Arquivo da tag: lançamento

Bonded Heroes – Novo game da Kaldra Games traz narrativa densa aos jogos incrementais

O novo jogo de estúdio indie Kaldra Games é certeiro para quem busca ação, exploração, mistério e descobertas fantásticas. Bonded Heroes an Idle Adventure chega no dia 12 de junho trazendo uma narrativa rica e maior interatividade aos chamados jogos incrementais. O game traz uma grande diversidade de heróis, sendo que cada um deles possui características únicas, gerando novos diálogos e situações inusitadas.

Um jogo incremental (também conhecido como idle game) é um jogo em que o jogador realiza uma ação simples e constante para poder progredir. A Kaldra aposta neste segmento que já conta com conceituados cases de sucesso, como o “Adventure Capitalist”, “Tap Titans” e “Egg, Inc”. Vale lembrar que o estúdio é o mesmo do elogiado Vampilão, também para celulares.

kaldra“Muitos jogadores sentem a falta de narrativas envolventes nos jogos mobile. Com o Bonded Heroes, nós propomos a entrega de diálogos envolventes, e interatividade do player para com o jogo, criando uma imersão na estória contada”, afirma Rodrigo Hülsenbeck, Game Designer da Kaldra Games.

Toda a ação de Bonded Heroes se passa no mundo de Asmoth, um local mágico habitado por criaturas místicas e vilões macabros. A Kaldra Games fez questão de criar heróis e equipamentos igualmente fantástivos, de modo que o tom do jogo é repleto de fantasia e diversão.

É com o Bonded Heroes que a Kaldra mira atingir o nicho de jogos incrementais interativos, posicionando-se como referência mundial no gênero. Recentemente o estúdio se classificou para a grande final pré-aceleração da Playbor, que é a primeira pré-aceleradora de games do mundo.

Abaixo tem um trailer de Bonded Heroes:

Cursiva – jogo brasileiro busca incentivar a leitura no público infantil

A produtora indie Timeless Games está engajada a criar mais do que um game divertido, mas sim um produto que preste um serviço para seus usuários. Cursiva é uma história interativa cujo propósito é incentivar a leitura entre o público infantil. Para tanto, o jogo é estruturado em capítulos e é possível escolher jogar em português ou inglês, promovendo o treino de línguas.

Cursiva está repleto de desafios e conta com uma narrativa leve e diversas surpresas. O título está em desenvolvimento há 2 meses e deve ser lançado, se não houver empecilhos, no segundo semestre de 2017 na Google Play e AppStore. possui controles simples: basta usar o toque e arraste do dedo na tela para avançar os textos da história, selecionar opções de diálogo e interagir com o cenário, como em uma visual novel.

cursiva“Acreditamos no potencial de jogos como ferramentas capazes de gerar impactos positivos na sociedade. Cursiva, além de estimular o raciocínio e criatividade, tem como objetivo incentivar o treinamento da leitura no público infantil e o relacionamento entre pais e filhos, que são recomendados a jogarem juntos. Estamos confiantes sobre os bons resultados que a primeira história do jogo trará”, afirmou Camila Canuto, artista do jogo e produtora da Timeless Games.

Como nessa idade as crianças ainda estão se acostumando com a letra cursiva, o game também possibilita a escolha entre letra de forma ou cursiva, de acordo com a necessidade ou desejo dos pais e da criança. Cursiva tem uma estética cartoon e é exibido em forma de teatrinho, como se os objetos do cenário fossem feitos de madeira e toda cena fosse montada por alguém.

17361590_2233402213550777_1890094792771162309_nHá diversos personagens e cenários, além de queijos escondidos pelos capítulos da história. Caso todos esses queijos sejam encontrados, um pequeno capítulo extra é desbloqueado pela conquista.

O primeiro cenário do jogo é inspirado na era medieval e conta a aventura deEroy, um rapaz comum que é obrigado a ir salvar a filha do rei. Neste conto ele deve ajudar diversas personagens em seu caminho, desde elfos da floresta a cabras falantes. Cada um desses estranhos apresenta problemas particulares que estão diretamente relacionados as peculiaridades das suas respectivas culturas.

