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Top 10: Os games mais empolgantes da E3 2018

A E3 2018 já acabou, mas resolvemos compilar quais foram os dez games mais marcantes do evento americano. Colocamos apenas games que tiveram partes do gameplay divulgados, então não espere ver os recém-anunciados Halo Infinite ou  The Elder Scrolls VI.

Ainda assim, a E3 2018 revelou tantos games de alta qualidade que foi difícil compilar uma lista de apenas dez games.
Confira abaixo os dez games mais bacanas apresentados na E3 2018:

Sekiro: Shadows Die Twice

A FromSoftware já está posicionada como uma das melhores produtoras de games da atualidade graças à franquia Dark Souls. Muitos acreditavam que a hegemonia da produtora no ramo de RPG de ação estaria em risco desde que a Team Ninja entregou o ótimo Nioh. Para complicar ainda mais o cenário, Nioh 2 foi anunciado e conquistou bastante atenção do público e da imprensa durante a E3. Mas eis que a FromSoftware anunciou um novo game chamado Sekiro: Shadows Die Twice.

O título segue o estilo Souls, porém com samurais e um combate muito mais voltado para a o stealth do que seus primos mais velhos. É como se a produtora juntasse o melhor de Dark Souls e Tenchu, que, aliás, também passou pelas mãos da FromSoftware. Pelo que o gameplay mostrou, podemos esperar um dos jogos mais desafiantes e divertidos da geração.

 

 

Devil May Cry 5

A Capcom não lançava um novo DMC desde 2013 (o infame reboot). Considerando que o ultimo game seriado da série foi Devil May Cry 4 em 2008, podemos contar que a franquia não recebe algo completamente inédito há mais de 10 anos. Então dá para entender a comoção e alegria quando o anúncio foi feito durante a E3 2018.

Sabe-se que os jogadores podem controlar a dupla Nero e Dante e que muita da ação deve ocorrer em ambientes urbanos contra chefões gigantescos e dificílimos de bater. A expectativa é que o jogo seja um dos mais fotorealistas  que a Capcom já produziu, graças ao potente motor gráfico RE Engine.

 

Kingdom Hearts 3

Tetsuya Nomura atrasou muito o desenvolvimento de Kingdom Hearts 3. Podemos desculpar o desenvolvedor, afinal ele entregou o ambicioso Final Fantasy XV recentemente. Finalizado o projeto, chegou a vez de se dedicar ao crossover mais amado do mundo dos jogos. Os trailers apresentados deixaram claro uma coisa: as recentes compras que a Disney fez nos últimos anos foram extremamente positivas para Kingdom Hearts.

Aqui você vai ver o trio Sora, Pateta e Donald interagindo com personagens dos mundos de Frozen, Toy Story, Monstros S.A, entre outros. Infelizmente a transição entre mundos ainda se dá pela Gummi Ship. Ainda assim, a jogabilidade parece muito fluída e divertida. A expectativa é que KH3 seja um dos maiores jogos já produzidos pela Square-Enix e um passo importante para popularizar ainda mais os RPGs de ação.

 

 

Forza Horizon 4

Ainda que a Microsoft tivesse em suas mangas os ótimos Halo Infinite e Gears 5, podemos apostar que o grande carro chefe do Xbox One para a próxima temporada será Forza Horizon 4. Os três capítulos anteriores já se mostraram títulos quase perfeitos e a Playground Games parece evoluir ainda mais a cada novo episódio. De acordo com informações prévias, o título terá nada menos que 450 carros, o que torna um dos jogos com mais conteúdo que já vimos.

Outro detalhe importante: há variações de tempo e de estações do ano, o que interfere diretamente na direção dos bólidos. O nível de detalhes está absurdo. Você pode ver rachaduras no asfalto se movimentar o veículo mais devagar, além de efeitos de luz e sombra embasbacantes. Compra certa.

 

 

Resident Evil 2

A Capcom geralmente demora alguns bons anos para mexer com sua franquia mais famosa e isso tem um motivo: não estragar uma franquia tão adorada. Claro, muitos podem apontar o dedo para alguns jogos terríveis como Operation Raccoon City ou Gun Survivor e dizer que a produtora nem sempre teve cuidado com a série, mas a impressão é que a empresa aprendeu com os erros do passado.

Resident Evil 2 é naturalmente o remake do segundo jogo, mantendo o mesmo roteiro e acontecimentos vivenciados por Leon e Claire em 1998. A diferença é mais do que gráfica, a ação é mais intensa, o clima de horror é mais palpável e a Capcom até prometeu que algumas coisas estarão bem diferentes do que os jogadores se lembram. A intenção é que os jogadores antigos não tenham a sensação de estar jogando um game requentado.

 

Super Smash Bros. Ultimate

A primeira coisa que você deve ter em mente ao comprar Super Smash Bros. Ultimate é que você precisa vender urgentemente os seus outros jogos da franquia no Mercado Livre. Sim, você não precisará mais deles, afinal a Nintendo confirmou que TODOS os personagens vistos nos títulos anteriores estarão em Ultimate. Isso significa 68 personagens, incluindo os convidados especiais como Snake, Bayonetta e Cloud Strife.

O destaque mesmo é a chegada de novos combatentes como os Inklings de Splatoon, Ridley da série Metroid e a nova versão de Link em Breath of the Wild. Além disso, os jogadores poderão aproveitar as funções do Switch para desafiar os amigos em combates de até quatro jogadores certamente este será mais um system seller do Switch. O game chega ainda em dezembro deste ano.

 

Anthem

A EA não foi bem na E3 e a Bioware pisou na bola com Mass Effect Andromeda. Dito isto, é de se esperar que as duas empresas não pouparão esforços para entregar o melhor jogo possível. Felizmente, os trailers de Anthem nos induzem a pensar que os objetivos serão alcançados. Aqui temos um mundo aberto vasto, bonito e repleto de coisas a se fazer.

Muito do mote do jogo é envolto em partidas multiplayer, tal como em Destiny. Mas o jogo da Bioware parece seguir uma direção diferente, ainda que interligue os RPGs e o tiroteio típico dos TPSs. A verdade é que Anthem está muito voltado para a exploração e em dar aos jogadores a liberdade que Andromeda não deu. Se os planos derem certo, aqui teremos um grande retorno para a Bioware.

 

 

Ghost of Tsushima

A grande surpresa da coletiva da Sony foi Ghost of Tsushima. É claro, The Last of Us 2 é o grande jogo para a temporada da Sony, mas é em GoT que os fãs do Playstation podem ver algo novo despontar. O título busca inspiração em Akira Kurosawa, importante diretor do cinema japonês, para seu roteiro.

Os jogadores acompanham a história de Jin, um samurai que deve desafiar o poderoso exército mongol para defender seu povo. Bem vago, hein? O importante é que o gameplay mostra algo de Dark Souls com combates mais estratégicos. Os gráficos estão incríveis e a ação é desenfreada. A Sucker Punch aprendeu bastante com as entregas de Infamous, então podemos esperar um mundo aberto fluído, sempre em transição e brutal. E, caras, olhem as folhas!

 

 

The Last of Us 2

Para muitos o melhor jogo da geração passada foi The Last of Us. Talvez ele não seja (talvez), mas certamente foi um dos melhores que já vimos. A Naughty Dog se tornou o principal estúdio do catálogo da Sony e um dos melhores do mundo. Só por isso, não tem como não ficar empolgado com qualquer coisa que esses caras estejam fazendo. Felizmente o hype não se apoia apenas no nome da produtora: o trailer revelado na E3 mostra que a produtora vai apostar alto no stealth.

Pudemos ver que Ellie é uma matadora atroz e que a vida da garota não será nada fácil. Mas, ei, onde está Joel? O que houve com ele? Quem é a garota que beija Ellie? Será que vamos ver o desenrolar das mentiras contadas ao final do game anterior? Muitas perguntas e poucas respostas, hein. A única coisa que podemos dizer com certeza, é que este promete ser ainda mais emocional, visceral, escuro, sombrio, melhor.

 

 

Shadow of the Tomb Raider

Lara Croft é outra que sofre e parece não ter descanso. As duas últimas entregas de Tomb Raider foram sensacionais e construíram toda uma nova base de fãs para a franquia. Então não é absurdo que a Square-Enix queira investir na heroína. Os experimentos em Rise of the Tomb Raider serviu para mostrar que é possível levar a Lara para direções mais sombrias (beirando até o horror).

Pelo que o trailer mostrou, Lara é o centro da ação. É ela que move a trama e comete erros que dirigem toda a trama. Cabe à heroína evitar que os inimigos tirem proveito de uma cultura há muito esquecida. Podemos esperar por ambientes vastos e bem desenvolvidos, com muitos detalhes e uma ação desenfreada.  Os produtores disseram que Shadow of the Tomb Raider encerra um ciclo para Lara, mas não se preocupe. Este não será o último game da personagem mais reconhecível dos jogos digitais.

Top 10: Games mais aguardados para 2018

O ano 2018 começou. Você já sabe quais os games que devem fazer bonito nesta temporada? Preparamos aqui um guia dos jogos mais aguardados e que tem tudo para fazer bonito neste ano. Claro que alguns podem se mostrar grandes decepções, além da possibilidade se aparecer surpresas ao longo dos meses, mas baseando-se no que já foi apresentado até aqui, estes são os games que mais estamos ansiosos para ver em 2018.

Confira abaixo os dez games mais aguardados para 2018:

 

Shadow of the Colossus

Sim, Shadow of the Colossus não é exatamente uma “novidade”, visto que já sabemos o que esperar do jogo desde a era 128 bits. Mas vamos lá, Shadow of the Colossus é um dos melhores games de todos os tempos e um dos poucos games considerados obras de arte interativas. Aqui podemos ver toda a glória da obra de Fumito Ueda rodando na melhor resolução possível.

O mundo aberto, a trilha sonora e as batalhas emocionantes cativaram os jogadores por muitos anos. Ao que parece o game não vai ganhar novidades como os míticos colossus perdidos, mas ainda assim não podemos deixar de ficar animados com a volta de Wanda e sua aventura para salvar sua amada. Se você nunca jogou este clássico do PS2, esta é a chance, afinal Shadow of the Colossus foi tão importante em sua época que era comparado com a franquia Zelda, da Nintendo, graças a sua grandiosidade.

 

Anthem

A Bioware sabe que pisou na bola com Mass Effect Andromeda e a intenção com Anthem é recuperar a honra do estúdio. Seguindo uma premissa parecida com a de Destiny, Anthem coloca os jogadores em um RPG de ação cooperativo em uma exploração por mundos alienígenas. Você escolhe uma classe e as habilidades de cada uma delas são importantes para vencer os mais estranhos desafios.

Parece que a Bioware está mirando os fãs de sci-fi, além de quem se desapontou com Destiny 2. Cada freelancer possui uma javali (o traje mecânico), que é customizável e pode trazer vantagens importantes. A expectativa é que a EA tenha aprendido a lição com os polêmicos lançamentos de Mass Effect Andromeda eStar Wars Battlefront II e pare de extorquir a comunidade ou entregar produtos pouco otimizados. Se entregar o que foi prometido, Anthem tem um futuro bastante promissor.

 

Metro Exodus

O terceiro game da franquia Metro chega para trazer ares mais sombrios para a obra de Dmitriy Glukhovskiy. O trailer revelado mostra que o jogo deve ser um dos mais apavorantes de 2018, com muitos jump scares e uma ambientação pesada. A ambientação mantém o clima pós-apocalíptico devastado por uma guerra nuclear. Neste mundo desesperançoso surgem criaturas mutantes sedentas por sangue.

Cabe ao jogador encarnar um dos sobreviventes da guerra e atravessar os túneis escuros do que um dia já foi a Rússia. O final de Last Light apenas serviu para deixar a comunidade ansiosa por uma sequência. De acordo com o que foi mostrado, os elementos de furtividade serão ainda mais onipresentes, ou seja, não é nada esperto sair atirando feito louco pelos túneis escuros.

 

Kingdom Hearts 3

Tetsuya Nomura vêm prometendo Kingdom Hearts 3 desde a primeira geração de games do PS4, mas a produção de Final Fantasy XV tomou muito de seu tempo. Agora com o campo livre para se dedicar a KH3 esperasse que o game saia até o final de 2018 (vamos torcer). O título coloca o usuário da Keyblade (Sora) e seus amigos Pato Donald e o Pateta em uma aventura através dos mundos mágicos da Disney.

Este será o primeiro Kingdom Hearts da série principal desde que a Disney comprou os direitos de Star Wars e toda a divisão Pixar. Ainda é cedo para dizer, mas a comunidade espera que a Square-Enix explore elementos destes jogos (Toy Story já está confirmado). Quem sabe, dependendo do andamento da produção, possamos esperar alguns easter eggs sobre possíveis aparições do mundo de super heróis da Marvel? Não custa sonhar, mas pelo que se espera, este será um dos games mais divertidos do gênero RPG dos próximos anos, saindo um pouco do mote obscuro que domina o gênero atualmente.

 

State of Decay 2

Uma das maiores surpresas da última década foi State of Decay, uma espécie de GTA ambientado em um mundo pós-apocalíptico infestado de zumbis. A ideia é colocar os jogadores em um mundo totalmente aberto, mas ao invés de brigar entre si com em PUBG (outro fenômeno a ser estudado), aqui a ideia é cooperativo.

Com o devido apoio da Microsoft e o novo poder de processamento do Xbox One, a expectativa é que State of Decay se torne uma das franquias mais importantes para quem curte multiplayer online. Espera-se um mundo explorável ainda maior que a do primeiro game, então pode esperar por muita ação e diversão. Ah, vale lembrar que o título terá foco na  construção de uma comunidade de players, onde as habilidades únicas de cada personagem são importantes para deter as hordas invasoras de zumbis. 

 

Marvel`s Spider Man

Desde o lançamento de Batman Arkham Asylum nunca houve um jogo de super heróis tão impactante, porém a expectativa é que finalmente a Marvel tenha um game para rivalizar com a qualidade do Cavaleiro das Trevas. A movimentação pela cidade de NY parece impressionante, tal como a escolha de personagens, vilões e mecânica de combate.

Uma das principais críticas que a comunidade tem feito desde os trailers de revelação são sobre a quantidade de QTEs (quick time events), mas a Insomniac Games já garantiu que o jogo não tem tantas QTEs assim. Ah outra boa notícia é que o mapa do jogo promete ser bastante grande, o maior já feito pela Insomniac. Se as promessas forem cumpridas, aqui está um game que todos os fãs do aracnídeo esperavam.

 

Dragon Ball FighterZ

Emu ma época que Street Fighter e Marvel vs Capcom são capazes de desapontar os jogadores, surge Dragon Ball FighterZ, que não apenas traz os lutadores mais poderosos da ficção, como também tem aquele sentimento perdido de jogos de luta árcade. FighterZ traz uma galeria vasta de personagens (espera-se que todo o elenco de DBZ e Dragon Ball Super esteja no game). Os combates lembram o clássico DBZ Budokai do PS2, porém com ação mais fluída.

Os combates são de 3×3 e as animações estão tão bonitas que até parecem episódios do anime. A Bandai Namco irá lançar FighterZ no dia 26 de janeiro e se tudo correr bem, este deve ser um dos queridinhos na temporada de eSports de 2018, afinal vale lembrar que Dragon Ball Super está a todo vapor e os fãs de Dragon Ball já estavam esperando por muitos anos por um game neste nível de qualidade.

 

Far Cry 5

A franquia Far Cry já é uma das melhores dos últimos anos. Após passarmos por ilhas desertas e pela idade da pedra, chegou a hora de uma abordagem mais moderna. Em Far Cry 5 os jogadores vão para a cidade de New Hope, Montana para assumir o papel de xerife. O maior desafio é capturar o líder religioso Joseph Seed, que formou um grupo racista com ideais apocalípticos (bastante inspirado em Charles Manson).

Assim como nos games anteriores, o jogador pode esperar uma inteligência artificial dos inimigos bastante aprimorada, além de uma história bem desenvolvida. A novidade fica por conta da possibilidade de personalizar o personagem, escolhendo gênero, cor de pele entre outras modificações.

 

God of War

O retorno da franquia God of War traz mudanças drásticas: Kratos está mais maduro e é acompanhado por seu filho Atreus. A ação deixa de lado o estilo hack ‘n slash dos títulos anteriores, ficando mais desacelerada e tática, quase como uma inspiração de Dark Souls. Como se não bastasse, a trama parece mais densa e deve explorar o relacionamento entre Kratos e seu filho.

Mas calma: de acordo com os produtores, o jogador não será babá da criança, já que Atreus realizará suas próprias escolhas durante o jogo. Ah, a nova abordagem na mitologia nórdica promete trazer um pouco de brisa fresca para uma franquia tão amada.

 

Red Dead Redemption 2

Um dos jogos mais bem produzidos da Rockstar foi Red Dead Redemption, não por menos a comunidade implorou por muito tempo que a produtora criasse uma sequência. Os pedidos serão atendidos em 2018 com algumas perfumarias bastante esperadas, como o novo modo multiplayer que servirá para complementar a campanha singleplayer. A trama gira em torno de Arthur Morgan, um membro da perigosa gangue Dutch van der , tendo de realizar diferentes missões em uma ambientação de velho oeste.

A expectativa da comunidade é bastante alta, pois nos últimos projetos a Rockstar conseguiu entregar produtos de extrema relevância, além de alcançar vendas impressionantes com GTAV. Muita gente aposta que RDR2 pode se tornar o jogo mais vendido de 2018, ainda que a concorrência seja bastante alta.

BGS 2017: Startup apresentará dois games nacionais independentes a investidores e jogadores

A startup Game Nacional está na BGS 2017 (Brasil Game Show), maior evento de games da América Latina, apresentando dois novos jogos brasileiros a investidores e jogadores. A intenção é impulsionar a indústria local e tornar os games nacionais reconhecidos mundo a fora. Nesta edição da BGS serão mostrados dois games totalmente independentes.

“Os games previamente selecionados por nosso time passaram por um trabalho de advisor prestado pela empresa, durante o qual foram disponibilizadas ferramentas para apoiar o projeto, levando-o a um novo nível, para então serem apresentados para a mídia, investidores e jogadores”, explica Adriano Reis, fundador da startup Game Nacional.

John: The Zombie é um jogo 3D em mundo aberto, no qual o jogador é um zumbi que se alimenta de cérebros. Como cada cérebro tem memórias e características de seu dono, John acaba por incorporá-las, o que lhe dá inúmeras habilidades para serem usadas no jogo.

Adalbert é um game 2D em pixel art, no qual o jogador irá desvendar segredos, combater inimigos, superar obstáculos, resolver puzzles, descobrir segredos e cair em armadilhas “óbvias”, com controles intuitivos para os amantes de jogos retrô/clássicos. A aventura se dá no castelo “totalmente seguro” do Shamladorvius. O objetivo é coletar tangerinas e vencer os desafios, sem antes morrer centenas de vezes.

Dos nove jogos que estão atualmente no portfólio da Game Nacional, três já conseguiram aportes financeiros e estão passando por adaptações para serem lançados no mercado. Para conseguir os aportes, a Game Nacional opera como uma “corretora de jogos digitais”, atuando na venda e compra de projetos, em troca de uma porcentagem da transação.

Se você estiver na BGS não deixe de prestigiar esses dois jogos brasileiros no estande da Game Nacional. A área indie da BGS, aliás, promete uma série de jogos completamente inovadores e divertidos. Muitos dos games que aparecem lá costumam fazer grande sucesso semanas após o fim do evento.

Abaixo o trailer de John: The Zombie:

 

Brasil Game Show – BGS

11 a 15 de outubro, das 13h ás 21h.

Expo Center Norte, em São Paulo.

Finalistas do BIG Festival #04: Overcooked

A televisão brasileira está apaixonada por programas de culinária como Master Chef, Hell’s Kitchen e Programa da Palmirinha. Pois bem, foi com esse formato televisivo que a Ghost Town Games da Grã-Bretanha se inspirou para a produção de Overcooked, um dos jogos indicados ao título de Melhor Jogo do BIG Festival, o maior evento de jogos independentes da América Latina.

Overcooked coloca até quatro jogadores para comandar uma cozinha, preparando os vários pedidos em pouco tempo sem deixar a comida queimar. Basicamente é um jogo de cooperação e agilidade. Há vários obstáculos para atrapalhar a vida dos jogadores, tais como pouco espaço para trabalhar ou cozinhas divididas em duas partes separadas por caminhões e até mesmo uma passarela de pedestres. Há 28 cozinhas diferentes no modo campanha, então desafio é o que não falta.

O gameplay é bastante caótico e exige trabalho em equipe, de modo que seus amigos chefs devem preparar, cozinhar e servir uma variedade de pedidos saborosos antes que os clientes se impacientem. Para quem curte jogos cooperativos e jogabilidade rápida, Overcooked é um prato cheio, com o perdão do trocadilho.

O título é bem simples e a jogabilidade é dinâmica, de modo que os jogadores vão correr durante todo o tempo a fim de cortar tomates e cebolas a tempo de coloca-las na panela e em seguida entregar o pedido. Muito provavelmente os jogadores vão “bater cabeça” e discutir para definir uma estratégia vencedora, tal como ocorre nos programas de televisão mencionados acima.

Apesar de ser um game bem casual, Overcooked tem um enredo: o Reino da Cebola está em perigo e só a cozinha mais refinada poderá salvá-lo de um antigo mal comestível que devasta as diversas cozinhas do mundo. Sim, a trama é bem boba e sem sentido, mas esta falha é recompensada pela jogatina divertida.

Overcooked foi tão bem aceito que até ganhou os prêmios de melhor game e melhor jogo familiar no 13º British Academy Game Awards, em 2017. O game foi desenvolvido para privilegiar o multiplayer local cooperativo, porém há modos de competitivos e um singleplayer em que o jogador controla dois chefes simultaneamente. Infelizmente não há nenhum plano para multiplayer online no momento.

Abaixo você vê um gameplay hilariante que o Coisa de Nerd fez de Overcooked:

Os 5 melhores (e piores) momentos da Microsoft na E3 2017

A E3 2017 está a todo o vapor e dentre as três fabricantes de hardware já tivemos a apresentação da Microsoft ontem (11 de junho). A conferência foi marcada por novidades e muitos games. A Microsoft dedicou quase todo o espaço para mostrar jogos, e foram muitos jogos mesmo! Vai faltar tempo para jogar tanto jogo bom.

Como não poderia deixar de ser, também tivemos os detalhes do Xbox Scorpio, que já até ganhou um nome definitivo. Selecionamos aqui os cinco momentos mais legais da conferência da Microsoft e os cinco menos empolgantes.

Confira abaixo os “highlights” da apresentação da Microsoft na E3 2017:

 

Xbox One X

A Microsoft cumpriu a promessa: O Xbox One X (ex-Scorpio) é realmente muito poderoso e surpreendeu até os mais descrentes graças as suas configurações top de linha: são 12 GB de memória RAM e 6 teraflops de GPU. O aparelho é belíssimo, menor que o modelo S e totalmente compatível com acessórios dos modelos antigos.

E sim, ele roda os jogos a 4K com elementos gráficos exagerados (os efeitos de luz, sombras, reflexos e partículas é algo que você nuca viu). Já até saiu a data de lançamento (7 de novembro). Até o preço agradou (US$ 499), pena que no Brasil vai sair caro.

 

Retrocompatibilidade com o Xbox

A segunda melhor coisa da conferencia da empresa de Redmond foi ainda com relação com o Xbox One X: Phil Spencer anunciou que a plataforma será retrocompatível com a biblioteca do Xbox original. Ou seja, você vai poder jogar megassucessos como Jade Empire, Knights of the Old Republic, Conker Live & Reloaded, Pazer Dragon Orta e muitos outros.

Vale lembrar que os jogos do Xbox 360 já estão compatíveis com o One, deste modo, a plataforma da Microsoft possui a maior biblioteca de jogos compatíveis dentre os três consoles do mercado. Muita gente torce o nariz para essa ideia de jogar games antigos, mas a comunidade retrogamer agradece.

 

Forza Motorsport 7

O primeiro grande título do Xbox One X não podia ser melhor: Forza Motorsport 7 é a realização dos sonhos de qualquer aficionado por corridas e jogos foto-realistas. Sim, o game é bonito demais e serve para dar um norte das possibilidades do novo console.

O visual de mudança dinâmica de clima impressiona e dificilmente vamos ver algo mais impressionante no primeiro ano da plataforma. A Turn 10 é especialista em apresentar jogos com qualidade gráfica e de jogabilidade impecáveis. Quem não curte simulador, pode apenas imaginar o que esses caras vão fazer numa provável sequência de Forza Horizon.

 

Sequências matadoras

Muita gente reclama que o Xbox não tem jogos exclusivos e isso é bem verdade, mas ainda assim os jogos apresentados impressionaram. Alguns dos destaques são justamente sequências muito esperadas de jogos famosos, como Metro Exodus, Assassins Creed Origins, State of Decay 2, Ori and the Will of the Wisps.

O novo Ori, aliás, é sem dúvidas um dos melhores da conferência e apesar de não servir para mostrar as capacidades técnicas do One, ao menos diverte muito e tem todo o potencial para agradar os jogadores que investiram na plataforma.

 

Novas IPs

Por muitos anos se diz que a indústria está estagnada em velhas franquias. Isto não foi o que se viu na conferência da Microsoft, pois a empresa de Redmond mostrou um batalhão de novas IPs. Algumas já eram velhas conhecidas do público, como Cuphead e Sea of Thieves, mas se colocarmos na balança, fica claro que os produtores estão investindo em novas ideias e estão saindo do lugar comum.

Entre os jogos apresentados estavam PlayerUnknown’s Battlegrounds, The Darwin Project, Deep Rock Galactic, The Last Night, The Artful Escape, Super Lucky’s Tale, Ashen, Anthem. Vale dar um destaque especial para Code Vein, um game da Bandai Namco com uma estética bem parecida com Dark Souls.

 

E os cinco momentos menos empolgantes

 

Minecraft em 4K

Sim, Minecraft é um dos jogos mais populares do mundo e é fácil entender por que a Microsoft continua investindo pesado na marca. Entretanto é desapontador que a empresa tenha dedicado um tempo considerável para anunciar que o jogo estará em 4K.

Não nos entenda mal, mas um anúncio rápido teria sido mais efetivo e poder-se-ia utilizar esse tempo para mostrar mais um pouco de outros games que ficamos curiosos. Além de mostrar Minecraft em 4K, a Microsoft já falou que haverá cross-play entre todas as plataformas em que o jogo foi lançado (com exceção do PS4).

 

Crackdown 3

Crackdown 3 é vendido como um dos pilares do Xbox One desde sua apresentação em 2014. Dsde então o game está no limbo do desenvolvimento. A julgar pelo trailer (e a data de lançamento marcada para 7 de novembro), finalmente os jogadores poderão botar as mãos no produto. Mas ainda assim, ele não é bem o jogo para vender plataforma que a Microsoft precisa.

Além disso, pelo tempo em desenvolvimento e a promessa de utilizar a nuvem para gerar efeitos destruidores de ultima geração, parece que Crackdown 3 está longe de ser essa bola toda. Visualmente o game também decepciona. Resta torcer para que o fator diversão nos cale. Mas confesso que pelo gameplay, não fiquei muito animado.

 

Sea of Thieves só em 2018

Outra notícia triste foi que Sea of Thieves somente será lançado em 2018, sem mês definido. Este sim é um jogo que me deixou muito animado e gostaria de jogá-lo o quanto antes. Naturalmente o tempo maior em produção vai servir para polir arestas e tornar a experiência mais próxima da perfeição.

O vídeo mostrado na E3 teve quase 10 minutos e apresentou uma missão de caça ao tesouro com exploração, luta de espadas e bastante ação. Parece que a Rare acertou o passo dessa vez, uma pena ter de esperar tanto por um game tão promissor.

 

Nada de VR ou AR

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Uma dúvida ficou no ar ao fim da apresentação da Microsoft: será que a empresa desistiu dos óculos de realidade virtual e aumentada? Nas quase duas horas de conferência não se ouviu um pio sobre os planos ou jogos futuros que façam uso da tecnologia. E isto não foi apenas um problema da empresa, mas sim de todas as produtoras de jogos até o fechamento desta matéria.

O que acontece? Será que os desenvolvedores sacaram que este é um produto de nicho e resolveram abandonar o suporte, ou vão apenas deixar para mostrar jogos para os óculos em outros eventos futuros? Mistério!!!!!!!!!!

 

Microsoft foi “honesta demais”

A E3 é mais do que um evento de games, mas sim um evento para vender sonhos. A Sony sacou isso há alguns anos. Parece que a Microsoft ainda não entendeu, ou se recusa a dançar a mesma música que a concorrência. Não que a lealdade da empresa de Redmond seja execrável, mas não custava nada revelar coisas que vão sair em dois anos, tal como a Sony já fez no passado revelando God of War 4, The Last of Us e Shenmue 3.

Imaginem se a Microsoft encerra-se sua apresentação com a revelação de um novo Halo, Fable, ou quem sabe um Conker novo? Sim, sabemos que a essa altura Halo 6 deve estar em produção e só deve sair em 2018 ou 2019, talvez. Mas apenas o fato de vender o sonho de que o novo capítulo será o maior e mais surpreendente de todos os tempos deixaria as pessoas entorpecidas por meses a fio.

Top 10: os jogos mais aguardados para 2017

O ano de 2016 ainda não terminou, mas já estamos com nossos radares acionados para o que nos espera para o próximo ano. Muitos jogos estão por vir e a maioria deles sequer foi revelada ainda. A E3 2017 promete ser uma das mais emocionantes, pois a Nintendo e a Microsoft devem preparar terreno para o lançamento de seus novos consoles, ao passo que a Sony deve investir pesado em novos jogos matadores.

As perspectivas são tão altas pois a atual geração está finalmente amadurecida e os estúdios já podem tirar o máximo proveito dos hardwares. Seja como for, já sabemos da existência de muitos games que devem ser sensação em 2017 e listamos 10 dessas preciosidades que são extremamente aguardadas pela comunidade.

Confira abaixo dez dos mais aguardados jogos para 2017:

 

For Honor

For Honor é mais uma nova IP da Ubisoft que tem tudo para se tornar um marco da indústria. Para quem não conhece, trata-se de um hack ‘n slash ambientado em um mundo de fantasia medieval. Neste mundo os jogadores enfrentam batalhas com samurais, cavaleiros e vikings pela supremacia no campo de batalha. A intenção da Ubisoft parece ser priorizar o multiplayer ao invés do singleplayer, o que pode ser uma má decisão. Entretanto, a estrutura inspirada em jogos de tiro pode ser uma boa opção para tornar os combates mais empolgantes. Mas não se preocupe ainda, o singleplayer já está confirmado, mas a Ubisoft não parece dar muito destaque para a história. Também pudera, uma história que reúna samurais, vikings e cavaleiros não deve ser levada tão a série mesmo. Quem sabe seja essa mistura louca que a comunidade precisa?

 

Shenmue 3

Shenmue nunca foi um sucesso comercial e a ideia original de Yu Suzuki de criar uma trilogia parecia fadada ao fracasso. Mas graças ao Kickstarter, uma ajudinha da Sony e à união de milhares de fãs parece que Shenmue 3 sairá do papel. Você assume o papel de Ryo Hazuki que busca descobrir os responsáveis pelo assassinato de seu pai. Apesar de carregar o peso de uma franquia famosa, Shenmue 3 deve ser bem diferente dos antecessores, pois a tecnologia deu um grande salto desde a derrocada do Dreamcast. Deste modo, esperamos uma espécie de GTA ambientado em pequenos vilarejos japoneses.

 

Injustice 2

O primeiro Injustice foi bastante aclamado pela crítica e pela comunidade de jogadores. Com a Warner/DC investindo pesado em seus heróis para a temporada 2017 no cinema, faz todo o sentido uma sequência para o game de luta. Batman, Superman e muitos outros heróis e vilões retornam para mais pancadaria com direito a reutilizar a mesma engine de Mortal Kombat X. Há quem possa torcer o nariz e dizer que o game é muito sombrio ou que é apenas outro Mortal Kombat com personagens da DC, mas a verdade é que Injustice 2 tem a ambição de ser o maior jogo de luta da próxima temporada.

 

Halo Wars 2

Sim, sabemos que Halo Wars 2 não é exatamente o título Halo que todos esperam. Mas Halo 6 sequer foi anunciado ainda e seu lançamento deve demorar um bocado. Até lá podemos curtir o universo expandido de Halo através desta improvável continuação do RTS que agitou o Xbox 360. Os acontecimentos deste game são imediatos após o fim de Halo 5: Guardians e retrata a tripulação da UNSC tendo de lidar com uma facção alienígena extremamente hostil chamada Banished. Tal como no primeiro Halo Wars, aqui vamos ter bastante estratégia e combates intensos, porém de maneira simplificada para atrair jogadores pouco acostumados com RTS.

 

Marvel vs Capcom Infinite

E se os heróis da DC farão seu retorno em 2017 através de um jogo de luta, o mesmo pode ser dito dos heróis da Marvel. A Capcom já apresentou muitas coisas sobre Marvel vs Capcom 4 e o que foi revelado é promissor: guerra pelas gemas do infinito, combate dois contra dois, combos, modo história e a introdução de muitos personagens novos. Ainda não temos confirmação se os X-Men ficarão mesmo de fora da pancadaria devido aos desacordos entre a Marvel e os detentores dos direitos de imagem dos mutantes. Se não tiver acordo, o jogo perde uma gama de personagens icônicos, mas a esperança é que os produtores conseguirão a participação de todo o roll de personagens criados pela Marvel.

 

Horizon Zero Dawn

Horizon Zero Dawn tem tudo o que fãs de RPGs de ação em mundo aberto podem querer, ou seja, universo único, enredo épico, temáticas envolvendo destino e identidade, combates intensos etc. O mais interessante é que os inimigos são dinossauros-robôs, algo pouco usual em qualquer jogo eletrônico. Mas é justamente essa liberdade criativa e o mundo pós-apocalíptico que faz com que tantos jogadores fiquem interessados neste game. Se a empreitada for bem sucedida, podemos apostar que Horizon Zero Dawn se tronará uma franquia.

 

God of War

O panteão grego foi totalmente exterminado por Kratos em sua sede por vingança, fato que levou todos os jogadores a acreditar que a franquia estava definitivamente acabada. Mas os produtores da Santa Monica deram um jeito bem interessante de trazer Kratos de volta: leva-lo até a mitologia nórdica para dar cabo de novos monstros, criaturas e deuses. Pelo que a Sony apresentou, os combates seguem um ritmo mais desacelerado do que nos jogos anteriores e muito do gameplay deve envolver o filho de Kratos. Ainda que a Sony não tenha confirmado nenhuma data de lançamento, a expectativa é que o novo game chegue às lojas ainda em 2017.

 

Mass Effect Andromeda

A história do Comandante Shepard já terminou, mas isso não quer dizer que a Bioware não tenho boas ideias para sua franquia estelar. É essa aposta de que ainda tem muitas histórias para contar que impulsiona este novo capítulo, então não espera que Andromeda seja mais do mesmo. Ate onde se sabe, o argumento central do game será encontrar uma nova casa para a decadente raça humana. Essa busca irá levar a nova tripulação por lugares inóspitos e violentos, então podemos esperar por momentos tão épicos quanto os da trilogia original. Ah e podemos esperar também que as mecânicas de conversação, romances e tiroteios estarão de volta.

 

Resident Evil 7

Resident Evil 6 foi um erro terrível e a Capcom sabe disso. Não nos interprete mal: o jogo não é injogável, mas a ação é tão recorrente que não deveria ter o nome de Resident Evil na capa. Resident Evil 7, por outro lado, promete reviver a sensação de puro horror que marcaram os primeiros games da franquia. A Capcom, aliás, parece estar disposta a ir além dos jump scares para abraçar de vez uma forma mais psicológica de terror (talvez inspirado em Silent Hills). As demos apresentadas até agora assombraram os jogadores (de forma positiva), então mal podemos esperar para ver se o novo capítulo da controversa série voltará a ser sinônimo de medo.

 

The Legend of Zelda: Breath of the Wild

A franquia Legend of Zelda é provavelmente a mais amada e respeitada de toda a história dos videogames. Afinal, ao longo dos trinta anos em que esteve ativa não podemos nos lembrar de um único Zelda ruim (bem, talvez aqueles licenciados para a Panasonic). De qualquer modo, Breath of the Wild tentará elevar a franquia para ares ainda não explorados graças a um mundo aberto e colorido a ser explorado. Ainda não temos detalhes sobre o enredo, mas o fato de que ele está em desenvolvimento desde 2013 é um sinal de que a Nintendo quer lançar um game impecável.

 

E para você, quais outros games são aguardados para o próximo ano?

Confira o Calendário Gamer 2016

 

Preparado para o ano de 2016 para os videogames? Muita coisa boa está no forno como os esperados Quantum Break, Uncharted 4 e Street Fighter V. O problema é que muitos dos jogos anunciados para este ano ainda não tem data definida de lançamento. Pensando nisso, e para ajudar os jogadores a se programar, o site da NET montou um calendário gamer bem bacana.

No infográfico estão listados apenas jogos com datas definidas de lançamento do primeiro semestre de 2016. Depois de junho as coisas ficam incertas por causa de E3, que também revelará jogos interessantes para este ano. Ainda assim, o calendário gamer é bastante recomendado para já ir fazendo as contas do que gastar com games nesses primeiros seis meses do ano.

Onde consultar o calendário gamer?

Ficou curioso sobre este calendário gamer? Basta acessar clicar na imagem destacada abaixo para ver em melhor resolução, ou ver diretamente no site especial.

Calendário Gamer 1 semestre

 

Top 10 : Indie games para 2016

Os jogos indie prometem roubar muito das atenções do público gamer para o ano de 2016. Prova disso são os títulos que listamos abaixo. São games que prometem fazer bastante sucesso de crítica, público e comercial seja pelo conceito inovador, pela jogabilidade curiosa ou pelo enredo ambicioso. Pode ser que ao final do ano algum outro game indie faça mais sucesso que qualquer um desta lista, mas seja como for, estamos com atenção especial voltada para estes jogos.

Abaixo só tem lançamentos internacionais, mas estamos preparando uma lista de jogos indie nacionais com lançamento para este ano. Se você tem algum jogo para a temporada, mande-nos algum material de divulgação!

 

Mighty No. 9

Might N9

Plataformas: 3DS, Mobile, PC, PS3, PS4, PSVita, X360, XO, Wii U | Editora: Deep Silver

Keiji Inafune sempre quis seguir com os jogos da franquia Megaman, mas por razões desconhecidas a Capcom relegou seu mascote ao limbo e isto causou a ruptura entre o mítico desenvolvedor e o estúdio. Em 2013, Inafune deu sua resposta à Capcom com o projeto Might No.9, um jogo que tem tudo de Megaman, desde seu estilo artístico ao gameplay (praticamente não existem diferenças). Mas não acuse Inafune de falta de criatividade ainda: se No. 9 for triunfal do gênero plataforma de ação em 2D. Quem sabe a Capcom não lança um Megaman após isso, só para rivalizar com o título de Inafune?

 

Last Year

Last Year

Plataformas: PC | Editora: Elastic Games

Last Year é um multiplayer online para 6 jogadores com foco em sobrevivência. O grande diferencial é que 5 dos jogadores deve sobreviver, enquanto que um deles desempenha o papel de um serial killer. É como ser jogado no meio de Sexta-feira 13 com os amigos. Para sobreviver é imprescindível cumprir uma série de objetivos. E sim, pode esperar todos os clichês clássicos de filmes de horror, como adolescentes, assassino vestindo máscara, lugares impróprios para férias etc.

 

The Forest

The Forest

Plataformas: PC, PS4 | Editora: Endnight Games

The Forest coloca o jogador no meio de uma área florestal após um acidente de avião. No local residem mutantes canibais que perseguem o jogador assim que o sol se põe, mas são bastante pacíficos durante o dia. O ciclo dia/noite é o grande chamariz do jogo, pois durante o dia as horas devem ser gastas criando equipamentos para se defender à noite. Entretanto, a Endnight Games pede que o jogador não seja tão apressado antes de tirar conclusões acerca do comportamento desses canibais noturnos: no primeiro encontro eles tentam se comunicar com o jogador e durante os combates eles ficam mais preocupados em defender-se do que atacar. A ideia é que o jogador tire conclusões se a verdadeira ameaça são essas estranhas criaturas, ou se a verdadeira ameaça é você.

 

Death’s Gambit

Deaths Gambit

Plataformas: PC | Editora: White Rabbit

Death’s Gambit pode ser resumido como a fusão entre Shadow of the Colossus, Super Metroid e Castlevania. Nele você é um guerreiro que recebe a missão de matar criaturas gigantescas em um planeta alienígena de aspecto medieval. Parece muito louca a mistura, não? Mas funciona. Os elementos de action-rpg garantem que o jogador vai se divertir e passar raiva na mãos dos inúmeros inimigos que inundam o cenário. A pixel art garante ainda contribui para dar ao game aquela sensação de que este é jogo seria um dos melhores da geração 16 bits.

 

Kodoku

Kodoku

Plataformas: PSVita, PS4 | Editora: Carnivore Studios

Kodoku é um título independente da Carnivore Studio, do Japão. Nele, você explora uma ilha sinistra em busca de um misterioso livro. O problema é que a ilha está repleta de criaturas do folclore japonês. A arte do jogo é a parte mais interessante, tirando um pouco o fator aterrorizante, para algo mais próximo de um anime. Outra coisa que vai destacar Kodoku de outros jogos indie é o gameplay baseado em stealth: não há armas a serem usadas contra os espíritos. O objetivo é que o jogador, ainda que indefeso, possa passar pelas assombrações através de inteligência e um pouco de sorte.

 

Alisson Road

Alisson Road

Plataformas: PC | Editora: Lilith

O cancelamento de Silent Hills foi um dos golpes mais duros que a comunidade gamer já levou em décadas. Mas nem tudo está perdido: um grupo de fãs decidiu continuar o legado deixado pela demos de Hideo Kojima e decidiu criar seu próprio game aos moldes de P.T. Alisson Road tem uma casa medonha, puzzles a serem resolvidos , um enredo minimalista e um loop perturbador. Apesar de ter começado como um projeto do Kickstarter os produtores conseguiram o financiamento, então pode ter certeza que a Lilith não vai cometer o mesmo erro da Konami.

 

Enter the Gungeon

Enter the Gungeon

Plataformas: PC, PS4 | Editora: Devolver Digital

Este dungeon crawler é o mais visceral que você pode conhecer: o objetivo é explorar labirintos e masmorras altamente bélicas. Sim, os corredores estão armados até os dentes com armas de fogo, explosivos, armadilhas e inimigos numerosos. Para sobreviver, o jogador também tem a seu dispor um arsenal incrível, fazendo com que a passagem pelos ambientes seja marcado por muita morte e destruição. O jogo tem um aspecto trazido dos 16 bits e a chuva de tiros e explosões parecem inspiradas pelos clássicos shmups. Este crawler deveria ter sido lançado em 2015, mas a produtora decidiu atrasá-lo para otimizá-lo ao máximo.

 

Cuphead

Cuphead

Plataformas: PC, XO | Editora: Microsoft

À primeira vista, Cuphead parece um daqueles desenhos toscos da década de 30, mas basta uma olhada mais atenta para constatar que o jogo não tem nada de arcaico. Na verdade este jogo é uma conquista tecnológica da nova geração, pois ele não apenas realiza o sonho de um desenho jogável, como também o faz com honrarias: centenas de coisas ocorrem na tela ao mesmo tempo e os inimigos movem-se de maneira tão natural quanto se estivesse vivos. A trama gira em torno de Cuphead, uma criatura que deve derrotar inúmeros chefões para pagar uma dívida com o diabo. Já é cotado como o indie mais aguardado do Xbox.

 

No Man’s Sky

No Man Sky

Plataformas: PC, PS4| Editora: Hello Games

Jogos de mundo aberto ficarão arcaicos depois que No Man’s Sky for lançado, pois o jogo da Hello Games disponibiliza nada menos que um universo inteiro para o jogador explorar. De acordo com a desenvolvedora, o game pode contar com mais de 18 quintilhões de planetas, cada um deles com seu próprio ecossistema e formas de vida. Os momentos de ação estarão garantidos durante as batalhas contra criaturas hostis ou nos combates espaciais à lá Star Wars. O objetivo é chegar até o centro da galáxia, mas isto deve tomar cerca de 40-100 horas, se o jogador não entrar em missões paralelas. Adeus vida social!?

 

Hyper Light Drifter

Plataformas: PC, PSVita, PS4, XO, Wii U| Editora: Heart Machine

O jogo é um action RPG com aspectos da geração 8-16 bits, com fortes influências de Zelda e Diablo. Este viés possibilitou que o jogo fosse financiado rapidamente através do Kickstarter e ultrapassasse em mais de 20 vezes o valor solicitado pelos produtores. O jogo acompanha a aventura de Drifter, um jovem que explora um mundo de fantasia para livrar o mundo de uma ameaça perigosíssima. O roteiro é bem datado, mas a releitura da jornada do herói é enaltecida graças ao visual da era 16 bits. Na verdade a produtora Heart Machine criou o jogo idealizando como seria um jogo ideal do Super Nintendo.

Abaixo tem o trailer do indie Hyper Light Drifter:

Os 10 melhores jogos exclusivos do Xbox One para 2015

O ano de 2015 promete ser um dos melhores para os fãs de videogames, independente de que plataforma seja usuário. Pensando nisso, resolvemos eleger os dez melhores games exclusivos a ser lançados para cada plataforma. A primeira parte é para os usuários do Xbox One. Posteriormente vamos eleger os principais exclusivos do Playstation 4 e do Wii U.

Antes de iniciar a lista, primeiro vale destacar que são apenas jogos exclusivos, por isso alguns títulos muito esperados como The Witcher 3 e Batman Arkham Knight ficaram de fora.

Títulos exclusivos que mantém contrato de exclusividade temporária entraram na lista, pois ela compreende apenas o período de 2015. Confira também as ofertas para XBox One.

Dito isto, acompanhe os dez mais aguardados do Xbox One para 2015: 

10 – Crackdown – Cloudgine

Poucos detalhes foram anunciados de Crackdown, apenas um trailer que mostra que o estilo gráfico mantém a fórmula dos anteriores (com cell shading), muitas explosões e um ambiente urbano noturno com muito néon. Um detalhe interessante é que a Microsoft não chama o jogo de Crackdown 3, pelo simples motivo de o jogo não ser uma sequência do segundo capítulo da série, mas sim do primeiro game.

Outro detalhe é que o jogo deverá utilizar o poder de processamento em nuvem do Xbox One como nenhum outro título do sistema fez até então. Esse poder extra será utilizado para renderização mais complexos, como explosões em partidas multiplayer. Crackdown ainda não tem data de lançamento definida e há rumores de que ele nem chegue ao mercado em 2015. O jeito é esperar.

 9 – Phantom Dust – Microsoft Game Studios

Phantom Dust é um JRPG de ação bastante antigo: foi lançado em 2004 para o Xbox original. Não fez muito sucesso, mas teve notas boas nas críticas. Na história, os jogadores encontram-se em um planeta à beira da ruína, a missão principal é descobrir o que ocorre. O game tem foco no multiplayer online e incentiva as batalhas entre os players e a evolução de armas e habilidades. Infelizmente para a comunidade de fãs, os servidores do jogo foram desativados em julho de 2014 (estava disponível para Xbox 360).

Como Phantom Dust é um dos poucos títulos voltados aos jogadores nipônicos e a Microsoft tem intenção de impulsionar as vendas do One em todas as partes do mundo, a empresa anunciou um remake para sua nova plataforma. O lançamento está programado para 2015 e até então não se sabe se haverá (e quais são) as mudanças para a nova versão.

 8 – Screamride – Frontier Developments

Sucessor spiritual de RollerCoaster Tycoon, Screamride é o jogo do Xbox One voltado aos fãs de construções, mas a diferença é que o novo jogo não permite a construção e administração de parques completos, mas apenas de montanhas-russas, quanto mais perigosas, melhor.

São três modos de jogo, sendo o destaque para a destruição total. O lançamento é para 3 de março e a Microsoft lançará o título também para o Xbox 360. Há possibilidade de compartilhar as criações na Xbox Live e testar as engenhocas dos amigos. Seria bem legal se o Xbox tivesse um óculos de realidade virtual compatível com Screamride, mas isso vai ficar na nossa imaginação.

 7 – Fable Legends – Lionhead Studios

Fable Legends é a primeira entrada da série no Xbox One e apesar de carregar o nome do RPG exclusivo mais emblemático da Microsoft, o jogo se distancia bastante da fórmula de seus antecessores. Para começar, o jogo tem um enfoque mais voltado ao multiplayer do que o singleplayer: quatro amigos se unem para derrotar as mais variadas criaturas que aterrorizam Albion, e um quinto jogador pode assumir o papel de vilão, definindo quem deve ser atacado e que desafios os heróis enfrentarão.

Legends também joga para escanteio a companhia do cachorro, que dava um tom emocional nos últimos games da série. Ah, também esqueça as escolhas morais que afetavam a vida dos NPCs de Albion, as coisas agora são mais objetivas: escolha ser o herói ou o vilão, somente isso. Tais mudanças na série certamente têm a ver com a saída de Peter Molyneux da Lionhead Studios. O game perde muito de sua carga emocional e vira algo mais parecido com um MMO tradicional voltado aos combates.

Apesar de todas as críticas, a desenvolvedora promete que Fable Legends terá muita qualidade visual e técnica, de modo que poderá ser apreciado mesmo em modo singleplayer. Ah, de acordo com a Lionhead a inspiração para o game veio de dois jogos consagrados: Dark Souls e Journey.

6 – Scalebound – Platinum Games

Dragões, Hidras, ambiente gigantesco, batalhas épicas e caça a monstros. Tudo isso é o que espera os jogadores que comprarem Scalebound, o novo jogo da Platinum Games, os mesmos caras por trás do bem sucedido Bayonetta. Poucos foram os detalhes divulgados pelos produtores, apenas sabe-se que o jogador controla um jovem caçador de monstros que explora o mundo em missões que envolvem destruir as mais terríveis criaturas que existem.

Dragões são a peça chave do game, bem como as batalhas que devem lembrar algo de Shadow of the Colossus e Monster Hunter, além disso, há espadas, flechas e feitiços. Um dos rumores é que cada dragão no jogo é controlado por um jogador diferente, ou seja, há um elemento multiplayer massivo em que os jogadores se unem para destruir as maiores criaturas em um mundo vasto. Seja como for, a Platinum já anunciou que o game é diferente de tudo que eles já fizeram anteriormente.

 5 – Ori and the Blind Forest – Moon Studios

Uma das maiores surpresas do Xbox One é um game indie com progressão lateral produzido por um estúdio indie. Ori and the Blind Forest apresenta a história do guardião espiritual Ori que vive em uma bela floresta que começa a se decompor e atrair estranhas criaturas. O game é uma aventura metroidvania e possui elementos de RPG e ação semelhantes a jogos clássicos como Megaman.

O grande destaque do jogo são os belos gráficos desenhados à mão. Todo o visual e as paisagens são de tirar o fôlego e demonstram o cuidado que a Moon Studios teve com o título. De acordo com a desenvolvedora, o game rodará em 1080p e 60 fps. Quem esteve na Brasil Game Show 2014 pôde conferir o game indie mais esperado do Xbox e a impressão geral é de que vai valer mais a pena do que muitos games AAA.

 4 – Forza Motorsport 6 – Turn 10

Seguindo seu planejamento bianual, a Microsoft anunciou durante o North American International Auto Show, o lançamento de Forza 6, o respeitado simulador de corridas. Nenhum detalhe adicional foi revelado, apenas que há uma parceria inédita com a Ford, de modo que o Ford GT é a capa do jogo, além disso, outros bólidos estão confirmadíssimos como o Ford Mustang Shelby GT350 e o F-150 Raptor.

Não há data de lançamento definida, mas a previsão é de chegar ao mercado no final do ano. Foi prometido que o título já estará jogável durante a E3 2015. Como não pode deixar de ser, Forza 6 deverá ter gráficos de cair o queixo e físicas realistas.

 3 – Quantum Break – Remedy

Quantum Break chama atenção por diversos aspectos: trata-se de um jogo em terceira pessoa com bastante ação e um visual incrível. Está em produção pelo estúdio Remedy, os mesmos caras que lançaram o aclamado Alan Wake para Xbox 360. Mas o principal destaque é a possibilidade de controlar o tempo, inclusive viajar pelo tempo. Pelos vídeos gameplay divulgados até o momento dá para perceber que a Remedy não está poupando esforços para tornar Quantum Break seu game mais ambicioso já produzido.

O design de fases é ótimo e as cenas de ação são cinematográficas, unindo algo de Alan Wake e Max Payne. Em alguns trechos, o jogo lembra algo de Uncharted, porém mais caótico. As convulsões temporais, momentos em que o tempo enlouquece e o protagonista Jack deve controlá-lo, são nada menos que empolgantes. Quantum Break é um dos jogos mais criativos do ano e tem tudo para colecionar prêmios e ser ovacionado.

 2 – Raise of the Tomb Raider – Crystal Dynamics

O novo game da Crystal Dynamics dá continuidade ao badalado Tomb Raider de 2013. Para surpresa de muitos, a Microsoft confirmou a exclusividade do jogo para a marca Xbox, mas é dado como certo que o título chegue ao Playstation algum tempo depois. Pouco se sabe sobre o enredo, apenas que Lara descobrirá mais sobre seu próprio passado.

A jogabilidade deve manter o alto padrão mantido por seu antecessor, além disso, foi prometido que haverá mais tumbas e segredos a serem descobertos pelos jogadores. Para os fãs de Xbox, a exclusividade, ainda que temporária de Tomb Raider representa uma resposta à Uncharted 4 do Playstation 4.

1 – Halo 5: Guardians – 343 Industries

O primeiro Halo originalmente criado para a nova geração promete agitar o Xbox One quando for lançado e quebrar alguns paradigmas conhecidos da série. Esqueça um pouco (mas só um pouco) Master Chief, o novo jogo terá como personagem jogável o Spartan Locke que está em uma missão para desvendar o desaparecimento de Chief.

Na parte gráfica, pelo que conferimos no Beta, Guardians tem o visual digno de um jogo da nova geração e tem tudo para ficar melhor, pois o Beta rodava a 720p 60FPS, já a versão final estará a 90p por 60FPS. Outro aspecto que deve animar os jogadores é a jogabilidade: um pouco mais dinâmica e semelhante à Call of Duty e Destiny (tem até a mira automática para facilitar a vida dos novatos). O multiplayer também será mais dinâmico e corrido, ao contrário dos antecessores, que eram ótimos, diga-se de passagem. Por fim, os fãs de Halo podem ficar tranquilos, Halo 5 Guardians é Halo em sua essência e promete ser o maior e melhor exclusivo do Xbox na temporada.

Outros títulos

De acordo com a Microsoft, haverá muitas surpresas até o final do ano. Confirmados estão State of Decay: Year One Edition, Cuphead, Massive Chalice, Fortfied, Superhot, Inside, Below, Raiden V, entre outros. Há muita expectativa para projetos ainda não revelados, como os próximos projetos da Rare e da Lionhead Studios. O ano de 2015 promete ser bastante agitado para os possuidores do Xbox One.

Tiny Acrobats: Countryside Games lança seu novo game

Quem curte game independentes deve conhecer o estúdio Countryside Games, afinal esta é uma desenvolvedora indie premiada pelo título Retro Runners. Pois bem, o estúdio formado por dois brasileiros acaba de lançar seu mais novo game que promete diversão casual sem culpa.

Tiny Acrobats lembra os tempos de circo. Trata-se de um jogo de plataforma 2D em que o jogador deve controlar acrobatas em uma espécie de gangorra para dar saltos muito altos a fim de coletar bolinhas e fazer combos com as acrobacias. O game é bastante simples, porém feito com muito cuidado.

O game conta com 5 personagens jogáveis e diversos cenários que vão do circo ao Japão. Os gráficos são bastante coloridos e o design dos personagens são bastante cativantes. A jogabilidade é intutiva e simples, fazendo com que qualquer um possa aproveitar o game.

O jogo conta ainda com sistema de ranking e conquistas, além de personagens e fases desbloqueáveis. O intuito do estúdio foi criar um game divertido e casual. Além disso, o jogo é gratuito e pode ser acessado através das principais plataformas, ou seja, Android, App Store, Blackberry e Windows Phone 8. O título é indicado para quem procura games diferentes, casuais e gratuitos. Vale uma jogada!

Abaixo tem o vídeo do jogo Tiny Acrobats: