Arquivo da tag: Gamificação

Trade Rally é nova ferramenta de trade marketing com gamificação e chatbot

A gamificação já é uma ferramenta bastante popular entre empresas pioneiras para motivar seus funcionários. Pois bem, a Solvian, empresa de tecnologia especializada em soluções para controle de operações em tempo real, acaba de entregar o Trade Rally, uma plataforma gamificada para controle e monitoramento de equipes em campo do país. A ideia é permitir que o gestor implemente plano de incentivos com alto índice de engajamento e produtividade.

O Trade Rally traz uma combinação inédita capaz de impulsionar bons resultados: a gamificação e o primeiro chatbot do mercado aplicado para gestão de equipes em campo. O chatbot é um robô que interage com as pessoas via aplicativo de comunicação instantânea, interpretando as perguntas dos usuários em linguagem oral e escrita e respondendo em tempo real com informações multimídia. Também envia automaticamente mensagens e alertas importantes aos gestores.

unnamed-1

De acordo com a Solvian, a novidade tem o objetivo de facilitar o dia a dia dos gestores de equipes, garantindo o acesso à informação de forma prática e ágil. Já a plataforma de gamificação aposta em um modelo de gestão em tempo real e gratificação instantânea, baseado na motivação, engajamento e meritocracia. A solução estimula a adesão às ferramentas para controle de atividades de equipes que atuam nos pontos de venda, como supermercados, lojas e outros espaços com demonstração de produtos. Também permite que o gestor implemente um plano de incentivos, através de regras personalizadas pelo cliente.

“Desenvolvemos a plataforma com gamificação para engajar a equipe e tornar o processo de controle da operação em campo mais divertido. O game mostrou-se uma forma eficaz de estimular o promotor a prestar contas, melhorando a comunicação entre empresa e funcionário, valorizando o trabalho e premiando por mérito”, ressalta Benedito Fayan, diretor da Solvian.

Abaixo você confere as principais vantagens do Trade Rally:

 

web– Controle de jornada: check-in/check-out, km percorrido, posição georreferenciada e aderência de roteiro.

– Coleta de informações: controle de exposição da marca, merchandising, ações da concorrência, pesquisas diversas (preço fora de margem, prazo de validade de produto, espaço em gôndola, ruptura etc.).

– Galeria de fotos: galeria contendo todas as fotos tiradas em campo com opções de exportação nos formatos ppt, pdf e excel.

– Registro de vendas: registro de informações de produtos vendidos, quantidade, preço etc.

– Cadastro de prospects: registro de prospecção de novos clientes e estabelecimentos.

– Relatórios gerenciais e mosaico: relatórios contendo todos as informações capturadas em campo e monitoramento de colaboradores. Mosaico em tela inicial com as principais informações da operação em tempo real.

– Plataforma de business intelligence: plataforma personalizada com gráficos dinâmicos e visões em cubo.

Campus Party 2017 recebe workshop Gamificação com a imersão do Storytelling

Quem estiver pela Campus Party 2017 poderá ter a oportunidade de aprender sobre o desenvolvimento de roteiro para jogos eletrônicos, pois o professor Alexandre Santos realizará um workshop para explicar técnicas, exemplos e práticas para a construção de gamificação empresarial com foco em Storytelling. De acordo com Alexandre, os participantes aprenderão a criação de um transmídia, mecânicas de imersão narrativa e alinhamentos entre gameplay e narrativas através de pontos chaves de imersão.

O workshop Gamificação com Imersão Narrativa ocorre nos dias 02/02 às 18h15 e 11/02 às 09h00 no palco Entretenimento da Campus Party 2017.  A apresentação do dia 11 será maior graças a uma parceria com a Escola Brasileira de Games. Neste dia serão quatro horas dedicadas a explicar a construção de roteiros e mostras de exercícios e ferramentas de criação de narrativas interativas.

2j1mexa7Para quem não conhece, Alexandre Santos é game writer/designer de narrativas e autor, representou o Brasil em uma antologia mundial de Scifi, trabalhou no primeiro evento gamificado com transmidia storytelling do Brasil, e é um dos autores da Storytellers Brand’Fiction. O professor participou recentemente do case gamificação com transmidia storytelling da América Latina com a Storytellers. Lá ele conseguiu reunir algumas ideias sobre o poder da conexão do jogo (rito) com o storytelling (mito) em ações que usam a gamificação

O workshop dentro da Campus Party 2017 é ideal para novos game designers e escritores que desejam saber mais sobre o desenvolvimento de uma boa trama. Quem já leu algo de games designers sabe que as emoções e o drama não fazem parte do controle dos designers, mas que na verdade elas são de responsabilidade dos roteiristas e storytellers.  Então será possível unificar essas duas forças em uma estratégia empresarial? A ideia é justamente essa.

 

Serviço – Campus Party 2017 – Gamificação com Imersão Narrativa

Onde – Campus Party 2017 – Pavilhão de Exposições Anhembi – São Paulo/SP
Quando – De 31 de janeiro a 5 de fevereiro de 2017
Quanto – Entrada individual – R$ 220

PUCSP recebe evento dedicado a debater rumos da gamificação

Que a gamificação está sendo utilizada por diversas empresas ao redor do mundo e que são formas diferentes e inteligentes de alavancar a produtividade dos funcionários, você já sabe. Mas você sabe quais os rumos de utilização da gamificação no contexto contemporâneo? Para quem está ávido por saber mais sobre gamificação e as tendências para o futuro, a PUCSP convida todos a um debate dedicado à investigação sobre conceitos, críticas, práticas, ferramentas e métodos atinentes ao jogo (play) a fim de promover novas discussões que explorem, em extensão e profundidade, as singularidades e potencialidades da gamificação em contextos nacionais e internacionais.

O encontro é organizado pelos professores Lucia Santaella, Sérgio Nesteriuk e Fabrício Fava e tem data marcada para ocorrer no próximo dia 14 de outubro (sexta-feira). Entre os apoiadores do projeto estão o Programa de Pós Graduação em Tecnologias da Inteligência e Design Digital (TIDD – PUC/SP); o Programa de Pós-Graduação em Design da Universidade Anhembi Morumbi; e o Grupo de Pesquisa em Design, Entretenimento e Educação (DEED) da Universidade Anhembi Morumbi.

O evento tem quatro horas de duração e tem uma sessão de debates e palestras de duração média de 30 minutos. Vai ser bastante conteúdo explicado de maneira fácil e divertida. O encontro é extremamente indicado para desenvolvedores e empresários que vêem nos jogos eletrônicos mais do que um hobby, mas também uma ferramenta de trabalho lúdica e educativa.

Para participar do encontro, basta preencher a ficha de inscrição no site especial.

Abaixo tem a programação completa:

9h – Abertura com Lucia Santaella.
9h30 – A emergência da gamificação na cultura do jogo – Fabrício Fava
10h – Gamificação em Educação: revisão sistemática da literatura – João Mattar
10h30 – Intervalo
11h – Design Educacional em jogo – Paula Carolei e Romero Tori
11h30 – Design, Gamificação e Educação a Distância: ensaio crítico sobre
o processo de gamificação de um conteúdo da Filosofia – Priscilla Garone e Sérgio Nesteriuk
12h – Gamificação e a essência do jogo: como a externalização da
recompensa pode tornar a atividade sem sentido – Alan Richard da Luz
12h30 – Cultura e Gamificação: questões que antecedem o Marketing
Fabrizio Poltronieri (apresentação em vídeo)
13h – Encerramento

Serviço – Simpósio Gamificação em Debate

Quando: Sexta, 14 de outubro às 09:00 – 13:00

Onde: Centro TIDD – Tecnologias da Inteligência e Design Digital – Rua Caio Prado, 102 – Consolação, 01303-000 São Paulo

Gamificação contribui para alunos mais engajados na sala de aula

A gamificação já é uma realidade nas escolas mais modernas do país, afinal de contas unir games e educação é uma maneira eficaz de despertar o interesse do aluno pela escola. Algumas das reações mais comuns despertadas pelos jogos eletrônicos em crianças e jovens são surpresa, atenção, concentração, raciocínio lógico, estratégia e antecipação, autonomia, senso de urgência e foco em resolver o problema.

A metodologia veio para atender as necessidades de uma educação moderna e consiste em usar a ludicidade para atrair a atenção e desenvolver habilidades e conhecimentos em sinergia com diversas disciplinas. É possível, por exemplo, que os estudantes aprendam álgebra, história e até mesmo um novo idioma com atividades como criação de avatares, aplicativos de jogos, quiz, entre outros.

“Os alunos já estão engajados com a tecnologia. Trazer a ludicidade, a diversão como aprendizagem é uma tendência irreversível dentro da educação. Por isso, é necessário termos um olhar diferente e gamificar a sala de aula também”, diz Maíra Pimentel, co-fundadora e diretora de Projetos Tamboro – um dos parceiros do SmartLab, plataforma integradora de conteúdos educacionais – que traz diversos games em matemática  para alunos do 5º ao 9º ano.

De acordo com Maíra, a ludicidade no processo educacional muitas vezes, perde espaço para processos majoritariamente mecânicos. “Quando realizados sem prazer perdemos a oportunidade de preparar nossos alunos para além dos compromissos firmados pela escola. Lidar com diferentes adversidades, saber ganhar e perder, elaborar estratégias, aprender a colaborar com colegas e respeitar regras são competências cada vez mais exigidas pela sociedade contemporânea e que a experiência do jogo traz intrinsecamente”.

Nos games geralmente são propostos alguns desafios para que o jogador avance até alcançar a vitória, que pode ser expressada por  algo que você não imaginava que fosse capaz de alcançar, mas conseguiu ser vitorioso ao realizar um grande feito, antes não realizado. Fazendo uma correlação com o processo educacional, a escola pode usar o engajamento dos alunos e os benefícios da gamificação na sala de aula para chegar a uma ‘vitória épica’ na educação.

O grande desafio é separar as soluções adequadas para a prática pedagógica e deixá-las em evidência para que os estudantes e responsáveis estejam cientes do que está por trás do jogo aplicado na aula. Ainda de acordo com Maíra, o desafio das escolas é pensar em uma solução lúdica e prazeirosos, sem se desconectar das disciplinas e das avaliações nacionais propostas na Base Comum Curricular. Em outras palavras, não pode-se desviar do foco, que é a educação e seguir a grade curricular.

“Na nossa escola, por exemplo, trabalhamos com HQs, avatar, softwares, e, recentemente para aulas de cidadania fizemos uma montagem de painéis com jogos sobre as doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti. Observamos uma melhora no rendimento dos alunos, uma vez que eles disputam entre si e querem sempre ganhar”, conta Sandra Barros, coordenadora da disciplina tecnologia de informação no colégio Anglo-Brasileiro.

Como a gamificação pode mudar o ensino dos jovens

Propor atividades diferenciadas com o engajamento de todos os envolvidos por meio de desafios, missões e rankings, pode tornar a educação mais divertida. O feito épico acontece quando se resolve a dicotomia ‘universo lúdico/aprendizado escolar’ promovendo uma grande mudança na educação, por meio da tecnologia.

Claro que muita gente ainda vê os games como uma distração e um produto de entretenimento que pouco pode agregar de cultura aos jovens, mas a verdade é que até mesmo games mais comerciais acabam trazendo algum pano de fundo cultural e histórico.

Trade Rally aumenta 20% dos resultados de empresa de Telecom no Brasil

A gamificação não é exatamente uma novidade no mundo dos negócios corporativos, mas ainda existem poucas empresas que se utilizam dessa mecânica para melhorar seus resultados. Recentemente foi realizado um estudo com promotores de vendas da TMS – Trade Marketing Solution, empresa especializada em operações de trade marketing e vendas, utilizando a plataforma de gamificação Trade Rally. O resultado final foi animador: aumento médio de 20% o resultado em vendas.

Esses dados foram coletados a partir do uso do aplicativo Trade Rally, desenvolvido pela Solvian, empresa de tecnologia que visa soluções para o controle de operações em campo. A pesquisa foi aplicada a dois grupos de funcionários da TMS, que prestam serviços a uma operadora de telecomunicações. De acordo com a TMS, todos os colaboradores da empresa fizeram uso do aplicativo Trade Rally para controle de suas atividades, no entanto, apenas um grupo utilizou o recurso com a gamificação. O estudo fez análise de atividades como visitas/assiduidade, aderência ao roteiro, registro de vendas e aumento de produtividade.

O grupo que utilizou o game apresentou 31% a mais de aderência ao roteiro estabelecido do que o segundo grupo, sem gamificação. A quantidade de check-ins também foi bastante representativa, o grupo do game fez 51% a mais do que o outro. A gamificação acaba motivando os funcionários de determinada empresa a superar a si mesmos, tal como ocorre em um jogo especialmente desafiador.

“O Trade Rally permitiu que a TMS tivesse um controle mais preciso das operações. O modelo de gamificação engajou a equipe de maneira diferenciada. Com feedbacks diários de desempenho pela própria plataforma, foi notável a automotivação entre os promotores para melhorar a performance e alcançar melhores posições”, disse Jonathan Dagues, diretor da TMS.

O aplicativo Trade Rally foi utilizado via smartphone e a ideia é que ele transforma cada tarefa diária da equipe de campo em desafios e missões para o acúmulo de pontos, porém sua estética é similar a um videogame. Semanalmente, aqueles que se destacavam no ranking da equipe recebiam prêmios.

“Desenvolvemos a plataforma com gamificação para engajar a equipe e tornar o processo de controle da operação em campo mais divertido. O game mostrou-se uma forma eficaz de estimular o promotor a prestar contas, melhorando a comunicação entre empresa e funcionário, valorizando o trabalho e premiando por mérito”, ressalta Benedito Fayan, diretor da Solvian.

Sobre a importância de Trade Rally na gamificação de empresas

De acordo com a TMS, o Trade Rally é a primeira plataforma de gamificação no Brasil aplicada ao trade marketing. A aposta da empresa é que o aplicativo se tornará muito popular em empresas que busquem motivar e melhorar o resultado de seus funcionários. Estimativas sugerem que até 2020, 85% das grandes companhias terão elementos de gamificação em suas operações. Além disso, o investimento em gamificação corporativa atingirá cerca de US$ 5 bilhões mundialmente até 2018.

Skoregame: empresas apostam na gamificação para motivar e capacitar seus funcionários

A maioria das pessoas precisam levar o trabalho de forma robótica. Muitas empresas sequer permitem que seus funcionários utilizem celulares ou acessem a internet. Mas e se dissermos que há empresas que não apenas não proíbem os funcionários a realizar essas atividades, como também incentivam que eles até mesmo joguem videogames?

Ainda que pareça utopia, existem empresas que adotam esta política. A ordem agora é conjugar trabalho com diversão – com o olho atento no resultado, é claro. Para comprovar isso, 53% das empresas americanas utilizarão games para motivar, treinar ou estimular comportamentos positivos em seus funcionários, e esses números só tendem a aumentar, de acordo com pesquisa da consultoria Gartner.

Segundo especialistas, as empresas utilizam games, pois quando utilizados corretamente no ambiente de trabalho podem motivar os funcionários e estimulam a competição entre os pares em prol de alcance de metas. Um belo exemplo é o da startup paulistana Collab que comercializa o Skoregame, ferramenta para treinar e motivar equipes de vendas. Essa aplicação foi criada para franqueados da rede O Boticário, e mostrou-se um sucesso, apesar da crise financeira que assola o país.

O Skoregame funciona porque alinha os objetivos de toda a equipe e gera uma disputa saudável entre as pessoas para ver quem vende mais, quem acerta mais quiz, quem completa mais missões especiais. Como se fosse um game mesmo, só que no trabalho”, comenta Carolina Posca, administradora e cliente do Skoregame desde abril deste ano.

A gamificação é uma tendência, e diversos profissionais acreditam que qualquer empresa pode adotar esta estratégia para seus funcionários. Alguns dos métodos mais eficazes são:

Criação de rankings: eles acabam estimulando a competição entre os colegas de trabalho, ao passo que podem premiar os melhores colocados com prêmios especiais, como em videogames mesmo.

Criação de missões especiais: serve como uma ação surpresa, de modo que pode estimular a venda ou alcance de metas-relâmpago em um determinado período de tempo determinado pela gestão. Diversos games, trabalham com missões secundárias que tornam as missões principais mais divertidas.

Criação de lojas virtuais: Esta medida pode servir para que os funcionários utilizem seus pontos acumulados em determinado período de tempo para adquirir bens ou serviços da própria empresa. A criação de um site, ou loja virtual mantém os funcionários atrás de objetivos palpáveis.

Além destas dicas, há ainda a possibilidade de criar um sistema de desempenho para acompanhar a performance do funcionário (com uma interface amigável e bem parecida com jogos eletrônicos). Ou ainda a criação de uma página dedicada a apontar a agilidade do funcionário, de modo que ele mesmo possa ver quanto lhe falta para alcançar as metas mensais em sistema de porcentagem ou em valores.

Naturalmente que algumas empresas veem essa gamificação como bobagem e que não auxilia nos resultados. Mas especialistas apontam que as empresas líderes de mercado apostam em ferramentas e linguagens mais despojadas para falar e interagir com seus funcionários. Muitos acreditam que o futuro das empresas é fazer o trabalho mais jogável.

Gamificação: curso transpõe dinâmicas dos games para o ambiente editorial e educacional

O ALT+TAB, núcleo de formação do grupo Amigos dos Editores Digitais (AED), realiza em 1 de novembro o curso ‘Para além da Gamificação’, ministrado pelo professor David de Oliveira Lemes (PUC-SP e Editor do GameReporter), em Pinheiros (São Paulo).

O curso vai mostrar por que os games se tornaram uma das maiores indústrias de conteúdo do século 21, além de provocar os participantes a se apropriarem dos conceitos do universo dos jogos para repensar práticas nos segmentos editorial e educacional.
No Brasil, a indústria de jogos tem mostrado crescimento na casa de dois dígitos desde 2008, segundo um estudo recente da Euromonitor. Feiras dedicadas ao setor, como a Brasil Game Show, atraem em torno de 250 mil pessoas, boa parte de crianças e adolescentes que esperam por até 4 horas para ver seus ídolos ou testar novos lançamentos.

O curso ‘Para além da Gamificação’ se destina a quem deseja se comunicar de maneira mais efetiva com essa audiência. Ele é voltado para quem planeja, edita e produz conteúdo editorial ou lúdico, tanto digital quanto analógico. Educadores e formadores também podem se beneficiar, assim como designers instrucionais. Não existe pré-requisito para se inscrever.

O objetivo não é apenas aplicar aspectos dos jogos superficialmente ou usar o lúdico como motivação, mas incentivar um olhar mais profundo sobre como criamos produtos, serviços e experiências no universo digital.

A metodologia da aula é ao mesmo tempo teórica e prática. “A abordagem integrada permite maior interação entre os participantes, propiciando um aprendizado e networking efetivos”, ressalta Gabriela Dias, curadora do Alt+Tab.

As inscrições já estão abertas pelo site: www.alttabdigital.com.br

INFORMAÇÕES:

Para além da Gamificação – as regras do jogo

Data: 01 de novembro, sábado, das 9h às 18h
Investimento: R$ 600 (R$ 570 com desconto até 20/10 OU em 2x de R$ 300)
Endereço: House of Work – Rua Dr. Virgílio de Carvalho Pinto, 27, São Paulo, SP
Contato: cursos@alttabdigital.com.br

Guardiões da Cidadania: game educativo para tablets

Pensando no bem estar coletivo e nos jogadores mais jovens, a Editora Ática lançou o aplicativo Guardiões da Cidadania para as plataformas iOS e Android. O aplicativo ambiciona tornar-se uma ferramenta importante na aprendizagem em ambientes escolares, pois propõe uma reflexão de ideias acerca de valores humanos como compaixão, amor ao próximo e respeito.

A aplicação é a primeira investida na área de games cuja temática é voltada para a cidadania. O game é inspirado pelo quadrinho “O Cidadão Invisível”, escrito em 2011 por Gilberto Dimenstein (que também foi lançado pela Ática). No game o jogador encontra os personagens Naco e Patrícia que residem na mesma cidade, porém de classes sociais distintas. Após o encontro dos personagens a vida de cada um se transforma de maneira surpreendente.

O objetivo do jogador é não permitir que o jovem Naco se torne “invisível” aos olhos da sociedade. O garoto mora nas ruas e está constantemente sendo ignorado pelas pessoas nas ruas. Para não permitir que Naco seja ignorado pela sociedade, o jogador deve criar um verdadeiro embate entre o bem e o mal utilizando corretamente as cartas com personagens do livro.

O game integra recursos de animação e jogabilidade semelhante ao Super Trunfo. Deste modo, a narrativa e jogabilidade são exploradas em partidas que envolvem atributos como ataque, defesa e estado de espírito.

“Hoje, nossas bandeiras implicam em educação de qualidade para todos, com acesso universal às novas e qualificadoras tecnologias educacionais”, ressalta Ana Teresa Ralston, diretora de Tecnologia de Educação da Abril Educação.

O game tenta explorar os conceitos criados por Dimenstein e atingir os jovens com a gamificação bem aplicada. Aos que tiverem interesse, o aplicativo já está disponível para iOS e Android para tablets e pode ser baixado gratuitamente.

Coursera oferece curso gratuito de gameficação

Gameficação

Caso você não conheça, a Coursera é uma compania de empreendedorismo social que oferece cursos via plataforma web, gratuitos em parcerias com universidade renomadas do mundo inteiro, como: Princeton, Stanford, Universidade da Pennsylvania, Instituto de Tecnologia da Califórnia, Universidade de Edinburgh só para citar algumas.

Dentre as categorias dos cursos oferecidos estão: Matemática, Negócios e Gestão, Ciências da Computação, Engenharia, Ciências Sociais, Medicina, Tecnologia da Informação entre outras várias opções.

E  a dica de hoje é que um dos cursos oferecidos pela Coursera é o curso de Gameficação (Gamification em inglês). De forma simplificada, esse termo muito em alta recentemente é a utilização de técnicas de game design na resolução de problemas e situações que não necessariamente estejam no mundo dos games.

O curso iniciou em 27 de Agosto de 2012 com duração prevista de seis semanas, e caso você conclua o curso com uma boa nota, terá até um certificado emitido em seu nome pela Coursera

Então corre que ainda dá tempo de se inscrever e participar. Tá esperando o quê ? =)

Link do curso: https://www.coursera.org/course/gamification

Caso queira saber mais sobre Gameficação, a game designer Jane McGonigal publicou, em julho desse ano, um vídeo no TED muito interessante sobre como um jogo pode te dar mais 10 anos de vida. Recomendo.

A Noite dos Duendes: um cartão de boas festas gamificado

Tudo bem que o Natal já passou, mas esse jogo tem uma proposta prá lá de original. Que tal enviar um cartão de boas festas com um game feito por você? Esta é a proposta do game A Noite dos Duendes desenvolvido pela GazGames.

Existem duas formas de se jogar o game: no story mode você joga as fases criadas pela equipe da GazGames. No modo card mode – que é a feature mais interessante – você pode criar fases, salvá-las e enviar para os amigos na forma de um cartão de boas festas! Detalhe interessante: o amigo só verá a mensagem se conseguir vencer a fase criada por você!

Podemos dizer que A Noite dos Duendes, demonstra o conceito de “gamificação” aplicado ao simples gesto de se enviar um cartão de boas festas, mostrando que qualquer processo pode passar por transformações de forma a se tornar mais lúdico, mais interessante, que aliás, tem tudo a ver com o mote da empresa: tudo pode ser mais divertido.

“Trata-se de um puzzle-plataforma, um gênero onde, além de reflexos rápidos, o jogador precisa ter um raciocínio lógico aguçado para vencer os quebra-cabeças propostos”, afirma Ronaldo Gazel, diretor de criação da GazGames. “É uma homenagem aos jogos de plataforma dos anos 80, especialmente o King´s Valley, do saudoso MSX. Vai ter muito marmanjo aí voltando à infância!”, brinca Ronaldo.

Divirta-se com os amigos enviando um cartão de boas festas diferente este ano.