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Conheça o jogo Torto Turtle disponível para iOS

Hoje vamos falar sobre o jogo Torto Turtle, produzido por desenvolvedores independentes brasileiros. O game é basicamente um caça-palavras para dispositivos mobile. O grande diferencial é o vasto e caprichado dicionário de palavras em conjunto com um dos belo level design para o gênero.

As fases são cheias de palavras para encontrar e você sempre terá novos desafios à medida que progride. Você nunca ficará travado numa fase ou sentirá monotonia em uma fase mal projetada. A intenção é tornar o game mais divertido e que possa ser apreciado por jogadores de todas as idades.

A jornada em Torto Turtle começa fácil e simples, mas à medida que o jogador progride, as fases ficam mais difíceis e complexas, já que o maléfico Torto Turtle usa cada vez mais seus poderes para dificultar a sua aventura. Sim, tem uma breve história para acompanhar a jogatina: o maléfico bruxo Torto Turtle aprisionou muitas criaturas inocentes e agora você precisa superar seus desafios para libertá-las.

Se ficar muito difícil, você pode gastar moedas para usar sua própria magia para enganar o vilão e mudar uma letra na grade de letras da fase. Um desempenho excelente concede moedas extras para seu cofre, prontas para serem usadas na próxima fase e poupar algum suor.

Ilustrações, música e efeitos sonoros foram feitos com cuidado e a equipe se esforçou muito para criar uma experiência final fluida e gratificante.  Torto Turtle está disponível gratuitamente para dispositivos iOS.

Izyplay e Gênio Game Studios abrem as portas para o evento IzyOpen House 2018 amanhã

Se o seu sonho é trabalhar com games, mas ainda tem dúvidas de como é trabalhar nesta área, a dúvida é conhecer o Izy Open House, um evento organizado pelas empresas Izyplay Game Studio e Gênio Games de Pelotas, RS. Basicamente eles abrem as portas das empresas Izyplay e Gênio Games para receber estudantes e entusiastas por videogames a fim de conhecer o processo de criação de um game. O primeiro evento ocorrerá dia 19/01 às 18h30 na sede conjunta das empresas.

O Izy Open House é um evento mensal que tem por objetivo fomentar o desenvolvimento de games para entusiastas, alunos e profissionais da área. Quem participar do evento vai poder conferir os games em desenvolvimento e também assistir uma palestra sobre temas atuais do mercado de games.

O primeiro evento ocorrerá dia 19/01 às 18h30 na sede das empresas. O endereço é na Galeria Antunes Maciel, sala 411. Interessados pelos processos de Arte, Programação, Game Design, Business, Marketing eTesters são bem vindos. Para participar basta preencher o formulário online.

Nova parceria da Izyplay

Ainda falando sobre a Izyplay, o estúdio acabou de anunciar uma grande parceria para 2018. A nova parceira é a 7Sounds, uma das maiores empresas especializadas em efeitos sonoros, composição musical, dublagem, integração e localização do país. O objetivo da parceria é estreitar ainda mais os laços entre os 2 estúdios, gerando uma só equipe capaz de produzir games com uma maior integração entre gameplay, arte e som.

 

Serviço – Izyplay – Izy Open House

Onde: Galeria Antunes Maciel – sala 411 – Rua Felix da Cunha 614, Pelotas, RS

Quando: 19/01/2018 às 18h30

Inscrição: formulário online

Contato: contato@izyplay.com.br / +55 (53) 3025 – 6340

Electronic Arts anuncia data de lançamento de Fe, jogo do selo EA Originals

Para quem estava esperando novidades sobre o promissor jogo “Fe”, temos  algumas noticias. A Electronic Arts anunciou que o título será lançado mundialmente em 16 de Fevereiro para Xbox One, PlayStation 4, Origin para PC e Nintendo Switch. O game está sendo bastante aguardado por jogadores que esperam por  experiências totalmente novas.

Desenvolvido pelo estúdio sueco Zoink Games, Fe é um jogo imaginativo de plataforma de mundo aberto em que os jogadores irão embarcar em uma aventura na pele de um filhote perdido em uma densa floresta, explorando e descobrindo os segredos da flora através de visão e som. Além de explorar o ambiente, o jogador deve interagir com outros animais e plantas locais. Para tanto você deve aprender novas músicas para acessar diferentes partes do ambiente florestal.

Mas nem tudo são flores em Fe: durante a aventura você irá se deparar com criaturas malignas que trazem o silencio e tentam modificar o bosque. Outro ponto de interesse do jogo é que você é livre para explorar sem qualquer indicação de onde ir ou o que fazer! Você é jogado em uma densa floresta e deve descobrir por si só o que fazer para encontrar seu caminho e impedir que a floresta seja corrompida pelas criaturas malignas.

Em Fe, jogadores serão encantados pelos arredores naturais, enquanto desvendam segredos, completam missões secundárias e encontram criaturas místicas da floresta. Os jogadores irão escalar, deslizar e cavar enquanto viajam pela experiência de mundo aberto, encontrando, interagindo e resgatando plantas e animais dos Silent Ones, as máquinas antagonistas que estão ameaçando a floresta. Através de uma liberdade de exploração única em um mundo cheio de descobertas a serem feitas, jogadores se tornarão Fe e nunca vão querer partir.

Fe é mais uma mostra da nova estratégia da EA de apoiar a desenvolvedores independentes, tal como aconteceu com o excelente Unravel. O objetivo do selo EA Originals é oferecer experiências únicas ao jogador ao passo que apoia desenvolvedores menores. De acordo com a EA, todo o dinheiro das vendas dos jogos deste selo vão direto para os desenvolvedores, a fim de melhorar a estrutura desses estúdios.

Abaixo tem o trailer de Fe:

Black Andy Label – Conheça o projeto AAA do estúdio brasileiro BlackHouse

Doze anos após a destruição de seu satélite natural, a Lua, a Terra está devastada e a solução é colonizar o planeta Marte.  Um pequeno grupo de cientistas vai até o planeta vermelho a fim de encontrar uma nova morada para a humanidade. Ao chegar lá os cientistas descobrem que a destruição da Lua foi um plano de uma raça alienígena chamada Tirax, que visa exterminar a raça humana. Cento e cinquenta combatentes são enviados para combater os alienígenas, porém são emboscados e sobrevivem apenas três dos guerreiros humanos chegam à Marte para o combate. Este é o plano de fundo do jogo Black Andy Label, um game com toda a pompa de AAA desenvolvido pelo estúdio brasileiro BlackHouse.

Já falamos aqui sobre este impactante lançamento, porém vale mais uma menção, pois este é um jogo que promete elevar o nível dos jogos brasileiros. Iniciado em 2016, Black Andy Label começou já com planos bastante promissores: os desenvolvedores realizaram diversos estudos e entrevistas com jogadores e produtores de games e chegaram a conclusão de que era possível criar um game licenciável através de uma história impactante e gráficos incríveis.

Entretanto, como fazer isso sendo um estúdio independente? Os obstáculos eram variados: não havia nenhum estúdio de motion capture no Brasil, nem mesmo a tecnologia para fotometria ou dublês experientes em jogos digitais. A solução foi buscar parceiros interessados em criar um projeto grandioso. Assim surgiram as parcerias da Print-Me, especialista em fotogrametria de pessoas para impressão colorida em cerâmica, e a Action Kung Fu que trouxe os dublês treinados e capacitados para dar vida aos personagens. Outros parceiros surgiram e o projeto Black Andy Label começou a sair do papel.

O estilo de jogo é TPS (third person shooter), assim como Gears of War, porém com o diferencial que os personagens além de atirar ainda são proficientes em artes marciais. A ideia é que o jogador não precise para a ação após parar de atirar, ou seja, pode-se sair no braço com os adversários a fim de realizar emboscadas e finalizações devastadoras. Os dublês do game são treinados em Kung Fu, Judô, Parkour e acrobacias diversas.

A expectativa da BlackHouse é criar um game não apenas divertido, mas que se aproxima das produções americanas e japonesas. Quem sabe até figurar por grandes eventos internacionais? Ainda sem data de lançamento definido, Black Andy Label deve ganhar bastante destaque entre os veículos especializados em games no Brasil. Ainda não há imagens gameplay, mas fique atento, pois este projeto promete!

Abaixo tem o trailer de Black Andy Label:

Grandes Estúdios Brasileiros de Games #03: Cat Nigiri

Em 2017 um estúdio de Florianópolis, SC, conquistou bastante projeção nacional após o sucesso de dois jogos (Keen e Necrosphere). A Cat Nigiri recebeu nomeações importantes em eventos de grande porte como a SBGames São Paulo, SBGames Porto Alegre e o BIG Festival.

O mérito foi criar jogos divertidos, porém diferenciados em suas estéticas e objetivos. Formado em 2012, a Cat Nigiri tem por objetivo unir mecânicas simples com gameplay inovadores, e deu certo! Hoje vamos ver um pouco da visão desses talentosos desenvolvedores que já são reconhecidos como um dos principais do Brasil.

 

Qual o significado do nome Cat Nigiri?

Temos duas versões.

A primeira é sobre um nome aleatório que soasse “indie o suficiente” para um grupo de amigos que precisavam de um nome para o estúdio.

A outra –– que contamos para investidores –– é sobre um gato que é ágil, esperto, pequeno e muito fofo, assim como o nosso time. Além disso, o nigiri é uma comida simples (fatia de peixe, bolinho de arroz e raiz forte) que requer muita habilidade para fazer.

Só escolher a versão que você prefere.

 

O que levou vocês a essa vida de videogames?

Paixão, persistência e muito entusiasmo. Um pouco de inocência, também.

 

É difícil desenvolver games fora do eixo Rio-São Paulo?

Não. É bem tranquilo. Está cheio de cariocas e paulistas por aqui em Floripa, de qualquer forma.

 

Se vocês tivessem dinheiro infinito para contratar qualquer produtor de games do mundo, quem seria? Por quê?

Nenhum destes famosos. Gostamos de fazer os jogos do nosso jeito.

 

Afinal de contas, a quantas anda o mercado de jogos no Brasil? É uma época boa para investir no mercado/carreira? Ou é melhor vender açaí mesmo?

Ocorreram algumas coisas muito interessantes neste último ano:

Incentivos governamentais como Ancine e Finep que dão credibilidade para a nossa indústria de desenvolvimento de jogos.

Baixa dos juros que vai fazer muita gente tirar o dinheiro dos bancos e realmente investir em algo produtivo.

Leis específicas para promover o investimento-anjo em pequenas empresas.

Mudanças nas leis que facilitam a contratação de profissionais.

Montar uma barraca para vender açaí pode ser um bom investimento, também. Parecer ser uma hora boa para empreender.

 

Muitos dos seus jogos seguem um estilo de arte mais cartoon, já tentaram fazer algo puxado para o realismo?

Ainda não. Realismo é bem mais custoso. O nosso foco é sempre o gameplay.

 

Tanto o Keen quanto o Necrosphere receberam nomeações para o BIG Festival e outros eventos. Vocês ficaram surpresos com o sucesso de crítica e público?

Ficamos surpresos e agradecidos. Infelizmente, troféu não compra pão. Tivemos aclamação tanto aqui como lá fora, porém as vendas de Necrosphere para PC ainda não chegaram onde esperávamos.

 

O Necrosphere é bem difícil (mesmo). Qual foi a maior inspiração para o projeto?

O ódio dentro do coração do Caio, junto com Metroid, VVVVVV e um pouco de Twin Peaks.

 

O que é mais importante para um game: gráficos ou jogabilidade?

Somos desenvolvedores de jogos, portanto o mais importante é jogabilidade. Se fossemos desenvolvedores de gráficos, talvez fosse o contrário.

 

Qual o jogo mais surpreendente que vocês já jogaram?

O último que o time comentou bastante foi Super Mario Odissey e Doki Doki Literature Club.

 

É muito difícil manter um estúdio de games aberto por tantos anos no Brasil?

Fase mais longa e difícil que já tivemos em nossas vidas.

 

Vocês possuem carreiras paralelas ou já é possível sobreviver apenas com os games?

Já tivemos diversos day jobs para pagar as contas do estúdio, hoje, felizmente, com investidores interessados, podemos sobreviver 1 ano de desenvolvimento. Para os próximos anos, precisamos emplacar um jogo lucrativo.

Quanto tempo leva o processo de criação de um game, mesmo que este possua mecânicas simples?

Depende do jogo. Game jams normalmente levam 2 dias. Necrosphere para PC foi feito em 10 meses. Keen 3 anos.

 

Muita gente acredita que os jogos japoneses não possuem a mesma força de outrora. Vocês jogam títulos orientais? Alguma coisa que ninguém conhece e merece destaque?

Mentiras. Só ver Legend of Zelda Breath of the Wild e Super Mario Odissey.

 

Qual o segredo para o produtor iniciante conquistar um espaço em meio aos milhares de games que surgem todos os dias na Google Play?

Esta é uma pergunta que adoraríamos ter a resposta. Nossa palpite é fazer jogos realmente engajantes e com qualidade.

 

Qual a formação necessária para conquistar aquele emprego dos sonhos em um estúdio de renome no Brasil?

Nenhuma em específico. O principal é ter lançado jogos.

 

Alguma dica para quem não consegue terminar o Necrosphere?

Tente novamente!

 

 

Agradecimentos o Nando Guimarães, CEO da Cat Nigiri, que atendeu prontamente nossa equipe!

Gosta de jogos de puzzles? Conheça o argentino Ethereal da Nonsense Arts

Nem só de jogos brasileiros é feito o Mercado de jogos independentes. Hoje vamos falar de um projeto bastante inusitado e interessante vindo diretamente da Argentina. Criado pelo estúdio Nonsense Arts, da cidade de Mendoza, Ethereal é um game experimental que busca unir puzzles desafiantes com uma atmosfera meditativa a fim de entregar um jogo “artístico” e bastante singular. Aqui no Brasil ele ganhou algum destaque após participar do BIG Festival 2017 (e ganhar na categoria “Melhor Som”).

Basicamente você deve resolver pequenos puzzles em um mundo que muda a perspectiva conforme você movimenta uma seta entre horizontal e vertical. A ideia é que você passa pelas paredes de um labirinto como um fantasma utilizando diferentes mecânicas. É difícil descrever a experiência, mas acredite: ela é bastante introspectiva e divertida. Como não existe um tutorial, mas as fases avançam em um crescendo, o jogador pega o jeito rápido e percebe que aqui está um produto diferenciado.

Ethereal está disponível apenas para PCs e foi criado pela dupla Nicolás Recabarren e Tomás Batista. De acordo com os desenvolvedores, “desde o princípio a ideia era criar algo que fosse simples, porém com uma experiência voltada para o lado criativo”. O resultado foi um jogo com mecânicas fantásticas, visuais simples, porém belos e um game bastante relaxante. Para isso, os desenvolvedores não colocaram marcadores de tempo ou inimigos que pudessem desviar a atenção do jogador.

Toda a ação se desenrola em um enorme nível formado por um labirinto com paredes de diferentes cores. Tudo se move, inclusive as cores, porém de modo aleatório e independente. O personagem (uma seta) se move a principio pela horizontal, porém ao acionar pequenos objetos redondos a movimentação é alterada em 90º, fazendo com que sua movimentação seja pela vertical. Em outras palavras, pode-se dizer que você está em um mundo de portas fechadas, porém entre elas há pontos conectados que o jogador deve tocar para poder abri determinada porta.

O título é, sobretudo, um game de exploração que joga o jogador para uma viagem de tentativa e erro. Não há game over, nem corridas, de forma que cada jogador deve chegar ao final ao seu próprio tempo de maneira tranquila. O mais bacana é que conforme o jogador avança ele descobre segredos e mecanismos quase que de forma natural, desbloqueando mecanismos e fases ainda mais interessantes. Sim, o maior triunfo do jogo é não pegar o jogador pela mão e ensiná-lo a jogar, mas mexer com a curiosidade do jogador.

Para quem curte puzzles intimistas, com uma trilha sonora bacana e uma curva de aprendizado bem desenvolvida, Ethereal é o seu jogo. Você pode obter mais informações sobre o projeto no site da Nonsense Arts.

Abaixo tem um trailer de Ethereal:

Antes que acabe o ano, conheça o game indie Green’s Mission

Hoje vamos falar sobre o jogo indie Green’s Mission, criado pela Carla Bispo. Trata-se de um shmup com uma estética mais simplista, onde o jogador acompanha a aventura de Green, uma jovem hacker que é forçada a embarcar em uma nave espacial e passar por ambientes hostis repletos de obstáculos. A intenção é unir uma narrativa densa com um gameplay divertido a fim de entregar um título bastante imersivo.

O game é indicado para quem curte a mistura de infinite runner, plataforma e shooter. O design das fases é bem simples, de modo que a Carla priorizou o gameplay para que o jogador tenha uma experiência divertida e casual. O design das fases até lembra os jogos da geração 8-16 bits. Um prato cheio para quem curte uma experiência mais retrô.

Durante a jornada de Green ela encontra com Bily, que serve como sidekick nas primeiras fases. A grande missão é desvendar uma mensagem encriptada que fora enviada para Green. Green’s Mission está disponível para download através do Itch.io.

Abaixo tem um trailer de Green’s Mission:

Antbuster – jogo indie nacional ganha versão para Android

Há 10 anos falamos sobre o Antbuster, um game do gênero defense tower, para a web. Pois bem, o projeto seguiu firme e forte durante todos esses anos, recebendo feedbacks da comunidade e dezenas de melhorias. É com muita alegria que podemos noticiar que o Antbuster acaba de ganhar uma versão para mobile (por enquanto apenas para Android). O game continua com a mesma pegada, ou seja, viciante e com uma curva de aprendizado rápida.

Para quem não se lembra, em Antbuster você precisa defender seu piquenique do ataque voraz de formigas esfomeadas. Para isso, você deve espalhar armadilhas pelo caminho dos insetos antes que elas roubem sua comida e retornem para o formigueiro. O cenário é simples, tal como a trilha sonora. Vez por outra surgem trivias sobre o comportamento das formigas. O mais interessante é que o desenvolvedor Marcelo Stein criou uma inteligência artificial evolutiva para as pequenas formigas.

Conforme você avança no game, o algoritmo Ant Colony Optimization providencia que as formigas aprendam o caminho mais seguro para chegar na comida sem levar tiros dos canhões instalados pelo jogador. A aceitação do jogo pela comunidade foi grande o bastante para que Stein não desistisse do projeto e resolvesse criar o remake para mobile. É um jogo gostoso de jogar e extremamente viciante: dá para perder horas tentando acabar com a infestação de formigas.

Para evitar que as formigas roubem seu bolo, basta instalar canhões que atiram automaticamente na formiga mais próxima. Assim que o jogador adquire mais dinheiro, pode-se realizar diferentes atualizações para deixar os canhões mais poderosos. Além disso, existem 31 tipos de canhões diferentes para montar diferentes estratégias e impedir as formigas de alcançarem o objetivo. Quem já jogou Defense Grid vai ter uma ideia do que o Antbuster tem a oferecer, ou seja, bastante diversão. A versão para Android já está disponível aqui.

Abaixo tem um vídeo de Antbuster:

Inscrições para o International Mobile Gaming Awards (IMGA) estão abertas até o final de dezembro

Se você é produtor de games mobile e quer ganhar visibilidade em meio aos inúmeros jogos que são lançados todos os dias, fique atento: estão abertas as inscrições para o IMGA Awards 2018 (International Mobile Gaming Awards), a premiação que visa reconhecer os melhores jogos mobile do mundo. As inscrições são gratuitas e vão somente até o dia 31 de dezembro e podem ser feitas por todos os desenvolvedores, desde que seu game tenha sido lançado ainda em 2017.

Esta é a 14º edição do tradicional evento, cuja premiação ocorre em março de 2018 durante a GDC (Game Developers Conference) na cidade de São Francisco, EUA. Vale lembrar que você deve submeter seu game através do site do evento e você pode até indicar um game ainda não lançado. Afinal, seu game pode concorrer no IMGA Awards na categoria “Jogo Mais esperado”. Para isso basta enviar uma demo jogável. Ah, este ano a premiação também está aberta para jogos AR e VR.

Este é o principal evento do mundo para games mobile e a expectativa é descobrir jogos promissores e desenvolvedores talentosos. Durante a cerimônia de premiação os jogos são testados por jornalistas, investidores e jogadores. Alguns jogos de sucesso foram premiados pelo IMGA em edições anteriores, tais como o Clash Royale e Steamburg. Se você lançou um game ainda neste ano ou pretende lançar um título mobile, não deixe a oportunidade passar. De acordo com os organizadores, os indicados para o IMGA Awards serão anunciados no dia 19 de fevereiro.

 

Serviço – IMGA Awards 2018

O quê: premiação para os melhores games mobile

Quando: 20 de março de 2018

Onde: São Francisco, EUA

Inscrições: Até o dia 31 de dezembro através do site oficial.

Black Andy Label – primeiro jogo brasileiro com status de AAA ganha trailer empolgante

A diferença entre jogos brasileiros e americanos está cada vez menor. Prova disso é o jogo Black Andy Label: Mission Mars, da produtora indie BlackHouse. O título de TPS promete elevar o nível dos jogos nacionais graças aos gráficos foto-realistas e a produção caprichada, que lembra algo de Gears of War. Este é o primeiro título produzido no Brasil a fazer uso de motion capture corporal total. A intenção é entregar um produto de alta qualidade e com uma experiência bem próxima dos games americanos e japoneses. Sim, o jogo se propõe a ser o primeiro título AAA feito no Brasil. 

Black Andy Label é em terceira pessoa e com elementos de lutas marciais e parkour. A trama envolve bastante ação e aventura: A humanidade é devastada após a destruição de seu satélite natural, a Lua. Doze anos depois, um grupo de cientistas se dirige a Marte para encontrar uma nova morada para os sobreviventes, mas descobrem que a desgraça ocorrida na Terra foi um plano de Tirax, uma facção alienígena perigosa.

Nesse ínterim, é criada a Missão Marte, onde 150 combatentes são enviados para impedir que a ameaça alienígena de Tirax faça o expurgo de nossa raça. Após uma emboscada, somente três dos mais renomados combatentes conseguem chegar a Marte e devem lutar antes por suas vidas e pelo que sobrou da humanidade.

Para justificar o uso do mocap (motion capture), a BlackHouse contratou coreógrafos acrobatas e artistas marciais de kung fu. A produção envolve ainda fotogrametria e captura de mais de 2000 expressões faciais. Durante o evento BIG Festival, os visitantes puderam ver uma prévia do game. O feedback foi tão positivo que a Sony se interessou pelo game e acabou fechando contrato com a BlackHouse. A previsão é que Black Andy Label seja lançado no segundo semestre de 2019, para PC e PS4.

Abaixo tem um trailer de Black Andy Label: Mission Mars: