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Brasil Game Show 2014 terá Pavilhão Indie para facilitar a vida dos desenvolvedores nacionais

Além dos grandes estandes, a Brasil Game Show 2014 também dará espaço para os desenvolvedores indie mostrar seu trabalho ao público da feira. De acordo com a organização, haverá nade menos que duas áreas dedicadas aos pequenos desenvolvedores. A intenção da organização é de fortalecer o mercado interno e o desenvolvimento de produtos nacionais.

Os desenvolvedores poderão participar de duas maneiras: expondo seus produtos ao público ou participando do pavilhão de negócios, local onde os desenvolvedores indies podem interagir com outras empresas e até fechar novos negócios. Haverá um sistema de Matchmaking para agilizar e facilitar a marcação de reuniões com as grandes empresas do mercado.

Vale lembrar que não é a primeira vez que a BGS abre espaço para os desenvolvedores menores, em edições anteriores alguns games menores brilharam tanto quanto os jogos grandes como Cangaço Wargame, Min Ini Mo, Favela Wars, entre outros. Que tipos de jogos os estúdios menores estão preparando para cativar o público da BGS? Sejam quais forem, a feira será um excelente espaço para que esses indies sejam vistos pela grande massa.

Na edição 2014, a feira ocupará os cinco pavilhões do Expo Center Norte, em São Paulo entre os dias 8 e 12 de outubro. Entre as empresas que confirmaram presença estão grandes players como a Sony, Ubisoft, EA, Warner, Capcom, Kingston, entre outros. Mais informações no site do evento.

Premiado game indie Leo’s Fortune chega a plataforma Android

A produtora indie 1337 & Senri anunciou há pouco tempo que seu premiado game Leo’s Fortune chega ao Android no próximo dia 10 de julho. O título foi vencedor no prêmio Apple Design na escolha do editor quando foi lançado em abril de 2014.

Além do lançamento para Android, a desenvolvedora irá otimizá-lo para o Android TV, a fim de deixá-lo mais bacana. O título é uma aventura em plataforma 2D que mostra a saga da bola de pelos Léo em busca de seu ouro e de um misterioso ladrão que o roubou. Para recuperar sua fortuna, o mascote deve passar por desertos, florestas, armadilhas e calabouços.

Ao todo existem 24 fases desenhadas à mão, uma trilha sonora original e cutscenes que abusam do trabalho de dublagem de atores. O título foi construído para dispositivos sensíveis ao toque, porém a desenvolvedora tratou de dar suporte à joysticks também.

Leo’s Fortune foi desenvolvido por um time de apenas quatro pessoas baseadas na Suécia e desde seu lançamento vêm colecionando críticas positivas. Conforme informado acima, o game chega à Google Play em 10 de julho, porém usuários da App Store já podem acessar o game.

Confira o vídeo do game Leo’s Fortune:

Dez games indies que marcaram a E3 2014

A E3 2014 já se foi e provavelmente tem muita gente falando de jogos AAA, afinal o evento deste ano foi ótimo para todas as empresas. Apesar de todos estarmos ansioso por Halo 5, Legend of Zelda, Uncharted 4, Mortal Kombat X ou Shadow of Mordor, o fato é que não é apenas de games de alto orçamento que se faz a maior feira de jogos eletrônicos do mundo. Na verdade, há centenas de estúdios independentes trabalhando com as grandes publishers a fim de trazer grandes jogos para nossos consoles e ganhar um espaço ao sol.

Diferente da E3 2013, o evento deste ano trouxe muitos jogos indies que parecem no mínimo promissores. Veja só que a importância desses games é tal que eles até ganham espaço nas grandes conferências, como o da Microsoft que anunciou pelo menos 41 jogos indies para o Xbox One neste ano, algo impensável de se ocorrer há alguns anos atrás.

Resolvemos eleger os 10 games indies que mais nos deixaram curiosos na E3 2014. Fique de olho, pois esses games prometem experiências das mais gratificantes para os novos consoles:

White Night

White Night é uma criação do estúdio francês “O Some”. O título apareceu para o Xbox One meio que de surpresa, apesar de já estar em desenvolvimento para PCs há algum tempo. A primeira coisa que chama a atenção é seu estilo noir e o pouco uso de cores (na verdade o game é todo construído em branco e preto).

De acordo com os desenvolvedores, o game é um survival horror com referências ao expressionismo alemão e à obra de Alfred Hitchcock. O que sabemos da trama é que tudo se passa na década de 30 e vamos controlar um homem que está perdido na noite e busca refúgio em uma velha mansão. Neste ambiente escuro a sobrevivência do protagonista depende do uso constante de luz, pois o escuro torna-se fatal.

A partir deste ponto é necessário resolver puzzles com o uso de fontes de luz, mesmo que seja um mero fósforo. Ao solucionar os puzzles, o protagonista vai descobrindo antigos segredos que a mansão guarda. O estilo artístico e o clima de suspense são de tirar o fôlego e se o projeto for tão ambicioso quanto aparenta, certamente será um dos games mais comentados do ano.

Cuphead

Cuphead também foi apresentado para o Xbox One. À princípio parece um desenho de Walt Disney da era de ouro (até mesmo o design do personagem com o short vermelho lembra o Mickey Mouse), até que você se dá conta que o que foi apresentado é um gameplay. No breve vídeo vemos o pequeno Cuphead enfrentando criaturas demoníacas num estilo de shooter misturado com plataforma.

O game parece uma homenagem à infância de muita gente, desde o estilo Disney, ao som em piano e à jogabilidade oitentista. Muitos acharão estranho que o Studio MDHR aposte em um visual tão datado agora que as plataformas são capazes de reproduzir gráficos foto-realistas, entretanto o que vale aqui é a sensação de nostalgia. Apostamos que Cuphead tem tudo para ganhar o título de primeiro desenho jogável da história.

Might No.9

Em 2013 Keije Inafune conseguiu um feito impressionante: obteve êxito em sua campanha no Kickstarter em apenas dois dias. O dinheiro serviu para tornar realidade o projeto Might No. 9. O motivo para sucesso tão meteórico era simples: Inafune foi o criador de Megaman e o novo game do desenvolvedor tinha mais do que algumas semelhanças com o mascote da Capcom.

Megaman não ganha um jogo novo há alguns anos, fato que entristeceu muitos de seus fãs. Para piorar a situação, a Capcom parecia tratar com muita displicência o robô azul. Eis que Inafune saiu da empresa, aliou-se a Inti Creates (que já havia trabalhado na franquia Megaman) e lançou o projeto Might No. 9. Não é preciso ser um Sherlock para inferir que os “viúvos” de Megaman apoiariam Inafune rapidamente. O projeto ficou em desenvolvimento durante alguns meses sem mostrar a cara até que a E3 veio e pudemos ver o gameplay.

No game temos um robô azul que rouba poderes e enfrenta outros robôs perigosos em cenários repletos de armadilhas mortais. O design de fases, a trilha sonora e até os movimentos do protagonista são parecidos com os de Megaman. Não por acaso, muita gente faz coro ao dizer que o jogo de Inafune é o sucessor de Megaman e que a Capcom fez uma das maiores bobagens de sua história ao abandonar o mascote.

Se você é fã de Megaman é compra certa. O melhor é que Might ganha versão para praticamente todas as plataformas.

Grave

Grave tem versão para PCs e Xbox One e é um dos poucos jogos de horror a dar as caras na E3 2014, o que já lhe garante algum destaque. O game é cortesia do estúdio Broken Window e basicamente coloca o jogador num mundo aberto totalmente abandonado, ou nem tanto…

Durante o dia o jogador explora ambientes como desertos e casas abandonadas. Durante a noite tenta sobreviver a encontros contra estranhas criaturas que caçam o jogador impiedosamente. Essas criaturas reagem contra a luz da lanterna do jogador e os combates são realizados de forma a se utilizar a inteligência ao invés da simples força física.

O mundo de jogo está em constante alteração, criando um clima de desconforto e pouca segurança ao jogador. Em dados momentos, o jogo até lembra o clássico Slender, porém com um clima de mistério mais profundo e com a passagem do período dia-noite. Este é para os fãs de terror.

Another World

Another World não é uma novidade, visto que é um clássico dos anos 90 e já teve versão para várias plataformas ao longo dos anos. Felizmente, para os saudosistas, o time da Focus Home Interactive resolveu trazer o jogo para os consoles de nova geração Xbox One e Playstation 4.

Ao que parece, o game não terá mudanças radicais e não perderá o seu estilo gráfico apesar do poderio tecnológico das novas plataformas, entretanto pode-se deduzir que a jogabilidade não estará travada e que as cutscenes rodarão mais suaves. Não há como saber se esta versão será bem sucedida ou se há público para o jogo após todos esses anos, porém é bom ver que velhos clássicos não foram esquecidos. Quem sabe não surge uma versão HD de Heart of Darkness?

Bounden

Bounden não chegou a dar as caras em uma grande conferência, mas alguns poucos jornalistas ficaram sabendo desta engenhoca. Não se trata de um jogo na verdade, mas sim de uma aplicação para celulares que tenciona ensinar seus usuários a dançar. Sim, uma aplicação bem diferente do habitual e que tem tudo para fracassar, mas vamos dar o benefício da dúvida para este aqui.

No vídeo de apresentação da desenvolvedora Game Oven, podemos ver duas pessoas dançando atrapalhadamente enquanto seguram um celular. A ideia é reproduzir passos de dança de salão que foram coreografadas pelo Ballet Nacional da Holanda.

Muitos consideram que este é um método simples e eficaz para dançarinos de primeira viagem, outros estão céticos se os jogadores poderão reproduzir os passos sem o device em mãos posteriormente. Basicamente os dois jogadores seguram o celular e tentam centrar um círculo em uma esfera laranja de acordo com os movimentos pedidos.

Lifeless Planet

Lifeless Planet já foi lançado e pode ser adquirido pelos jogadores, porém foi na E3 que o game ganhou mais notoriedade. O jogo é tão somente sobre exploração. Temos um astronauta em um planeta distante que está em uma missão de busca por vida inteligente. A busca é solitária e bastante silenciosa, porém criativa e pouco habitual do que a indústria vem fazendo atualmente.

O objetivo do game é que o jogador desfrute da exploração e de elementos de sci-fi dos anos 50. Esses elementos até fazem lembrar algo de Shadow of the Colossus, mas sem as lutas com Colossus, é claro. A resposta a ser respondida com Lifeless é: o que você faria se pudesse explorar um planeta inteiro?

E sim, há sinais de que houve vida no planeta.

Ori and the Blind Forest

Ori and the Blind Forest foi um dos games que roubou a cena. Exclusivo do Xbox One, o game é produção do Moon Studios. Não foi revelado muito sobre o jogo a não ser o trailer que você verá abaixo. Ao que parece, trata-se de um jogo de plataforma com elementos de ação e uma história emocionante.

Chama atenção o estilo artístico cheio de efeitos de luz e sombra, a floresta cheia de vida e a arte que parece inspirada no diretor japonês Hayao Miyazaki. O produtor do game cita ainda outras referências para a obra como Super Meat Boy, Limbo e Metroid (todos games premiados).

No game temos a criatura pálida Ori e sua companhia na forma do que parece ser uma fada explorando uma densa floresta habitada por muitas criaturas fantásticas. Há combates e puzzles a serem resolvidos em um nível de dificuldade que deve surpreender até os jogadores mais experientes. Se o game for o que promete, certamente vai ser um dos melhores jogos indies da geração.

Ab-Zû

É extremamente difícil explicar o que é Ab-Zû, afinal o que foi mostrado parece um concept muito cru. Parece ser um game muito contemplativo e sem ação, porém o design é dos mais belos que vimos na E3. No trailer para o Playstation 4 vemos um mergulhado explorando as maiores profundidades do oceano, encontrando com baleias, tubarões e outros peixes. A coisa fica mais enigmática quando o personagem avista o que parece ser uma construção no fundo do mar.

