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Campus Party 2017 recebe workshop Gamificação com a imersão do Storytelling

Quem estiver pela Campus Party 2017 poderá ter a oportunidade de aprender sobre o desenvolvimento de roteiro para jogos eletrônicos, pois o professor Alexandre Santos realizará um workshop para explicar técnicas, exemplos e práticas para a construção de gamificação empresarial com foco em Storytelling. De acordo com Alexandre, os participantes aprenderão a criação de um transmídia, mecânicas de imersão narrativa e alinhamentos entre gameplay e narrativas através de pontos chaves de imersão.

O workshop Gamificação com Imersão Narrativa ocorre nos dias 02/02 às 18h15 e 11/02 às 09h00 no palco Entretenimento da Campus Party 2017.  A apresentação do dia 11 será maior graças a uma parceria com a Escola Brasileira de Games. Neste dia serão quatro horas dedicadas a explicar a construção de roteiros e mostras de exercícios e ferramentas de criação de narrativas interativas.

2j1mexa7Para quem não conhece, Alexandre Santos é game writer/designer de narrativas e autor, representou o Brasil em uma antologia mundial de Scifi, trabalhou no primeiro evento gamificado com transmidia storytelling do Brasil, e é um dos autores da Storytellers Brand’Fiction. O professor participou recentemente do case gamificação com transmidia storytelling da América Latina com a Storytellers. Lá ele conseguiu reunir algumas ideias sobre o poder da conexão do jogo (rito) com o storytelling (mito) em ações que usam a gamificação

O workshop dentro da Campus Party 2017 é ideal para novos game designers e escritores que desejam saber mais sobre o desenvolvimento de uma boa trama. Quem já leu algo de games designers sabe que as emoções e o drama não fazem parte do controle dos designers, mas que na verdade elas são de responsabilidade dos roteiristas e storytellers.  Então será possível unificar essas duas forças em uma estratégia empresarial? A ideia é justamente essa.

 

Serviço – Campus Party 2017 – Gamificação com Imersão Narrativa

Onde – Campus Party 2017 – Pavilhão de Exposições Anhembi – São Paulo/SP
Quando – De 31 de janeiro a 5 de fevereiro de 2017
Quanto – Entrada individual – R$ 220

BIG Festival abre inscrições para a premiação de melhores jogos independentes

Já imaginou seu game tornando-se famoso por todo o Brasil? Esta é a sina dos jogos que aparecem no BIG Festival (Brazil’s Independet Games Festival). A organização do evento divulgou que os desenvolvedores de jogos do mundo todo já podem inscrever suas criações na principal premiação do BIG Festival. As inscrições vão até o dia 23 de abril e devem ser feitas através do site oficial do evento.

A quinta edição do BIG Festival acontecerá de 24 de junho a 2 de julho, no Centro Cultural São Paulo, na capital paulista, mesmo ambiente das últimas edições. Os jogos finalistas estarão disponíveis para o público em computadores, tablets, smartphones e consoles em uma exposição gratuita em que os visitantes podem testa-los e votar em seus favoritos, inclusive jogos em Realidade Aumentada e Virtual.

Os games inscritos serão analisados pelo Comitê de Seleção do festival e os selecionados irão competir em diversas categorias, como Melhor Jogo, Melhor Gameplay, Melhor Som, Melhor Arte, Melhor Narrativa entre outras. Em 2016, o jogo brasileiro Horizon Chase, da desenvolvedora gaúcha Aquiris Game Studio, foi consagrado como o melhor do evento, vencendo na escolha do júri.

A expectativa é que o evento supere o sucesso do ano passado, quando o BIG Festival recebeu a inscrição de 515 jogos de 48 países diferentes, sendo quase metade deles (232) produzidos no Brasil. Foram 18 mil visitantes em 2016, sendo 2.400 profissionais do setor. “Em 2017 consolidaremos o Brasil como o “hub” de negócios internacionais na América Latina, um feito extraordinário para um setor tão efervescente como o dos Games”, diz Eliana Russi, organizadora da área de negócios do BIG Festival.

 

Serviço – 5º BIG Festival (Brazil’s Independent Games Festival)

De 24 de junho a 2 de julho (Segunda, 26, não abre)
De terça a sexta: 10h às 22h / Sábado e domingo: 14h às 22h
Centro Cultural São Paulo – Rua Vergueiro 1000 – Paraíso, SP
Entrada: Gratuita

Super Shopping Osasco recebe o Arena Games, competição de videogames com muitos prêmios para os vencedores

As férias prometem ser das mais divertidas para os visitantes do SuperShopping Osasco, um dos centros de compra mais populares da grande São Paulo, principalmente se o visitante for um gamer, pois estabelecimento vai se transformar em um campo de batalhas com o Arena Games. Trata-se de uma competição de videogames que será montado na Praça de Eventos, de 9 de janeiro a 12 de fevereiro, que vai reunir competidores em 12 estações com PlayStation4, PlayStation3, Xbox 360, Xbox One e o clássico dos anos 80, o Atari.

“Os fanáticos por games poderão se divertir com jogos de música, como Guitar Hero e Just Dance, que atraem homens e mulheres, jogos de corrida, jogos infantis como Minecraft – sucesso entre crianças e adolescentes e, o preferido entre os garotos, o Futebol Digital, com Pro Evolution Soccer PES 2017 e FIFA 17”, explica Giancarlo Johann, superintendente do SuperShopping Osasco.

O evento é organizado pela Fun Play Eventos e pela Federação Paulista de Futebol Digital e Virtual (FPFDV), as competições serão aos finais de semana, com etapas classificatórias a partir dos dias 14 e 15 de janeiro. A grande final acontece no dia 12 de fevereiro com muitos prêmios para os ganhadores.

Para participar, os interessados podem se cadastrar a partir do dia 9 de janeiro no estande da Arena Games no shopping ou fazer a inscrição pelos sites da FPFDV (www.fpfdv.com.br) ou da Fun Play Eventos (www.funplayeventos.com.br). Os ingressos custam entre R$ 15 e R$ 20 para 30 minutos. Crianças de até 4 anos jogam gratuitamente, mas precisam estar acompanhados de um adulto pagante.

 

Serviço: Arena Games no SuperShopping Osasco

Endereço: Av. dos Autonomistas, 1.828 – esquina com a Av. Maria Campos – Osasco | SP

Data: 9 de janeiro a 12 de fevereiro

Inscrições: Estande da Arena Games no SuperShopping Osasco ou pelos sites www.fpfdv.com.br | www.funplayeventos.com.br

Valor: R$ 15 a R$ 20

 

“Moscas Volantes” é uma aventura literária com jeitão de videogame

O roteirista Rodrigo Budrush foi buscar nos videogames a inspiração para seu primeiro livro, “Moscas Volantes”, uma obra recheada de referências à cultura pop e temas polêmicos levados com bom humor. Na trama acompanhamos o jovem Claudiano que se vê perdido no mundo assim que acorda sozinho num beco da cidade. Ele olha por todos os lados e desespera-se: onde está sua mãe? O rapaz sai à sua busca e acaba encontrando um misterioso homem que diz ter pedras preciosas capazes de indicar o caminho até sua casa. Mas, para consegui-las, Claudiano deve lhe entregar alguns tesouros que estão escondidos pela cidade — e é assim que o jovem acaba entrando numa insólita aventura.

Moscas Volantes traz uma ambientação que lembra muito a dinâmica dos antigos RPGs da era 16 bits. O protagonista Claudiano encontrará em seu caminho aliados como Zezinho (um quarentão hippie fascinado por cálculos matemáticos que deseja decorar todas as tabuadas), Jéssica (uma libidinosa jovem cujo maior sonho é ser top model) e Vitroril (um rapaz hipocondríaco que almeja uma cura para todas as suas doenças). Os quatro aventureiros enfrentarão muitos desafios e seres bizarros em sua jornada — cujo desfecho aparentemente depende das pistas de um misterioso ouriço azul.

rodrigo-budrushA história é recheada de referências ao universo pop: você vai reconhecer games, filmes, músicas e até memes da internet. A estrutura narrativa é baseada na dinâmica dos videogames retrô, com direito a muitas batalhas contra “chefes de fase” e várias outras surpresas. Além disso, Moscas Volantes surpreende pela inesperada profundidade: a história aparentemente banal é na verdade uma grande alegoria que retrata, de maneira leve e divertida, temas profundos da nossa sociedade.

Onde encontrar o livro Moscas Volantes

O livro está disponível em um primeiro momento apenas em eBook e já pode ser comprado na Amazon por R$ 9,90 — assinantes do programa Kindle Unlimited, contudo, podem acessá-lo gratuitamente. A expectativa é que o livro faça bastante sucesso entre os jovens graças a sua estrutura e leitura fácil.

Top 10: os jogos mais aguardados para 2017

O ano de 2016 ainda não terminou, mas já estamos com nossos radares acionados para o que nos espera para o próximo ano. Muitos jogos estão por vir e a maioria deles sequer foi revelada ainda. A E3 2017 promete ser uma das mais emocionantes, pois a Nintendo e a Microsoft devem preparar terreno para o lançamento de seus novos consoles, ao passo que a Sony deve investir pesado em novos jogos matadores.

As perspectivas são tão altas pois a atual geração está finalmente amadurecida e os estúdios já podem tirar o máximo proveito dos hardwares. Seja como for, já sabemos da existência de muitos games que devem ser sensação em 2017 e listamos 10 dessas preciosidades que são extremamente aguardadas pela comunidade.

Confira abaixo dez dos mais aguardados jogos para 2017:

 

For Honor

For Honor é mais uma nova IP da Ubisoft que tem tudo para se tornar um marco da indústria. Para quem não conhece, trata-se de um hack ‘n slash ambientado em um mundo de fantasia medieval. Neste mundo os jogadores enfrentam batalhas com samurais, cavaleiros e vikings pela supremacia no campo de batalha. A intenção da Ubisoft parece ser priorizar o multiplayer ao invés do singleplayer, o que pode ser uma má decisão. Entretanto, a estrutura inspirada em jogos de tiro pode ser uma boa opção para tornar os combates mais empolgantes. Mas não se preocupe ainda, o singleplayer já está confirmado, mas a Ubisoft não parece dar muito destaque para a história. Também pudera, uma história que reúna samurais, vikings e cavaleiros não deve ser levada tão a série mesmo. Quem sabe seja essa mistura louca que a comunidade precisa?

 

Shenmue 3

Shenmue nunca foi um sucesso comercial e a ideia original de Yu Suzuki de criar uma trilogia parecia fadada ao fracasso. Mas graças ao Kickstarter, uma ajudinha da Sony e à união de milhares de fãs parece que Shenmue 3 sairá do papel. Você assume o papel de Ryo Hazuki que busca descobrir os responsáveis pelo assassinato de seu pai. Apesar de carregar o peso de uma franquia famosa, Shenmue 3 deve ser bem diferente dos antecessores, pois a tecnologia deu um grande salto desde a derrocada do Dreamcast. Deste modo, esperamos uma espécie de GTA ambientado em pequenos vilarejos japoneses.

 

Injustice 2

O primeiro Injustice foi bastante aclamado pela crítica e pela comunidade de jogadores. Com a Warner/DC investindo pesado em seus heróis para a temporada 2017 no cinema, faz todo o sentido uma sequência para o game de luta. Batman, Superman e muitos outros heróis e vilões retornam para mais pancadaria com direito a reutilizar a mesma engine de Mortal Kombat X. Há quem possa torcer o nariz e dizer que o game é muito sombrio ou que é apenas outro Mortal Kombat com personagens da DC, mas a verdade é que Injustice 2 tem a ambição de ser o maior jogo de luta da próxima temporada.

 

Halo Wars 2

Sim, sabemos que Halo Wars 2 não é exatamente o título Halo que todos esperam. Mas Halo 6 sequer foi anunciado ainda e seu lançamento deve demorar um bocado. Até lá podemos curtir o universo expandido de Halo através desta improvável continuação do RTS que agitou o Xbox 360. Os acontecimentos deste game são imediatos após o fim de Halo 5: Guardians e retrata a tripulação da UNSC tendo de lidar com uma facção alienígena extremamente hostil chamada Banished. Tal como no primeiro Halo Wars, aqui vamos ter bastante estratégia e combates intensos, porém de maneira simplificada para atrair jogadores pouco acostumados com RTS.

 

Marvel vs Capcom Infinite

E se os heróis da DC farão seu retorno em 2017 através de um jogo de luta, o mesmo pode ser dito dos heróis da Marvel. A Capcom já apresentou muitas coisas sobre Marvel vs Capcom 4 e o que foi revelado é promissor: guerra pelas gemas do infinito, combate dois contra dois, combos, modo história e a introdução de muitos personagens novos. Ainda não temos confirmação se os X-Men ficarão mesmo de fora da pancadaria devido aos desacordos entre a Marvel e os detentores dos direitos de imagem dos mutantes. Se não tiver acordo, o jogo perde uma gama de personagens icônicos, mas a esperança é que os produtores conseguirão a participação de todo o roll de personagens criados pela Marvel.

 

Horizon Zero Dawn

Horizon Zero Dawn tem tudo o que fãs de RPGs de ação em mundo aberto podem querer, ou seja, universo único, enredo épico, temáticas envolvendo destino e identidade, combates intensos etc. O mais interessante é que os inimigos são dinossauros-robôs, algo pouco usual em qualquer jogo eletrônico. Mas é justamente essa liberdade criativa e o mundo pós-apocalíptico que faz com que tantos jogadores fiquem interessados neste game. Se a empreitada for bem sucedida, podemos apostar que Horizon Zero Dawn se tronará uma franquia.

 

God of War

O panteão grego foi totalmente exterminado por Kratos em sua sede por vingança, fato que levou todos os jogadores a acreditar que a franquia estava definitivamente acabada. Mas os produtores da Santa Monica deram um jeito bem interessante de trazer Kratos de volta: leva-lo até a mitologia nórdica para dar cabo de novos monstros, criaturas e deuses. Pelo que a Sony apresentou, os combates seguem um ritmo mais desacelerado do que nos jogos anteriores e muito do gameplay deve envolver o filho de Kratos. Ainda que a Sony não tenha confirmado nenhuma data de lançamento, a expectativa é que o novo game chegue às lojas ainda em 2017.

 

Mass Effect Andromeda

A história do Comandante Shepard já terminou, mas isso não quer dizer que a Bioware não tenho boas ideias para sua franquia estelar. É essa aposta de que ainda tem muitas histórias para contar que impulsiona este novo capítulo, então não espera que Andromeda seja mais do mesmo. Ate onde se sabe, o argumento central do game será encontrar uma nova casa para a decadente raça humana. Essa busca irá levar a nova tripulação por lugares inóspitos e violentos, então podemos esperar por momentos tão épicos quanto os da trilogia original. Ah e podemos esperar também que as mecânicas de conversação, romances e tiroteios estarão de volta.

 

Resident Evil 7

Resident Evil 6 foi um erro terrível e a Capcom sabe disso. Não nos interprete mal: o jogo não é injogável, mas a ação é tão recorrente que não deveria ter o nome de Resident Evil na capa. Resident Evil 7, por outro lado, promete reviver a sensação de puro horror que marcaram os primeiros games da franquia. A Capcom, aliás, parece estar disposta a ir além dos jump scares para abraçar de vez uma forma mais psicológica de terror (talvez inspirado em Silent Hills). As demos apresentadas até agora assombraram os jogadores (de forma positiva), então mal podemos esperar para ver se o novo capítulo da controversa série voltará a ser sinônimo de medo.

 

The Legend of Zelda: Breath of the Wild

A franquia Legend of Zelda é provavelmente a mais amada e respeitada de toda a história dos videogames. Afinal, ao longo dos trinta anos em que esteve ativa não podemos nos lembrar de um único Zelda ruim (bem, talvez aqueles licenciados para a Panasonic). De qualquer modo, Breath of the Wild tentará elevar a franquia para ares ainda não explorados graças a um mundo aberto e colorido a ser explorado. Ainda não temos detalhes sobre o enredo, mas o fato de que ele está em desenvolvimento desde 2013 é um sinal de que a Nintendo quer lançar um game impecável.

 

E para você, quais outros games são aguardados para o próximo ano?

Top 10: Games do Wii U que você deve jogar

Deixe-me adivinhar: você comprou o Wii U tão logo teve a oportunidade, pois tal como milhares de jogadores, esteve empolgado com as promessas da Nintendo de que este seria um console competitivo e que receberia amplo suporte das desenvolvedoras third parties, certo? Conforme a história mostrou, o Wii U está longe de ser um megassucesso e menos ainda de ser uma unanimidade entre a comunidade de jogadores. Entretanto, isto não quer dizer que você não pode se divertir com o console da Big N.

Ao longo dos seus quatro anos de existência, o Wii U recebeu alguns dos melhores jogos da geração. Alguns, inclusive, seriam facilmente apreciados por usuários de outras plataformas. Infelizmente a maior parte desta lista de obrigatórios são jogos da própria Nintendo, evidenciando qual foi o grande problema do sistema (pouco apoio de third parties).

Abaixo você confere os dez games que todo usuário do Wii U deveria conhecer:

 

Super Mario 3D World

super_mario_3d_worldSuper Mario 3D World surgiu em um período em que a comunidade começava a questionar a criatividade da Nintendo. Não podia ter saído em melhor hora: o título é tão atrativo e divertido quanto qualquer outro Mario da EAD Tokyo. A mistura da linearidade dos jogos 2D com a liberdade dos jogos do Mario em 3D funcionou perfeitamente, assim como o novo power up Super Bell, que transforma os protagonistas em gatos. Não bastasse a criatividade, o título ainda tem 114 fases e cinco personagens jogáveis: um prato cheio para os fãs do Mario, que nem sequer reclamaram o fato de que o jogo que eles queriam mesmo era Super Mario Galaxy 3.

 

The Legend of Zelda: The Wind Waker HD

wind-waker-hdPara quem não teve a oportunidade de jogar o Wind Waker no GameCube, a Nintendo tratou de relançar o game com novas características a jogabilidade, gráficos com 1080p de resolução, um novo sistema de iluminação, e outras pequenas modificações. O resultado é um prato cheio visual e um dos melhores games Zelda de todos os tempos. Vale destacar que em 2003, Wind Waker quase passou despercebido pela comunidade por causa de seus traços cartunescos. . O relançamento em HD significou uma segunda chance para um game tão bem produzido.

 

Splatoon

splatoon_wii_u_gameplay_screenshotEntão você ficou surpreso quando a Nintendo anunciou que produziria seu próprio shooter competitivo, certo? E que grata surpresa foi Splatoon, um game cheio de personalidade e divertido ao extremo, provando que a Big N ainda não perdeu o jeito para criar novas IPs. Não apenas os visuais são a cara da Nintendo, mas também a ideia central: pintar cenários e inimigos para definir quem vence. Pena que a rede online da Nintendo não é nada comparada aos dos consoles rivais, mas dentro de suas limitações, a Nintendo conseguiu criar uma comunidade dedicada e bastante fértil para Splatoon se tornar um sucesso e uma compra obrigatória para todos os usuários do Wi U.

 

Bayonetta 2

bayonetta-2Quem gostou do primeiro jogo não teve do que reclamar ao jogar esta sequência: Bayonetta é tudo o que os fãs poderiam esperar, ou seja, rápido, visceral, divertido, explosivo. Yusuke Hashimoto, Atsushi Inaba e Hideki Kamiya fizeram mágica com o hardware do Wii U, pois o game é capaz de apresentar efeitos visuais impressionantes e momentos de ação incessantes. Se você é fã de jogos ao estilo Devil May Cry e chegou a jogar o primeiro game, não há motivos para não experimentar Bayonetta 2. Tudo que o primeiro título fez de bom, Bayonetta 2 melhorou, seja mecânicas, efeitos visuais, jogabilidade, armas, habilidades etc.

 

Pikmin 3

pikmin-3-wallpaper-11Esta sequência pode até ser chamada de mais do mesmo. Mas o que não pode ser dito é que o jogo é ruim. Na verdade Pikmin 3 introduz um sistema co-op execelente, além de modos competitivos bastante instigantes. A campanha também não é nada mal e conta com boas nove horas em que os jogadores utilizam os pequenos Pikmins de maneira estratégica para derrotar diversos tipos de inimigos e obstáculos. Se você nunca jogou nenhum título da série, podemos comparar (em menor escala), como uma fusão de elementos de StarCraft e Command e Conquer, porém com criaturas coloridas e fofinhas.

 

Super Mario Maker

super-mario-makerTodos gostam do Mario, isto é uma máxima. E ao passo que a popularidade do bigodudo nunca está em queda, pode-se esperar novos jogos do mascote a cada nova temporada. Os games 2D do Mario estão entre os melhores jogos jamais criados e foi pensando nisso que a Nintendo criou o Mario Maker, uma ferramenta que permite a qualquer um criar seus próprios níveis. O resultado final não poderia ser diferente: milhares de cenários dificílimos e horas de diversão sem fim. Se você não tem paciência para criar cenários, pode se divertir apenas jogando os cenários criados pela comunidade. E se prepare para se frustrar bastante.

 

Mario Kart 8

mario-kart-8Mario Kart 8 não tem nada de inovador. Dito isto, deve dizer também que este é um dos melhores games do Wii U. Trata-se apenas de reutilizar a fórmula da franquia, dar uma polida gráfica e acrescentar cenários loucos e viciantes. Toda a diversão proporcionada pelo multiplayer do game do Wii foi mantida em MK8. Uma pena que a Nintendo não leve a sério a ideia de transformar Mario Kart em um eSport, pois imaginamos que seria um dos títulos mais disputados do cenário mundial.

 

Donkey Kong Country Returns: Tropical Freeze

tropical-freezeTropical Freeze é um presente para os fãs da amada série criada na geração 16 bits. Afinal temos o retorno de Diddy e Dixie, fases aquáticas, músicas de David Wise e design de fases que priorizam a diversão ao invés da dificuldade. Como se não bastasse, Tropical Freeze é o primeiro game da série em alta definição. Muitos jogadores nem colocaram as mãos neste game e a justificativa é que ele não é tão épico quanto a trilogia do SNES. Seja como for, Tropical Freeze é superior ao seu antecessor e um dos games mais divertidos e encantadores do Wii U. Em algumas horas será como relembrar os áureos tempos do SNES.

 

Super Smash Bros.

super_smash_bros-_wii_uTal como nos demais jogos da franquia Smash Bros. este aqui é uma das mostras de que a Nintendo ainda tem algumas cartas na manga. Afinal, quem poderia imaginar um embate entre o cachorro de Duck Hunt e o treinador do Wii Fit? A tela de seleção é a maior de toda a franquia, contando com quase todos os personagens de todos os demais games Smash Bros. Não fosse o suficiente, esta versão tem vários bônus, segredos desbloqueáveis e um combate divertidíssimo.

 

Monster Hunter 3 Ultimate

wiiu-monster-hunter-3-ultimateMonster Hunter 3 Ultimate é considerado por muitos como o maior e melhor game da franquia da Capcom. São centenas de criaturas para enfrentar e um clima de mundo aberto gigantesco. São criaturas para enfrentar em diversos ambientes, tais como oceanos, geleiras, cavernas e florestas. Os controles inovam graças à tela sensível ao toque e as habilidades e armas são bastante divertidas de utilizar. O game traz centenas de missões e subquests para completar. Se você é do tipo aventureiro e gosta de fazer centenas de coisas, Monster Hunter 3 é um prato cheio.

Ah, o canal Versus o Mundo também selecionou alguns games do Wii U que merecem destaque, confira abaixo:

Prazo para se inscrever no Edital da SPCine encerra em 11 de novembro

Se você é produtor de games e está atrás de financiamento para tirar seu projeto do papel, corra! Termina em 11 de novembro o prazo de inscrição para o Edital de produção de games 2016 da SPCine. Trata-se de um edital em que os inscritos concorrem por uma das 16 vagas para receber um patrocínio para a produção de games.

O prazo do edital é bem estreito (08/10 a 11/11) e seu objetivo é fomentar a produção de games no Brasil, ampliando a participação nacional em âmbito regional, nacional e global. Não há detalhes adicionais dos tipos de games que podem receber o financiamento, mas sabe-se que a instituição SPCine conta com um total de recursos disponíveis de R$1.480.000,00 (um milhão, quatrocentos e oitenta mil reais).

De acordo com os responsáveis, serão 16 games autorais contemplados com este patrocínio, divididos entre R$ 35 mil (mínimo de oito projetos contemplados) para projetos de pessoa física e R$ 150 mil (mínimo de oito projetos contemplados) para projetos de pessoa jurídica.

Mais informações sobre o edital da SPCine

O edital visa incentivar o desenvolvimento da identidade artística e cultural dos Games no Brasil, dando oportunidades a criadores iniciantes, até então sem acesso aos meios de produção tradicionais audiovisuais. Quem estiver interessado pode obter maiores informações do edital através do site da SPCine e no site da SPCultura.

NOTA DO REDATOR: O texto foi retificado. Conforme edital, o prazo para a inscrição encerra em 11 de novembro, ao contrário do que foi veiculado (11 de outubro). O prazo é de um mês, mas recomendamos que você inscreva seu projeto assim que possível. ;)

PUCSP recebe evento dedicado a debater rumos da gamificação

Que a gamificação está sendo utilizada por diversas empresas ao redor do mundo e que são formas diferentes e inteligentes de alavancar a produtividade dos funcionários, você já sabe. Mas você sabe quais os rumos de utilização da gamificação no contexto contemporâneo? Para quem está ávido por saber mais sobre gamificação e as tendências para o futuro, a PUCSP convida todos a um debate dedicado à investigação sobre conceitos, críticas, práticas, ferramentas e métodos atinentes ao jogo (play) a fim de promover novas discussões que explorem, em extensão e profundidade, as singularidades e potencialidades da gamificação em contextos nacionais e internacionais.

O encontro é organizado pelos professores Lucia Santaella, Sérgio Nesteriuk e Fabrício Fava e tem data marcada para ocorrer no próximo dia 14 de outubro (sexta-feira). Entre os apoiadores do projeto estão o Programa de Pós Graduação em Tecnologias da Inteligência e Design Digital (TIDD – PUC/SP); o Programa de Pós-Graduação em Design da Universidade Anhembi Morumbi; e o Grupo de Pesquisa em Design, Entretenimento e Educação (DEED) da Universidade Anhembi Morumbi.

O evento tem quatro horas de duração e tem uma sessão de debates e palestras de duração média de 30 minutos. Vai ser bastante conteúdo explicado de maneira fácil e divertida. O encontro é extremamente indicado para desenvolvedores e empresários que vêem nos jogos eletrônicos mais do que um hobby, mas também uma ferramenta de trabalho lúdica e educativa.

Para participar do encontro, basta preencher a ficha de inscrição no site especial.

Abaixo tem a programação completa:

9h – Abertura com Lucia Santaella.
9h30 – A emergência da gamificação na cultura do jogo – Fabrício Fava
10h – Gamificação em Educação: revisão sistemática da literatura – João Mattar
10h30 – Intervalo
11h – Design Educacional em jogo – Paula Carolei e Romero Tori
11h30 – Design, Gamificação e Educação a Distância: ensaio crítico sobre
o processo de gamificação de um conteúdo da Filosofia – Priscilla Garone e Sérgio Nesteriuk
12h – Gamificação e a essência do jogo: como a externalização da
recompensa pode tornar a atividade sem sentido – Alan Richard da Luz
12h30 – Cultura e Gamificação: questões que antecedem o Marketing
Fabrizio Poltronieri (apresentação em vídeo)
13h – Encerramento

Serviço – Simpósio Gamificação em Debate

Quando: Sexta, 14 de outubro às 09:00 – 13:00

Onde: Centro TIDD – Tecnologias da Inteligência e Design Digital – Rua Caio Prado, 102 – Consolação, 01303-000 São Paulo

Start Up FazGame recebe prêmio Nexso do BID

Unir games e educação é uma barreira que vai sendo vencida aos poucos e que vai levar alguns anos para ser totalmente transposta. Sempre que uma iniciativa visa unir esses dois mundos é natural que desperte as atenções do público e da mídia. Este é o caso da Start Up FazGame, projeto criado para propiciar a mudança na sala de aula, inserindo ludicidade e autoria no ambiente educacional e proporcionando uma dinâmica de aprendizado motivadora.

O FazGame é uma ferramenta de simples uso, onde professores e alunos são autores, podendo criar, publicar e jogar games educacionais – sem precisar de conhecimentos adicionais de programação ou design. De acordo com os autores do projeto, a ideia serve para evitar a evasão escolar, incentivando que alunos egressos do Ensino Fundamental do Brasil vejam o ensino como algo menos desinteressante e mais envolvido com sua própria realidade.

Não por acaso o FazGame foi um dos premiados do Nexso, um concurso criado para premiar as Start Ups mais inovadoras da América Latina e do Caribe na Indústria Criativa e Cultural. O prêmio é cortesia do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e reuniu mais de 500 start ups. O prêmio e a apresentação do FazGame no evento DemandSolutions 2016 do BID em Washington, acontecem junto com o lançamento da versão do FazGame em Espanhol e Inglês, um dos passos planejados para o lançamento global do software.

Ao realizar projetos FazGame, os alunos desenvolvem diferentes competências do Século XXI, como criatividade, colaboração, raciocínio lógico e resolução de problemas. O FazGame foi desenvolvido e está sendo aprimorado com recursos de fomento à inovação da FINEP e FAPERJ. Já foi aplicado em mais de 150 escolas, com impacto em 12.000 alunos do ensino público e privado, tendo mais de 500 games publicados, com mais de 65.000 acessos aos games.

Com essa conquista, é mais do que certo que o FazGame ganhará mais notoriedade e quem sabe investimento para transformar a vida de milhares de jovens que buscam uma profissão. Além disso, o programa FazGame certamente vai impulsionar a indústria de jogos digitais no Brasil.

Abaixo tem a lista de vencedores do Nexso, incluindo o FazGame:

Badabada – Popix produções, Brazil
Frei.re – Escribo Inovação e Educação, Brazil
Gamesquare, Brazil
Primeiro Livro – Centro de Autoria e Cultura, Brazil
FazGame – TecZelt, Brazil
Lorapp, Colombia
Nativo Digital – World Tech Makers, Colombia
Kits Artesanales – DIDART, Guatemala
BookFusion, Jamaica
Con Equis Niños, Mexico
Ecosistema contenidos digitales para lenguas originarias de América, Mexico
Mi Cartelera MX, Mexico

Razer Store abre sua primeira unidade física nos Estados Unidos

A Razer já possuía lojas-conceito no mercado asiático, mas somente agora o público norte-americano pode conhecer os produtos da empresa em uma loja totalmente dedicada aos seus produtos. Inaugurado em São Francisco, nos EUA, no dia 21 de maio, a Razer Store permite que seus visitantes experimentem os produtos mais avançados como teclados, mouses, wereables e demais sistemas voltados para os videogames.

Além da loja em São Francisco, a Razer já possuía unidades em Taipei (Taiwan), Manila (Filipinas) e Bangkok (Tailândia). A ideia é tornar a marca ainda mais forte no mercado ocidental e atrair consumidores dedicados que esperam o melhor da tecnologia em jogos eletrônicos. A unidade de São Francisco possui 120m² divididos em dois andares e mais de 20 estações de jogos e áudios montadas com os lançamentos da Razer e seus parceiros.

“São Francisco é um centro global único que une criatividade, tecnologia e entretenimento, além de ser a cidade da nossa sede. Ou seja, é um ambiente fenomenal para os gamers”, diz Min-Liang Tan cofundador e CEO da Razer. “Estamos felizes com a inauguração da RazerStore e muito animados para abrir as portas para nossos fãs.”

Para quem conhece São Francisco, a loja da Razer Store fica no shopping Westfield, no centro da cidade. De acordo com a companhia, a unidade de São Francisco é focada em dar aos jogadores uma verdadeira experiência imersiva, permitindo a interação com outros membros da comunidade gamer. Para mais informações sobre as lojas-conceito da Razer, basta acessar o site da empresa.

Abaixo tem o vídeo de abertura da Razer Store em São Francisco: