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Os melhores jogos de terror da atualidade

Por Bruna Cardoso, do Blog Jogos de Terror.

Eis aqui mais uma lista de melhores jogos de terror da atualidade… Não! Todas as listas espalhadas pela internet estão erradas e esta aqui também.

A lista (em ordem de lançamento):

  • Série Dead Space (2008)
  • Deadly Premonition (2010)
  • Série Metro (2010)
  • Alan Wake (2010)
  • Limbo (2010)
  • Amnesia (2010)
  • Slender: The Eight Pages (2012)
  • The Last of Us (2013)
  • Outlast (2013)
  • As sagas zombie (compilação dos jogos de zombies)

Não tem como definir o melhor jogo somente olhando para alguns fatores como, por exemplo, a história, gráfico, ambientação, personagens, desenvolvimento da trama, popularidade.

Jogos de vídeo game não são filmes, não são livros e muito menos novelas, são mecanismos geradores de experiências e elas não seguem um script pronto, elas são vividas por cada um de nós individualmente, somos nós os protagonistas da história.

Por que gostamos de listas?

Se várias pessoas tiveram experiências incríveis com determinados jogos é certeza que teremos também, certo? Errado! Ninguém neste mundo é igual.

Mas por que então fazemos listas de melhores jogos? Para facilitar a nossa vida, existem muitos jogos de terror e não temos tempo de jogar todos, as listas mostram o que a maioria gosta ou às vezes até opiniões pessoais do autor da lista, desta forma fica mais fácil escolhermos qual vamos jogar em meio a tantas escolhas.

Jogos de terror da atualidade

 Nesta compilação de jogos eu levei em consideração os jogos em que o primeiro da série foi lançado de 2008 pra frente, então você não vai encontrar jogos de vanguarda como Resident Evil e Silent Hill, nenhuma sequência de jogos antigos e nem jogos onde o lançamento foi em 2007.

Não considerei jogos que ainda não foram lançados por completo antes de fevereiro de 2014, pois é a data que escrevo este artigo. Nem todos os jogos da lista são 100% terror, alguns possuem somente características marcantes deste estilo, mas não podem ser ignorados. Esta lista não é uma opinião pessoal com base em minhas experiências, mas sim em pesquisas, em outras palavras estou lavando as mãos.

Quer experimentar os jogos de terror da atualidade, mas não sabe qual escolher? Dê uma olhada abaixo e comece com aquele que mais te agradar.

Série Dead Space (2008)

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A série Dead Space ganhou vários fãs devido aos dois primeiros jogos que unia elementos de sobrevivência e terror em um ambiente espacial do futuro, com a chegada do terceiro jogo, foi retirados muitos dos elementos que traziam identidade à série.  Apesar de tudo, Dead Space é um jogo pioneiro desta nova geração.

Em uma era bem distante onde os recursos na terra são escassos e a tecnologia foi usada para alcançar outros planetas em busca de uma nova esperança de vida humana, você controla Isaac Clarke em uma investigação de uma nave espacial que não apresenta sinal de vida, ao chegar à nave, é encontrada uma ameaça alienígena e você tem que sobreviver e escapar.

Deadly Premonition (2010)

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Deadly Premonition é um dos títulos mais controversos em crítica, alguns amam outros odeiam, mas o fato é que o jogo teve sucesso e é muito interessante.

O personagem principal é um misterioso investigador que fala sozinho e têm sonhos estranhos, o seu objetivo é investigar uma série de assassinatos em uma pequena cidade, lá você de cara encontra criaturas e acontecimentos misteriosos.

O jogo apresenta uma mistura de investigação (conversar com as pessoas, verificar o cenário, encontrar pistas) com ação (enfrentar monstros, dirigir a viatura da polícia, encontrar caminhos) e uma história com clima de mistério e terror.

O inusitado, a história, personagens únicos, o humor e cenas desagradáveis (no bom sentido) marcam Deadly Premonition, confira no vídeo trailer:

Série Metro (2010)

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Em um mundo exterminado pelas bombas atômicas, sobreviventes vivem nos metrôs das cidades se escondendo da radiação e das criaturas alteradas pela radiação.

Belos cenários escuros e realísticos com ótimos controles FPS e toda a contextualização da história fazem dos atuais jogos Metro 2033 e Metro Last Light uma experiência inesquecível.

Você controla um personagem que nasceu no metrô da Rússia logo depois dos ataques nucleares e conforme for suas escolhas no jogo, você pode ter dois finais diferentes.

Alan Wake (2010)

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Um jogo impressionante com um charme cinematográfico e elementos únicos é Alan Wake, realmente é maravilhoso quando um jogo tem uma história bem elaborada.

História

Alan Wake é um escritor de livros que foi passar as férias em uma cidade pequena, porém ele começa a ter visões estranhas e partes do último livro que ele escreveu misteriosamente aparece, o mais sinistro é que Alan não se lembra de ter escrito nada deste livro, quando a esposa de Alan some, ele tem que resolver este mistério e encontrá-la.

Confira o trailer deste jogo fantástico:

Limbo (2010)

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Se em algum lugar existir a classificação jogo de terror arte, Limbo necessariamente deveria estar nesta lista. Limbo é um jogo produzido por uma desenvolvedora independente que obteve muito sucesso ao trazer uma experiência nova para o jogador.

O terror não está em monstros ou grandes sustos com cenas de impacto, mas sim em pequenos detalhes macabros, tanto sonoros quanto em toda sua estética.

O jogo foi lançado para Xbox 360, Windows e PS3 e é totalmente em preto e branco, o jogo é em 2D e sua mecânica é bem simples, você encontrará muitos quebra-cabeças no jogo e não terá dicas diretas para resolve-los, realmente um formato bem diferente para um jogo de terror lançado para consoles da atualidade.

Limbo é um jogo relativamente pequeno com aproximadamente 3 até 6 horas de duração. Confira o trailer do jogo:

História?

O mistério do jogo é a história, você controla um menino em uma floresta cercada de armadilhas e animais selvagens e seu objetivo é encontrar sua irmã que não sabemos ao certo se está viva ou morta.

Não há diálogos ou pistas concretas do que realmente é o jogo Limbo, cada um pode interpretar sua história de forma diferente, será que este menino realmente está vivo? Será que Limbo seria a representação do purgatório? Será que ele já está no inferno ou a história é uma representação da evolução humana?

Não pense que zerar o jogo vai ser o suficiente para entendê-lo, mas será gratificante jogar.

Amnesia (2010)

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Atualmente Amnesia tem dois jogos lançados para a série: Amnesia The Dark Descent e Amnesia: A Machine For Pigs. Realmente um jogo obrigatório para os amantes de jogos de terror.

Em Amnesia você se sente inseguro, seu personagem não possui armas de fogo, você não sabe o que está acontecendo ou o que vai acontecer e você não tem lembranças de quem você realmente é ou o que fez.

Se você ainda não jogou Amnesia, faça um favor para você mesmo e comece a jogar agora.

Slender: The Eight Pages (2012)

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Slender é um jogo baseado em uma lenda urbana de uma criatura chamada Slender Man, muito bem vestido por sinal, que rapta crianças em ambientes escuros e desertos. Este jogo fez tanto sucesso que existem várias versões dele espalhadas pela internet, a mais consagrada é a versão gratuita chamada Slender: The Eight Pages .

Em Slender você está sozinho na floresta com somente uma lanterna, seu objetivo é coletar 8 páginas de um caderno espalhadas pelo ambiente noturno. O Slender Man vai tentar te pegar, ele tem teletransporte, é imortal e basta chegar muito perto dele para que você morra.

O jogo em si não é uma grande produção com uma história elaborada, gráficos elegantes, personagens marcantes e é bem pequeno com relação ao tempo de duração de um jogo. O que é atrativo em Slender é o fator psicológico, o fato de existir um vilão que não dá pra combater, o ambiente escuro e sombrio combinado com a sonorização do jogo.

The Last of Us (2013)

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Apesar de The Last Of Us não ser um jogo totalmente voltado para o terror, ele possui vários elementos do mundo do horror, este jogo recebeu tantos prêmios importantes e a recepção foi tão boa que é impossível ignorarmos o fato de que ele é muito importante para o cenário atual.

História

 The Last Of Us é um jogo ambientado em um mundo pós apocalíptico onde você tem que sobreviver à escassez de mantimentos e ataque de criaturas hostis, ambientado em cidades dos Estados Unidos.

Os acontecimentos do jogo são em 2033 e o que causou a tragédia no mundo foi uma infecção de humanos com um fungo chamado de Cordyceps, ao serem contaminadas com este fungo, as pessoas viram uma espécie de zumbi.

Você assume o papel de Joel, um anti-herói que a troco de recuperar suas armas, segue na escolta de uma garotinha de 14 anos chamada Ellie que possivelmente seria a chave para a cura da doença causada pelo fungo.

Por que é tão especial?

 A história é bem clichê e muito usada em vários jogos, por que então obteve tanto sucesso? A resposta para esta pergunta poderia ser um conjunto de fatores que juntos formam não somente um jogo como qualquer outro, mas sim uma obra prima.

Com elementos cinematográficos de causar inveja, jogabilidade desenvolvida para o jogo de forma que a realidade da história seja mais envolvente (exemplo disso é o fato de que se o jogador se ferir ele não pode ser regenerado), personagens cativantes, cenários maravilhosos, trilha sonora e vários outros detalhes tornam este jogo um sucesso.

Infelizmente, The Last Of Us é um jogo disponibilizado somente para PS3, portanto se você tem condições de jogar, não perca esta chance, seja você um fã de um bom survival horror ou não.

Outlast (2013)

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Outlast é um jogo com todos os ingredientes necessários para um game aterrorizante, desde os cenários até a história.

O personagem principal é um jornalista que resolveu investigar de perto um sanatório que tem um passado sombrio, o jogo se passe dentro deste sanatório que está cheio de monstros, seu objetivo é fugir.

Você pode achar que é somente mais um joguinho de terror onde você tem que escapar de um lugar infestado de criaturas, mas não é bem assim, o clima desse jogo e a direção que ele leva a história é impressionante.

As sagas zombie

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E como estou listando jogos contemporâneos, não posso deixar de lado a febre zombie que vem se alastrando nos últimos anos.

Como existem vários jogos com a mesma temática que obtiveram um público respeitável e levou a terror para os amantes da ação, resolvi não falar somente em uma franquia, mas sim nas mais influentes, assim você pode escolher qual delas mais lhe agrada.

