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Goal Rush Extreme: futebol em estilo casual e ritmo desafiador

Ainda no clima de Copa do Mundo no Brasil, temos mais um game para agarrar em cheio os amantes do futebol. Desta vez a cortesia é do estúdio indie Arena 46, que desenvolveu um jogo em estilo casual, porém bastante desafiador. Trata-se de Goal Rush Extreme, um jogo que lembra títulos como Temple Run e Subway Surfers.

Para agradar os diferentes tipos de jogadores (mesmo os que não morrem de amores pelo futebol), a desenvolvedora bolou um sistema de jogo cuja mecânica é simples e intuitiva, de modo que o jogador deve se preocupar tão somente em chutar a bola em direção às traves que passeiam pela tela. O desafio começa ao dar-se conta que existe apenas uma bola para chutar.

O objetivo é fazer o gol, mas se a bola bater na trave ou for para fora é fim de jogo. Quanto mais vezes acertar no gol, maior será a pontuação. São dez pontos por gol marcado e esse número sobe à medida que vai-se fazendo gols na sequência. Para tornar as coisas mais estratégicas, é possível descartar algumas traves sem chutar, porém nesse caso perde-se a pontuação referente àquele gol.

Importante a dica de que gols marcados em traves com goleiros conferem uma pontuação 50% maior. O jogo termina quando a bola vai para fora, bate na trave, se a pontuação chegar a zero ou o goleiro faz a defesa. O game é desafiador e até conta com um sistema de conquistas e um ranking de pontuação para comparar com os amigos.

Goal Rush Extreme já foi lançado e está disponível gratuitamente nas plataformas Android e iOS.

Abaixo tem o trailer do game Goal Rush Extreme:

Mini Champions: mostre o craque que existe em você neste jogo

Mais um game voltado à Copa do Mundo é apresentado ao público neste mês! Desta vez trata-se de Mini Champions, um game casual com estilo cartoon cuja premissa é reproduzir um campeonato mundial no mobile do jogador. O lançamento é da produtora indie Petit Fabrik, que fica sediada em Manaus e já ganhou destaque entre os estúdios brasileiros por ter ganho a Demo Ninght durante o BIG Festival 2012.

Existem 12 seleções e cada uma conta com 5 jogadores de linha e um goleiro, sendo que as jogadas são executadas com apenas um movimento de dedo do jogador. O torneio Mini Champions Cup é composto por 5 partidas, deste modo as etapas até a grande final são rápidas. O intuito da produtora era fazer um jogo divertido e bastante casual que pudesse ser apreciado nos intervalos entre as partidas da Copa.

Mini Champions possui elementos sociais, como um ranking geral que lista os melhores jogadores de acordo com a pontuação obtida durante as partidas. É através desse ranking que os jogadores podem desafiar amigos do Facebook. Os pontos são ganhos através de vitórias, gols realizados, passes corretos e até vencendo campeonatos. Além disso, o game conta com um sistema de achievements, sendo um total de 40 badges conquistáveis no jogo.

O Jogo foi lançado gratuitamente para as plataformas Google Play, App Store, Amazon.

Abaixo tem o video do game Mini Champions:

Dez games indies que marcaram a E3 2014

A E3 2014 já se foi e provavelmente tem muita gente falando de jogos AAA, afinal o evento deste ano foi ótimo para todas as empresas. Apesar de todos estarmos ansioso por Halo 5, Legend of Zelda, Uncharted 4, Mortal Kombat X ou Shadow of Mordor, o fato é que não é apenas de games de alto orçamento que se faz a maior feira de jogos eletrônicos do mundo. Na verdade, há centenas de estúdios independentes trabalhando com as grandes publishers a fim de trazer grandes jogos para nossos consoles e ganhar um espaço ao sol.

