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Espresso3 Summit Gamification – Especialista mostra como gamificação facilita processo de aprendizagem corporativa

Ainda que muitas empresas ainda a tenham implementado, a gamificação já é discutida aos quatro ventos e possivelmente se torne padrão em qualquer companhia que queira aumentar sua produtividade. Nos últimos dias 13 e 14 de novembro a cidade de São Paulo sediou o evento “Espresso3 Summit Gamification”, evento dedicado a discutir e apresentar as vantagens da gamificação nas mais variadas companhias.

Quem tocou o evento foi Karl Kapp, autor de diversos livros, entre eles o best-seller “The Gamification of Learning and Instruction” (2012) e o recém lançado “Play to Learn” (2017). De acordo com Kapp, “que muitos dos traços, hábitos, crenças e ações que adolescentes e jovens adquirem ao jogar jogos eletrônicos e trabalhar com dispositivos portáteis irão ajudá-los no mercado de trabalho global, que está em constante transformação”. A ideia básica é que jovens acostumados a interações mais dinâmicas encontram um ambiente de trabalho mais familiares quando eles utilizam a gamificação.

“Ainda que os elementos de gamificação não possam ser totalmente descritos verbalmente, é preciso que os líderes organizacionais percebam o quanto antes todo o potencial da aprendizagem corporativa gamificada. Por isso, encontrem jogos instrucionais ou não instrucionais, joguem e vejam o impacto que essas atividades podem ter junto ao capital humano”.

O evento Espresso3 Summit Gamification  contou com a presença de cerca de 100 participantes de 45 empresas diferentes. Diante desta audiência, Kapp salientou que mesmo que essencialmente os objetivos de determinado treinamento corporativo pareçam “convencionais”, a forma com que as pessoas consomem e apreendem conteúdos diversos mudou muito na última década.

A internet, os smartphones, os milhões de vídeos postados diariamente nas redes sociais têm muito a ver com isso e o processo de gamificação tem ganhado cada vez mais força dentro das organizações, afinal de contas, seus elementos essenciais (competição, cooperação, descoberta e storytelling), juntamente com as mecânicas (pontos, placares, rankings, níveis e badges), tornam situações do mundo real mais divertidas e proporcionam melhores experiências de aprendizado.

Em comparação com abordagens mais tradicionais, o gamification apresenta algumas vantagens essenciais para a competitividade das empresas no mercado atual. De acordo com Kapp, essas são as principais vantagens da gamificação:

Melhor experiência de aprendizagem: o participante pode experimentar “diversão” durante o jogo e ainda aprender se o nível de engajamento é alto. Uma boa estratégia de gamificação com altos níveis de engajamento levará a um aumento na recuperação e retenção.

Feedback instantâneo: o processo gamificado fornece feedback instantâneo para que os participantes saibam o que eles conhecem ou o que devem saber.

Facilitação da mudança comportamental: a gamificação pode gerar mudanças comportamentais fortes, especialmente quando combinadas com os princípios científicos de recuperação e repetição espaçada.

Versatilidade: a gamificação pode ser usada para atender a maioria das necessidades de aprendizagem corporativa.

 

Durante o evento, houve também a apresentação de diversos casos de sucesso na adoção da gamificação em modelos de negócios de start ups (DogHero, Mercado Livre e LinCare), gestão de pessoas (IBM, SAP e Leroy Merlin), educação corporativa (Bradesco e SEBRAE) e educação formal (FEAUSP e IME-USP). Se você quer saber mais sobre a gamificação nas grandes empresas, confira o canal de aprendizagem gratuito da Espresso3.

Coursera oferece curso de gamificação gratuito

Já pensou em fazer um curso de gamificação de graça? É isso mesmo. O curso é oferecido no Coursera. Caso você não conheça, a Coursera é uma companhia de empreendedorismo social que oferece cursos via plataforma web, gratuitos em parcerias com universidade renomadas do mundo inteiro, como: Princeton, Stanford, Universidade da Pennsylvania, Instituto de Tecnologia da Califórnia, Universidade de Edinburgh só para citar algumas.

Dentre as categorias dos cursos oferecidos estão: Matemática, Negócios e Gestão, Ciências da Computação, Engenharia, Ciências Sociais, Medicina, Tecnologia da Informação entre outras várias opções.

E  a dica de hoje é que um dos cursos oferecidos pela Coursera é o curso de Gamificação (Gamification em inglês). De forma simplificada, esse termo muito em alta recentemente é a utilização de técnicas de game design na resolução de problemas e situações que não necessariamente estejam no mundo dos games.

O curso já tem 5 anos de existência e conta com duração prevista de seis semanas, e caso você conclua o curso com uma boa nota, terá até um certificado emitido em seu nome pela Coursera.

Então corre que ainda dá tempo de se inscrever e participar. Tá esperando o quê ? =) Leia mais sobre gamificação.

Link do curso: https://www.coursera.org/course/gamification

Caso queira saber mais sobre Gamificação, a game designer Jane McGonigal publicou, em julho desse ano, um vídeo no TED muito interessante sobre como um jogo pode te dar mais 10 anos de vida. Altamente recomendado.

Happy Hour CoCriativo de Gamificação em São Paulo

Para quem quer debater gamificação, aí está uma ótima oportunidade de fazê-lo com pessoas influentes e entendidas do assunto, pois a cidade de São Paulo receberá no próximo dia 7 de agosto o Happy Hour CoCriativo. Trata-se de um workshop / meetup para discutir gamificação e seus aspectos, de modo que empreendedores se reunirão para trocar ideias que possam mudar o mundo e fazer a diferença na indústria.

De acordo com a organização, o evento contará com 40 minutos de bate-papo sobre o tema gamificação. Em seguida haverá a apresentação dos empreendedores e por fim, um espaço de 1 hora de co-criação e diversão embalada com muita liberdade, cerveja e empreendedorismo. Esta última etapa será basicamente um happy-hour para que o clima seja dos mais agradáveis possíveis e as ideias possam fluir naturalmente.

Vale destacar que durante o Meetup, haverá uma palestra realizada pelo Professor e chefe do Departamento de Computação da PUC-SP (e editor do GameReporter), David de Oliveira Lemes. Esta palestra tem como tema a gamificação, onde o professor deve abordar as novas tendências no uso de jogos eletrônicos além do entretenimento e falar como surgiu e o que é a gamificação, além de sua importância no mercado de empreendedorismo. O conteúdo da palestra será baseado nas experiências e conhecimentos adquiridos em trabalhos e palestras realizadas anteriormente.

Além do Prof. David, o evento também contará com as participações de Elvis Martins, que trabalha em direção e desenvolvimento web da Web TreeX; e Bruno G., gerente de projetos no Hacklab e fundador e designer da Zambo Digital; entre outros. Esses encontros de co-criação destacam-se por possuir temas abertos e não possuem metas a serem alcançadas, ou seja, o objetivo é praticamente reunir pessoas para um brainstorming criativo. Todos são convidados.

Gamificação: Happy Hour Co-Criativo

Quando: 7 de agosto de 2015 às 19hs
Onde: Rua General Socrates, 418 – Penha, São Paulo
Informações:  clique aqui

Sprace leva os jogadores ao universo das partículas subatômicas

Já imaginou presenciar a criação do universo? E recriá-lo? Como todos sabem, há um grupo de cientistas trabalhando no Colisor de Hádrons, o maior acelerador de partículas do mundo, a fim de simular as condições surgidas após o Big Ben. O que pouca gente sabe é que tal cenário já pode ser visto pelo computador através do Sprace Game 2.0.

Basicamente, o Sprace é um jogo que permite ao usuário capturar as partículas subatômicas e utilizá-las para construir prótons, nêutrons e as bases atômicas que compõem o universo. O game foi criado pelo São Paulo Research and Analysis Center (Sprace) da Universidade Estadual Paulista (Unesp). O grande destaque é que o jogo foi desenvolvido não como um simulador, mas sim como um game comercial, de modo que o jogador possa se divertir enquanto aprende conceitos da física das partículas subatômicas.

O jogador embarca em uma nave reduzida ao tamanho subatômica e deve utilizar um campo de energia para capturar quarks, as partículas subatômicas que formam prótons e nêutrons – que, por sua vez, compõem o núcleo atômico. Uma vez capturadas, o jogador leva as partículas ao laboratório, onde elas serão identificadas e ajudam a calibrar os sensores da nave a fim de encontrar novas partículas a distância.

Posteriormente, o jogador pode até recombinar as partículas para construir prótons e nêutrons, que devem formas núcleos atômicos necessários à sustentação da vida. Em outras palavras, Sprace vai permitindo gradativamente que o jogador recrie o universo.

A jogabilidade é em 2D e as ações é bastante simples, sendo que os comandos são executados pelo mouse. Ao todo existem 17 fases, que quando completadas garante ao jogador um troféu semelhante ao sistema de conquistas. A primeira versão de Sprace foi lançada em 2010 e era bem mais enxuta do que a atual. Para se ter ideia, a primeira versão tinha apenas 4 fases e não tinha o mesmo polimento gráfico e conceitual. Para traçar um parâmetro, basta imaginar que a mecânica lembra os saudosos games de navinha (shmups).

“O Sprace Game alcança agora um potencial ainda maior de difusão de conceitos da física das partículas subatômicas, levando crianças e adolescentes a superar as dificuldades encontradas em sala de aula para o aprofundamento desse conhecimento. A partir desse mundo subatômico é possível se aprofundar na natureza elementar de tudo o que existe”, disse Sérgio Ferraz Novaes, coordenador do Sprace e professor do Instituto de Física Teórica da Unesp.

O jogo foi projetado para funcionar em qualquer computador com sistema operacional Windows, Linux ou do Macintosh, exigindo apenas a instalação da versão mais recente da plataforma Java, que pode ser obtida gratuitamente na Internet. A nova versão do Sprace Game pode ser acessada gratuitamente no site do game. Ele está disponível para Windows, Linux e Macintosh com suporte aos idiomas português, inglês e alemão.

Abaixo está o trailer do game Sprace:

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Games for Change convoca desenvolvedores e estudantes para a 2ª edição da Gelly Jam

Com a organização da Games for Change, do Media Education Lab e grande mobilização de professores engajados em projetos que façam uso de novas tecnologias, a cidade de São Paulo sedia a segunda edição do Gelly Jam, um desafio para que desenvolvedores criem um game em apenas três dias. A ideia é colocar a mão na massa para criar games educativos.

O Gelly Jam já começou para dizer a verdade, foi no dia 30 de agosto, mas ele continua nos dias 13 e 14 de setembro, com a intenção de reunir desenvolvedores interessados em criar projetos de cunho educacional através da gamificação.

“Decidimos ampliar e prolongar a experiência de imersão no uso criativo de games na educomunicação após verificar na prática o impacto das oficinas na prática dos professores envolvidos”, afirma Gilson Schwartz, diretor da G4C no Brasil e curador, ao lado de Alexandre Sayad (MEL), da “Gelly Jam”.

Além da oportunidade de desenvolver um projeto inovador e fazer novos contatos, os participantes da Gelly Jam recebem uma cópia digital do livro (recém-lançado) “Brinco, Logo Aprendo: Educação, Videogames e Moralidades Pós-Modernas” do Prof. Gilson Schwartz, além de licenças dos games “Conflitos Globais”, “Ludwig” e “FazGame” e por fim, a adesão anual à comunidade “Games for Change no Brasil”. Esta adesão concede descontos em atividades da Games for Change até agosto de 2015.

Além da Game Jam, há outras atividades como oficinas e palestras que buscam explicar tendências da gamification na educação, com Alexandre Sayad e Bruna Waitman; e debate sobre a cultura dos games e a educomunicação digital, com Gilson Schwartz, diretor da Games for Change.

Quem tiver interesse em participar dos eventos, basta entrar em contato através de email para contatogellyjam@gmail.com e verificar disponibilidade e custo. Ou ainda entrar no site do evento. O Gelly Jam é uma rara oportunidade de conhecer e interagir com pessoas que querem levar os videogames para as salas de aula sem preconceitos.

2ª Gelly Jam