantida em MK8. Uma pena que a Nintendo não leve a sério a ideia de transformar Mario Kart em um eSport, pois imaginamos que seria um dos títulos mais disputados do cenário mundial.

 

Donkey Kong Country Returns: Tropical Freeze

tropical-freezeTropical Freeze é um presente para os fãs da amada série criada na geração 16 bits. Afinal temos o retorno de Diddy e Dixie, fases aquáticas, músicas de David Wise e design de fases que priorizam a diversão ao invés da dificuldade. Como se não bastasse, Tropical Freeze é o primeiro game da série em alta definição. Muitos jogadores nem colocaram as mãos neste game e a justificativa é que ele não é tão épico quanto a trilogia do SNES. Seja como for, Tropical Freeze é superior ao seu antecessor e um dos games mais divertidos e encantadores do Wii U. Em algumas horas será como relembrar os áureos tempos do SNES.

 

Super Smash Bros.

super_smash_bros-_wii_uTal como nos demais jogos da franquia Smash Bros. este aqui é uma das mostras de que a Nintendo ainda tem algumas cartas na manga. Afinal, quem poderia imaginar um embate entre o cachorro de Duck Hunt e o treinador do Wii Fit? A tela de seleção é a maior de toda a franquia, contando com quase todos os personagens de todos os demais games Smash Bros. Não fosse o suficiente, esta versão tem vários bônus, segredos desbloqueáveis e um combate divertidíssimo.

 

Monster Hunter 3 Ultimate

wiiu-monster-hunter-3-ultimateMonster Hunter 3 Ultimate é considerado por muitos como o maior e melhor game da franquia da Capcom. São centenas de criaturas para enfrentar e um clima de mundo aberto gigantesco. São criaturas para enfrentar em diversos ambientes, tais como oceanos, geleiras, cavernas e florestas. Os controles inovam graças à tela sensível ao toque e as habilidades e armas são bastante divertidas de utilizar. O game traz centenas de missões e subquests para completar. Se você é do tipo aventureiro e gosta de fazer centenas de coisas, Monster Hunter 3 é um prato cheio.

Ah, o canal Versus o Mundo também selecionou alguns games do Wii U que merecem destaque, confira abaixo:

Top 10 : Indie games para 2016

Os jogos indie prometem roubar muito das atenções do público gamer para o ano de 2016. Prova disso são os títulos que listamos abaixo. São games que prometem fazer bastante sucesso de crítica, público e comercial seja pelo conceito inovador, pela jogabilidade curiosa ou pelo enredo ambicioso. Pode ser que ao final do ano algum outro game indie faça mais sucesso que qualquer um desta lista, mas seja como for, estamos com atenção especial voltada para estes jogos.

Abaixo só tem lançamentos internacionais, mas estamos preparando uma lista de jogos indie nacionais com lançamento para este ano. Se você tem algum jogo para a temporada, mande-nos algum material de divulgação!

 

Mighty No. 9

Might N9

Plataformas: 3DS, Mobile, PC, PS3, PS4, PSVita, X360, XO, Wii U | Editora: Deep Silver

Keiji Inafune sempre quis seguir com os jogos da franquia Megaman, mas por razões desconhecidas a Capcom relegou seu mascote ao limbo e isto causou a ruptura entre o mítico desenvolvedor e o estúdio. Em 2013, Inafune deu sua resposta à Capcom com o projeto Might No.9, um jogo que tem tudo de Megaman, desde seu estilo artístico ao gameplay (praticamente não existem diferenças). Mas não acuse Inafune de falta de criatividade ainda: se No. 9 for triunfal do gênero plataforma de ação em 2D. Quem sabe a Capcom não lança um Megaman após isso, só para rivalizar com o título de Inafune?

 

Last Year

Last Year

Plataformas: PC | Editora: Elastic Games

Last Year é um multiplayer online para 6 jogadores com foco em sobrevivência. O grande diferencial é que 5 dos jogadores deve sobreviver, enquanto que um deles desempenha o papel de um serial killer. É como ser jogado no meio de Sexta-feira 13 com os amigos. Para sobreviver é imprescindível cumprir uma série de objetivos. E sim, pode esperar todos os clichês clássicos de filmes de horror, como adolescentes, assassino vestindo máscara, lugares impróprios para férias etc.

 

The Forest

The Forest

Plataformas: PC, PS4 | Editora: Endnight Games

The Forest coloca o jogador no meio de uma área florestal após um acidente de avião. No local residem mutantes canibais que perseguem o jogador assim que o sol se põe, mas são bastante pacíficos durante o dia. O ciclo dia/noite é o grande chamariz do jogo, pois durante o dia as horas devem ser gastas criando equipamentos para se defender à noite. Entretanto, a Endnight Games pede que o jogador não seja tão apressado antes de tirar conclusões acerca do comportamento desses canibais noturnos: no primeiro encontro eles tentam se comunicar com o jogador e durante os combates eles ficam mais preocupados em defender-se do que atacar. A ideia é que o jogador tire conclusões se a verdadeira ameaça são essas estranhas criaturas, ou se a verdadeira ameaça é você.

 

Death’s Gambit

Deaths Gambit

Plataformas: PC | Editora: White Rabbit

Death’s Gambit pode ser resumido como a fusão entre Shadow of the Colossus, Super Metroid e Castlevania. Nele você é um guerreiro que recebe a missão de matar criaturas gigantescas em um planeta alienígena de aspecto medieval. Parece muito louca a mistura, não? Mas funciona. Os elementos de action-rpg garantem que o jogador vai se divertir e passar raiva na mãos dos inúmeros inimigos que inundam o cenário. A pixel art garante ainda contribui para dar ao game aquela sensação de que este é jogo seria um dos melhores da geração 16 bits.

 

Kodoku

Kodoku

Plataformas: PSVita, PS4 | Editora: Carnivore Studios

Kodoku é um título independente da Carnivore Studio, do Japão. Nele, você explora uma ilha sinistra em busca de um misterioso livro. O problema é que a ilha está repleta de criaturas do folclore japonês. A arte do jogo é a parte mais interessante, tirando um pouco o fator aterrorizante, para algo mais próximo de um anime. Outra coisa que vai destacar Kodoku de outros jogos indie é o gameplay baseado em stealth: não há armas a serem usadas contra os espíritos. O objetivo é que o jogador, ainda que indefeso, possa passar pelas assombrações através de inteligência e um pouco de sorte.

 

Alisson Road

Alisson Road

Plataformas: PC | Editora: Lilith

O cancelamento de Silent Hills foi um dos golpes mais duros que a comunidade gamer já levou em décadas. Mas nem tudo está perdido: um grupo de fãs decidiu continuar o legado deixado pela demos de Hideo Kojima e decidiu criar seu próprio game aos moldes de P.T. Alisson Road tem uma casa medonha, puzzles a serem resolvidos , um enredo minimalista e um loop perturbador. Apesar de ter começado como um projeto do Kickstarter os produtores conseguiram o financiamento, então pode ter certeza que a Lilith não vai cometer o mesmo erro da Konami.

 

Enter the Gungeon

Enter the Gungeon

Plataformas: PC, PS4 | Editora: Devolver Digital

Este dungeon crawler é o mais visceral que você pode conhecer: o objetivo é explorar labirintos e masmorras altamente bélicas. Sim, os corredores estão armados até os dentes com armas de fogo, explosivos, armadilhas e inimigos numerosos. Para sobreviver, o jogador também tem a seu dispor um arsenal incrível, fazendo com que a passagem pelos ambientes seja marcado por muita morte e destruição. O jogo tem um aspecto trazido dos 16 bits e a chuva de tiros e explosões parecem inspiradas pelos clássicos shmups. Este crawler deveria ter sido lançado em 2015, mas a produtora decidiu atrasá-lo para otimizá-lo ao máximo.

 

Cuphead

Cuphead

Plataformas: PC, XO | Editora: Microsoft

À primeira vista, Cuphead parece um daqueles desenhos toscos da década de 30, mas basta uma olhada mais atenta para constatar que o jogo não tem nada de arcaico. Na verdade este jogo é uma conquista tecnológica da nova geração, pois ele não apenas realiza o sonho de um desenho jogável, como também o faz com honrarias: centenas de coisas ocorrem na tela ao mesmo tempo e os inimigos movem-se de maneira tão natural quanto se estivesse vivos. A trama gira em torno de Cuphead, uma criatura que deve derrotar inúmeros chefões para pagar uma dívida com o diabo. Já é cotado como o indie mais aguardado do Xbox.

 

No Man’s Sky

No Man Sky

Plataformas: PC, PS4| Editora: Hello Games

Jogos de mundo aberto ficarão arcaicos depois que No Man’s Sky for lançado, pois o jogo da Hello Games disponibiliza nada menos que um universo inteiro para o jogador explorar. De acordo com a desenvolvedora, o game pode contar com mais de 18 quintilhões de planetas, cada um deles com seu próprio ecossistema e formas de vida. Os momentos de ação estarão garantidos durante as batalhas contra criaturas hostis ou nos combates espaciais à lá Star Wars. O objetivo é chegar até o centro da galáxia, mas isto deve tomar cerca de 40-100 horas, se o jogador não entrar em missões paralelas. Adeus vida social!?

 

Hyper Light Drifter

Plataformas: PC, PSVita, PS4, XO, Wii U| Editora: Heart Machine

O jogo é um action RPG com aspectos da geração 8-16 bits, com fortes influências de Zelda e Diablo. Este viés possibilitou que o jogo fosse financiado rapidamente através do Kickstarter e ultrapassasse em mais de 20 vezes o valor solicitado pelos produtores. O jogo acompanha a aventura de Drifter, um jovem que explora um mundo de fantasia para livrar o mundo de uma ameaça perigosíssima. O roteiro é bem datado, mas a releitura da jornada do herói é enaltecida graças ao visual da era 16 bits. Na verdade a produtora Heart Machine criou o jogo idealizando como seria um jogo ideal do Super Nintendo.

Abaixo tem o trailer do indie Hyper Light Drifter:

Já estão abertas as inscrições para o 12º IMGA Awards

Já estão abertas as inscrições para o International Mobile Gaming Awards (IMGA), o prestigiado prêmio que reconhece os melhores jogos criados para plataformas mobile. O “IMGA” chega à sua décima segunda edição, fixando-se como o mais antigo e prestigiado evento a contemplar jogos para dispositivos mobile.

As inscrições para o IMGA Awards estão abertas desde o dia 30 de setembro e podem ser efetuadas até o dia 31 de dezembro. Assim que os jogos são recebidos eles são avaliados por um júri de especialistas da indústria. O mais interessante é que o IMGA costuma catapultar alguns dos jogos de maior sucesso da atualidade, tais como Angry Birds, Infinity Blade, Edge, Candy Crush, Monument Valley, Vainglory e The Walking Dead da Telltale.

A premiação é aberta para grandes estúdios, estúdios independentes e desenvolvedores solitários. Vale destacar que as inscrições podem ser feitas de qualquer país ou região. A única ressalva é que os jogos devem ter sido lançados em 2015 ou não ter sido publicado anteriormente em estado jogável.

Além do destaque proporcionado, o IMGA Awards chama as atenções para investidores e jogadores. Não por acaso, muitos games prestigiados por este prêmio conquistam contratos com grandes publishers. Para ter ideia da importância, apenas na edição passada foram mais de mil inscritos em todo o mundo. Apenas quatorze deles receberam os devidos prêmios em março deste ano, em cerimônia realizada em San Francisco. Já pensou se seu jogo é um dos eleitos?

As inscrições devem ser realizadas apenas no site oficial do IMGA até 31 de dezembro de 2015.

Top 10: os melhores jogos do estilo sandbox

Jogos ao estilo sandbox (não sabe o que é um jogo sandbox?) são bastante populares hoje em dia e sempre que um novo é lançado os fãs de jogos eletrônicos entram em polvorosa. Em geral esses títulos conseguem boas vendagens e acabam virando uma franquia. Entretanto, ao contrário do que muitos pensam, jogos sandbox não se resumem apenas em GTA e Saints Row. Na verdade esse é um nicho bastante disputado e que já rendeu jogos memoráveis.