Mais sobre o Cursiva

“O jogo procura com sua diversidade desenvolver também uma consciência social nas crianças” explicou Jonas Beduschi, game designer e programador de Cursiva.

O primeiro capítulo em versão alpha de Cursiva será disponibilizado gratuitamente no dia 26 de maio de 2017, nessa sexta-feira. O jogo completo será pago e está previsto para outubro, mas a Timeless Games decidiu disponibilizar o primeiro capítulo gratuitamente a fim de apresentar o projeto aos pais e jogadores.

Cursiva já está disponível para download no Google Play.

Warpzone lança livro com a história definitiva do Mega Drive

O Mega Drive é até hoje considerado um dos melhores consoles de videogame já produzido pela SEGA. Não por acaso a plataforma ainda conta com milhares de fãs espalhados pelo Brasil e pelo mundo. Pensando nisso, a Warpzone uniu-se com a Tectoy para lançar o livro definitivo que vai contar toda a trajetória do console de 16 bits.

megawz_capaO livro cataloga todos os jogos lançados para o Mega Drive, Sega CD e 32X, ou seja, mais de 1200 jogos. Cada um deles com análises em texto, contendo uma breve descrição e telas de todos os jogos. O livro traz também a história do console incluindo um capítulo inteiro sobre a Tectoy e sua mítica parceria com a SEGA.

O livro Mega Drive Definitivo possui 358 páginas e serve como uma homenagem ao maior console que a SEGA já lançou e a seus fãs. Quem comprar a obra até o dia 31/05 poderá gravar seu nome e uma frase no livro. O livro é vendido em dois formatos (com e sem caixa) pelos preços de R$ 274 e R$ 174, respectivamente. A pré-venda está disponível no site da Warpzone.

Abaixo tem um vídeo unboxing do Livro Definitivo do Mega Drive:

Livro com temática gamer é lançado pela Etherique Editora – A Saga dos Bugadores: A Alquimia dos Sentidos e os Meninos Unicórnios

Mais uma dica sapiente de leitura: a Etherique Editora acaba de lançar A Saga dos Bugadores: A Alquimia dos Sentidos e os Meninos Unicórnios, uma obra que tem bastante ligação com o mundo dos games e um enredo bem divertido. Aqui acompanhamos três histórias que ocorrem em tempos diferentes, mas que se cruzam num só lugar. Trata-se de um livro infanto-juvenil com bastante aventura e fantasia que trata temas como game, bullying, sentidos, elementos, alquimia, artes, amizade etc

Tudo acontece em três lugares diferentes quando três crianças recebem “presentes”. Eva, uma gamer do planeta Terra, apelidada Three Fingers devido à sua mão esquerda, recebe um sinal. À Brisa, nativa da mesma Ilha, do planeta Atmosphere, e aprendiz dos Poços Cantantes, é dado um enigma. E, por fim, Benjamin, o filho dos ventos, nativo do planeta Atmosphere, recebe uma direção. A Ilha Etérea de Martina, do planeta Atmosphere, enfrenta problemas, está prestes a submergir, distanciando-se cada vez mais do continente e da ajuda externa. Entretanto, os habitantes da Ilha não estarão sozinhos. Quando menos se espera, vem ajuda externa.

anna-guiAos dozes anos, dez meninos de diferentes planetas se encontram no campo imaginário do planeta Atmosphere, no mágico e virtual universo Unigame, na Ilha Etérea de Martina. Um grupo de avatares Perceptivos Bugadores de Games têm de invadir os games humanos mais violentos e promover o caos no seu funcionamento. O objetivo é o de chamar a atenção dos jogadores humanos, primeiro, para a existência do Duogame, o imaginário virtual do planeta Terra, dominado pelos games humanos mais violentos, cujos poderes são magnéticos e obscuros. Segundo, para a conexão e iminente colisão dos dois universos virtuais: o Duogame, do planeta Terra e o Unigame, do planeta Atmosphere. Mas os Avatares Perceptivos Bugadores de Games somente vão conseguir ser eficientes nessa luta ao alcançarem seu grau máximo, o de Meninos Unicórnios.

18558672_298853973894488_917670565675590812_oSe você procurar no dicionário, não encontrará a palavra Bugadores. Trata-se de uma palavra inventada pela autora Anna Gui para dar sentido a um mundo fantástico de ideias e aventuras Bugado remete ao sentido de jogos eletrônicos, ou seja, defeito, erro em algum game ou algo indesejável. Uma falha na lógica de um programa. No livro, bugadores causam falhas em games muito cruéis para provocar reflexão, chamar atenção, e recrutar aprendizes de Perceptivos, a fim de criar novos tipos de games.

Anna Gui é a autora e ilustradora do livro A Saga dos Bugadores: A Alquimia dos Sentidos e os Meninos Unicórnios, da Etherique Editora. Ela é Phd e Pós-Doutora em Artes (PUC-SP; UNESP; IUPUI-IN). Ilustradora, Art Designer de Concept Art, Artista Plástica, desde 2006, com prêmio de Ilustração da AI-AP Latin American Illustration (2016). Em 2015, ilustrou o livro Cena Cosplay, da Editora Sulinas.

 

Serviço – A Saga dos Bugadores: A Alquimia dos Sentidos e os Meninos Unicórnios

Editora: Etherique

Autora: Anna Gui

Número de páginas: 206

Preço: $25,00

Pré-venda do livro impresso no site da Etherique e o ebook na Amazon

Lançamento: 05/06/2017 no site da editora.

Idioma: Português

Western Guns é o jogo da Zeexs para quem curte tiroteio no Velho Oeste

Hoje vamos falar sobre o Western Guns, um jogo indie da produtora nacional Zeexs. Basicamente é um título de ação e aventura em terceira pessoa que se passa em um ambiente de faroeste onde o personagem principal (Billy Brave) deve travar uma guerra contra a gangue dos “Reds” que fez a vila Rhyoliti e seus moradores de reféns cobrando o valor de US$ 50 mil de resgate. O jogo tem estilo cartoon e seus gráficos são otimizados a tal ponto que a sua qualidade se adapta de acordo com o dispositivo.

A história se passa no ano de 1982, a pacífica vila Rhyoliti foi invadida pela gangue dos “Reds”. Sem ter condição de detê-los, o xerife local, Sr. Collins recorre ao misterioso Billy Brave, um ex-fora da lei que aceita a difícil missão após saber que o chefe da gangue é Matt Jackson e que o mesmo pode ter informação sobre o paradeiro do seu eterno rival Paul Landers.

screen7No decorrer do jogo Billy encontra Rancho, um índio da tribo Comanche que conseguiu se esconder em uma casa quando a vila foi invadida pela gangue dos Reds, o índio diz a Billy que se o mesmo lhe fornecer um rifle ele poderá ajudar a atacar os pistoleiros da gangue. Quem curte filmes do gênero vai perceber que a produtora não mediu esforços e referências para entregar um game de respeito.

Western Guns foi lançado no início do mês através da Google Play gratuitamente. Um dos elementos mais interessantes é a ação desenfreada e o ambiente extremamente fiel ao ambiente de velho oeste americano. O jogador pode colecionar até seis armas para dar cabo dos bandidos do grupo Reds, além da parceria com um índio local. Mas não pense que tudo será fácil, pois os rivais também estão armados e são perigosos.

screen19

Outro plus de Western Guns é o modo multiplayer gratuito para até quatro jogadores com quatro modos de jogo (Team vs Team, Head to Head, Capture a bandeira). A trilha sonora também merece destaque, pois tem aquela pegada clássica de filmes de bang bang. O título já está disponível gratuitamente na Play Store.

Abaixo tem o trailer de Western Guns:

Conheça o advergame Católica In da Universidade Católica de Pernambuco

Já ouviu falar do Católica In, um evento anual da Universidade Católica de Pernambuco, voltado para alunos do Ensino Médio de escolas públicas e privadas cujo objetivo é contribuir para que os estudantes escolham a profissão que querem seguir de forma mais consciente? Pois bem, ciente da força dos jogos eletrônicos entre os jovens, foi criado pela agência Combogó o advergame Católica In a fim de promover o evento.

O game é um platformer 2D com visuais retrô composto de duas fases, com alguns obstáculos, que foram nomeados pela equipe de criação da agência de: devorador de conhecimento. Os elementos que o avatar recolhe durante a caminhada são livros, que representam o conhecimento adquirido durante o período universitário.

catolicaA jogabilidade e os visuais são bem simples, de modo que qualquer jogador pode conhecer e se divertir. É uma forma diferente de promover o evento mesmo, nada muito elaborado, mas nem por isso deixa de ser interessante. O jogador escolhe seu personagem e parte em uma aventura a fim de obter o maior número de livros possível, ao mesmo tempo em que deve fugir do monstro Sugador do Conhecimento. Vale destacar que é necessário ter reflexos rápidos para desviar dos obstáculos.

“A proposta visual deste ano do Católica In é inspirada num jogo clássico, que é o Mário.  Por isso, o Reitor da universidade, Padre Pedro Rubens, solicitou a criação de uma animação que contribuísse com a  divulgação do evento.  Decidimos, então, criar um game, no qual os jovens pudessem interagir e, assim, se interessar ainda mais pelo Católica In”, disse Breno Carvalho, coordenador da Combogó.

Mais informações estão disponíveis no site do game.

cats

Sobre o Católica In

O Católica In ocorre no período de 22 a 26 de maio. A Universidade estará com suas portas abertas para que os jovens conheçam mais sobre cada profissão, a partir da participação em oficinas e visitas a laboratórios, clínicas, agências e salas de aula. O evento é bastante reconhecido por ajudar a orientar jovens a definir seu futuro e com ações afirmativas.

Análise – Plasma Puncher é beat’ em up com boa dose de desafio

A Tomato Trap não é um estúdio muito conhecido no cenário nacional, mas seu novo lançamento – Plasma Puncher – tem a missão de colocar o estúdio no mapa dos grandes estúdios nacionais e entregar boas horas de diversão ao jogador que curte games mais descompromissados.

Plasma Puncher é um beat’ em up onde o jogador deve controlar um anti-corpo em uma batalha conta a invasão de um organismo hostil, a micróbio-mãe. Todos os demais anti-corpos foram derrotados pelos micróbios, então cabe ao protagonista defender o organismo na base dos punhos.

O enredo

plasma-puncher-5Tudo começa quando a micróbio-mãe invade um corpo e com seu exército de micro-organismos consegue derrotar todos os anti-corpos. Cabe ao jogador controlar o ultimo sobrevivente dos Leucócitos, células brancas do sangue que protegem a corrente sanguínea. Para tal você deve derrotar todo o exército inimigo na base da porrada para em seguida dar cabo da micróbio-mãe.

A ação se desenrola em waves, ou seja, você derrota uma quantidade de inimigos, para em seguida enfrentar mais uma onda de inimigos. Como não poderia deixar de ser, a dificuldade é o ponto alto do jogo. Os inimigos surgem em maior número e eles ataquem de maneira imprevisível (por cima, por baixo, pelos lados).

plasma-puncher-2O pior é que alguns deles são invulneráveis e os ataques são incessantes. Parece que a Tomato Trap queria mesmo homenagear os jogos de beat’ em up das antigas, entregando uma experiência de jogo que prima pela dificuldade e pela ação. É bom ver que o estúdio deu ênfase a jogabilidade ao invés de focar em efeitos mirabolantes ou outros enfeites.

Dificuldade em Alto Nível

Infelizmente há de se dizer que um dos pontos negativos é a falta de variedade no jogo, pois toda a ação se desenrola em um único ambiente, de modo que o gameplay torna-se repetitivo. Você só vai ter alguma noção de progresso graças ao número de amebas derrotadas. Felizmente o alto desafio e os upgrades quebram essa monotonia. Há muitos power ups para adquirir e conforme você avança torna-se cada vez mais divertido espancar os inimigos.

qdwoye7

Mesmo na dificuldade normal o jogador vai passar maus bocados, pois a quantidade de inimigos que surgem é razoavelmente grande. Como não existe botão para se defender, o jogador fica condicionado a destruir os inimigos antes que eles tentem atacar ou tentar desviar-se das investidas através de dashs e pulos. O jogo é bem frenético e testa os reflexos do jogador constantemente. A jogabilidade, vale destacar, é bem fluida e fácil de domar.

Gráficos e Som

O visual é a primeira coisa que salta aos olhos em Plasma Puncher: apesar de simples, eles tem bastante personalidade e charme. O estilo de arte é cartunesco e as animações dos personagens são bastante agradáveis e colorido, dando a impressão de que os cenários realmente estão vivos. O time de criação merece ovações pelo cuidado que tiveram com os visuais do game. A tela é bem limpa e não conta com muitos indicadores (apenas o indicador de saúde e o marcador de inimigos derrotados), de modo que nada atrapalha o jogador durante a ação.

plasma-puncher-ss7-1024x1020A trilha sonora é vibrante e ouvir os golpes atingindo os micróbios é nada menos que recompensador. As músicas cumprem bem o papel de manter o jogador ligado, pois elas sempre são bem movimentadas e trazem boas transições ao longo da aventura, passando do rock, ao jazz e ao faroeste. A intenção é manter o jogador atento e não passar a sensação de monotonia. Teria sido bacana se houvessem mais cenários também para acompanhar a transição da banda sonora.

Veredicto

O game é ideal para quem curte jogos de pancadaria e sente falta de beat’em up clássicos com progressão em side scrolling. Plasma Puncher não é longo: você deve terminá-lo em cerca de quatro horas. O time de criação poderia ter incluído mais inimigos e desafios, além de cenários, pois ao chegar no final fica a sensação de que falta alguma coisa e um gosto de quero mais. Talvez uma sequência ou updates com novos modos de jogo supram essa necessidade.

Plasma Puncher tem bastante qualidade e potencial. Apesar da pouca variedade de cenário e a curta duração, o jogador vai se divertir bastante graças a jogabilidade bem feita e ao desafio crescente. Os power ups e a possibilidade de customizar o personagens são ótimas adições e o jogador vai se sentir constantemente desafiado a concluir a aventura. O jogo já está disponível para PCs via Steam.

Nota: 8

 

Abaixo tem o trailer de Plasma Puncher:

 

Blitz Brigade Rival Tactics é o novo lançamento da Gameloft

Para quem gosta de jogos de estratégia para celular, a dica é Blitz Brigade Rival Tactics, um jogo da Gameloft que oferece batalhas em tempo real onde o jogador pode colecionar unidades militares e evoluí-las, juntar-se a uma facção e subir até o topo dos rankings. Quem já conhece a série Blitz Brigade sabe que é um FPS bem tradicional. Aqui a Gameloft criou um jogo de estratégia onde o que vale mesmo é agilidade e inteligência.

Em Blitz Brigade: Rival Tactics, é possível posicionar tropas gerenciando seu baralho de cartas em um jogo tático rápido que te permite construir um esquadrão de 8 soldados dentre dezenas de heróis, veículos e acessórios. As combinações e estratégias são infinitas. A mecânica não chega a ser totalmente original, mas é bem executada e diverte bastante.

catsSuprimentos e bens fornecidos pelo Comando Central farão seu exército crescer e abrirão novos caminhos para a destruição. Se você se sair bem no campo de batalha, vai ganhar caixas cheias de armas e ferramentas do caos para colecionar e melhorar. O jogo te permite ainda recrutar heróis icônicos, como o notório Satoru Hokama, o sempre bem vestido Duncan McCracken e o explosivo Albert Donati para o seu esquadrão.

Além disso, o modo paisagem oferece a possibilidade de estar mais perto da ação. Você também pode mudar a câmera e a interface de batalha da esquerda para a direita. Vale destacar ainda os gráficos do game, que são bem bonitos e com efeitos devastadores durante os combates. O título está disponível gratuitamente para Windows, Android e iOS.

Abaixo tem o trailer de Blitz Brigade: Rival Tactics:

Invaders – Banco Neon relembra clássico dos Arcades com nova roupagem

Um dos jogos mais icônicos de todos os tempos é o Space Invaders. Se você sente falta daquela diversão descompromissada e bastante casual, o pessoal do Banco Neon, instituição bancária totalmente digital, lançou uma releitura do clássico dos Arcades, chamada Invaders. Aqui os jogadores devem ajudar um unicórnio deve destruir figuras que representam gerentes de banco.

O unicórnio simboliza as centenas de startups que almejam valer um bilhão de dólares ou mais. Já os gerentes de banco representam as dificuldades e velhos paradigmas bancários. De acordo com o Neon, Invaders será um game multiplataforma e terá nível infinito na quebra dos paradigmas do tradicional modelo bancário.

neonO jogo é prático e simples: o unicórnio se movimenta em horizontal e terá o objetivo de eliminar todos os processos, taxas e asteriscos dos grandes bancos enquanto emite um raio de inovação e transparência. Durante o jogo, o unicórnio ainda terá que desviar de objetos que serão lançados contra ele.

Mais sobre Invaders do Banco Neon

A jogabilidade não poderia ser mais simples: os comandos são “esquerda”, “direita” e “espaço” para atirar contra os inimigos. Quanto mais inimigos você derrotar, mais pontos fará e mais fases vai avançar. Ao avançar nas fases a dificuldade aumenta com a velocidade. Ao ser derrotado, você pode compartilhar seu resultado nas redes sociais e desafiar amigos a quebrar seu recorde.

“A proposta do jogo é ser tão simples como utilizar os produtos e serviços do Neon. Nosso público é jovem e totalmente conectado, então encontramos mais uma forma de estar no dia a dia dele”, afirma Alexandre Alvares, CMO do Neon. Como se trata de um webgame, para jogar é só acessar o site oficial, não precisa instalar nada.

Análise- Flat Kingdom é o indie mexicano para amantes de plataforma 2D

Flat Kingdom é o tipo de game que chega para suprir os desejos de quem espera por bons jogos de plataforma, mas que não encontravam boas opções no mercado. Desenvolvido pelo estúdio mexicano Fat Panda (e lançado oficialmente em 2016), o título finalmente chegou ao Brasil com legendas em português graças a uma parceria com a Games Starter. Basicamente o jogo se passa em um mundo 2D bem ao estilo papercrafted, com inspirações óbvias na franquia Super Mario Bros, da Nintendo, tanto nos visuais quanto no início da história, mas as semelhanças param por aí.

A trama começa quando um estranho mascarado sequestra a princesa do reino. A partir dai o jogador assume o papel de Flat, um cavaleiro que é incumbido pelo Rei Quadrado a resgatar a Princesa Tri. Apesar de ser um conto sobre resgatar uma princesa em apuros, a trama é mais densa e no desenrolar o jogador descobre a verdadeira motivação do vilão mascarado chamado Hex, que almeja reunir joias mágicas a fim de tornar-se o ser mais poderoso do reino de Flat. A história é recheada de perseguições entre o herói e o vilão mascarado e acontecimentos fantásticos.

flat-kingdom

Há várias cutscenes belíssimas que explicam a jornada de Flat, porém é justamente nesses momentos que vemos as falhas mais evidentes do game: é normal que ocorram travamentos e quedas na qualidade de animação. O problema é que fatos relevantes da história são apresentados nas animações, deixando a impressão de que os desenvolvedores poderiam ter maior atenção neste aspecto.

A história também pode ser acompanhada através de uma coleção de pergaminhos e documentos que são encontrados nos diversos cenários. Esses documentos servem como um diário de bordo, incluindo detalhes da história, pensamentos de Flat e descrição de cada personagem, inimigos e vilões. Lembra um pouco o sistema de Kingdom Hearts, da Square-Enix.

Gráficos são o grande destaque

5_163

Talvez o que mais chame as atenções são os aspectos gráficos, pois o game tem um estilo cartunesco bastante agradável, com cores belíssimas e riqueza de detalhes. Podemos dizer que Flat Kingdom é na verdade um game 2,5D, pois ao passo que os personagens são totalmente em 2D, o mundo do game tem aspectos em três dimensões. Essa direção de arte está totalmente interligada com a história do jogo e torna o estilo artístico ainda mais interessante. Os gráficos são simples, lembrando até games mobile, porém eficazes (pense em algo como FEZ, porém sem a mesma profundidade).

O sistema de combate é inspirado no antigo jogo infantil jokenpô: o jovem Flat é capaz de trocar sua forma física para Circulo, Quadrado e Triangulo. O macete é que cada um dos inimigos que surgem no caminho deve ser derrotado por uma determinada forma. Cabe ao jogador trocar para a forma apropriada a fim de derrotar o inimigo que estiver no caminho, levando em consideração que muitos deles têm pontos fracos, à lá, Shadow of the Colossus.

Sistema de combate diferenciado

6449a19a8d35590662e1376a229fdd2b4671d132Funciona da seguinte forma: basicamente ao se aproximar de um inimigo, você deve assumir a forma geométrica oposta à dele, seja para atacar ou se defender. Círculo vence o quadrado, o quadrado vence o triângulo e o triângulo vence o círculo. Portanto você deve pensar e agir rápido para derrotar os inimigos. Este elemento torna o combate mais estratégico e diferente de qualquer outro platformer que você já viu.

Os controles são fáceis de aprender, o que torna a jogatina agradável. Dificilmente você vai se atrapalhar com os comandos, mesmo nos momentos em que precisará de reflexos rápidos. Esta simplicidade também pode ser vista nos puzzles que Flat deve resolver: eles não vão consumir muito tempo do jogador, mas conseguem manter o interesse nos momentos em que não há combates.

A trilha sonora é de respeito e merece atenção especial do jogador, pois foi composta por nada menos que Manami Matsumae, a mesma que assina as trilhas de Shovel Knight e Might No. 9. Não são muitas as canções, mas elas são bem feitas e embalam bem os momentos da aventura, alternando entre ação, alegria e mistério.

Os pontos negativos

Infelizmente nem tudo são flores em Flat Kingdom. Apesar de bastante divertido, a duração deixa a desejar: você levará cerca de seis horas para concluir a aventura e o fator replay é bastante baixo, visto que são pouquíssimos capítulos e o desafio não é lá muito alto. Parece que a Fat Panda quis tornar o game amistoso para jogadores mais jovens. O problema é que a maioria dos jogadores de plataforma são ávidos por desafios e combates ferrenhos. Apenas alguns chefões oferecem alguma dificuldade real, mas nada que tire o sono do jogador.

2jpg_0Cada um dos mundos conta com três níveis, mas o jogador só conseguirá passar por todos eles ao obter as variadas habilidades especiais como pulo duplo/triplo, destruir paredes etc. Deste modo, é normal que algumas fases fiquem para trás. O problema é que quando você está quase no final do game, você é obrigado a retroceder ao início a fim de passar todos os níveis que ficaram para trás, tornando o gameplay repetitivo.

Veredicto

Flat Kingdom é um game bastante divertido e que supre a necessidade dos fãs de bons jogos de plataforma. A direção de arte é fabulosa e o sistema de combate inspirada em jokenpô é bastante criativa e bem executada. Uma pena que o game seja curto e o fator replay seja baixo.

download

Ainda que tenha alguns pormenores, você vai se divertir bastante graças ao mundo fantástico e as batalhas contra os chefões. A história também é agradável, apesar de não ser original, de modo que o jogador vai ficar atento do inicio ao fim. O jogo cumpre seu papel e diverte fãs de plataforma que esperam produtos originais e com identidade própria. O título está disponível na plataforma Steam nas versões Standard e Deluxe, que acompanha o soundtrack e um digital Artbook.

Nota: 8

Abaixo você confere o vídeo de Flat Kingdom: