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InstaEscape – Fox Film lança jogo no Instagram para promover novo blockbuster

Amanhã (16 de agosto) é a data de estréia do novo blockbuster da Fox Film, o filme Mentes Sombrias, que conta a história de adolescentes com suporpoderes que tentam escapar da perseguição do governo. Para celebrar o lançamento, a Fox Film do Brasil acaba de lançar no Instagram o game InstaEscape, que desafia os usuários da rede social a desvendar desafios e buscar pistas para resolver um grande mistério. O ambiente de jogo é o próprio Instagram, transformado em um hub interativo e que promete bastante diversão.

O InstaEscape é baseado nos jogos de escape room, aqueles em que o jogador tem um determinado período de tempo para resolver puzzles e sair vitorioso. De acordo com a Fox, a mecânica se baseia em perfis de usuários conectados por tags. O mais interessante é que durante o jogo o usuário encontrará conteúdos exclusivos do filme, uma ação de marketing bem diferenciada.

O jogo interativo InstaEscape foi criado pela agência digital da Fox Film, e foi todo inspirado pela trama do filme em que crianças e jovens desenvolveram poderes que são considerados doenças pelos adultos e que são representados por diferentes cores. No game foi recriada a experiência dos personagens em um ambiente praticamente livre de adultos. O título é dividido em diferentes quests (missões), cada uma com um perfil próprio na plataforma.

Nelas, o usuário deve desvendar os desafios e clicar em cada quadrado de imagem da rede social para buscar por pistas e mais informações. Este título aponta para uma tendência que deve se tornar mais comum para a divulgação de novos produtos, ou seja, criação de jogos interativos em redes sociais para divulgar filmes, jogos, seriados etc. A ideia não é nova, mas com a massificação das redes sociais, pode ter certeza de que esses jogos serão cada vez mais comuns. Você pode conferir o jogo InstaEscape através do Instagram.

 

Sobre o filmes Mentes Sombrias

O filme acompanha adolescentes que desenvolvem poderosas habilidades, tais como mutantes. Rapidamente o governo os considera uma ameaça e os prendem. Ruby, uma garota de dezesseis anos e uma das mulheres mais poderosas que alguém já viu, escapa de seu acampamento e se junta a um grupo de jovens fugitivos em busca de um porto seguro. Logo, esta nova família percebe que, em um mundo onde os adultos no poder os traiu, não basta correr, eles terão que resistir usando seus poderes coletivos para recuperar o controle de seu futuro.

Mentes Sombrias é baseado no livro homônimo da norte-americana Alexandra Bracken, primeiro volume de uma série, e publicado no Brasil este ano pela editora Intrínseca. A história é narrada por Ruby e tornou-se famoso por levantar um debate sobre os perigos de uma sociedade repressora.

Ruby precisa saber em quem acreditar para, quem sabe um dia, reencontrar algum conforto num mundo que já não é mais seguro para ela. A autora Bracken conduz o leitor através das tensões da trajetória de autodescoberta da jovem que ainda mal entendeu seus poderes paranormais e já precisa lidar com as desconfianças do caminho.

 

Abaixo tem o trailer de Mentes Sombrias, que inspirou o InstaEscape:

Jogos de fuga – Conheca o desafio Jogos Mortais do Escape Time

Quem gosta de jogos de fuga e de ambientes de terror, a dica é encarar o novo desafio da Escape Time: a sala Jogos Mortais. A série de filmes Jogos Mortais é o mais novo tema da sala de fuga do Escape Time.  O ambiente é um dos grandes chamarizes para se sentir imerso na experiência, ao entrar na sala a sensação que dá é que estamos mesmo prestes a morrer se não realizarmos os desafios.

A sala é inspirada no filme, levando apenas o nome com direitos autorais. Não espere encontrar elementos ou identidade visuais idênticos. O jogo presta uma bela homenagem a quem curte terror, incluindo elementos do filme. O desafio é descobrir quem o terrivel assassino que faz jogos mentais com suas vitimas.

A convite do Escape Time jogamos a sala. Abaixo detalho como foi a nossa experiencia nesta sombria situação.

Nossa experiência:

Não espere por facilidade o desafio exige raciocínio rápido então caso seja novato em salas de fuga é recomendado que opte por outra sala para adquirir experiência. Sim, o desafio é realmente complicado e vai medir sua capacidade intelectual e com seus medos.

