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Abertas as inscrições para envio dos jogos para o concurso Unicap Games

Unicap Games 2012

Estão abertas as inscrições para envio dos jogos para o concurso Unicap Games 2012. O Concurso de jogos digitais da Unicap (Universidade Católica de Pernambuco) está a pleno vapor e os interessados já podem enviar seus games para avaliação até o dia 15 de novembro através do da loja de aplicativos BlackBerry App World.

A avaliação, e posterior premiação dos melhores projetos, será durante o evento Unigames 2012 entre os dias 21 e 23 de novembro de 2012, promovido pelo curso de Jogos Digitais. O site do concurso tem todos os detalhes sobre como você pode publicar um game de acordo com a linguagem de programação que você domina, além disso, o site contém o regulamento do concurso.

Para se inscrever no concurso, basta acessar o site oficial. O concurso é voltado para estudantes de graduação e nível médio que estejam matriculados neste semestre e é fruto de uma parceria entre a Unicap e a empresa i2 Mobile.

Qualquer equipe pode participar no Unicap Games 2012,  independente da cidade, instituição de ensino ou gênero do projeto, porém os custos envolvendo transporte e método de envio ficaram por responsabilidade do(s) participante(s). O concurso acontecerá no Recife.

Unicap Games 2012 e os prêmios

Os jogos enviados precisam ser compatíveis com o Playbook da Blackberry devem ser publicados até o dia 15 de novembro de 2012 na loja de aplicativos Blackberry App World. O projeto vencedor ganhará 1 tablet Playbook da Blackberry e 1 smartphone BlackBerry 9900, além de um kit Vivo. O concurso levará em consideração para a escolha do vencedor alguns critérios como criatividade, jogabilidade, arte e diversão.

Se você tem um grande projeto e quer levá-lo a mais plataformas e ainda concorrer a um tablet da Blackberry, eis a sua chance!

Conheça Continuity 2: The Continuation, sequência do game indie premiado

Continuity 2

Hoje vamos falar de Continuity 2: The Continuation, sequência de Continuity, um game muito aclamado pela crítica especializada. A sequência foi lançada pela produtora Noodlecake Studios e, para quem não conhece, é um game para smartphones do gênero puzzle em que os jogadores devem ajudar um pequeno jovem a chegar ao final do cenário.

O primeiro Continuity foi jogado por mais de 13 milhões de jogadores até maio de 2012 e até ganhou o prêmio de Melhor Game de Estudantes durante o Festival de Games Independentes, ocorrido em 2010 na cidade de São Francisco, Califórnia. Além disso, ganhou o prêmio de inovação no IndieCade 2010.

Continuity 2 mantém a fórmula do primeiro game e mostra-se interessante porque partes do cenário são móveis e estão bagunçadas no cenário, cabendo ao jogador mover as partes do cenário arranstando-os para que o personagem avance. É meio basicamente um quebra-cabeça com cerca de 50 cenários, muitos dos quais recheados de armadilhas.

Continuity 2 foi lançado no mercado há pouco tempo no mercado para o iOS por US$0,99 e no Android Market por R$ 2,02. O jogo nos parece muito inovador e muito divertido! Vale uma olhada com certeza!

Confira um vídeo do game em ação:

Entrevista: conheça a história por trás do jogo Cangaço Wargame

Cangaço Wargame

Há cerca de duas semanas o GameReporter esteve na Brasil Game Show 2012 e conversamos com muitos produtores de games lá na feira. Um desses produtores é o Erick Passos da Sertão Games. Para você que se liga no GameReporter, o nome da produtora não é incomum, afinal eles já apareceram em nossas páginas com seu game Cangaço Wargame, que leva as guerras do Sertão brasileiro diretamente para o Facebook (veja o making of). O game faz muito sucesso na rede social, então resolvemos falar com o produtor do game a fim de revelar um pouco mais sobre o desenvolvimento do game. Confira:

 

GameReporter | Desenvolver o game para Facebook foi a primeira opção da Sertão Games?

Erick Passos | Na verdade quando decidimos fazer um Wargame baseado no cangaço, pensamos em desenvolvê-lo para tablets ou iPad. Mas o projeto ficou engavetado por muito tempo (desde 2007). Até que resolvemos retomar o projeto em meados de março de 2012. A primeira coisa que fizemos foi criar um protótipo do jogo em formato de tabuleiro e o levamos para um evento de games, a fim de ver qual seria a repercussão junto ao público. Até percebemos que o jogo funcionava muito bem ao jogar contra um amigo, então veio a ideia de lançar o jogo para o Facebook, onde estão todos os amigos.

 

GameReporter | Qual plataforma foi usada durante o desenvolvimento? Porque escolheram esta plataforma?

Erick Passos | O jogo roda da infraestrutura da Google, a Google App Engine. A vantagem é possui um custo interessante e uma ampla escala de jogadores. Do lado do cliente, escolhemos trabalhar com HTML 4, pois com HTML seria possível fazer um mesmo jogo rodar em diversas plataformas como Mac, Windows, Linux, iPad etc.

 

GameReporter | Sobre a ambientação do jogo, por que a escolha do cangaço?

Erick Passos | Normalmente costumo trabalhar a mecânica do jogo, mas neste caso como optamos por um wargame olhamos para o sertão e pensamos no cangaço onde teriam dois lados a se enfrentar. Decidimos contar história baseada em fatos verídicos, ou seja, sobre algo que realmente existiu na história do Brasil. Foi muito natural o processo, pois o cangaço é o fenômeno mais importante da história de combate armado no Brasil, além de canudos. Além disso, ele foi um fenômeno mais espalhado.

 

GameReporter | Como foi o trabalho de pesquisa sobre esse período histórico?

Erick Passos | Um de nossos maiores colaboradores foi o médico Leandro Cardoso, ele é um colecionador de peças originais do cangaço e um grande pesquisador sobre o tema. Foi com ele que descobrimos que os cangaceiros só atiravam de lado, nunca de frente, porque de lado eles eram apenas meio homens, de frente eram homens por inteiro, (mais fáceis de serem abatidos em combate). Outros detalhes que acrescentamos é o fato de cangaceiros vestirem a cor azul, cangaceiros também não usavam cartucheiras no peito, enfim, descobrimos muita coisa sobre o Cangaço durante o processo de desenvolvimento.

 

GameReporter | Em Cangaço Wargame, a água é um dos itens mais importantes, servindo até mesmo para recarregar energias. Porque ela ganhou tanta importância no jogo?

Erick Passos | O Sertão é uma região muita seca e por isso era o item mais vital para os cangaceiros da época. Cada um deles precisava ter um bom estoque de água para passar pelas áreas do nordeste. Decidimos torná-la um fator decisivo no jogo justamente para transmitir esse senso de importância no jogo. No game, ela serve para treinar personagens, recuperar energia etc.

 

GameReporter | Porque a personagem Bonitinha não participa do combate?

Erick Passos | As mulheres no cangaço, incluindo Maria Bonita, não lutavam. Pois naquela época não era natural a mulher ser combatente. Ainda assim decidimos prestar essa homenagem à essa figura histórica, assim surgiu a personagem Bonitinha, que ao estar do lado de um personagem, lhe dá a opção de atirar duas vezes. É uma analogia ao ato dos cangaceiros defenderem suas mulheres com mais afinco do que quando estavam sozinhos. Então quando havia uma mulher no grupo, os cangaceiros “tornavam-se mais homens”.

 

GameReporter | Como têm sido a recepção dos jogadores após o game cair na boca do povo?

Erick Passos | Tivemos em geral uma boa receptividade. Quem entra e conhece o jogo costuma jogar muitas vezes, e até opinar. Ter esse feedback dos jogadores têm sido algo muito importante para nós e para o desenvolvimento do projeto, assim como a adição do ranking geral no jogo.

 

GameReporter | Foi muito difícil concluir o jogo? Quais foram os principais problemas encontrados?

Erick Passos | Eu diria que não tivemos muitos problemas técnicos, apesar da Sertão ser nova no mercado. A equipe já possuía muita experiência em criação, design e programação, assim como em aplicativos para web. Estávamos em “casa” e sabíamos o que estávamos fazendo em termos técnicos. O maior desafio mesmo foi aprender a fazer marketing, especialmente em uma rede social, ou seja, criar uma expectativa sobre um produto totalmente novo, sem ter nenhum patrocinador. Outro problema que enfrentamos foi com relação ao prazo de desenvolvimento (60 dias). Para cumpri-lo precisamos virar noites e trabalhar excessivamente.

 

GameReporter | Vocês pensam em expandir o conceito? Ou trazer melhorias para o jogo?

Erick Passos | Sim. Aliás, já planejamos lançar uma nova interface de navegação, novos mapas, o efeito Fog of War e novas animações.

 

GameReporter | A Sertão Games tem tido algum retorno financeiro com o Cangaço?

Erick Passos | O Cangaço é um jogo totalmente gratuito. Nada nele é cobrado e pretendemos manter isso para sempre. Ele foi desenvolvido mais como uma porta de entrada para nossos projetos e levar nossas ideias ao público. A ideia era mostrar nosso trabalho e garantir um retorno do público.

 

GameReporter | E sobre os próximos projetos da Sertão, no que vocês estão trabalhando atualmente?

Erick Passos | Estamos começando um novo jogo em cima da mesma temática e com os mesmos personagens. Além disso, há a ideia de produzir outros wargames em cima de outras temáticas e com novas mecânicas, mas ainda não podemos falar muito sobre isso.

 

GameReporter | Gostaria de deixar algum recado para os jogadores?

Erick Passos | Queremos que vocês conheçam nosso jogo e que fiquem à vontade para gostar ou não dele. E se possível nos conte o que achou do game. Fizemos um game para as pessoas desfrutarem. E para quem tem ideia de produzir um game, crie um protótipo, mostre às pessoas e vá em frente.

Brazilian International Game Festival é anunciado em São Paulo

Brazilian International Game Festival

O mês de novembro de 2012 se aproxima, e com ele vem o Brazilian International Game Festival (o BIG), um evento voltado aos produtores de games independentes. O evento é inspirado em uma convenção realizada em São Francisco, EUA, e no Anima Mundi. A ideia é reunir a comunidade de desenvolvedores indie para mostrar seus projetos, mesmo que não estejam finalizados ou publicados.

O festival visa fortalecer a produção de games independentes no Brasil e a troca de experiências entre os produtores e se estabelecer como ponto de encontro para desenvolvedores de jogos nacionais e internacionais.

Atrações do Brazilian International Game Festival

Entre as atrações, está confirmada uma seleção dos melhores games independentes do ano no Brasil e no exterior.  Além disso, haverá um desafio em que as equipes devem desenvolver um game em 24 horas a partir de um briefieng único, workshops de jogos de tabuleiro, palestras, entre outras atividades.

Os visitantes ainda poderão testar os games desenvolvidos e conhecer os desenvolvedores. O evento se realizará entre os dias 22 de novembro a 02 de dezembro no Museu de Imagem e Som de São Paulo (o MIS). A entrada é franca. Para mais informações visite o site oficial do evento.

 

Serviço: BIG – Brazilian Internacional Game Festival

Data: 22 de novembro a 2 de dezembro de 2012

Local: MIS (Museu da Imagem e do Som de São Paulo)

Endereço: Avenida Europa, 158 – Jardim Europa, São Paulo – SP

Horário: das 12h às 22h (dias úteis) e das 11h às 21h ( fins de semana)

Entrada: gratuita

Muitos sustos com o game Slender The Eight Pages

Slender The Eight Pages, já ouviu falar em ? Prepara-se! Apague as luzes e coloque os fones de ouvido com o volume e prepare-se para muitos sustos com  Slender The Eight Pages, nossa dica de game de hoje! O game não é nenhuma novidade e já é bem conhecido dos jogadores, porém vale uma menção aqui no GameReporter.

Desenvolvido pela produtora indie Parsec Productions, o game é de terror psicológico em primeira pessoa. Foi criado a partir da Unity Engine e roda em Windows e no Mac OS X. O game é tecnicamente bem simples, porém assustador. Muita gente o compara a Amnesia: The Dark Descent da produtora Frictional Games.

Slender The Eight Pages baseia-se numa lenda urbana chamada “Slender Man” uma figura que dizem raptar crianças em locais próximos a playgrounds e florestas, basicamente é o que muitos chamariam de “um conto para assustar crianças levadas”.

O jogo começa numa floresta à noite e o jogador só tem em seu poder uma fraca lanterna e sua própria coragem. O objetivo é encontrar oito bilhetes de uma vítima espalhados pelo cenário. A ambientação do jogo somada aos bilhetes e ao som inspirado do time de desenvolvimento tornam o game perturbador.

Como se não bastasse, por vezes o próprio Slender aparece em locais aleatórios e quando isso acontece a câmera fica distorcida, acompanhada do som, garantindo bons sustos. Quando o Slender aparece o jogador só pode correr já que não há armas a serem coletadas pelo cenário. Se o jogador ficar olhando para a figura macabra do Slender é game over. Com certeza você vai levar um susto ou outro se jogar em condições preparadas.

Slender The Eight Pages para download

A boa notícia é que o jogo  está disponível para download gratuitamente. Além disso, uma sequência chamada Slender: The Arrival foi anunciada em setembro deste ano, e será lançada pela Parsec em parceria da Blue Isle Studios. De acordo com os produtores, a sequência contará com visuais mais bonitos, novos cenários e um enredo mais aprofundado, porém, mantendo a fórmula de sucesso do original.

Enquanto essa sequência não chega, a gente pode continuar levando sustos com o original.

Confira o trailer de Slender The Eight Pages:

Vitrum está pronto: pague quanto quiser e ajude uma instituição de caridade

Vitrum

Vocês devem se lembrar do jogo Vitrum do estúdio 9heads, game de plataforma em primeira pessoa que utiliza uma engine própria para simular uma física toda especial, como superpulo e inversão de gravidade. Nós já havíamos falado sobre o jogo aqui no GameReporter, agora voltamos a falar sobre ele porquê a 9heads já lançou o produto para aquisição nas plataformas Windows.

O game pode ser comprado através das lojas Desura, Indievania e IndieCity. Porém, àqueles que acessarem o game através do Gumroad podem escolher qual preço desejam pagar (mínimo de U$4,99), além disso, o estúdio irá doar 10% dos lucros obtidos para a instituição Child’s Play. Ou seja, você escolhe quanto vai pagar no jogo e ainda ajuda uma instituição de caridade.

Para quem não conhece, Vitrum coloca o jogador no controle de um androide capacitado a converter a energia de cristais coloridos em habilidades extraordinárias, incluindo a manipulação da gravidade.  O problema é que alguns cristais causam dano ao androide. O objetivo é resolver os puzzles de cada um dos 45 estágios dentro do laboratório abandonado. O game promete exercitar o raciocínio do jogador, além de apresentar efeitos bastante inventivos para um game indie.

No vídeo abaixo, você confere como é o game:

Miris Studio precisa de apoio para o projeto Keep of Indra. Vamos ajudar?

Keep of Indra

Hoje vamos voltar a falar do Miris Studios, o estúdio brasileiro responsável pelo game Shadow of a Pirate. Se você não viu o jogo, poderá jogar a demo aqui. Porém desta vez vamos falar sobre o outro projeto do estúdio que precisa do apoio da comunidade gamer para sair do papel.

Keep of Indra é o atual projeto da equipe, com previsão de lançamento para novembro de 2012. Em poucas palavras, trata-se de um jogo com elementos de estratégia e ação destinado a dispositivos mobile (a princípio apenas para Android e posteriormente para iOS).

Você deve assumir o controle de um aprendiz de mago que precisa descer todos os andares de uma grande torre numa montanha a fim de restaurar a magia que havia desaparecido do mundo sem qualquer motivo aparente.

Durante a descida, o jovem mago confronta vários monstros e armadilhas. Felizmente, para nosso herói, nem tudo é problemática: ao derrotar alguns inimigos ele ganha habilidades especiais que o ajudarão a continuar a descida. Cabe ao jogador utilizar essas habilidades nas horas mais apropriadas.

Como o game ainda é um projeto e o Miris Studio é uma produtora pequena e com poucos recursos, o game Keep of Indra precisa de investimento para ser lançado ainda em novembro. Como é difícil achar um investidor, o pessoal do Miris resolveu colocar o projeto em um site de crowdfunding chamado Catarse.

A ideia é que jogadores e potenciais interessados façam contribuições até que o game possa ser lançado. Os jogadores poderão doar qualquer quantia até o dia 1 de novembro. Caso a meta não seja alcançada, os valores arrecadados serão devolvidos aos jogadores e o game fatalmente será adiado para o ano que vêm com diversos cortes da versão planejada.

O game já está em campanha no Catarse, com meta de R$ 9.769,00, restando pouco mais de 20 dias até o fim da campanha. Na própria página do Catarse os jogadores têm acesso a mais informações sobre o projeto, além disso, a equipe disponibilizou um e-mail (miris@mirirsstudio.com) para esclarecer dúvidas dos investidores.

E você, apoiaria um projeto nacional?

Confira abaixo o vídeo do projeto abaixo, no Vimeo:

Keep Of Indra – Vídeo Campanha Catarse from Miris Studio on Vimeo.

Crystal Catcher: jogo indie para colecionar cristais e subir no ranking

Crystal Catcher

Aqui vai a sugestão de um game feito para quem tem reflexos rápidos e gosta de colecionar itens nas telas. O game de hoje chama-se Crystal Catcher, produzido pelo estúdio Crazy Minds, ele é um jogo de aventura seguindo a linha de Temple Run, ou seja, você passa pelos cenários em alta velocidade pelos cenários pegando os cristais espalhados.

Aqui você irá controlar um pequeno robô que precisa dos cristais para energizar a energia de sua nave. Porém, a tarefa não será tão simples: há obstáculos que devem ser evitados no caminho. Os traços e sons do jogo são cartunescos, dando ao jogador um ambiente divertido e lúdico.

O game está no Game Center e possui seis leaderboard para medir o desempenho, sendo eles a melhor pontuação, maior distância, maior quantidade de cristais pegos em uma corrida, tem também leaderboard para total de pontos acumulados em todas corridas, total de cristais acumulados, e total de distância acumulada.

Há um ranking geral para que o jogador teste seu desempenho: quanto mais cristais pegar nos cenários, maior é a pontuação. Além disso, há cerca de 31 desafios disponibilizados na forma de achievments para enriquecer a experiência de jogo.

Crystal Catcher já foi lançado e está disponível nas plataformas iOS, podendo ser acessado tanto no iPad quanto no iPhone a partir da geração 3GS.

SBGames 2012 abre espaço para micro-expositores

SBgames

Se você é desenvolvedor de jogos e gostaria de expor seu produto no SBGames, evento voltado aos jogos eletrônicos e entretenimento digital e que reúne artistas, designers, professores e centros de pesquisa, etc, eis a sua chance: a organização do evento acaba de abrir uma seleção para que micro-expositores mostrem seus trabalhos.

A edição do SBGames 2012 ocorrerá entre os dias 2 e 4 de novembro em Brasília-DF. Para participar da exposição, os candidatos precisam preencher uma ficha no site do evento, informando dados para contato, imagens e vídeos dos jogos ou ferramentas desenvolvidas. Todos serão avaliados por um grupo formado pela organização do evento.

Aqueles que forem escolhidos terão direito a utilizar um estande individual de 1,50m de comprimento, ponto de energia, testeira plotada com o nome da empresa e acesso WI-FI durante os três dias da feira. Deste modo, os expositores poderão expor satisfatoriamente seus produtos, falar com investidores, imprensa e visitantes do evento. Em outras palavras, é mais uma das raras oportunidades de mostrar o seu trabalho.

Até o fechamento desta matéria, não foi divulgado o número de participantes que serão escolhidos, pois, de acordo com o site da feira, o número de selecionados estará “atrelado ao espaço da feira e à qualidade dos projetos inscritos”. A divulgação do resultado sai no site oficial do evento, Facebook/Twitter da organização e através do e-mail dos candidatos até o dia 8 de outubro de 2012.

Vale lembrar que os selecionados ainda poderão adquirir ingressos para o simpósio com preço de “estudante não-associado”, porém os custos com passagens até o evento e hospedagem ficarão a cargo dos próprios expositores. O SBGames tem apoio de importantes organizações como a Acigames, Globo, NVidia, Intel, Game Music Brasil, entre outros. Mais informações podem ser conferidas no site do evento.

Salve o Mundo dos Doces da invasão de vegetais em JB The Jelly

JB The Jelly

Hoje vamos falar de um jogo produzido por desenvolvedores brasileiros da Oricalco Studios, o game é indie e já figurou no Anime Friends 2012, em São Paulo. Trata-se de JB The Jelly, game que coloca o jogador na pele de Jellyboy, um rapaz feito de gelatina que deve salvar o mundo dos doces da invasão do exército dos Vegealiens.

O jovem Jellyboy sempre sonhou em ser um herói de quadrinho, assim como seu ídolo Heromellow. Durante essa batalha contra os vegetais, o protagonista adota o codinome JB The Jelly e se junta a Heromellow  a fim de salvar o mundo e resgatar a princesa Trufa.

O game é de plataforma 3D e foi desenvolvido para o iPad 2 por um time de sete desenvolvedores que estudaram na escola Saga. Até então o game não tem data de lançamento, a previsão é que saia até o final do ano. Até que o jogo saia, vamos aguardar mais informações e ficar atentos, pois o jogo promete ser promissor, conforme mostra a demo do jogo: