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Gameloft lança Dragon Mania, jogo de criação e treinamento de dragões

O mais novo game da Gameloft mistura as premissas de bichinho virtual e animais de batalha, como Pokémon. Dragon Mania: A Lenda coloca o jogador no reino de Dragolândia, um reino povoado por dragões selvagens, porém domesticáveis. O jogador recebe uma ilha e a tarefa é colecionar o maior número de dragões possível.

A tarefa é dificultada graças aos vikings que invadiram e tomaram as terras e colocaram o mundo em estado de caos. O jogador deve capturar as míticas criaturas e cuidar delas como se fossem pets. É possível alimentar e dar carinho aos bichos a fim de subir o nível e treiná-los para os combates.

Além disso, o jogador deve cuidar de sua ilha, criando novos habitats, fazendas e demais construções que agradem as diferentes espécies de dragões. Quando há pelo menos dois dragões, é possível colocá-los na toca da procriação para criar um terceiro com novas habilidades e novo visual. O game é como o famoso Dragon City da Dragon City Team. O visual do game, diga-se de passagem, lembra um pouco o concorrente, bem como a simplicidade em gerenciar os recursos para os bebês dragões. A diversão começa a valer quando as criaturas tornam-se grandes monstruosidades.

Dragon Mania: A Lenda está disponível para todas as plataformas digitais, ou seja, iOS, Android, Windows Phone e Windows 8. O download é gratuito.

Trailer de Dragon Mania: A Lenda

Phoenix Force 2 terá crossover com personagens de games brasileiros

Crossovers é uma ideia bem utilizada em jogos estrangeiros, mas no Brasil isso ainda é uma coisa incomum, principalmente se forem personagens de jogos brasileiros. O time do estúdio Awoker Games juntou forças com a Splitplay (primeira loja de games indie brasileiros) para reunir diversos personagens de jogos nacionais para o Phoenix Force 2. Os personagens cedidos são Aritana por Duaik; Balloon por Odig Games; Mr.Bree por TawStudio; Porcunipine por Big Green Pillow; Odallus por Joymasher; Tormenta por Trio Tormenta; Gryphon Knight Epic por Cyber Rhino Games; Project Tilt por BitCake e Capitain Split por Splitplay.

A intenção é levantar a campanha que está rolando no Catarse para os levantamentos de fundos de Phoenix Force 2. A ideia surgiu após uma conversa entre Rodrigo Coelho, CEO da Splitplay e Sérgio Alonso, desenvolvedor da Awoker. Como a ideia foi abraçada pelos envolvidos no game e pelos outros estúdios, em breve teremos um game que conta com muitos dos ícones de jogos nacionais, algo inédito no Brasil.

“Fico muito orgulhoso do Splitplay participar dessa união fantástica de personagens brasileiros, acho isso um evento histórico que nunca foi feito antes nessa escala. São todos personagens de grandes jogos que merecem ser jogados, tenho certeza que essa junção vai ajudar a todos, isso que está acontecendo é simplesmente muito divertido!”, disse Rodrigo Coelho, CEO do Splitplay.

Para quem não conhece, Phoenix force é um shoot ´em up sobre um grupo de fênix que enfrentam grandes e poderosos seres mitológicos. Todos os níveis finalizam como os jogos de nave clássicos, ou seja, um embate com um chefão, criando batalhas desafiadoras e rápidas que precisam dos seus melhores reflexos e estratégia do jogador.

Gostou? Colabore com o Phoenix Force 2 no Catarse.

Phoenix Force 2

OSVR: Razer anuncia seu próprio óculos de realidade virtual

A realidade virtual é o futuro eminente dos jogos digitais! Além do Oculus Rift, que pertence ao Facebook, e do Morpheus da Sony, agora é a vez da Razer se envolver com a tecnologia. Porém, ao contrário dos exemplos anteriores, a desenvolvedora de dispositivos para gamers não vai desenvolver sozinha seu próprio óculos de realidade virtual, mas sim formará uma aliança com diversas empresas para criar uma plataforma aberta que torne-se o padrão da realidade virtual.

O projeto surgiu à princípio graças a uma parceria entre a Razer e a Sensics, empresa dedicada em realidade virtual de alta performance, e outras empresas de tecnologia. Essas empresas apresentaram durante a CES 2015, em Las Vegas, o Open-Source Virtual Reality (OSVR). Basicamente trata-se de um kit de desenvolvimento OSVR Hacker acompanhando de um dispositivo de realidade virtual com software de código aberto que permite a programação de qualquer variedade de tecnologia de VR.

De acordo com os desenvolvedores, o OSVR suporta alguns dos principais motores gráficos da atualidade, como o Unity 3D e Unreal 4 Engine, e também trabalhará com plug-ins de dispositivos de líderes do mercado de hardware, como Bosch e Razer, e com as novidades da Sixense e LeapMotion. Além disso, o OSVR suporta todos os dispositivos de realidade virtual, incluindo o Oculus DK 2 e o headset Totem da Vrvana.

O melhor, para os desenvolvedores, é que o OSVR permite o desenvolvimento de aplicativos e hardwares utilizando qualquer sistema operacional, como Windows, Android e Linux. “A chegada da plataforma aberta do OSVR acelera as inovações e oferece aos consumidores a liberdade de escolher a melhor combinação entre componentes de hardware e software”, disse Yuval Boger, CEO da Sensics.

A Razer ainda diz que o kit possui alta qualidade e baixa distorção óptica, o que teoricamente elimina a necessidade de corretores. Qualquer pessoa pode fazer o download de arquivos 3D e criar seus próprios óculos de realidade virtual, diz a desenvolvedora.  O dispositivo da Razer possui duas telas 5,5”, um campo de visão de 100º e sensores internos para rastreamento da posição da cabeça, como acelerômetros, giroscópios etc. Nesses aspectos, o OSVR não é muito diferente do Rift. A previsão de lançamento é para junho deste ano pelo preço US$ 199,99.

Para mais informações sobre o funcionamento do OSVR, basta acessar o site da empresa.

Abaixo está o video de apresentação do OSVR:

Avodzman Entertainment lança Royal Gardens para Android

O game de hoje é da produtora independente Avodzman Entertainment, e trata-se de um endless casual para plataformas Android chamado Royal Gardens. No título, o jogador encarna um cavaleiro medieval que acaba de escapar de uma prisão e antes de declarar-se livre precisa fugir em disparada desviando de obstáculos e armadilhas que rodeiam o castelo.

O jogo tem mecânica 2D e tem nuances de ação/arcade, lembrando bastante jogos clássicos da era 16 bits. O fator desafio está em atingir os níveis mais altos de pontuação e exibir para os amigos quebrarem seu recorde.

A jogabilidade é bastante simples: basta desviar das flechas disparadas pelos soldados no castelo. O problema é que são muitas flechas a serem evitadas ao mesmo tempo, de modo que em dado momento o jogador pode acabar se atrapalhando. Reflexos rápidos e um pouco de sorte são fundamentais para conseguir manter-se vivo.

São muitos inimigos que estão na captura do pobre cavaleiro, além disso, há uma densa floresta que impede o caminho. O desafio aumenta conforme nosso herói permanece vivo na arena. Os guardas do castelo não deixarão isso ser um passeio fácil. Felizmente há formas de evitar a derrota, como um escudo que pode ser coletado, por exemplo.

Royal Gardens já teve seu lançamento na Google Play. Os jogadores podem acessar o game pelo preço de R$ 2,67.

O trailer de Royal Gardens pode ser visto abaixo:

Estádio do Palmeiras vira jogo para a Xbox Live

Essa é especial para os torcedores do Palmeiras. A Allianz Seguros, em parceria com a agência Ogilvy & Mather e a Microsoft, lançaram o minigame Allianz Gol para o Xbox Live. Trata-se de um game que coloca o jogador a explorar o mais moderno estádio do Brasil, o Allianz Parque, localizado em São Paulo. Também conhecido como Estádio do Palmeiras.

Allianz Gol é bastante simples, lembrando os clássicos jogos de futebol lateral da geração 16 bits. Basta tentar chegar ao gol adversário através de passes em linha reta, de modo que a bola não toque em nenhum jogador adversário. Se passar pelos adversários, basta chutar ao gol. O game já está disponível de forma gratuita na Xbox Live.

Além de explorar o estádio alviverde, os jogadores podem conhecer uma galeria de fotos que detém imagens e informações de outras arenas esportivas da Allianz, como o Allianz Park, de Londres; o Allianz Stadium de Sidney e o monumental Allianz Arena, em Munique, na Alemanha.

“A iniciativa tem como objetivo utilizar uma plataforma próxima aos fãs de futebol, especialmente ao público jovem, dando a oportunidade de vivenciar a marca. Pensamos no jogo como uma maneira de apresentar aos fãs do futebol o Allianz Parque e mostrar que a arena faz parte de uma estratégia global do Grupo Allianz, que envolve outras cinco ao redor do mundo a levar o nome da nossa marca”, explica Felipe Gomes, diretor executivo de Gestão de Mercado e Estratégia da Allianz Seguros.

Os jogadores podem fazer uma visita virtual, os jogadores podem até entrar em campo e marcar um gol. A Allianz acredita ser uma maneira bastante efetiva de apresentar o estádio a todos os fãs de futebol que, por ventura, não podem ir pessoalmente ao estádio Palmeirense.

Kriophobia: Survival Horror brasileiro Kriophobia é aprovado no Greenlight e será lançado no Steam

Já falamos de Kriophobia, o survival horror da Firasoft que está sendo desenvolvido para PCs. Voltamos a falar do jogo, desta vez para destacar a bem sucedida campanha que ele teve no Greelight da Steam. Foram necessárias menos de duas semanas para a aprovação da Valve graças ao apoio dos jogadores. Deste modo, o game será lançado na plataforma em 2015.

De acordo com a desenvolvedora, Kriophobia será um retorno às origens do survival horror, lembrando clássicos da era 32 bits como Resident Evil e Silent Hill. Além disso, o game terá um ar mais contemporâneo, graças às mecânicas utilizadas nos games atuais. Um bom exemplo é o estilo visual, em cell shading que lembra as graphic novels.

Também vale destacar que Kriophobia está com campanha de financiamento no Kickstarter até o dia 4 de janeiro de 2015. As contribuições podem ser feitas a partir de 5 dólares canadenses. Para quem estiver curioso sobre o projeto, a desenvolvedora disponibilizou uma demo gratuita.

Abaixo está o trailer do game Kriophobia:

Big Tower da Insane Sheep agora é gratuito

O time do estúdio Insane Sheep lançou recentemente o novo update do jogo Big Tower. Esta é a terceira atualização e com ela foi introduzidas novas características e conteúdos ao jogo original, bem como a transição do game para o modelo Free to Play e a disponibilidade é exclusiva para os usuários do Google Play.

Esta mudança de modelo de negócios é como um presente de fim de ano, visto que todos os jogadores podem jogar o game gratuitamente e sem as conhecidas microtransações. Vale lembrar que Big Tower foi lançado inicialmente em fevereiro de 2014 e desde então vêm recebendo atualizações constantes.

Além dessas mudanças, Big Tower ganha dois novos troféus; um sistema de recompensas para quem jogou o game antes de ele tornar-se gratuito; a adição de barras de energia para os inimigos; novos visuais para os menus, animações etc.Também vale destacar que o jogo ganhou um novo modo de jogo que visa testar o conhecimento do jogador. A lista completa de mudanças pode ser conferida no site oficial.

Para quem não conhece, o jogo é um Tower Defense com estilo visual clássico da era 8 bits. Na trama, o jogador deve ajudar o Kid Z e o Professor Genius em uma missão que envolve viagem no tempo para recuperar artefatos históricos  que servirão para criar a Big Tower, a maior torre jamais criada e a única arma capaz de vencer o vilão Kinky, que ameaça a segurança do mundo. O jogo é dos poucos a mesclar um conceito de jogo recente, com gráficos retro.

Veja abaixo o trailer do game Big Tower:

Sprace leva os jogadores ao universo das partículas subatômicas

Já imaginou presenciar a criação do universo? E recriá-lo? Como todos sabem, há um grupo de cientistas trabalhando no Colisor de Hádrons, o maior acelerador de partículas do mundo, a fim de simular as condições surgidas após o Big Ben. O que pouca gente sabe é que tal cenário já pode ser visto pelo computador através do Sprace Game 2.0.

Basicamente, o Sprace é um jogo que permite ao usuário capturar as partículas subatômicas e utilizá-las para construir prótons, nêutrons e as bases atômicas que compõem o universo. O game foi criado pelo São Paulo Research and Analysis Center (Sprace) da Universidade Estadual Paulista (Unesp). O grande destaque é que o jogo foi desenvolvido não como um simulador, mas sim como um game comercial, de modo que o jogador possa se divertir enquanto aprende conceitos da física das partículas subatômicas.

O jogador embarca em uma nave reduzida ao tamanho subatômica e deve utilizar um campo de energia para capturar quarks, as partículas subatômicas que formam prótons e nêutrons – que, por sua vez, compõem o núcleo atômico. Uma vez capturadas, o jogador leva as partículas ao laboratório, onde elas serão identificadas e ajudam a calibrar os sensores da nave a fim de encontrar novas partículas a distância.

Posteriormente, o jogador pode até recombinar as partículas para construir prótons e nêutrons, que devem formas núcleos atômicos necessários à sustentação da vida. Em outras palavras, Sprace vai permitindo gradativamente que o jogador recrie o universo.

A jogabilidade é em 2D e as ações é bastante simples, sendo que os comandos são executados pelo mouse. Ao todo existem 17 fases, que quando completadas garante ao jogador um troféu semelhante ao sistema de conquistas. A primeira versão de Sprace foi lançada em 2010 e era bem mais enxuta do que a atual. Para se ter ideia, a primeira versão tinha apenas 4 fases e não tinha o mesmo polimento gráfico e conceitual. Para traçar um parâmetro, basta imaginar que a mecânica lembra os saudosos games de navinha (shmups).

“O Sprace Game alcança agora um potencial ainda maior de difusão de conceitos da física das partículas subatômicas, levando crianças e adolescentes a superar as dificuldades encontradas em sala de aula para o aprofundamento desse conhecimento. A partir desse mundo subatômico é possível se aprofundar na natureza elementar de tudo o que existe”, disse Sérgio Ferraz Novaes, coordenador do Sprace e professor do Instituto de Física Teórica da Unesp.

O jogo foi projetado para funcionar em qualquer computador com sistema operacional Windows, Linux ou do Macintosh, exigindo apenas a instalação da versão mais recente da plataforma Java, que pode ser obtida gratuitamente na Internet. A nova versão do Sprace Game pode ser acessada gratuitamente no site do game. Ele está disponível para Windows, Linux e Macintosh com suporte aos idiomas português, inglês e alemão.

Abaixo está o trailer do game Sprace:

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Pupgam Studios lança Bubble Guriko no Brasil

O estúdio Pupgam de Barcelona acaba de lançar o game mobile Bubble Guriko para os usuários de iOS e Android no Brasil. A desenvolvedora afirma que o game revoluciona o conceito de explodir bolhas graças a uma mecânica que lembra Tetrix.

O game chega ao mercado gratuitamente e com possibilidades de interação com amigos pelas redes sociais através de rankings. O jogo combina a estrutura de quebra-cabeças dos clássicos jogos de bolhas com sistema de Tetrix. À medida que o jogador deve buscar a linha ideal para poder superar os diferentes níveis, pode-se parar a bolha no lugar desejado, além de dispor de uma ampla gama de “Boosters” ou ajudas grátis, e é são estas possibilidades que diferenciam Bubble Guriko de outros jogos do gênero.

A trama do jogo gira em torno da batalha dos habitantes do planeta Guriko, os gurikos, cada um com uma personalidade e cores diferenciadas, contra um vilão chamado Cosmos, que deseja escravizá-los. Cabe ao jogador passar os seis cenários que representam o planeta e manter os Gurikos em liberdade. O game lembra bastante Bust a Move, um clássico da era 16 bits, deste modo, o jogador pode esperar bastante diversão e jogabilidade simples.

Os cenários e personagens são bastante coloridos e carismáticos. Entre os ambientes encontrados estão praias, terras inóspitas, selvas tropicais etc. Conforme o jogador avança pelos cenários, a dificuldade vai aumentando, até que o vilão Cosmos pode lançar mais de uma bolha, deste modo, os quebra-cabeças se tornam mais complicado.

De acordo com a desenvolvedora, posteriormente o jogo informará quantos gurikos o jogador libertou e quantos foram liberados a nível global por todos os jogadores. “Bubble Guriko é um jogo diferente e divertido, baseado em personagens que foram criados para capturar a atenção do jogador desde o primeiro momento”, disse Marc Cervera, CEO e cofundador da Pupgam Studios.

O executivo prevê que o game será bem sucedido graças a seu caráter social e sua gratuidade. Os interessados já podem baixar o game através da App Store e Google Play.

Abaixo está o trailer do game Bubble Guriko:

Liberada a fase de testes abertos de Korner 5 da IDC Games

A IDC Games e o estúdio Playdat da Inglaterra acabam de anunciar o lançamento da fase beta do game Korner 5. O game é um MOBA free-to-play para dez jogadores divididos em dois tines para uma competição futebolística. O game diferencia-se da maioria dos jogos do gênero e até permite que os jogadores personalizem seus avatares com diferentes acessórios, uniformes e objetos.

O game possui os tradicionais modos de torneio e outros modos de jogo que incluem power ups, desafios por times etc. Além disso, há a possibilidade de entrar em salas de bate-papo e ficar no modo espectador assistindo as partidas dos outros jogadores ao vivo. Também há sistema de ranking e estatística para acompanhar os melhores jogadores.

“Korner 5 permite que atuemos nos jogos esportivos com uma aposta diferente e cheia de possibilidades. Mais uma vez, colocaremos à disposição do mercado um jogo de qualidade completamente adaptado as necessidades do jogador global”, disse Víctor Lamas Sánchez, O CEO da Nvia.

A versão beta foi lançada para locais selecionados como Espanha, América Latina, Portugal, Polônia e (claro) o Brasil. O game está localizado em pt-br e já pode ser acessado através do site do game ou na página do Facebook.

Abaixo está o trailer do game Korner 5:

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