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Análise- Flat Kingdom é o indie mexicano para amantes de plataforma 2D

Flat Kingdom é o tipo de game que chega para suprir os desejos de quem espera por bons jogos de plataforma, mas que não encontravam boas opções no mercado. Desenvolvido pelo estúdio mexicano Fat Panda (e lançado oficialmente em 2016), o título finalmente chegou ao Brasil com legendas em português graças a uma parceria com a Games Starter. Basicamente o jogo se passa em um mundo 2D bem ao estilo papercrafted, com inspirações óbvias na franquia Super Mario Bros, da Nintendo, tanto nos visuais quanto no início da história, mas as semelhanças param por aí.

A trama começa quando um estranho mascarado sequestra a princesa do reino. A partir dai o jogador assume o papel de Flat, um cavaleiro que é incumbido pelo Rei Quadrado a resgatar a Princesa Tri. Apesar de ser um conto sobre resgatar uma princesa em apuros, a trama é mais densa e no desenrolar o jogador descobre a verdadeira motivação do vilão mascarado chamado Hex, que almeja reunir joias mágicas a fim de tornar-se o ser mais poderoso do reino de Flat. A história é recheada de perseguições entre o herói e o vilão mascarado e acontecimentos fantásticos.

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Há várias cutscenes belíssimas que explicam a jornada de Flat, porém é justamente nesses momentos que vemos as falhas mais evidentes do game: é normal que ocorram travamentos e quedas na qualidade de animação. O problema é que fatos relevantes da história são apresentados nas animações, deixando a impressão de que os desenvolvedores poderiam ter maior atenção neste aspecto.

A história também pode ser acompanhada através de uma coleção de pergaminhos e documentos que são encontrados nos diversos cenários. Esses documentos servem como um diário de bordo, incluindo detalhes da história, pensamentos de Flat e descrição de cada personagem, inimigos e vilões. Lembra um pouco o sistema de Kingdom Hearts, da Square-Enix.

Gráficos são o grande destaque

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Talvez o que mais chame as atenções são os aspectos gráficos, pois o game tem um estilo cartunesco bastante agradável, com cores belíssimas e riqueza de detalhes. Podemos dizer que Flat Kingdom é na verdade um game 2,5D, pois ao passo que os personagens são totalmente em 2D, o mundo do game tem aspectos em três dimensões. Essa direção de arte está totalmente interligada com a história do jogo e torna o estilo artístico ainda mais interessante. Os gráficos são simples, lembrando até games mobile, porém eficazes (pense em algo como FEZ, porém sem a mesma profundidade).

O sistema de combate é inspirado no antigo jogo infantil jokenpô: o jovem Flat é capaz de trocar sua forma física para Circulo, Quadrado e Triangulo. O macete é que cada um dos inimigos que surgem no caminho deve ser derrotado por uma determinada forma. Cabe ao jogador trocar para a forma apropriada a fim de derrotar o inimigo que estiver no caminho, levando em consideração que muitos deles têm pontos fracos, à lá, Shadow of the Colossus.

Sistema de combate diferenciado

6449a19a8d35590662e1376a229fdd2b4671d132Funciona da seguinte forma: basicamente ao se aproximar de um inimigo, você deve assumir a forma geométrica oposta à dele, seja para atacar ou se defender. Círculo vence o quadrado, o quadrado vence o triângulo e o triângulo vence o círculo. Portanto você deve pensar e agir rápido para derrotar os inimigos. Este elemento torna o combate mais estratégico e diferente de qualquer outro platformer que você já viu.

Os controles são fáceis de aprender, o que torna a jogatina agradável. Dificilmente você vai se atrapalhar com os comandos, mesmo nos momentos em que precisará de reflexos rápidos. Esta simplicidade também pode ser vista nos puzzles que Flat deve resolver: eles não vão consumir muito tempo do jogador, mas conseguem manter o interesse nos momentos em que não há combates.

A trilha sonora é de respeito e merece atenção especial do jogador, pois foi composta por nada menos que Manami Matsumae, a mesma que assina as trilhas de Shovel Knight e Might No. 9. Não são muitas as canções, mas elas são bem feitas e embalam bem os momentos da aventura, alternando entre ação, alegria e mistério.

Os pontos negativos

Infelizmente nem tudo são flores em Flat Kingdom. Apesar de bastante divertido, a duração deixa a desejar: você levará cerca de seis horas para concluir a aventura e o fator replay é bastante baixo, visto que são pouquíssimos capítulos e o desafio não é lá muito alto. Parece que a Fat Panda quis tornar o game amistoso para jogadores mais jovens. O problema é que a maioria dos jogadores de plataforma são ávidos por desafios e combates ferrenhos. Apenas alguns chefões oferecem alguma dificuldade real, mas nada que tire o sono do jogador.

2jpg_0Cada um dos mundos conta com três níveis, mas o jogador só conseguirá passar por todos eles ao obter as variadas habilidades especiais como pulo duplo/triplo, destruir paredes etc. Deste modo, é normal que algumas fases fiquem para trás. O problema é que quando você está quase no final do game, você é obrigado a retroceder ao início a fim de passar todos os níveis que ficaram para trás, tornando o gameplay repetitivo.

Veredicto

Flat Kingdom é um game bastante divertido e que supre a necessidade dos fãs de bons jogos de plataforma. A direção de arte é fabulosa e o sistema de combate inspirada em jokenpô é bastante criativa e bem executada. Uma pena que o game seja curto e o fator replay seja baixo.

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Ainda que tenha alguns pormenores, você vai se divertir bastante graças ao mundo fantástico e as batalhas contra os chefões. A história também é agradável, apesar de não ser original, de modo que o jogador vai ficar atento do inicio ao fim. O jogo cumpre seu papel e diverte fãs de plataforma que esperam produtos originais e com identidade própria. O título está disponível na plataforma Steam nas versões Standard e Deluxe, que acompanha o soundtrack e um digital Artbook.

Nota: 8

Abaixo você confere o vídeo de Flat Kingdom:

Bem-Vindo à Vida Real – Livro fala sobre vício em videogames com leitura divertida e recheada de referências

A Editora Intrínseca aposta mais uma vez no mundo dos games em seu mais novo lançamento no Brasil. Em “Bem-vindo à Vida Real”, o leitor acompanha a divertida história de Jaxon, um completo viciado em videogames que acaba internado por seus pais em uma clínica de reabilitação horas após ter marcado um encontro com uma bela garota. A partir daí, Jaxon tem quatro dias para conseguir receber alta da clínica e ter seu tão esperado encontro.

O livro trata sobre as dificuldades de superar um vício de maneira lúdica, traçando um parâmetro entre substâncias controladas e videogames. Mas não pense que o autor está comparando os videogames com drogas. Na verdade é uma forma leve e divertida de tratar um tema tão delicado. Não por acaso a clínica Vídeo Horizontes, que é onde Jaxon é internado, propõe um tratamento por etapas (como em níveis de videogames) para seus internos.

bemvindoavidareal_gO tratamento de reabilitação da Vídeo Horizonte é “tratamento da vida real”, onde os internos devem alcançar 1 milhão de pontos na rotina da clínica, aprendendo habilidades úteis do dia a dia, praticando esportes e socializando. Cabe a Jaxon tentar burlar o sistema para ser liberado o mais rápido possível. Nesse ínterim o personagem se depara com personagens que convivem com esses mesmos vícios.

Mais do que contar uma história, Bem-vindo à Vida Real fala sobre questões emocionais e psicológicas sobre indivíduos que se afastaram por tantos anos de conexões na vida real. Isto tudo sem deixar de lado uma linguagem divertida e recheada de referências a jogos como Final Fantasy, Zelda e Mario Kart. Para quem curte videogames, uma leitura obrigatória.

O autor de Bem-vindo à Vida Real

Bem-vindo à Vida Real é o primeiro romance de Christian McKay Heidicler, um educador bastante preocupado com o público jovem. Christian trabalhou por muitos anos desenvolvendo quadrinhos didáticos para organizações sem fins lucrativos e lecionando escrita criativa na Broadview University. Atualmente ele escreve artigos científicos no site BirdBrain Science.

O livro (impresso pela Editora Intrínseca) conta com 320 e já está disponível em versões física (R$ 34,90) e digital (R$ 22,90) com tradução de Glenda D’Oliveira.

Conheça o game indie Tower Escape do Moraes Studio

Tower Escape é um game feito sob medida para quem curte desafio e quer testar seus reflexos. Criado pelo estúdio indie brasileiro Moraes Studio, o jogo é do gênero plataforma 2D e o jogador deve ajudar o pequeno herói a passar por obstáculos como buracos e estacas no chão. O game tem sangue e lembra bastante a dinâmica de Super Meat Boy, inclusive com o tom de humor e controles fáceis, mas desafiador.

Tower Escape é totalmente gratuito e já está disponível para usuários do Android. Todo o cenário de Tower Escape é dinâmico e aleatório, em Tower Escape você tem que subir o mais longe possível, evitando armadilhas, passando por obstáculos insanos e coletando moedas para desbloquear novos personagens. O game é bastante desafiador, de modo que o jogador vai passar por maus bocados se quiser ir longe.

moraes-studioTower Escape traz a emoção de competir com outros jogadores através de um ranking global, quanto mais jogar, melhor será no ranking. Os visuais remetem aos jogos retrô da geração 8 bits, graças aos gráficos pixelados. Até mesmo a trilha sonora soam como os jogos do Nintendinho.

Onde baixar Tower Escape

O estúdio Moraes se esforçou para criar um jogo divertido e altamente viciante, capaz de cativar os retro gamers e jogadores ávidos por alto desafio. Tower Escape é um ótimo jogo para passar o tempo, divirta-se tentando ser o melhor do mundo no ranking do jogo. O download é gratuito.

Game mexicano Flat Kingdom chega ao Brasil através da Steam

Flat Kingdom é o tipo de game que tem tudo para agradar os jogadores ávidos por boas aventuras e combates estratégicos. Criado pelo estúdio mexicano Fat Panda, o game coloca o jogador no papel de Flat, um improvável herói que é convocado pelo Rei Quadrado para resgatar a Princesa Tri e derrotar um perigoso vilão mascarado. Este é o primeiro game da Fat Panda a ser lançado no Brasil e está disponível através da Steam.

A história do game é sobre salvar a princesa, porém o roteiro é contado de maneira divertida e bastante original. O sistema de combate segue essa mesma premissa, abusando da estratégia, porém com um toque que remete a infância. Basicamente a cada novo inimigo inicia-se uma partida de jokenpô e o jogador deve mostrar-se um grande sortudo ou dominar a arte deste jogo.

637x358O jogador terá que mudar as formas de Flat para círculo, triângulo e quadrado para derrotar os adversários, que também estão em diferentes formas geométricas. Toda forma geométrica é forte contra outra mas perde para as demais. Círculo é forte contra quadrado, triângulo vence círculo e quadrado derrota triângulo.

Flat Kingdom é divido em diversos mundos diferentes e cada um deles apresenta cenários 2D ricos de detalhes e com muitas referências a jogos clássicos. Cada fase possui um puzzle diferente e o jogador deve quebrar a cabeça para entender e resolver seus enigmas. Além disso, em todos os mundos do jogo existem pergaminhos escondidos que contam mais sobre a história do jogo.

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Outro destaque são os chefões de Flat Kingdom, que costumam ser desafiadores e divertidos. O jogador terá que dominar muito bem as mecânicas de movimentação e combate do jogo para conseguir seguir em frente. Basicamente os desenvolvedores quiseram criar um game com identidade própria que pudesse ser apreciado por jogadores de todas as idades.

flat-kingdom-review-squidA trilha sonora do game foi composta por Manami Matsumae, responsável pela ambientação musical de jogos como Mega Man, Shovel Knight e Mighty No. 9, os efeitos e trilhas sonoras são responsáveis por manter o jogador imerso no mundo papercrafted de Flat Kingdom.

Flat Kingdom chegou ao mercado brasileiro em parceria com a publisher Games Starter, já com legendas em português brasileiro e um desconto especial de 60% na edição Deluxe (que acompanha a trilha sonora oficial do jogo e também o artbook com todos os desenhos de Flat Kingdom), o jogo está disponível para compra na Steam.

Assista abaixo o trailer oficial de Flat Kingdom:

Conheça o game indie Lester Quer Queijo, disponível para Android

Lester Quer Queijo é a nova produção do estúdio indie Dual Games Brasil (os mesmos criadores de Sieg Adventure). Basicamente é um jogo casual em que os jogadores devem ajudar o pequeno Lester a roubar queijo da residência de uma família bastante avessa aos ratos. O grande desafio é desviar dos inúmeros gatos que habitam a casa e pegar o queijo, onde quer que esteja.

O game tem perspectiva do alto, de modo que o jogador tem boa visão dos obstáculos e inimigos que estão em seu caminho. Mas nem por isso a tarefa de roubar queijos é fácil: os gatos são tão rápidos quanto Lester e os humanos não dão sossego para o pobre ratinho. Como se não bastasse, há armadilhas espalhadas por toda a casa, tais como ratoeiras, queijo envenenado, caixas, mancha de óleo etc.

lstFelizmente é possível ter a tarefa facilitada com o upgrade Power Run, que aumenta a velocidade de Lester. Deste modo, é possível fugir dos inimigos rapidamente. Além dele, há outros upgrades bacanas como o Escudo e o aumento de tamanho. Quanto mais queijo você pegar, maior a sua pontuação (que é usada para comprar os upgrades na loja do game). O grande objetivo é entrar no ranking do game e desafiar seus amigos a bater seu recorde.

Onde encontrar o game Lester Quer Queijo

A jogabilidade de Lester Quer Queijo é simplificada, de forma que qualquer jogador pode apreciar a obra. Os gráficos e a trilha sonora fazem seu papel de cativar o jogador e mostram a força do estúdio Dual Games. O objetivo parece ter sido fazer um game simples, porém divertido. Se você curte desafio e games casuais, vale a pena conferir. O título está disponível gratuitamente para Android.

Primeiro episódio do RPG VIDA ganha data de lançamento

Após muitos anos em desenvolvimento intenso, o game VIDA finalmente tem seu lançamento oficial. De acordo com Flávio Creasso, criador do game, o primeiro episódio do RPG estará em acesso antecipado pela loja virtual Nuuvem a partir do dia 13 de abril. O título já chega totalmente em português e recheado de recursos divertidíssimos.

VIDA busca inspiração em vários games já conhecidos (a mais óbvia é Diablo), porém buscando sua própria identidade através de ideias novas. Basicamente temos aqui uma mistura de elementos das mais diversas culturas e tribos que compõe o povo brasileiro. Nada em VIDA pode ser dito convencional.

vida-gameToda a ação se passa no reino fictício de Airen, onde o jogador deve explorar e enfrentar centenas de criaturas e seres perigosíssimos. Mais importante do que as mecânicas de combate, é a jornada de VIDA: aqui o jogador vai encarar situações variadas e emocionantes. Tudo feito para cativar e manter o jogador entretido. É justamente os detalhes que tornam o game único.

VIDA não quer impressionar você pelo “tamanho” do mundo, mas por detalhes espalhados em “pontos específicos” dele com cenários criados à mão, um a um, como as delicadas maquetes de piso quadriculado onde antes caminhavam pequenos heróis de chumbo com suas vestes tingidas por esmalte acrílico.

flavio-creassoA interface, que se parece com uma moldura – não por acaso – reflete todos os aspectos do sistema de regras que é executado no background, o Log de GM (uma pequena janela no canto inferior esquerdo) lhe dá constantemente informações do que está ocorrendo no jogo como se realmente houvesse um mestre de RPG na cabeceira da mesa lhe dizendo como cada ação que seja relevante repercutiu na progressão do seu personagem.

O game introduz você gradativamente a um Universo sem bem e mal muito definidos, mesmo ao encontrar os deuses (que dão uma “palhinha” no primeiro capítulo) não há como dizer quem está certo ou errado e fica totalmente a critério dos jogadores tirar suas próprias conclusões a respeito de que lado na disputa tomar. Num mundo cada vez mais bilateral e de certezas VIDA conta uma história cheia de perguntas e leva você a constantemente explorar, encontrar novos fatos e questionar o que você acredita.

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VIDA tem um ar soturno e bastante misterioso. Assim que o jogador começa a aventura é impossível não se sentir envolvido pela trama instigante e pelos personagens misteriosos. A expectativa é que o lançamento do primeiro capítulo, agora no dia 13, traga ainda mais usuários para o universo criado por Flávio Creasso.

Abaixo você pode conferir o trailer de VIDA:

Dois eventos de Star Wars agitam a capital paulista em abril

A franquia Star Wars completa 40 anos agora em maio de 2017 e diversos eventos prometem agitar os fãs daquela Galáxia tão distante. Se você é de São Paulo, anote aí na sua agenda esses dois eventos ligados ao universo Jedi. A intenção é reunir fãs da franquia criada por George Lucas em bate papo, jogar, conhecer novos produtos e tirar fotos com cosplays. Ainda que já conte com quatro décadas, Star Wars permanece como um dos símbolos da cultura nerd que melhor sobreviveram ao teste do tempo. Um dos filmes mais esperados do ano é justamente o Episódio VIII.

Campeonato Nacional de X-Wing

O primeiro começa amanhã (01/04) no Centro de Convenções do Shopping Frei Caneca. Trata-se do Torneio Nacional de Star Wars: X-Wing, uma disputa organizado pela Galápagos Jogos para promover o jogo de tabuleiros. Este é o 2º Torneio Nacional organizado pela Galápagos e os planos são de que ele seja ainda maior que o de 2016. Assim como ocorreu no ano anterior, o grande campeão nacional receberá o convite para participar do Campeonato Mundial, que ocorre nos EUA, com a viagem paga pela Galápagos.

x-wingAs inscrições online já foram finalizadas, mas ainda é possível participar do evento, pois há inscrições abertas no dia do evento por R$ 85,00; Sábado das 7:00 as 8:15 e estão limitadas a 250 jogadores. Os cem primeiros inscritos recebem uma medalha estilizada para provar sua bravura como piloto. Tanto os vencedores dos Regionais de novembro, quanto os vencedores dos regionais do início do ano estão isentos do pagamento da inscrição e já têm bye garantido no primeiro round do Nacional!

 

Serviço – Campeonato Nacional de Star Wars: X-Wing 2017

Local: Shopping Frei Caneca

Endereço: Rua Frei Caneca, 569 – Consolação, São Paulo – SP

Data: 01/04 (sábado) e 02/04 (domingo)

 

Encontro Star Wars na FNAC Paulista

Já o segundo evento para o mês de abril é o lançamento oficial do blu-ray de Rogue One: Uma História Star Wars, lá na FNAC da Avenida Paulista. O evento está maracado para o dia 08 de abril e, além do lançamento do blu-ray, estão confirmadas outras atrações como um divertido bate-papo, presença de cosplays, exposição fotográfica e contação de histórias. A entrada é franca.

rogue-oneDe acordo com os organizadores, o encontro vai das 16hs e termina às 20hs sob o comando do Conselho Jedi São Paulo. Um dos pontos altos é a exposição de fotografias com 24 obras do fotógrafo Gustavo Arrais que revelam momentos cheios de referência aos filmes, tendo como modelos cosplays criados por fãs, membros do Conselho Jedi São Paulo e outros fãs clubes. Depois da Fnac Paulista, esta exposição segue para Fnac Barra, no Rio de Janeiro (junho), e Fnac Ribeirão Preto (julho).

Ingressos usados valem desconto na Fnac

Até o dia 31 de maio de 2017, a Fnac promove a campanha Salvem os Ingressos! Qualquer ingresso de programas culturais, como cinema, teatro, museus e shows, pode ser trocado nas lojas Fnac por descontos de 10% na compra de livros, CDs e DVDs. Dois ingressos usados valem juntos 20% de desconto na compra de qualquer livro. Para obter os descontos, basta apresentar um ingresso no caixa, na hora da compra. Esta campanha de promoção dos espetáculos e programas culturais é valida em todas as lojas Fnac, exceto site e Fnac GRU.

Serviço – Encontro Star Wars na FNAC Paulista

O que: Encontro de fãs, contação de histórias e abertura de exposição

Quando: Sábado, 8 de abril de 2017, das 16h às 20h

Onde: Fnac Paulista – Av Paulista 901 e Al Santos 960 (estacionamento), Jardins, São Paulo

Quanto: Entrada franca

Conheça Plasma Puncher, o novo game de pancadaria do estúdio Tomatotrap

O game de hoje é Plasma Puncher, uma cortesia do estúdio indie Tomatotrap, trata-se de um jogo de pancadaria em que você assume o papel de uma célula branca casca-grossa lutando contra uma horda de micróbios invasores, liderados pelo terrível Microbião Dumal! O objetivo é destruir os micro-organismos que querem causar terror na corrente sanguínea.

Basicamente é um game onde você espanca um bocado de amebas, usando seus próprios punhos e uma variedade de Power-Ups, bem ao estilo beat ‘em up. A maior parte da ação ocorre em um único estágio circular, onde diferentes grupos de inimigos vão surgindo aleatoriamente. Quanto mais hordas você derrota, maior o nível de dificuldade. O jogador deve sobreviver a todos os ataques, enquanto se esforça para destruir a enorme esfera responsável por toda essa algazarra.

game-plasmaOs controles e sistema de luta de Plasma Puncher são simplificados a fim de manter a ação fluente e intuitiva ao mesmo tempo em que jogadores de qualquer idade podem apreciar o jogo. O ponto alto são os power ups devastadores, que tornam a missão bastante prazerosa. Você pode utilizar esses poderes especiais ao coletar o Power Cromossomo durante a partida.

Vale destacar as animações extremamente bem feitas e divertidas que o jogo apresenta. O pessoal da Tomatotrap não poupou tempo e recursos para entregar uma experiência de jogo cativante. Até mesmo a trilha sonora foi bem desenvolvida e combina com a sensação de urgência e ação desenfreada do jogo.

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Plasma Puncher teve seu desenvolvimento iniciado em 2015 pela dupla Éder Cardoso e Fred Lima. O lançamento oficial está marcado para maio deste ano exclusivamente para PCs. Há planos de um port para mobile, mas vai depender da recepção que o game tiver após o lançamento na Steam.

Abaixo tem o trailer de Plasma Puncher:

Ballistic Overkill será lançado oficialmente amanhã para PC, Mac e Linux

É amanhã! Após um ciclo de desenvolvimento superior a dois anos, finalmente a Aquiris Game Studio está pronta para o lançamento oficial de Ballistic Overkill, o FPS sucessor espiritual do web game Ballistic. Ao longo do desenvolvimento, a versão beta chegou a ter 50 mil cópias vendidas e um rating de 84% positivo no Steam. O lançamento oficial ocorre amanhã (28/03) pelo preço de R$ 19,99 na Steam e na Humble Store com versões para Windows, Mac e Linux.

Para quem não conhece, Ballistic é um jogo de tiro de ritmo intenso, onde os jogadores podem selecionar uma de 7 classes únicas, cada uma com suas próprias habilidades e armas. O gameplay tem influencias de clássicos como Quake III ArenaUnreal Tournament, e outros jogos mais recentes como CoD 4 Modern Warfare ou Battlefield 3. Jogadores de Overwatch devem se sentir em casa com Ballistic Overkill. É possível fazer múltiplos “loadouts”, criando estratégias diferentes com o mesmo personagem. Já que não existem classes de suporte, todos os personagens são assassinos por natureza.

ss_5772178d78ffe1ced3a1846b44f5cb34d78d06af-600x338As armas e habilidades são desbloqueadas em Ballistic Overkill ao passo que o jogador adquire experiência, dando novas possibilidades e maneiras de se jogar. Você pode criar múltiplos “loadouts”, criando estratégias diferentes com o mesmo personagem. Além disso, o jogo possui um preço acessível considerando o conteúdo que oferece. Ballistic Overkill foi otimizado para rodar em máquinas mais antigas, não exigindo um PC atual para jogar.

O título possui quatro modos de jogo: Disputa de Times, Todos contra Todos, Captura de Pontos e Rei do Pedaço. Como se não bastasse, há dez mapas, de modo que o jogador passa por cenários como um museu, um parque corporativo, um shopping e até um hospital abandonado. Cada mapa conta com sua própria atmosfera, personalidade de design que os torna únicos. se você está interessado, confira o game na Steam ou na Humble Store.

Abaixo tem o gameplay de Ballistic Overkill:

Atari Flashback 7 da Tectoy chega para agarrar os fãs de retro games

Após o lançamento do Mega Drive, a Tectoy decidiu continuar investindo na linha de consoles retrô. Desta vez foram os fãs do icônico Atari 2600, um dos consoles mais bem sucedidos de todos os tempos. Nomeado como Atari Flashback 7, o console vem com 101 jogos na memória, entre eles clássicos como Centipede, Frogger e Space Invaders.  O lançamento foi realizado no dia 22/03, pelas mãos da Tectoy, e os fãs já podiam comprá-lo pelo preço sugerido de R$ 499,00 através do site da Tectoy.

Você também pode comprar o Atari Flashback 7 aqui.

O design do console respeita os traços da versão original do Atari 2600, porém mais compacto e com alguns botões coloridos na parte superior da carcaça. Um plus é que, apesar de vir com dois controles, o jogador que tiver controles clássicos pode utilizar nesta versão flashback. Na parte visual os jogadores não têm do que reclamar, visto que o design do Atari 2600 é um ícone da cultura pop.

atari“O Atari Flashback 7 remete à primeira versão de 8 bits do Atari, aquele que foi lançado em 1977 nos EUA e que chegou ao Brasil em 1983”, conta Tomas Diettrich, CEO da Tectoy. “Temos certeza que aqueles que adquirirem o Atari da Tectoy irão reviver uma experiência única dos videogames nos anos 80.”

Agora vamos aos pontos negativos. O Atari Flashback 7 não tem entrada para cartuchos e nem cartões de memória. Em outras palavras, você vai jogar somente os jogos que vêm nele. Apesar da quantidade de jogos (101) ser bastante grande e variada, vale mencionar que alguns dos maiores clássicos do Atari como Enduro, Pitfall e Pacman (entre outros games da Activision) ficaram de fora do pacote. O preço também foi duramente criticado pela comunidade, mesmo entre os retro gamers. O console já está disponível no site da Tectoy.

Abaixo você confere um vídeo promocional do Atari Flashback 7: