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Isaac e o Enigma do Explorador é jogo indie de terror ambientado na região de SC

A dica é para quem procurar um jogo aterrador e repleto de mistério: o Laboratório de Tecnologias Computacionais – LabTeC – da Universidade Federal de Santa Catarina – acaba de lançar o jogo Isaac e o Enigma do Explorador, um título que coloca o jogador no papel de um jovem garoto em uma missão para resolver o mistério por trás do desaparecimento de seu avô. O game é repleto de momentos de tensão e muitos puzzles.

A trama começa após Isaac descobrir um cofre misterioso do Museu Histórico de Araranguá que contém pedaços de pergaminhos. Esse documento é parte de uma pista que o direciona até a Mina de Visitação Octávio Fontana em Criciúma. Dentro desse ambiente, o menino explora com uma lanterna que pode ser a luz que orienta o seu caminho, além de proteger dos perigos que somente a escuridão esconde.

O jogo se passa na cidade de Araranguá, que é a localização do LabTeC. Ou seja, além de transmitir uma sensação de pura tensão, o game permite ao jogador viajar pela história das cidades de Araranguá e Criciúma. A ideia é que o jogador tenha a sensação de estar em um ambiente mais realista. Perigosos desafios surgem a todo o instante e Isaac precisa ser cauteloso para que consiga ir até o fim em sua aventura.

Um dos pontos altos de Isaac e o Enigma do Explorador é a exploração das minas de Criciúma, pois ali a sensação de horror psicológico se torna mais denso. Aqui o jogador vai adentrar por subterrâneos lúgubres e frios, andar por um cofre misterioso, recolher lanternas e itens para se proteger de monstros horrendos. Os sustos são bem frequentes.

Como se não bastasse, Isaac deve resolver diversos puzzles e enigmas sobre as cidades de Araranguá e Criciúma, pertencentes ao sul de Santa Catarina. A intenção dos desenvolvedores foi de que os jogadores apreendessem sobre a história da região e seus pontos turísticos se divertindo. Durante o jogo pode-se recolher itens para montar um altar mágico e uma profecia misteriosa.

Apesar do clima pesado, Isaac não chega a afastar jogadores acostumados a jogos como Slender the Eight Pages ou Silent Hill, pois o enfoque é mais didático, o jogador vai aprender mais sobre os pontos turísticos de Araranguá e Criciúma de maneira prática e divertida. Para download gratuito do jogo, além de mais informações sobre o projeto, você pode acessar o site oficial do jogo.

Abaixo tem o trailer de Isaac e o Enigma do Explorador:

Editora Intrínseca lança o livro Five Night at Freddy’s Olhos Prateados no Brasil

Nenhum outro game de terror causou impacto tão imediato e sensível aos jogadores nos últimos anos quanto a franquia Five Nights at Freddy’s. Não por acaso, desde o lançamento do original em 2014 já existem cinco jogos principais e dois spins-off. Pois bem, a série de terror não vai se limitar aos jogos eletrônicos: no fim do ano passado, o universo da série se expandiu com o lançamento do primeiro livro da trilogia Five Nights at Freddy’s: Olhos Prateados.

Gostou? Compre o livro Five Night at Freddy’s Olhos Prateados no Brasil agora

O lançamento foi tão bem sucedido que o livro está há mais de quinze semanas na lista de mais vendidos do New York Times. Os fãs brasileiros poderão colocar as mãos na obra literária em breve, pois a editora Intrínseca está trazendo este lançamento em nosso país. Olhos Prateados foi escrito pelo próprio Scott Cawthon, o criador da série Five Nights at Freddy’s, ou seja, é uma obra canône e com bastante detalhes sobre a trama.

olhos-prateadosO mais interessante é que o lançamento de Olhos Prateados pode responder muitos mistérios que permeiam a obra de Cawthon. E já não era sem tempo: a própria comunidade criou centenas de teorias sobre os acontecimentos vivenciados ao longo dos cinco games. Na série de jogos, o gamer assume o papel de um vigia noturno, contratado para cuidar de uma pizzaria que abriga grandes bonecos eletrônicos. Estes, porém, não só ganharam vida como passam a perseguir o vigia.

O horror em Five Nights at Freddy’s: Olhos Prateados

Já o livro Olhos Perdidos leva o leitor ao mundo de Charlie, uma adolescente que volta para sua cidade natal quando é convidada para participar de uma homenagem a um de seus amigos de infância, morto misteriosamente na pizzaria que pertencia ao pai da garota.

Dez anos depois, ela está de volta à cidade do assassinato e, com os amigos, decide revisitar o lugar que marcou a todos de forma tão pesada: a Pizzaria Freddy Fazbear’s. O local, cujas principais atrações eram os animatrônicos, ainda está de pé, mas, abandonado, se assemelha agora a um cenário de filme de terror.

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A atmosfera angustiante está presente tanto no jogo eletrônico quanto no livro. Se, no computador, os sustos causados pela aproximação dos bonecos são o grande ápice, no livro, o mistério que ameaça os jovens e as reviravoltas do enredo dão o tom de tensão, que se tornou marca registrada de Five Nights at Freddy’s.

Ao longo das 368 páginas o leitor vai mergulhar em um mundo de terror psicológico recheado de detalhes. A tradução ficou a cargo da Glenda D’Oliveira e o leitor encontrará o livro em formato impresso e em eBook pelos preços de R$ 39,90 e R$ 24,90, respectivamente.

Já conhece o game de terror psicológico Room 404?

Hoje vamos falar de um título que não é exatamente novidade, mas que merece destaque pela comunidade, pois trata-se de um título que tenta reviver o gênero de terror psicológico que fez fama no fim dos anos 90. Room 404 é fruto de uma parceria entre os estúdios brasileiros Machine Bear e 3DTM e possui mecânica em 1º pessoa. O jogo mescla horror psicológico com uma atmosfera sobrenatural, para contar a historia de Alex, um homem que perdeu o filho num misterioso acidente dentro do quarto 404 de um antigo hotel.

A trama narra a história de Alex, um homem que perdeu seu filho de maneira trágica dentro do quarto 404 de um misterioso hotel. O menino foi assassinado e sua mãe Catherine ficou foi encontrada ao lado do corpo, totalmente catatônica. Este fato a levou a completa loucura e internação em um manicômio. Após algum tempo, Catherine foge do hospital e os indícios apontam que ela tenha voltado ao quarto 404 atrás do filho falecido. Agora Alex tem que voltar ao Hotel, em busca de sua esposa, enquanto lida com o sobrenatural.

O game tem elementos típicos de horror psicológico, lembrando algo de Silent Hill ou Outlast. Parece que o objetivo do estúdio é deixar o jogador o mais perturbado possível. Para isso, foram colocados elementos para tornar o game mais tenebroso, como cenários que mudam sozinhos e uma trilha sonora bem sombria, além de terríveis aparições dignas de pesadelos.

Room 404 foi produzido com a Unreal Engine 4 e, por isso, consegue efeitos de luz e sombra dignos de menção. A física também é bem interessante, tal como o gameplay. Por se tratar de um game com atmosfera densa, não é indicado para jogadores mais novos. Há diversos quebra-cabeças a serem resolvidos e jump scares à lá Slender: The Eight Pages. O game já está disponível (exclusivo de PCs) através da Steam.

Abaixo temos o trailer de Room 404:

Night Terrors: The Beginning vai transformar sua casa em um cenário de filme de terror

Pokémon Go foi o primeiro grande título a utilizar realidade virtual no celular. Portanto, não é de se espantar que após o sucesso do jogo da Niantic outros jogos viessem nesse embalo. A próxima grande tacada é Night Terrors: The Beginnig, cuja temática deixa os monstrinhos fofinhos para apresentar verdadeiras aparições macabras (fantasmas, demônios e monstros) para assustar o jogador.  Apesar da fama de ser um clone sinistro de Pokémon Go, Night Terrors surgiu antes do jogo da Niantic Labs através do site de crowdfunding IndieGogo, porém o longo tempo de desenvolvimento atrasou o lançamento.

O detalhe é que assim como Pokémon Go, Night Terrors utiliza a câmera para mostrar as aparições como se estivessem nos corredores de sua casa. Ah, o jogo só funciona à noite, para dar mais um toque de horror na jogatina. Como se não bastasse, você precisa conectar os fones de ouvido para desfrutar da experiência, Além disso, o aparelho celular começa a funcionar de maneira estranha, como o flash piscando e interferências estranhas. É importante ressaltar que o game só funciona plenamente em ambientes internos e você deve desligar todas as luzes de casa.

Night Terrors junta elementos do filme Rec e da franquia Silent Hill, ou seja, você se guia através da escuridão da sua casa usando a parca iluminação do flash (que serve como lanterna). De tempos em tempos o celular tira fotos com aparições estranhas e objetos da casa se movem através da tela do celular. A ideia é fazer parecer que equipamentos eletrônicos sofrem interferência quando estão próximos de criaturas sobrenaturais.

A desenvolvedora Novum Analytics caprichou nos detalhes para tornar a experiência mais tenebrosa: o jogo até mesmo usa os sensores do smartphone para saber se o usuário está parado ou se movimentando. Todas as informações alimentadas pelo ambiente ditam o rumo da narrativa.  O objetivo inicial é encontrar uma garota perdida seguindo uma estranha frequência, porém, conforme as aparições surgem, seu objetivo rapidamente torna-se sobreviver. Caso você “morra”, seu progresso vai a zero e você deve recomeçar sua escabrosa aventura.

Segundo a Novum Analytics, após jogar Night Terrors, o jogador jamais verá a própria casa do mesmo modo. Se você ficou empolgado, saiba que o game já está disponível para download (por enquanto apenas para usuários iOS). A desenvolvedora promete que a versão para Android chega em breve, basta ficar antenado. Segundo os desenvolvedores, serão feitos updates de tempos em tempos para tornar a experiência melhor.

Abaixo tem o trailer de Night Terrors: The Beginning:

Opus Castle leva o jogador para Castelinho assombrado da rua Apa, em São Paulo

A realidade virtual foi uma das atrações mais alardeadas durante a Brasil Game Show 2016. Um dos jogos mais notáveis a utilizar essa tecnologia foi o Opus Castle, único título para o HTC Vive e um dos melhores destaques da área indie do evento. A Messier Game & Animations fez uma parceria com a FIAP e  um grupo de alunos do curso de Jogos Digitais trabalhou no desenvolvimento do jogo bem como na apresentação do game em um estande bem bacana. Basicamente trata-se de um jogo de terror em primeira pessoa que tem como pano de fundo uma das histórias mais assombrosas da capital paulista.

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O grande macete é que além dos óculos de realidade virtual, Opus Castle também conta com capacidades gestuais, graças à tecnologia envolvida no HTC Vive. A ação se passa no Castelinho da rua Apa, localizada no centro de São Paulo, onde contam que nos anos 30 uma família inteira foi assassinada sem que a polícia chegasse ao responsável pelos crimes de forma conclusiva. Após muitos anos o tal Castelo ainda existe e é considerado um dos lugares mais assombrados do Brasil.

unnamedNo game, o jogador deve explorar as salas e ambientes secretos do Castelinho, deparando-se com as famosas aparições sobrenaturais, barulhos vindos de lugar algum e lamentos de espíritos do passado. Nesse ínterim, você acorda em um dos cômodos ao lado de um corpo crivado de balas. Suicídio ou assassinato? Você deve resolver este mistério ou fugir por sua vida.

Quem visitou o estande da Messier na BGS experimentou uma imersão sensorial sem precedentes, com uma arma na mão e uma lanterna em outra, o jogador podia caminhar pelo cenário e interagir com vários itens realmente assustadores. Inclusive o pessoal do Tecmundo levou um susto homérico jogando Opus Castle (no vídeo abaixo). A intenção parece ter sido se distanciar do que a maioria dos desenvolvedores brasileiros estão fazendo. O detalhe é que apesar de ter foco na realidade virtual, os responsáveis pelo projeto não descartam uma versão tradicional, sem o uso do HTC Vive.

Opus Castle ainda não tem data de lançamento definida, mas já fica a dica: fique de olho neste projeto se você é fã de games de terror, pois ele promete ser um dos melhores para as próximas temporadas. Mais informações podem ser obtidas no site oficial do jogo.

Abaixo tem o gameplay de Opus Castle:

Capcom celebra os 20 anos de Resident Evil

Este final de março marca o aniversário de 20 anos de uma das franquias mais amadas de todos os tempos entre os jogos eletrônicos. Quando lançou Resident Evil, a Capcom sequer esperava que a série de terror se tornaria tão popular quanto se tornou e muito menos que ela sobreviveria por tantos anos, apesar dos altos e baixos.

Resident Evil narrava a aventura do aloja tema em busca de respostas acerca do desaparecimento da equipe bravo tema que desapareceu nas florestas próximas a Raccoon City, a aventura os levam até uma mansão infestada de zumbis e criaturas saídas de pesadelos. O Game revolucionou o significado da palavra survival horror ao entregar uma trama envolvente, puzzles desafiadores e uma ambientação típica de filmes de zumbi.

O jogo era pontuado por corredores escuros, aposentos agourentos, jump scares e momentos tão arrepiantes que qualquer um ficaria com a espinha congelada. Quem não se lembra da clássica cena do primeiro zumbi encarando o jogador? O peso da marca Resident  Evil é enorme e sem sombra de dúvidas é sinônimo de sucesso e já deixou seu nome registrado como ícone da cultura pop.

São mais 66 milhões de jogos vendidos, além de filmes e livros licenciados. Para celebrar o 20º aniversário da série, a Capcom lança uma série de entrevistas com os desenvolvedores, com comentários de alguns dos mais influentes membros da equipe até hoje. Os responsáveis pela franquia reabrem as portas da mansão para rememorar os primórdios do fenômeno do survival horror e sua ascensão épica ao longo dos anos.

O primeiro vídeo, com o produtor Hiroyuki Kobayashi, já está disponível no canal oficial do YouTube com legendas em português brasileiro (é preciso ativar as legendas no player). De acordo com a Capcom, as comemorações do aniversário irão continuar ao longo dos próximos 12 meses e a equipe está trabalhando duro para revelar algumas surpresas incríveis. Uma das novidades, aliás, já foi revelada: o novo filme em CGI Resident Evil: Vendetta. Além disso, a Capcom relançou Resident Evil 6 para Xbox One e Playstation 4.

Já para aqueles que querem sentir o gosto de nostalgia de um dos jogos mais emblemáticos da geração 32 bits, a dica é jogar Resident Evil Origins Collection, que foi lançado há pouco tempo para os consoles de nova geração. Ainda que a nova versão seja um revival do jogo lançado em 2002 para o Game Cube, a experiência está toda lá, porém melhorada. Nele você revê todos os momentos clássicos como o encontro com o primeiro zumbi, o ataque dos cachorros infectados e as batalhas contra cova gigante e chefão do jogo.

Abaixo fica o primeiro vídeo especial dos 20 anos de Resident Evil:

Criador de Faces of Fear recebe convite para trabalhar no Canadá

O jovem Yuri Barros é um desenvolvedor de games cheio de motivos para comemorar, pois foi convidado a uma proposta de emprego no Canadá. O convite chegou após a empresa Strategy First, de Quebéc, conhecer o game Faces of Fear no Steam. O game é criação de Yuri e devido a sua ambientação de puro horror, fez bastante sucesso entre os fãs do gênero.

Faces of Fear se passa num futuro distante aonde a Terra já chegou ao fim e a humanidade encontra-se em “naves cidades” que já exploravam o espaço antes do fim da Terra em busca de outro planeta habitável. Você joga no papel de Michael e deve fazer reparos na nave, porém um dia algo sai do controle e o personagem se vê em um pesadelo muito real. O jogo tem puzzles e cenas de terror a todos os momentos.

De acordo com Yuri, o projeto já nasceu com intenção de ser comercializado, pois este não foi seu primeiro game. Antes de Faces of Fear, Yuri já havia desenvolvido jogos para mobile. “Escrevi o roteiro, modelei e texturizei, além de tudo isso tive que fazer o marketing”. A Strategy First acabou conhecendo o projeto através da Steam e se interessou tanto que entrou em contato com Yuri oferecendo oportunidade de trabalho. Só falta acertar pequenos detalhes, como moradia.

Do alto de seus 23 anos, Yuri diz que sempre se interessou por jogos, a ponto de trocar o trabalho em um cartório de registro de imóveis para seguir carreira na área. “Meu pai quase teve um infarto quando abandonei o emprego para seguir a carreira de games, mas hoje é um dos meus maiores apoiadores”. Atualmente Yuri é estudante do curso de jogos da Microcamp e pretende seguir a área de jogos eletrônicos.

Abaixo tem o trailer de Faces of Fear:

 

“Pesadelo – Regressão” está disponível no Steam

Após uma longa espera finalmente os jogadores poderão jogar Pesadelo – Regressão, a sequência de terror do jogo da Skyjaz Games. O novo game é um survival horror com elementos do folclore brasileiro e ele chega ai mercado com dublagem em português e opção de legendas em inglês. O lançamento ocorre hoje (11/02) apenas para PCs e Mac. A Skyjaz está bastante animado com este lançamento, pois o jogo anterior (Pesadelo – O Início) foi baixado mais de 2 milhões de vezes.

A trama conta a saga de Alex, um jovem comum sem memórias de seu passado. Após conhecer Sara, uma cientista que o incentiva a ser cobaia em um programa de recuperação de memórias, Alex passa a adentrar um pesadelo de onde será difícil sair ileso. Alex é conectado a um software que reconstrói memórias perdidas, recriando cenários e projetando-os através de sonhos. É aí que as coisas começam a dar errado para ele. Em um desses sonhos, Alex passa a ser perseguido por uma garota que ele atormentava na escola quando criança, e que, agora, busca vingança.

O jogador toma controle do personagem em um mundo sombrio criado por sua própria mente, enfrentando problemas que ele preferiria manter esquecidos. Entre os ambientes visitados neste pesadelo estão um cemitério, uma igreja, laboratórios, florestas, mausoléus e escolas abandonadas. Em cada um deles o personagem deve encontrar pistas que o ajudem a descobrir mais de seu próprio passado.

O grande macete é que o game é pontuado por criaturas do folclore brasileiro como a Mula-Sem-Cabeça e o Curupira. Eles fazem parte das memórias do personagem, e por isso, deve-se enfrenta-los para lidar com seus medos. Este é um dos primeiros games indie brasileiro a fazer uso do folclore nacional para assustar os jogadores.

Tal como em jogos de survival horror clássicos, Pesadelo – Regressão não possui armas para enfrentar os inimigos. Para ajudar na missão, Alex carrega consigo um cinto de utilidades com objetos coletados pelo caminho como chaves, isqueiro e plantas medicinais. A ambientação é bem escura e a lanterna é o item mais importante de todos, de modo que os sustos podem ocorrer a qualquer momento.

O trabalho de áudio contribui e muito para o clima de tensão. A trilha e efeitos foram desenvolvidos para que os jogadores fiquem sempre atentos aos mínimos ruídos. A ambientação sonora dos cenários foi captada em locais reais, como fazendas, currais e escolas. Regressão, aliás, foi criado através da Unreal Engine 4, portanto houve um trabalho meticuloso e tecnologia avançada para criar um produto de padrão AAA. A intenção da Skyjaz é que o jogo seja lançado também para o Playstation 4, futuramente.

Pesadelo – Regressão está disponível na Nuuvem e na Steam. Abaixo tem o trailer do game:

Confira o trailer de Pesadelo – Regressão

Um dos jogos indie brasileiros mais famosos dos últimos tempos foi Pesadelo, da desenvolvedora Skyjaz, que foi jogado por diversos youtubers famosos como o Pew Die Pie e recebeu críticas positivas em diversas publicações. A desenvolvedora esta prestes a lançar o segundo capítulo da série chamado “Pesadelo – Regressão” através da Steam.

A premissa do jogo continua sendo o horror psicológico, apresentando ambientes deturpados e criaturas dignas de um pesadelo. No novo game os jogadores tomam o controle de Alex, um rapaz com uma mente inventiva e bastante perturbada. De alguma forma inexplicável, Alex fica preso em sua própria mente, que gera ambientes terríveis e criaturas sinistras para ataca-lo.

Para sair desta prisão mental, Alex precisa adentrar mais fundo nesses sonhos terríveis, descobrindo lembranças há muito esquecidas (e nada agradáveis). Contudo, é necessário ter cautela, pois a cada novo passo, Alex vai em direção à completa loucura e perdição. Pesadelo – Regressão ainda guarda uma surpresa para os jogadores brasileiros: a aventura de Alex irá explorar figuras do folclore brasileiro. Pode esperar aparições de lendas locais, como a Mula-sem-cabeça.

Outra novidade é o motor de jogo, se no original era utilizado a Unity, neste segundo game a equipe resolveu apostar na Unreal, de modo que os gráficos são melhores e a física mais apurada, além dos efeitos de partículas e fogo serem mais realistas. A trama é envolvente e bastante imersiva, repleta de possibilidades. Se você é do tipo que fica assustado facilmente, pode ser que pesadelo deixe de ser apenas o nome do jogo para se tornar sua rotina noturna.

A Skyjaz acabou de lançar o trailer do game e anunciou que o lançamento ocorre em meados de fevereiro de 2016. A pré-venda será liberada em breve.

Abaixo tem o trailer de Pesadelo – Regressão:

Urban Legends: game indie explora o conto de Jeff the Killer para assustar os jogadores

Quem não conhece as famosas creepypastas que assolam a internet e geram diversas lendas urbanas que acabam assustando muita gente? Uma das mais famosas é a do assassino em série Jeff the Killer. Para quem não conhece, a história é de um garoto que acaba deformado e com gosto por assassinatos violentos na calada da noite.

Pensando nessa lenda tão famosa, o time do estúdio indie Machine Bear criou o game Urban Legends. Na trama, o jogador controla o jornalista PJ que se encontra em um hospital abandonado e deve investigá-lo em buscas de pistas de seu próprio passado. O ambiente é todo escuro e aterrorizante e, para piorar a situação, surge o assassino Jeff the Killer em seu encalço.

O game é em primeira pessoa e lembra bastante o famoso Slender: The Eight Pages (que também é inspirado em uma creepypasta muito conhecida). De acordo com a desenvolvedora, o game guarda muitos sustos e momentos típicos de survival horror psicológico. A única defesa do jogador é se esconder.

O game desafia o jogador a resolver um intrincado mistério envolvendo algumas cartas semelhantes ao tarô. No aspecto gráfico, o game segue uma linha mais simples de arte, entretanto os cxenários exploram os efeitos de luz e sombra. Deste modo, os sustos são uma constante. Há sons macabros dos corredores e risadas perturbadoras.

O game é para PC e passou pelo Greenlight da Steam. A desenvolvedora promete suporte para os idiomas Português (Br), Inglês, Francês, Espanhol, Norueguês,Alemão,Romeno. A demo será lançada em breve e o game está em estágio de correção de erros. A previsão é de um lançamento breve dentro da plataforma da Valve.

Veja o trailer do game Urban Legends: