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RPG tático brasileiro Sword Legacy: Omen tem data de lançamento programada para 14 de agosto

Hoje vamos falar de mais um game desenvolvido pordesenvolvedores e brasileiros que merece atenção especial dos jogadores: Sword Legacy: Omen, um título de RPG tático com arte retrô que foi criado pelos produtores dos estúdios Fableware Narrative Design e o Firecast. O game conta com um mundo fantástico e reconta os mitos do Rei Arthur.

A primeira coisa a se saber sobre o jogo é que ele é indicado para quem curte lendas medievais, já que coloca o jogador no papel de Uther, pai do Rei Arthur e um grão-cavaleiro. Após falhar na missão de proteger o Rei, Uther deve retomar a espada Excalibur e vingar-se dos inimigos do reino. Para isso, ele conta com suporte do mítico Mago Merlin.

A missão não será fácil, deve-se dizer, pois haverão batalhas sangrentas pelo caminho e a todo momento surgem inimigos para desafiar Uther. Em Sword Legacy o jogador deve desenvolver táticas e explorar o ambiente em seu favor para tirar vantagem dos pontos fortes do herói ao mesmo tempo que explora as fraquezas inimigas. Sim, a tática e o grande macete do game, ideal para quem se divertia com jogos como Final Fantasy Tactics, já que a ação se desenvolve por turnos.

Além de explorar o terreno, o jogador deve melhorar as habilidades dos personagens que compõe o grupo a fim de derrotar inimigos mais fortes. Ao todo são oito heróis a se unir na campanha de Uther. Cada um com suas próprias peculiaridades e pontos fortes. O segredo está na formação da equipe, de modo que o jogador deve complementar as habilidades coletivas do grupo para ser capaz de criar um grupo forte para cada situação.

Outro destaque de Sword Legacy é a arte em estilo retrô, lembrando bastante quadrinhos obscuros da saudosa Image Comics. Os cenários, aliás são tão bem estilizados que o jogador vai entrar no clima sangrento da idade média. Os corredores e masmorras são escuras e repletas de sangue, de forma que o elemento tensão está em todo canto. O jogo não é para aqueles que querem algo casual, mas sim para quem gosta de ação massiva.

O game conta ainda com cerca de oito horas de jogatina, sem contar as side quests para quem gosta de explorar cada dungeon e colecionar itens escondidos. Os desenvolvedores garantem que haverão vários elementos que tornarão cada aventura única. O lançamento já está logo aí: de acordo com a Fableware, Sword Legacy chega ao mercado no dia 14 de agosto na Steam pelo preço de R$ 36,99.

Abaixo tem um trailer de Sword Legacy: Omen

 

Game Jam + convida desenvolvedores a criarem jogos do zero em maratona de 48 horas

Começa hoje (27) a etapa regional da Game Jam +, uma das maiores competições de desenvolvimento de jogos do Brasil. De acordo com Pedro Zambon, organizador do evento, a Game Jam + contará com equipes de desenvolvedores de 14 cidades espalhadas pelo Brasil. As equipes terão 48 horas para desenvolver um game do zero. Os melhores classificados terão a oportunidade de apresentar o determinado projeto na final nacional, que ocorre em novembro, no Rio de Janeiro.

A cidade de São Paulo também faz parte da Game Jam +, sendo que a casa temporária dos desenvolvedores será o campus da PUC Consolação. As inscrições para a regional de São Paulo podem ser feitas pelo site do evento. A partir das 19h de hoje, até domingo, os produtores começa a pensar num game sob um tema ainda a ser divulgado. A expectativa é que dessa jam surjam projetos tão ambiciosos que possam ser pensados como um game completo no futuro.

Alguns jogos de sucesso, aliás, surgiram justamente de game jams, como Fragmentorum Alba e Evoland, que acabaram ganhando versões completas após suas respectivas jams e foram destaque na mídia. O blog Garotas Geeks tem uma matéria toda especial sobre isso.

O Game Jam + é aberto a todos os interessados em desenvolvimento de jogos, mesmo aos que não tenham experiência. As equipes podem ser formadas antes do evento, mas para aqueles que não tiverem equipe, mas têm interesse em participar do evento, serão encaminhados para uma equipe, garantindo a participação de todos os inscritos.

Esta é uma excelente oportunidade para todos os interessados no desenvolvimento de jogos no Brasil de participarem de um evento que pode impulsionar e dar visibilidade às suas ideias”, disse Pedro Zambon, organizador do evento. Os participantes terão ainda a orientação de profissionais qualificados em diversas áreas a fim de que os games produzidos tenham alta qualidade.

Os vencedores serão decididos em duas etapas, tanto na fase regional, quanto no nacional:

Vencedores regionais:

– Uma equipe será decidida por uma banca de jurados conceituados, após apresentações no final do evento.

– Uma equipe será “salva” pelo público por votação popular, após a decisão da banca de jurados.

– Um representante de cada equipe receberá a viagem com tudo pago para a etapa final no Rio de Janeiro.

 

Vencedores nacionais:

– Uma equipe será decidida por uma nova banca de jurados, no final do evento na grande final nacional, em Novembro.

– Uma equipe será premiada através de voto popular presencial durante o evento da etapa final.

 

Uma novidade para o evento deste ano: a Game Jam + uniu forças com a Unicef e a WeWorkLabs para avaliar e testar a efetividade dos “jogos de impacto”. Assim surgiu a categoria Diversifier, na qual os jogos de impacto social serão avaliados por uma banca especializada da Unicef, tendo a chance de ter seu projeto utilizado internacionalmente pela instituição mediante aprovação de ambas as partes.

Pixel Ripped 1989 – Entrevistamos os criadores do mais ambicioso game de realidade virtual criado no Brasil

A inteligência artificial é o grande alvo do estúdio ARVORE, que está numa grande semana graças ao lançamento do aguardado Pixel Ripped 1989, um game que mistura a realidade virtual e a premissa de jogos retro. Nós publicamos uma matéria sobre o game e o seu principal diferencial em meio a tantos jogos do mercado nacional, hoje temos uma entrevista com o pessoal que desenvolveu o projeto, falando sobre os detalhes, desafios e o cenário brasileiro de games.

Para quem não se lembra, o Pixel Ripped é um jogo de realidade virtual em que o jogador deve ajudar a heroína Dot a salvar o mundo da ameaça de Cyblin Lorde, um vilão capaz de ameaçar o mundo digital e o mundo real. Para isso, você encarna a jovem estudante Nicola . O game tem muitas referências a jogos da geração 8-16 bits como Megaman, Battletoads e Sonic.

Pixel Ripped 1989 estará disponível nas plataformas PlaystationVROculus Rift e SteamVR. Aqueles que optarem pela compra antecipada no PlaystationVR e Oculus, poderão comprar o jogo pelo valor promocional de $19.99 dólares. O preço final no lançamento será$24,99 dólares. Haverá também um desconto temporário de lançamento para consumidores da Steam começando no dia 31 de Julho.

Confira abaixo a entrevista sobre  Pixel Ripped 1989 com o pessoal do ARVORE:

Ana Ribeiro
Ana Ribeiro

GameReporter: Como o estúdio ARVORE foi criado? E de onde surgiu a ideia para o nome?

ARVORE: O estúdio foi fundado por Ricardo Justus, Rodrigo Terra, e Edouard de Montmort em 2017 para criar, produzir e desenvolver games e experiências de storytelling imersivo para realidade virtual e aumentada. O nome vem de uma junção das siglas “AR” e “VR” (Augmented Reality e Virtual Reality) aliado ao fato que narrativas interativas são “branching narratives”, como os galhos de uma árvore.

 

De onde veio a ideia para o desenvolvimento para Pixel Ripped?

No ano 2013, a Ana Ribeiro, nossa Diretora Criativa, viajou para estudar um curso de desenvolvimento de jogos na Inglaterra, e uma noite ela teve um sonho muito revelador. No sonho a Ana estava sentada na frente da TV, jogando um jogo da geração de 16 bit, e ela estava num quarto todo pixelado, a estética do quarto mudava assim evoluíam os gráficos do jogo que a Ana jogava. Até que chegou um ponto que o quarto e os gráficos do jogo tinham o mesmo nível de realismo. Nesse momento a Ana acordou e se deu conta de quanto poderosa era a idéia de mostrar a história dos videogames e desde uma realidade paralela que permitisse até conectar e até entrar dentro deles! Aquela ideia inicial continuou evoluindo até o que hoje em dia é o Pixel Ripped 1989.

A equipe do estúdio ARVORE reunida.

Quais foram os maiores desafios durante o processo de desenvolvimento do jogo?

Pelo fato do jogo ter demorado quatro anos para ser desenvolvido, tivemos que adaptar ele aos novos modelos e funcionalidades dos headsets que iam aparecendo com o tempo. Então tivemos que adaptar a tecnologia do jogo para suportar todas essas mudanças. Esse seria o maior desafio, depois desse podemos falar da produção do jogo tendo um time remoto de várias pessoas em diferentes continentes e das dificuldades para achar financiamento para finalizar o jogo.

 

Soubemos que o game passou por diversos eventos e conquistou alguns prêmios importantes. Vocês ficaram surpresos com o sucesso tão rápido?

Ficamos surpresos sim, o jogo começou como um projeto universitário que nem se pensou como algo para aprender a usar a Realidade Virtual. Quando foi colocado na loja da Oculus e começamos a ter uma grande repercussão na imprensa e os vídeos do jogo conseguiram 5 milhões de visitas em 3 meses a gente se deu conta de que aquele jogo merecia ser desenvolvido como projeto comercial.

 

Pixel Ripped foi pensado com base na realidade virtual. Quem não possui um óculos vai conseguir jogar o game? Se sim, a experiência será a mesma?

O jogo foi desenvolvido e pensado para realidade virtual, simplesmente ele não pode ser jogado e entendido completamente sem essa tecnologia.

O game tem muitas referências aos jogos dos anos 80-90. Quais foram as principais influências durante o desenvolvimento?

As principais influências são os jogos de plataformas de finais dos 80s e início dos 90s, como as séries Megaman, Sonic e Super Mario Bros, na estética e mecânicas. Mas também tem referências a muitos outros jogos como Battletoads, Tetris ou até Pokémon.

 

Sobre o cenário de desenvolvimento de jogos no Brasil, a quantas anda a nossa indústria? Dá para viver de jogo?

Na nossa área de VR sentimos que não estamos muito atrás, o Brasil pode sim dessa vez participar do surgimento de uma grande média. Os desenvolvedores do mundo todo estão no mesmo barco, descobrindo tudo agora sobre realidade virtual. Aqui não estamos atrás no desenvolvimento, já existem vários desenvolvedores brasileiros de VR, como a Skullfish, IMGNation, VR Monkey, Black River Studios, a ARVORE foi a primeira empresa brasileira focada somente em experiências imersivas a ser VC funded. A única diferença que percebemos mais desenvolvendo aqui no Brasil é a dificuldade de acesso aos headsets de VR. Não existem representantes das plataformas de Realidade Virtual aqui no país e em consequência disso fica difícil o acesso dos desenvolvedores pros kits de desenvolvimento.

Quais os proximos desafios do ARVORE após o lançamento de Pixel Ripped?

Estamos desbravando e sempre inovando nos meios imersivos, criando projetos que já nascem em realidade virtual. Para isso, temos que prototipar muito e testar muitas coisas novas, integrando diversas tecnologias diferentes. Já temos alguns games de realidade virtual e experiências interativas multi-sensoriais inovadoras no nosso pipeline de desenvolvimento que anunciaremos em breve, assim como as sequências do Pixel Ripped, que vão abordar diferentes eras da história dos games.

 

Já tem alguns anos que os grandes players dizem que a realidade virtual é o futuro da indústria, mas em nosso país os equipamentos possuem preços proibitivos. Vocês fazem apostas de quando a tecnologia VR será mais acessível aos jogadores médios?

Como qualquer tecnologia nova, os preços rapidamente caem com o tempo e com a adoção de cada vez mais pessoas. Enquanto isso, estamos trazendo essa tecnologia para os jogadores apostando em espaços de entretenimento de Realidade Virtual aqui no Brasil, os chamados LBEs (Location Based Experiences). Acabamos de abrir o Voyager, um espaço no shopping JK Iguatemi em São Paulo onde os visitantes podem jogar e experimentar o estado da arte de VR, incluindo o Pixel Ripped 1989 e outras experiências desenvolvidas pela ARVORE, assim como os melhores games e experiências do mundo de VR. A idéia é abrir diversos espaços desses por todo o Brasil.   

O que os jogadores podem esperar de Pixel Ripped? Qual foi o objetivo do estúdio com este game?

O jogo é um projeto feito com paixão e muitos anos de desenvolvimento, criado pela Ana Ribeiro, que além de ser uma força criativa em pessoa, lutou muito para fazer o game acontecer e nunca desistiu. Ela estava desenvolvendo o game praticamente sozinha quando no final do ano passado trouxemos ela para dentro do estúdio, investimos no game e demos um time para terminarmos o game juntos. Não tínhamos a menor dúvida sobre isso, é um projeto do qual já éramos grandes fãs antes mesmo da Ana vir para a empresa. É cheio de surpresas, easter eggs, referências aos games do passado, ao mesmo tempo sendo super criativo e original. Não tem nada em VR parecido com ele. Além disso é uma viagem nostálgica que vai tocar qualquer um que viveu essa época dos anos 80. E é um jogo que nasceu em VR, para VR, e nem faria sentido se não fosse em VR. O nosso estúdio sempre procura projetos assim, que tem esse DNA original e que só seriam possíveis em realidade virtual, e que trazem algo novo para o meio.

Hyper VR Festival – Evento dedicado à realidade virtual retorna ao Brasil em outubro

A realidade virtual deixou de ser uma aposta para se tornar um dos principais objetivos dos grandes estúdios tanto de cinema quanto de jogos eletrônicos. Prova disso é o Hyper VR Festival Brazil 2018, evento dedicado à realidade virtual que ocorre na cidade de São Paulo no dia 27 de outubro de 2018. O evento tem como objetivo colocar o Brasil no mapa global da indústria de Realidade Virtual.

Para isso, o Hyper VR Festival trará ao país a mais atual das experiências imersivas numa jornada dedicada a conteúdos, tecnologia, negócios e tendências de mercado. Entre os destaques, podemos destacar a presença da animação indicada ao Emmy Back to the Moon da Google Spotlight Stories, a comédia Your Spiritual Temple Sucks e o documentário The Real Thing. O evento será um prato cheio para os fãs de cinema e alta tecnologia.

De acordo com os organizadores do evento, o público poderá entrar dentro das histórias dos filmes  e participar ativamente dos filmes, animações e documentários presentes no festival, visitando locais remotos e expandindo os limites da própria ideia de realidade.

O festival também oferece o Hyper Talks, um painel repleto de palestras e workshops sobre produção e mercado de realidade virtual, com acesso aos mais renomados profissionais do setor audiovisual imersivo nacional para networking e mentorias em sessões de pitching. Exclusivo para portadores do ingresso Business.

Como destaque dos conteúdos imersivos, o festival traz animações da Google Spotlight Stories (Back to the Moon, Pearl e Rain or Shine); salas especialmente cenografadas para aumentar a experiência (Campfire Creepers, Vestige e Your Spiritual Temple Sucks) e sessões de Hyper Cinema (An Obituary, Dinner Party, Keyed Alike, Mind on War e Ray, entre outros).

Como não poderia deixar de ser, os visitantes ainda poderão entrar nos jogos eletrônicos. Os gamers poderão testar os seguintes jogos: The Lab, Pixel Ripped, The Lost Room, entre outros.

O ingresso Experience dá acesso aos filmes imersivos e games VR, além de visita a expositores. O ingresso Business dá acesso a todo o evento, incluindo os painéis profissionais, workshops e área networking, durante o dia todo.

Os organizadores informam que  haverão dois horários distintos, a fim de  garantir um melhor aproveitamento das atividades e conforto geral. Basta você escolher o horário que melhor se encaixe na sua agenda: das 11h às 15h ou das 15h às 19h. Os espaços estão sujeitos a lotação.

Serviço – Hyper VR Festival 2018

 

Ingressos – www.sympla.com.br/hyper-festival-brazil-2018

Data: 27 de outubro de 2018 – das 11h às 19h

Local: EBAC – Rua Mourato Coelho 1404, São Paulo

Baby Trump – Novo jogo da Icon Games usa bom humor para retratar protestos contra o presidente mais polêmico dos últimos tempos

O destaque do dia é o novo game da produtora brasileira Icon Games, o Baby Trump. Basicamente trata-se de um runner que coloca o jogador no comando de um grupo de manifestantes que carregam um balão com o rosto do presidente norte-americano Donald Trump em uma passeata até a cidade. O grupo tem um grande balão caracterizado como um bebê Trump, cabe ao jogador levar o balão até a cidade mais próxima para vencer o cenário.

Mas não pense que a tarefa será fácil: vários opositores russos Trump tentarão a todo custo furar o balão com facas. Cabe ao jogador tocar na tela para desviar das facas e armadilhas colocadas no ar. Os manifestantes pulam para tentar alcançar o balão, enquanto que outros saltam de para-quedas. Um único golpe irá furar o balão atrapalhando a passeata.

A mecânica de jogo é semelhante ao falecido Flappy Bird, ou seja, basta um toque na tela para fazer o balão subir mais alto. Quanto mais tempo você mantém o balão no céu, mais rápido a ação ocorre, tornando a dificuldade maior. Durante a passeata você deve coletar balões de dinheiro para os fundos de campanha da manifestação.
Baby Trump tem rankings para que você possa postar nas redes sociais e desafiar os amigos. A jogabilidade é simples e ideal para quem curte jogos casuais. Além disso, o jogo tem um estilo de arte minimalista, porém colorido, o que deve atrair jogadores mais jovens. O título é gratuito e está disponível na Google Play.

Sobre o Baby Trump:

O balão Baby Trump existe de verdade é geralmente é muito utilizado em protestos contra o presidente americano, como forma de ridicularizar sua política e forma de interagir com as pessoas. Muito relacionado às polêmicas, o presidente dos EUA costuma responder seus críticos pelo twitter, justificando o aparelho celular na mão do boneco inflável.

Pixel Ripped 1989 – jogo brasileiro de Realidade Virtual está disponível para compra antecipada com 20% de desconto com download no dia 31 de Julho

Há algum tempo falamos sobre o ambicioso projeto Pixe4l Ripped 1989, jogo do estúdio brasileiro ARVORE. Pois bem, temos novidades sobre o game de realidade virtual: ele está disponível para compra antecipada com 20% de desconto com download no dia 31 de Julho para todas plataformas de VR. Esta é uma das ações do estúdio que celebram todo o tempo de desenvolvimento e para beneficiar os fãs que acompanharam ansiosamente.

Pixel Ripped 1989 estará disponível nas plataformas PlaystationVROculus Rift e SteamVR. Aqueles que optarem pela compra antecipada no PlaystationVR e Oculus, poderão comprar o jogo pelo valor promocional de $19.99 dólares. O preço final no lançamento será$24,99 dólares. Haverá também um desconto temporário de lançamento para consumidores da Steam começando no dia 31 de Julho.

O jogo que marca a estreia do estúdio ARVORE é uma verdadeira ode ao passado dos games, trazendo uma série de referências aos consoles da era 8 bits. Basicamente você encarna a personagem Nicola, uma aluna da segunda série que tem o seu mundo ameaçado pelo Cyblin Lord, um vilão capaz de atravessar a barreira entre o mundo dos games e a vida real. Cabe a você ajudar a experiente Dot, uma personagem de videogame, a rechaçar a ameaça. Para isso, o jogador deve encarar desafios no mundo 2D de jogos retrô, ao mesmo tempo em que deve distrair uma professora irritada e fugindo do temido diretor do colégio no mundo 3D.

Ainda durante a etapa de desenvolvimento, Pixel Ripped 1989 recebeu prêmios, como os da Intel e do AMAZE Indie Festival, assim como indicação ao IndieCade, Proto Awards e no VR Awards 2018. Ao que tudo indica este será um game imperdível e um dos melhores já produzidos em nosso país.

Abaixo tem um trailer de Pixel Ripped 1989:

BIG Festival 2018 bate recorde de visitantes em sua 6ª edição

porO BIG Festival já é considerado o maior evento de jogos independentes da América Latina há alguns anos e apesar das recentes polêmicas, a peteca não deixa de cair ano após ano. Prova disso, é o recorde de visitantes nesta 6º edição, que atraiu cerca de 30 mil pessoas. O evento aconteceu entre os dias 23 de junho e 1º de julho em São Paulo, no Centro Cultural São Paulo, e no Rio de Janeiro, no Centro Cultural Oi Futuro.

“É muito importante para nós esse sucesso de público”, diz Gustavo Steinberg, diretor do BIG Festival. “Isso mostra o interesse da comunidade e da indústria quando se trata de desenvolvimento de jogos no Brasil. Se considerarmos os games finalistas da premiação, Panorama Brasil, jogos de estudantes brasileiros e BIG Brands, tivemos um total de 50 jogos brasileiros em exposição (57% dos jogos de todo evento). Isso ajuda a posicionar nosso país como hub internacional de negócios para jogos independentes na América Latina”, completa.

De acordo com a organização do BIG, a Rodada de Negócios chegou a mais de 2.200 reuniões entre desenvolvedores e investidores, com a participação de 428 empresas, de 29 países e 850 profissionais de toda indústria criativa. A intenção foi discutir tendências do setor no Brasil, além de reunir investidores que façam o Brasil crescer ainda mais no mercado de jogos digitais. Inclusive uma delegação de empresas chinesas vieram até o evento para conhecer a produção nacional de jogos.

Vale também destacar que cerca de 646 games foram inscritos no evento, oriundos de 53 países. O grande vencedor da cerimônia foi o game de estratégia Frostpunk, desenvolvido pela polonesa 11 bit Studios. Entre os games nacionais, No Heroes Here, do estúdio paulistano Mad Mimic Interactive, ganhou tanto como Melhor Jogo Brasileiro quanto como Voto Popular, prêmio escolhido pelos visitantes do festival.

BIG Festival 2019 já está confirmado

O BIG Festival 2019 acontecerá de 22 a 30 de junho. No BIG 2018 foi montado um ponto de recebimento de sugestões, elogios e críticas para as próximas edições. A organizacao promete trazer o melhor do BIG Festival no ano que vem, com grandes novidades e surpresas.

No Heroes Here – Game vencedor de edital da Spcine ganha prêmios no BIG Festival

O ano de 2018 tem sido extremamente positivo para os desenvolvedores brasileiros do estúdio indie Mad Mimic Interactive: após confirmar versões para PS4 e Switch, o game No Heroes Here sagrou-se um dos campeões do BIG Festival, o mais importante evento de jogos independentes da América Latina. O game levou dois prêmios do festival: o de melhor jogo brasileiro e de melhor jogo pelo voto popular. Foi o único da lista de vencedores a ter uma vitória dupla.

Vale lembrar que esta não é a primeira vez que o jogo da Mad Mimic conquistou um prêmio importante! Durante a etapa de desenvolvimento, o game foi contemplado no edital de games da Spcine de 2016. De acordo com Luis Tashiro, um dos produtores de No Heroes Here, o jogo veio em um período sensível para a empresa.

“ Nós estávamos há 2 meses produzindo um jogo que acabou dando bastante errado. Até que um dia conversei com a equipe e disse que estava cancelando o projeto e que nos próximos dias iríamos começar um brainstorm para pensar em ideias novas. Todas as nossas referências foram tiradas de jogos do gênero couch co-op. Ao final do terceiro dia de discussão sobre o novo jogo, eu dei a ideia de juntar o processo de cozinhar (produção) do Overcooked com derrotar inimigos em estações diferentes do Lovers in a Dangerous Spacetime. Dessa união veio a primeira ideia do No Heroes Here”.

Para quem não teve a oportunidade de conhecer, No Heroes Here é um jogo co-op para até 4 jogadores. Neste frenético simulador de defesa de castelo, os jogadores precisam gerir recursos, cooperar e coordenar entre si. O trabalho em equipe torna-se mais importante que as habilidades individuais.

A premissa é que o Reino de Noobland perdeu seus heróis, mas há um ataque inimigo chegando. Cabe aos “Não-Heróis” a tarefa de impedir os inimigos. Você deve forjar diferentes tipos de munição para carregar os canhões, tais como barris de mel, galinhas enlouquecidas, entre outras loucuras. A jogabilidade é bem simples e divertida. Não é por acaso que o game foi tão premiado.

Ao todo existem mais de 50 fases e o macete é tomar decisões rapidamente e em conjunto a fim de destruir as hordas invasoras. Para isso, você deve manter a comunicação com seus parceiros de quest.

Abaixo tem um trailer de No Heroes Here:

Noord Games organiza Game Jam em Recife que promete aproximar o Brasil e a Holanda

A cidade de Recife será a sede de uma nova Game Jam que promete aproximar o Brasil e a Holanda neste mês de julho. Organizado pelo time da startup Noord Games em parceria com a embaixada do Reino dos Países Baixos, o evento vai desafiar os produtores de games brasileiros a produzir um game do zero com o tema “Brasil-Holanda”. A ideia do tema é ressaltar a influência histórica e cultural do período da ocupação holandesa no Estado.

O evento em si acontece entre os dias 20 a 22 de julho, mas para participar você deve fazer a pré-inscrição até o dia 12 de julho. Tanto a inscrição, quanto o evento são gratuitos. Para participar, você deve formar sua equipe com até 07 pessoas. A organização promete um fim de semana inteiro de competição, mas também de muito aprendizado.

De acordo com a Noord Games, a premiação acontece apenas no dia 25 de agosto após a banca julgadora avaliar os games produzidos. A premiação total para os vencedores é de R$ 14 mil, sendo que o primeiro colocado fica com R$ 8 mil, o segundo colocado leva para casa R$ 4 mil e o terceiro colocado tem direito a R$ 2 mil. As inscrições estão abertas no site, onde também é possível consultar o edital completo.

Antes da Game Jam em si a Noord Games também realiza uma serie de palestras a fim de unir ainda mais o Brasil e a Holanda. A primeira apresentação ocorre no dia 8 de julho, quando a organização explica o que é o evento principal e em seguida teremos o Professor Maurício Rocha palestrando sobre “A Arquitetura Urbana Recife-Amsterdã”. No dia 14 de julho teremos outra palestra com o Professor Marcos Galindo cujo tema é “O Brasil-Holanda e a Cidade Mauricia”.

A Game Jam pretende atrair desenvolvedores de games e entusiastas por jogos digitais. Com o apoio da embaixada da Holanda e as palestras, pode-se esperar que o evento em si deva reunir historiadores e estudantes da cidade de Recife. Se você curte jogos eletrônicos, não pode perder!

Serviço – Game Jam Noord Games

Onde: Centro Cultural Correios Recife, Av. Marquês de Olinda, 262 – Bairro do Recife

Quando: 20 a 22 de julho

Quanto: Gratuito

Inscrições no site da Noord Games até o dia 12 de julho

BIG Festival 2018 – Chegou a hora de conhecer os grandes vencedores do maior evento de jogos independentes da América Latina

O BIG Festival 2018 terminou e foi mais um sucesso retumbante, apresentando as novas tendências dos jogos independentes do Brasil e do mundo. O evento contou com a presença de milhares de visitantes no Centro Cultural São Paulo, de modo que o evento deu a oportunidade dos jogos da feira em aumentar a sua participação em solo brasileiro, além de conquistar a atenção da mídia e investidores.

O BIG 2018 deu ainda aos desenvolvedores indies a oportunidade de apresentar seus projetos a uma platéia composta por desenvolvedores, potenciais investidores, nomes relevantes do game design nacional e internacional, jornalistas e outros formadores de opinião. Além disso, os visitantes da feira tiveram a oportunidade de colocar as mãos nos projetos e votar em seus favoritos.

Quem se sagrou vencedor da noite foi o polonês Frostpunk, da desenvolvedora 11 bit Studios. O game para PCs levou o título de Melhor Jogo na premiação. Ele coloca o jogador no papel de administrador de uma cidade no séc. XIX, com a diferença que há mecânicas de survival e estratégia. O título, aliás, já está disponível para jogatina.

Já na categoria Melhor Jogo brasileiro ficou com os talentosos desenvolvedores da Mad Mimic Interactive e seu ambicioso No Heroes Here. O título do gênero tower defense fez bastante sucesso graças ao modo multiplayer cooperativo que é bastante visceral. O Brasil ainda teve outros prêmios importantes como Melhor Jogo Infantil, por Foffuuu; e no BIG Impact, com Marvellous.

De acordo com a organização do evento, nesta edição foram inscritos mais de 156 jogos. Os grandes vencedores apresentaram características que fazem de seus produtos únicos, tais como aspectos audiovisuais, interativos, mecânica e criatividade. Os grandes ganhadores receberam um belo troféu e um prêmio de R$ 10 mil cada.

Abaixo você vê os vencedores do BIG Festival 2018:

 

Melhor Jogo
VENCEDOR: Frostpunk (11bit Studios), da Polônia
Comentário do Júri Internacional:
“Seu gameplay inteligente alcança um novo marco ao combinar estratégia, conexão emocional e fantástico visual artístico.”

Melhor Jogo Brasileiro e Melhor Jogo Voto Popular
VENCEDOR: No Heroes Here (Mad Mimic Interactive), do Brasil
Comentário do Júri Internacional:
“Amizades frenéticas e gameplay caótico. É isso que um couch co-op tem que ser.”

Melhor Jogo da América Latina
VENCEDOR:Iron Marines (Ironhide Game Studio), do Uruguai
Comentário do Júri Internacional:
“A grande conquista de perfeitamente traduzir um RTS para mobile.”

Melhor Gameplay
VENCEDOR: Dead Cells (Motion Twin),da França
Comentário do Júri Internacional:
“Mecânicas inovadoras combinadas com direção de arte linda chamam a atenção até daqueles que nunca ouviram falar do gênero metroidvania.”

Melhor Multiplayer
VENCEDOR: Muddledash (Slampunks), do Reino Unido
Comentário do Júri Internacional:
“Uma reimaginação única, acessível e muito fofa do gênero de corrida.”

*Melhor Jogo Infantil
Fofuuú (FOFUUU SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS PARA SAÚDE E EDUCAÇÃO LTDA), do Brasil
Comentário do Júri:
“Um game que coloca empatia e diversão em fonoaudiologia.”

*Melhor Jogo BIG Brands 
VENCEDOR: PSG FOOTBALL FREESTYLE (Hermit Crab Studio), do Brasil
Cliente: Paris Saint-Germain (PSG Football Club)
Comentário do Júri:
“Jogo que explora o tema do futebol de maneira bastante interessante, com jogabilidade desafiadora e conceito visual dinâmico. PSG Football Freestyle entrega uma boa experiência casual e valoriza a marca do cliente.”

*BIG Impact – Educacional 
VENCEDOR: MARVELLOUS INC (Marvellous Soft), do Brasil
Comentário do Júri:
“Introduz os jogadores ao mundo da lógica de programação, alcançando uma experiência sólida e engajadora.”

BIG Impact – Questões Sociais
VENCEDOR: Lenin The Lion (Lornyon), do Brasil
Comentário do Júri Internacional:
“Lenin the Lion lida com uma importante e complexa questão social como a depressão através de gameplay simples e cativante.”

Melhor Jogo de Realidade Virtual
VENCEDOR: Luna (Funomena LLC), dos Estados Unidos
Comentário do Júri Internacional:
“Um exuberante playground imersivo que é perfeito para VR.”

Melhor Arte
VENCEDOR: CHUCHEL (Amanita Design), da República Tcheca
Comentário do Júri Internacional:
“É como estar em um programa de criança, impossível não sorrir.”

Melhor Narrativa
VENCEDOR: Where The Water Tastes Like Wine (Dim Bulb Games), dos Estados Unidos
Comentário do Júri Internacional:
“Uma façanha narrativa. Um time colaborativo de 21 escritores uniram forças para construir essa coesa coleção de fábulas interativas.”

Inovação 
VENCEDOR: Haimrik (Below The Game), da Colômbia
Comentário do Júri Internacional:
“Inovação é a palavra. Literalmente.”

Melhor Som
VENCEDOR: Rhythm Doctor (7th Beat Games), do Peru
Comentário do Júri Internacional:
“Faz seu coração bater.”

Melhor Jogo de Estudante 
VENCEDOR : Motif (Yeta Gamefrost), Turquia
Comentário do Júri Internacional:
“Um caleidoscópio de diversão geométrica”.

*Menção Honrosa – Melhor Jogo de Estudante Brasileiro
VENCEDOR: WILD GLORY (LAJE Studios e Manalith Studios), da PUC-PR
Comentário do Júri:
“Um frenético multiplayer competitivo em que personagens carismáticas se digladiam diante de um público fanático. A diversão é garantida, mas tome cuidado para não perder suas amizades.”

BIG Starter – Melhor Jogo Educacional ou de Impacto Social
VENCEDOR: Mompas (Studio Nebulosa)
Comentário do Júri:
“Divertido, educativo e competitivo. Leva em conta os conhecimentos individuais.”

BIG Starter – Melhor Jogo de Entretenimento
VENCEDOR: One Beat Min (PixJuice)
Comentário do Júri:
“Proposta diferenciada com estética singular e potencial de público.”