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Dazz lança cadeiras gamers Serie M e Dark Shadow

A Dazz continua a se destacar com seus produtos dedicados ao público gamer. Após a excelente recepção por parte do público da BGS 2018, a empresa acaba de lançar duas novas cadeiras para quem busca o máximo de conforto e praticidade na hora de jogar: os modelos Serie M e Dark Shadow. Os lançamentos se destacam pelo design moderno, durabilidade e preço competitivo.

“As novas cadeiras acompanham as mais recentes tendências mundiais e prometem surpreender positivamente os gamers”, enfatiza Antônio Nascimento, gerente de produtos da Dazz. A expectativa é que os produtos façam bastante sucesso entre o público que preza pelo que há de melhor no circuito profissional dos eSports.

A Cadeira Gamer Serie M foi desenvolvida para tornar a posição de jogo mais confortável e profissional. Ela tem todo o design produzido para agradar os jogadores que passam muitas horas na frente do videogame. Os grandes destaques são o visual moderno, a riqueza de detalhes e o acabamento.

A Serie M possui base de aço resistente, apoio de braço ajustável e mecanismo de ajuste de 180º. A cadeira conta ainda com cobertura em poliuretano de alta densidade, almofadas para pescoço e suporte de lombar. Suporta até 180 kg e tem o preço sugerido de R$ 1.119,90.

A outra cadeira é a Dark Shadow, que também conta com design moderno e ótimo acabamento. De acordo com a Dazz, essa cadeira é capaz de ajudar a garantir melhor desempenho durante os jogos, pois sua posição é mais confortável e profissional, oferecendo base de aço resistente, apoio de braço ajustável e mecanismo de ajuste de 180º. A cadeira Dark Shadow possui cobertura em poliuretano de alta densidade, suporta até 180 kg e tem o preço sugerido de R$ 1.119,90.

Para conferir estas e mais novidades, basta acessar o novo canal Dazz no Youtube.

Revolta dos Búzios é tema de game a ser lançado no dia 03 de novembro no Muncab

Após o sucesso do jogo Sociedade Nagô, o time da Strike Games, desenvolvedora de games de cunho pedagógico, está prestes a lança seu terceiro jogo educativo. Trata-se de Revolta dos Búzios, que, a exemplo dos seus antecessores, busca resgatar nos jogos a cultura do povo preto baiano e conta com músicas de Tonho Matéria. O título será lançado no dia 03 de novembro, no Museu Nacional de Cultura Afro Brasileira – Muncab, das 14h às 16h.

Revolta dos Búzios reconta a revolta separatista de 1798, ocorrida na Bahia e que terminou com 33 pessoas processadas por tentarem promover o levante na cidade de Salvador contra a dominação Portuguesa. No dia 4 de março de 2011, os quatro protagonistas da Revolta dos Búzios (os alfaiates Manoel Faustino e João de Deus, e os soldados Lucas Dantas e Luiz Gonzaga) foram considerados heróis devido à importância que tiveram para o Estado Brasileiro.

Essas personalidades também foram incluídas no livro dos Heróis Brasileiros. A revolta também contou com a presença feminina, dentre elas, Ana Romana. O aplicativo é gamificado e reconta os fatos reais com uma jogabilidade ao estilo Point and Click, com influencias de Graphic Novel.

A designação Revolta dos Búzios se deve ao fato de alguns membros do movimento usarem um búzio (concha de molusco em forma de espiral) preso à uma pulseira para facilitar a identificação entre si. O movimento foi um dos mais famosos envolvendo a cultura afro contra a dominação portuguesa e serviu para inspirar outros movimentos revoltosos contra a coroa. O título está disponível para mobile através da Play Store e para PCs via Itch.io.

Abaixo tem um trailer de Revolta dos Búzios:

Conheça “Poracy: As Sombras da Natureza”, jogo inspirado em tribos da Amazônia

Nosso grande destaque do dia é mais um projeto brasileiro que presta homenagem ao folclore nacional. Trata-se de Poracy: As Sombras da Natureza, criado pelo desenvolvedor Kazuhira Mark. O título é uma ode ao folclore indígena com uma ambientação toda inspirada nas matas amazônicas e o jogador deve enfrentar sete bosses assustadores.

A trama leva o jogador ao passado, centenas de anos após um dos filhos de Taú e Kerana ser morto e o mal ser enfraquecido como um todo. Eis que a luz da lua é roubada do céu, o símbolo da derrocada do mal, e as forças da escuridão ganham força. Cabe a Poracy a árdua missão de derrotar as sete forças malignas que assombram as matas amazônicas e trazer a paz de volta a sua terra.

“Os povos indígenas da América Latina tem um folclore e um imaginário único e rico repleto de histórias e criaturas fantásticas que podem ser exploradas, em nosso jogo utilizamos de vários elementos de toda essa gama, além de traços do imaginário amazônico como um todo para construir um mundo rico em personagens e objetos para o jogador explorar e conhecer mais sobre a cultura dos povos pré-colombianos”, diz Marcus Paz, desenvolvedor de Poracy: As Sombras da Natureza.

O título tem inspiração nas criaturas e mitos da cultura guarani e da cultura Amazônica e cabocla. O mundo do jogo é fictício, bem como o povo retratado na aventura, que é inspirado em várias culturas como marajoara, tupinambá e assurini, contando com reimaginações de conceitos retirados dessas culturas. O objetivo foi construir um universo novo com base na cultura nacional.

A missão principal do jogo gira em volta do mito de Tau e Kerana onde a protagonista deverá derrotar os 7 bosses para completar a sua missão e restaurar a paz em sua terra. Há outras missões secundárias durante a aventura e o jogador estará ocupado durante muito tempo.

De acordo com o time de criação, Poracy terá um “story-telling” semelhante a “Metal Gear Solid Peace Walker” e “Valiant Hearts” em que as “cutscenes” da história são em quadrinhos separados da “Gameplay” em si. Além disso, a jogabilidade será de RPG em terceira pessoa como no vídeo em anexo.

Poracy: As Sombras da Natureza ainda está em fase de crowdfunding via Catarse e deverá ser publicado mesmo que a meta não seja batida. A expectativa é que a meta de R$ 10 mil seja arrecadada para aumentar a qualidade da produção e agilizar todo o processo criativo. O game tem previsão de lançamento para dezembro de 2018.

Abaixo você confere um trailer de Poracy: As Sombras da Natureza:

 

Conheça o jogo “O Celular do Surto” que orienta as crianças sobre os perigos das fake news

Nesses tempos obscuros as Fake News se proliferam como água. Uma das responsabilidades de todos é combater a onda de notícias falsas. Foi pensando nisso que a equipe do filme Tito e os Pássaros criou o jogo O Celular do Surto, inspirado no filme de animação. Basicamente o jogo utiliza interfaces inspiradas nas redes sociais mais famosas como Facebook, Twitter e Instagram e tenta assustar os jogadores com notícias alarmantes. A expectativa é que pais, professores e educadores podem baixar conteúdo explicativo para auxiliar no ensino. A equipe do longa-metragem brasileiro de animação.

O Celular do Surto funciona em celular e desktop e disponibiliza um arquivo com conteúdo explicativo para auxiliar pais, professores e educadores no ensino das crianças. O objetivo é familiarizar as crianças com as fake news e mostrar os pequenos como distingui-las. A tarefa pode parecer simples, porém muitos adultos acabam caindo também no fenômenos das notícias inverídicas.

O filme Tito e Pássaros só vai estrear em circuito comercial no ano que vem, mas os desenvolvedores acreditam que lançar o produto antes da decisão final eleitoral é uma boa forma de ensinar as crianças de forma lúdica o que são fake news e outros problemas das redes sociais. Outro destaque é que o jogo traz temas diferentes e complementares ao filme e também de começar a conhecer Tito e seus amigos antes de vê-los no cinema.

O Celular do Surto é composto por seis versões de aplicativos com os quais o jogador deve interagir para identificar mentiras, boatos, exibicionismos, discursos preconceituosos e violentos. O objetivo é não se deixar enganar e manter a sanidade. A cada engano, o jogador diminui seu nível de coragem até chegar ao nível de contágio (a doença do medo mostrada no filme “Tito e os Pássaros”) em que ele se transforma em pedra e perde o jogo.

Se o jogador consegue sobreviver, acertando as interações dentro de cada app, finaliza o game e recebe uma devolutiva sobre seu desempenho. Para jogar, basta acessar a página oficial, onde o jogador vai encontrar quatro simulações de apps disponíveis, cada um com sua própria mecânica:

  • Fakebook: Postagens verdadeiras e falsas desafiam o jogador a curtir o que é real e a identificar as mentiras. Os jogadores podem confirmar as fontes no motor de procura do jogo (o Bubble) para verificar se as postagens são verdadeiras.
  • Instapanic: O jogador deve identificar quais imagens são montadas e quais são verdadeiras.
  • Twistter: O jogador deve identificar quais assuntos devem ser replicados e quais não.
  • Candy Crash: Coloca ao jogador a pergunta sobre quanto vale a pena jogar um jogo viciante quando há coisas mais importantes a fazer.
  • Zap Messenger: No grupo dos amigos do Tito, o jogador recebe instruções sobre o jogo e sobre o que fazer nos outros aplicativos.
  • Spotifear: O controle das configurações de áudio (volume da trilha e efeitos sonoros, com trilha do filme “Tito e os Pássaros”).

 

Sobre o filme

Tito e os Pássaros trata da história de um menino, Tito, que se lança na missão de salvar o mundo de uma epidemia incomum: as pessoas ficam doentes ao sentirem medo. A direção é de Gustavo Steinberg, André Catoto e Gabriel Bitar. No Brasil, o longa teve sua primeira exibição no último Anima Mundi, em julho, que inclusive lhe rendeu o prêmio de melhor longa infantil. O lançamento de “Tito e os Pássaros” está previsto para o primeiro semestre de 2019; a distribuição será feita pela ELO Company. Mais informações aqui.

Deliverace é destaque da Skyjaz na Brasil Game Show 2018

O jogo Deliverace, da produtora paulista Skyjaz, será um dos destaques da área indie da Brasil Game Show 2018, o maior evento de games da América Latina. Durante a feira, os visitantes poderão testar o game em primeira mão e conversar com os produtores. O plano dos desenvolvedores é lançar o titulo no dia 12, aproveitando todo o impacto positivo da feira.

Deliverace é um game de batalha de carros online, e o primeiro do Brasil com modo battle royale. O título relembra os classicos Vigilante 8 e Twisted Metal com uma pitada de Pickup Express. Ele é exclusivo para PC e poderá ser adquirido via Steam gratuitamente. O game tem deixado ótimas impressões graças ao seu clima caótico e ao cuidado que o estúdio tem dado para não descaracterizar o estilo battle royale.

O estande da Skyjaz Games estará localizada na Área Indie da BGS e contara com duas máquinas para os jogadores testarem Deliverace livremente, podendo até jogar juntos na mesma partida. A fila será organizada por ordem de chegada. A Brasil Game Show acontece em São Paulo, no Expo Center Norte, de 10 a 14 de outubro.

Deliverace

O título recebeu o Greenlight no Steam em menos de 20 dias. Então é um tipo de jogo que a comunidade gamer queria há bastante tempo. Convidamos a todos os visitantes da Brasil Game Show que passem no nosso estande para conhecer Deliverace, diz Jasiel Junior, CEO e sócio-fundador da Skyjaz Games.

O game possui quatro modos únicos de jogo: Delivery Express, Capture and Hold, e Battle Royale. Cada um com suas particularidades e objetivos específicos. Em Delivery Express, o piloto precisa entregar o maior número de Cargas e um determinado checkpoint. Em Truck Survival, um jogador será sorteado para ser um Carro Forte, e os outros jogadores precisam pará-lo de qualquer maneira. Em Capture and Hold, é necessário proteger a Carga Valiosa dos adversários até o fim da partida. E, no Battle Royale, 24 jogadores jogam cada um por si numa cidade delimitada. Apenas o último sobrevivente será o vencedor.

Além de precisar de agilidade como piloto, o jogador terá outras ferramentas à disposição para ajuda-lo a chegar à vitória. Uma delas é o canhão, ou torreta, montado no teto dos carros. Além disso, é possível personalizar os carros com novas qualidades mecânicas, como motores melhores, maior força de frenagem, capacidade de carga e economia de combustível. Você consegue maiores informações na página do game na Steam e no site da Skyjaz.

Abaixo tem um trailer de Deliverace:

Skyjaz Games lança Deliverace, game de batalha de carros com battle royale

Nosso destaque do dia é o jogo Deliverace, um título que mistura os gêneros battle royale com jogos de corrida. O game é cortesia do estúdio Skyjaz Games, a mesma responsável por Pesadelo. O macete é que os jogadores controlam carros armados até os dentes e devem vencer as corridas destruindo quem estiver no caminho.

Deliverace é exclusivo para PC e está disponível gratuitamente via Steam. Quem for à Brasil Game Show poderá experimentar o título no estande AI 115 da área Indie, a partir de 10 de outubro. O jogo pode ser chamado como o encontro dos clássicos Vigilante 8, Twisted Metal e Pickup Express. Diferentemente de jogos tradicionais de carros, Deliverace não tem linhas de chegada ou circuitos lineares. A batalha, na verdade, é contra o tempo.

Os objetivos das partidas variam com os Modos de Jogo. São 7 opções de carros jogáveis, de GTs, a hatchbacks e picapes, que podem ser personalizados com diferentes cores, decalques, rodas e mais. Cada veículo possui características próprias e estilos diferentes de pilotagem. E todos carregam um canhão montado no teto.

Os canhões, ou torretas, podem ser usados para destruir os carros adversários, mas de maneira tática. Afinal, não ganha quem matar mais; ganha quem cumprir os objetivos. Para vencer as corridas o jogador precisa usar estratégia e trabalho em equipe. Deliverace terá o lançamento oficial no dia 12 de outubro.

Abaixo você confere o trailer de Deliverace:

Exa Dimension 12 – VR Gamer lança novo jogo de realidade virtual no Brasil

A VR Gamer não pára de trazer novidades para os fãs de jogos de realidade virtual: a casa de arcade acaba de trazer mais um jogo para o seu catálogo. Trata-se de Extra-Dimensional Exploration Alliance ou EXA Dimension 12, um game que coloca o jogador no meio de uma missão militar em uma outra dimensão. O título tem lançamento oficial no Brasil através da VR Gamer.

O jogador deve integrar a equipe do Comandante Rick, que deve explorar e proteger uma estranha dimensão, após seu sistema ter sido interrompido por forças desconhecidas: a DIMENSION 12. Tal missão coloca o jogador em confronto direto com estranhas criaturas. O grande diferencial é que o jogo contempla a participação de até quatro pessoas, permite uma livre movimentação e interação com os outros jogadores e tem duração de aproximadamente 10 minutos.

“A nossa missão é levar a melhor experiência da realidade virtual às pessoas. Por isso, estamos sempre muito atentos ao mercado global e comprometidos a trazer novidades aos nossos clientes”, afirma Leandro Sarubi, sócio-fundador da VR Gamer”.

A experiência já integra o portfólio da loja da VR Gamer no Shopping Granja Vianna e da Arena VR Gamer, no Shopping Internacional de Guarulhos. O lançamento é parte da estratégia da VR Gamer de trazer os melhores e mais ambiciosos jogos de realidade virtual para seu catálogo.

 

Unidades da VR Gamer:

A loja no Shopping Granja Vianna, que fica em Cotia, na Grande são Paulo, tem 130m², e conta com games em PlayStation VR e HTC Vive, divididos em onze estações de entretenimento, além de um ambiente com dois cockpits completos para jogos de corrida e uma arena de combate. Neste espaço, a tecnologia é toda sem fios e com equipamentos de última geração, que incluem PCs portáteis em formato de mochila e armas com rumble no lugar dos controles.

Por meio de um sistema de rastreamento em tempo real, a arena tem capacidade para que até quatro jogadores disputem partidas, locomovendo-se livremente em uma área de 25m², sem preocupações com cabos ou com colisões entre si, uma vez que todos se enxergam dentro do jogo.

A unidade possui um cardápio variado com jogos de diferentes gêneros. Dentre eles o Beat Saber, The Elder Scrolls V: Skyrim, DOOM VFR, Rick andMorty: Virtual Rick-ality, ResidentEvil VII, Batman Arkham VR, Job Simulator, Arizona Sunshine e BrookhavenExperiment, um jogo de terror onde os jogadores deverão enfrentar hordas de zumbis e monstros assustadores. A lista de jogos da VR Gamer é atualizada mensalmente. Para conhecer mais, acesse o site da VR Gamer.

Abaixo tem o trailer de Exa Dimension 12:

 

Serviço: Arena VR Gamer

Local: Internacional Shopping

Endereço: Rodovia Presidente Dutra, saída 225 – Itapegica – Guarulhos – Tel: (11) 2414-5000

Horário: de segunda a sábado, das 10h às 22h e domingo das 12h às 20h

Valores: a partir de R$ 30,00

 

Loja VR Gamer – Granja Vianna

Local: Shopping Granja Vianna

Endereço: Rodovia Raposo Tavares, km 23,5 – Cotia (SP) – Tel: (11) 4612-0506

Horário: de segunda a sábado, das 10h às 22h e domingo das 12h às 20h

Valores: a partir de R$ 30,00

 

Top 10: Os melhores jogos lançados pela Telltale Games

Neste final de semana a internet foi pega de surpresa com a notícia de que a Telltale está entrando em processo de falência. A empresa foi criada em 2004 e ao longo de sua existência lançou dezenas de jogos icônicos, tais como The Walking Dead e The Wolf Among Us. Um dos pontos mais interessantes da história da Telltale é que a produtora praticamente criou uma marca registrada, lançando jogos baseados em quick time events, histórias episódicas e decisões que afetam a aventura no futuro.