Left For Dead (2008)

Como você sobreviveria se fosse um dos poucos imunes a uma infestação zombie? Em Left for dead é melhor que você não esteja sozinho.

O modo multiplayer é o grande atrativo do jogo, você encontrará a sua disposição várias formas de jogar, por exemplo, você pode escolher também ser um dos infectados e colaborar com outros para acabar com os mocinhos. Em Left for dead você pode usar armas de fogo e durante o caminho você vai encontrar muitos infectados e alguns com características bem próprias.

Left for dead está atualmente com dois jogos e foi muito bem aceito pela maioria dos jogadores.

Dead Island (2011)

 Você está nas férias de seus sonhos em um paraíso tropical, mas algo inesperado acontece e tudo vira um pesadelo quando uma infestação de zombies tomam conta da ilha, isso mesmo você está ilhado e cercado de monstros de sungas.

O jogo é em primeira pessoa e a predominância é a de armas brancas que podem ser customizadas e não as de fogo como comumente são usadas no estilo. Existe um modo multiplayer do jogo e a história não segue um padrão linear, você pode escolher qual missão deve fazer ou ficar somente explorando e matando Zombies. No inicio do jogo você pode escolher com qual personagem quer jogar.

Atualmente a série possui um jogo continuação chamado Dead Island Riptide, a série Dead Island ficou muito popular devido ao ótimo trabalho de marketing da produtora.

The Walking Dead: The Game (2012)

Jogo para uma das mais amadas séries de zombies da atualidade ganhou sua versão game e não desapontou, foi sucesso na certa e não somente por ser uma adaptação para The Walking Dead, mas sim por que realmente o jogo é cativante.

O game foi lançado em capítulos e a história do jogo é baseada nos quadrinhos da série, mas os personagens principais são feitos exclusivamente para a versão do game, porém com a participação de alguns personagens do seriado.

The walking dead: the game é um jogo no formato point and click, onde o jogador tem que escolher quais as falas dos personagens e às vezes consegue controlar o personagem, todas suas escolhas influenciam no desenrolar da história.

ZombiU (2012)

ZombiU é um jogo de zombie com uma ambientação sombria e envolvente, neste jogo se você morrer você vira um zombie e toma o controle de outro sobrevivente humano e inclusive pode encontrar o seu antigo personagem já transformado e recuperar seus itens.

Durante o jogo você tem que sobreviver a um apocalipse zombie em Londres e você pode assumir o controle de personagens diferentes.

Infelizmente o jogo é somente fornecido para quem tem um Nintendo Wii U, se você tem um não perca a chance de jogar ZombiU.

Infestation: Survivor Stories – THE WAR Z (2012)

Infestation é um jogo de sobrevivência em meio a um mundo que foi devastado por zombies, neste ambiente você além de enfrentar os zombies, terá que lidar com os outros jogadores que tentarão te matar e roubar seus itens.

Primeiramente o jogo se chamava The War Z, mas seu nome mudou para Infestation. Em Infestation você pode escolher seu personagem e jogar online que é um dos pontos fortes do jogo, realmente uma ótima opção para jogar com amigos.

DayZ (2013)

DayZ foi primeiramente um mod (modificação extra) do jogo ARMA 2, mas sua aprovação foi tanta que resolveram lançar DayZ como um jogo separado.

O jogo é online e é um survival com algumas mecânicas que não estamos acostumados em ver em outros jogos do estilo, os zombies não são bobinhos, eles correm, podem escutar os barulhos e além destas ameaças tem os outros jogadores que podem te matar e pegar seus itens.

O mapa é também um diferencial, é bem extenso e você tem que explorar ele ao máximo para encontrar recursos para continuar vivo o mais tempo possível. Ser morto por zombies e outros players não é a única forma de morrer, você pode cair de lugares altos, ingerir materiais nocivos, morrer de fome e entre diversas outras divertidas formas.

Deixe nos comentários abaixo por que os jogos da lista ou alguns não deveriam de jeito nenhum estar nela e porque alguns deveriam estar sim nesta lista. E mais importante de tudo, qual a sua lista?

ATENÇÃO: O texto de hoje é cortesia da redatora Bruna Cardoso, criadora do site “Jogo de Terror“, que é especialmente dedicado a falar sobre os games mais assustadores que foram lançados.

Ainda dá tempo de inscrever seu game no IMGA 2014

IMGA

Você conhece o IMGA? Aqui no Brasil o nome não é muito comum mesmo, mas nós explicamos. Trata-se do Internatio​nal Mobile Gaming Awards, uma importante premiação para jogos mobile que ocorre todos os anos. Essa premiação já tem bastante tradição: iniciou na Europa e passou para os EUA após crescer de edição em edição. Este ano o IMGA chega a sua décima edição na cidade de San Francisco, CA. O evento rola no mês de março e promete reunir o que há de melhor nos jogos para plataformas móveis.

O motivo de estarmos falando do IMGA é que os desenvolvedores brasileiros podem submeter seus jogos para o concurso através do site do evento. Esta é uma grande oportunidade para fazer seu game ser conhecido por todo o mundo e conquistar novas parcerias. O concurso tem bastante credibilidade e é julgado por pessoas da Pocketgamer, Slide-to Play, 148-apps, entre outros.

Para garantir que seu game seja o melhor não será fácil, pois a disputa é acirrada: para se ter ideia a primeira edição em 2004 contava apenas com 85 competidores, enquanto que a edição do ano passado teve mais de 800 jogos inscritos (representando cerca de 64 países). Basicamente não há restrição de plataforma, podendo o game ser iOS, Android, Windows Mobile, etc. Contudo há uma regra para participar: seu game não pode ter sido lançado antes de janeiro de 2013.

O IMGA já iniciou a fase de submissão de jogos, restando pouco tempo para isso, mais precisamente até o dia 16 de janeiro. Os julgamentos ocorrem nos primeiros dias de fevereiro e os indicados aos prêmios são anunciados em 10 desse mesmo mês. A partir daí o público decide em votação quais os melhores em cada categoria. No dia 18 de março são anunciados os grandes vencedores.

Não perca seu tempo, produtor indie! Se você tem um game promissor inscreva-o no IMGA. Quem sabe não é a grande chance de ganhar reconhecimento?

Papo & Yo chega ao Linux e Mac

Papo & Yo

Um de nossos jogos indie favoritos é Papo & Yo da produtora Canadense Minority desde que ele surgiu no BIG em 2012. O título apenas nas plataformas Playstation e PC, porém o game acaba de ganhar novas casas para a alegria de quem ainda não teve oportunidade de jogá-lo:  a produtora levou o game para as plataformas Linux e Mac OS X.

O game é parte do pacote Humble Indie Bundle X, que inclui outros 6 games indies com um valor inicial de US$ 0,01 (um sistema de “pague quanto quiser”). Além de Papo & Yo, o pacote inclui destaques como To the Moon, Reus, Surgeon Simulator 2013, entre outros. Esta é uma ótima oportunidade de conhecer um dos games mais profundos já criados.

Nosso time trabalhou duro para trazer Papo & Yo para mais plataformas. Eu sempre sonhei em criar uma aventura mágica que tocasse jogadores no mundo inteiro, e agora e exatamente isso que estamos fazendo!” disse Vander Caballero, diretor criativo da Minority. “Colaborar com o time da Humble esta sendo maravilhoso porque sentimos que eles compartilham a nossa filosofia indie. Vamos adorar repetir isso no futuro com outros jogos.”

Para quem não conhece, Papo & Yo conta a história de Quico, um garoto pobre, e seu amigo desengonçado chamado Monstro, cuja maior ameaça não são seus dentes afiados, mas seu vício em sapos venenosos. Após devorar um, o Monstro tem um violento acesso de raiva, do qual nem mesmo Quico está a salvo. O jogador deve explorar os cenários tentando salvar seu companheiro do maior perigo de todos: ele mesmo.

O game chegou à PlayStation Network em 2012, e para PC em 2013. Com o lançamento para Mac e Linux em 2014, só nos resta aguardar para ver se enfim os utilizadores do Xbox Live também serão agraciados com o game.

Enquanto isso não acontece confira o trailer abaixo:

Luta de Robôs é a temática do jogo indie Rumble Bots

Rumble Bots

Quem não gosta de robôs? É sempre agradável ver esses seres metálicos na ficção e nos videogames, principalmente quando são robôs de batalhas. Nosso destaque de hoje trata justamente desse tema.

Rumble Bots é o primeiro game da produtora indie Zudenken, que almeja o sucesso através de games que divirtam seus usuários. No jogo você constrói robôs de batalha e os controla durante os combates contra outros robôs. A idiea do time de desenvolvimento foi reproduzir ingame as lutas de robôs da vida real. Ou seja, há todo aquele ar de robôs pouco elaborados, porém que detém tecnologia e empenho de seus criadores.

Além da garagem onde você pode montar e personalizar seu Rumble Bot, você também tem acesso a torneios atualizados de hora em hora, escada ranqueada (ladder), e partidas rápidas para passar o tempo. De acordo com o time de desenvolvimento, o game está disponível nos idiomas inglês e português.

Apesar da simplicidade, Rumble Bots tem até um enredo para enriquecer o gameplay. Nele acompanhamos uma garota vivendo num planeta devastado por lixo em toda parte, de repente a garota constrói um robô utilizando peças encontradas no lixo. A partir daí ela te auxilia a construir seu próprio robô para lutar contra outros robôs ao redor do mundo.

Ao todo existem três modos de jogo: torneios, a escada ranqueada (citada acima) e as quick matches contra outros bots. O mais bacana é que o game permite um alto grau de customização com diferentes peças para seu robô. Assim, o desempenho das máquinas nas lutas dependem das peças escolhidas e na habilidade em controlar o robô, tornando os combates bastante estratégicos.

O game está perto de ser lançado através da App Store e do Google Play, então fique de olho.

Abaixo tem o trailer introdutório do game:

SKARA, The Blade Remains foi escolhido pela Microsoft Ventures 2014 London Accelerator

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Feliz Ano Novo a todos os jogadores e desenvolvedores do Brasil! Tomara que este ano traga muitos jogos bacanas para todos! No que depender do time da 8 Bit Studios, é isso que teremos, pois é deles o divertido SKARA – The Blade Remains, o game que inaugura 2014 aqui no GameReporter.

O game coloca os jogadores ao redor do mundo para se digladiar em arenas. Pense nele como uma espécie de Ryse: Son of Rome, porém sem romanos. Os combates pretendem ser um pouco táticos, significando que não basta apertar botões desenfreadamente para derrotar os inimigos. Além disso, o time de desenvolvimento inclui finalizações especiais que acabam com a vida do oponente com estilo as chamadas Fatalities.

SKARA é ambicioso, não por menos foi um dos escolhidos para participar de um programa de desenvolvimento de 12 semanas para start-ups pela Microsoft Ventures. Isto significa que ele receberá assessoria personalizada do estúdio de jogos da Microsoft, além de acesso exclusivo do mercado através da base de parceiros e clientes da empresa de Redmond.

Estamos muito animados em fazer parte do Programa Accelerator“, disse o CFO SKARA Cesar Ortega. “Isso nos dará diversas vantagens no futuro na medida em que desenvolvemos o jogo. Teremos acesso à publicação XboxOne e Windows Phone e também acesso ilimitado à Nuvem e à infra-estrutura da Microsoft e toda sua tecnologia streaming.”

De acordo  com  a Microsoft, o título entra na “incubadora da Microsoft em fevereiro de 2014 pois teve os atributos necessários para entrar no programa. Ou seja, possui uma grande equipe, qualidade e uma grande ideia.

Estamos ansiosos para trabalhar com eles durante todo o programa de 12 semanas em 2014 para acelerar os seus negócios para o próximo nível “, disse Wesley Knowles, Operations Manager para o programa Accelerator Microsoft Ventures de Londres.

A ideia é trazer ao público uma experiência de luta direta em uma arena de batalha multiplayer online no modelo free to play. Os desenvolvedores acreditam que o título tem tudo para se tornar muito popular. Fique de olho neste game, pois é bem capaz de ele ficar muito conhecido em alguns meses!

Abaixo você confere o trailer do game:

Top 10: Games Independentes que quebraram barreiras

Conheça os Top 10 Games Independentes que quebraram as barreiras do sucesso. Umas das atividades mais comuns no GameReporter é falar sobre jogos independentes e projetos de baixo orçamento nacionais. Hoje vamos fazer isso de uma forma diferente: vamos eleger 10 games indie que quebraram barreiras de sucesso, qualidade e prestígio. Serve como um belo incentivo para qualquer um que entra na indústria e almeja alcançar o sucesso de crítica e pública.

Não garantimos que todo mundo fica rico fazendo jogos, mas temos certeza que se o seu game for de qualidade, com certeza ele será tão bem sucedido quanto qualquer um dessa lista. Afinal de contas, a grande parte dos desenvolvedores dos jogos abaixo começou exatamente como os desenvolvedores brasileiros. Que saber quais os dez games indie que fizeram mais que o “arroz com feijão”?

Confira na lista abaixo:

10 – Machinarium

Machinarium é um daqueles jogos que você olha e pensa: “poxa, por que ainda não joguei isso?”. Se você realmente não jogou esta genialidade e obra de arte, a hora é agora! Sua missão é controlar um pequeno robô que desbrava uma cidade em busca de sua namorada, aprisionada por vilões que aterrorizam as ruas e a população. Com esse plot inicial muita gente acredita que Machinarium não é nem um pouco interessante. Entretanto, o game surpreende já nos primeiros minutos.

Com muitos desafios que exigem a criatividade do jogador, Machinarium é uma aula de como se faz um bom jogo. Extremamente obrigatório para fãs de jogos indies e para quem quer sair da rotina de jogos AAA. Ah e a direção de arte é uma das melhores que você verá em sua vida gamer.

9 – Castle Crashers

A época de fliperamas pode ter acabado, mas sempre tem como dar aquela revisitada com  alguns jogos que remetem a gêneros da época, e se você esta em busca de um ótimo beat ‘em up a nível de Knights of Round, acredite: Castle Crashers é a escolha certa.

Com gráficos cartunescos e genias, Castle Crashers coloca de um jogador até quatro jogadores em uma aventura com muita ação mesclando elementos de RPG. Além do modo história existem outros modos de jogo como o Arena que prolongam a jogatina por muito tempo. O game é referencia quando se fala em títulos indies de alta qualidade.

 

8 – FEZ

FEZ é provavelmente um dos jogos indies mais conhecidos da geração e um dos poucos que tornou seu criador em uma celebridade da indústria. Os méritos do jogo foram de misturar a simplicidade dos jogos 2D de antigamente com mecânicas em 3D para a solução de puzzles. No jogo você controla o ser bidimensional Gomez que descobre uma forma de explorar o mundo em 3 dimensões. Alguns problemas ocorrem e Gomez precisará usar sua nova habilidade para reunir pedaços de cubos para restaurar o mundo que vive.

Os quebra-cabeças em FEZ eram instigantes e a perspectiva de jogo parecia um sopro de criatividade em meio aos jogos de plataforma 2D. O título chegou na Xbox Live em 2012 e muita gente deve ter ficado se perguntando “porque ninguém pensou em fazer algo assim na geração 32 bits?”. FEZ sofreu vários adiamentos até chegar ao mercado, mas quando chegou foi um dos destaques da Marketplace. Acabou ganhando versão para as plataformas da Sony e até foi um dos temas do documentário Indie Game: The Movie. Phil Fish chegou a anunciar uma sequência, mas acabou se retirando da indústria por razões pessoais.

7 – Super Meat Boy

Flash Meat Boy foi um game indie que passou batido pela indústria, mas nem por isso seus criadores (Edmund McMillen e Tommy Refenes) desistiram de criar jogos. A justiça veio para a dupla com Super Meat Boy. Se você não conhece, provavelmente esteve ocupado demais com jogos AAA para se dar conta do que acontecia com o cenário indie. SMB é simples, isso é fato, não é um jogo ambicioso e tão pouco faz algo impensável em outros jogos de plataforma, mas ele é divertido e desafiador ao extremo.

A premissa segue a cartilha de jogos de plataforma da geração 8-16 bits, ou seja, você controla um jovem herói que precisa resgatar uma garota que foi sequestrada por um vilão. A partir daí você passa pelo cenário pulando e desviando de armadilhas mortais. Quando foi lançado em 2010, o título ganhou prêmios importantes da crítica e a atenção dos jogadores graças a seus controles precisos e a arte retrô. Se você curte games simples, mas bem feitos e desafiadores, Super Meat Boy é o que procura.

6 – Slender: The Eight Pages

Em 2012 já era evidente a crise dos games de terror: poucos eram os jogos que realmente metiam medo nos jogadores. Nem mesmo séries consagradas como Silent Hill e Resident Evil pareciam ter o mesmo fator aterrorizante de outrora. A solução para resolver o problema foi Slender, um game da produtora indie Parsec Productions. De cara o game já mostra o que define um game de horror psicológico: mistério, sensação de estar indefeso e ambientes escuros.

Você inicia numa floresta no meio da noite e precisa achar 8 páginas deixadas por uma suposta vítima da criatura Slender (retirada especialmente de lendas urbanas). Os problemas começam quando o jogador se dá conta que não há nada para se defender e a criatura está a te perseguir. O pior é que não se pode ficar olhando para o Slender por muito tempo, senão é Game Over.

Sua única ajuda é uma lanterna fraca e a coragem. Quem jogou sabe que o game dá muito medo mesmo, não por acaso o jogo foi um sucesso na internet (mais de 2 milhões de downloads). A boa recepção de Slender garantiu uma sequência em março de 2013. O game é importante entre os milhares de indies não por ser o melhor no gênero terror, mas por mostrar como o survival horror pode ser de qualidade com simplicidade. Arrepiante!

5 – Limbo

Limbo é provavelmente um dos melhores games dos últimos anos. Nele você controla um garoto em busca de sua irmã desaparecida passando por armadilhas e escapando de criaturas como vermes e uma aranha gigantesca. O que torna Limbo único é a junção da música minimalista com a arte gráfica pendendo para o preto e branco.

O grande macete são os quebra-cabeças que sempre se ligam ao tema de vida e morte: algumas armadilhas que matam o herói acabam por ajudá-lo a vencer inimigos mais à frente. Em outras palavras, Limbo é mais que um jogo de plataforma em side scroll, mas sim uma mistura desse gênero com um enorme puzzle. A estética do game mostra logo no início que Limbo não é um jogo qualquer, mas um produto lapidado com esmero. O final vago abre espaço para variadas interpretações e este é mais um dos motivos que Limbo é imperdível. O sucesso foi tal que o título enriqueceu a conta bancária de seus criadores de uma maneira surpreendente.

4 – Braid

Braid é outro game indie a vencer barreiras. Seu estilo artístico é dos mais bonitos que um platformer/puzzle já teve. Sua qualidade deve-se bastante aos cenários artísticos e à sensação de magia que o game transmite: você controla Tim, um jovem que precisa resgatar a princesa de um monstro. Mas não pense que a história é um Mario Bros. da vida. Na verdade toda a história é uma grande metáfora que fará o jogador pensar e repensar até entender toda a trama.

Os puzzles são bem desenvolvidos e envolvem muito de volta no tempo e refazer ações. A arte do game é belíssima, assim como a trilha sonora. Graças a esses elementos, Braid foi um dos jogos mais bem avaliados na Xbox Live e ganhou inúmeros prêmios. O título foi tão bem sucedido que até mesmo o cultuado game designer Suda 51 disse que o título o fez ter vontade de criar um jogo em 2D. Se você não o jogou, dê uma pesquisada, pois vale a pena. Apesar de ser curto, Braid é uma experiência de game como há anos não se via.

3 – Journey

Journey é um jogo diferente de tudo que você já viu, com um cenário simples e uma premissa cativante, a ideia aqui é levar o jogador a outro nível de exploração. A ideia básica é colocar os jogadores no comando de um personagem encapuzado que deve chegar até uma alta montanha. Os desenvolvedores queriam que os jogadores sentissem sentimentos de insignificância e grandiosidade. O resultado final foi um dos jogos mais memoráveis do PS3.

O estúdio responsável (Thatgamecompany) pela obra deve se orgulhar de ter conseguido transmitir diferentes sentimentos aos jogadores através deste jogo. Journey é realmente obrigatório para os donos de PS3, pois ele emociona do princípio ao fim. Extremamente lindo e com significados que  diferenciam de acordo com a interpretação do jogador, o titulo é sem duvidas um marco na historia do console e da criação de jogos independentes.

2 – Angry Birds

Angry Birds é um dos jogos indie mais famosos de todo o mundo, tanto que há quem considere que ele já nem deve ser considerado indie. De acordo com dados extraoficiais, o game da Rovio foi baixado cerca de 2 bilhões de vezes contando todas as plataformas em que está disponível, ou seja, um número muito acima de títulos AAA de consoles. O segredo do sucesso está obviamente no gameplay simples, porém viciante, no character design caricato e divertido, no preço baixo e na trilha sonora marcante.

O título é uma das experiências mais casuais que você pode ter: basta lançar pássaros contra porcos e seus obstáculos. Pronto, ai estava uma fórmula de sucesso sem igual. O game é provavelmente um dos mais bem sucedidos entre aplicações móbile e passou a barreira do sucesso, indo para consoles de bolso e de mesa. Depois disso, foi um “arremesso” para os pássaros mais bravos dos games ir parar em pelúcias, salgadinhos, brinquedos, um spin-off com Star Wars, etc. Um fenômeno. Você pode não gostar da simplicidade, mas com certeza tem de admitir que Angry Birds é um dos indies mais bem sucedidos da história.

1 – Minecraft

Um bom visual não precisa ser necessariamente realista e bem desenhado, mas sim criativo. Essa é a premissa de Minecraft, um dos maiores sucessos desta geração. Quem não perdeu horas e horas construindo algo nesse jogo e xingando os creepers aleatórios que surgem no mapa, não sabe o que esta perdendo. O game da Mojang deveria entrar para lista de drogas proibidas, pois o game realmente vicia muito. São raros os jogos capazes de prender o jogador na frente da TV com tanta competência quanto Minecraft.

Isso não é uma advertência, todavia. O jogo é muito bom e orientamos que todos o aprecie sem moderação. A ideia básica é permitir que o jogador construa coisas a partir de blocos usando picaretas e outros materiais. De acordo com produtora Mojang, Minecraft já foi acessado por mais de 11 milhões de jogadores (um número muito acima da maioria dos games AAA do mercado). Por fim, Minecraft é provavelmente o game indie de maior sucesso da história dos videogames.

 

Menções honrosas: Flow, Hotline Miami, Outlast, Max & the Magic Maker, Downfall, Papo & Yo, Tearaway

Colaboração: Victor Cândido

 E para você, quais Top 10 games independentes quebraram barreiras?

 

 

Escola de desenvolvimento de Jogos da Unicamp sedia workshop internacional de criação

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O mês de janeiro é especialíssimo para os desenvolvedoires de jogos do Brasil, pois a Global Game Jam tem data marcada para ocorrer entre os dias 24 e 26. Para quem não conhece, a GGJ reúne estudantes, aspirantes e profissionais do setor de jogos que buscam aumentar expandir suas redes de contatos, conhecer o mercado e trocar experiências e técnicas de produção.

O evento ocorre na Unicamp e tem apoio das gigantes do desenvolvimento Microsoft e Mozzilla Corp. Além da oportunidade de interagir com outros developers, a GGJ também conta com uma Game Jam (daí o nome do evento), uma maratona de 48 horas para que os visitantes criem um game do zero. A Unicamp participa do encontro atravé do Gamux, uma Escola Interna de Desenvolvimento de Jogos da própria Unicamp que tem apoio de empresas como a Nokia e a Blackberry.

O tem dos jogos a serem desenvolvidos é lançado para todas as sedes do Global Game Jam simultaneamente. A partir daí, cada equipe tem o prazo de 48 horas para desenvolver um jogo inteiro e funcional baseado em tal tema. Os games são publicados no site do evento com link para download. A ideia é que os participantes façam um netwok bacana e ainda mostrem seus talentos no ramo de desenvolvimento de jogos.

Desenvolver um jogo inteiro, com uma temática muitas vezes difícil num intervalo de tempo de apenas 48h pode ser bem desafiador. Entretanto é exatamente esse aspecto de ‘missão impossível’ que ajuda a reforçar o espírito de cooperação e inovação que a Global Game Jam procura incentivar. A colaboração está presente em todas as etapas do evento, desde as inscrições, que são gratuitas, até no fato de que todos os jogos serão publicados, não se tratando de uma competição“, disse Bruno Melo, diretor executivo do Gamux.

Para participar do Global Game Jam basta fazer a inscição no site oficial. O melhor é que a inscrição é gratuita. Mas seja rápido, pois as vags são limitadas.

 

Serviço: Gamux – Global Game Jam

Data: de 24 de janeiro às 19h, às 19h de 26 de janeiro

Local: Instituto de Computação da Unicamp (IC) Av. Albert Einstein, 1251 – Cidade Universitária, Campinas/SP – Brasil.

Inscrições através do site http://www.gamux.com.br/eventos/globalgamejam2014/

Vagas: 200

Mais informações: por e-mail contact@gamux.com.br ou pelo site http://www.gamux.com.br/

Detetive Carioca 2: game que mistura ação e quiz está no concurso RioApps

detetive

 

Nossa recomendação de jogo para hoje é especialíssima, pois trata-se de um game que está concorrendo no concurso “RioApps”, um concurso da prefeitura carioca onde concorrem aplicativos desenvolvidos para celular que envolvam a Cidade Maravilhosa. O nome do game é Detetive Carioca 2.

O jogo é bem simples, porém bastante divertido e educacional: trata-se de um quis, ou melhor: um battle quis. Nele os jogadores enfrentam adversários medindo seus conhecimentos. A cada resposta correta você tira energia de seus adversários, porém, a cada resposta errada quem perde energia é você.

Na breve história, um estranho cai na cidade por acaso e está perdido. Para piorar a situação, monstros aparecem por toda a cidade. Para resolver a situação, a polícia solicita seu auxílio (o grande detetive), que deve resolver o mistério da aparição dessas monstruosidades. A partir daí você deve passear pela cidade do Rio, enfrentando monstros do folclore nacional como o mítico Saci-Pererê, Zumbis, Bruxas, Lobisomens, entre outros. A ideia é descobrir o que está acontecendo e limpar as ruas da cidade.

Detetive Carioca 2 é um misto de gêneros, pois mistura mecânicas de jogos de luta e o conhecido sistema de perguntas e respostas. Assim, ele tem um misto único de desafio e adrenalina, ou seja, não adianta ser bom no pega-pra-capar, se não utilizar a cabeça. Você golpeia os adversários acertando as perguntas, mas se errar perde energia.

Se a energia estiver baixa, basta comer um picolé para restaurar as energias (fazendo jus aos famosos versos “Rio quarenta graus”). Para auxiliar na aventura, você tem uma lupa para revelar respostas e um distintivo para reduzir os danos dos inimigos. Entretanto, a jogabilidade não é moleza: alguns inimigos não ficam passíveis esperando a resposta. Alguns adversários atacam antes, por isso é importante ser rápido nas respostas antes que a energia se acabe.

O game ensina muito sobre cidadania, saúde, ecologia, história, geografia, biologia, português, conhecimentos gerais, etc. Em outras palavras, não se trata de um título em que você vai esmagar botões a esmo. Seja esperto e rápido.

O game é gratuito e está disponível para Android (o time de desenvolvimento pretende levá-lo para plataformas iOS e Blackberry Playbook). O game é muito desafiador e divertido, não por acaso ele concorre no concurso mencionado acima.

Abaixo está o trailer do game:

Puzzle independente convida jogador a ajudar macacos a coletar frutas coloridas para Leonardo da Vinci

fruitsntails

Hoje vamos falar do game Fruits‘n Tails da produtora indie Mukutu, selo de games fundado pela agência digital brasileira Mkt Virtual. O título foi lançado há algumas semanas para celulares e tablets e é um puzzle cujo jogador deve controlar os macacos Ticelli, Vince, Ludovico e Sanzio, coletando frutas coloridas.

Os babuínos transformam essas tintas em cores para o célebre pintor Leonardo da Vinci, que está em uma crise de inspiração. Conforme o jogador passa pelas fases, surgem novos personagens e recursos que tornam o jogo mais complexo. O design e a personalidade dos personagens faz diferença no gameplay. O macaco azul, por exemplo, é o mais esperto e alegre; já o cinza é mais sério e sisudo, sendo o mentor dos outros; o macaco vermelho é o mais desconfiado e está sempre atento a tudo; por fim tem o macaco amarelo que é um show à parte, sempre cheio de caras e bocas.

De acordo com o time de criação, o desenvolvimento de Fruits’n Tails levou mais de um ano, pois um dos desafios era criar algo novo no campo dos consoles portáteis. “É uma mecânica inovadora que se enquadra na categoria action puzzle, pois no game o usuário precisa ter raciocínio e agilidade além de trazer à tona a mecânica color match“, explica Danilo Costa, produtor e responsável pelo conceito do jogo.

O game Fruits’n Tails tem gráficos bastante coloridos e uma jogabilidade bem simples. É o tipo de game para divertir qualquer jogador. O game está disponível em versão paga e gratuita na App Store, no Google Play, na Amazon Apps e no BlackBerry World. Mais informações sobre o game podem ser obtidas através do site oficial.

Abaixo você confere o trailer do game:

Aprenda Química com o jogo Neutralix

Neutralix

Além de jogos digitais, também abrimos espaço para jogos de tabuleiro, como é o caso do game de hoje. Chamado de Neutralix, o jogo foi desenvolvido pelo biomédico e ilustrador Shinai Gregório que idealizou o game como um referencial para os estudos de química.

O objetivo do game é ensinar química, mas de maneira simples e divertida. Assim, o criador do game espera alcançar alunos e professores espalhados pelo país. De acordo com o professor Shinai, o game em breve deve ganhar maior alcance. “Esta é uma versão para jogar em mesa mas em breve estarei terminando ele para ser jogado em forma digital, pelo pc ou celular”.

Como Neutralix foi desenvolvido a princípio como um jogo de tabuleiro, o jogador não encontra grandes complicações para acessá-lo, bastando baixá-lo, imprimi-lo e recortá-lo. Para isso, basta ir até a página Deviant Art do professor Shinai, onde se encontra as informações e links para o jogo. O board game promete muita diversão em família e é recomendado para jogar com os filhos, sendo que o modo “Super Cientista” é o grande destaque, de acordo com o criador.

Para além de Neutralix, o professor Shinai ainda trabalha em dois outros jogos de tabuleiro com viés científico: um modelo para dissecação de rã e outro sobre constelações. O intuito, é claro, ensinar de uma maneira mais interativa.