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Os 5 melhores (e piores) momentos da Microsoft na E3 2017

A E3 2017 está a todo o vapor e dentre as três fabricantes de hardware já tivemos a apresentação da Microsoft ontem (11 de junho). A conferência foi marcada por novidades e muitos games. A Microsoft dedicou quase todo o espaço para mostrar jogos, e foram muitos jogos mesmo! Vai faltar tempo para jogar tanto jogo bom.

Como não poderia deixar de ser, também tivemos os detalhes do Xbox Scorpio, que já até ganhou um nome definitivo. Selecionamos aqui os cinco momentos mais legais da conferência da Microsoft e os cinco menos empolgantes.

Confira abaixo os “highlights” da apresentação da Microsoft na E3 2017:

 

Xbox One X

A Microsoft cumpriu a promessa: O Xbox One X (ex-Scorpio) é realmente muito poderoso e surpreendeu até os mais descrentes graças as suas configurações top de linha: são 12 GB de memória RAM e 6 teraflops de GPU. O aparelho é belíssimo, menor que o modelo S e totalmente compatível com acessórios dos modelos antigos.

E sim, ele roda os jogos a 4K com elementos gráficos exagerados (os efeitos de luz, sombras, reflexos e partículas é algo que você nuca viu). Já até saiu a data de lançamento (7 de novembro). Até o preço agradou (US$ 499), pena que no Brasil vai sair caro.

 

Retrocompatibilidade com o Xbox

A segunda melhor coisa da conferencia da empresa de Redmond foi ainda com relação com o Xbox One X: Phil Spencer anunciou que a plataforma será retrocompatível com a biblioteca do Xbox original. Ou seja, você vai poder jogar megassucessos como Jade Empire, Knights of the Old Republic, Conker Live & Reloaded, Pazer Dragon Orta e muitos outros.

Vale lembrar que os jogos do Xbox 360 já estão compatíveis com o One, deste modo, a plataforma da Microsoft possui a maior biblioteca de jogos compatíveis dentre os três consoles do mercado. Muita gente torce o nariz para essa ideia de jogar games antigos, mas a comunidade retrogamer agradece.

 

Forza Motorsport 7

O primeiro grande título do Xbox One X não podia ser melhor: Forza Motorsport 7 é a realização dos sonhos de qualquer aficionado por corridas e jogos foto-realistas. Sim, o game é bonito demais e serve para dar um norte das possibilidades do novo console.

O visual de mudança dinâmica de clima impressiona e dificilmente vamos ver algo mais impressionante no primeiro ano da plataforma. A Turn 10 é especialista em apresentar jogos com qualidade gráfica e de jogabilidade impecáveis. Quem não curte simulador, pode apenas imaginar o que esses caras vão fazer numa provável sequência de Forza Horizon.

 

Sequências matadoras

Muita gente reclama que o Xbox não tem jogos exclusivos e isso é bem verdade, mas ainda assim os jogos apresentados impressionaram. Alguns dos destaques são justamente sequências muito esperadas de jogos famosos, como Metro Exodus, Assassins Creed Origins, State of Decay 2, Ori and the Will of the Wisps.

O novo Ori, aliás, é sem dúvidas um dos melhores da conferência e apesar de não servir para mostrar as capacidades técnicas do One, ao menos diverte muito e tem todo o potencial para agradar os jogadores que investiram na plataforma.

 

Novas IPs

Por muitos anos se diz que a indústria está estagnada em velhas franquias. Isto não foi o que se viu na conferência da Microsoft, pois a empresa de Redmond mostrou um batalhão de novas IPs. Algumas já eram velhas conhecidas do público, como Cuphead e Sea of Thieves, mas se colocarmos na balança, fica claro que os produtores estão investindo em novas ideias e estão saindo do lugar comum.

Entre os jogos apresentados estavam PlayerUnknown’s Battlegrounds, The Darwin Project, Deep Rock Galactic, The Last Night, The Artful Escape, Super Lucky’s Tale, Ashen, Anthem. Vale dar um destaque especial para Code Vein, um game da Bandai Namco com uma estética bem parecida com Dark Souls.

 

E os cinco momentos menos empolgantes

 

Minecraft em 4K

Sim, Minecraft é um dos jogos mais populares do mundo e é fácil entender por que a Microsoft continua investindo pesado na marca. Entretanto é desapontador que a empresa tenha dedicado um tempo considerável para anunciar que o jogo estará em 4K.

Não nos entenda mal, mas um anúncio rápido teria sido mais efetivo e poder-se-ia utilizar esse tempo para mostrar mais um pouco de outros games que ficamos curiosos. Além de mostrar Minecraft em 4K, a Microsoft já falou que haverá cross-play entre todas as plataformas em que o jogo foi lançado (com exceção do PS4).

 

Crackdown 3

Crackdown 3 é vendido como um dos pilares do Xbox One desde sua apresentação em 2014. Dsde então o game está no limbo do desenvolvimento. A julgar pelo trailer (e a data de lançamento marcada para 7 de novembro), finalmente os jogadores poderão botar as mãos no produto. Mas ainda assim, ele não é bem o jogo para vender plataforma que a Microsoft precisa.

Além disso, pelo tempo em desenvolvimento e a promessa de utilizar a nuvem para gerar efeitos destruidores de ultima geração, parece que Crackdown 3 está longe de ser essa bola toda. Visualmente o game também decepciona. Resta torcer para que o fator diversão nos cale. Mas confesso que pelo gameplay, não fiquei muito animado.

 

Sea of Thieves só em 2018

Outra notícia triste foi que Sea of Thieves somente será lançado em 2018, sem mês definido. Este sim é um jogo que me deixou muito animado e gostaria de jogá-lo o quanto antes. Naturalmente o tempo maior em produção vai servir para polir arestas e tornar a experiência mais próxima da perfeição.

O vídeo mostrado na E3 teve quase 10 minutos e apresentou uma missão de caça ao tesouro com exploração, luta de espadas e bastante ação. Parece que a Rare acertou o passo dessa vez, uma pena ter de esperar tanto por um game tão promissor.

 

Nada de VR ou AR

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Uma dúvida ficou no ar ao fim da apresentação da Microsoft: será que a empresa desistiu dos óculos de realidade virtual e aumentada? Nas quase duas horas de conferência não se ouviu um pio sobre os planos ou jogos futuros que façam uso da tecnologia. E isto não foi apenas um problema da empresa, mas sim de todas as produtoras de jogos até o fechamento desta matéria.

O que acontece? Será que os desenvolvedores sacaram que este é um produto de nicho e resolveram abandonar o suporte, ou vão apenas deixar para mostrar jogos para os óculos em outros eventos futuros? Mistério!!!!!!!!!!

 

Microsoft foi “honesta demais”

A E3 é mais do que um evento de games, mas sim um evento para vender sonhos. A Sony sacou isso há alguns anos. Parece que a Microsoft ainda não entendeu, ou se recusa a dançar a mesma música que a concorrência. Não que a lealdade da empresa de Redmond seja execrável, mas não custava nada revelar coisas que vão sair em dois anos, tal como a Sony já fez no passado revelando God of War 4, The Last of Us e Shenmue 3.

Imaginem se a Microsoft encerra-se sua apresentação com a revelação de um novo Halo, Fable, ou quem sabe um Conker novo? Sim, sabemos que a essa altura Halo 6 deve estar em produção e só deve sair em 2018 ou 2019, talvez. Mas apenas o fato de vender o sonho de que o novo capítulo será o maior e mais surpreendente de todos os tempos deixaria as pessoas entorpecidas por meses a fio.

Os 25 games mais marcantes da geração PS3, Xbox 360, Wii

A geração PS3, Xbox 360 e Wii foi uma das mais longas da história dos videogames, porém tudo que tem um início também tem um fim, como declamava o cartaz de Matrix Revolutions. Provavelmente essa foi a melhor geração de videogames de todos os tempos. Vimos muitas inovações surgindo como controles de movimento e a adição do BluRay. Vimos também novas IPs surgindo como Dead Space e Dragon’s Dogma, mas também vimos franquias ressurgindo como verdadeiras Fênix como Street Fight e Tomb Raider. Pudemos acompanhar a consagração da Unreal Engine, a queda e levante de gigantes como Microsoft e Sony e a volta por cima da Nintendo como a maior fabricante de videogames do mundo.

Mais importante que isso: vimos centenas de jogos de qualidade surgindo ao mesmo tempo e de todos os lugares. Havia meses em que a grana ficava até curta para decidir qual jogo jogar em meio a tantos lançamentos queridos. O ano de 2013 marca a chegada definitiva dos videogames de nova geração (apesar do Wii U já estar no mercado), e isso significa que aos poucos nossos atuais consoles estarão obsoletos e esquecidos pelas produtoras de games. Por este motivo, resolvemos prestar uma ode aos 25 jogos que definiram a atual geração de videogames. Confira:

 

25 – Left 4 Dead 2

De acordo com a revista Edge, a Valve é a melhor produtora de games do mundo. Ora este é um título muito alto para ser dado a qualquer produtora. Talvez pelo conjunto da obra eles sejam mesmo, afinal foram eles os responsáveis por grandes obras como Half Life, Portal, Dota 2, Team Fortress e o nosso favorito: Left 4 Dead 2. O game de zumbis melhorou o que o original já tinha de bom e fez história com sua interação puramente baseada no trabalho em equipe. Nem é necessário dizer que virou febre entre os jogadores. O título foi um dos mais divertidos dessa geração e apesar de ter sido lançado em 2009 ainda podemos encontrar muitos jogadores nos servidores dispostos a conter todas aquelas ondas infernais de zumbis. Uma sequência ainda é muito aguardada!

 

24 – Minecraft

Minecraft provou que um game não precisa de gráficos foto realistas para fazer. O game não tem um visual feio, sejamos francos, mas sim criativos. Além disso, o jogo foi engendrado com aquele fator viciante, não por acaso tornou-se um dos campeões de download na Xbox Live. Outros games com alma indie conseguiram sucesso, tal como Fez, Super Meat Boy e Braid, mas foi Minecraft a romper a barreira dos milhões de jogadores. O jogo é um dos mais criativos da historia além de trazer um dos vilões mais irritantes de todos os tempos: o Creeper.

 

23 – Fallout 3

Fallout 3 foi mais um game da Bethesda Softworks, lançado em 2008, o título de RPG em primeira pessoa mostrava um mundo pós-apocalíptico em que o jogador tinha toda a liberdade de exploração. O game não se tornou tão famoso quanto o outro jogo da empresa (Elder Scrolls), porém nem por isso merece descrédito. A ausência de linearidade, a liberdade de customização e os finais alternativos foram muito elogiados pelos jogadores, que ainda aguardam uma sequência para a franquia. Provavelmente isso deve acontecer na nova geração de consoles.

 

22 – Far Cry 3

Num Mercado tão atulhado de FPS, é difícil um game se destacar positivamente. Far Cry 1 e 2 podiam ser bons jogos, mas não conseguiram cai nas graças do público tal qual ocorreu com Far Cry 3. O game da Ubisoft despontou com gráficos de ponta, um enredo de tirar o fôlego e uma liberdade de movimentação jamais vista em um game desse gênero. Os cenários também são um ponto alto do jogo, além da atuação dos atores. O trabalho cirúrgico resultou não apenas em boas críticas, mas também em m números para a Ubisoft: até o fechamento desta matéria o game tinha vendido cerca de 5 milhões de unidades, de acordo com o site VG Chartz, muito acima de seu antecessor.

 

 21 – Wii Sports

Wii Sports foi a estreia da Nintendo nesta geração e apesar do Wii não ser tão aperfeiçoado como o Kinect da Microsoft em questões tecnológicas, esse jogo de esporte com controles de movimentos não é ruim e proporcionou momentos de diversão sem igual. Claro que esse tipo de jogo não é para ser jogado sozinho, mas sim com uma grande galera, ou seja, não espere compromisso. Tudo aqui é para ser feito e levado na esportiva. Vale mencionar que este game foi o responsável pela massificação de jogos party na atual geração.

 

20 – Tomb Raider

Lara Croft foi um verdadeiro ícone no final dos anos 90 e era reconhecida até por pessoas que não jogavam videogames. O sucesso era tanto que os produtores até trataram de levar a franquia para o cinema duas vezes (e com status de arrasa-quarteirão). Mas daí vieram jogos de qualidade duvidosa na era PS2 e aos poucos a arqueóloga mais famosa do mundo foi perdendo a relevância. Era necessário fazer algo para recuperar o prestígio da série. Após o fim da  Eidos, ficou a cargo da Square-Enix tomar o peso de Tomb Raider para si. A reinvenção da série foi produzida pela conhecida Crystal Dynamics que não desapontou. O novo game chegou cheio de drama e ação, revelando uma lara mais frágil e humana. É cedo para afirmar que Tomb Raider é um dos mais marcantes dessa geração? Definitivamente não. Jogue e veja por si mesmo.

 

19 – Rayman Origins

Rayman finalmente voltou a ser um gigante com este game de 2011! Origins é um dos jogos mais belos desta geração, além de ser muito divertido, é claro. O jogo conta com uma aventura sem igual, cativante e totalmente descompromissada, afinal sempre é bom jogar algo para não se levar muito a serio. Como se não bastasse, o game da Ubisoft revitalizou sozinho o gênero de plataforma 2D.

 

18 – Batman Arkham City

Arkham Asylum foi o primeiro game de super-heróis a funcionar de verdade (desculpe Spiderman). Melhorar a experiência de jogo parecia uma tarefa impossível e houve quem estivesse preocupado se o time da Rockstead podia melhorar o que já era perfeito. A resposta foi um sonoro sim. O mundo aberto de Arkham City trazia uma melhoria gráfica (ainda que discreta) e toneladas de missões paralelas garantiram que nunca foi tão divertido estar na pele do Batman em um game. O final então foi digno de nota. A série Arkham tornou-se assim sinônimo de bons jogos: basta ver a expectativa da comunidade para pôr as mãos em Origins. A qualidade da obra é tanta que somente pode ser equiparada aos filmes de Nolan, nada mais.

 

17 – Red Dead Redemption

De fato, ele é o GTA do velho oeste, e o melhor: é um dos melhores games da Rockstar (talvez até melhor em alguns aspectos que GTA IV). É praticamente impossível não apreciar a aventura de John Marston em meio aos cenários e reviravoltas típicas dos filmes clássicos do Clint Eastwood. Para àqueles que achavam que a coisa ficaria melhor com zumbis (por mais estranho que pareça), a produtora ainda lançou o Undead Nightmare, que como diria o Amauri JR: “é simplesmente um luxo!”.

 

16 – Halo 3

Halo 2 teve um final insosso, e isso é um fato que até os maiores fãs da franquia criada pela Bungie não podem negar. Com Halo 3, havia a promessa de que Master Chief diria adeus (o que de fato não aconteceu). Apesar disso, o terceiro jogo da franquia foi um verdadeiro épico do início ao fim. Não tinha os melhores gráficos quando foi lançado e hoje em dia é fácil apontá-lo como o Halo mais fraco do Xbox 360, porém se o conjunto da obra não tivesse sido satisfatória a IP mais importante da Microsoft estaria abalada até hoje. As duas únicas ressalvas é que se você não jogou Halo 2 no primeiro Xbox fica difícil de entrar no clima do universo dos Spartans, mas nem por isso ele deixa de ser um dos melhores jogos da poderosa Caixa X.

 

15 – Street Fighter IV

SF IV pode não ser tão famoso quanto Street Fighter 2, porém consegue ser o melhor jogo de luta desta geração. A renovação visual, que mistura o 2D com o 3D, conseguiu reunir o melhor da velha escola com as inovações da atual geração. O game viralizou em eventos de games e tornou-se um dos favoritos dos jogadores em todo o mundo.

 

14 – GTA IV

A Rockstar ainda não lançou a quinta versão, mas até lá dá para se divertir muito com a Liberty City de GTA IV. Se o pacote principal não é o bastante, ainda tem as expansões que garantem GTA IV como um jogo obrigatório para quem está empenhado nesta geração, pois traz um visual deslumbrante, uma trama muito bem construída e muito conteúdo que só enriquece a obra. Se há um motivo para o entusiasmo geral com GTA V é porque a Rockstar não costuma desapontar a cada novo lançamento de sua série mais brilhante, como bem provou o quarto game.

 

13 – The Last Story

O último jogo de Hironobuo Sakaguchi, o lendário criador de Final Fantasy. Só isso já é motivo suficiente para considerá-lo um marco da geração de videogames, independente da qualidade do jogo. Para muitos, The Last Story é considerado o Final Fantasy XIII deveria ter sido. E, de fato, ele é um titulo realmente injustiçado, pois é um RPG bastante ambicioso. Diverte bastante e possui visuais agradáveis para o Wii. Infelizmente não se ouviu falar muito dele por aqui, como se nem existisse no ocidente. Na terra do sol nascente o titulo fez historia.

 

12 – Super Mario Galaxy

Nenhum console da Nintendo poderia ser cobiçado se não tivesse um game do Mario, isso é uma regra. E nenhum game do Mario pode ser mediano, essa é outra regra. Com Mario Galaxy a Nintendo conseguiu criar o game de plataforma mais bacana do Wii e dar um bom motivo para as pessoas investirem no aparelho. O game da Big N gerou uma continuação e inspirou outros títulos por aí, inclusive de seu antigo rival: Sonic Lost Worlds.

 

11 – MGS 4

O jogo foi lançado em 2008 e por isso parece batido atualmente, porém ele é um dos claros exemplos de jogos que envelheceram bem. Metal Gear Solid 4 é provavelmente o melhor MGS já feito, pelo menos até a chegada de MGS5. Com este jogo Kojima conseguiu reafirmar sua posição de um dos melhores produtores em atividade no mercado. Não por menos, a Kojima Productions é o estúdio mais rentável e maior esperança da Konami, que ficou cada vez mais dependente de Kojima e seus jogos atualmente.

 

10 – Uncharted 2

Uncharted 1 foi um game promissor e por isso conseguiu a confiança da Sony e dos jogadores para uma sequencia. Uncharted 2 chegou em 2009 e rapidamente se tornou um dos mais bem sucedidos jogos do Playstation 3. Além disso, a aventura de Nathan Drake foi muito ovacionada pela crítica, conquistando muitos prêmios ao redor do mundo e milhões de consumidores. Outro fator que eleva a importância de Uncharted 2 como um dos mais preciosos dessa geração é o fato de que games exclusivos simplesmente minguaram  nessa era e o game da Naughty Dog conseguiu ser um dos raros games que vendem consoles. Assim, a produtora colheu os louros desse excelente game, tornando-se o principal estúdio 1st party da Sony.

 

9 – The Legend of Zelda: Skyward Sword

Aqui temos Skyward Sword, o badalado título para Wii. O que falar do título? Dizer que é um dos melhores games Zelda já criados é chover no molhado. Talvez a pergunta certa seria: o que o torna tão bom? Será o fato de consertar a bagunça que é a cronologia da série? Ou será sua construção de design baseada no Wii Remote? Os gráficos que mesclam realismo e cell-shading? Ou seriam as mecânicas de jogabilidade que relembram os velhos clássicos. Esqueça. Os conjuntos da obra fizeram os jogadores esquecerem gradualmente o (ótimo) Twilight Princess para ovacionar Skyward Sword o melhor título da série para o Wii.

 

8 – Heavy Rain

Alguns relutam em considerar Heavy Rain como um jogo de videogame, e não podemos culpá-los: a Quantic Dream já disse certa vez que seus produtos funcionam mais como filmes interativos. Independente de como vamos considerá-lo, o fato é que Heavy Rain foi um marco nessa geração, seja por seus gráficos ainda impressionantes ou pela sua narrativa cheia de suspense. Sua importância pode ser constatada com o apelo que o próximo jogo da produtora já começa a gerar (Beyond: Two Souls). Além disso, pode ser cedo para dizer alguma coisa, mas a próxima geração pode ser fortemente influenciada pelo estilo de narrativa de Heavy Rain, ao menos o anuncio de Quantum Break da Remedy parece seguir por um caminho semelhante…

 

7 – Gears of War

Sejamos francos: a primeira onda de games do Xbox 360 não impressionariam nem mesmo o seu irmão menor. A EGM americana pegou muito no pé do novo console afirmando que o salto gráfico era pífio. A situação não melhorava a cada vídeo forçado que a Sony divulgava do Playstation 3. Parecia que o 360 era duas ou três vezes menos potente que o videogame da Sony. Mas aí surgiu Gears of War e toda a imprensa ficou encabulada. “O primeiro jogo com cara de nova geração”, diziam as chamadas. O game da Epic elevou o padrão e popularizou de vez o gênero TPS, além disso ele tinha muita ação e uma mecânica viciante. Por meses foi o game número 1 na Xbox Live.

 

6 – The Last of Us

A Naughty Dog foi a desenvolvedora que mais brilhou na trajetória dos exclusivos PS3, e o ultimo jogo da produtora para o console superou em muito as expectativas. Muitos irão dizer que é hype do momento e coisa e tal. Mas o fato é que The Last of Us foi uma gota de inovação que caiu nesta geração. Um jogo ousado, cinematográfico e que com certeza ficará em nossas memórias durante muito tempo. E o trabalho de dublagem merece muitas vivas!

 

5 – Assassin’s Creed

Existe a Ubisoft antes e depois de Assassin’s Creed, isso é fato. A franquia dos assassinos não apenas colocou a Publisher francesa em alta no mercado de games como tornou-se uma das séries mais adoradas em todo o mundo. Muitos hoje em dia torcem o nariz a cada anuncio de um novo jogo, contudo, as filas sempre se formam a cada lançamento. Em 2007 todas as produtoras estavam se esforçando para criar novas IPs que marcassem a geração que acabara de chegar ao mercado, mas poucas franquias tiveram um impacto tão grande na indústria. Quantas franquias de seis anos se tornaram best-sellers, lançaram livros, curta metragens, quadrinhos, etc? Não duvide se a mais valiosa e rentável série da Ubisoft chegar às telas de cinema.

 

4 – Modern Warfare 2

Uma maratona de ação! Depois do saudoso Contra III: The Aliens War para Snes jamais imaginaríamos outro jogo que levasse a guerra com uma pegada tão frenética. As batalhas eram intensas e levavam o jogador a uma verdadeira turnê mundial regada a balas e perseguições. E cara, apesar das polêmicas, como nós amamos a fase da favela carioca!

 

3 – Bioshock

Bioshock é um dos maiores destaques desta geração. Além de ter um dos personagens mais memoráveis dos games (Big Daddy), o título conta com um enredo rico e com em excelente conteúdo. Consegue ser filosófico, ousado e desafiante, ao mesmo tempo em que gera tensão.  Bioshock é sem duvidas um dos melhores desta geração e foi um dos maiores acertos da 2K Games.

 

2 – The Elder Scrolls V: Skyrim

Morrowind era grande, Oblivion era um titã e Skyrim foi um colosso. Quando foi lançado em 2011 poucos imaginavam que o game da Bethesda pudesse se tornar um dos melhores e mais famosos jogos dessa geração. Apesar das pequenas falhas técnicas, é inegável a qualidade conquistada pelos produtores, que conseguiram criar um jogo rico em detalhes e missões, o que se converteu em pelo menos 100 horas de jogo contando as side-quests. O sucesso de Skyrim também influenciou o desenvolvimento de outros RPGs ocidentais. Apostamos que quando o próximo Elder Scrolls for lançado, ele ditará novas tendências e irá se tornar mais um colosso da Bethesda. O título recebeu a lendária nota 40/40 da Famitsu e colecionou prêmios de “melhor do ano” em diversos veículos.

 

1 – Mass Effect 2

A franquia Mass Effect teve seu momento de auge com o segundo episodio. Não que o primeiro e o terceiro Mass Effect tivessem sido ruins, muito pelo contrario, mas o segundo jogo é marcante de verdade. São vários aspectos para coroá-lo o melhor da trilogia: o título traz um sistema de dialogo altamente funcional que faz com que qualquer coisa dita impacte severamente na historia do jogo, agrada em cheio os fãs de “space opera” e tem um quê de Star Trek que torna toda a experiência magistral.

 Colaboração: Victor Cândido

Quais games marcaram vocês nessa geração?

Thiago Adamo lança o disco “Clash of Game Music” gratuito para download

Depois do lançamento de Gears of Music, o compositor e produtor de trilhas sonoras para games, Thiago Adamo, lança durante a Campus Party Brasil 2012, o seu novo trabalho, intitulado Clash of Game Music. O disco traz composições feitas por Thiago Adamo para o mercado de jogos eletrônicos e também tributo a trilhas sonoras clássicas do mundo dos games. Neste álbum foram homenageadas as trilhas sonoras dos jogos Halo, Mass Effect, Forza MotorSport, Streets of Rage, Gears of War, e Shadow of the Colossus.

Com relação aos trabalhos autorais, o disco Clash of Game Music apresenta as composições que Thiago Adamo produziu durante os seus primeiros 5 anos de trabalho no mercado de games, entre elas a composição feita especialmente para o concurso Game Music Brasil, que foi o clipe da categoria “produção de trilha sonora” mais visualizado do evento. As produções variam entre composições orquestradas e eletrônicas.

O disco Clash of Game Music será apresentado durante a palestra de Thiago Adamo durante a Campus Party Brasil, no dia 9 de fevereiro, próxima quinta-feira, às 20 horas. Thiago Adamo falará sobre a criação e composição de trilhas sonoras para jogos de videogame.

Vale ressaltar que o disco Clash of Game Music não possui fins lucrativos e será disponibilizado para download gratuito, no endereço: www.pxldj.com/clashofgamemusic.