O game é o primeiro trabalho do estúdio Giant Squid, que adiantou que o produto será uma aventura épica em que os jogadores encontrarão seres majestosos e segredos avassaladores escondidos no mar. O game tem inspirações em mitos populares e em mitos da mesopotânea. Enquanto novos detalhes não são divulgados, só nos resta imaginar que tipo de aventura nos aguarda nas profundezas desse “oceano de conhecimento”.

No Man’s Sky

No Man’s Sky surgiu ano passado e já parecia ótimo, mas seu retorno na E3 2014 serviu para mostrar que este ano em desenvolvimento apenas serviu para torná-lo ainda mais desejável. Basicamente temos uma mistura de exploração de diversos planetas com combates entre aeronaves no espaço infinito. O destaque fica para a parte de explorar os planetas, pois é onde podemos conferir alguns dos cenários mais interessantes já criados em videogames.

Nos planetas mostrados no evento pudemos ver dinossauros de outro mundo, uma espécie de serpente gigante no deserto e peixes abissais. Nosso único receio é que a parte de exploração seja mínima em prol de muitas horas de combate a borde de aeronaves, pois francamente esses combates parecem ser a parte menos divertida do game.

Apesar disso, o jogo terá momentos de ação fora da nave, visto que o astronauta é frágil e deverá sobreviver a diferentes perigos encontrados em diversos planetas. O jogo é produção do estúdio inglês Hello Games, que parece querer levar No Man’s Sky para os limites da interatividade dos MMOs.

Cada estrela no céu representa um sistema solar que pode ser explorado, promete a produtora. O título está confirmado apenas para o Playstation 4 ao que se sabe e deve ser lanaçado ainda em 2014. Será que é desta vez que vamos perder a vida social apenas para explorar mundos numa saga sem fim?

A Vítima de Ouro disponível na Splitplay

Nosso game de hoje é para os fãs de mistério e investigação. Trata-se do game A Vítima de Ouro, da produtora indie Little Leds. O título relembra os clássicos games de estilo Point and Click Adventures.

Na trama acompanhamos uma jovem chamada Elisabeth Fleur que se vê envolvida em um mistério muito complexo: o assassinato de um milionário chamado Julius Absolom. O crime ocorreu em uma mansão na Ilha do Farol sob circunstâncias estranhas.

Cabe à jovem Elisabeth percorrer a mansão, coletando pistas, interrogar suspeitos, etc. O game segue a linha de livros de investigação, ou seja, há reviravoltas no caso, fatos novos surgindo e testemunhos valiosos. A dica é não confiar em ninguém, pois todos são suspeitos.

A Vítima de Ouro foi desenvolvido por apenas uma pessoas, desde a sua animação até as ilustrações. A intenção de André Alves, criador do game, foi de entregar um jogo divertido e inteligente para jogadores singleplayer. Não há sistemas de conquistas, desbloqueios, ou microtransações, etc.

Se você se considera uma espécie de Sherlock Homes e quer testar seus poderes de dedução, teste A Vítima de Ouro. O game está disponível na Splitplay por R$ 6,99.

Abaixo está o trailer do game A Vítima de Ouro:

BIG Festival leva mais de 8 mil visitantes ao Centro Cultural São Paulo

O BIG Festival (Brazil’s Independent Games Festival) encerrou suas atividades com um saldo positivo para o mercado de games independentes: mais de 8 mil visitantes passaram pelo Centro Cultural São Paulo. Esse número de visitas foi alcançado nos oito dias de evento (10 a 18 de maio) e serviu para atestar a importância do mercado indie no Brasil.

De acordo com a organização, o sucesso excedeu as expectativas. Tanto que o evento será anual e irá ocorrer na mesma época desta última edição, com data ainda a ser definida. “Estamos muito satisfeitos com os resultados obtidos neste ano. O BIG dobrou de tamanho e agradecemos a todos que puderam visitar o festival, disse Gustavo Steinberg, Diretor Executivo do BIG Festival.

O BIG destaca-se por ser o primeiro evento de games independentes do Brasil e por contar com uma premiação especial para os jogos que mais se destacam nesse nicho. Na etapa de premiação, por exemplo, haviam 22 jogos classificados disputando prêmios que totalizavam R$ 45 mil. Os visitantes puderam testar esses jogos e votar em seus favoritos, tornando a eleição mais democrática.

Além da premiação, o BIG também possui uma vertente mais voltada ao business, permitindo que desenvolvedores façam contatos profissionais valiosos. O evento recebe, inclusive, executivos internacionais de grandes empresas, que se dispõem em reunir-se com os desenvolvedores.

“Este ano recebemos 23 convidados internacionais entre publishers, investidores e desenvolvedores vindo do Canadá, Estados Unidos, Japão, países europeus e Nova Zelândia. Um orgulho organizado o BIG Business Forum, nosso B2B, rico em conteúdo e que, tenho certeza, alavancou novas oportunidades comerciais para nossas empresas no mercado internacional e acrescentou muito conhecimento aos desenvolvedores brasileiros, pois todas as palestras estiveram lotadas”, explicou Eliana Russi, gerente executiva do Brazilian Game Developers Export Program, parceria da Abragames com a Apex Brasil.

De acordo com dados pós-evento, o BIG Business Fórum recebeu pelo menos 717 participantes, que acompanharam palestras e agendaram cerca de 270 reuniões durante o evento. O Fórum de São Paulo contou com a participação de 50 empresas na rodada de negociações com desenvolvedores.

Com todo este sucesso, é mais do que esperado que a edição 2015 seja ainda mais visitada e ganhe ainda mais atenção da mídia e do público. Esta foi a segunda edição do BIG e torcemos para que os frutos do evento surjam logo entre os desenvolvedores que compareceram.

Desenvolvedores se reúnem em Sorocaba para discutir IGDA e Network

Desenvolvedores de Sorocaba e região tem um encontro marcado na próxima quarta-feira, 28. A iniciativa surgiu do grupo de Facebook “Sorocaba Game Devs”, que resolveu reunir profissionais da indústria de jogos eletrônicos que moram e trabalham na região para debater os itens necessários para a formação de um capítulo da Associação Internacional de Desenvolvedores de Jogos (IGDA) na região.

O encontro ocorre às 19h30 na praça de eventos Condomínio Praça Maior (Av. Rudolf Dafferner, 400, Sorocaba – SP) e deve reunir não apenas os membros do grupo da mídia social, mas também qualquer pessoa que se interessa pelo tema. O encontro é aberto ao público. Além de discutir sobre a IGDA, essa reunião servirá para fazer network entre os profissionais. Quem sabe daí não se conhece um novo parceiro para novos projetos?

O Sorocaba Game Devs tem apoio da SmyOwl, uma startup de Sorocaba que desenvolve produtos multiplataforma para diversos sistemas operacionais e dispositivos. De acordo com Maurício Alegretti, diretor de tecnologia da SmyOwl e fundador do grupo, reuniões desse calibre são importantes para o amadurecimento da indústria de jogos digitais em Sorocaba e região.

“Havendo o interesse comum em prosseguir com a formação do IGDA Sorocaba, vamos enviar a proposta para análise e aprovação da IGDA internacional”, disse Alegretti. “Mas, de qualquer forma, só o fato de nos reunirmos para falar de desenvolvimento de games, já é uma grande oportunidade”.

Se você mora ou for passar por Sorocaba e gostaria de conhecer mais sobre o IGDA e outros desenvolvedores de jogos, passe neste encontro. A discussão promete ser muito proveitosa e render bons contatos profissionais.

Encontro Sorocaba Game Devs

Quando: quarta-feira, 28 de maio de 2014
Hora: 19h30
Onde: Praça de eventos do Condomínio Praça Maior (Av. Rudolf Dafferner, 400, Sorocaba – SP
Pauta: IGDA e network

IndieCade abre inscrições para a a América Latina

O evento IndieCade (International Festival of Independent Games) está finalizando seus detalhes finais. O evento celebra os desenvolvedores indies e tem data marcada entre os dias 9 e 12 de outubro, em Culver City, Califórnia. Os desenvolvedores brasileiros podem enviar seus jogos para inclusão no evento e para consideração para se tornar um dos 35 indicados para reconhecimento na premiação “Red Carpet” Awards no festival.

Todos os desenvolvedores que enviarem seus projetos ganham acesso all-business ao IndieXchange Summit no dia 9 de Outubro, local em que desenvolvedores e empresas de videogames podem fazer networking com outros desenvolvedores. Os projetos podem ser submetidos independente de estarem prontos ou em desenvolvimento.

Desenvolvedores da América Latina podem ganhar desconto de 55% na taxa de inscrição inserindo o código LATamIC14. Lembrando que uma verificação por região é utilizada para utilizar o cupom. As inscrições regulares terminaram em 15 de maio, porém a última data para inscrição é o dia 15 de junho.

O evento é uma ótima oportunidade para desenvolvedores indies fazerem novos negócios e conquistar reconhecimento entre o público. Diversos jogos indies ficaram bastante conhecidos graças ao IndieCade, como Braid, Everyday Shooter, Fez, Nanobots, entre outros. Para realizar a inscrição basta acessar o site do IndieCade.

BITS 2014 recebe o BIG Business Fórum, festival independente de games

Aficionados por videogames de todo o Brasil terão um ponto de encontro nos dias 14 e 15 de maio no Centro de Eventos FIERGS, em Porto Alegre, graças ao evento BITS (Business IT South America), que será realizado em parceria com o DASH GAMES.

O evento irá promover palestras gratuitas sobre a indústria, trazer investidores internacionais e apresentar a primeira pesquisa brasileira sobre a indústra nacional de games (realizada pela USP e pelo BNDES).

O BITS 2014 recebe dois eventos em simultâneo: o DASH GAMES, organizado pela Associação de Desenvolvedores de Jogos Digitais do Rio Grande do Sul (ADJOGOSRS) e o Big Business Fórum, evento de negócios ligado ao BIG Festival – o único festival dedicado aos jogos independentes da América Latina.

A junção desses dois eventos ao BITS permitirá alargar feira para um evento de grandes proporções, pois o público presente poderá experimentar vários jogos em exibição e participar de palestras  com convidados ilustres da cena indie mundial. Além disso, o DASH GAMES vai apresentar ao público a pesquisa do BNDES que destrincha a indústria de games nacional. Mais detalhes sobre essa pesquisa aqui.

Os eventos – BIG Fórum e DASH – vão promover também rodadas em negócio em parceria que vai unir representantes da indústria de games internacional com diretores das empresas desenvolvedoras gaúchas, previamente inscritas.

PROGRAMAÇÃO

14 de maio (quarta-feira)

16h10 às 17h10 – Lounge do DASH (térreo) – Lançamento de jogos

17h às 18h – Auditório do BIG (térreo) – Palestra: O Empreendedorismo Independente – Jason Della Rocca, Execution Labs (Montreal).

15 de maio (quinta-feira)

10h às 13h – Sala de Rodadas (térreo) – Rodadas de Negócios com empresas do Rio Grande do Sul

14h50 às 16h10 – Auditório do DASH (1ª andar) – Apresentação do 1ª Estudo do Mercado & Indústria brasileira de Video-Games – Luis Sakuda e Davi Nakano, da USP e Fernanda Menezes Balbi, do BNDES.

16h10 às 16h40 – Em frente ao Auditório do DASH (1ª andar) – Coffee Break oferecido pelo BNDES.

17h às 17h30 – Auditório do BIG (térreo) – Palestra: O ambiente da publicidade mobile: Como parei de me preocupar e adorar a publicidade – Nate Barker, Chartboost

17h40 às 18h40 – Auditório do BIG (térreo) – Palestra: Game como Produto para o Video Game como Serviço – Tamir Nadav, Disney Playdom.

Veja os eventos que estão dentro da BITS este ano:

• IX Seminário de Telecomunicações – realizado pelo Conselho de Infraestrutura e o Grupo Temático de Telecomunicações – GT Tel, da FIERGS, vai reunir profissionais de tecnologia, indústria de equipamentos, prestadores de serviços, operadoras e clientes para debater as tendências do mercado e as soluções.

• DASH GAMES – O primeiro evento internacional voltado exclusivamente para a indústria de jogos Latino-Americana propõe o compartilhamento de informações sobre produção e mercado.

• BIG Business Fórum – BIG é o primeiro e único festival de jogos independentes da América Latina. A cada edição, o BIG expõe os melhores jogos independentes do ano do mundo inteiro.

• Brasil CMS – Evento que fará uma comparação entre os principais Sistemas de Gerenciamento de Conteúdo (Content Management System – CMS): WordPress, Drupal, e Joomla.

Informações e inscrições: clique aqui

Inscrições para o BIG Festival: clique aqui

Começa a 2º edição do BIG Festival

Finalmente a 2º Edição do BIG Festival começou! O evento é o primeiro e único do Brasil inteiramente dedicado aos jogos independentes. As festividades começam no dia 10 de maio na capital paulista e vai expor alguns dos melhores games indies da temporada. O público não apenas poderá conhecer os jogos em destaque, mas também conferir a entrega dos troféus para diferentes categorias, como melhor trilha sonora, gráficos, gameplay, enredo, etc.

A organização selecionou 22 jogos para o evento, dos quais 5 são brasileiros (a saber, Aritana e a Pena da Harpia; Chroma Squad; Headblaster; Like a Boss! e Ninjin). A novidade é para o prêmio para a melhor demo do evento que vai catapultar o melhor jogo ainda em estágio de desenvolvimento. Nesta categoria concorrem 7 jogos.

Quem não puder conferir os jogos no evento poderá conhecê-los online, pois a organização disponibilizará alguns dos títulos para gameplay através do site do evento. Como se não bastasse, o BIG ainda contará com uma DEMO Night, em que os desenvolvedores inscritos poderão receber feedback dos organizadores acerca de seus projetos. Esta etapa do evento é uma das mais interessantes de todo o evento.

Para os desenvolvedores, o BIG também apresenta uma rara chance de fazer contatos com pessoas influentes da indústria e desenvolver novos negócios. O evento ocorre no Centro Cultural de São Paulo e a entrada é gratuita. O público presente poderá votar no melhor jogo e ganhar brindes especiais de alguns desenvolvedores como o manual do game Aritana e a Pena da Harpia.

Algumas personalidades conhecidas da indústria darão as caras durante o BIG, como a Sabrina Carmona, gerente Associada de Projetos e Jogos da Square Enix, e André Bronzoni, coordenador de Social Media do Brasil e América Latina da Konami e Luciane Gorgulho, Chefe do Departamento de Cultura, Entretenimento e Turismo do BNDES.

Mais informações sobre o BIG Festival, a programação e sobre os jogos finalistas, basta acessar o site do evento.

Locomotivah convida jogadores a testar Cahors Sunset

Nosso game do dia é cortesia do desenvolvedor brasileiro Rodrigo Silvestre do estúdio Locomotivah. O game chama-se Cahors Sunset e é para a plataforma Windows. No game, o jogador define as ações de um velho francês que nasceu e viveu na cidade de Cahors (França), local conhecido pela produção de vinhos e pela proximidade com o rio Lot.

O objetivo do jogador é simples: manter o jogador vivo. Para isso, basta valer-se de ações que lhe sejam benéficas. Entretanto, assim como na vida real, cada ação carrega uma reação e nem todas as escolhas mostram-se acertadas para o personagem, ou seja, alguns efeitos colaterais indesejáveis aguardam o personagem se as escolhas forem tolas.

A ideia é balancear os efeitos positivos e negativos de cada ação, de modo que o impacto na saúde do velho senhor sejam positivas. É um jogo sobre a vida, ainda que isto soe genérico. Além disso, podemos ver que o game pleiteia dar ao jogador liberdades de decisão e caráter inerentes a cada gamer. Quanto tempo você pode viver?

O time de desenvolvimento providenciou uma demo para quem quer entender este conceito ambicioso, para isso basta acessar o link do jogo.  Para quem quer o game completo, basta acessá-lo através do Desura ou do IndieCity. Cahors Sunset também pode entrar no Steam Greenlight , mas para tanto será necessário a ajuda dos jogadores.

Abaixo tem o trailer conceitual do game. Não mostra como é o título, mas introduz o conceito. Mais informações no site da Locomotivah.

Abaixo você confere o trailer do game Cahors Sunset