Arquivo da tag: indie

Insight Games Studios apresenta seus dois primeiros games

Hoje falaremos sobre os dois games criados pela produtora brasileira Insight Games Studios, pois eles têm características que podem deixar qualquer jogador casual bastante interessado. Trata-se dos games Tap Small Fish e Endless Flight. O estúdio surgiu há pouco tempo e é formado pela dupla José Renato e José Rodrigo.

O primeiro é um game que segue a fórmula de sucesso de Flappy Bird, sendo que a jogabilidade é praticamente idêntica ao do jogo que tornou-se hit na App Store. A diferença é que ao invés de um pássaro, os jogadores controlam um peixe que explora as profundidades do oceano, desviando de obstáculos. Tal qual o game inspirador, Tap Small Fish aposta no fator viciante para cativar os jogadores, além de um sistema de ranking social para desafiar os amigos.

Tap Small Fish tem gráficos mais elaborados que Flappy Bird e já que o original não pode mais ser encontrado para download, este aqui candidata-se a substituto imediato. Os jogadores devem desviar do máximo de obstáculos possíveis para alcançar a pontuação mais alta e ficar à frente dos amigos no ranking. O game está disponível para Android e iOS. Abaixo tem o trailer do game:

Já o segundo game é Endless Flight nos pareceu o mais interessante entre os dois. No título o jogador controla um pequeno avião e deve desviar de obstáculos também. A diferença é que nele você deve coletar itens no cenário para continuar o voo. A ideia deste game é de testar os reflexos dos jogadores como em um típico Infinite Run 2D.

O game oferece também um sistema de ranking global e entre amigos. O que torna o game bastante interessante são seus visuais repletos de cores vivas e o design das fases todo elaborado. Além disso, há um toque de estratégia aqui ao forçar o jogador a prestar atenção nos pontos de combustível para continuar a viagem. São necessários bons reflexos mesmo. O game também está disponível para iOS e Android.

Ajude o pobre Louis a sobreviver neste game Endless Runner

No início de agosto foi lançado na App Store e na Google Play outro game indie brasileiro que tem potencial para ser um grande sucesso. Criado pelo estúdio Team Louis, o jogo Louis destaca-se rapidamente de tantos outros jogos que estamos acostumados a ver de outros produtores brasileiros devido a variados aspectos.

O game é do gênero Endless Runner, ou seja, corrida desenfreada pela sobrevivência. Nele, os jogadores tomam o controle de um minúsculo verme de maçã chamado Louis que deve escapar a toda velocidade da mordida de um humano que está prestes a devorar sua casa. A complicação começa ao perceber que a maçã abriga diversos obstáculos como pedras, insetos, serras, pedras etc. Cabe ao jogador desviar desses perigos e levar o pobre verme para a segurança.

O estúdio não poupou esforços para tornar o game diferenciado e bastante trabalhando. Louis possui várias fases e o nível de dificuldade vai aumentando conforme o progresso do jogador. Ao final das fases os jogadores são confrontados por chefões, uma inspiração clara de Megaman e outros jogos de plataforma de ação.

O gameplay é simplificado, bastando ao jogador tocar na tela para subir e soltar para descer: tudo intuitivo de modo a conquistar jogadores de diversas idades. Além da necessidade de desviar dos obstáculos, o jogador deve soletar sementes ao longo das fases a fim de utilizá-las para comprar itens na loja do game, como novas roupas e chapéus como ternos e a roupa do Papai Noel.

Louis foi desenvolvido em um período de pouco mais de um ano e é fruto dos esforços de três desenvolvedores de Brasília. Além do fator gameplay facilitado, o título destaca-se pelo visual cartunesco e cores vibrantes. Há suporte para os idiomas inglês e português e pode ser encontrado para download por US$ 0,99 na App Store e  Google Play.

Abaixo tem o trailer do game Louis:

Trident Jumper: game casual da desenvolvedora Eplixe

Um garoto está montado em um tridente e deve subir através de plataformas para fugir da morte certa representada pelo magma que está subindo com toda a força. Este é o objetivo do game Trident Jumper, o novo título da produtora indie brasileira Eplixe.

O game foi desenvolvido pelo criador Luis Afonso e recebeu versões para Windows Phone e disponível no site Kongregate. A jogabilidade é bem simples, bastando que o jogador utilize o touch do celular ou as setas do teclado para definir a direção dos saltos.

Para ajudar na tarefa de sobreviver ao magma estão espalhados pelo cenário várias ampulhetas, com elas o jogador pode retardar o tempo que o magma leva para subir, sempre prestando atenção se a lava não está muito próxima do jogador.

O título é gratuito e recomendado para jogadores casuais. Há um sistema de ranking online que grava os dez melhores jogadores. A ideia é fazer disputas com os amigos em busca da melhor posição no ranking geral.

Mais informações sobre Trident Jumper no site da produtora.

Bunker Studios apresenta LightSpeed, um speed runner para Android

O game de hoje é voltado para os fãs do gênero Infinite Runner. Batizado LightSpeed, o game é cortesia da jovem desenvolvedora independente Bunker, criada em 2012. O título foi inspirados nos clássicos do gênero TempleRun e Subway Surfers e foi desenvolvido para plataforma Android.

No game, o jogador toma o controle de George, um lixeiro espacial, que deve coletar todo o lixo espacial perdido no espaço solitário e hostil. Ele pode ir para a esquerda ou direita através de um caminho criado pela tecnologia mais avançada da Lightspeed Corp. Além disso, o lixeiro tem à sua disposição um jetpack para facilitar seu trabalho.

Basicamente, o caminho utilizado pelo protagonista é formado por blocos materializados à sua frente. Esses blocos caem logo após surgirem à frente, tornando o game desafiador e a jogatina mais rápida. Há blocos vermelhos que devem ser evitados, pois eles prejudicam o funcionamento das botas espaciais de Gerge. No canto superior esquerdo há duas barras indicadoras: uma delas indica a quantidade de combustível do jetpack e a outra, a resistência das botas. O grande macete do game é que além de desafiar os reflexos do jogador, há forte apelo no fator visual, apelando-se em visuais coloridos, efeitos de luz e música eletrônica. O game até pode ser considerados como uma ode ao ambiente cyberpunk.

O gameplay é bastante intuitivo e as ações são realizadas através de toques na tela. O fator desafio está no uso consciente do jetpack, pois o combustível do equipamento é limitado e não existe forma de recarregá-lo através dos cenários.

O game possui versão premiu e uma versão gratuita, mais indicada para testes. Além disso, a desenvolvedora optou por um sistema de interação social através de um ranking mundial para comparar a pontuação com outros jogadores. É possível compartilhar sua pontuação através do Google+.

O game já está disponível para download.

Abaixo tem o trailer do game LightSpeed:

Enforcer: Justice Law Order: desenvolvedora indie brasileira terá game lançado no Reino Unido

O pessoal da desenvolvedora brasileira Odin Game Studio, conhecida por desenvolver apps mobile para a Sony e Samsung, está em boa fase e em plena comemoração, pois o game Enforcer: Justice Law Order acabou de ser lançado no Reino Unido. O feito foi alcançado através de um contrato com a Publisher Excalibur, que ficará responsável pelo game por lá. A Odin é uma das poucas empresas nacionais a ter um game publicado na Europa.

O título é um sandbox situado na cidade de Mountain Valley, em que os jogadores entram na pele de um policial e devem manter a lei e a ordem da cidade caçando criminosos e evitando a ação de ladrões. O game é uma espécie de GTA, porém do lado da lei.

Enforcer: Law Order conta com elementos de RPG, ação e aventura e assim como GTA, há um mapa enorme, diversos veículos e a possibilidade de customização do personagem central. Há ainda mudança de dia e noite no game, muitas missões e armas baseadas na polícia americana.

“Nos últimos dois anos temos focado nossos negócios no desenvolvimento de advergames e apps bem sucedidas, decidimos então levar essa experiência para produzir um game de ação para PCs. Trabalhar com a Excalibur vai nos permitir ampliar nosso sucesso e levar nossas ideias de jogo para um público muito maior”, comemorou Alexandre Kikuchi, fundador da Odin Game Studio. O título chega ao para as plataformas PC e Mac em outubro de 2014.

Veja o trailer do game Enforcer: Justice Law Order:

Defenda Valhalla da invasão de Mechas do futuro em Mecha Invasion

O game de hoje é cortesia do desenvolvedor indie Anderson Lima, que, aliás, é seu primeiro game para as plataformas Android. Mecha Invasion é um título que pretende desafiar o jogador a testar seus reflexos. Na trama, o reino de Valhalla está sob ataque de criaturas vindas do futuro: os mechas.

O objetivo do jogador é impedir a destruição do reino de Valhalla fuminando os mechas com seus poderes conforme eles aparecem na tela. A luta deve ser travada sem piedade, pois o jogador é a ultima esperança de salvação para a mítica região. Quanto mais inimigos forem derrotados, maior é a pontuação do jogador. A ideia básica é usar os inimigos contra eles mesmos.

O game é bastante simples, tanto no aspecto da jogabilidade quanto nos aspectos gráficos e sons. Entretanto o game conta com algumas opções a fim de deixar o jogo com aspecto mais profissional, como, por exemplo, a possibilidade de alterar o nível de dificuldade, opções de idioma (português e inglês), possibilidade de desligar o áudio, função de pausa, entre outras.

Mecha Invasion é para plataformas mobile e está disponível para Google Play e Windows Phone gratuitamente. Ele é o primeiro tiro da carreira de mais um jovem desenvolvedor brasileiro em busca de espaço no mercado.

Abaixo segue o vídeo do game Mecha Invasion:

Confira os celulares Android e Windows Phone em promoção aqui.

Jogo brasileiro Gryphon Knight Epic inicia campanha no Kickstarter

O estúdio catarinense Cyber Rhino Studios lançou há pouco uma campanha no Kickstater para o financiamento de seu primeiro game: Gryphon Knight Epic. No game, o jogador controla um aventureiro chamado Sir Oliver e seu grifo Áquila, que devem passar por seis fases e enfrentar dois chefões em cada fase. O game é do gênero shoot ‘em up com ambientação medieval com estilo gráfico pixelizado.

Os trunfos do game são justamente seus cenários feitos à mão a fim de lhe atribuir beleza estética e a mecânica que permite ao jogador voltar para trás nas fases a fim de explorá-las livremente (elas possuem rotas alternativas) e encontrar novos itens e fragmentos da história do jogo. Ao derrotar os chefes finais de cada fase, o jogador ganha armas especiais.

Gryphon Knight Epic é um jogo frenético e as batalhas são desafiantes: há inimigos que disparam tiros triplos e outros que atiram para todos os lados do cenário, lembrando os clássicos shmups 2D da era 8-16 bits. Reflexos rápidos e habilidade são a grande diversão do game. Ah sim, o jogo também terá suporte total para joysticks, tornando-o mais familiar aos jogadores das antigas.

Existem ainda outros elementos fundamentais para o gameplay, como os Escudeiros e os Artefatos. Os “Escudeiros” são pequenas coisas que orbitam o personagem e fornecem efeitos especiais e bônus. Os Escudeiros tomam forma de seres da era medieval, como um Dragão que dispara bolas de fogo ou um pequeno cavaleiro que fornece um escudo que absorve danos.

Já os “Artefatos” são objetos mágicos que fornecem habilidades ou poderes. Eles se ativam assim que são coletados. Exemplos de “Artefatos” são o Dash (que aumenta a velocidade dos protagonistas) e o Health Up (que aumenta permanentemente a quantidade máxima de vida de Oliver).

O título é fruto dos esforços de três sócios que trabaçham na indústria há alguns anos e decidiram tornar o sonho de criar seu próprio game. A meta da campanha é conseguir arrecadar US$ 18 mil no prazo de 33 dias. Se tal valor for conquistado, o game terá seu lançamento para as plataformas Windows, MAC e Linux. Acima desse valor, o estúdio irá investir em novos conteúdos como novas fases, opções de idiomas, multiplayer, nova personagem, entre outros mimos.

A desenvolvedora ainda informa que o game não será no formato free-to-play com venda de itens. As doações na campanha Kickstarter podem ser feitas a partir de 1 dólar e os investidores receberão brindes de acordo com o valor doado (que incluem cópias digitais do game e pelúcias exclusivas dos personagens).

O game é indicado para fãs do gênero shmups e para quem curte ambientação medieval, uma mistura pouco comum na indústria dos jogos eletrônicos. Só por isso já vale a conferida.

Abaixo tem o trailer do game Gryphon Knight Epic:

Fragmentorum Alba: startup de games lança primeiro jogo dentro de aceleradora

A Otus, desenvolvedora brasileira e primeira startup surgida dentro de uma aceleradora no Rio Grande do Sul (Estarte.Me) acaba de anunciar que seu primeiro jogo chega ao mercado em setembro deste ano. O game chama-se Fragmentorum Alba e levou um ano inteiro para ser desenvolvido.

O game segue o gênero de terror e conta a história de um professor britânico que recebe uma mensagem gravada em uma misteriosa fita. O conteúdo da fita é desconhecido, pois sempre que o professor tenta ouvi-la ocorrem distúrbios relacionados a eletrônicos e tecnologia.

O professor acredita que a fita vem de algo maior e desconhecido e resolve ir aos EUA tentar decodificá-la. Ao entrar no elevador do hotel Arx Rubra, um novo distúrbio ocorre, deixando o professor preso no prédio. Neste local ocorrerão diversos fenômenos estranhos, cabendo ao jogador guiar o pobre professor a descobrir o que se passa no local.

O game busca inspiração em clássicos do terror para obter seu tom sinistro como os filmes Eraserhead, Cidade dos Sonhos, O Iluminado e a série Além da Imaginação. Além deles, “(…) Séries como Mad Men foram de grande valia para estudarmos a vestimenta da época e criar cenários de acordo com o período histórico do jogo”, disse Tiago Rech, um dos membros da Otus.

O game promete muito suspense e cenas de congelar a espinha. O interessante é que o projeto é a primeira obra gerada através de uma aceleradora no RS, prática que aos poucos vai se popularizando pelo Brasil. A Otus, aliás, é bem conhecida do público brasileiro, afinal a desenvolvedora conquistou destaque em alguns eventos como primeiro lugar no Desafio de Games Sebrae, primeiro lugar na categoria ambientação na Ludum Dare #25, terceiro lugar na categoria ambientação na Ludum Dare #27 e finalista da Indie Speed Run 2013.

“Os desafios nos deram a possibilidade de testar detalhes do Fragmentorum Alba, como iluminação, cor, elementos de som, cenários 3D e sistema de rotação de câmera”, conta Klos Cunha, desenvolvedor na Otus.

O teaser de Fragmentorum Alba pode ser conferido abaixo:

A Lenda do Herói a caminho de se tornar um game de verdade

Quem conhece a Lenda do Herói? Muita gente, é claro! Para aqueles que nunca ouviram falar, vai uma breve descrição: trata-se de um musical para a internet criada pelos irmãos Marcos e Matheus Castro (os Castro Brothers).

O musical criado em 2012 apresentava canções bem humoradas embalando um vídeo do que parecia um jogo old school tematizado na era medieval. A série de vídeos ficou bastante famosa e conquistou muitos fãs no Brasil. Entretanto, muitos se perguntavam se o vídeo retratava um videogame real. Até o momento não, mas tudo está para mudar.

Depois de muitos pedidos, os irmãos resolveram criar o jogo A Lenda do Herói. O game vai apresentar a mesma estética e canções medievais que acompanhavam a saga do cavaleiro em busca da princesa. O game irá homenagear as gerações 8-16 bits com gráficos pixelados e abusando de clichês do mundo dos games. O título será em 2D e a trilha sonora acompanhará os movimentos do jogador em tempo real.

Durante a aventura, o cavaleiro enfrenta diversos monstros, plataformas flutuantes, itens especiais e puzzles. Por vezes o jogo lembra velhos clássicos como The Legend of Zelda, e isso não é mera coincidência. Haverá oito mundos distintos inspirados nos vídeos originais, sendo que cada uma conta com duas fases e um chefão a ser vencido.

Para sair do mundo do Youtube, os irmãos Castro uniram-se ao estúdio Dumativa para criar uma experiência artística e fiel à intenção da série de vídeos. O estúdio, aliás, é responsável por um projeto bastante elogiado pela direção artística (Dragon Festival). Entre os profissionais envolvidos no projeto podemos citar nomes de peso como Vitor Ottoni, que cuidou da trilha sonora do indie Aritana e a Pena da Harpia; Fabio Yabu, criador do livro Branca dos Mortos e os Sete Zumbis; Caio Yo, diretor de arte para as editoras Ática e Globo; e dos diretores de animação Renato Rossarola e Ronnie Pedra.

“Sabemos que quando as pessoas se mobilizam, elas podem realmente fazer com que algo novo, diferente e muito maior do que a gente espera possa acontecer”, afirma Marcos Castro.

A Lenda do Herói tem lançamento planejado para Windows, Mac e Linux e atualmente está em fase de captação de recursos no Catarse. A meta é de R$ 125 mil e o game conquistou até o fechamento desta matéria mais de R$ 93 mil, restando ainda 54 dias até o término da campanha. No vídeo abaixo, os Castro Brothers explicam melhor o que é o projeto e como surgiu a ideia de tornar a série de vídeos em um jogo de verdade:

Pipa Studios com vagas abertas para desenvolvedores mobile e web

A desenvolvedora indie Pipa Studios anunciou a abertura de 5 vagas para profissionais capacitados em desenvolvimento para web. O estúdio fica na Vila Leopoldina em São Paulo e, apesar de ter apenas 2 anos de atividade, nos últimos meses é um dos que mais tem se destacado na produção interna de jogos para Facebook e mobile.

A Pipa Studios é uma startup que nasceu em 2012 pela paixão com indústria do entretenimento e a motivação de desenvolver jogos para redes sociais e plataformas móveis.

As vagas são para desenvolvimento em Adobe Flash e, por isso, o estúdio busca profissionais apaixonado por webgames, com muita vontade de aprender, disciplina e determinação. Além disso, são requisitos conhecimento em desenvolvimento Flash AIR para web e mobile, vontade de aprender Starling Framework, Facebook API, iOS Developer Library, APIs Android, HTML5, CSS e animação via sprite sheets.

Pode parecer muita coisa, mas o profissional interessado no trabalho deve sair do estúdio com muita experiência e conhecimento no currículo se aproveitar a oportunidade. Não é obrigatório, mas quem tiver experiência com desenvolvimento mobile (iOS e Android) já sai em vantagem. A Pipa Studios já desenvolveu o Praia Bingo para Android, para Facebook e também para iOS.

O salário será negociado diretamente com o estúdio e a contratação será em formato PJ. A Pipa Studios garante ajuda de custo com Vale Transporte ou estacionamento. Para mais informações sobre o estúdio, basta visitar o site da desenvolvedora. E por fim, para se candidatar as vagas basta mandar currículo para o e-mail hr@pipastudios.com.