Pensando nisso, decidimos eleger os dez maiores sandbox dos últimos tempos. Lembre-se: essa é a opinião do autor e não reflete a verdade absoluta. Não deixe de comentar o post. ;)

Minecraft | Mais informações?

Minecraft é atualmente um dos jogos mais populares do mundo e os motivos são bastante diversificados. Ao contrário dos outros jogos que compõem esta lista, Minecraft não tem um objetivo principal definido e nem mesmo um mapa de jogo fixo. Na verdade, cabe ao jogador criar seu próprio mundo e seus objetivos, mais ou menos como ocorre em jogos de administração como Sim City e Populous.

O macete é que Minecraft é um sandbox bastante divertido e com possibilidades quase ilimitadas. À primeira vista os gráficos não agradam, mas depois o jogador se acostuma com o pixel art saltada. Não por acas, o jogo possui muitos fãs ao redor do mundo e centenas de youtubers criam canais dedicados exclusivamente ao jogo.

Saints Row 4 | Mais informações?

Saints Row surgiu em 2006 como um clone de GTA, de modo que era difícil dizer que o título tinha identidade própria. Foi apenas em 2011 que a franquia conseguiu sair da sombra do jogo da Rockstar, graças à Saints Row: The Third, que deixou o tom sério de lado e abraçou de vez o espírito da galhofa.

Saints Row 4 esculhamba de vez essa veia cômica e apresenta muitas situações absurdas e hilárias. Tem tudo o que o jogador pode querer de um game de zoeira: missões sem noção, violência gratuita, invasão alienígena, superpoderes, destruição etc. Claro que o jogo tem cara de DLC quando comparado com The Third, mas o game mostra-se um produto sem limitações criativas. Não é o melhor sandbox que foi criado, mas é provavelmente o mais engraçado que você verá em muitos anos.

Assassin’s Creed IV: Black Flag | Mais informações?

Black Flag é muitas vezes subestimado pelos jogadores e fãs antigos da franquia Assassin’s Creed. Mas não podemos culpa-los: o segundo game da franquia foi um divisor de águas. Ainda assim o quarto game consegue superar com folga todos os outros da série. Sabe o por quê? Cenários belíssimos, centenas de coisas para se fazer, a ambientação pirata, poucas restrições e o maior mundo de jogo da franquia já criado pela Ubisoft.

Navegar pelos oceanos é uma tarefa divertida e bastante recompensadora, principalmente para quem curte histórias de piratas e a ambientação do Caribe. As personagens apresentadas também são bastante cativantes e dão o tom certeiro para uma aventura sórdida e adulta. Quem compara este jogo a Piratas do Caribe precisa rever seus conceitos, pois o game aqui é bem menos engraçado.

Fallout 3 | Mais informações?

Quando a Bethesda comprou a franquia Fallout da Interplay, muitos estavam céticos quanto ao futuro da série. E não era para menos: Fallout nunca fora considerada uma franquia grande e Fallout 2 tinha quase dez anos de seu lançamento. Contudo a Bethesda conseguiu surpreender: Fallout 3 colecionou notas altas da imprensa e foi ovacionado pelos jogadores.

Fallout 3 coloca o jogador na cidade de Washington D.C do ano 2277, que fora devastada por uma guerra nuclear contra a China. O mundo do jogador é totalmente desesperançado e este clima é reforçado pela paleta de cores monocromática do jogo. Há diversas missões que testarão as habilidades de sobrevivência do jogador: ao longo da aventura o jogador enfrenta super-humanos e estranhas criaturas criadas pelo holocausto nuclear. O game é uma obra prima e precisa ser conhecido por todos os fãs de RPGs e de aventuras em mundos futuristas.

Far Cry 3 | Mais informações?

Far Cry 4 é considerado o melhor da franquia graças aos avanços técnicos conquistados pela Ubisoft ao longo dos anos em que esteve em desenvolvimento. Todavia, é necessário ressaltar as qualidades de Far Cry 3, pois ele é genuinamente o game que deu o “grande salto” para a franquia.

Far Cry 3 era como entrar num parque de diversões totalmente aberto para exploração e caça. O game conta com uma narrativa das mais instigantes da geração passada, gráficos que puxam as plataformas ao limite e aspectos técnicos que não deixam nada a desejar. O jogou mostrou sozinho que um FPS não precisa necessariamente de centenas de inimigos no cenário para cativar os jogadores, nem de gráficos ultrarrealistas para ser um sucesso. Quem não jogou não sabe o que está perdendo.

Red Dead Redemption | Mais informações?

Red Dead Redemption chegou ao mercado em 2010 e rapidamente tornou-se um dos games mais adorados da geração passada e um dos melhores games já criados pela Rockstar. Longe do estigma de ser um GTA no velho Oeste, Red Dead tem identidade própria e elementos que o classificam como um verdadeiro must buy.

Apesar de não oferecer a mesma variedade de outros games desta lista, o jogo possui um mundo vasto e bastante divertido de se explorar: são três regiões fictícias (New Austin, Nuevo Paraiso e West Elizabeth) que somam cerca de 30 milhas quadradas. A Rockstar já tinha expertise neste estilo de jogo, deste modo, Red Dead Redemption possui centenas de missões a serem completas e personagens carismáticos.

Skyrim | Mais informações?

Quando a Bethesda lançou Skyrim, muitos jogadores sabiam que algo grandioso estava por vir, afinal a empresa havia lançado anos antes alguns clássicos muito bem sucedidos como Fallout 3 e Elder Scrolls IV: Oblivion. O que as pessoas não esperavam é que o game fosse colecionar tantas ovações: foi o primeiro game ocidental a receber a lendária nota 40/40 da revista Famitsu, só para ter ideia. No Metacritic o game está ranqueado com a nota 96/100 (uma das mais altas já listadas).

A recepção da crítica especializada foi altamente positiva, assim como a recepção do público: mais de 20 milhões de unidades vendidas até hoje. O entusiasmo dos jogadores somente era comparável à febre que jogos do calibre de Ocarina of Time e GTA: San Andreas conquistaram em suas respectivas épocas. Ainda hoje o game é jogado por milhões de jogadores graças às expansões que foram lançadas ao longo dos anos, além de mods que a própria comunidade criou. Um verdadeiro clássico!

The Witcher 3 | Mais informações?

Este é o game mais recente de nossa lista e, apesar de parecer um claro caso de hype, a colocação é mais do que merecida. Quem jogou os dois games anteriores sabe que a CD Project RED trata seus produtos com muito cuidado e sempre prezou pela mais alta qualidade possível. Se havia um ponto a melhorar em The Witcher 2 era o fato de o game não ser de mundo aberto, pois a ambientação, sistema de combate e gráficos eram os melhores possíveis. Mas então veio The Witcher 3 para mudar isso.

O mundo de TW3 é enorme e bastante variado, há centenas de criaturas diferentes, histórias de personagens secundários, side quests, enfim. O game tem quase todos os elementos que os demais da lista possuem e a melhor ambientação de RPG que já vimos em muitos anos. Este jogo define o que é a nova geração.

Arkham City | Mais informações?

Batman Arkham City é considerado por muito como o melhor jogo de super-herói já lançado. O mapa do jogo não é dos maiores que já vimos, mas a prisão de Arkham City apresentada ao longo do game tem todo o clima soturno apropriado e que remete aos quadrinhos do Cavaleiro das Trevas. Aqui o jogador é confrontado por uma cidade abarrotada de vilões e criminosos da pior espécie. Praticamente não existem inocentes perambulando pelas ruas.

Ainda que o jogo não conte com o Batmóvel, a exploração através do planador é altamente satisfatória. Quando foi lançado em 2011, o título colecionou notas altíssimas e foi considerado o “jogo do ano” por diversas publicações. A Rocksteady já tinha alcançado fama mundial com o predecessor (Arkham Asylum), mas foi com Arkham City que o estúdio posicionou-se como uma dos principais produtores de jogos do mundo.

GTA V | Mais informações?

Como não ter um GTA na lista dos melhores e mais bem sucedidos sandbox de todos os tempos? Nossa única dúvida era qual dos games da franquia deveria ser relacionado. GTA San Andreas é o grande clássico, GTA IV elevou o nível, GTA Vice City tem o melhor clima. Mas é GTA V que conta com o melhor conjunto: são horas e horas de missões, três protagonistas, histórias cativantes, uma cidade vibrante, gráficos de babar, muitos veículos etc.

O game conquistou as melhores vendas em seu ano de lançamento (vencendo a disputa contra o outro best seller Call of Duty). Como se não bastasse, o game colecionou notas altíssimas, não por acaso o game foi lançado também para os consoles de nova geração. GTA V é sem dúvidas um dos games mais bem recomendados já lançados, dentro ou fora do gênero sandbox.

The Great Prank War da Aquiris Game Studio está na seleção do Melhor de 2014 da App Store

Mais um motivo de orgulho para os desenvolvedores do Brasil: o jogo The Great Prank War está na seleção dos Melhores de 2014 da App Store. O game foi desenvolvido pela Aquiris Game Studio de Porto Alegre e é fruto de uma parceria com a Cartoon Network baseado no desenho animado “Apenas um Show”.

O jogo é do gênero Tower Defense Tug of War e retrata a turma do desenho em uma batalha pelo parquinho que foi tomado pelo vilão Gene. O game já é sucesso de público e crítica e, inclusive, na ocasião do lançamento foi um dos aplicativos mais baixados na América Latina na plataforma iPad.

“A Aquiris está extremamente orgulhosa de ter “The Great Prank War” na lista “O Melhor de 2014 da App Store”. Chancela o trabalho de nível global que estamos fazendo aqui no Brasil”, explica Sandro Manfredini, Diretor de Negócios do estúdio.

Como se não bastasse, outro game da Aquiris também conquistou o sucesso de público: Copa Toon está entre os 50 apps mais baixados do ano e, na ocasião de seu lançamento, foi o game mais baixado na América Latina para a plataforma iPad.

Abaixo está o trailer de The Great Prank War:

Divulgados os finalistas da categoria games do Prêmio Brasil Criativo

A área de games é uma das categorias contempladas no prêmio Brasil Criativo da Economia Criativa. Foram divulgados os três games que concorrem ao prêmio de melhor jogo. Entre eles estão: Can Game, da start up pernambucana Life Up; Contos de Ifá, iniciativa da Ilê Axé Oxum Karê, do Centro Cultural Coco de Umbigada de Guadalupe, em Olinda, e pela 3Ecologias; e o game Satolapp, da Agência Pulp. O prêmio será entregue no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo hoje, no dia 03/12/2014.

Para quem não conhece, Can Game é um jogo para Kinect que propõe novas experiências no aprendizado e tratamento do autismo através do brincar. Com acompanhamento remoto de médicos, educadores e da própria família, o jogo promove autonomia e desenvolvimento cognitivo social do paciente sem qualquer constrangimento.

Já o game Contos de Ifá é um webgame educativo de aventura que possui como temática a mitologia afro-brasileira. É também laboratório para professores da rede pública focado no uso do jogo como ferramenta pedagógica em sala de aula e como metodologia para a construção, junto aos alunos, de novas histórias-jogos para a plataforma.

Por fim, Satolapp é um game mobile que incentiva os usuários, através de vantagens e premiações, a frequentar os estabelecimentos culturais da sua cidade. Organizado em seções como Gastronomia, Cinema e Literatura, o aplicativo transforma os estabelecimentos em pontos de Check-in. À medida que passeia e conhece os lugares, o usuário pontua no Ranking Cultural da cidade – que premia os líderes mensal e anualmente – e recebe vantagens em tempo real oferecidas pelos próprios estabelecimentos.

O prêmio Brasil Criativo serve para homenagear ícones culturais do ano que prezam pele criatividade como solução para o desenvolvimento da Economia Criativa no Brasil. Além dos jogos eletrônicos, fazem parte categorias como gastronomia, teatro, dança arquitetura, entre outras.

Os premiados receberão um prêmio em dinheiro – serão ao todo R$ 100 mil divididos entre todas as categorias– e 40 horas de capacitação, com objetivo de aprimorar e fortalecer o seu empreendimento, além do reconhecimento do Ministério da Cultura pela consistência do projeto. O Prêmio Brasil Criativo foi idealizado e é realizado pelo Project Hub e produzido pela Muda Cultural.

Prêmio Brasil Criativo: vídeo Can Game