Tecnicamente a empresa não está fechada, porém o número de funcionários remanescentes é insuficiente para manter os lançamentos programados. Resolvemos nos despedir da Telltale relembrando alguns dos melhores jogos que a produtora já lançou. Se você não chegou a conhecer todos, vale a pena dar uma olhada nessas pérolas.

Abaixo você confere os principais jogos que a Telltale já desenvolveu:

 

The Walking Dead: A Telltale Games Series

 

Walking Dead

O jogo que tornou a Telltale mundialmente conhecida foi The Walking Dead, pegando carona no sucesso da série televisiva. Ao invés de se inspirar no seriado, o game buscou referências mesmo nas HQs e serviu para introduzir a muitas pessoas o modo de contar histórias da Telltale, baseado tão somente em tomada de decisões.

Outro aspecto importante do jogo é que a resolução de puzzles fica relegado ao ostracismo, dando ênfase no desenvolvimento de personagens. The Walking Dead da Telltale é dividido em cinco episódios, cada um com momentos emocionantes. A densidade das ações foi conquistada graças ao suporte que os produtores da série deram à Telltale a fim de conseguir a fidelidade narrativa.

 

Batman: The Telltale Series

Sempre que se fala em jogos do Batman as pessoas pensam na trilogia da Rockstead, entretanto a Telltale também já trabalhou com o morcegão em 2017. Nesta obra a Telltale teve toda a liberdade criativa para fazer o game que quisessem, ou seja, não há inspiração em outras adaptações, filmes ou mídia. Tudo que a Telltale teve de fazer era manter a mitologia do personagem intacta.

No game o jogador assume o papel de Batman e de seu alter ego, Bruce Wayne, em uma aventura poucos anos após assumir o trabalho de vigilante. Tanto a narrativa, quanto o gameplay carregam o DNA da produtora, ou seja, o jogador tem vários momentos de decisões difíceis que impactam diretamente os rumos da história. Ah, o jogo ainda tem momentos em que o jogador deve usar as habilidades detetivescas do Batman.

 

Tales from the Borderlands

Tales from the Borderlands

Aqui a Telltale se inspirou na franquia Borderlands da Gearbox para criar uma aventura mais voltada para o humor, se afastando do peso emocional que outros de seus jogos tinham. Tales from the Borderlands foi lançado em 2014 e mão se tornou muito conhecido, apesar de ser um com melhores notas no Metacritic dentro do catálogo de jogos da Telltale.

Basicamente o jogador toma controle das personagens Rhys e Fiona logo após serem raptadas por um indivíduo que elas contém o que sabem do projeto Gortys, da empresa Atlas. A partir daí os jogadores tem uma aventura de cinco episódios para recontar uma mesma história sob o ponto de vista dos dois personagens. O jogo é o mais engraçado da Telltale e merecia mais atenção da comunidade. Infelizmente as vendas foram decepcionantes.

 

Tales of Monkey Island

 

Em 2009 a Telltale conseguiu a licença para trabalhar neste spin off de Escape from Monkey Island sob o pretexto de comemorar os dez anos do último lançamento. Diferente de outros jogos da Telltale, este aqui chegou apenas para Wii e PCs. O jogador assume o papel do pirata Guybrush, que acidentalmente acaba liberando uma maldição voodoo pelo Golfo de Melange. Cabe ao bucaneiro e sua esposa procurar uma cura para a doença que está se espalhando rapidamente.

O game foi um dos pontos de virada para a Telltale, revelando ao mundo todo o seu talento e storytelling diferenciado. O título seria aclamado pelo seu humor e gráficos cartunescos. O sucesso comercial acompanhou as críticas, de modo que o jogo seria até o momento o de maior sucesso até o lançamento de Back to the Future: The Game. Ainda que pareça datado, Tales of Monkey Island ainda vale a jogatina.

 

The Wolf Among Us

The Wolf Among Us

The Wolf Among Us é até hoje um dos jogos mais estranhos já feitos. Basicamente ele é ambientado em um mundo de HQs, inspirado nos quadrinhos Fables, de Bill Willingham. A história do jogo se passa 20 anos antes dos eventos dos quadrinhos. O jogador assume o controle do detetive Bigby Wolf, que deve investigar o assassinato de uma mulher. A investigação leva o jogador a diversos ambientes e falar com diferentes personagens, até descobrir uma trama ainda maior.

A primeira coisa que chama as atenções é seu estilo gráfico em cell shading, que o torna um quadrinho jogável. A história é repleta de mistério e a ambientação fantástica são a cereja do bolo. Devido ao fato de que a Telltale está em processo de falência, é improvável que a sequência veja a luz do dia.

 

Sam & Max: Save the World

Sam & Max: Save the World

Ainda que a Telltale tenha lançado outros jogos da franquia Sam & Max, vale mencionar mesmo àquele que foi o primeiro pela mão da Telltale e o quinto de toda a sua história. Lançado em 2006, Save the World conta com seis episódios e segue os protagonistas em uma série de casos envolvendo hipnotismo. Cada episódio é um caso e ao final descobre-se que estão interligados.

O game tem bastante humor e uma jogabillidade baseada em quick time events e em puzzles simplistas. Tem muita gente que torce o nariz para este jogo, porém foi justamente Save the World um dos primeiros a ser bem sucedido no formato episódico. O sucesso foi tanto que a Telltale conseguiu o aporte para lançar mais dois capítulos (Beyond Time and Space e The Devil’s Playhouse)

 

Minecraft: Story Mode

Minecraft: Story Mode

Com o sucesso de Minecraft, da Mojang, a Telltale decidiu apostar em um jogo com narrativa mais linear. Basicamente o jogador coleta itens, soluciona quebra-cabeças, e fala com NPCs através de árvores de diálogo para aprender sobre a história e determinar o que fazer a seguir. Assim como ocorre em outros jogos da Telltale, as decisões que o jogador faz impactam eventos no episódio atual e nos seguintes. Porém, sem o peso emocional de outros jogos.

Ainda que a mecânica principal seja inspirada nos jogos prévios da Telltale, a empresa não deixou de incluir elementos de construção, centrais ao Minecraft. A intenção foi mostrar que o jogo não apenas quer aproveitar da marca Minecraft, mas também dar a seus fãs um produto que respeita suas raízes. Se você curte mesmo a franquia de construção, vale a pena a jogada.

 

Game of Thrones

Game of Thrones Telltale

Tanto os livros de George R.R. Martin, quanto a série da HBO tem algo em comum: a exploração de decisões de personagens e suas consequências é algo recorrente. Nada mais justo do que um game explorar esse mesmo conceito de liberdade de escolha recair sob os ombros do jogador em um game. O macete é que a Telltale teve liberdade criativa para trabalhar na marca GoT, de modo que o jogador acompanha a saga da Casa Forrester enquanto tentam sobreviver após os acontecimentos da Guerra dos Cinco Reis.

O jogo ainda conta com a contribuição dos atores da série, que emprestaram suas vozes para enriquecer o projeto. O resultado não agradou todo mundo, mas serviu para garantir uma segunda temporada (que acabou cancelada). As principais críticas positivas foram para a fidelidade e o respeito que os produtores do game tiveram com a fonte original.

 

Poker Night 2

Poker Night 2

Este jogo muda muito o que os jogadores conhecem da Telltale, pois diferente de uma aventura gráfica, este aqui é mais um jogo de poker em que o jogador deve encarar diferentes jogadores em partidas de poker para ganhar o máximo de grana possível. O destaque mesmo é para o humor que o jogo carrega, incluindo a adição de personagens como Sam (Sam & Max), Brock Samson (The Venture Bros), Ash (The Evil Dead), Claptrap (Borderlands) e GLaDOS (Portal).

Diferente de outros jogos de poker, aqui o macete não é apenas saber as regras, mas também tirar vantagem dos adversários. Você pode, inclusive, embebedar os demais personagens durante as partidas a fim de facilitar as partidas. O jogo é indicado para fãs de poker.

 

Back to the Future: The Game

Back to the Future: The Game

Em 2010 a Telltale conseguiu um acordo de licenciamento com a  Universal para o lançamento de Back to the Future: The Game, um jogo episódico inspirado na franquia de filmes. O jogo conta com dublagem de Michale J. Fox e Christopher Lloyd e reconta muitos acontecimentos vistos nas telonas.

A história do game traz uma aventura original dividida em cinco episódios que se passa sete meses após os eventos dos filmes. Acompanhamos Marty saindo em busca do desaparecido Dr. Brown.  O roteiro foi escrito pelo coescritor e produtor da trilogia, Bob Gale, e utiliza o sistema de escolhas de outros títulos da Telltale, ou seja, algumas decisões alteram o rumo da aventura.

Facebook cria novo programa “Level Up” de streaming de games no Brasil 

A comunidade de jogadores do Brasil é bastante ativa e unida através do Facebook. Ciente de que o publico pode esta crescendo e é bastante antenado às novidades, o Facebook decidiu cria o Programa Level Up, que visa incentivar a comunidade a conectar e compartilhar experiências online. A ideia basica é ajudar criadores iniciantes a começar sua comunidade de livestreaming no Facebook. 

Tal como acontece em outros veículos de streaming, o Facebook vai permitir que os produtores de conteúdo ganhem dinheiro por meio do Facebook Stars, um recurso que possibilita aos fãs uma maneira simples de oferecer suporte a seus gamers favoritos, adquirindo produtos virtuais durante as transmissões ao vivo. 

O Facebook Stars funciona da seguinte maneira: os fãs podem selecionar o número de estrelas que gostariam de enviar a um gamer e concluir o processo por meio de suas contas do Facebook, da App Store ou da Play Store. Os criadores poderão acompanhar quantas estrelas eles receberam por meio do Streamer Dashboard

De acordo com o Facebook, durante a fase de testes os espectadores podem enviar e receber Stars gratuitamente enquanto assistem aos seus criadores de Level Up favoritos. A ideia é mostrar como será a interação entre produtores de conteúdos e espectadores. Vale dizer que os streamers podem realizar livestreaming com alta definição (1080p / 60fps). 

“Estamos trabalhando para construir um ecossistema de gaming no Facebook, onde criadores de todos os tipos podem prosperar”, explica o gerente de parcerias do Facebook para Gaming em EMEA e LATAM, Pedro Rodrigues. “O Facebook já trabalha em parceria com alguns dos criadores de maior sucesso no Brasil. O país tem uma comunidade de gaming apaixonada e estamos abrindo as portas para futuros criadores — nosso programa Level Up ajudará esses novos streamers a construir e fortalecer suas audiências de forma interativa.” 

No início deste ano, o Brasil tornou-se o segundo país do mundo a receber o Facebook Gaming Creator Pilot Program, uma iniciativa focada em ajudar gamers já estabelecidos a criar e engajar suas comunidades na plataforma. Desde o início do programa em abril, criadores parceiros como Isis Vasconcellos, PlayHard, Davy Jones, e Diana Zambrozuski puderam observar um crescimento em suas Páginas em uma média de 300.000 seguidores com o streaming de jogos como Fortnite, Free Fire, GTA e League of Legends. 

Os interessados em se inscrever podem visitar a página do programa Level Up. Os criadores também podem verificar sua própria elegibilidade. 

Review – Sword Legacy: Omen – visuais matadores e narrativa empolgam

Aventuras com temática medieval fazem sucesso há muito tempo e nenhuma aventura é mais famosa do que o conto do Rei Arthur e os Cavaleiros da Távola Redonda. E é justamente essa ambientação a inspiração para a produção de Sword Legacy: Omen, nova produção conjunta dos estúdios indie Firecast e a Fableware Narrative Design. O título busca recontar a saga de Arthur através de uma nova perspectiva e com uma ambientação muito mais brutal. O game chegou à Steam no último dia 13 de agosto para alegria de quem acompanhou o período de desenvolvimento do game.

A introdução mostra que o reino da Breatnha está dividido em cinco reinos distintos e o sentimento de “terra decadente” é palpável. Nesse ínterim o jogador é apresentado ao comandante Uther Pendragon, que se une ao mago Merlim para escapar de um cerco organizado pelo Duque de Essex. Durante a fuga, a dupla acaba se aliando a improváveis companheiros como o lanceiro Duanne e a ladra Gwen, o sacerdote Felix, a arqueira Flint, o ferreiro Gorr e o bárbaro Ferghus. O macete é que esse time acaba desempenhando papel importante para a tomada do trono pelo Rei Arthur.

Um show gráfico inspirador

A primeira coisa a chamar as atenções em Sword Legacy é seu estilo gráfico em cell shading. Os ambientes e os traços são de cair o queixo e dificilmente você não ficará embasbacado com a riqueza de detalhes que os desenvolvedores empregaram na produção. Em alguns momentos, o jogador vai sentir como se o jogo fosse um quadrinho interativo. Isto é proposital: os diálogos e os ângulos de câmera sugerem inspiração em visual novels dos anos 90.

Após o choque inicial dos gráficos, o jogador toma os controles e percebe que o game segue a cartilha dos RPGs mais contemporâneos, sem deixar suas raízes de lado. Os combates são por turnos e cada personagem do grupo possui habilidades próprias, de modo que montar um time competitivo é primordial para derrotar tantos adversários que surgem nas masmorras. As habilidades individuais, aliás, foram desenvolvidas de modo a refletir a personalidade dos personagens. E sim, a personalidade dos personagens é explorada em cenas interativas.

Exploração de cenários e esquema de batalhas

O interessante mesmo é o foco que Sword Legacy dá para a exploração dos cenários. Você controla até quatro personagens durante a exploração e você pode alternar entre eles a qualquer momento. Todavia, você apenas pode selecionar o personagem ou gerenciar seus atributos antes do início das missões, o que quebra um pouco a liberdade do jogador.

Em alguns momentos o jogador vai sentir-se deslocado, imaginando se os combates não deveriam seguir em tempo real, como ocorre em Diablo III, por exemplo, ao invés de ter a movimentação paralisada para batalhas por turnos, que podem. Por mais de uma vez o jogador vai preferir que a ação não fosse paralisada para batalhas por turno. Pois é a exploração é muito divertida. Você vai passar bons momentos procurando itens escondidos, resolvendo puzzles e desarmando armadilhas.

Ainda que o esquema de batalha por turnos pareça fora de contexto, o jogo consegue ser competente neste aspecto, pois as batalhas não costumam demorar muito e evoluir o nível dos personagens não chega a ser tão difícil. Tudo gira em torno dos Action Points (que é administrada antes de iniciar uma missão). Esses pontos definem quantas ações o jogador pode executar e quais podem ser realizadas. Como se aproximar ou atacar um inimigo no mesmo turno, por exemplo. É necessário malícia e estratégia antes de iniciar uma missão, pois Sword Legacy não preza apenas pela força bruta.

Como funcionam os AP?

E aqui vale uma menção: parece que os desenvolvedores buscaram inspiração mais em jogos de tabuleiro do que em RPGs de turno tradicional. Além dos (AP) Pontos de Ação, o jogador ainda deve administrar os pontos de determinação, que são usados basicamente para “comprar” mais pontos de ação. Esses pontos de determinação, são mais escassos e podem definir os rumos de uma batalha, de modo que o jogador deve usar sabedoria antes de desperdiçá-los.

E o jogador vai precisar de paciência extra para sobreviver às batalhas, já que o nível de dificuldade não mantém uma constância. Alguns encontros com inimigos são fáceis demais, enquanto que outros são tão difíceis quanto batalhas com chefões. Faltou um pouco de nivelamento neste aspecto, o que pode ser frustrante para qualquer jogador.

Nem tudo são flores

Sobre a trilha sonora, aqui vale um destaque especial: os temas são orquestrados e empolgam bastante. Não chegam a surpreender o jogador, porém elas garantem que ninguém vai dormir durante a aventura (e nem nas batalhas). Entretanto, os estúdios poderiam ter se esforçado mais no aspecto sonoro, já que os personagens não foram dublados. Na verdade, os personagens apenas emitem sons estranhos.

Vale a compra?

Mesmo com pontos extremamente negativos e outros positivos, Sword Legacy: Omen é um jogo que merece atenção de fãs de RPG e do público em geral que curte exploração e batalhas estratégicas. Por vezes o jogador vai sentir que os desenvolvedores tiveram preguiça em alguns pontos, todavia nos momentos de inspiração o jogo acaba prendendo o jogador.

Basicamente temos uma montanha russa aqui. O detalhamento gráfico e a ousadia em alternar gêneros tão distintos são fatores que devem ser levados positivamente. A trama é bem interessante e a narrativa não deixa a peteca cair. Vale a compra!

O game está disponível na Steam.

Abaixo tem o trailer de Sword Legacy: Omen:

 

O melhor: visuais cartunescos matadores.

O pior:  falta de dublagem.