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Vivo lança “Game Changers”, websérie documental sobre a indústria de games no Brasil

Quem diria que os videogames se tornariam assunto tão respeitado quanto cinema e a televisão? Prova disso é que a Vivo acabou de lançar uma websérie em formato de documentário que explora o universo dos jogos eletrônicos sob diferentes perspectivas. O projeto chamado Game Changers é composto de quatro episódios que mostram o mercado dos jogos eletrônicos sob a ótica de youtubers famosos, cyber-atletas, desenvolvedores e gamers. A série mostrará curiosidades, bastidores e a relevância deste universo que já movimentou mais de US$ 90 bilhões apenas em 2016.

Vale dizer que Game Changers é a primeira campanha digital da Vivo sobre da temática dos gamers e a primeira em linguagem de documentário. Com o projeto, a Vivo tem como objetivo se aproximar deste mercado e ser referência de banda larga para este público. A websérie conta com a participação de grandes nomes do mercado de games, como os jogadores profissionais Gabriel Kami e Murilo Takeshi; Youtubers como Pedro Rezende (Rezendeevil), Rafael Lange (Celbit), Mariana Satty, Damiani e BRKSEdu, além de dezenas de outros profissionais desse mercado.

“Neste nosso primeiro projeto documental queremos mostrar quem está por trás dessa indústria que gera empregos, oportunidades e diversão. O mercado de games é um dos grandes impulsionadores da economia digital, na qual a Vivo está trabalhando para se posicionar de forma cada vez mais forte”, diz Marcio Fabbris, vice-presidente de Marketing Consumer da Vivo.

De acordo com a Vivo, Game Changers é criação da agência Ginga, responsável pela direção criativa e estratégica do projeto, e produzida pela Vice. As primeiras gravações de Game Changers começaram no último ano, durante a Comic Con Experience, em São Paulo/SP. Todos os episódios já estão disponíveis a partir de hoje no canal da Vivo no YouTube e no site especial do prjeto. Além disso, os capítulos da websérie serão transmitidos como conteúdo na grade de programação de TV da ESPN, em data e horário a serem divulgados.

Os episódios de Game Changers

O primeiro episódio retrata o mundo das competições e dos players profissionais, abordando o que está em jogo quando um gamer decide encarar os desafios diários da vida de competidor profissional. No segundo episódio, Youtubers especializados em games contam como começaram e falam sobre a percepção que têm do universo de games.

Já o terceiro capítulo mostra os bastidores da vida dos desenvolvedores, que dedicam suas vidas a pesquisar tendências e criar games. Para finalizar, o último episódio de “Game Changers” apresenta estudantes e professores que encaram horas e horas nas salas de aula, para formar novos profissionais para este mercado tão promissor. A campanha digital trará ainda exploração de conteúdo, clipes curtos, gifs, canvas, scratch reel e outros formatos interativos. O conteúdo será publicado no Facebook, Twitter e Google.

“Nosso trabalho foi muito mais do que identificar ou explorar o segmento dos games. Consideramos que, com o projeto Game Changers, a Vivo está desempenhando o papel de revelar a grandeza e a riqueza desse universo para toda a sua base de consumidores, na mesma medida em que prestigia os protagonistas dessa indústria e se consolida como principal player de banda larga no segmento”, comenta André Felipe, Chief Creative Director da Ginga.

Abaixo tem o trailer de Game Changers

Gludum: nova rede social para unir desenvolvedores de games nacionais

Boas novas para desenvolvedores indies do Brasil: surgiu uma nova ferramenta que pretende unir todos os desenvolvedores em um único espaço para discussões de novas ferramentas, obtenção de feedback rápido, divulgação do trabalho e aproximar os desenvolvedores ao seu público alvo.

Trata-se da Gludum, uma rede social especialmente criada para desenvolvedores de jogos digitais. O projeto nasceu graças aos esforços de Marcelo Belkiman, cientista da computação e fã de jogos digitais. De acordo com Marcelo, o que o motivou a criar a rede social foi observar a ausência de lugares abertos na internet para divulgar games criados por brasileiros.

O Gludum possui um sistema de fórum, de modo que esclarecer dúvidas e discutir com outros devs se torna uma tarefa fácil e frutífera. Além disso, os jogadores podem conversar com os desenvolvedores de maneira rápida e acessível.

Outra forma útil de usar o site é cadastrando suas aptidões, assim há a possibilidade de ser contatado (ou contatar) outros desenvolvedores, formar parcerias e talvez desenvolver novos projetos em equipe. A rede Gludum acabou de nascer, e ainda está em fase “beta”, de modo que os novos usuários estão convidados a dar uma cara definitiva ao projeto. Por fim, Marcelo espera que a rede possa contribuir com o crescimento do mercado de desenvolvimento de jogos nacional, abrindo um espaço gratuito a todos os interessados.

Abaixo está o trailer do projeto Gludum:

Portfólio do Estúdio Beta 2 do RS foi desenvolvido em formato de game

Direto do Estúdio Beta 2, do Rio Grande do Sul, surge o site Beta Dungeon, uma mistura de jogo com site que coloca o usuário para desbravar o Castelo do Beta 2 em um formato de plataforma 2D. O site funciona meio como um portfólio interativo que visa mostrar os trabalhos já realizados pelo estúdio e o que eles pretendem fazer no futuro.

Durante o tour, o jogador conhece mais sobre os jogos, plataformas, jogadores simultâneos e também acaba interagindo com o cenário que é repleto de referências da cultura Geek e Nerd. O Beta Dungeon foi desenvolvido por 3 amigos que dizem não ter medo de experimentar durante a criação de jogos.

“O site foi um teste para descobrir até que ponto conseguíamos refinar um jogo, só avançamos cada etapa após concordarmos que todos os elementos estavam em um nível aceitável.Como é apenas nosso segundo jogo não sabíamos qual seria o resultado final. E ficamos bem contentes com a resposta que temos recebido”, diz Eduardo Pras, Ilustrador do Beta 2.

O site é uma forma bastante incomum de apresentar um portfólio e, quando analisado como jogo, serve como bom exemplo das ideias que o Beta 2 tem na implementação de seus jogos. O jogador passa por áreas diferentes que servem para mostrar a história do estúdio como a sala de games que mostra os projetos pregressos; o Team Hall que direciona até a página dos desenvolvedores; e tem a sala de Contato que encaminha o usuário às páginas oficiais do estúdio com direito à um easter egg de MGS.

Abaixo tem um vídeo de exemplo de como funciona o site do Beta 2:

Mulheres falam mais de jogos sociais na internet

No último mês de agosto a empresa de pesquisa de mercado e social analytics, Airstrip, realizou um estudo sobre a indústria de jogos eletrônicos no Brasil e chegou a uma conclusão surpreendente: as mulheres falam mais de jogos sociais do que os homens. No resultado consoliddado, foram captados comentários a respeito do tema e verificou-se que as mulheres foram as que mais opinaram, com 66% dos registros.

Como não poderia deixar de ser, o hit Candy Crush foi o jogo social mais lembrado pelo público com mais de 15500 citações. Outros jogos bastante lembrados foram Pet Rescue e Farm Heroes, com mais de 8800 e 3700 registros, respectivamente. A capital paulista foi a que concentrou o maior número de jogadores, seguida do Rio de Janeiro e Porto Alegre. Por fim, os horários mais ativos de que discute jogos sociais na internet foi das 21 horas, mostrando que a novela não é nem de longe a preocupação de muitas mulheres.

Abaixo o infográfico do levantamento sobre jogos sociais:

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