Arquivo da tag: GDC

Jogo brasileiro Sword of Yohh estará presente na Game Developers Conference (GDC) 2018

Hoje vamos falar de um jogo independente criado pelo estúdio UNDEVS, de São Paulo. Trata-se de Sword of Yohh, um game de combate multiplayer 2D com inspiração no gênero tower defense. Aqui o objetivo é destruir o totem do jogador adversário antes que ele destrua o seu próprio totem. Mas não pense que a terafa será fácil: os adversários (assim como você) podem usar armas poderosas e até manipular o cenário para ganhar vantagem no combate.

As batalhas acontecem num campo de batalha bastante ritualístico de um templo abandonado. Os totens apenas podem ser destruídos pelas poderosas Espadas de Yohh. A jogabilidade lembra uma partida de handball, com a diferença que ao invés de uma bola, vocês usam a mítica espada de Yohh. Quem estiver com a espada pode destruir o totem do adversário.

A jogabilidade é simples, porém bem fundamentada, de tal modo que há suporte para até quatro jogadores em simultâneo. Você pode escolher entre 7 personagens e o vencedor é definido por quem acertar a enorme espada no totem inimigo três vezes. Os visuais são um dos pontos mais bem avaliados da obra, graças ao design em preto e branco e as construções cheias de detalhes.

A impressão foi tão boa que Sword of Yohh é um dos destaques da Game Developers Conference 2018, nos EUA. O jogo foi vencedor da EPIC Game Jam Brasil e premiado no Rock in Rio 2017. A UNDEVS marcará ainda presença no estande da IDJ Games, na GDC Play, exposição de jogos independentes que acontece dentro da GDC. De acordo com os desenvolvedores, Sword of Yohh é apenas o primeiro game da IP Children of Yohh, que nasceu durante a Epic Game Jam, em São Paulo. A previsão de lançamento é para o final deste ano.

Abaixo tem o trailer de Sword of Yohh:

 

Kinship viaja aos Estados Unidos para participar da Game Developers Conference e Game Connection America

A Game Developers Conference e a Game Connection América são dois dos eventos mais importantes no calendário dos desenvolvedores de jogos eletrônicos. E não é por menos: tanto a GCA como a GDC contam com a participação das principais empresas desenvolvedoras de games do mundo e são reconhecidas pela indústria como excelentes oportunidades para ampliar a rede de contatos, alinhavar ou fechar parcerias e adquirir conhecimento. A desenvolvedora brasileira Kinship decidiu levar uma comitiva até os dois eventos a fim de levar seus projetos e quem sabe fazer negócios importantes. A GCA acontece de 19 a 21 de março, e a GDC ocorre de 19 a 23 de março.

Enquanto a GDC é destinada ao desenvolvimento dos profissionais do setor e oferece espaços para exposições e debates, a GCA é totalmente voltada para business. Tanto a GCA como a GDC contam com a participação das principais empresas desenvolvedoras de games do mundo e são reconhecidas pela indústria como excelentes oportunidades para ampliar a rede de contatos, alinhavar ou fechar parcerias e adquirir conhecimento. Enquanto a GDC é destinada ao desenvolvimento dos profissionais do setor e oferece espaços para exposições e debates, a GCA é totalmente voltada para business.

“É a primeira vez que a Kinship participará da GCA e da GDC e nosso foco estará totalmente em Skydome, game para PC de action tower defense e que deve ser lançado ainda este ano. Será uma grande oportunidade de aprendizado para a equipe da Kinship e esperamos não só ampliar a visibilidade sobre o estúdio, mas também fazer muitos novos contatos e negócios”, disse Cheny Schmeling, diretor criativo da Kinship.

O game a ser apresentado pela Kinship é Skydome, um tower defense que coloca dois times para lutar em arenas e invocam ondas crescentes de personagens para conquistar o artefato adversário. Em paralelo, os times precisam defender seu próprio artefato dos avanços hostis das criaturas inimigas.

Cada jogador escolhe um campeão do Skydome entre vários disponíveis, sendo que cada um tem seu próprio estilo de jogo e um conjunto diferente de habilidades, como as poderosas e inovadoras intervenções, que podem ser lançadas diretamente na arena adversária. Uma intervenção bem utilizada, além de deixar as partidas mais interessantes e imprevisíveis, pode modificar completamente o resultado do confronto. Mais informações no site do desenvolvedor.

Abaixo tem um trailer de Skydome, o jogo desenvolvido pela Kinship:

Brasil tem maior delegação participando da GDC e Game Connection America

A GDC e a Game Connection America começam hoje (27) e vai até o dia 3 de março, na cidade de São Francisco, EUA. Mas sabe o que é mais legal? O Brasil tem a maior delegação participando dos eventos, mostrando a força dos desenvolvedores brasileiros. O Projeto Brazilian Game Developers, BGD, uma parceria da Abragames com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), leva 36 empresas de games e mais de 100 profissionais para a Game Developers Conference, GDC, e Game Connection America (GCA), duas das principais conferências de games do mundo.

Esta é a primeira vez que o Brasil tem dois jogos finalistas na Game Connection Development Awards 2017, uma das mais importantes premiações internacionais de games, organizada pela Game Connection. O jogo No Heroes Here, da empresa Mad Mimic, foi nomeado para o The Best Social Game, e o game The Rabbit Hole, da VR Monkey, concorre na categoria The Best Hardcore Games, The Most Creative & Original Game e Best Indie Game.

rabiit-holeDesde 2015, o Brasil tem algum representante como finalista deste prêmio que acontece na Game Connection America, em São Francisco, e na Game Connection Europe, em Paris. My Night Jobs, da Webcore, concorreu em 2015, Alkimya, Bad Minions, em 2016 na Game Connection America, e Hempire, Lumentech, foi finalista em 2016 pela Game Connection Europe. Vale lembrar que No Heroes Here e The Rabbit Hole também concorrem na categoria People’s Choice, que possui votação aberta.

Segundo Eliana Russi, gerente executiva do BGD, esses resultados mostram como a indústria brasileira de games cresceu e amadureceu nos últimos dois anos. “Temos empresas muito competentes, de todo o Brasil, que estão competindo com estúdios de países com indústrias de games muito mais sólidas e reconhecidas do que a nossa”, explica.

heroes-hereEsse crescimento de qualidade dos jogos desenvolvidos no Brasil pode ser atribuído a diversos fatores, tais como a parceria da Abragames com a Apex-Brasil, por meio do BGD, a criação do BIG Festival, maior festival de games independentes da América Latina, e a participação de muitas empresas em programas de aceleração de games internacionais, tais como GameFounders e Core Labs, nos quais 14 estúdios foram acelerados desde 2015.

Outro destaque do Brasil na Game Connection é a empresa Gazeus Games, única empresa brasileira a desenvolver jogos para o Instant Games do Facebook. Dominoes Battle é o único jogo multiplayer dessa plataforma. É um jogo de dominó no qual os usuários da rede social podem enfrentar em tempo real outros jogadores ao redor do mundo ou um robô. O Jogo está no ar desde o dia 16 de fevereiro e, por enquanto, está disponível apenas na Austrália.

 

Serviço: Game Connection America 2017

Data: 27 de Fevereiro a 1 de março

Local: At&T Center, San Francisco, CA

 

Evento:  Game Developers Conference, GDC

Data: 27 de Fevereiro a 3 de março

Local: Moscone Center, San Francisco, CA

Mages of Mystralia é apresentado durante a GDC

Há um jogo indie com potencial para fazer muito sucesso entre os fãs de ação e fantasia. Trata-se de Mages of Mystralia, um action-adventure que coloca o jogador em um mundo de fantasia e repleto de criaturas fantásticas. O Game acaba de ser revelado na Game Developers Conference, ocorrida entre os dias 14 a 18 de março em San Francisco. O jogo mistura elementos de RPG aventura e ação para criar uma atmosfera de digna de atenção.

Mages of Mystralia está em desenvolvimento pelo estúdio Canadense Borealys Games e conta com argumento do escritor Ed Greenwood. Para quem não conhece, Ed é um autor de best sellers da literatura de fantasia. Sabe-se que suas obras inspiraram games como Baldur’s Gate e Neverwinter Nights. O projeto envolve também Dan Adelman, o cara responsável por qualquer coisa envolvendo projetos independentes dentro da Nintendo durante 9 anos.

O grande chamariz de Mages of Mystralia é que os jogadores podem desenvolver seus próprios feitiços. Na trama você controla a jovem Zia que descobre ser capaz de altos níveis de controle da magia. Infelizmente para ela, o uso de magia está terminantemente proibido no reino, de modo que Zia sai em uma jornada a fim de desenvolver suas habilidades por conta própria e encontrar runas antigas que a ajudarão a desenvolver novos feitiços.

A jornada é perigosa e o reino de Mystralia está em grave perigo. Zia deve utilizar suas habilidades para salvar o mundo antes que seja tarde demais. O clima do jogo é uma grande jornada do herói e cabe ao jogador resolver puzzles e derrotar inimigos para ajudar a heroína. Da para criar feitiços variados que conferem espetáculos visuais impressionantes:

O estúdio Borealys Games é bastante novo, mas em seu quadro profissional estão desenvolvedores que ajudaram grandes games a ser o que são hoje, tais como Assassin’s Creed, Far Cry e Prince of Pérsia. Mages of Mystralia possui visuais bastante agradáveis, com cores vibrantes e efeitos de luz e explosões impressionantes. No site do estúdio há mais informações sobre o jogo.

Abaixo tem o trailer de Mages of Mystralia:

Game brasileiro premiado, Full Metal Wars mistura mitologia nórdica e robôs de guerra

Um game brasileiro têm feito sucesso ao redor do mundo logo após aparecer durante o evento Game Developers Conference, realizada no início do mês em San Francisco, nos EUA. Trata-se do jogo Full Metal Wars, um título de estratégia Free-to-Play que mistura mitologia nórdica e tecnologia de nova geração. Basicamente o jogador vivencia batalhas de mechas (os famigerados robôs gigantes) inspirados nas lendas e divindades nórdicas.

O título foi desenvolvido pela Prosperity Games, cuja sede fica em Campina Grande, no estado da Paraíba. Durante o evento americano, foi lançado a versão closed beta. De acordo com a produtora a versão final chega ainda este ano com suporte a vários idiomas, incluindo o português. Deste modo, a Prosperity espera que o jogo consiga alcance global. Um dos trunfos para obtenção do almejado sucesso é a plataforma de negócios baseado no Free2Play com micro transações online.

Falando mais do jogo, as batalhas são por turno e exprimem o que seria um embate entre divindades criadas pela tecnologia mais avançada do mundo. Alguns deuses estão representados como Thor, o Deus do Trovão, Odin, o Deus da Guerra, e Forseti, o Deus da Justiça. Tudo está lá em detalhes caprichosos criados pelo artista Mike Deodato, que também trabalha como desenhista da Marvel Comics, e assumiu a função de concept artist do game. A história se passa em um mundo onde os humanos, anões e elfos, juntam forças para combater os Jotuns, monstros que ameaçam a paz no reino.

Ah, e para provar que o game tem potencial, basta lembrar que Full Metal Wars foi o grande vencedor do prêmio “Demonight”, que selecionou o melhor projeto de jogo durante o BIG Festival 2014, maior festival dedicado aos títulos independentes no Brasil.

O game ainda não tem data de lançamento concreta, mas a fase beta está a todo vapor, de modo que ainda dá tempo de os desenvolvedores darem uma polida a mais no game. A princípio serão 30 personagens disponíveis no lançamento, sendo que há a promessa de que mais serão lançados com o passar do tempo.

Haverá ainda opções de customização e criação de estratégia a fim de que cada batalha seja única. Cada robô, aliás, possui vantagens e desvantagens e o próprio campo de batalha pode influenciar os robôs. Parece que o time de criação inspirou-se em alguns conceitos dos Pokémons também.

Enquanto o título não chega ao mercado, podemos conferir o trailer do projeto.

Full Metal Wars

 

Festival de jogos da Brasil Game Show terá R$ 50 mil em prêmios

Os organizadores do Festival de Jogos da Brasil Game Show convidam gamedevs e game designers a se inscrever para mostrar seus games em um concurso voltado aos profissionais do setor na América Latina.

São dez categorias: advergame, artes/design, jogabilidade, jogo educativo, mobile, originalidade, social game, trilha sonora, jogo do ano e jogo independente. Nestas duas últimas categorias a premiação vai além: o criador do jogo do ano ganhará quatro “all access passes” para a GDC em São Francisco, e o do jogo independente ganhará dois passes idênticos para a GDC, com hospedagem e passagens aérea.

Quer participar? Inscreva-se no site do evento até o dia 31 de agosto. A taxa de inscrição é de R$ 100 por jogo inscrito, e os finalistas serão anunciados no dia 15 de setembro, com os vencedores publicados no dia 7 de outubro.