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Sete lugares para conseguir games mais baratos na internet

Se liga nesta dica para aumentar sua coleção de jogos sem gastar muito (afinal de contas, comprar games no Brasil não é nada barato).  Para se ter ideia, jogos já antigos como GTA V e The Last of Us não é encontrado por menos de R$ 99 nas lojas. Já os lançamentos como Call of Duty, Fifa 17 e Resident Evil, para Xbox ou PS4, chegam a custar em torno de R$150 a R$200 no e-commerce.

Isto para não citar alguns games já considerados peças de colecionador como Mario Sunshine, Luigi’s Mansion e The Legend of Zelda Wind Waker de GameCube que chegam a custar cerca de R$ 200. Se você é um colecionador de jogos e encontra dificuldade para encontrar aquela peça rara, fique tranquilo, temos aqui sete dicas de sites para tentar obter aquele game bacana gastando pouco.

 

OLX e Mercado Livre

olxA OLX funciona como o Mercado Livre, ou seja, a própria comunidade faz seus anúncios e as negociações. A diferença é que muitas vezes o Mercado Livre funciona como intermediador entre comprador e vendedor, prevenindo fraudes e desentendimentos. As ferramentas Mercado Pago e Mercado Envios são dois trunfos que colocam o ML como favorito entre os negociadores virtuais. Já a OLX tende a ter preços menores em muitos casos, mas a falta de ferramentas intermediárias não inibem golpes e negociações mal sucedidas.

 

TrocaJogo

troca-jogoTrocaJogo funciona como uma rede social de gamers que negociam e trocam jogos e até consoles entre si. Uma ótima opção para encontrar pessoas de diversos lugares que querem os jogos que você tem em casa e vice-versa. A primeira troca no site é grátis, mas para realizar trocas ilimitadas é preciso se tornar um assinante da comunidade. A comunidade já tem cerca de sete anos e é referência entre a comunidade. O único “porém” é que dificilmente você vai encontrar games anteriores à 7º geração de consoles.

 

Meu game usado

Meu Game Usado

Para economizar, vale também comprar games já usados de outros usuários. No site Meu Game Usado é possível encontrar alguns títulos com preços até 50% mais baixos que nas lojas convencionais. Mas é importante ficar atento, pois há jogos que vêm com códigos de uso que só podem ser ativados uma vez.

 

Cuponomia

cuponomiaCuponomia reúne ofertas e cupons de descontos para compras de games nas lojas online. Com os códigos promocionais oferecidos na plataforma, é possível poupar de 5% a 15% no valor dos jogos. Os usuários também podem fazer o cadastro no programa Cuponomia+, que permite acumular pontos em cada compra realizada por meio do site e trocar por créditos em jogos da Steam, League of Legends, Playstation Store ou 3 meses no XBOX Live Gold.

 

Promoções da Steam

steam_softwareComprar jogos na Steam é um ótimo negócio para quem quer poupar dinheiro com os games. A plataforma de jogos online oferece promoções diárias, incluindo lançamentos. Em datas especiais como Halloween, Dia da Toalha e Natal, o site faz liquidações de até 80% de descontos nos jogos. A Steam Store oferece um catálogo de mais 2500 jogos online que podem ser baixados no PC ou em dispositivos móveis como smartphones e tablets.

 

Comunidades do Facebook

gta-vO Facebook é a maior rede virtual de todos os tempos com mais de 1 bilhão de usuários. Na rede social é possível encontrar redes de pessoas dedicadas a compras e vendas de games novos e usados. Até mesmo jogos retrô são facilmente encontrados. Infelizmente alguns usuários não tem bom senso e aplicam preços irreais em seus jogos, mas uma peneirada bem feita evita esse tipo de problema. Outra vantagem é que se você estiver em grupos da sua cidades, basta marcar um encontro com a parte interessada em comprar ou vender, de modo que evita-se pagamento de fretes e outras taxas.

 

E você, onde costuma comprar games baratos pela internet?

Edição comemorativa de 10 anos da Campus Party Brasil termina com mais de 750 horas de atividades

Após mais de 750 horas de atividade, chega ao fim a Campus Party Brasil 2017, o maior evento de tecnologia do país. A julgar pelos números disponibilizados pela organização, foi um enorme sucesso. Afinal foram mais de 8 mil campuseiros a passar pelos corredores do Pavilhão de Exposições Anhembi. Entre os destaques da edição desse ano estão a presença do cofundador do Netflix, Mitch Lowe, da cientista brasileira, Duilia F. de Mello, do muralista Eduardo Kobra, do desenvolvedor de games Grayson Chalmers, entre outros.

Outro destaque foi o The Big Hackathon, iniciativa em parceria com PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), que tinha como objetivo desenvolver soluções tecnológicas para os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) propostos pela ONU, e também fomentar o empreendedorismo inovador. Houveram diversas palestras e workshops durante o evento, ocasião em que os visitantes puderam conhecer mais sobre ciência, tecnologia e até mesmo cultura pop.

campus-party“Estamos muito contentes com o resultado desses mais de nove meses de trabalho. Tivemos um retorno bastante positivo dos campuseiros que lotaram os palcos e participaram intensamente de todos os workshops e atividades propostas. Além disso, buscamos com sucesso nessa edição uma maior proximidade com os campuseiros, por meio de campanhas nas quais eles sugeriram conteúdos que entraram na programação oficial”, explica Tonico Novaes, diretor geral da Campus Party Brasil. “Além disso, a 10ª edição também recebeu um aumento de 73% no número de patrocinadores e parceiros em relação à edição passada”.

A CPBR10 também foi marcada pelo empreendedorismo. 160 startups participaram do programa Startup&Makers cujo objetivo é impulsionar e capacitar jovens talentos e empreendedores. De áreas distintas como, agronegócio, comunicação, educação, entretenimento, finanças, tecnologia, saúde e varejo, foram selecionadas e tiveram a oportunidade de apresentar seus produtos, encontrar talentos, testar mercados, aprender e ensinar para um público qualificado e ávido por curiosidades. Além disso, receberam mentorias, coaching e tiveram a oportunidade de conversar com investidores e diretores de grandes empresas presentes no evento fazendo negócios.

Outros destaques da Campus Party 2017

campus-party1A Open Campus, espaço gratuito e aberto ao público também foi um dos destaques dessa edição. “Dedicamos muita atenção para esse espaço, pois acreditamos que ele é uma vitrine para futuros campuseiros. Ainda não temos o número fechado de pessoas que estiveram presentes nos quatro dias de funcionamento da área, mas pelas estimativas, batemos o público esperado de 80 mil pessoas”, complementa Tonico.

Vale destacar ainda, que a Campus Party fechou uma parceria com a Prefeitura de São Paulo para ajudar as pessoas que estão em situação de desabrigo. Os campuseiros que tiverem interesse poderão doar suas barracas que serão encaminhadas para a programas de assistência da prefeitura. E sim, a edição 2018 já está mais do que confirmada!

Começa hoje a 10ª edição da Campus Party Brasil

Fãs de tecnologia uni-vos! Começa hoje a 10º edição da Campus Party Brasil, o maior evento de tecnologia, inovação e empreendedorismo do mundo. O evento ocorre no Pavilhão de Exposições do Anhembi e vai até o dia 5 de fevereiro, promovendo debates sobre novas tecnologias, ciência e as mudanças que as próximas gerações enfrentarão. A expectativa é que os campuseiros confiram as tendências do mundo tecnológico dos próximos cinco anos, além das novas soluções em inteligência artificial.

Além disso, em parceria com o PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), a CPBR10 realizará este ano o The Big Hackathon, um desafio com 100 horas de duração que tem o objetivo de desenvolver soluções tecnológicas para os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) propostos pela ONU, e também fomentar o empreendedorismo inovador

A organização da Campus Party prevê que o Anhembi receba cerca de 90 mil visitantes, sendo 8 mil campuseiros, que terão acesso a mais de 700 horas de conteúdo e atividades que acontecerão praticamente 24 horas por dia. Além disso, o público poderá usufruir de uma internet com velocidade de 40GBps. A #CPBR10 ocupa os três pavilhões do Anhembi, ficando em uma área de 77,7 mil m² onde ficam instalados sete palcos – Entretenimento, Criatividade (Design e Mídias Sociais), Empreendedorismo, Inovação, Ciência e o Principal e outros dois palcos que contarão com as palestras sugeridas pelos campuseiros por meio da campanha – Vire um curador.

“Um dos grandes objetivos dessa edição é nos aproximarmos dos campuseiros criando uma verdadeira comunidade. Para isso criamos duas campanhas na internet uma que estimulava os campuseros a mandarem vídeos para nós contando com a Campus Party mudou a vida deles e outra que era para eles justamente sugerirem palestras e conteúdos para essa décima edição. O resultado dessas duas campanhas foi surpreendente o que mostrou que estamos no caminho certo para fazer dessa uma edição inesquecível para todos”, conta Tonico Novaes, diretor geral da Campus Party Brasil.

Uma novidade dentro da Arena é a Academia Gamer, espaço destinado para que os campuseiros aprendam técnicas e dicas de jogos com atletas e profissionais. “Sabemos que os e-sports estão conquistando um público cada vez maior no Brasil e, por isso, não poderíamos deixar de separar um espaço exclusivo para eles”, explica Tonico.

campus-partyEste ano a CPBR terá alguns desafios, entre eles o The Big Hackathon que ocorrerá em parceria com o PNUD com o objetivo de desenvolver soluções tecnológicas para 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) propostos pelo Programa das Nações Unidas. Uma comissão organizadora, formada por especialistas em hackathon e um grupo de curadores, será responsável pela escolha dos candidatos que já se inscreveram e montagem dos times. Mentores e especialistas de faculdades e do Sebrae também farão parte da equipe da Campus para auxiliar os participantes.

Open Campus

A área aberta e gratuita da CPBR funcionará entre 1 e 4 de fevereiro, das 10h às 20h. No espaço os visitantes poderão interagir com 14 simuladores, acompanhar a famosa Batalha dos Robôs, assistir ao primeiro Campeonato Brasileiro de Drones para profissionais, além de conhecer protótipos de trabalhos acadêmicos e startups com ideias inovadoras.  Uma novidade da área é o Espaço Fazedores onde makers ensinarão diversas habilidades construtivas como solda e marcenaria, por exemplo. Todas as palestras também poderão ser acompanhadas no site Campuse.ro via streaming e após o final do evento, as mesmas ficarão hospedadas no mesmo site. Para mais informações sobre a agenda do evento, acesse o site do evento.

Serviço: Campus Party Brasil 2017

De 31 de janeiro a 5 de fevereiro de 2017
Pavilhão de Exposições Anhembi
São Paulo- SP

Vivo lança “Game Changers”, websérie documental sobre a indústria de games no Brasil

Quem diria que os videogames se tornariam assunto tão respeitado quanto cinema e a televisão? Prova disso é que a Vivo acabou de lançar uma websérie em formato de documentário que explora o universo dos jogos eletrônicos sob diferentes perspectivas. O projeto chamado Game Changers é composto de quatro episódios que mostram o mercado dos jogos eletrônicos sob a ótica de youtubers famosos, cyber-atletas, desenvolvedores e gamers. A série mostrará curiosidades, bastidores e a relevância deste universo que já movimentou mais de US$ 90 bilhões apenas em 2016.

Vale dizer que Game Changers é a primeira campanha digital da Vivo sobre da temática dos gamers e a primeira em linguagem de documentário. Com o projeto, a Vivo tem como objetivo se aproximar deste mercado e ser referência de banda larga para este público. A websérie conta com a participação de grandes nomes do mercado de games, como os jogadores profissionais Gabriel Kami e Murilo Takeshi; Youtubers como Pedro Rezende (Rezendeevil), Rafael Lange (Celbit), Mariana Satty, Damiani e BRKSEdu, além de dezenas de outros profissionais desse mercado.

“Neste nosso primeiro projeto documental queremos mostrar quem está por trás dessa indústria que gera empregos, oportunidades e diversão. O mercado de games é um dos grandes impulsionadores da economia digital, na qual a Vivo está trabalhando para se posicionar de forma cada vez mais forte”, diz Marcio Fabbris, vice-presidente de Marketing Consumer da Vivo.

De acordo com a Vivo, Game Changers é criação da agência Ginga, responsável pela direção criativa e estratégica do projeto, e produzida pela Vice. As primeiras gravações de Game Changers começaram no último ano, durante a Comic Con Experience, em São Paulo/SP. Todos os episódios já estão disponíveis a partir de hoje no canal da Vivo no YouTube e no site especial do prjeto. Além disso, os capítulos da websérie serão transmitidos como conteúdo na grade de programação de TV da ESPN, em data e horário a serem divulgados.

Os episódios de Game Changers

O primeiro episódio retrata o mundo das competições e dos players profissionais, abordando o que está em jogo quando um gamer decide encarar os desafios diários da vida de competidor profissional. No segundo episódio, Youtubers especializados em games contam como começaram e falam sobre a percepção que têm do universo de games.

Já o terceiro capítulo mostra os bastidores da vida dos desenvolvedores, que dedicam suas vidas a pesquisar tendências e criar games. Para finalizar, o último episódio de “Game Changers” apresenta estudantes e professores que encaram horas e horas nas salas de aula, para formar novos profissionais para este mercado tão promissor. A campanha digital trará ainda exploração de conteúdo, clipes curtos, gifs, canvas, scratch reel e outros formatos interativos. O conteúdo será publicado no Facebook, Twitter e Google.

“Nosso trabalho foi muito mais do que identificar ou explorar o segmento dos games. Consideramos que, com o projeto Game Changers, a Vivo está desempenhando o papel de revelar a grandeza e a riqueza desse universo para toda a sua base de consumidores, na mesma medida em que prestigia os protagonistas dessa indústria e se consolida como principal player de banda larga no segmento”, comenta André Felipe, Chief Creative Director da Ginga.

Abaixo tem o trailer de Game Changers

Gludum: nova rede social para unir desenvolvedores de games nacionais

Boas novas para desenvolvedores indies do Brasil: surgiu uma nova ferramenta que pretende unir todos os desenvolvedores em um único espaço para discussões de novas ferramentas, obtenção de feedback rápido, divulgação do trabalho e aproximar os desenvolvedores ao seu público alvo.

Trata-se da Gludum, uma rede social especialmente criada para desenvolvedores de jogos digitais. O projeto nasceu graças aos esforços de Marcelo Belkiman, cientista da computação e fã de jogos digitais. De acordo com Marcelo, o que o motivou a criar a rede social foi observar a ausência de lugares abertos na internet para divulgar games criados por brasileiros.

O Gludum possui um sistema de fórum, de modo que esclarecer dúvidas e discutir com outros devs se torna uma tarefa fácil e frutífera. Além disso, os jogadores podem conversar com os desenvolvedores de maneira rápida e acessível.

Outra forma útil de usar o site é cadastrando suas aptidões, assim há a possibilidade de ser contatado (ou contatar) outros desenvolvedores, formar parcerias e talvez desenvolver novos projetos em equipe. A rede Gludum acabou de nascer, e ainda está em fase “beta”, de modo que os novos usuários estão convidados a dar uma cara definitiva ao projeto. Por fim, Marcelo espera que a rede possa contribuir com o crescimento do mercado de desenvolvimento de jogos nacional, abrindo um espaço gratuito a todos os interessados.

Abaixo está o trailer do projeto Gludum:

Portfólio do Estúdio Beta 2 do RS foi desenvolvido em formato de game

Direto do Estúdio Beta 2, do Rio Grande do Sul, surge o site Beta Dungeon, uma mistura de jogo com site que coloca o usuário para desbravar o Castelo do Beta 2 em um formato de plataforma 2D. O site funciona meio como um portfólio interativo que visa mostrar os trabalhos já realizados pelo estúdio e o que eles pretendem fazer no futuro.

Durante o tour, o jogador conhece mais sobre os jogos, plataformas, jogadores simultâneos e também acaba interagindo com o cenário que é repleto de referências da cultura Geek e Nerd. O Beta Dungeon foi desenvolvido por 3 amigos que dizem não ter medo de experimentar durante a criação de jogos.

“O site foi um teste para descobrir até que ponto conseguíamos refinar um jogo, só avançamos cada etapa após concordarmos que todos os elementos estavam em um nível aceitável.Como é apenas nosso segundo jogo não sabíamos qual seria o resultado final. E ficamos bem contentes com a resposta que temos recebido”, diz Eduardo Pras, Ilustrador do Beta 2.

O site é uma forma bastante incomum de apresentar um portfólio e, quando analisado como jogo, serve como bom exemplo das ideias que o Beta 2 tem na implementação de seus jogos. O jogador passa por áreas diferentes que servem para mostrar a história do estúdio como a sala de games que mostra os projetos pregressos; o Team Hall que direciona até a página dos desenvolvedores; e tem a sala de Contato que encaminha o usuário às páginas oficiais do estúdio com direito à um easter egg de MGS.

Abaixo tem um vídeo de exemplo de como funciona o site do Beta 2:

Mulheres falam mais de jogos sociais na internet

No último mês de agosto a empresa de pesquisa de mercado e social analytics, Airstrip, realizou um estudo sobre a indústria de jogos eletrônicos no Brasil e chegou a uma conclusão surpreendente: as mulheres falam mais de jogos sociais do que os homens. No resultado consoliddado, foram captados comentários a respeito do tema e verificou-se que as mulheres foram as que mais opinaram, com 66% dos registros.

Como não poderia deixar de ser, o hit Candy Crush foi o jogo social mais lembrado pelo público com mais de 15500 citações. Outros jogos bastante lembrados foram Pet Rescue e Farm Heroes, com mais de 8800 e 3700 registros, respectivamente. A capital paulista foi a que concentrou o maior número de jogadores, seguida do Rio de Janeiro e Porto Alegre. Por fim, os horários mais ativos de que discute jogos sociais na internet foi das 21 horas, mostrando que a novela não é nem de longe a preocupação de muitas mulheres.

Abaixo o infográfico do levantamento sobre jogos sociais:

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