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Análise- Flat Kingdom é o indie mexicano para amantes de plataforma 2D

Flat Kingdom é o tipo de game que chega para suprir os desejos de quem espera por bons jogos de plataforma, mas que não encontravam boas opções no mercado. Desenvolvido pelo estúdio mexicano Fat Panda (e lançado oficialmente em 2016), o título finalmente chegou ao Brasil com legendas em português graças a uma parceria com a Games Starter. Basicamente o jogo se passa em um mundo 2D bem ao estilo papercrafted, com inspirações óbvias na franquia Super Mario Bros, da Nintendo, tanto nos visuais quanto no início da história, mas as semelhanças param por aí.

A trama começa quando um estranho mascarado sequestra a princesa do reino. A partir dai o jogador assume o papel de Flat, um cavaleiro que é incumbido pelo Rei Quadrado a resgatar a Princesa Tri. Apesar de ser um conto sobre resgatar uma princesa em apuros, a trama é mais densa e no desenrolar o jogador descobre a verdadeira motivação do vilão mascarado chamado Hex, que almeja reunir joias mágicas a fim de tornar-se o ser mais poderoso do reino de Flat. A história é recheada de perseguições entre o herói e o vilão mascarado e acontecimentos fantásticos.

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Há várias cutscenes belíssimas que explicam a jornada de Flat, porém é justamente nesses momentos que vemos as falhas mais evidentes do game: é normal que ocorram travamentos e quedas na qualidade de animação. O problema é que fatos relevantes da história são apresentados nas animações, deixando a impressão de que os desenvolvedores poderiam ter maior atenção neste aspecto.

A história também pode ser acompanhada através de uma coleção de pergaminhos e documentos que são encontrados nos diversos cenários. Esses documentos servem como um diário de bordo, incluindo detalhes da história, pensamentos de Flat e descrição de cada personagem, inimigos e vilões. Lembra um pouco o sistema de Kingdom Hearts, da Square-Enix.

Gráficos são o grande destaque

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Talvez o que mais chame as atenções são os aspectos gráficos, pois o game tem um estilo cartunesco bastante agradável, com cores belíssimas e riqueza de detalhes. Podemos dizer que Flat Kingdom é na verdade um game 2,5D, pois ao passo que os personagens são totalmente em 2D, o mundo do game tem aspectos em três dimensões. Essa direção de arte está totalmente interligada com a história do jogo e torna o estilo artístico ainda mais interessante. Os gráficos são simples, lembrando até games mobile, porém eficazes (pense em algo como FEZ, porém sem a mesma profundidade).

O sistema de combate é inspirado no antigo jogo infantil jokenpô: o jovem Flat é capaz de trocar sua forma física para Circulo, Quadrado e Triangulo. O macete é que cada um dos inimigos que surgem no caminho deve ser derrotado por uma determinada forma. Cabe ao jogador trocar para a forma apropriada a fim de derrotar o inimigo que estiver no caminho, levando em consideração que muitos deles têm pontos fracos, à lá, Shadow of the Colossus.

Sistema de combate diferenciado

6449a19a8d35590662e1376a229fdd2b4671d132Funciona da seguinte forma: basicamente ao se aproximar de um inimigo, você deve assumir a forma geométrica oposta à dele, seja para atacar ou se defender. Círculo vence o quadrado, o quadrado vence o triângulo e o triângulo vence o círculo. Portanto você deve pensar e agir rápido para derrotar os inimigos. Este elemento torna o combate mais estratégico e diferente de qualquer outro platformer que você já viu.

Os controles são fáceis de aprender, o que torna a jogatina agradável. Dificilmente você vai se atrapalhar com os comandos, mesmo nos momentos em que precisará de reflexos rápidos. Esta simplicidade também pode ser vista nos puzzles que Flat deve resolver: eles não vão consumir muito tempo do jogador, mas conseguem manter o interesse nos momentos em que não há combates.

A trilha sonora é de respeito e merece atenção especial do jogador, pois foi composta por nada menos que Manami Matsumae, a mesma que assina as trilhas de Shovel Knight e Might No. 9. Não são muitas as canções, mas elas são bem feitas e embalam bem os momentos da aventura, alternando entre ação, alegria e mistério.

Os pontos negativos

Infelizmente nem tudo são flores em Flat Kingdom. Apesar de bastante divertido, a duração deixa a desejar: você levará cerca de seis horas para concluir a aventura e o fator replay é bastante baixo, visto que são pouquíssimos capítulos e o desafio não é lá muito alto. Parece que a Fat Panda quis tornar o game amistoso para jogadores mais jovens. O problema é que a maioria dos jogadores de plataforma são ávidos por desafios e combates ferrenhos. Apenas alguns chefões oferecem alguma dificuldade real, mas nada que tire o sono do jogador.

2jpg_0Cada um dos mundos conta com três níveis, mas o jogador só conseguirá passar por todos eles ao obter as variadas habilidades especiais como pulo duplo/triplo, destruir paredes etc. Deste modo, é normal que algumas fases fiquem para trás. O problema é que quando você está quase no final do game, você é obrigado a retroceder ao início a fim de passar todos os níveis que ficaram para trás, tornando o gameplay repetitivo.

Veredicto

Flat Kingdom é um game bastante divertido e que supre a necessidade dos fãs de bons jogos de plataforma. A direção de arte é fabulosa e o sistema de combate inspirada em jokenpô é bastante criativa e bem executada. Uma pena que o game seja curto e o fator replay seja baixo.

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Ainda que tenha alguns pormenores, você vai se divertir bastante graças ao mundo fantástico e as batalhas contra os chefões. A história também é agradável, apesar de não ser original, de modo que o jogador vai ficar atento do inicio ao fim. O jogo cumpre seu papel e diverte fãs de plataforma que esperam produtos originais e com identidade própria. O título está disponível na plataforma Steam nas versões Standard e Deluxe, que acompanha o soundtrack e um digital Artbook.

Nota: 8

Abaixo você confere o vídeo de Flat Kingdom:

Prazo para inscrições de jogos no BIG Festival encerra hoje

Termina hoje (28/04) o prazo de inscrição de games para o BIG Festival 2017, o maior evento de jogos independentes da América Latina. Se você ainda não mandou seu projeto, corre, pois este é o prazo final. Desenvolvedores de jogos independentes do mundo todo podem inscrever seus jogos pelo site oficial do evento. O evento está em sua quinta edição e é bastante famoso por tornar jogos brasileiros em sucesso de público.

A edição 2017 do BIG Festival acontecerá de 24 de junho a 2 de julho, no Centro Cultural São Paulo, na capital paulista. Os jogos finalistas estarão disponíveis para o público em computadores, tablets, smartphones e consoles em uma exposição gratuita em que os visitantes poderão testá-los e votar em seus favoritos, inclusive jogos em Realidade Aumentada e Virtual.

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Horizon Chase, da Aquiris Game Studio, um dos maiores achados do BIG Festival

Como é de praxe, os games inscritos serão analisados pelo Comitê de Seleção do festival, e os selecionados irão competir em diversas categorias, como Melhor Jogo, Melhor Gameplay, Melhor Som, Melhor Arte, Melhor Narrativa, entre outras. Em 2016, o jogo brasileiro Horizon Chase, da desenvolvedora gaúcha Aquiris Game Studio, foi consagrado como o melhor do evento, vencendo na escolha do júri.

“Em 2017 consolidaremos o Brasil como o “hub” de negócios internacionais na América Latina, um feito extraordinário para um setor tão efervescente como o dos Games”, disse Eliana Russi, organizadora da área de negócios do BIG Festival.

A expectativa é que o evento supere o sucesso do ano passado, quando o BIG Festival recebeu a inscrição de 515 jogos de 48 países diferentes, sendo quase metade deles (232) produzidos no Brasil. Foram 18 mil visitantes em 2016, sendo 2.400 profissionais do setor.

 

Serviço – 5º BIG Festival (Brazil’s Independent Games Festival)

De 24 de junho a 2 de julho (Segunda, 26, não abre)

De terça a sexta: 10h às 22h / Sábado e domingo: 14h às 22h

Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro 1000 – Paraíso, SP

Entrada: Gratuita

BIG Festival e Anima Mundi fecham parceria inédita

A organização do BIG Festival acaba de anunciar uma parceria inédita com a Anima Mundi, o maior evento de animação da América Latina). O objetivo é criar o BIG Anima Business Meeting a fim de gerar negócios entre produtores de games e de animação nacionais e internacionais. A parceria irá permitir que inscritos no Anima Forum participem das rodadas e de toda a programação do BIG Business Forum.

De acordo com a organização do BIG, a partir de 2017 compradores internacionais não apenas de games, mas também de animação, estarão convidados para o BIG Anima Business para promover conexões entre produtores e clientes, através de ferramentas de matchmaking e das rodadas de negócios. O anúncio oficial será feito no BIG Festival deste ano, em 29 de junho.

eliana-russi-1“O foco é a geração de negócios. Com esta parceria entre o BIG Festival e o Anima Mundi, vamos fortalecer os setores de games e de animação brasileiros, gerando novos negócios e criando novos ambientes de cooperação entre as empresas brasileiras. Afinal, com empresas locais mais fortes e estruturadas a nossa capacidade de oferta de serviços e propriedades intelectuais ‘world class’ só tende a aumentar”, diz Eliana Russi, gerente executiva do Projeto Brazilian Game Developers.

No BIG Festival 2016 foram fechados US$ 2 milhões em negócios durante o evento, e as rodadas de negócios movimentaram mais US$ 20,7 milhões, um aumento de 95% com relação aos US$ 11 milhões movimentados no BIG 2015. Estes números são ainda mais impressionantes se comparados com os US$ 2,9 milhões movimentados no BIG 2014. A ideia é justamente que os produtores de games e animações ganhem espaço para fazer negócios com investidores.

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O Anima Mundi realiza há mais de dez anos o Anima Fórum, principal ponto de encontro entre profissionais de animação onde se discutem as tendências do setor. O evento é famoso por apresentar curta metragens de alta qualidade e revelar novos profissionais para o cinema americano.

De acordo com o diretor César Coelho, “a produção brasileira triplicou nos últimos 5 anos. Hoje, muitas séries nacionais estão com segundas e terceiras temporadas em produção. É um mercado em expansão, e que, com estúdios de animação e games juntos, abrirá ainda mais oportunidades para novos conteúdos, além da otimização de recursos e mão de obra.”

 

Serviço – 5º BIG Festival (Brazil’s Independent Games Festival)

De 24 de junho a 2 de julho (Segunda, 26, não abre)

De terça a sexta: 10h às 22h / Sábado e domingo: 14h às 22h

Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro 1000 – Paraíso, SP

Entrada: Gratuita

 

Serviço – 11º Anima Forum (25º Festival Anima Mundi)

De 19 a 21 de julho no Rio de Janeiro e de 26 a 28 de julho em São Paulo

Rio de Janeiro: CRAB – Centro SEBRAE de referência do Artesanato Brasileiro

São Paulo: local a definir

Conheça o game indie Tower Escape do Moraes Studio

Tower Escape é um game feito sob medida para quem curte desafio e quer testar seus reflexos. Criado pelo estúdio indie brasileiro Moraes Studio, o jogo é do gênero plataforma 2D e o jogador deve ajudar o pequeno herói a passar por obstáculos como buracos e estacas no chão. O game tem sangue e lembra bastante a dinâmica de Super Meat Boy, inclusive com o tom de humor e controles fáceis, mas desafiador.

Tower Escape é totalmente gratuito e já está disponível para usuários do Android. Todo o cenário de Tower Escape é dinâmico e aleatório, em Tower Escape você tem que subir o mais longe possível, evitando armadilhas, passando por obstáculos insanos e coletando moedas para desbloquear novos personagens. O game é bastante desafiador, de modo que o jogador vai passar por maus bocados se quiser ir longe.

moraes-studioTower Escape traz a emoção de competir com outros jogadores através de um ranking global, quanto mais jogar, melhor será no ranking. Os visuais remetem aos jogos retrô da geração 8 bits, graças aos gráficos pixelados. Até mesmo a trilha sonora soam como os jogos do Nintendinho.

Onde baixar Tower Escape

O estúdio Moraes se esforçou para criar um jogo divertido e altamente viciante, capaz de cativar os retro gamers e jogadores ávidos por alto desafio. Tower Escape é um ótimo jogo para passar o tempo, divirta-se tentando ser o melhor do mundo no ranking do jogo. O download é gratuito.

Game mexicano Flat Kingdom chega ao Brasil através da Steam

Flat Kingdom é o tipo de game que tem tudo para agradar os jogadores ávidos por boas aventuras e combates estratégicos. Criado pelo estúdio mexicano Fat Panda, o game coloca o jogador no papel de Flat, um improvável herói que é convocado pelo Rei Quadrado para resgatar a Princesa Tri e derrotar um perigoso vilão mascarado. Este é o primeiro game da Fat Panda a ser lançado no Brasil e está disponível através da Steam.

A história do game é sobre salvar a princesa, porém o roteiro é contado de maneira divertida e bastante original. O sistema de combate segue essa mesma premissa, abusando da estratégia, porém com um toque que remete a infância. Basicamente a cada novo inimigo inicia-se uma partida de jokenpô e o jogador deve mostrar-se um grande sortudo ou dominar a arte deste jogo.

637x358O jogador terá que mudar as formas de Flat para círculo, triângulo e quadrado para derrotar os adversários, que também estão em diferentes formas geométricas. Toda forma geométrica é forte contra outra mas perde para as demais. Círculo é forte contra quadrado, triângulo vence círculo e quadrado derrota triângulo.

Flat Kingdom é divido em diversos mundos diferentes e cada um deles apresenta cenários 2D ricos de detalhes e com muitas referências a jogos clássicos. Cada fase possui um puzzle diferente e o jogador deve quebrar a cabeça para entender e resolver seus enigmas. Além disso, em todos os mundos do jogo existem pergaminhos escondidos que contam mais sobre a história do jogo.

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Outro destaque são os chefões de Flat Kingdom, que costumam ser desafiadores e divertidos. O jogador terá que dominar muito bem as mecânicas de movimentação e combate do jogo para conseguir seguir em frente. Basicamente os desenvolvedores quiseram criar um game com identidade própria que pudesse ser apreciado por jogadores de todas as idades.

flat-kingdom-review-squidA trilha sonora do game foi composta por Manami Matsumae, responsável pela ambientação musical de jogos como Mega Man, Shovel Knight e Mighty No. 9, os efeitos e trilhas sonoras são responsáveis por manter o jogador imerso no mundo papercrafted de Flat Kingdom.

Flat Kingdom chegou ao mercado brasileiro em parceria com a publisher Games Starter, já com legendas em português brasileiro e um desconto especial de 60% na edição Deluxe (que acompanha a trilha sonora oficial do jogo e também o artbook com todos os desenhos de Flat Kingdom), o jogo está disponível para compra na Steam.

Assista abaixo o trailer oficial de Flat Kingdom:

Diretor do game Batman é a 1ª atração Internacional confirmada para o BIG Festival

A organização do BIG Festival acaba de anunciar a sua primeira atração internacional. O diretor de cinemática Stefan Leblanc estará no evento para palestrar sobre o processo de criação de jogos AAA a partir do dia 29 de junho, às 10h. O produtor é um dos responsáveis pelo game Batman: Arkham Origins e Prince of Persia: The Forgotten Sands, além de estar envolvido em Deus Ex: Mankind Divided, da Square Enix, desenvolvido pela Eidos Montreal. Stefan LeBlanc é especialista em direção e em produção de filmes tradicionais e é apaixonado por animação. Ele também dirige seriados e desenhos de televisão. Segundo ele, trabalhar com captura de movimentos o permitiu juntar essas duas paixões. A expectativa é que o produtor fale sobre como é o trabalho em grandes estúdios e inspire os desenvolvedores indies que estarão no BIG Festival.

Inscrições de jogos para o BIG encerram nesta semana

Stefan Leblanc, diretor de cinemática de Batman é um dos destaques do BIG Festival
Stefan Leblanc, diretor de cinemática de Batman é um dos destaques do BIG Festival

Para os desenvolvedores de jogos que desejam participar da competição principal do BIG Festival, o prazo final das inscrições é 23 de Abril. Basta acessar o site e inscrever-se gratuitamente. De acordo com as normas do evento, somente os projetos inéditos ou publicados há, no máximo, dois anos serão aceitos. A expectativa é que o evento supere o sucesso do ano passado, quando o BIG Festival recebeu a inscrição de 515 jogos de 48 países diferentes, sendo quase metade deles (232) produzidos no Brasil. Foram 18 mil visitantes em 2016, sendo 2.400 profissionais do setor. O evento oferece palestras e apresentações de executivos e desenvolvedores da indústria global de jogos, rodadas de negócios para criadores independentes, pitching de negócios no BIG Starter e o BIG Booth, com jogos brasileiros convidados para participarem da exposição. A entrada é gratuita e a cada nova edição bate-se recorde de público e de mídia.  

Serviço – 5º BIG Festival (Brazil’s Independent Games Festival)

 

De 24 de junho a 2 de julho (Segunda, 26, não abre) De terça a sexta: 10h às 22h / Sábado e domingo: 14h às 22h Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro 1000 – Paraíso, SP Entrada: Gratuita

Conheça o game indie Lester Quer Queijo, disponível para Android

Lester Quer Queijo é a nova produção do estúdio indie Dual Games Brasil (os mesmos criadores de Sieg Adventure). Basicamente é um jogo casual em que os jogadores devem ajudar o pequeno Lester a roubar queijo da residência de uma família bastante avessa aos ratos. O grande desafio é desviar dos inúmeros gatos que habitam a casa e pegar o queijo, onde quer que esteja.

O game tem perspectiva do alto, de modo que o jogador tem boa visão dos obstáculos e inimigos que estão em seu caminho. Mas nem por isso a tarefa de roubar queijos é fácil: os gatos são tão rápidos quanto Lester e os humanos não dão sossego para o pobre ratinho. Como se não bastasse, há armadilhas espalhadas por toda a casa, tais como ratoeiras, queijo envenenado, caixas, mancha de óleo etc.

lstFelizmente é possível ter a tarefa facilitada com o upgrade Power Run, que aumenta a velocidade de Lester. Deste modo, é possível fugir dos inimigos rapidamente. Além dele, há outros upgrades bacanas como o Escudo e o aumento de tamanho. Quanto mais queijo você pegar, maior a sua pontuação (que é usada para comprar os upgrades na loja do game). O grande objetivo é entrar no ranking do game e desafiar seus amigos a bater seu recorde.

Onde encontrar o game Lester Quer Queijo

A jogabilidade de Lester Quer Queijo é simplificada, de forma que qualquer jogador pode apreciar a obra. Os gráficos e a trilha sonora fazem seu papel de cativar o jogador e mostram a força do estúdio Dual Games. O objetivo parece ter sido fazer um game simples, porém divertido. Se você curte desafio e games casuais, vale a pena conferir. O título está disponível gratuitamente para Android.

Abragames apresenta Jogos Brasileiros e Bate Papo com Desenvolvedores no dia 18 em SP

O desenvolvimento de games nacional está numa crescente desde 2008, época em que Erinia ganhou os holofotes. Mas antes dele tivemos ainda super lançamentos como Otlive e Show do Milhão, ambos de 2001 e que alçaram sucesso mundial. Hoje em dia se discute se os jogadores brasileiros tem preconceito com produções nacionais. Se você é fãs de games brasileiros e gosta de ficar atento as novidades, vale dar uma conferida no bate papo que a Abragames irá promover no próximo dia 18 na Unibes Cultural.

O bate papo terá a participação de desenvolvedores brasileiros por trás dos jogos Lila’s Tale (SkullFish) e Deed The Game (Sinergia Studios). De acordo com a Abragames, o encontro será celebrado das 19h às 21h. A expectativa é que, além de os games serem apresentados, haverá uma discussão sobre o cenário nacional e sobre o processo criativo de um game.

Lila’s Tale foi um dos games finalistas do Pitch Arena, premiação do Global Mobile Game Congress, GMGC Beijing 2017. O jogo será lançado para Gear VR no terceiro trimestre de 2017. O Deed The Game, da Sinergia Studios, é um inteligente e divertido game de negócios e também foi o vencedor na categoria voto popular do BIG Festival 2016.

A cada edição a Abragames levará novos jogos e desenvolvedores ao palco. Os visitantes poderão jogar e conhecer os desenvolvedores. A melhor parte: o evento é gratuito, basta preencher sua inscrição.

Quem vai estar lá:

 

Rafael Ferrari

Pioneiro no desenvolvimento de jogos para VR durante seu trabalho na Samsung, Rafael trabalha na área de jogos a mais de 10 anos, sendo os últimos 3 totalmente focados em VR. Em seu currículo, constam mais de 30 jogos e passagem por grandes empresas como Black River Studios, Hive, Glu e Skyzone Mobile. É sócio fundador e CEO da Skullfish Studios, empresa focada em desenvolvimento de conteúdo para Realidade Virtual.

Gabriela Thobias

Com conhecimentos em design, experiência de usuário e marketing, Gabriela tem trabalhado com jogos a quase 5 anos. Passou por empresas tanto da indústria de jogos quanto fora dela como Arezzo, Hive e Black River Studios, onde, nesta última, passou os últimos 3 anos trabalhando focada com Realidade Virtual antes de co-fundar a Skullfish Studios, empresa especializada em desenvolver conteúdo para Realidade Virtual.
Sandro J. Morishita

Diretor de produção e Game Designer em desenvolvimento mobile para iOS, Android, Nintendo e Sony. Após trabalhar em empresas como Ubisoft, Glu Mobile, Aplay Studios e ter produzido mais de 10 jogos e aplicativos, atuando na coordenação e desenvolvimento de apps e jogos, Sandro co-fundou a Sinergia Studios focado no desenvolvimento de jogos mobile, aplicativos e Realidade Virtual

Serviço: Encontro de desenvolvedores Abragames

Dia: 18/04
Horário: 19h às 21h
Local: Biblioteca da Unibes, Rua Oscar Freire 2500, Ao lado da estação Sumaré do metrô, São Paulo, SP 05409012
Entrada: Gratuita

Epic Game Jam promete final emocionante durante a Geek & Game Rio Festival

Mais uma atração arrasadora foi confirmada para o evento Geek & Game Rio Festival, que ocorrerá nos dias 21 a 23 de abril na capital carioca. Desta vez, foi confirmado que a final da Epic Game Jam (ECJ) será sediada dentro do evento. Basicamente trata-se de um campeonato game jam que unirá centenas de desenvolvedores em 6 capitais do Brasil. Os times vencedores de cada regional se encontram na finalíssima no Rio de Janeiro.

A Epic Game Jam segue o princípio de uma Jam normal, porém com um caráter um pouco mais competitivo, você terá que criar não apenas um jogo, mas um projeto! A ideia é que os diferentes estúdios desenvolvam games entre os dias 14 a 16 de abril durante as jams regionais. Mas fique atento! Não basta fazer o game, tem que pensar no marketing e business dele, pois serão pontos levados em consideração pela banca julgadora. Cada regional terá duas equipes vencedoras, que serão convidadas a apresentar o seu projeto na grande final nacional durante a Geek & Game.

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Após o julgamento de uma banca final, será decretado o grande campeão, que vai receber apoio e prêmios para alavancar o projeto. Diferente de outras jams, a Epic Game Jam é uma das poucas maratonas de desenvolvimento a reunir diversos estados. Em paralelo ao evento principal, haverá cobertura por parte de youtubers bastante famosos como o Diogo Braga e o Thiago Rex sobre o jogo vencedor da ECJ, até dezembro, quando o game será lançado para venda ao público. A intenção é que o grande vencedor conquiste mídia massiva através dos youtubers.

Thiago Rex, um dos youtubers engajados no Epic Game Jam.
Thiago Rex, um dos youtubers engajados no Epic Game Jam.

Como o Epic Game Jam é dividido por regiões, você deve inscrever seu projeto de acordo com a cidade/estado em que reside. Clique na sua cidade para se inscrever (Curitiba, Porto Alegre, São Paulo, Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro). Se você é desenvolvedor e tem experiência em criar games em poucas horas, vá em frente: a Epic Game Jam promete ser uma das maiores jams do Brasil.

Para quem não conhece, uma Game Jam é um evento onde desenvolvedores se reúnem para formarem equipes e criarem jogos do 0 até o fim do evento, com tempos variados, mas normalmente por volta de 48h ininterruptas. Para mais informações, basta acessar a página do Grupo Epic.

Estúdio Indie Tapps Games abre vaga para Lead Artist

Ótima oportunidade para quem possui boa experiência na área de jogos digitais e quer trabalhar em um dos estúdios de games digitais mais promissores do cenário nacional. A Tapps Games está à procura de um Lead Artist capaz de guiar toda a equipe de desenvolvimento e interagir com clientes de maneira eficaz. O novo contratado será responsável pela nova fase de expansão do estúdio que pretende lançar ainda mais games para o mercado mobile.

O Lead Artist será responsável por liderar, motivar e inspirar a área de arte, composta por juniores e seniores no desenvolvimento de jogos mobile, monitorando o clima e moral da equipe. Além disso, parte de suas atribuições é a de contratar e alocar pessoas de acordo com as necessidades dos produtos, gerenciar os artistas (adaptação, carreira, roadmaps, salários, promoções, necessidades) e trabalhar one on one para mapear e acompanhar o desenvolvimento de carreira de cada um.

tappsBasicamente, a Tapps Games precisa de uma figura para definir o planejamento estratégico da área de jogos eletrônicos e com conhecimentos técnicos o bastante para auxiliar os funcionários em questões técnicas e estéticas. Além disso, o profissional irá definir, documentar e implementar processos e guidelines que sejam coerentes com a produção; Pesquisar, implementar e acompanhar os resultados de novas tecnologias e ferramentas que agreguem valor na produção; Identificar os gaps da área e propor treinamentos aos artistas; Comunicar-se com o outsource manager para garantir as demandas externas dos produtos.

Para se candidatar a vaga de Lead Artist na Tapps Games é necessário preencher os seguintes requisitos:

  • Conhecimento da produção de jogos mobile.
  • Experiência prévia com gestão de pessoas.
  • Ter capacidade e visão de mercado para definir o direcionamento de arte de um produto.
  • Boa visão artística e capacidade de prover auxílio técnico e estético para os artistas quando requisitado.
  • Excelente organização e habilidade de comunicação, nos mais diversos cenários.
  • Proatividade, cordialidade, iniciativa e capacidade de antecipação.

 

De acordo com a Tapps Games, os candidatos com experiência em Spine já tem um diferencial, bem como possuir conhecimento de UI/UX para jogos mobile e ter pelo menos um jogo lançado como Lead Artist ou Diretor de Arte. Para se candidatar basta preencher o cadastro através do LinkedIn.

Para quem não conhece, a Tapps Games é um estúdio de jogos paulista criado em 2012 que já possui mais de 300 jogos desenvolvidos e publicados por conta própria. Um  dos diferenciais do estúdio é o ambiente leve formado por uma equipe criativa e bastante talentosa. Entre seus projetos lançados, destacam-se VR Dogs Free, Greenhouse Effect e My Pizza Maker.