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Segunda Jornada Gamer acontece dia 26 de novembro

O evento vem destacar o caráter cultural e científico dos videogames e apresentar os aspectos socioeducativos da mídia que tem maior interação com o público jovem e adulto, por meio do entretenimento, cultura e como veículo educacional de grande relevância.

O CS:Games, grupo de pesquisa da PUC-SP, realiza o evento apresentando trabalhos e estudos acadêmicos sobre o tema, com a presença de profissionais e personalidades voltadas ao meio.

O evento, que acontece no campus Marquês de Paranaguá da PUC-SP, tem entrada franca para o público em geral e oferecerá oficinas de desenvolvimento de jogos eletrônicos para os interessados.

As palestras abordarão assuntos como o Games for Change, com Gilson Schwartz, Fernando Chamis da Webcore e Insolita falando sobre Mercado de Games, Lúcia Santaella falando sobre gamificação, e o autor de Rules of Play, Eric Zimmerman, com um vídeo exclusivo falando sobre Game Design e protótipos.

Paralelamente, realiza-se o 2º Concurso de Protótipos de Games, com o objetivo de familiarizar o público com esta importante etapa do desenvolvimento de jogos e disseminar esta cultura, incentivando a produção de protótipos de games no Brasil por grupos iniciantes e amadores.

As inscrições para o concurso são gratuitas e estão abertas até 15/11/2011. Serão aceitos protótipos de jogos de todos os gêneros, feitos por grupos de 1 a 5 pessoas. O regulamento, anexo, e outras informações encontram-se disponíveis no blog do CS:Games, em http://blog.pucsp.br/csgames/.

2ª Jornada Gamer
26 de novembro de 2011
PUC-SP – Campus Marquês de Paranaguá
Rua Marquês de Paranaguá, 111
Consolação – São Paulo – SP – CEP: 01303-050
Realização: PUC-SP / CS:Games

Educador defende uso de jogos comerciais com conteúdo em sala de aula

A leitora Terciane Alves enviou para o GameReporter um artigo bastante interessante a respeito da dissertação de mestrado do educador Gustavo Nogueira de Paula, do Institudo de Estudos da Linguagem (IEL).

Batizada de “Caracterizando o ato de jogar videogame como um novo letramento” e com o financiamento da Fapesp, a tese propões uma utilização crítica de games populares na escola. Ou seja, que os professores busquem meios inteligentes de explorar games comerciais na sala de aula.

“Videogame está sempre associado a cenas de violência ou algo pernicioso, mas existe uma variedade de jogos bem desenvolvidos com conhecimento útil para o aprendizado”, defende o educador.

Durante o estudo realizado para a tese, Gustavo usou como cenário os episódios do atentado de 11 de setembro, contra o World Trade Center, em Nova York. Depois de elaborar um texto e passar para duas crianças lerem, uma de nove e outra de dez anos, convidou-as para jogar Call of Duty Modern Warfare e 12 de setembro, jogos com abordagens diferentes para o mesmo tema.

Mesmo sem nunca terem jogado os games antes, as duas crianças conseguiram evoluir rapidamente durante as etapas dos jogos, solucionando rapidamente problemas propostos nas partidas. Ainda assim, trataram os jogos como brincadeira, sendo incapazes de perceber a relação entre o texto e os jogos.

“Em vista desses resultados defende-se que a escola se engaje mais diretamente com a educação para este tipo específico de letramento digital”, argumentou.

Curioso, não? O que você acha da ideia do educador?

Google+ ganha games

A rede social Google+ acaba de ganhar um recurso de peso na tentativa de substituir a atual rainha das redes, Facebook. Agora, o serviço conta com games, entre eles Angry Birds, Bejeweled e Dragon Age Legends.

Demorou pouco para que os games chegassem ao serviço, e o Google já falou que pretende ficar de olho para não deixar que a qualidade destes caia. “Por querermos prover tanto uma grande experiência de usuário como uma grande experiência de desenvolvimento, estamos focando na qualidade, e não na quantidade”, explicou o diretor David Glazier.

Novos parceiros (além da EA, Rovio, PopCap e Zynga) serão acrescentados aos poucos, já que a API para a criação de games está sendo enviada em número racionado.

[Via GamesIndustry]

Após massacre em Oslo, 51 jogos são “proibidos” na Noruega

O que acontece quando uma grande tragédia acontece? Sim, a sociedade se volta para ao “males dos videogames”. Isto não foi diferente com o caso de Anders Behring da Noruega que matou pelo menos 91 pessoas em Oslo.

Diversas lojas do país retiraram de suas prateleiras nada menos que 51 jogos, o curioso é que as lojas tomaram esta ação sem que a opinião pública ou o governo proibissem a venda desses jogos. Continue lendo Após massacre em Oslo, 51 jogos são “proibidos” na Noruega

Pesquisa curiosa diz que jogadoras online preferem games a sexo

Mulheres que jogam games online preferem suas partidas via internet a outras atividades como tomar banho, fazer compras, malhar e sexo. É o que diz uma pesquisa comissionada pela Doritos e que entrevistou 2.052 pessoas.

O universo pesquisado é pequeno, mesclou homens e mulheres, e apontou, ainda, que do público entrevistado, 50% dos homens joga online, e 49% das mulheres fazem o mesmo.

Segundo o site inglês MCV, das mulheres jogadoras, 84% dizem adorar jogar online, 75% declararam gostar de tomar banho, 71% afirmam gostar de compra, 70% comentaram gostar de sexo e, por fim, 62% disseram gostar de malhar.

Dos dados realmente relevantes descobertos, as mulheres jogam online por mais tempo que homens. De todos os entrevistados, a média de tempo jogando foi de 3,5 horas por semana, sendo que 23,1% de todo o tempo que a mulher gasta online é com games, comparado com 22,3% para homens.

Curso de Criação de Games em São Paulo (SP)

Nos dias 18, 20, 22, 25, 27 e 29 de julho, entre as 19h e 22h, acontece em São Paulo (SP) o curso de Criação de Games, da Intermeios.

Ministrado pelo professor Luiz Carneiro, o curso dará ao estudante a base para a criação de protótipos de games de baixa fidelidade (tabuleiro), abordando teorias dos games, dos meios de comunicação e também referências artísticas.

Serão abordadas propriedades específicas de um projeto de games, entre elas conceito, narrativa, documento de design de game e iteração, inclusive a partir de exames de jogos clássicos de variadas plataformas, seja via consoles originais, seja via emuladores.

O curso custa R$ 150, a inscrição pode ser feita a partir do site da Intermeios, que traz informações adicionais.

A Intermeios fica na ua Luís Murat, número 40, em Pinheiros, São Paulo (SP). O telefone é (11) 2338-8851.

Google busca gerente de produto para área de games

A gigante das buscas, Google, divulgou em seu portal uma vaga de trabalho para o escritório californiano, em que procura um gerente de produto para o setor “Games at Google”.

Na descrição da vaga, a companhia diz que procura alguém que tenha uma visão estratégica, técnica e ame games para modelar uma estratégia de jogos para a companhia. O funcionário criará estratégia para distribuição e descoberta de jogos, identidade de jogadores, mecânica de games e mais.

A descrição da vaga cita uma plataforma de games social, mas não se aprofunda muito em detalhes, sendo assim precisaremos esperar para ver o que a companhia planeja para o futuro.

[Via Eurogamer]

Um panorama sobre o desenvolvimento de games para iPhone

Vitor Almeida da Silva, do site VSoftGames, publicou ontem um artigo interessante em que aborda um pouco o desenvolvimento de jogos para iOS (o sistema do iPhone, iPod touch e iPad).

A ideia é que o artigo dê um panorama atual do mercado de games para o portátil a quem quer que esteja pensando em começar a desenvolver pela plataforma.

Como pano de fundo, Vitor usou o aprendizado da MyPlay Mobil, empresa em que trabalha, que criou nove projetos para o portátil, e ainda cita cases de sucesso como o famoso Angry Birds.

:: Leitura altamente recomendada

Novas oportunidades para trabalhar com games no Rio de Janeiro

Duas vagas para quem quer trabalhar com games surgiram nas redes sociais, ambas para o Rio de Janeiro.

A Nano Games procura um estagiário em desenvolvimento de jogos, para trabalhar no centro da capital carioca. A remuneração é bolsa-auxílio de R$ 800, por carga horária de 6 horas/dia.

É preciso conhecimento em linguagem de programação orientada a objetos, estar cursando preferencialmente do 3º ao 7º período de faculdade de informática.

Mais detalhes sobre a vaga podem ser obtidas no LinkedIn.

A Iterum Game Studio procura ilustrador, programador e designer gráfico. O ilustrador precisa ter habilidades na criação de personagens, cenários, ilustração vetorial e 3D e também animação e, Flash. Já para os designers, pede-se habilidades em design de interface, animação em Flash e Webdesign.

Os programadores devem conhecer AS3, Java, C++ e UDK. Mais informações sobre a vaga podem ser obtidas via Facebook.

Psicólogo pesquisador de games fala sobre “fenômeno de transferência dos games”

Mark Griffiths é professor de psicologia e pesquisador de videogames na Nottingham Trent University, no Reino Unido, e está prestes a publicar um novo estudo bem interessante.

Griffiths cunhou um novo termo chamado “fenômeno de transferência dos games”, um efeito psicológico que ainda não havia sido abordado, e que consiste na transferência de elementos de games para a vida real, refletindo em sensações posteriores, pensamentos e ações por parte do jogador, mesmo quando não está jogando.

É como se um gamer passasse um tempão jogando um game e depois, quando fechasse os olhos – por exemplo – visse o jogo ou sentisse como se estivesse jogando ainda. São pensamentos intrusivos, sensações, impulsos, reflexos e ilusões ópticas, com base em uma pesquisa com 42 gamers suecos de idades entre 15 e 21 anos.

Um dos pesquisados, de 15 anos, teria afirmado que depois de muito jogar passou a ver barras de vitalidade em cima da cabeça de pessoas reais. Bizarro? Bastante, mas quem aqui nunca foi dormir e, ao fechar os olhos, sentiu como se estivesse jogando?

O universo pesquisado também é pequeno e não serve como conclusão de que o problema existe, mas é uma abordagem diferente do efeito dos videogames na saúde e reflexos dos jogadores.

Quem aqui já passou por algo parecido?

[Via Boston Globe]