Diferente da E3 2013, o evento deste ano trouxe muitos jogos indies que parecem no mínimo promissores. Veja só que a importância desses games é tal que eles até ganham espaço nas grandes conferências, como o da Microsoft que anunciou pelo menos 41 jogos indies para o Xbox One neste ano, algo impensável de se ocorrer há alguns anos atrás.

Resolvemos eleger os 10 games indies que mais nos deixaram curiosos na E3 2014. Fique de olho, pois esses games prometem experiências das mais gratificantes para os novos consoles:

White Night

White Night é uma criação do estúdio francês “O Some”. O título apareceu para o Xbox One meio que de surpresa, apesar de já estar em desenvolvimento para PCs há algum tempo. A primeira coisa que chama a atenção é seu estilo noir e o pouco uso de cores (na verdade o game é todo construído em branco e preto).

De acordo com os desenvolvedores, o game é um survival horror com referências ao expressionismo alemão e à obra de Alfred Hitchcock. O que sabemos da trama é que tudo se passa na década de 30 e vamos controlar um homem que está perdido na noite e busca refúgio em uma velha mansão. Neste ambiente escuro a sobrevivência do protagonista depende do uso constante de luz, pois o escuro torna-se fatal.

A partir deste ponto é necessário resolver puzzles com o uso de fontes de luz, mesmo que seja um mero fósforo. Ao solucionar os puzzles, o protagonista vai descobrindo antigos segredos que a mansão guarda. O estilo artístico e o clima de suspense são de tirar o fôlego e se o projeto for tão ambicioso quanto aparenta, certamente será um dos games mais comentados do ano.

Cuphead

Cuphead também foi apresentado para o Xbox One. À princípio parece um desenho de Walt Disney da era de ouro (até mesmo o design do personagem com o short vermelho lembra o Mickey Mouse), até que você se dá conta que o que foi apresentado é um gameplay. No breve vídeo vemos o pequeno Cuphead enfrentando criaturas demoníacas num estilo de shooter misturado com plataforma.

O game parece uma homenagem à infância de muita gente, desde o estilo Disney, ao som em piano e à jogabilidade oitentista. Muitos acharão estranho que o Studio MDHR aposte em um visual tão datado agora que as plataformas são capazes de reproduzir gráficos foto-realistas, entretanto o que vale aqui é a sensação de nostalgia. Apostamos que Cuphead tem tudo para ganhar o título de primeiro desenho jogável da história.

Might No.9

Em 2013 Keije Inafune conseguiu um feito impressionante: obteve êxito em sua campanha no Kickstarter em apenas dois dias. O dinheiro serviu para tornar realidade o projeto Might No. 9. O motivo para sucesso tão meteórico era simples: Inafune foi o criador de Megaman e o novo game do desenvolvedor tinha mais do que algumas semelhanças com o mascote da Capcom.

Megaman não ganha um jogo novo há alguns anos, fato que entristeceu muitos de seus fãs. Para piorar a situação, a Capcom parecia tratar com muita displicência o robô azul. Eis que Inafune saiu da empresa, aliou-se a Inti Creates (que já havia trabalhado na franquia Megaman) e lançou o projeto Might No. 9. Não é preciso ser um Sherlock para inferir que os “viúvos” de Megaman apoiariam Inafune rapidamente. O projeto ficou em desenvolvimento durante alguns meses sem mostrar a cara até que a E3 veio e pudemos ver o gameplay.

No game temos um robô azul que rouba poderes e enfrenta outros robôs perigosos em cenários repletos de armadilhas mortais. O design de fases, a trilha sonora e até os movimentos do protagonista são parecidos com os de Megaman. Não por acaso, muita gente faz coro ao dizer que o jogo de Inafune é o sucessor de Megaman e que a Capcom fez uma das maiores bobagens de sua história ao abandonar o mascote.

Se você é fã de Megaman é compra certa. O melhor é que Might ganha versão para praticamente todas as plataformas.

Grave

Grave tem versão para PCs e Xbox One e é um dos poucos jogos de horror a dar as caras na E3 2014, o que já lhe garante algum destaque. O game é cortesia do estúdio Broken Window e basicamente coloca o jogador num mundo aberto totalmente abandonado, ou nem tanto…

Durante o dia o jogador explora ambientes como desertos e casas abandonadas. Durante a noite tenta sobreviver a encontros contra estranhas criaturas que caçam o jogador impiedosamente. Essas criaturas reagem contra a luz da lanterna do jogador e os combates são realizados de forma a se utilizar a inteligência ao invés da simples força física.

O mundo de jogo está em constante alteração, criando um clima de desconforto e pouca segurança ao jogador. Em dados momentos, o jogo até lembra o clássico Slender, porém com um clima de mistério mais profundo e com a passagem do período dia-noite. Este é para os fãs de terror.

Another World

Another World não é uma novidade, visto que é um clássico dos anos 90 e já teve versão para várias plataformas ao longo dos anos. Felizmente, para os saudosistas, o time da Focus Home Interactive resolveu trazer o jogo para os consoles de nova geração Xbox One e Playstation 4.

Ao que parece, o game não terá mudanças radicais e não perderá o seu estilo gráfico apesar do poderio tecnológico das novas plataformas, entretanto pode-se deduzir que a jogabilidade não estará travada e que as cutscenes rodarão mais suaves. Não há como saber se esta versão será bem sucedida ou se há público para o jogo após todos esses anos, porém é bom ver que velhos clássicos não foram esquecidos. Quem sabe não surge uma versão HD de Heart of Darkness?

Bounden

Bounden não chegou a dar as caras em uma grande conferência, mas alguns poucos jornalistas ficaram sabendo desta engenhoca. Não se trata de um jogo na verdade, mas sim de uma aplicação para celulares que tenciona ensinar seus usuários a dançar. Sim, uma aplicação bem diferente do habitual e que tem tudo para fracassar, mas vamos dar o benefício da dúvida para este aqui.

No vídeo de apresentação da desenvolvedora Game Oven, podemos ver duas pessoas dançando atrapalhadamente enquanto seguram um celular. A ideia é reproduzir passos de dança de salão que foram coreografadas pelo Ballet Nacional da Holanda.

Muitos consideram que este é um método simples e eficaz para dançarinos de primeira viagem, outros estão céticos se os jogadores poderão reproduzir os passos sem o device em mãos posteriormente. Basicamente os dois jogadores seguram o celular e tentam centrar um círculo em uma esfera laranja de acordo com os movimentos pedidos.

Lifeless Planet

Lifeless Planet já foi lançado e pode ser adquirido pelos jogadores, porém foi na E3 que o game ganhou mais notoriedade. O jogo é tão somente sobre exploração. Temos um astronauta em um planeta distante que está em uma missão de busca por vida inteligente. A busca é solitária e bastante silenciosa, porém criativa e pouco habitual do que a indústria vem fazendo atualmente.

O objetivo do game é que o jogador desfrute da exploração e de elementos de sci-fi dos anos 50. Esses elementos até fazem lembrar algo de Shadow of the Colossus, mas sem as lutas com Colossus, é claro. A resposta a ser respondida com Lifeless é: o que você faria se pudesse explorar um planeta inteiro?

E sim, há sinais de que houve vida no planeta.

Ori and the Blind Forest

Ori and the Blind Forest foi um dos games que roubou a cena. Exclusivo do Xbox One, o game é produção do Moon Studios. Não foi revelado muito sobre o jogo a não ser o trailer que você verá abaixo. Ao que parece, trata-se de um jogo de plataforma com elementos de ação e uma história emocionante.

Chama atenção o estilo artístico cheio de efeitos de luz e sombra, a floresta cheia de vida e a arte que parece inspirada no diretor japonês Hayao Miyazaki. O produtor do game cita ainda outras referências para a obra como Super Meat Boy, Limbo e Metroid (todos games premiados).

No game temos a criatura pálida Ori e sua companhia na forma do que parece ser uma fada explorando uma densa floresta habitada por muitas criaturas fantásticas. Há combates e puzzles a serem resolvidos em um nível de dificuldade que deve surpreender até os jogadores mais experientes. Se o game for o que promete, certamente vai ser um dos melhores jogos indies da geração.

Ab-Zû

É extremamente difícil explicar o que é Ab-Zû, afinal o que foi mostrado parece um concept muito cru. Parece ser um game muito contemplativo e sem ação, porém o design é dos mais belos que vimos na E3. No trailer para o Playstation 4 vemos um mergulhado explorando as maiores profundidades do oceano, encontrando com baleias, tubarões e outros peixes. A coisa fica mais enigmática quando o personagem avista o que parece ser uma construção no fundo do mar.

O game é o primeiro trabalho do estúdio Giant Squid, que adiantou que o produto será uma aventura épica em que os jogadores encontrarão seres majestosos e segredos avassaladores escondidos no mar. O game tem inspirações em mitos populares e em mitos da mesopotânea. Enquanto novos detalhes não são divulgados, só nos resta imaginar que tipo de aventura nos aguarda nas profundezas desse “oceano de conhecimento”.

No Man’s Sky

No Man’s Sky surgiu ano passado e já parecia ótimo, mas seu retorno na E3 2014 serviu para mostrar que este ano em desenvolvimento apenas serviu para torná-lo ainda mais desejável. Basicamente temos uma mistura de exploração de diversos planetas com combates entre aeronaves no espaço infinito. O destaque fica para a parte de explorar os planetas, pois é onde podemos conferir alguns dos cenários mais interessantes já criados em videogames.

Nos planetas mostrados no evento pudemos ver dinossauros de outro mundo, uma espécie de serpente gigante no deserto e peixes abissais. Nosso único receio é que a parte de exploração seja mínima em prol de muitas horas de combate a borde de aeronaves, pois francamente esses combates parecem ser a parte menos divertida do game.

Apesar disso, o jogo terá momentos de ação fora da nave, visto que o astronauta é frágil e deverá sobreviver a diferentes perigos encontrados em diversos planetas. O jogo é produção do estúdio inglês Hello Games, que parece querer levar No Man’s Sky para os limites da interatividade dos MMOs.

Cada estrela no céu representa um sistema solar que pode ser explorado, promete a produtora. O título está confirmado apenas para o Playstation 4 ao que se sabe e deve ser lanaçado ainda em 2014. Será que é desta vez que vamos perder a vida social apenas para explorar mundos numa saga sem fim?

Flux Game Studio lança Forca Futebol Mundial para smartphones

Copa do Mundo é  a pauta do momento, inclusive na área de jogos eletrônicos. Se você é apaixonado por futebol e é do tipo que decora nomes de jogadores e conhece todas as seleções do torneio, o estúdio paulista Flux Game Studio lançou Forca Futebol Mundial.

Trata-se de um game para smartphones que desafia os jogadores no tradicional jogo da forca, a diferença é que ao invés de palavras aleatórias, o jogador deve acertar os nomes dos 732 jogadores que vieram para a Copa do Mundo no Brasil. Se errar seis letras, é fim de jogo.

No começo é fácil acertar nomes como Neymar ou Messi, mas experimente ter de descobrir nomes de estrangeiros como Papastathopoulos, o Azubuike Egwuekwe, ou o Ghoochannejhad. Para facilitar as coisas, o game oferece dicas valiosas como país, posição, clube e idade. Além disso, é possível comprar letras certas através de moedas de jogo que são obtidas no próprio game.

Vale destacar também que o game possui um álbum de figurinhas digitais com todos os atletas que o jogador já tenha acertado. Este álbum conta com a ficha técnica dos jogadores, servindo como um guia para quem vai acompanhar o torneio pela televisão.

O game saiu para o Google Play gratuitamente, porém com publicidade entre as partidas. Pode-se jogar nos idiomas português, inglês e espanhol.

Super Penalty: Smyowl lança game cujo objetivo é defender o maior número de pênaltis

A Copa do Mundo da FIFA está aí e para quem pensa que a competição esportiva mais popular da terra é inspiração restrita apenas à EA Sports, pense de novo: a Smyowl de Sorocaba acaba de lançar o jogo Super Penalty, um título feito especialmente para os amantes de futebol.

O jogo é focado em cobranças de pênaltis, mas ao invés do foco ser o cobrador, a estrela do jogo é o goleiro. O objetivo do jogador é defender o maior número de chutes seguidos. Quanto mais defesas são realizadas, mais rápido e difícil o game se torna, exigindo do jogador muita atenção e habilidade.

O game over se dá quando o jogador deixa três bolas passarem consecutivamente. A pontuação final é o numero de defesas realizadas pelo jogador durante a partida. A Smyowl ainda adicionou toques de humor para divertir os jogadores. Em dado momento, por exemplo, a bola é substituída por um frango. Se o goleiro não defender o chute, ganha a fama de frangueiro.

Super Penalty é voltado para o público casual, ou seja, tem o simples objetivo de divertir qualquer tipo de jogador, sem grandes ambições. A jogabilidade é feita através de cliques ou  toques na tela. O game está disponível para Facebook e plataformas mobile através da App Store, Android e Windows.

Se você está em clima de Copa do Mundo e quer uma diversão casual, aí está a sugestão.

Abaixo você confere o trailer do game Super Penalty:

Chaves Kart chega ao mercado brasileiro para Xbox 360 e Playstation 3

Faz 30 anos que o seriado Chaves estreou no Brasil e tornou-se um dos programas de humor mais agradáveis a ser televisionado em uma TV brasileira. Para comemorar esse feito, a Publisher Slang lançou o game Chaves Kart em parceria com a Televisa Home Entertainment e o Grupo Chespirito. O jogo chega ao mercado no dia 17 de junho para as as plataformas Xbox 360 e Playstation 3.

Para os fãs da turma da Vila, uma grata surpresa: o game está 100% em português, contando com a colaboração de alguns dos dubladores dos personagens. O título conta com doze personagens, vinte cenários e dez pistas. Tudo isso pelo preço sugerido de R$99,90, mas na Live está custando R$ 149,00 (veja link acima).  O objetivo da produtora parece ter sido agarrar os fãs brasileiros da série, que, diga-se de passagem, são muitos.

Para se ter ideia, algumas das características do título foi desenvolvida especialmente para os jogadores brasileiros. “Sabemos do carinho e fanatismo pela série no Brasil e, para mostrar aos fãs nosso reconhecimento, incluímos pistas exclusivas em lugares muito representativos da cultura do país”, diz Abraham Bautista, CEO do Slang. “É possível, por exemplo, disputar uma corrida em uma pista dentro do Estádio do Maracanã durante uma partida de futebol entre Brasil e México ou em cenários com vistas panorâmicas de cidades brasileiras”, conta o executivo. Como se não bastasse, Edgar Vivar, o eterno Sr. Barriga, veio ao Brasil para divulgar o game e interagir com os fãs locais.

O game promete muita diversão e um gameplay facilitado, cortesia da produtora colombiana Efecto. Basicamente o jogador escolhe seu personagem, o modo de corrida e a pista. Cada um dos personagens corre com um veículo estilizado de acordo com suas personalidades. A produtora também providenciou um modo multiplayer para até quatro jogadores com tela dividida e modos de torneio. A missão é ganhar os 8 troféus do jogo. Mas não pense que será fácil, as corridas prometem desafio e muitos itens nos cenários, tal qual ocorre em Mario Kart.

Chaves Kart parece ser uma bela pedida para quem é fã do seriado e sentia falta de mais produtos com a marca. Indicado para crianças e adultos. Abaixo um vídeo do Sr. Barriga disputando uma corrida com Danilo Gentili no programa The Noite do SBT.

Chaves Kart em ação:

Retry: Rovio lança sua versão de Flappy Bird

Um dos jogos de maior sucesso no cenário indie dos últimos tempos foi certamente Flappy Bird, jogo que dispensa apresentações. Pois bem, o game vietnamita deu o que falar, e virou sensação na internet. O sucesso foi tanto que dezenas de clones foram lançados assim que o Flappy Bird original foi retirado do ar por seu criador.

Pois bem, uma das empresas de maior expressão no cenário mobile, a Rovio (criadora de Angry Birds), entregou-se à onda e lançou sua propria versão de Flappy Bird. O game da Rovio chama-se Retry e apresenta um avião ao invés de um pássaro e, ao invés de encanamentos, o jogador deve desviar-se de obstáculos mais elaborados. O título é dividido em quatro mundos: Summer, Winter, Future e Pyramids.

Além da mecânica de jogo, Retry também bebe de sua fonte inspiradora nos gráficos datados que relembram a geração 8 bits e na jogabilidade simplista. As semelhanças estão à vista de todos, mas o game não deixa de ser divertido.

O game da Rovio foi lançado até o momento apenas nas App Store do Canadá, Finlândia e Polônia, porém o lançamento mundial deve ocorrer a qualquer momento. O game é gratuito, porém conta com as habituais microtransações para desbloquear determinados mundos ou recomeçar a partida a partir de determinados checkpoints.

Apenas ficamos nos perguntando porque a empresa finlandesa escolheu um avião ao invés de um pássaro vermelho enfurecido? Ainda assim, parece bastante viciante e desafiador.

Quem jogar primeiro poderia contar aqui o que achou do game?

Abaixo tem um trailer do game Retry:

Locomotivah convida jogadores a testar Cahors Sunset

Nosso game do dia é cortesia do desenvolvedor brasileiro Rodrigo Silvestre do estúdio Locomotivah. O game chama-se Cahors Sunset e é para a plataforma Windows. No game, o jogador define as ações de um velho francês que nasceu e viveu na cidade de Cahors (França), local conhecido pela produção de vinhos e pela proximidade com o rio Lot.

O objetivo do jogador é simples: manter o jogador vivo. Para isso, basta valer-se de ações que lhe sejam benéficas. Entretanto, assim como na vida real, cada ação carrega uma reação e nem todas as escolhas mostram-se acertadas para o personagem, ou seja, alguns efeitos colaterais indesejáveis aguardam o personagem se as escolhas forem tolas.

A ideia é balancear os efeitos positivos e negativos de cada ação, de modo que o impacto na saúde do velho senhor sejam positivas. É um jogo sobre a vida, ainda que isto soe genérico. Além disso, podemos ver que o game pleiteia dar ao jogador liberdades de decisão e caráter inerentes a cada gamer. Quanto tempo você pode viver?

O time de desenvolvimento providenciou uma demo para quem quer entender este conceito ambicioso, para isso basta acessar o link do jogo.  Para quem quer o game completo, basta acessá-lo através do Desura ou do IndieCity. Cahors Sunset também pode entrar no Steam Greenlight , mas para tanto será necessário a ajuda dos jogadores.

Abaixo tem o trailer conceitual do game. Não mostra como é o título, mas introduz o conceito. Mais informações no site da Locomotivah.

Abaixo você confere o trailer do game Cahors Sunset

Activision anuncia Call of Duty: Advanced Warfare

A Activision resolveu surpreender o mundo nesta semana ao anunciar a nova entrada de sua franquia mais consagrada: Call of Duty. Ao invés de apostar em Black Ops ou Modern Warfare, a empresa americana coloca todo o seu potencial financeiro em Call of Duty: Advanced Warfare.

O título promete ser o primeiro Call of Duty desenvolvido por pelo menos três anos consecutivos e visando a nova geração de videogames. O jogo é desenvolvido pela Sledgehammer Games e terá a participação especial de Kevin Spacey. A intenção da Activision é que este seja o melhor CoD em muitos anos.

“Tomamos várias decisões importantes focados na excelência criativa em Call of Duty: Advanced Warfare. Nós realmente abordamos este jogo de forma diferente”, disse Eric Hirshberg, CEO da Activision Publishing. “Este é o nosso primeiro ciclo de desenvolvimento de três anos. É a nossa primeira vez com Sledgehammer Games na direção criativa. E nós estamos sacudindo a fórmula de várias maneiras. Novas mecânicas de jogabilidade com o exoesqueleto. Uma nova história fascinante. Um novo personagem icônico interpretado por Kevin Spacey, um dos melhores atores do mundo. Nós estamos nos divertindo muito fazendo este jogo, e acho que o mundo vai se divertir ainda mais jogando”.

A campanha é ambientada no futuro de 2054 e mostra o que ocorre quando uma empresa militar privada chamada PMC desenvolve um método para salvar a humanidade de um caos absoluto ocasionado por um ataque de escala global. O jogador é um dos soldados dotado de um poderoso exoesqueleto e armas futuristas que devem fazer o possível para manter a ordem em meio a uma guerra avançada.

Além de armas novas e uma história densa, Advanced Warfare promete gráficos foto realistas e esmero técnico jamais visto na franquia de shooter. A narrativa é um dos aspectos que a Sledgehammer mais está atenta, dizem os produtores.

“(…) Criamos esta equipe com a visão singular de entregar o melhor trabalho de nossas vidas. Sabemos que estamos calçando grandes sapatos, mas a cada dia estou espantado com o talento e foco no trabalho, com tudo desde a história até o multiplayer. Estamos animados para entregar o próximo capítulo desta grande franquia, e nós estamos ansiosos”, disse Michael Condrey, co-fundador e chefe do estúdio Sledgehammer Games.”

O game tem lançamento previsto para o dia 4 de novembro. Apesar da data longuínqua, a Activision providenciou o primeiro trailer do game.

Confira o trailer do game Call of Duty: Advanced Warfare

A pequena grande crise 3: a queda do gigante

Quem acompanha o GameReporter já deve ter visto o jogo indie brasileiro A Pequena Grande Crise e deve ter ficado interessado no projeto criado pela ApiCroc. A franquia chega a sua terceira edição, chamado A pequena grande crise 3: a queda do gigante, lançado no início de abril.

Desta vez, o game trata de um assunto bastante polêmico: a economia brasileira. O jogo retrata o período de 2011 e coloca o jogador para tomar as decisões político/econômicas que guiarão o país. Há várias decisões a serem tomadas como, por exemplo, aumentar ou reduzir gastos do governo, congelar preços, utilizar dinheiro público para obras da Copa do Mundo, etc.

Para auxiliar o jogador a pesar suas decisões, existem dois conselheiros inusitados: Carlos Max e Milton Mises. Tais decisões devem ser tomadas com cuidado, pois podem influenciar o andamento da nação, podendo até reduzir a inflação, melhorar a economia, ou gerar uma série de protestos pelo país. Tudo depende do bom senso.

A pequena grande crise 3 possui três finais diferentes que refletem as decisões tomadas pelo jogador durante a jogatina. Além disso, o jogo conta com alguns dos principais dubladores do Brasil, como Marcio Seixas, Gilberto Baroli, Miriam Fisher.

O título é gratuito e pode ser acessado através de site próprio. Este é um dos jogos que melhor explica de forma didática questões importantes, utilizando de bom humor e arte divertida. Imperdível para quem curte economia e tomada de decisões.