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Feel Sex Appeal – jogo indie para smartphones promete apimentar as relações de casais

O game de hoje é especial para casais que querem apimentar a relação. Criado pelo estúdio paulista Blue Blood Moon Entertainment, Feel Sex Appeal é um card game digital voltado para o público adulto, onde o principal objetivo de inovar e reatar relacionamentos. Basicamente o deck é embaralhado e o jogador deve retirar uma das cartas e em seguida executar a ação pedida na carta.

De acordo com os desenvolvedores, Feel Sex Appeal possui mais de 50 cartas para casais de todas as orientações sexuais se divertirem. Sim, o game conta com o modo para casais e a possibilidade de até 8 jogadores participarem do jogo. Entre as cartas, há ações mais calmas e até ações mais apimentadas.O game conta com um funcionamento que inclui diversas cartas de acordo com sua orientação sexual!

“Analisando o mercado percebemos a necessidade de criar um game que atraísse pessoas de todos os gêneros para esse tipo de público adulto, A Blue Blood Moon Entertainment desenvolveu o Feel sex Appeal visando preencher esta lacuna do mercado. Criamos um aplicativo que fosse totalmente interativo e envolvente para o público adulto. O game está em fase beta, com data de lançamento prevista para primeira quinzena de Março”, diz o comunicado da Blood Moon.

O título é recomendado especialmente para quem quer surpreender o parceiro e apimentar as relações sexuais tanto de casais quanto de grupos. Feel Sex Appeal já foi lançado em modo beta e está disponível para usuários das plataformas Android e iOS, nas lojas Google Play e App Store.

Mulheres no Jogo – Projeto promove intercâmbio entre desenvolvedoras do Brasil e Alemanha

Olha que notícia mais bacana: a Abragames firmou uma parceria inédita com o BIG Festival e a fundação Stiftung Digitale Spielekultur para viabilizar o projeto Mulheres no Jogo. Concebido pelo Goethe-Institut de São Paulo e com patrocínio do Ministério das Relações Exteriores da Alemanha, o projeto tem como objetivo incentivar o contato entre mulheres desenvolvedoras de jogos, a troca de conhecimento e a internacionalização da indústria de games.

Basicamente a ideia é levar cinco desenvolvedoras alemãs de jogos para a cidade de São Paulo a fim de participar de uma residência de duas semanas, cada uma em um estúdio brasileiro de desenvolvimento de jogos. Em seguida, as desenvolvedoras de jogos brasileiras viajarão para uma residência de duas semanas na Alemanha.

A seleção das participantes foi feita em 2017 e o programa acontecerá entre março e maio de 2018. Se o projeto for um sucesso, espera-se que possa se repetir nos demais anos, dando oportunidade para outras desenvolvedoras fazer um intercâmbio na Alemanha.

O Mulheres no Jogo proporciona a mulheres do setor de jogos de ambos os países um mergulho no dia a dia de um estúdio de desenvolvimento de jogos do outro país, que terão a oportunidade de conhecer através de observação direta. Em primeiro plano, estão a troca de conhecimento e a formação de redes. Durante as residências, as participantes desenvolverão o conceito de um projeto de cooperação entre Alemanha e Brasil.

Mais informações sobre o projeto podem ser acessadas em no site da Goethe. Abaixo você vê as primeiras garotas a participar do Mulheres no Jogo:

PARTICIPANTES / ESTÚDIOS

Aiami de Siqueira Garcia / Ávido, São Paulo
Bianca Antunes / Flux, São Paulo
Caroline Ferreira Amaral / Kinship Entertainment, São Paulo
Gabriela Valentin Thobias / Skullfish Studios, São Paulo
Irmak Kaya / Waza, Berlin
Kathrin Radtke / Fizbin, Ludwigsburg
Maria Urban / Daedalic, Hamburg
Sophie Herrmann / Fizbin, Ludwigsburg
Yara Grassi Gouffon / Push Start, São Paulo
Thoughtfish, Berlin

Kinship viaja aos Estados Unidos para participar da Game Developers Conference e Game Connection America

A Game Developers Conference e a Game Connection América são dois dos eventos mais importantes no calendário dos desenvolvedores de jogos eletrônicos. E não é por menos: tanto a GCA como a GDC contam com a participação das principais empresas desenvolvedoras de games do mundo e são reconhecidas pela indústria como excelentes oportunidades para ampliar a rede de contatos, alinhavar ou fechar parcerias e adquirir conhecimento. A desenvolvedora brasileira Kinship decidiu levar uma comitiva até os dois eventos a fim de levar seus projetos e quem sabe fazer negócios importantes. A GCA acontece de 19 a 21 de março, e a GDC ocorre de 19 a 23 de março.

Enquanto a GDC é destinada ao desenvolvimento dos profissionais do setor e oferece espaços para exposições e debates, a GCA é totalmente voltada para business. Tanto a GCA como a GDC contam com a participação das principais empresas desenvolvedoras de games do mundo e são reconhecidas pela indústria como excelentes oportunidades para ampliar a rede de contatos, alinhavar ou fechar parcerias e adquirir conhecimento. Enquanto a GDC é destinada ao desenvolvimento dos profissionais do setor e oferece espaços para exposições e debates, a GCA é totalmente voltada para business.

“É a primeira vez que a Kinship participará da GCA e da GDC e nosso foco estará totalmente em Skydome, game para PC de action tower defense e que deve ser lançado ainda este ano. Será uma grande oportunidade de aprendizado para a equipe da Kinship e esperamos não só ampliar a visibilidade sobre o estúdio, mas também fazer muitos novos contatos e negócios”, disse Cheny Schmeling, diretor criativo da Kinship.

O game a ser apresentado pela Kinship é Skydome, um tower defense que coloca dois times para lutar em arenas e invocam ondas crescentes de personagens para conquistar o artefato adversário. Em paralelo, os times precisam defender seu próprio artefato dos avanços hostis das criaturas inimigas.

Cada jogador escolhe um campeão do Skydome entre vários disponíveis, sendo que cada um tem seu próprio estilo de jogo e um conjunto diferente de habilidades, como as poderosas e inovadoras intervenções, que podem ser lançadas diretamente na arena adversária. Uma intervenção bem utilizada, além de deixar as partidas mais interessantes e imprevisíveis, pode modificar completamente o resultado do confronto. Mais informações no site do desenvolvedor.

Abaixo tem um trailer de Skydome, o jogo desenvolvido pela Kinship:

BIG Festival abre inscrições para o BIG Starter, premiação para jogos em desenvolvimento

Seu game ainda está em desenvolvimento e você quer impulsionar o marketing e quem sabe conquistar um investidor? O BIG Festival (Brazil’s Independent Games Festival), maior festival de jogos independentes da América Latina, está com inscrições abertas para o BIG Starter, premiação dedicada aos projetos de games em desenvolvimento ou ainda não publicados de desenvolvedores independentes brasileiros. As inscrições devem ser feitas até o dia 7 de maio, através do site oficial.

Como já é tradição, serão duas categorias: “Melhor Jogo de Entretenimento” e “Melhor Jogo Educacional ou de Impacto”. Os participantes podem enviar quantos games desejarem, para as categorias que quiserem. Os finalistas terão a oportunidade única de apresentarem seus projetos a um público com nomes de destaque na indústria, nacional e internacional, à imprensa e a investidores no dia 27 de junho, no palco do BIG Festival, em São Paulo.

O comitê de avaliação irá analisar a qualidade geral do projeto de jogo. Os critérios incluem aspectos audiovisuais, interativos, mecânica, e criatividade, para então os projetos finalistas serem selecionados. Todos os jogos submetidos deverão ser inéditos e de propriedade de seus criadores. E mais uma coisa importante: os participantes podem enviar o mesmo projeto que submeterem ao BIG Starter à competição principal do BIG Festival, contanto que ele cumpra todas as regras.

Em 2017, o vencedor do BIG Starter na categoria Entretenimento foi King Boom, jogo mobile da Digi Ten com grande foco em interações sociais em que o jogador assume o papel de capitão em um navio voador, junto com sua tripulação de animais engraçados e animados, em busca de tesouros em ilhas flutuantes.

Já na categoria Educacional ou de Impacto, o vencedor foi o projeto Medroom, um simulador que utiliza realidade virtual para treinamento em saúde. O projeto trazia uma proposta madura, com oportunidades de aplicação global para a formação e aprendizagem na área – em que a introdução de novas tecnologias é fundamental. A sexta edição do BIG Festival acontece de 23 de junho a 1 de julho, no Centro Cultural São Paulo, na capital paulista, e no Oi Futuro, no Rio de Janeiro.

Serviço: 6º BIG Festival (Brazil’s Independent Games Festival)

De 23 de junho a 1 de julho (Segunda, 25, não abre)
Rodadas de Negócios – de 27 a 29 de junho
De terça a sexta: 10h às 22h / Sábado e domingo: 14h às 22h
Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso, SP
Entrada: Gratuita

C4 – Jogo desenvolvido por brasileiro é finalista do IMGA Awards GLOBAL 2018

O International Mobile Gaming Awards Global (IMGA GLOBAL) está em sua 14º edição. O evento é dedicado a premiar os melhores jogos para dispositivos mobile e é reconhecido por ser o mais antigo e respeitado evento do gênero. Este ano há uma grata surpresa: um dos finalistas é justamente o jogo brasileiro chamado C4, um puzzler de combinação de cores. Esta é mais uma prova de que os jogos brasileiros estão em franca ascensão.

Para quem não conhece, o IMGA é o mais longevo programa de reconhecimento de jogos para dispositivos móveis, iniciado em 2004. Com sua longa história e processo de avaliação único, trouxe alguns dos mais populares aplicativos do mundo para os holofotes, como Candy Crush Saga e Clash Of Clans. É a única competição que une a indústria através da celebração da excelência e inovação nos jogos.

“Os indicados como o C4 exibem novos patamares de criatividade e a qualidade emergente das produções encontradas nos jogos para dispositivos móveis”, disse, Maarten Noyons, fundador do IMGA. Ou seja, você pode esperar um game diferenciado aqui, que foge do comum, ao passo que entrega uma experiência divertida e elaborada.

O jogo C4 é um quebra cabeça de combinação de cores que promete desafiar a mente do jogador ao extremo. Para passar os diferentes níveis é preciso uma boa estratégia, raciocínio rápido e foco apurado. O título foi desenvolvido por Cristiano Monteiro e possui 54 níveis, com dificuldade progressiva. Apesar de ser simples de aprender a jogar, é bastante difícil dominar o jogo para avançar até os últimos níveis.

O propósito de C4 é pintar cada um dos retângulos brancos/cinzas/pretos de uma das quatro cores disponíveis (vermelho, verde, azul e laranja) de maneira que dois retângulos que compartilhem uma borda (total ou parcialmente) não possuam a mesma cor. Quanto tiver pintado todos os retângulos o jogo irá verificar se dois retângulos vizinhos foram pintados da mesma cor e avançar você ao próximo nível ou declarar fim de jogo com um ícone de seta de quatro pontas que indica o local onde ocorreu a duplicação. Mas fique alerta, pois você deve completar os níveis dentro do tempo delimitado.

“O C4 não está focado em um visual elaborado, distrações, ou outros artifícios. Trata-se de uma interface elegante apresentando um jogo único, desafiador sem ser impossível, finito mas parecendo sem fim, para todas as idades, inteligente, robusto e bem testado, competitivo. Todos os elementos que um bom jogo deve ter antes de mostrar uma interface bonitinha. Simples, direto ao ponto, elegância espartana, a volta às raízes dos quebra cabeças, divertido e competitivo”, disse Cristiano Monteiro, desenvolvedor do C4.

Como um dos indicados, o C4 também é elegível ao prêmio da “Escolha Popular”, que se trata de uma votação online pelos fãs do jogo de qualquer parte do planeta. Até o dia 18 de Março de 2018 Os jogadores poderão votar no site do IMGA Awards. Os vencedores serão anunciados em 20 de Março de 2018 durante a aguardada cerimônia de premiação que acontecerá em São Francisco, Estados Unidos. C4 é gratuito e está disponível no Google Play.

Abaixo tem o trailer de C4:

Projeto GamesBR do Ministério da Cultura busca catalogar o maior número de games produzidos e lançados no Brasil

Você é produtor de um jogo eletrônico? Pois bem, vamos dar uma dica que pode alavancar a visibilidade do seu projeto! O Ministério da Cultura acaba de dar sinal verde para a criação do GamesBR, uma base de dados de jogos brasileiros que tenciona reunir os games criados em terras tupiniquins. O objetivo é facilitar o acesso dessas produções ao público, tornando-os mais visíveis e uma fonte de informações valiosas para entusiastas por jogos eletrônicos.

O GamesBR funcionará como um catálogo importante de informações para outros desenvolvedores, pesquisadores, professores, formuladores de políticas públicas e investidores que querem conhecer melhor os produtos desenvolvidos no nosso país. Se a ideia for adiante, apostamos que este acervo será bastante utilizado por desenvolvedores e estudantes de game design.

Obviamente o trabalho de catalogar tantos jogos não é tarefa fácil. Justamente por isso foi criado um questionário online em que os próprios desenvolvedores registram seus próprios jogos. A ideia é facilitar o trabalho de catalogar tantos jogos e contar com o maior número de registros possível. De acordo com os organizadores do GamesBR, já foram mais de 150 registros em apenas 24 horas que o formulário está no ar.

Preenchendo este formulário você está ciente e autoriza, por tempo indeterminado, o autor do projeto, o Ministério da Cultura e o Governo Federal a disponibilizar as informações na web e em aplicativo gratuito para smartphones. Qualquer pessoa pode cadastrar seus jogos, desde que o produto seja nacional. Porém vale destacar que jogos educativos não fazem parte do cadastro, bem como games produzidos por brasileiros em território estrangeiro.

“Obviamente que existem jogos que estão na fronteira entre instrumento educativo e produto de entretenimento. Esses casos serão avaliados individualmente para inclusão na plataforma”, diz o informativo do projeto.

Ah, estrangeiros que tenham produzido um game em território nacional podem registrar seu jogo tranquilamente. Ou seja, a ideia é cadastrar games feitos no Brasil. Também é importante frisar que o aplicativo é apenas para jogos já publicados e finalizados, abrindo exceção para jogos lançados em Early Acess. Para mais informações sobre o projeto: www.gamesbr.net.br.

White Lie terá campanha de financiamento coletivo no dia 02 de Março

Já falamos do jogo White Lie algumas vezes aqui no GameReporter e vale mencioná-lo mais uma vez, pois o jogo é um dos projetos brasileiros mais ambiciosos já vistos e atualmente precisa de apoio da comunidade de jogadores para ser desenvolvido. Por meio de uma campanha de financiamento coletivo que será lançada amanhã (02/03), a Ambize Studio busca levantar os recursos necessários para a conclusão do projeto e promete recompensas exclusivas para aqueles que financiarem o jogo.

Para quem não conhece, White Lie conta a história de Greg, um coelho de pelúcia que sai em uma aventura à procura de sua dona desaparecida. A história se passa em um mundo surreal e desolado, onde o coelho foi parar após o sumiço de Emma, sua dona e companheira de aventuras. O game é uma espécie de alegoria para a obra Alice no País das Maravilhas.

Após se separar da dona, Greg perde a noção de tempo e espaço e grande parte das suas memórias. No decorrer da história, o jogador encontrará diversos objetos que trarão a Greg memórias do seu relacionamento com Emma. Além disso, esses momentos contam com várias interações únicas e cativantes, que colorem o ambiente com lembranças nostálgicas dos momentos compartilhados por eles. Cada memória transmite uma emoção nova e leva o jogador a entender melhor o que o personagem pensa e sente.

O jogo será dividido em três atos e a cada ambiente terá características únicas que acompanharão a narrativa. O jogo é daquele tipo que deve marcar o jogador mais pela jornada do que pela jogabilidade, tal como ocorre em clássicos como Journey ou Brothers: A Tale of Two Sons. Espere se emocionar e se divertir bastante com White Lie.

O mundo de White Lie se divide em diferentes regiões: a casa onde viviam, o jardim onde viveram diversas brincadeiras e lugares que o Greg nunca visitou antes. No decorrer da história, Greg encontrará os objetos mais importantes da infância de Emma e a maior parte das lembranças dos bons momentos que compartilharam. Mas no mundo também existe uma região mais profunda, onde se escondem as memórias que Greg tenta fervorosamente esquecer, um submundo que vai precisar superar se quiser estar com a Emma mais uma vez.

A progressão do jogo está associada ao relacionamento dos dois personagens, experiências que viveram juntos, sonhos que desenvolveram, segredos que compartilharam e brincadeiras que fizeram. Momentos tanto alegres quanto tristes, cercados de realidade e imaginação. O jogo explorará a falta que Emma faz no mundo de Greg.

Um dos maiores diferenciais do White Lie é o seu estilo artístico próprio, reproduzindo técnicas de desenho à mão e criando um ar delicado e emotivo, que tem um papel fundamental na ambientação do jogador nesse universo onírico. Por ser inspirado nas ilustrações de livros infantis, toda a arte do jogo é inspirada e tenta recriar a magia das ilustrações de livros infantis antigos, com o objetivo de criar um ambiente único que transmita um sentimento especial para cada jogador.

O jogo explora ainda elementos como nostalgia, criatividade, diversão, brincadeiras, sonhos, segredos e imaginação para cativar o público. Mais informações sobre a campanha e o jogo podem ser encontradas no site da Ambize Studios.

Abaixo tem um trailer de White Lie:

Jogo indie brasileiro The Last War está de volta com novo nome e mudanças significativas na jogabilidade

Quem esteve na BGS 2016 deve ter visto o jogo The Last War, um jogo indie bastante promissor produzido no Brasil (até fizemos um artigo na ocasião). Pois bem, muita coisa aconteceu durante o desenvolvimento do game. Ele até chegou a ser cancelado devido a problemas internos. Porém a equipe da First Phoenix Studio abraçou a ideia e resolveu trazê-lo de volta com algumas mudanças interessantes.

A primeira mudança a ser mencionada é que o jogo agora se chama The Last War: Hack Survivor. A inclusão no título deve-se à trama do jogo. Desta vez você controla um hacker experiente que deve usar suas habilidades para sobreviver a um apocalipse zumbi que devastou toda a cidade do Rio de Janeiro. Este é o primeiro game nacional de sobrevivência com ares de AAA.

Os infectados pela estranha pandemia começam a agir de uma forma muito estranha, com uma cor pálida, esverdeada, partes do corpo vão apodrecer, e começaram a atacar outras pessoas. Nesse ambiente caótico, a cidade é isolada para que a infecção não se espalhe. O problema é que existem pessoas na zona de infecção. Sua missão é guiar um desses moradores a fim de tentar se manter vivo.

Outra mudança importante em The Last War é o fato de que o jogo deixou de ser focado no multiplayer online e agora ele é um game singleplayer. Esta simplificação das coisas permitiu que a equipe de desenvolvimento focar em outros aspectos do jogo, como o estilo de arte belíssimo e mecânica de jogo mais apurada. O jogador terá a sua disposição um grande arsenal de armas para enfrentar os zumbis. Alguns soldados do exercito brasileiro chegaram a dar consultoria aos desenvolvedores para tornar os armamentos mais realistas possíveis.

Ainda que o game já não seja mais multiplayer, o game ainda tem os elementos principais e não perdeu sua identidade. Você ainda terá muita dificuldade para passar pelas ruas infestadas de zumbis e o clima será de bastante ação e aventura. The Last War tem influências em jogos bastante conhecidos do público gamer, como DayZ e Infestation. O título sai com dublagem em português e legendas em inglês. De acordo com os desenvolvedores, The Last War deve receber uma demo jogável na BGS 2018.

Abaixo tem um vídeo de The Last War feito pelo youtuber Tio Blinder:

BIG Festival 2018 abre inscrições para a premiação internacional de melhores jogos

Já estão abertas as inscrições para desenvolvedores do mundo todo para submeter seus jogos para o BIG Festival 2018, o maior evento de jogos independentes da América Latina. De acordo com os desenvolvedores, as inscrições devem ser feitas até o dia 13 de abril. Após isso, serão escolhidos os games mais promissores para fazer parte do evento presencial. Para fazer a inscrição basta acessar o site do evento.

Esta é a sexta edição do evento e a grande novidade é que desta vez o evento ocorre em duas cidades simultaneamente (RJ e SP). Na capital paulista, o evento ocorre no Centro Cultural, como nas edições anteriores. Já na capital carioca, os visitantes podem conferir todos os finalistas no espaço Oi Futuro. Haverão dezenas de computadores, tablets, smartphones, consoles e dispositivos VR para que o público experimente os games independentes que mais se destacaram no ano é em seguida possa escolher seus favoritos em votação aberta.

Todos os jogos inscritos no BIG serão analisados pelo Comitê de Seleção do festival e os selecionados irão competir em categorias como Melhor Jogo, Melhor Som, Melhor Arte, Melhor Narrativa, Realidade Virtual, entre outras. Os vencedores serão anunciados no palco do evento. A expectativa é que as inscrições superem o número recorde do ano passado, quando a premiação internacional do BIG Festival recebeu 617 jogos candidatos de 54 países diferentes, sendo mais da metade deles (321) produzidos no Brasil.

Ainda de acordo com a organização do BIG, os desenvolvedores finalistas ganham entrada às rodadas de negócios do maior hub do setor de games e animação da América Latina, e podem ter a oportunidade de fazer uma palestra sobre o seu jogo. Na última edição, 3200 profissionais do setor estiveram presentes com o objetivo de fortalecer a indústria e criar oportunidades.

Serviço – 6º BIG Festival (Brazil’s Independent Games Festival)

De 23 de junho a 1 de julho (Segunda, 25, não abre)
Rodadas de Negócios – de 27 a 29 de junho
De terça a sexta: 10h às 22h / Sábado e domingo: 14h às 22h
Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro, 1000 – Paraíso, SP

Criadores de Skydome transmitem livestream sobre a criação do game

O estúdio de games independente Kinship (criadores de Skydome) já é uma referência entre os estúdios paulistas, graças aos seu projetos ambiciosos. Agora o estúdio quer interagir com seus fãs através de uma nova abordagem: o estúdio decidiu realizar duas streams em suas redes sociais a fim de mostrar como é o processo de criação e desenvolvimento de games.

A primeira edição da chamada DevStream ocorreu na última quarta-feira (14) e pode ser vista aqui. A segunda edição ocorre no próximo dia 28 de fevereiro e o objetivo é dar alguma ideia do que os entusiastas por criação de games devem encontrar no futuro. As transmissões contam com a participação de Cheny Schmeling, diretor criativo, e João Rogatto, designer de UI e UX, que falam durante uma hora sobre design de interface e experiências de usuário, tomando como base o principal projeto do estúdio: Skydome.

Além de mostrar as questões processuais do design de interface, João e Cheny também respondem em tempo real as dúvidas enviadas pelo público. A transmissão fica disponível nas páginas e canais oficiais do /PlaySkydome no Facebook, YouTube e Twitch e será uma ótima oportunidade para os jovens desenvolvedores e fãs do projeto conversarem com os responsáveis pelo Action Tower Defense mais aguardado do ano.

Sobre Skydome

Skydome ocorre em um ambiente formado por ilhas flutuantes. Nesse ambiente, dois times batalham em arenas separadas e invocam ondas crescentes de personagens para conquistar o artefato adversário. Em paralelo, os times precisam defender seu próprio artefato dos avanços hostis das criaturas inimigas.

Cada jogador escolhe um campeão do Skydome entre vários disponíveis, sendo que cada um tem seu próprio estilo de jogo e um conjunto diferente de habilidades, como as poderosas e inovadoras intervenções, que podem ser lançadas diretamente na arena adversária. Uma intervenção bem utilizada, além de deixar as partidas mais interessantes e imprevisíveis, pode modificar completamente o resultado do confronto.

Abaixo tem um trailer de Skydome: