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Escola de desenvolvimento de Jogos da Unicamp sedia workshop internacional de criação

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O mês de janeiro é especialíssimo para os desenvolvedoires de jogos do Brasil, pois a Global Game Jam tem data marcada para ocorrer entre os dias 24 e 26. Para quem não conhece, a GGJ reúne estudantes, aspirantes e profissionais do setor de jogos que buscam aumentar expandir suas redes de contatos, conhecer o mercado e trocar experiências e técnicas de produção.

O evento ocorre na Unicamp e tem apoio das gigantes do desenvolvimento Microsoft e Mozzilla Corp. Além da oportunidade de interagir com outros developers, a GGJ também conta com uma Game Jam (daí o nome do evento), uma maratona de 48 horas para que os visitantes criem um game do zero. A Unicamp participa do encontro atravé do Gamux, uma Escola Interna de Desenvolvimento de Jogos da própria Unicamp que tem apoio de empresas como a Nokia e a Blackberry.

O tem dos jogos a serem desenvolvidos é lançado para todas as sedes do Global Game Jam simultaneamente. A partir daí, cada equipe tem o prazo de 48 horas para desenvolver um jogo inteiro e funcional baseado em tal tema. Os games são publicados no site do evento com link para download. A ideia é que os participantes façam um netwok bacana e ainda mostrem seus talentos no ramo de desenvolvimento de jogos.

Desenvolver um jogo inteiro, com uma temática muitas vezes difícil num intervalo de tempo de apenas 48h pode ser bem desafiador. Entretanto é exatamente esse aspecto de ‘missão impossível’ que ajuda a reforçar o espírito de cooperação e inovação que a Global Game Jam procura incentivar. A colaboração está presente em todas as etapas do evento, desde as inscrições, que são gratuitas, até no fato de que todos os jogos serão publicados, não se tratando de uma competição“, disse Bruno Melo, diretor executivo do Gamux.

Para participar do Global Game Jam basta fazer a inscição no site oficial. O melhor é que a inscrição é gratuita. Mas seja rápido, pois as vags são limitadas.

 

Serviço: Gamux – Global Game Jam

Data: de 24 de janeiro às 19h, às 19h de 26 de janeiro

Local: Instituto de Computação da Unicamp (IC) Av. Albert Einstein, 1251 – Cidade Universitária, Campinas/SP – Brasil.

Inscrições através do site http://www.gamux.com.br/eventos/globalgamejam2014/

Vagas: 200

Mais informações: por e-mail contact@gamux.com.br ou pelo site http://www.gamux.com.br/

Heavy Metal Machines: Hoplon anuncia seu primeiro MOBA

Heavy Metal Machines

O gênero MOBA (Multiplayer Online Battle Arena) tornou-se um dos mais adorados pelos jogadores, especialmente os brasileiros, vide o sucesso recente de League of Legends. Não por acaso as grandes empresas passam a investir cada vez mais neste gênero. Este é o caso da empresa Catarinense Hoplon, que anunciou o primeiro MOBA brasileiro, o Heavy Metal Machines.

O Heavy Metal Machines terá como foco carros equipados com armas de combate que devem se enfrentar em pistas de corrida de um mundo pós-apocalíptico. Como se não bastasse todo o clima de destruição, as partidas serão embaladas pelo som pesado do Rock n’ Roll. Nem precisa dizer que a habilidade no volante e a malandragem serão essenciais para garantir a vitória nos confrontos. Pelo jeito o game tem como inspiração o louco Rock n’ Roll Racing da Blizzard.

Apesar da temática, a produtora garante que os elementos comuns aos MOBA como estratégia em tempo real e os elementos de RPG estarão no jogo. O game será no formato free-to-play com venda de itens in-game e a fase de testes Beta fechado deve entrar já no segundo semestre de 2013.

Os jogadores que se interessarem por Heavy Metal Machines poderão acompanhar o processo de desenvolvimento através do DevBlog ou através da fanpage no Facebook. Ao que tudo indica esse será um game pra ninguém botar defeito. Vamos ficar de olho!

Livro de game design Regras do Jogo chega ao Brasil

Regras do Jogo - Livros de Game Design

Aí vai uma dica preciosa para desenvolvedores que estão buscando boas referencias na hora de desenvolver seus games, ou apenas gostariam de um pouco de teoria na estante para servir de base a seus projetos. Trata-se da coleção “Regras do Jogo”, uma tradução do livro Rules of Play, escrita por Katie Salem e Eric Zimmernan e trazida ao Brasil pela editora Blucher.

Na obra são abordados os aspectos teóricos básicos do game design, propondo discussões críticas sobre as potencialidades dos jogos, desde os mais simplistas aos mais engenhosos. Em outras palavras, a coleção é um verdadeiro estudo da profundidade que um game pode e deve fazer, e não apenas uma mera análise conceitual do que eles fazem atualmente.

De acordo com os responsáveis pela obra, há um estímulo a decodificação dos jogos, permitindo que o leitor os compreenda melhor a partir de seu desenvolvimento. Regras do Jogo traz ainda um debate sobre o passado, presente e futuro do desenvolvimento dos jogos eletrônicos, devendo situar os novos estudantes de gamedev sobre os caminhos que a indústria deve trilhar. A obra foi dividida em quatro volumes visando tornar a leitura mais leve e prazerosa.

A obra completa tem o preço sugerido de R$195,00, podendo ser adquirida através das principais livrarias do país. Vale dizer que a obra já recebeu elogios de importantes nomes da indústria dos games como Will Wright, por exemplo. Mais informações da coleção podem ser adquiridas no site da editora Blucher.

NeoAxis promete melhorias com a nova versão de engine dedicada a jogos 3D

NeoAxis Game 1.2, já está disponível. De acordo com a fabricante, a nova engine possui algumas melhorias significativas que devem agradar os produtores mais dedicados e que buscam facilidades na criação de games e aplicativos compatíveis com a tecnologia 3D.

A nova versão da NeoAxis possui novidades interessantes como maior suporte para localização, que inclui a adição dos seguintes idiomas: Mandarim, Ukraniano, Bielo-russo e francês. Além disso, há a possibilidade de importar diretamente novos arquivos em 3D como os populares Collada, 3DS, X, OBJ e Blender.

Porém, o grande destaque da nova engine é o editor de mapas, que ganhou novas ferramentas. Uma das principais é uma função chamada Automatic resource update, que permite ao usuário detectar mudanças feitas por algum outro programa que não seja o editor.  Em outras palavras: se você faz alguma alteração nas texturas através do Photoshop o Resource Editor irá atualizar automaticamente, poupando um árduo trabalho.

Além disso, há uma ferramenta chamada Step Movement Tool que promete aos desenvolvedores um nível de controle mais preciso através de rotação e zoom dos objetos de forma facilitada.

De acordo com a fabricante, a engine tem uma performance mais confiável, rodando mais leve e com menos tempo de loadings. Outras mudanças sensíveis incluem suporte aos videocards da linha Intel HD Graphics, mais efeitos visuais, correções de bugs etc.

Ainda de acordo com a responsável, os termos de licença também sofreram mudanças. Sendo assim uma licença pode ser usada em 5 máquinas, contudo se você já era usuário da engine os termos não se aplicam a você. Pois os novos termos de uso é para os novos usuários.

E se você está desconfiado com a empresa, saiba que eles tem planos de seguir dando suporte à engine durante muitos anos. A ideia mais iminente é expandir o suporte da engine para plataformas móbile como o Androide e o iOS.

Todas as mudanças com a nova versão da engine podem ser conferidas no site oficial.

E-book oferece dicas de programação em C/C++ e Win 32 API

Está é uma dica para quem está aprendendo a programar em C/C++ e gostaria de saber como funciona a programação visual no Windows. O programador de jogos e professor da UNICSUL, André Kishimoto, está disponibilizando um livro digital que contém informações valiosas sobre programações.

Com o e-book, o estudante aprende conceitos de programação, gráficos vetoriais/bitmap e áudio, criação de programas com janelas não retangulares, editar o registro do Windows via programação etc.

Além de C/C++, o livro ainda traz informações de outras linguagens como o Visual Basic e Delphi, já que os exemplos do arquivo foram escritos usando a API do Windows (o que dá uma pequena noção de API’s gráficas nativas para Linux e Mac).

Ao todo o e-book conta com 200 páginas e está todo em português. Quem se interessar pode encontrar mais informações, exemplos com código fonte e formas de aquisição através do site. Além disso, a página tem informações de como entrar em contato com o responsável pelo livro. Há ainda a possibilidade de baixar uma prévio de 16 páginas do livro, assim você tem uma noção do que esperar do produto completo.

Alguns motivos para não trabalhar na indústria de games

Muita gente quer entrar na indústria de jogos, muito se fala de como é legal trabalhar com aquilo que se ama e como deve ser divertido passar da posição de jogador para gamedev.

Será? Nem tudo são rosas. O site Dorklyst publicou uma lista de sete razões pelas quais você NÃO quer trabalhar na indústria de videogames.

Entre os motivos estão “você não vai trabalhar em um game que você gosta” até “as pessoas não entenderão o que você faz”, passando pelo clássico “os fãs atacarão você por qualquer motivo”.

O artigo é interessante e aborda pontos de vista diferentes. Mas, será que é tão ruim assim? Comente?

:: 7 razões pelas quais você não quer trabalhar na indústria de games

Segunda Batalha de Games da UFU anunciará vencedores na próxima semana

Nós do GameReporter somos extremamente favoráveis aos Game Jams e outros campeonatos de desenvolvimento de games. Além de formar equipes de designers e desenvolvedores e incentivar a indústria local, rende aos gamers alguns belos protótipos ou até mesmos games finalizados.

A Universidade Federal de Uberlândia (UFU) está promovendo entre seus alunos a Segunda Batalha de Games, uma nova edição de sua competição de gamedev, que começou com inscrições em fim de agosto e terá seus vencedores divulgados em novembro.

A novidade é que agora o júri especialista e o popular avaliarão duas categorias: desktop e móvel – ou seja, games para computadores e celulares. O campeonato está restrito aos alunos da UFU.

Os games devem ter como tema “Salve o Planeta” e serão criados para Android e, no caso de PCs, em Python, com a biblioteca Pygame.

Porque estamos falando isso? É provável que em duas semanas vejamos alguns bons novos títulos independentes e nacionais para Android e PC.

É aluno da UFU e participou da Batalha? Tem link para download de seu jogo? Coloque nos comentários!

:: UFU promove Segunda Batalha de Games

Vaga para desenvolvedores Flash em São Paulo (SP)

O leitor Guilherme Lane entrou em contato conosco para divulgar uma vaga de emprego para programador de jogos 2D em Flash (ActionScript 3) em São Paulo (SP).

O programador trabalhará em um game social de futebol para as redes Facebook e Orkut. O projeto está em sua reta final, mas o candidato escolhido continuará dando manutenção no jogo.

É preciso conhecimento em Flash, e o trabalho consiste na finalização da parte visual do jogo. Ter conhecimento em PHP é um diferencial.

A empresa fica na Rua do Gasômetro, no Brás, próximo à Estação D. Pedro II do metrô. Se interessou? Mande email para guilhermelane@gmail.com e boa sorte!

Global Game Jam 2012 abre inscrição para espaços

O Global Game Jam 2012 ainda não tem lugares definidos para acontecer, mas a organização do evento mundial está convidando instituições e espaços interessados em sediar a edição 2012.

Para quem não conhece, Game Jam é aquele tipo de maratona de desenvolvimento. A inscrição em questão, que estamos noticiando, ainda não é para os desenvolvedores, e sim para espaços que queiram promover o evento.

É o seu caso? Conhece algum lugar legal que está disposto? Passe o link abaixo para o responsável e peça para que ele realize a inscrição.

O site oficial do Global Game Jam informou que para os “jammers” (gamedevs) as inscrições começam em novembro, ficaremos de olho.

:: Inscreva um espaço no GGJ 2012

Gamedevs independentes pirateiam próprio jogo de forma bem humorada

As chatas proteções DRM não são a única solução para a pirataria, já sabemos. Mas o que o pessoal da desenvolvedora independente tinyBuild fez parece inédito.

Junto com o lançamento de No Time To Explain, seu mais recente game, os desenvolvedores Alex Nichiporchik e Tom Brien lançaram também uma versão pirata no site The Pirate Bay.

A versão pirata tenta, logicamente, trazer o jogo para o foco dos comentários. E, como fazer isso? Alterar levemente o game, colocando chapéus de pirata em todos os personagens e rum em todos os lados. A versão pirata, também, não é atualizada com correções de bugs, então acaba servindo como uma “demonstração completa”.

“Estamos usando a pirataria para alavancar as vendas e ganhar divulgação”, explicou Tom Brien ao Gamasutra, acrescentando que o game já seria pirateado de qualquer forma, então foi melhor criar algo divertido em cima disso.

“Então algumas pessoas não comprarão nosso game de qualquer forma, mas se outras gostarem de nosso humor, eles podem apenas apoiar nós desenvolvedores independentes”.

O que você acha da ideia?

[Via IndieGames]