Os enigmas encontram-se nos mínimos detalhes e transmitem com bastante competência a sensação macabra dos filmes. Existem soluções bastante criativas e “econômicas” para a construção de todo o cenário, e isso chama atenção logo de cara. Em uma hora de jogo tivemos que fazer diversos enigmas, alguns para apenas começar a “brincadeira”.

Logo de início você irá presenciar uma situação claustrofóbica e deve manter a calma para sair dela. Aqueles que não tiverem certamente irão gastar muito tempo apenas no início.

O jogador possui cinco dicas que servem para auxiliar nas situações apertadas, no melhor estilo mestre dos magos. Então não espere por respostas simples, elas são enigmáticas e isso deixam as coisas ainda melhores.

Infelizmente não conseguimos finalizar a sala. Pois acreditem é uma sala bem difícil.

Porém a experiencia de perder pode vir a ser um ponto forte, principalmente aos curiosos que estão loucos para descobrir o que tem no fim. Então sendo assim digo que o fator “tente novamente” funciona para este cenário.

Vale a pena jogar devido a:

– Ambientação.

– Dificuldade elevada deixa você com vontade de voltar, caso perca na primeira vez.

– Desafio elevado lhe coloca a prova e mostra como você reagiria numa situação daquelas, e possivelmente mostra como você sairia dali (vivo ou morto).

– Cumpre muito bem o papel do trabalho em equipe.

– Exige escolhas que podem impactar em todo desempenho.

Nota: 95%

Artigo por Victor Cândido

 

Servico – Escape Time – Jogo Mortais

O Escape Time está localizado na Av. Nova Independência, 1056 – Cidade Monções, São Paulo (De trem a estação mais próxima é a Vila Olímpia).

Fica Frio – Novo jogo da Hasbro desafia os participantes a ficarem concentrados e resistirem às distrações

Já imaginou um game que mede a capacidade dos jogadores em manter a calma e que o objetivo seja resistir a momentos de pressão? Esse é o objetivo de “Fica Frio”, o novo jogo da Hasbro inspirado no “desafio tente não rir”. Basicamente liga-se um dispositivo na cabeça de um dos jogadores. Esse dispositivo possui um medidor que mede os batimentos cardíacos. A partir dai, os outros jogadores devem testar a paciência do jogador que estiver no teste.

O título é jogado por quatro jogadores, de modo que um deles fica com os eletrodos na cabeça e os outros três devem jogar os dados do jogo. Esses dados indicam quais as ações que cada um deve reproduzir. Mas não se preocupe, o objetivo não é irritar o jogador, mas sim medir se ele é capaz de resistir fortes emoções: as atividades vão desde imitar um zumbi até fazer uma dancinha.

O jogador com o dispositivo deverá observar os outros participantes e concentrar-se para manter a calma e seus batimentos baixos, sem perder a linha. Se o ponteiro sobe, o alarme toca e o jogador perde. Por exemplo: seu desafio pode ser elogiar o rosto de um adversário enquanto faz uma dancinha. Se rir ou ficar com vergonha, o dispositivo tocará o alarme.

O Fica Frio faz parte da estratégia da Hasbro em criar jogos para o publico jovem. Ele está disponível por R$169,99. A brincadeira envolve no mínimo duas pessoas, com faixa etária indicada acima de 12 anos. Mais informações estao disponíveis no site da Hasbro.com.

 

RPG tático brasileiro Sword Legacy: Omen tem data de lançamento programada para 14 de agosto

Hoje vamos falar de mais um game desenvolvido pordesenvolvedores e brasileiros que merece atenção especial dos jogadores: Sword Legacy: Omen, um título de RPG tático com arte retrô que foi criado pelos produtores dos estúdios Fableware Narrative Design e o Firecast. O game conta com um mundo fantástico e reconta os mitos do Rei Arthur.

A primeira coisa a se saber sobre o jogo é que ele é indicado para quem curte lendas medievais, já que coloca o jogador no papel de Uther, pai do Rei Arthur e um grão-cavaleiro. Após falhar na missão de proteger o Rei, Uther deve retomar a espada Excalibur e vingar-se dos inimigos do reino. Para isso, ele conta com suporte do mítico Mago Merlin.

A missão não será fácil, deve-se dizer, pois haverão batalhas sangrentas pelo caminho e a todo momento surgem inimigos para desafiar Uther. Em Sword Legacy o jogador deve desenvolver táticas e explorar o ambiente em seu favor para tirar vantagem dos pontos fortes do herói ao mesmo tempo que explora as fraquezas inimigas. Sim, a tática e o grande macete do game, ideal para quem se divertia com jogos como Final Fantasy Tactics, já que a ação se desenvolve por turnos.

Além de explorar o terreno, o jogador deve melhorar as habilidades dos personagens que compõe o grupo a fim de derrotar inimigos mais fortes. Ao todo são oito heróis a se unir na campanha de Uther. Cada um com suas próprias peculiaridades e pontos fortes. O segredo está na formação da equipe, de modo que o jogador deve complementar as habilidades coletivas do grupo para ser capaz de criar um grupo forte para cada situação.

Outro destaque de Sword Legacy é a arte em estilo retrô, lembrando bastante quadrinhos obscuros da saudosa Image Comics. Os cenários, aliás são tão bem estilizados que o jogador vai entrar no clima sangrento da idade média. Os corredores e masmorras são escuras e repletas de sangue, de forma que o elemento tensão está em todo canto. O jogo não é para aqueles que querem algo casual, mas sim para quem gosta de ação massiva.

O game conta ainda com cerca de oito horas de jogatina, sem contar as side quests para quem gosta de explorar cada dungeon e colecionar itens escondidos. Os desenvolvedores garantem que haverão vários elementos que tornarão cada aventura única. O lançamento já está logo aí: de acordo com a Fableware, Sword Legacy chega ao mercado no dia 14 de agosto na Steam pelo preço de R$ 36,99.

Abaixo tem um trailer de Sword Legacy: Omen

 

Pixel Ripped 1989 – Entrevistamos os criadores do mais ambicioso game de realidade virtual criado no Brasil

A inteligência artificial é o grande alvo do estúdio ARVORE, que está numa grande semana graças ao lançamento do aguardado Pixel Ripped 1989, um game que mistura a realidade virtual e a premissa de jogos retro. Nós publicamos uma matéria sobre o game e o seu principal diferencial em meio a tantos jogos do mercado nacional, hoje temos uma entrevista com o pessoal que desenvolveu o projeto, falando sobre os detalhes, desafios e o cenário brasileiro de games.

Para quem não se lembra, o Pixel Ripped é um jogo de realidade virtual em que o jogador deve ajudar a heroína Dot a salvar o mundo da ameaça de Cyblin Lorde, um vilão capaz de ameaçar o mundo digital e o mundo real. Para isso, você encarna a jovem estudante Nicola . O game tem muitas referências a jogos da geração 8-16 bits como Megaman, Battletoads e Sonic.

Pixel Ripped 1989 estará disponível nas plataformas PlaystationVROculus Rift e SteamVR. Aqueles que optarem pela compra antecipada no PlaystationVR e Oculus, poderão comprar o jogo pelo valor promocional de $19.99 dólares. O preço final no lançamento será$24,99 dólares. Haverá também um desconto temporário de lançamento para consumidores da Steam começando no dia 31 de Julho.

Confira abaixo a entrevista sobre  Pixel Ripped 1989 com o pessoal do ARVORE:

Ana Ribeiro
Ana Ribeiro

GameReporter: Como o estúdio ARVORE foi criado? E de onde surgiu a ideia para o nome?

ARVORE: O estúdio foi fundado por Ricardo Justus, Rodrigo Terra, e Edouard de Montmort em 2017 para criar, produzir e desenvolver games e experiências de storytelling imersivo para realidade virtual e aumentada. O nome vem de uma junção das siglas “AR” e “VR” (Augmented Reality e Virtual Reality) aliado ao fato que narrativas interativas são “branching narratives”, como os galhos de uma árvore.

 

De onde veio a ideia para o desenvolvimento para Pixel Ripped?

No ano 2013, a Ana Ribeiro, nossa Diretora Criativa, viajou para estudar um curso de desenvolvimento de jogos na Inglaterra, e uma noite ela teve um sonho muito revelador. No sonho a Ana estava sentada na frente da TV, jogando um jogo da geração de 16 bit, e ela estava num quarto todo pixelado, a estética do quarto mudava assim evoluíam os gráficos do jogo que a Ana jogava. Até que chegou um ponto que o quarto e os gráficos do jogo tinham o mesmo nível de realismo. Nesse momento a Ana acordou e se deu conta de quanto poderosa era a idéia de mostrar a história dos videogames e desde uma realidade paralela que permitisse até conectar e até entrar dentro deles! Aquela ideia inicial continuou evoluindo até o que hoje em dia é o Pixel Ripped 1989.

A equipe do estúdio ARVORE reunida.

Quais foram os maiores desafios durante o processo de desenvolvimento do jogo?

Pelo fato do jogo ter demorado quatro anos para ser desenvolvido, tivemos que adaptar ele aos novos modelos e funcionalidades dos headsets que iam aparecendo com o tempo. Então tivemos que adaptar a tecnologia do jogo para suportar todas essas mudanças. Esse seria o maior desafio, depois desse podemos falar da produção do jogo tendo um time remoto de várias pessoas em diferentes continentes e das dificuldades para achar financiamento para finalizar o jogo.

 

Soubemos que o game passou por diversos eventos e conquistou alguns prêmios importantes. Vocês ficaram surpresos com o sucesso tão rápido?

Ficamos surpresos sim, o jogo começou como um projeto universitário que nem se pensou como algo para aprender a usar a Realidade Virtual. Quando foi colocado na loja da Oculus e começamos a ter uma grande repercussão na imprensa e os vídeos do jogo conseguiram 5 milhões de visitas em 3 meses a gente se deu conta de que aquele jogo merecia ser desenvolvido como projeto comercial.

 

Pixel Ripped foi pensado com base na realidade virtual. Quem não possui um óculos vai conseguir jogar o game? Se sim, a experiência será a mesma?

O jogo foi desenvolvido e pensado para realidade virtual, simplesmente ele não pode ser jogado e entendido completamente sem essa tecnologia.

O game tem muitas referências aos jogos dos anos 80-90. Quais foram as principais influências durante o desenvolvimento?

As principais influências são os jogos de plataformas de finais dos 80s e início dos 90s, como as séries Megaman, Sonic e Super Mario Bros, na estética e mecânicas. Mas também tem referências a muitos outros jogos como Battletoads, Tetris ou até Pokémon.

 

Sobre o cenário de desenvolvimento de jogos no Brasil, a quantas anda a nossa indústria? Dá para viver de jogo?

Na nossa área de VR sentimos que não estamos muito atrás, o Brasil pode sim dessa vez participar do surgimento de uma grande média. Os desenvolvedores do mundo todo estão no mesmo barco, descobrindo tudo agora sobre realidade virtual. Aqui não estamos atrás no desenvolvimento, já existem vários desenvolvedores brasileiros de VR, como a Skullfish, IMGNation, VR Monkey, Black River Studios, a ARVORE foi a primeira empresa brasileira focada somente em experiências imersivas a ser VC funded. A única diferença que percebemos mais desenvolvendo aqui no Brasil é a dificuldade de acesso aos headsets de VR. Não existem representantes das plataformas de Realidade Virtual aqui no país e em consequência disso fica difícil o acesso dos desenvolvedores pros kits de desenvolvimento.

Quais os proximos desafios do ARVORE após o lançamento de Pixel Ripped?

Estamos desbravando e sempre inovando nos meios imersivos, criando projetos que já nascem em realidade virtual. Para isso, temos que prototipar muito e testar muitas coisas novas, integrando diversas tecnologias diferentes. Já temos alguns games de realidade virtual e experiências interativas multi-sensoriais inovadoras no nosso pipeline de desenvolvimento que anunciaremos em breve, assim como as sequências do Pixel Ripped, que vão abordar diferentes eras da história dos games.

 

Já tem alguns anos que os grandes players dizem que a realidade virtual é o futuro da indústria, mas em nosso país os equipamentos possuem preços proibitivos. Vocês fazem apostas de quando a tecnologia VR será mais acessível aos jogadores médios?

Como qualquer tecnologia nova, os preços rapidamente caem com o tempo e com a adoção de cada vez mais pessoas. Enquanto isso, estamos trazendo essa tecnologia para os jogadores apostando em espaços de entretenimento de Realidade Virtual aqui no Brasil, os chamados LBEs (Location Based Experiences). Acabamos de abrir o Voyager, um espaço no shopping JK Iguatemi em São Paulo onde os visitantes podem jogar e experimentar o estado da arte de VR, incluindo o Pixel Ripped 1989 e outras experiências desenvolvidas pela ARVORE, assim como os melhores games e experiências do mundo de VR. A idéia é abrir diversos espaços desses por todo o Brasil.   

O que os jogadores podem esperar de Pixel Ripped? Qual foi o objetivo do estúdio com este game?

O jogo é um projeto feito com paixão e muitos anos de desenvolvimento, criado pela Ana Ribeiro, que além de ser uma força criativa em pessoa, lutou muito para fazer o game acontecer e nunca desistiu. Ela estava desenvolvendo o game praticamente sozinha quando no final do ano passado trouxemos ela para dentro do estúdio, investimos no game e demos um time para terminarmos o game juntos. Não tínhamos a menor dúvida sobre isso, é um projeto do qual já éramos grandes fãs antes mesmo da Ana vir para a empresa. É cheio de surpresas, easter eggs, referências aos games do passado, ao mesmo tempo sendo super criativo e original. Não tem nada em VR parecido com ele. Além disso é uma viagem nostálgica que vai tocar qualquer um que viveu essa época dos anos 80. E é um jogo que nasceu em VR, para VR, e nem faria sentido se não fosse em VR. O nosso estúdio sempre procura projetos assim, que tem esse DNA original e que só seriam possíveis em realidade virtual, e que trazem algo novo para o meio.

Baby Trump – Novo jogo da Icon Games usa bom humor para retratar protestos contra o presidente mais polêmico dos últimos tempos

O destaque do dia é o novo game da produtora brasileira Icon Games, o Baby Trump. Basicamente trata-se de um runner que coloca o jogador no comando de um grupo de manifestantes que carregam um balão com o rosto do presidente norte-americano Donald Trump em uma passeata até a cidade. O grupo tem um grande balão caracterizado como um bebê Trump, cabe ao jogador levar o balão até a cidade mais próxima para vencer o cenário.

Mas não pense que a tarefa será fácil: vários opositores russos Trump tentarão a todo custo furar o balão com facas. Cabe ao jogador tocar na tela para desviar das facas e armadilhas colocadas no ar. Os manifestantes pulam para tentar alcançar o balão, enquanto que outros saltam de para-quedas. Um único golpe irá furar o balão atrapalhando a passeata.

A mecânica de jogo é semelhante ao falecido Flappy Bird, ou seja, basta um toque na tela para fazer o balão subir mais alto. Quanto mais tempo você mantém o balão no céu, mais rápido a ação ocorre, tornando a dificuldade maior. Durante a passeata você deve coletar balões de dinheiro para os fundos de campanha da manifestação.
Baby Trump tem rankings para que você possa postar nas redes sociais e desafiar os amigos. A jogabilidade é simples e ideal para quem curte jogos casuais. Além disso, o jogo tem um estilo de arte minimalista, porém colorido, o que deve atrair jogadores mais jovens. O título é gratuito e está disponível na Google Play.

Sobre o Baby Trump:

O balão Baby Trump existe de verdade é geralmente é muito utilizado em protestos contra o presidente americano, como forma de ridicularizar sua política e forma de interagir com as pessoas. Muito relacionado às polêmicas, o presidente dos EUA costuma responder seus críticos pelo twitter, justificando o aparelho celular na mão do boneco inflável.

Pixel Ripped 1989 – jogo brasileiro de Realidade Virtual está disponível para compra antecipada com 20% de desconto com download no dia 31 de Julho

Há algum tempo falamos sobre o ambicioso projeto Pixe4l Ripped 1989, jogo do estúdio brasileiro ARVORE. Pois bem, temos novidades sobre o game de realidade virtual: ele está disponível para compra antecipada com 20% de desconto com download no dia 31 de Julho para todas plataformas de VR. Esta é uma das ações do estúdio que celebram todo o tempo de desenvolvimento e para beneficiar os fãs que acompanharam ansiosamente.

Pixel Ripped 1989 estará disponível nas plataformas PlaystationVROculus Rift e SteamVR. Aqueles que optarem pela compra antecipada no PlaystationVR e Oculus, poderão comprar o jogo pelo valor promocional de $19.99 dólares. O preço final no lançamento será$24,99 dólares. Haverá também um desconto temporário de lançamento para consumidores da Steam começando no dia 31 de Julho.

O jogo que marca a estreia do estúdio ARVORE é uma verdadeira ode ao passado dos games, trazendo uma série de referências aos consoles da era 8 bits. Basicamente você encarna a personagem Nicola, uma aluna da segunda série que tem o seu mundo ameaçado pelo Cyblin Lord, um vilão capaz de atravessar a barreira entre o mundo dos games e a vida real. Cabe a você ajudar a experiente Dot, uma personagem de videogame, a rechaçar a ameaça. Para isso, o jogador deve encarar desafios no mundo 2D de jogos retrô, ao mesmo tempo em que deve distrair uma professora irritada e fugindo do temido diretor do colégio no mundo 3D.

Ainda durante a etapa de desenvolvimento, Pixel Ripped 1989 recebeu prêmios, como os da Intel e do AMAZE Indie Festival, assim como indicação ao IndieCade, Proto Awards e no VR Awards 2018. Ao que tudo indica este será um game imperdível e um dos melhores já produzidos em nosso país.

Abaixo tem um trailer de Pixel Ripped 1989:

Jogo oficial Final Fantasy Awakening mobile chega ao Brasil em português

Essa é para os fãs de Final Fantasy que estavam esperando por novidades. A Square-Enix, em parceria com o estúdio Oasis Games, acaba de lançar o jogo Final Fantasy Awakening para Android e iOS. O game segue a premissa de outros jogos da própria franquia, sendo um RPG de ação 3D com o mesmo estilo visual, narrativa, e sistema de combate consagrados da popular franquia.

O título conta com batalhas em tempo real a fim de dar maior dinamismo aos combates. O jogador precisará pensar estrategicamente para saber os melhores momentos para usar as habilidades especiais dos personagens, que são os 14 guerreiros originais de Final Fantasy Type-0. Cada herói possui conjuntos de habilidades e características de combate únicas.

De acordo com a Square-Enix, a formação de guerreiros segue o esquema 1+2+2. Isso significa que o jogador terá um personagem principal, e poderá alterar dois personagens conforme os combates exigirem. Isso representa um elemento tático que deve ser levado em conta, dependendo de cada adversário.

Os gamers podem até invocar os Eidolons, os deuses da guerra, em combate. Eidolons, como Ifrit, Shiva, Odin e Bahamut, são criaturas colossais e extremamente poderosas, características da série Final Fantasy, que podem alterar o curso dos combates.

A fim de agarrar os jogadores brasileiros, a produtora vai garantir suporte em português, além de facilitar as formas de pagamento ingame através dos sistemas do BoaCompra e do PagSeguro. O título é gratuito para jogar, mas possui venda de itens na loja dentro do jogo.

Como não poderia deixar de ser, Final Fantasy Awakening ainda conta com cenas cinemáticas de alta qualidade, e com o elenco de dubladores japoneses originais de Final Fantasy Type-0. Incluindo Hanazawa Kana (Deuce), Kaji Yuuki (Ace), Nakamura Yuuichi (Trey), e vários outros seiyuus de destaque. Com isso, o jogo oferecerá a mais imersiva experiência para todos os jogadores.

O jogador poderá usar os 14 heróis Class Zero, diretamente do Final Fantasy Type-0 original, e mais alguns heróis inéditos. Alguns desses ‘Demônios Vermelhos’ incluem Ace, armado com um baralho de cartas; Deuce, conhecida como “A Voz da Cura”, que ataca os inimigos com a música de sua flauta; Rem, “Lâminas da Sombra”, que usa duas adagas para dilacerar os oponentes; e vários outros. Disponível para Android e iOS.

Abaixo tem um trailer de Final Fantasy Awakening:

Zumbi Olé – Futebol é a arma para combater zumbis em game de aluno da Fatec Carapicuíba

Ainda inspirados pelo clima de Copa do Mundo, hoje vamos falar de um game criado pelo aluno Raul Tabajara da Fatec de Carapicuíba. Trata-se de Zumbi Olé, um game de celular em que o jogador precisa driblar zumbis para somar pontos, salvar o mundo e se tornar um novo craque. O game é para dispositivos Android e já é bem conhecido do público brasileiro, de modo que já ultrapassou a marca de 33 mil downloads e está disponível gratuitamente.

O game gira em torno de Yara, uma menina que sonhava em ser jogadora de futebol, mas viu seu futuro ameaçado após um apocalipse zumbi dominar o planeta. Para sobreviver, ela resolve encarar a batalha e sair driblando os mortos-vivos, tomando cuidado para não ser capturada e devorada por eles.

A grande diferença do Zumbi Olé para tantos outros jogos é sua proposta inusitada ao misturar dois temas tão diferentes como futebol e apocalipse zumbi. Como se não bastasse, o game não tem nada de violência. Tudo aqui está envolto na habilidade e talento esportivo de Yara. O jogo foi uma das atrações do Big Festival, um dos principais eventos de games independentes do Brasil, e se classificou entre as 15 melhores produções nacionais do gênero em 2017.

A Copa do Mundo também contribuiu para aumentar o interesse dos usuários pelo aplicativo, mas o destaque tem sido a ótima aceitação do público feminino. De acordo com Raul Tabajara, colocar uma garota como protagonista foi proposital e serviu para quebrar paradigmas, dando representatividade às mulheres no esporte mais amado do país.

Para desenvolver o Zumbi Olé, o desenvolvedor contou com a parceria de amigos e do professor Alvaro Gabriele Rodrigues. Ele conta que a ideia surgiu assistindo ao seriado de zumbis Walking Dead. “Os monstros são muito lentos. Não precisa de armas para derrotá-los, basta pular para o lado e gritar: olé”, explica. “Poderia criar um jogo com essa concepção e colocar uma bola nos pés da personagem, fazendo uma alusão ao esporte mais popular do Brasil”.

Segundo o estudante, que também lançou recentemente o jogo Masmorra da Tortura, o próximo passo será uma nova versão do Zumbi Olé para computador com novos recursos, como loja virtual para compra de chuteiras mais potentes e uniformes de clubes e seleções. O game está disponível gratuitamente na Google Play.

Abaixo tem o trailer de Zumbi Olé:

BIG Festival 2018 – Chegou a hora de conhecer os grandes vencedores do maior evento de jogos independentes da América Latina

O BIG Festival 2018 terminou e foi mais um sucesso retumbante, apresentando as novas tendências dos jogos independentes do Brasil e do mundo. O evento contou com a presença de milhares de visitantes no Centro Cultural São Paulo, de modo que o evento deu a oportunidade dos jogos da feira em aumentar a sua participação em solo brasileiro, além de conquistar a atenção da mídia e investidores.

O BIG 2018 deu ainda aos desenvolvedores indies a oportunidade de apresentar seus projetos a uma platéia composta por desenvolvedores, potenciais investidores, nomes relevantes do game design nacional e internacional, jornalistas e outros formadores de opinião. Além disso, os visitantes da feira tiveram a oportunidade de colocar as mãos nos projetos e votar em seus favoritos.

Quem se sagrou vencedor da noite foi o polonês Frostpunk, da desenvolvedora 11 bit Studios. O game para PCs levou o título de Melhor Jogo na premiação. Ele coloca o jogador no papel de administrador de uma cidade no séc. XIX, com a diferença que há mecânicas de survival e estratégia. O título, aliás, já está disponível para jogatina.

Já na categoria Melhor Jogo brasileiro ficou com os talentosos desenvolvedores da Mad Mimic Interactive e seu ambicioso No Heroes Here. O título do gênero tower defense fez bastante sucesso graças ao modo multiplayer cooperativo que é bastante visceral. O Brasil ainda teve outros prêmios importantes como Melhor Jogo Infantil, por Foffuuu; e no BIG Impact, com Marvellous.

De acordo com a organização do evento, nesta edição foram inscritos mais de 156 jogos. Os grandes vencedores apresentaram características que fazem de seus produtos únicos, tais como aspectos audiovisuais, interativos, mecânica e criatividade. Os grandes ganhadores receberam um belo troféu e um prêmio de R$ 10 mil cada.

Abaixo você vê os vencedores do BIG Festival 2018:

 

Melhor Jogo
VENCEDOR: Frostpunk (11bit Studios), da Polônia
Comentário do Júri Internacional:
“Seu gameplay inteligente alcança um novo marco ao combinar estratégia, conexão emocional e fantástico visual artístico.”

Melhor Jogo Brasileiro e Melhor Jogo Voto Popular
VENCEDOR: No Heroes Here (Mad Mimic Interactive), do Brasil
Comentário do Júri Internacional:
“Amizades frenéticas e gameplay caótico. É isso que um couch co-op tem que ser.”

Melhor Jogo da América Latina
VENCEDOR:Iron Marines (Ironhide Game Studio), do Uruguai
Comentário do Júri Internacional:
“A grande conquista de perfeitamente traduzir um RTS para mobile.”

Melhor Gameplay
VENCEDOR: Dead Cells (Motion Twin),da França
Comentário do Júri Internacional:
“Mecânicas inovadoras combinadas com direção de arte linda chamam a atenção até daqueles que nunca ouviram falar do gênero metroidvania.”

Melhor Multiplayer
VENCEDOR: Muddledash (Slampunks), do Reino Unido
Comentário do Júri Internacional:
“Uma reimaginação única, acessível e muito fofa do gênero de corrida.”

*Melhor Jogo Infantil
Fofuuú (FOFUUU SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS PARA SAÚDE E EDUCAÇÃO LTDA), do Brasil
Comentário do Júri:
“Um game que coloca empatia e diversão em fonoaudiologia.”

*Melhor Jogo BIG Brands 
VENCEDOR: PSG FOOTBALL FREESTYLE (Hermit Crab Studio), do Brasil
Cliente: Paris Saint-Germain (PSG Football Club)
Comentário do Júri:
“Jogo que explora o tema do futebol de maneira bastante interessante, com jogabilidade desafiadora e conceito visual dinâmico. PSG Football Freestyle entrega uma boa experiência casual e valoriza a marca do cliente.”

*BIG Impact – Educacional 
VENCEDOR: MARVELLOUS INC (Marvellous Soft), do Brasil
Comentário do Júri:
“Introduz os jogadores ao mundo da lógica de programação, alcançando uma experiência sólida e engajadora.”

BIG Impact – Questões Sociais
VENCEDOR: Lenin The Lion (Lornyon), do Brasil
Comentário do Júri Internacional:
“Lenin the Lion lida com uma importante e complexa questão social como a depressão através de gameplay simples e cativante.”

Melhor Jogo de Realidade Virtual
VENCEDOR: Luna (Funomena LLC), dos Estados Unidos
Comentário do Júri Internacional:
“Um exuberante playground imersivo que é perfeito para VR.”

Melhor Arte
VENCEDOR: CHUCHEL (Amanita Design), da República Tcheca
Comentário do Júri Internacional:
“É como estar em um programa de criança, impossível não sorrir.”

Melhor Narrativa
VENCEDOR: Where The Water Tastes Like Wine (Dim Bulb Games), dos Estados Unidos
Comentário do Júri Internacional:
“Uma façanha narrativa. Um time colaborativo de 21 escritores uniram forças para construir essa coesa coleção de fábulas interativas.”

Inovação 
VENCEDOR: Haimrik (Below The Game), da Colômbia
Comentário do Júri Internacional:
“Inovação é a palavra. Literalmente.”

Melhor Som
VENCEDOR: Rhythm Doctor (7th Beat Games), do Peru
Comentário do Júri Internacional:
“Faz seu coração bater.”

Melhor Jogo de Estudante 
VENCEDOR : Motif (Yeta Gamefrost), Turquia
Comentário do Júri Internacional:
“Um caleidoscópio de diversão geométrica”.

*Menção Honrosa – Melhor Jogo de Estudante Brasileiro
VENCEDOR: WILD GLORY (LAJE Studios e Manalith Studios), da PUC-PR
Comentário do Júri:
“Um frenético multiplayer competitivo em que personagens carismáticas se digladiam diante de um público fanático. A diversão é garantida, mas tome cuidado para não perder suas amizades.”

BIG Starter – Melhor Jogo Educacional ou de Impacto Social
VENCEDOR: Mompas (Studio Nebulosa)
Comentário do Júri:
“Divertido, educativo e competitivo. Leva em conta os conhecimentos individuais.”

BIG Starter – Melhor Jogo de Entretenimento
VENCEDOR: One Beat Min (PixJuice)
Comentário do Júri:
“Proposta diferenciada com estética singular e potencial de público.”